Nesta quarta-feira, aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!
O destaque do dia fica para o utilitário Recent Contacts Timeline. Desenvolvido por Adam Bardon, ele organiza suas interações recentes em uma linha do tempo visual simples.
A proposta é facilitar a identificação de novos números incluídos na sua agenda — agrupados por data e com acesso rápido. Em vez de listas tradicionais, ele apresenta uma visão cronológica, que pode ser muito mais prático, dependendo da sua necessidade.
Aproveite a oferta e baixe agora! 📇
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$70 em descontos:
Jogos
Controle de fronteira.
Acabe com as peças.
Jogo de aventura.
Aplicativos
Utilitário para cartões virtuais.
Utilitário para desenho.
Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🛸
A Nomad liberou uma nova oferta feita para você que quer acumular pontos no Clube Azul (programa de fidelidade que permite juntar pontos e trocá-los por passagens aéreas), na qual você pode ganhar até 15.000 pontosabrindo a sua conta e efetuando sua primeira operação de câmbio.
Funciona assim: você pode ganhar 10.000 pontos (caso não participe do programa Clube Azul) na sua primeira conversão ou 15.000 pontos (se for assinante Clube Azul). Portanto, certifique-se de que você possui um cadastro no Clube Azul — para realizar a adesão, é necessário ter uma conta Azul e estar logado nela.
Nesta tela, digite o cupom MAC15AZUL para ganhar até 15.000 pontos no Clube Azul!
Pronto! Você receberá 10.000 pontos para usar como quiser. Como dito, assinantes do Clube Azul receberão 15.000 pontos.
Os pontos serão disponibilizados em até 30 dias úteis, mas é necessário que você se atente ao prazo de até 15 dias após a aprovação da sua conta (e a operação de câmbio mínima) para garantir o seu benefício.
Sobre a Nomad
A Nomad foi a primeira a oferecer uma conta em dólar sediada nos Estados Unidos, sem nenhuma taxa de abertura, anuidade ou manutenção. O cartão da empresa é aceito em mais de 180 países, oferecendo taxas bastante menores que as dos cartões de crédito internacionais.
Além de poder fazer compras, com ela você pode investir nas bolsas de valores americanas (NYSE e Nasdaq), comprar ações, ETFs, ETFs de renda fixa e REITs… tudo a partir de US$1 e sem taxa de corretagem. A conta de banking da Nomad é assegurada em até US$250 mil pelo Community Federal Savings Bank, membro do fundo garantidor dos EUA (FDIC), para cada tipo de conta por titular. Já a conta de investimentos, aberta em parceria com a Drive Wealth — membro do FINRA —, é assegurada pelo SIPC em até US$500 mil, sendo US$250 mil em solicitações em dinheiro.
E não para por aí: com a sua conta Nomad você tem acesso a descontos em lojas parceiras e ainda pode aproveitar o Nomad Lounge, que concede acesso a uma das melhores salas VIP do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).
Só na Nomad você tem uma conta internacional sem taxas mensais de manutenção, até 10% de economia em compras e IOF de 1,1% para a conta de banking e de apenas 0,38% para a conta de investimentos.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Confira e aproveite a nossa seleção de promoções na App Store nesta terça-feira!
O nosso destaque do dia é Pencil Notes: Handwriting, um aplicativo voltado a quem busca uma experiência de escrita manual, simples e direta — tanto no iPhone quanto no iPad.
Sem necessidade de uma configuração avançada, o aplicativo aplicativo abre rápido, em um ambiente minimalista, para você anotar suas ideias, registrar informações rápidas e tentar substituir o papel no seu cotidiano. A compatibilidade com o Apple Pencil funciona bem e a ausência de menus complexos torna o app acessível para qualquer usuário que queira apenas escrever sem distrações.
Com uma proposta enxuta, o aplicativo fica atrás dos principais concorrentes quando o assunto é produtividade e organização — diferente de apps como GoodNotes, Notability ou até o próprio Notas (Notes), da Apple, o Pencil Notes não oferece recursos avançados como reconhecimento óptico de caracteres (OCR), busca em manuscritos, organização por pastas, templates, camadas ou integração robusta com serviços de nuvem. Isso limita bastante o uso se você precisa estudar, trabalhar com PDFs ou manter um sistema de notas mais estruturado e pesquisável.
Se você ainda não encontrou o app ideal para suas anotações, aproveite a oferta e compre hoje mesmo! 📝
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$90 em descontos:
Jogos
Jogo musical.
Puzzles.
Aplicativos
Arte em pixels.
Tabuada de forma divertida.
Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🏎️
Ele, inclusive, foi desenvolvido por um dos cofundadores do TV Time, Antonio Pinto, que afirmou ter tentado recriar os melhores recursos do finado aplicativo (o qual foi adquirido pela Whip Media, que decidiu encerrar o serviço para focar em iniciativas de IA).
Finally, Bingers is out 🎉
Took us longer than we wanted, but we didn't want to ship something ugly or clunky.
It's a first version so there’s probably tones of things to improve, but we'll be reading every piece of feedback. Let's make it perfect together.
Levamos mais tempo do que gostaríamos, mas não queríamos lançar algo com visual ruim ou difícil de usar.
É uma primeira versão, então provavelmente há muita coisa para melhorar, mas vamos ler todos os comentários e sugestões.
Vamos deixá-lo perfeito juntos.
App Store / Play Store 👇
O Bingers conta com três componentes principais: uma ferramenta para acompanhar as séries e os filmes que você assiste ou deseja assistir, uma forma de descobrir novos conteúdos e uma espécie de rede social. Ademais, o app exibe suas estatísticas com detalhes da sua vida de espectador.
Assim como no TV Time, os fãs podem criar perfis e realizar comentários sobre séries e filmes, inclusive adicionando mídias como fotos e GIFs. Eles também podem avaliar episódios, expressar opiniões com emojis e votar em seus personagens favoritos.
Divulgação/Bingers
O app foi projetado para carregar as bibliotecas dos usuários diretamente de seus dispositivos, permitindo que ele realize o processamento pesado — como o calendário de exibição e a lista de desejos — localmente, em vez de depender dos servidores da empresa. Por fim, ele oferece uma maneira de importar dados dos arquivos do TV Time.
Usuários do Telegram notaram ontem que o aplicativo do mensageiro para iOS ficou indisponível na App Store por um breve período, o que deixou muita gente confusa.
Contatada pela Reuters, a Apple explicou que tirou o mensageiro do ar após um usuário ter reportado a presença de “material de abuso sexual infantil” na plataforma, o que obviamente vai contra as regras da sua loja.
Ainda segundo a gigante de Cupertino, a página do Telegram foi restaurada depois que a equipe do mensageiro removeu o conteúdo supracitado e baniu o usuário responsável pela publicação.
Em resposta, o mensageiro disse que possui uma política de “tolerância zero” contra esse tipo de conteúdo, além de ter bloqueado mais de 338.000 grupos e canais com material ilegal ao longo do último ano.
Ainda assim, a equipe do app ironizou a decisão da Apple nas redes sociais, dando a entender que a companhia não aplica o mesmo tratamento a outros apps. Ela também aproveitou a situação para divulgar uma página com dados sobre a moderação de conteúdo na plataforma:
I'm sure this stance will be applied equally to all other apps in the store, in the future right? @Apple
Outra pessoa a ir às redes sociais para comentar esse pequeno imbróglio foi o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Epic Games, Tim Sweeney, que criticou a falta de transparência na tomada de decisão da Apple, além de classificá-la como “arbitrária”. Em guerra com a fabricante do iPhone há alguns anos por conta das regras da App Store, ele aproveitou a situação para dizer que a loja da Maçã “precisa desesperadamente de concorrência”:
Such arbitrary policy enforcement, by a monopoly gatekeeper, creates a perfect storm of fear and acquiescence by developers who are victims of Apple’s monopoly. Speak up and criticize their gatekeeping and maybe they’ll enforce the rules one way rather than the other way.
A App Store da Apple precisa desesperadamente de concorrência global. A Apple remove arbitrariamente uma ferramenta vital de comunicação e privacidade, tornando-a inacessível a bilhões de usuários, e infelizmente isso é considerado normal.
A Apple declarou que removeu o aplicativo para um bilhão de pessoas porque um usuário do Telegram publicou algo horrível e ilegal. A empresa não explicou como, se esse é o padrão para remoção de aplicativos, qualquer aplicativo de comunicação, incluindo o iMessage, poderia operar em larga escala.
Essa aplicação arbitrária de políticas, por parte de um monopólio, cria a tempestade perfeita de medo e aquiescência por parte dos desenvolvedores, que são vítimas do monopólio da Apple. Manifeste-se e critique essa postura de controle, e talvez eles passem a aplicar as regras de uma forma, em vez de outra.
Questionada sobre os comentários de Sweeney, a Apple preferiu não emitir uma resposta.
Segundo ele, todo esse imbróglio foi provocado por um único usuário mal intencionado, que plantou conteúdo impróprio modificado por inteligência artificial (IA) em um grupo público na plataforma. Para tal, essa pessoa editou uma mensagem antiga na conversa, o que acabou fazendo com que ela passasse despercebida pelos administradores do grupo.
Ainda de acordo com Durov, esse usuário era um extorsionista — ou seja, uma pessoa que usa “contas automatizadas para plantar conteúdo ilegal em grupos públicos e depois denunciá-lo diretamente à Apple, tentando provocar a remoção de comunidades legítimas” cujos donos se recusaram a pagar o resgate.
O executivo também garantiu que a presença de conteúdo desse tipo na plataforma não representa um problema sistêmico e que sua equipe de moderação é efetiva, além de ter criticado a Apple por ter removido o app de sua loja sem contatar o Telegram primeiro. “Se um aplicativo usado por mais de 1 bilhão de pessoas pode ser removido da App Store sem aviso prévio, qualquer aplicativo pode ser”, comentou.
Após anos de ameaças, a Rússia iniciou oficialmente uma investigação contra a Apple por não ter pré-instalado aplicativos apoiados pelo governo em dispositivos no país. Os aplicativos em questão são o MAX, serviço de mensagens apoiado pelo Kremlin, e a RuStore, loja de aplicativos nacional.
O caso representa o mais recente embate entre a Apple e as autoridades russas, que buscam ampliar o controle estatal sobre o mercado digital do país e exigir que empresas de tecnologia estrangeiras concedam aos serviços nacionais maior acesso às suas plataformas.
A Apple atendeu parcialmente à advertência ao permitir a pré-instalação de um mecanismo de busca russo; no entanto, o FAS alega que a empresa ignorou a exigência referente ao mensageiro nacional e à loja de aplicativos doméstica — referindo-se ao MAX e à RuStore.
A Apple poderá ser alvo de uma multa de até 4 bilhões de rublos (cerca de US$50 milhões) caso seja constatada a violação da legislação russa de concorrência.
Abrindo o mês de agosto com a nossa seleção de promoções na App Store para esta segunda-feira!
Cardinal Land, criado pela DogoTogo, é um quebra-cabeças com o adicional de também ser um aplicativo educacional — e, por isso, o nosso destaque do dia.
Combine as peças coloridas de diferentes formatos e crie imagens de animais. Uma vez completada a figura, fatos interessantes do animal são apresentados e podem ser compartilhados facilmente com quem você quiser.
Explore sete continentes em dezenas de fases e desafie as suas habilidades em diferentes modos de jogo. Complete rapidamente as tarefas e ganhe estrelas. Compartilhe as imagens dos animais com seu Apple Watch e transforme-as em mostradores!
Confira um vídeo:
Aproveite a oferta e boa diversão! 🦁
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$170 em descontos:
Jogos
Jogo musical.
Jogo de estratégia.
Aplicativos
Para relaxar.
Utilitário para hábitos.
Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🚀
Na esteira dessas manchetes, quatro organizações não governamentais entraram com uma ação judicial contra a Apple Brasil por não realizar a verificação de idade em apps de apostas, com menção ao jogo Casino Roulette: Roulettist, disponível na App Store. O processo foi protocolado na Justiça de São Paulo e cobra indenização de R$300 milhões por danos morais.
Além do jogo supracitado, o advogado da Anced, Márlon Reis (um dos autores da ação), menciona que há pelo menos seis títulos de jogos que simulam cassino e estão disponíveis para download por menores, mesmo que a classificação seja para 18 anos ou mais.
Segundo o processo, a ausência de controle etário permite que crianças baixem o app, adquiram créditos e apostem sem qualquer restrição. Nesse cenário, as ONGs argumentam que a Apple tem responsabilidade direta no caso por intermediar a compra de créditos dentro do jogo, sem verificar quem realiza os pagamentos.
Não se trata de entretenimento gratuito ou meramente simbólico. O usuário emprega recursos financeiros reais para adquirir fichas, arrisca-as nas partidas e, depois de perdê-las, é estimulado a realizar novos pagamentos para continuar jogando.
Além da indenização, as entidades pedem que a Apple suspenda todos os aplicativos de cassino disponíveis em sua loja até comprovar a adoção de um sistema efetivo de verificação de idade. A ação solicita que a Justiça fixe multa diária de R$500 mil caso a Apple não cumpra as medidas em dez dias.
A Apple disse ao Estadão que a verificação de idade para apps destinados a maiores de 18 anos “está em fase de testes e deverá ser lançada nos próximos meses”. Ela também destacou que já oferece ferramentas de controle parental.
A novidade pode ser considerada uma expansão da sincronização limitada que já existia entre os dois aplicativos, e que permitia enviar dados já consolidados do aplicativo da Apple para o do Google — mas não o contrário.
Segundo o site, agora é possível compartilhar dados gravados com o Fitbit Air — como registros de exercícios, de sono e de passos — diretamente para o app da Maçã, sem usar qualquer gambiarra ou apelar para o registro manual.
Para isso, basta tocar no ícone de perfil dentro do app do Google, selecionar “Apps parceiros” e depois escolher o Apple Health entre as opções. Aí, é só conceder as permissões para a sincronização ser completada.
De acordo com o site Droid Life, no entanto, a sincronização ainda não funciona para a variabilidade da frequência cardíaca (HRV), uma vez que as duas empresas calculam essa métrica usando fórmulas diferentes.
Despite predictions that AI agents could make traditional apps obsolete, developers are shipping new software faster than ever. From smarter bookmarking tools and neighborhood marketplaces to digital pen pals and nature journals, here are the latest App Store finds worth adding to your Home Screen.
Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.
Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo.Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!
Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.
Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.
A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.
O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.
O asterisco que quase ninguém vai mencionar
A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.
À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.
É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.
Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.
A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.
Linha de negócio
Margem do FQ3 2026
Margem do FQ3 2025
Variação
Produtos
40,07%
34,52%
+5,55pp
Serviços
75,62%
75,58%
+0,04pp
Consolidado
50,06%
46,49%
+3,57pp
A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.
Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.
Serviços: um pequeno sinal de alerta
Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.
A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.
Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.
O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.
Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.
A projeção para setembro veio bem abaixo
O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.
Indicador
FQ3 2026 (real)
FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita
16,4%
de 9% a 11%
Margem bruta
50,1%
de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas
48,1%
de 47% a 48%
Receita implícita
US$109,4 bilhões
de US$111,7 a US$113,7 bilhões
A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.
A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.
Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.
Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.
O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.
A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.
Metodologia
Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.
As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.
A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.
Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.
O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.
Observação
Este texto não constitui recomendação de investimento.
Fechando a semana e o mês de julho com a nossa seleção de promoções na App Store!
O nosso destaque do dia é Pin To Wall: Photo Widget, um app simples e direto ao ponto, pensado para quem quer manter uma única foto sempre à mão no iPhone, iPad ou Apple Vision Pro.
Ele funciona como um quadro digital: você escolhe uma imagem, fixa na Tela de Início como widget e pronto, ela fica ali até você trocar.
A proposta é armazenar apenas uma foto por vez, seja da sua biblioteca ou com uma nova captura, evitando acúmulos desnecessários na biblioteca de fotos e tornando o app leve e fácil de usar.
Para quem gosta de foco e não quer gerenciar álbuns, é uma solução prática. Aproveite a oferta! 🌠
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$100 em descontos:
Jogos
Puzzles.
Jogo de estratégia.
Jogo de cartas.
Aplicativos
Editor de vídeos.
Utilitário para desenvolvedores.
Aproveite as ofertas e tenha um excelente final de semana! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🦖
App Store regulatory changes are beginning to affect Apple Services growth as developers gain more ways to avoid Apple’s payment system or pay lower commissions in major markets.
Apple finance chief Kevan Parekh told investors that changes to the App Store business model in some countries had affected its performance during the June quarter. Softer spending on mobile games created additional pressure.
The acknowledgement is significant because regulatory risk has appeared in Apple filings for years without producing a clearly identified effect on Services performance. Apple is now confirming that rule changes have advanced far enough to influence reported results.
The impact does not mean the App Store has stopped growing. Apple described the store as reaching another June-quarter revenue record, while Services expanded by approximately 12% from the previous year.
The emerging issue is the rate of growth. A purchase can still occur inside an iPhone app while generating less revenue for Apple when the customer pays through a developer’s website or uses terms carrying a reduced fee.
App Store Regulatory Changes Affect Several Markets
Apple did not identify one country or policy as solely responsible for the effect.
The company is adapting to a collection of court orders, competition laws and regulatory agreements that differ substantially among the United States, European Union, China, Brazil, Japan, South Korea and other markets.
Some rules concentrate on payment choice. They allow developers to place links or buttons inside apps leading customers to external checkout pages.
Other changes permit alternative app marketplaces or direct distribution outside the App Store. Several regulators are also examining whether Apple can charge developers for transactions completed through another payment provider.
The financial result depends on the model adopted in each country. Apple may receive no commission, a reduced commission or another fee connected with platform technology and distribution.
This creates a more fragmented App Store business. A subscription sold through the same application can produce different revenue for Apple according to the customer’s country, payment route and the developer terms governing that version of the app.
Image Credit: Apple Inc.
The United States Changed External Payment Links
The most direct change in the United States came from the long-running legal dispute between Apple and Epic Games.
A federal court previously ordered Apple to stop preventing developers from directing customers toward outside purchasing options. Apple responded by allowing certain external links while seeking commissions of between 12% and 27% on purchases completed through them.
The company also introduced design restrictions, an approval process and a warning screen displayed when customers left the App Store environment.
In April 2025, the district court found Apple in civil contempt for failing to comply fully with the anti-steering injunction. The ruling prohibited the company from collecting a commission on purchases made through external links and removed several restrictions governing their appearance.
Apple updated its App Review Guidelines in May 2025. Apps distributed through the United States storefront can include buttons, external links and other calls to action leading customers toward another payment method.
The rules no longer require a special external-link entitlement for the U.S. storefront.
That change gives developers a straightforward financial reason to move some transactions to the web. A company can process a payment through another provider instead of giving Apple a percentage of the digital sale.
The customer can return to the iPhone app and use the purchased subscription or content. The app remains distributed through Apple, but the associated transaction no longer produces the same App Store commission.
Enough developers adopting that route can slow Apple Services growth even if total spending on iPhone applications continues increasing.
The European Union Introduced Alternative Distribution
The European Union’s Digital Markets Act requires Apple to permit alternative app marketplaces, outside payment systems and other changes intended to reduce its control over iOS distribution.
Developers can remain under Apple’s conventional App Store terms or adopt business terms designed for the European market.
The alternative structure separates several services that were previously combined inside one commission. Developers can choose different levels of App Store support, use Apple’s payment system, provide another payment option or distribute software through a competing marketplace.
Apple introduced reduced commissions and technology-related fees to preserve compensation for the tools, security systems, distribution infrastructure and platform access it provides.
Those terms have changed several times following regulatory objections. Beginning in 2026, Apple started moving from its earlier Core Technology Fee toward a Core Technology Commission applied to eligible digital transactions under particular conditions.
The structure means outside payments do not always eliminate Apple fees in Europe. They can still reduce the amount Apple collects or shift revenue among different fee categories.
Regulators continue examining whether the terms provide meaningful choice or discourage developers from leaving the standard model.
Apple argues that alternative stores and payment systems create additional privacy, security and fraud risks. The European Commission has focused on whether Apple’s warnings, technical requirements and fees make those options unnecessarily difficult to use.
European developers must calculate more than one commission. They need to consider payment-processing costs, marketplace charges, customer acquisition, reporting obligations and the Apple terms attached to each distribution method.
The result may be lower App Store revenue without an equally large shift toward independent marketplaces. External website payments can change Apple’s economics more quickly because they do not require customers to install another store.
Apple lowered several commission rates in the China mainland storefront beginning March 15, 2026.
Qualifying transactions under the App Store Small Business Program and Mini Apps Partner Program now carry a 12% commission. The same rate applies to eligible auto-renewing subscriptions after the subscriber’s first year.
These transactions previously qualified for a higher 15% rate.
A three-percentage-point reduction may appear small beside demands for completely independent payments. At the scale of China’s app economy, it can remove a meaningful amount of revenue while improving the share retained by developers.
The Mini Apps Partner Program is particularly important in China because large platforms can contain many smaller services inside one host application.
Reducing the commission can encourage those ecosystems to continue using Apple In-App Purchase. It also demonstrates how Apple may respond to pressure by offering more favorable terms before regulators require a more disruptive change.
Lower commissions can support transaction growth over time, but the immediate calculation is straightforward: Apple receives less from each qualifying purchase.
Image Credit: Apple Inc.
Brazil Opens iOS to Outside Stores and Payments
Apple introduced alternative app distribution and payment options in Brazil through an agreement with the country’s competition regulator, CADE.
Beginning with iOS 26.5, developers can distribute apps through alternative marketplaces, operate those marketplaces and process digital payments outside Apple In-App Purchase.
Apps can also present links leading users to an external website where the transaction is completed.
Apple continues applying notarization and other technical requirements to software distributed outside the App Store.
The company maintains that these protections reduce risks but cannot provide the complete safeguards associated with App Review.
Brazil is a major smartphone and digital-services market. Its effect on Apple Services will depend on whether large developers adopt the new options and whether customers are willing to leave the familiar App Store purchasing flow.
An external option existing in software does not guarantee that people will use it. The developer must usually offer a meaningful advantage, such as a lower price, a different subscription package or payment methods better suited to local customers.
Adoption can increase gradually as existing apps release updates. The financial impact may therefore become more visible over several quarters rather than appearing immediately after the regulatory agreement takes effect.
Why Outside Payments Reduce Apple Services Revenue
Apple receives a commission when an eligible digital purchase uses its in-app payment system.
The fee compensates Apple for distribution, payment processing, fraud management, developer tools, customer support and access to the iOS platform, according to the company.
The standard percentage varies. Small developers and long-running subscriptions can qualify for reduced rates, while other eligible digital transactions may carry higher commissions.
When payment moves to a developer’s website, an independent processor handles the financial transaction. The developer pays that provider, manages more of the customer relationship and retains the amount that would otherwise become an App Store fee.
Apple may still provide the operating system, APIs, development tools and App Store distribution without receiving the conventional payment commission.
This separation explains why App Store activity and App Store revenue can move differently. People may download more applications and spend more on digital services while Apple captures a smaller percentage of the commerce.
The same customer could maintain several subscriptions used exclusively on an iPhone without any of their monthly payments passing through Apple.
Apple can collect other revenue from that user through hardware, advertising, iCloud or its own subscriptions. The external transaction nevertheless removes one part of the Services model.
Most App Store Commerce Never Paid Apple a Commission
The size of the App Store economy should not be confused with Apple’s commissionable revenue.
Apple says the global App Store ecosystem facilitated more than $1.4 trillion in developer billings and sales during 2025. More than 90% of that commerce did not produce a commission for the company.
The largest categories involve physical goods and services such as retail purchases, travel, grocery delivery, restaurant orders and transportation.
Apple does not collect a percentage when someone uses an Amazon app to order furniture, books a hotel or pays for a meal delivered through an iPhone.
App Store commissions generally concentrate on digital goods, application features, virtual items and subscriptions sold through Apple In-App Purchase.
Regulatory changes target this smaller but financially important part of the ecosystem.
Digital transactions require no physical inventory or delivery network, allowing payment commissions to carry attractive margins. Losing part of that revenue can therefore affect profitability more than the dollar amount alone suggests.
Apple does not disclose App Store revenue or profit separately. The category remains combined with cloud services, advertising, media subscriptions, AppleCare, payments and other operations inside Services.
Mobile Gaming Weakness Adds Another Pressure
Regulation was not the only factor Apple identified.
Parekh said softer mobile gaming activity also affected the App Store. Games represent an important source of digital transactions because players purchase virtual currency, characters, cosmetic items, subscriptions and access to additional content.
A decline in game spending directly affects the commission Apple receives through In-App Purchase.
Gaming is also one category where developers have pushed aggressively for alternative stores and payments. Epic Games began its legal confrontation with Apple after introducing another payment method inside Fortnite and attempting to bypass App Store commissions.
The simultaneous effects are difficult to separate. A game can generate lower revenue because players are spending less, because payments moved outside Apple’s system or because both changes occurred together.
Apple does not provide enough category detail to calculate the contribution from each factor.
The distinction matters for the outlook. Gaming demand can recover with successful releases and stronger consumer spending. A permanent regulatory change does not reverse when one popular game reaches the top of the charts.
Image Credit: Apple Inc.
Developers Gain Revenue but Assume More Work
Outside payments can improve the amount a developer retains from each purchase.
A company moving from a conventional App Store commission to a lower-cost web payment processor may use the difference to reduce prices, fund development or improve profitability.
The developer also assumes responsibilities previously handled through Apple.
Independent billing requires payment processing, tax management, fraud protection, refunds, account recovery and customer support. Subscription status must synchronize correctly between the website and the iPhone app.
Customers changing devices or reinstalling an app expect their purchases to remain available. The developer needs its own account system capable of verifying ownership without relying entirely on Apple’s purchase history.
Small developers may decide that Apple In-App Purchase remains worth its fee because it removes operational complexity and gives customers a familiar checkout experience.
Large subscription businesses have stronger incentives to build their own systems. They already maintain accounts and payments across websites, televisions, Android devices and other platforms.
The regulatory effect will therefore vary by developer size and business model. One company may remove Apple billing completely, while another continues using it because external infrastructure would cost more than the commission saved.
Customers May Receive Lower Prices
External payments create the possibility of lower subscription prices because developers no longer need to incorporate the complete App Store fee into the amount charged.
Some services already cost more when purchased through an iPhone app than through their websites. The higher price allows the developer to preserve similar revenue after Apple receives its share.
A visible external link makes comparing those prices easier. Customers can leave the app, complete the transaction on the web and return with an active account.
Savings are not guaranteed. A developer can retain the entire difference rather than passing it to subscribers.
Independent billing can also make subscription management less consistent.
Purchases completed through Apple appear in one location:
Settings > Apple Account > Subscriptions
A subscription purchased directly must be canceled through the developer’s website or account system. Customers using many external services may need to remember several billing portals and renewal policies.
Refunds and purchase disputes also move away from Apple. The developer or its payment processor becomes responsible for resolving the transaction.
Choice can reduce prices while increasing complexity. The practical outcome depends on whether developers make external checkout clearly cheaper and easy to manage.
Apple Is Expanding Other App Store Tools
Apple is responding to the changing environment by adding business models and marketing systems that can keep developers using its commerce platform.
Monthly subscriptions with a 12-month commitment allow participating apps to offer lower recurring payments while securing a complete year of revenue.
The Advanced Commerce API supports more complex content catalogs, optional add-ons and subscription structures that were previously difficult to manage through standard In-App Purchase products.
Apple has also expanded tools for custom product pages, promotional offers, application analytics and international distribution.
These additions increase the value attached to App Store billing. A developer may tolerate a commission when Apple provides conversion tools, subscription management and access to promotional placement that would be expensive to reproduce independently.
The company can also adjust rates for particular categories. The Small Business Program, Mini Apps Partner Program and reduced commission for longer-running subscriptions already demonstrate differentiated pricing.
A more competitive payment market may push Apple toward additional service tiers rather than one universal commission.
The UK Could Create the Next Material Change
The United Kingdom’s Competition and Markets Authority is consulting on rules that would allow developers to direct customers outside Apple and Google’s payment systems.
The regulator expects any fee charged for steering to be fair, reasonable and lower than current app-store commissions. It wants the resulting savings passed to customers or reinvested in developer businesses.
The UK proposal is not yet a final requirement. Its eventual structure could determine whether developers receive the broad freedom available in the United States or a fee-based model closer to some European arrangements.
Regulators are also considering app-review fairness, interoperability and access to mobile-platform capabilities.
The outcome will matter beyond British customers. Each major jurisdiction creates another model that regulators elsewhere can examine when designing their own rules.
Apple must decide whether to continue maintaining different commercial systems by country or move toward broader global terms that reduce operational complexity.
Developers face the same choice. Supporting a separate payment route, marketplace package and reporting process for every region can become expensive enough to cancel some of the benefits regulation intended to create.
The next evidence will come from behavior rather than another policy announcement: how many major apps add external payment links, whether they offer lower prices and how quickly customers move away from Apple’s checkout.
Avaliada agora em US$4,537 trilhões (US$308,91 por ação, queda de 7,35%), a Maçã já tinha visto o valor dos seus papéis recuar cerca de 3% ainda ontem, logo após o fim da reunião com investidores, nas negociações pós-fechamento da Nasdaq.
Como era de se esperar, a queda grande de hoje fez com que a Apple perdesse o posto de empresa mais valiosa do mundo, ocupado agora pela NVIDIA [$NVDA], que fechou o dia avaliada em US$4,862 trilhões (US$200,75 por ação, +2,93%).
A gigante de Cupertino, no entanto, permanece à frente da Alphabet [$GOOG], que apresentou hoje um crescimento forte de 6,88% e fechou o dia avaliada em US$4,362 trilhões (US$356,65 por ação).
Em quarto lugar, temos a Microsoft [$MSFT], um dia após suas ações registrarem a maior valorização da história em um único dia (ontem os papéis subiram 15,51%, adicionando cerca de US$450 bilhões ao valor de mercado da companhia). Avaliada agora em US$3,451 trilhões (US$464,72 por ação), ela apresentou hoje um crescimento de 3,02%.
What sets Pastebot 3 apart is its addition of deep automation tools. Not only does the update add MCP support, making it an excellent tool to use with Claude or ChatGPT/Codex, but it includes a brand new CLI that you or an agent can use from Terminal or incorporate into scripts you build.
[…]
New filters have been added that allow you to transform clippings using text transformations and even shell scripts. Using the ability to script custom filters, I’ve begun adding a few of my own to Pastebot for things like adding and removing bullets from multiple lines of text.
I’ve long been aware of this app but hadn’t paid much attention because I’m happy using LaunchBar as my clipboard and snippet manager. LaunchBar has some transformations built-in, and I’ve built up a collection of my own scripts, but it’s appealing that Pastebot comes with so many out of the box.
From Pastebot’s main UI, you can select multiple items at once and right-click to add them to a Stack, or you can pick them one at a time in any order you’d like. As you select items, they’re numbered in the order you’ll paste them into a document using a keyboard shortcut. It’s an excellent feature for filling out forms or copying data from one spreadsheet to another.
There are also rule-based Smart Pastebins for automatic organization, like every link or image copied from Safari. Smart Pastebins can be filtered by clipping size, type, file extension, creation date, text, text length, and more. Multiple parameters can be combined for detailed filtering, and custom notes can be added to clippings to make them easy to find via search.
[…]
Tapbots says Pastebot 3 was built to work with Apple's Universal Clipboard feature, and when enabled and active, anything you copy on your iPhone is saved in Pastebot automatically.
Importantly, Pastebot 3 requires macOS 26 Tahoe or later and comes with a 14-day free trial. Users can buy the app directly from Tapbots for $39 or subscribe through the App Store for $2.99 per month or $24.99 per year.
[…]
The direct purchase includes one year of updates, with additional years available for $19 each. Users who stop paying for updates can continue using the latest version covered by their purchase. Pastebot 2 owners can also get a $12.99 upgrade discount by entering their existing license key at checkout.
They are not offering any upgrade path for MAS customers. The reason they stated was “upgrade pricing has always been our way of thanking people who bought directly from the site.”
I generally try to avoid complaining about App Store review, since I do think they have a really hard job to do. But I’m about 2 more PB3 rejections from just giving up.
O aplicativo oficial do Shazam, de propriedade da Apple, foi atualizado hoje com uma novidade bem interessante para aplicativos de mensagens e afins: o suporte a figurinhas (stickers).
A novidade estreia na forma de uma parceria da plataforma com a cantora Ariana Grande, especialmente para divulgar seu novo álbum, “petal”.
Inspiradas na estética do álbum, as figurinhas podem ser adicionadas a partir do botão de adição do app Mensagens (Messages), escolhendo a opção “Adesivos” e depois tocando no ícone do Shazam.
Além disso, elas podem ser usadas tanto no app de mensagens oficial da Apple quanto em qualquer aplicativo com o teclado de emojis disponível.
Os óculos inteligentes da Meta podem parecer relativamente distantes da realidade brasileira no momento, mas já são um fenômeno (e tanto) lá fora, a tal ponto que o atual terceiro aplicativo pago mais baixado na App Store americana tem como proposta detectá-los; refiro-me ao Antizuck Smart Glasses Scanner.
O interessante é que nem mesmo a procedência desconhecida do utilitário foi capaz de conter a curiosidade dos usuários, interessados em descobrir se ele realmente funciona como anunciado.
A promessa do desenvolvedor Albert Pariente Cohen é de que a detecção ocorre por meio de sinais Bluetooth emitidos pelos óculos, sendo compatível com os Meta Glasses, Ray-Ban Meta, Snap Spectacles, Amazon Echo Frames e o RayNeo. Supostamente, o app também é capaz de estimar a proximidade dos óculos em relação ao iPhone/iPad.
Teoricamente, óculos inteligentes como os da Meta contam com um LED 1Light emitting diode, ou diodo emissor de luz. não removível na lateral, que permitiria às pessoas ao redor alguma ciência de que estão sendo gravadas. Já existem no mercado, no entanto, alternativas para coibir o funcionamento desse mecanismo, como tampas de plástico ou adesivos que inibem a visibilidade da luz de gravação. Varejistas como a Amazon ou a própria Meta trabalham para tirar esse tipo de produto de circulação, mas ainda é possível encontrá-los à venda.
A categoria de produtos levanta constantes debates sobre ética, visto que os casos de gravações não consentidas se tornam cada vez mais frequentes. Na semana passada, o diretor do Instagram, Adam Mosseri, declarou que vídeos contendo gravações de assédio com estranhos em lugares públicos — frequentemente gravados com o hardware da Meta — terão como consequência o banimento na rede social:
Se você está postando conteúdo que tira vantagem de pessoas e assedia elas, como muitos desse tipo de vídeo de cantadas que costumamos ver e ouvir falar, então nós vamos derrubar o conteúdo. […] Nós não queremos que pessoas sorrateiramente gravem vídeos de outras pessoas e as assediem e então postem na nossa plataforma. Então nós estamos tentando lutar de todo o jeito que conseguimos.
Apple is still pulling in massive amounts of money from its services division, but the numbers recently fell slightly short of Wall Street’s lofty expectations. The technology giant reported a strong $30.7 billion in services revenue for the quarter, marking a healthy 12 percent jump from the same time last year. However, analysts expected slightly […]
Softness in mobile gaming and Apple's changes to the App Store business model in some countries impacted the performance of the App Store, Apple CFO Kevan Parekh said during today's earnings call.
Apple's services revenue was $30.7 billion, a 12% increase over the $27.4 billion it earned in the year-ago quarter. Though the category saw growth, revenue came in under expectations, prompting analyst questions that led to Parekh's comments on the App Store.
We also had some factors that impacted the performance of the App Store. We did see some headwinds in mobile gaming, and then keep in mind, we also made some changes to the App Store business model in certain countries, and in the U.S., we do continue to operate under a court ruling impacting the link-out transactions. But we're pleased the Supreme Court will hear our appeal.
There have been App Store fee updates in Japan and Brazil as of late, with Apple collecting no fees on link-outs in the U.S. and lower fees from alternative app marketplace apps in the EU. Despite the rule changes, the App Store still set a June quarter revenue record. Apple saw double-digit growth in cloud services, video, payment services, and advertising, with a record level of Apple Pay users.
During the call, Apple also said it now has 1.5 billion paid subscriptions, with transacting and paid accounts hitting an all-time high.
Parekh said it wasn't the App Store alone that impacted services revenue, and Apple also took a hit from foreign exchange. Last year, Apple also had the theatrical release of F1, and no equivalent release this year, making for a tougher compare.
Services growth in the September quarter is expected to be similar to the June quarter when excluding an approximately 2.5 percentage point foreign exchange headwind.
Released less than a month ago by an unknown developer, Chrome Browser Default has somehow become a top download in the United States Mac App Store, alongside well-known developers Amazon, WhatsApp/Facebook/Meta, and Microsoft[…]
[…]
Chrome Browser Default is the top search result for “Google Chrome” in the Mac App Store. Chrome itself is distributed as a direct download from Google, outside the Mac App Store. Notice also that the Chrome Browser Default app icon resembles the Google Chrome app icon[…]
Both the name and icon violate Apple’s guidelines, and the preview images are not actually screenshots of the app. The App Store is great for distributing apps that piggyback on the names of popular apps. They’d be hard to find with a regular Web search, but in the App Store they appear at the top.
The app appears to do what the description says it does, though it’s quite primitive and likely vibe-coded. I can add rules, but I couldn’t find a way to edit or delete added rules, which is ridiculous. The developer’s privacy policy is on GitHub in a repository where most of the commits were co-authored by Claude.
[…]
At the bottom is a section that shows, allegedly, what “People are Saying” about the app. Yet none of these 5-star reviews are from the App Store. According to Google Search, the reviews are not from anywhere on the web.
This app is no longer available in the Mac App Store.
[…]
I have no idea why the Dutch name “Standaard Browser Wisselen” appears in the alert, because the App Store Purchased section says “Chrome Browser Default,” and my only Mac system language is English (US). The name of the developer in the App Store was Chinese, 立花 卢.
[…]
My suspicion is that Apple, not the developer, removed the app from the App Store, which explains why I can’t download it. Whether this removal was triggered by my blog post or by App Store user reports, I don’t know.
Doesn’t say amazing things for the Mac App Store that I find it faster to search for something in a search engine than within the MAS itself. And that’s when I already know the name of what I’m looking for.