Apple is bundling a free streaming trial with each of its new home devices on its U.S. store. The $299 Apple TV 4K comes with 3 months of Apple TV free, while the $149 HomePod mini 2 and the $299 Apple HomeView each come with 3 months of Apple Music free, according to Apple’s buy […]
Apple Music will soon launch labels on songs created with artificial intelligence, the company said in an email sent out to industry partners on Thursday.
In the email, obtained by The Hollywood Reporter, the streaming service said that AI music labels will come “later this year,” though Apple Music didn’t disclose a specific launch date.
The new labels come months after Apple Music launched transparency tags back in March, available for record labels and music distributors to disclose when content uploaded was “materially generated using AI.”
Good. As much as I enjoy working and tinkering with AI, AI “music” falls squarely in the category of AI implementations I do not understand and cannot even be remotely interested in. Perhaps I’m old-fashioned, but what’s the point of listening to “music” performed by something you can’t see live on a stage, or that you know has never lived a real life? (Obviously we can’t see The Beatles or Beethoven perform live today, but we know they were real humans with real motivations behind their work.)
If you ask me, AI music shouldn’t even be allowed on streaming services, but I suppose it’s too late to fix that problem by now. Hopefully Apple will also include a system-level toggle to permanently hide AI “music” from Apple Music’s UI, too.
Embora tenham perdido muito espaço com os CDs e posteriormente com as músicas digitais e o streaming, os vinis ainda são bastante apreciados por colecionadores mundo afora — e eu diria até mesmo que se tornaram a mídia física mais relevante culturalmente falando.
O Record Picker é um app projetado justamente pra quem ainda curte manter sua coleção de discos físicos. Ele conta com recursos alimentados por inteligência artificial para ajudar os usuários a decidir o que e quando ouvir, com base em métricas como humor, data, etc.
Entre os modos mais interessantes de escolha de um álbum estão o Random (que sorteia um disco aleatoriamente, mas pode dar mais peso para os menos ouvidos) e o Mood (que permite descrever seu estado no momento para que o app escolha um entre a coleção do usuário).
Também há um recurso chamado “Disco do dia”, que permite relacionar a coleção do usuário a notícias musicais, aniversários de lançamento, shows próximos e a discos relançados em determinada data — o que permite ao app sugerir um disco por dia com um contexto especial.
Apesar do foco em vinis, o app também permite cadastrar CDs (inclusive por código de barras, com dados do MusicBrainz e do Discogs), bem como cria gráficos detalhados que relacionam obras, gravações, artistas e edições para facilitar (e muito) a descoberta de informações.
Com versões para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac (que funciona como uma central para a coleção), o app usa os modelos da Apple Intelligence para fornecer seus recursos inteligentes, tudo no próprio dispositivo — sem conta ou qualquer anúncio/rastreamento.
O Record Picker permite armazenar até 100 discos gratuitamente. Para uma biblioteca maior, é necessário adquirir o app por uma compra única de R$60. Até o dia 22 de agosto, está rolando um desafio para quem quiser adquirir o software gratuitamente.
O tvOS 27 chegará neste ano com uma leva de novidades para a Apple TV 4K que, embora discretas se comparadas às de outros sistemas da Maçã, trazem melhorias bem-vindas ao dia a dia de quem usa o aparelho — do app Podcasts redesenhado a ajustes de performance por todo o sistema.
Preparamos um vídeo reunindo e demonstrando as principais mudanças da atualização. Confira abaixo:
Entre os destaques está o novo app Podcasts, que ganhou redesenho completo com suporte a programas em vídeo, alinhando a Apple TV às demais plataformas da empresa. O Apple Music também recebeu atenção: agora conta com suporte a áudio Hi-Res Lossless e com o recurso AutoMix, que cria transições automáticas entre as faixas.
Outras novidades incluem ajuste de tamanho de texto, verificação do status do AppleCare diretamente nos Ajustes (Settings) e atualização remota da Apple TV pelo app Casa (Home). O sistema também trará suporte a legendas geradas por IA on-device e melhorias no HomeKit Secure Video, agora com suporte à resolução 4K.
No quesito performance, a Central de Controle ficará mais responsiva, o AirPlay estará mais rápido, as animações ficarão mais suaves em todo o sistema e segundo a Apple os apps abrirão até 30% mais rápido, além de o sistema vir com diversas correções de bugs.
Vale lembrar que o tvOS 27 não é mais compatível com as Apple TVs HD e 4K de primeira geração, funcionando apenas nos modelos 4K de segunda e terceira gerações.
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Apple TV 4K (3ª geração)
Armazenamento: 64GB ou 128GB Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Ethernet
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
A Maçã liberou recentemente uma trinca de novos comerciais no formato vertical para divulgar a sua plataforma de streaming de músicas, o Apple Music, e alguns de seus principais recursos.
Dois deles focam em uma ferramenta relativamente recente: o recurso de transferência de bibliotecas entre serviços de streaming, lançado no ano passado para facilitar a migração de usuários para a plataforma da Maçã.
O primeiro comercial mostra um iPhone 17 Pro gigante com o app do Apple Music aberto sendo transportado por um caminhão em uma rodovia. Ao observar a tela do aparelho, é possível constatar que há um processo de transferência em andamento, em uma clara alusão a uma mudança de lares.
The easiest move you’ll ever make. Switch to Apple Music and bring your playlists with you. pic.twitter.com/ZOuBqGsUf7
A mudança mais fácil que você vai fazer na sua vida. Troque para o Apple Music e traga suas playlists com você.
Com um conceito parecido, o segundo comercial mostra uma mulher relaxando em um sofá apoiado sobre três skates enquanto o móvel desce por uma rua. Assim como no comercial anterior, um iPhone 17 Pro ganha destaque — de novo, com a tela de transferência do Apple Music aberta.
Switching to Apple Music is easy. Bring your playlists withyou and get access to over 100 million songs, ad-free. pic.twitter.com/Bt0KfOrcJk
Trocar para o Apple Music é fácil. Traga suas playlists com você e obtenha acesso a mais de 100 milhões de músicas, sem anúncios.
Além de ir por outra direção, o último vídeo dessa nova leva é um tanto… perturbador, lembrando um pouco os comerciais de consoles de videogames (com destaque para os da Sony PlayStation) do início dos anos 2000. Feito para divulgar o recurso Playlist Playground, ele mostra uma pessoa — que está usando EarPods, diga-se — inserindo uma fita cassete em um compartimento na sua testa, o que faz uma música começar a tocar.
From an idea in your head to a playlist you press play on. You write the prompt, Playlist Playground takes it from there. pic.twitter.com/wjya7Y3tDZ
De uma ideia na sua cabeça pra uma playlist na qual dá play. Você escreve um prompt e o Playlist Playground assume o controle.
Como é possível notar, todos os três vídeos são bem curtinhos, girando em torno de 15 segundos. Já disponíveis em redes sociais como X e Facebook, é bem provável que eles acabem dando as caras também em plataformas como TikTok e Instagram Reels — inclusive acompanhados de novos comerciais.
O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.
Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo.Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!
Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.
Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.
A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.
O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.
O asterisco que quase ninguém vai mencionar
A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.
À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.
É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.
Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.
A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.
Linha de negócio
Margem do FQ3 2026
Margem do FQ3 2025
Variação
Produtos
40,07%
34,52%
+5,55pp
Serviços
75,62%
75,58%
+0,04pp
Consolidado
50,06%
46,49%
+3,57pp
A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.
Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.
Serviços: um pequeno sinal de alerta
Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.
A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.
Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.
O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.
Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.
A projeção para setembro veio bem abaixo
O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.
Indicador
FQ3 2026 (real)
FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita
16,4%
de 9% a 11%
Margem bruta
50,1%
de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas
48,1%
de 47% a 48%
Receita implícita
US$109,4 bilhões
de US$111,7 a US$113,7 bilhões
A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.
A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.
Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.
Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.
O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.
A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.
Metodologia
Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.
As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.
A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.
Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.
O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.
Observação
Este texto não constitui recomendação de investimento.
Apple has raised prices for Apple Music and most Apple One bundles, citing rising licensing costs. AppleCare+ prices also increased, presumably to keep pace with rising component costs.
The price increases for Apple Music come after Spotify announced its own round of price hikes earlier this year, which Apple poked fun at on social media. Even with today’s price hikes, though, Apple Music remains cheaper than Spotify.
Apple Music no longer makes sense when I’m already paying for YouTube Premium. Apple Music goes up to £11.99, YouTube Premium is £12.99 and on top of a good music service you get no ads on YouTube.
Distilling my longtime argument down to its simplest bit, I’d ask “do you want to pay $10 a month for music for the rest of your life?”
But truly, it was never going to just be $10 per month. The price was going to go up over time. It was going to get more expensive to have access to the same music.
If you purchase your music, though, I think most people would reach a point in their life where they stop buying new music entirely or they’re only buying a few albums per year. The cost of music would go down for you over time.
That was my thinking, too, but then I found that music I’ve purchased from Apple won’t work on my HomePod. I refuse to condone that behavior, so now I have two solid reasons not to subscribe to Apple Music.
While the monthly and annual prices of AppleCare+ plans for Macs and iPads received a slight increase this week, AppleCare One continues to start at $19.99 per month in the U.S., making the multi-device plan even more valuable.
O WhatsAppoficializou hoje um conjunto de novidades para usuários de recursos e dispositivos da Apple, com destaque especial para o CarPlay e o iPad — que só ganhou um app do mensageiro no ano passado.
No caso do sistema de infoentretenimento da Maçã, foi revelada uma reformulação completa da experiência, que inclui agora a possibilidade de ouvir e responder mensagens com as mãos livres. Também passou a ser possível fazer ligações, consultar o histórico delas e acessar seus favoritos diretamente da multimídia do veículo.
Divulgação/Meta
Usuários de iPad, por sua vez, agora podem criar uma conta na plataforma e configurá-la diretamente do tablet, o que os livra também de ter que conectar o app a um smartphone. Segundo o mensageiro, essa adição era um dos principais pedidos dos usuários.
O WhatsApp também oficializou a possibilidade de compartilhar uma música do Apple Music ou do Spotify na forma de um status, expandindo as possibilidades de expressão nessa seção do app.
Por fim, também foi anunciada uma integração com o Adobe Acrobat para permitir que usuários abram PDFs diretamente do WhatsApp Web (ou do app para Windows) sem precisar baixá-los. Também passou a ser possível fazer edições simples, como destacar e adicionar comentários, sem deixar o mensageiro e com criptografia de ponta a ponta.
Divulgação/Meta
Segundo a Meta, essas novidades já foram liberadas para todos os usuários do WhatsApp.
A Volvo anunciou que o Apple Music passará a integrar mais de 2 milhões de seus carros por meio de uma atualização remota (over-the-air, ou OTA), oferecendo até três meses grátis do serviço para os veículos compatíveis.
Para resgatar o teste gratuito, é necessário entrar com sua Conta Apple no app Volvo Cars. Tanto para antigos quanto novos assinantes, a oferta de resgate é válida até 6 de julho de 2027.
Alwin Bakkenes, diretor global de engenharia de software da Volvo, comentou a novidade:
Muitos dos nossos clientes já utilizam o Apple Music em seus smartphones ou em casa. Ao levarmos o Apple Music diretamente para nossos carros, transformamos nossos veículos em um lugar extraordinário para vivenciar a música. […] Você sentirá como se estivesse em meio a uma sala de concertos ou a uma arena durante a sua apresentação ao vivo favorita, ou imerso nas músicas mais recentes em Áudio Espacial, exatamente como os artistas pretenderam — uma experiência sonora verdadeiramente emocionante.
Embora o streaming seja compatível com os modelos XC90, S90, V90, XC60, S60, V60, XC40, EX40 e EC40 fabricados a partir de 2020, o Áudio Espacial do Apple Music será exclusivo do EX90, do ES90 e do EX60 (este último chegará ao mercado brasileiro em outubro).
O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Apple has increased the monthly subscription prices for its Apple Music streaming service in the United States and other markets, marking the first hike in nearly four years. The changes took effect today.
New Apple Music pricing:
• Individual plan: $11.99 per month (up from $10.99)
• Family plan: $19.99 per month (up from $16.99)
• Student plan: $6.99 per month (up from $5.99)
Select Apple One bundles have also seen increases:
• Family plan: $27.95 per month (up from $25.95)
• Premier plan: $39.95 per month (up from $37.95)
The Apple One Individual plan remains unchanged at $19.95 per month.
In a statement to Music Business Worldwide, Apple explained the move: “As a result of rising licensing costs, Apple Music is increasing its subscription price beginning today.”
This increase follows Spotify’s earlier 2026 price adjustment in the U.S., which Apple had publicly highlighted. Despite the hikes, Apple Music’s new Individual rate of $11.99 remains lower than Spotify Premium’s current $12.99.
The last Apple Music price rise occurred in October 2022, when the Individual plan moved from $9.99 to $10.99. Apple has periodically adjusted prices for other services like Apple TV and components within Apple One bundles since then.
MacDailyNews Take: The timing aligns with broader industry trends of streaming services adjusting prices amid rising content and licensing expenses. Existing subscribers will see the changes on their next billing cycle.
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Embora costume dar mais foco aos seus próprios sistemas operacionais, a Apple também lança esporadicamente recursos para as versões de seus aplicativos em plataformas concorrentes, como o Android.
O aplicativo Apple TV, por exemplo, está ganhando widgets para a tela inicial do Android — o que permite que usuários acessem ou visualizem informações sem precisar abrir o aplicativo.
Além dessa novidade, o aplicativo também está ganhando suporte ao recurso “Continue Assistindo” (“Continue Watching”) no sistema operacional do Google, juntando-se a outras tantas plataformas de streaming populares do mercado.
A novidade, semelhante ao recurso disponível no aplicativo Apple TV nas plataformas da Maçã, permite continuar assistindo a produções a partir do hub unificado de serviços de streaming do sistema operacional.
Ainda na seara dos updates, o 9to5Google revelou que o Apple Music também está sendo atualizado no sistema concorrente, agora com suporte ao compartilhamento via WhatsApp.
Prices are going up across almost all the Apple Music tiers
There are some bumps in Apple Music prices too
These are the first price hikes we've seen since October 2022
Apple Music is the latest subscription package to get a bump in price, leaving users with the choice between paying more or losing access to the streaming part of their library. The bundled Apple One package that includes Apple Music now costs more as well.
As reported by Music Business Worldwide (via Engadget), the reason cited by Apple is "rising licensing costs". It's the first price hike for this particular subscription we've seen since October 2022. The new monthly prices are below:
New Apple Music prices
US
UK
Australia
Individual
$11.99 (up $1)
£11.99 (up £1)
AU$14.99 (up AU$2)
Family
$19.99 (up $3)
£19.99 (up £3)
AU$23.99 (up AU$4)
Student
$6.99 (up $1)
£5.99 (unchanged)
AU$7.99 (up $1)
The Apple One price increases are less clear, as they're not as easily available on the Apple website. It appears the Apple One Family plan is now $27.95 per month (up $2) and the Apple One Premier plan is now $39.95 (also up $2), though the Apple One Individual plan has stayed at $19.95. Internationally, similar price rises are likely.
This comes at a time when everything tech-related is getting more expensive, from laptops to streaming services. Exploding AI resource demand has sent the price of memory and storage rocketing, and that continues to have a knock-on effect everywhere.
Apple is of course by no means the first company to put up its subscription prices, but it's a reminder of the pitfalls of the digital rental model. As soon as you stop paying, you lose access — so if you need a service, you have no choice but to accept the higher price.
The online reaction has mostly focused on this too: "It's not even about the cost sometimes," writes one Redditor. "It's about loss of control over your finances. Companies can jack up their prices whenever they want." Few commenters seem ready to quit Apple Music, though many are pointing out the billions that Apple has in the bank.
Apple Music doesn't have a free tier like Spotify does, but it beats every other music streaming service in the support it gives you for local files. If you have enough MP3s and ripped CDs, you can use it perfectly well without a subscription.
As we've written about recently, Apple is selling more and more of its software products through recurring payments rather than a flat one-off fee, and one of the reasons is that it's more profitable — and makes it more likely that users will continue to pay up.
CarPlay apps have grown far beyond maps, music and basic messaging. More than 120 popular iPhone apps now offer some form of support for Apple’s in-car platform, giving drivers access to navigation, podcasts, audiobooks, sports, communication, electric vehicle charging, parking, food ordering and newer AI assistants.
Not every compatible app places its full iPhone interface on the dashboard. CarPlay uses simplified layouts, voice controls and restricted features designed to reduce distractions. Some apps show lists and buttons, while others operate mainly through Siri or audio playback.
The larger catalog nevertheless changes what CarPlay can do. It is becoming a controlled extension of the iPhone rather than a small collection of driving utilities.
CarPlay Apps Cover More of the Journey
The first generations of CarPlay concentrated on a small set of familiar activities: choosing a route, making a call, sending a message and playing audio. Those functions remain central, but Apple has gradually opened additional categories to developers.
CarPlay apps can now help drivers find parking, locate fuel, identify EV charging stations, order food for collection and complete certain driving-related tasks. Automakers can also build apps that control supported vehicle features without forcing the driver to leave the CarPlay interface.
Apple continues to limit which app categories qualify. A social network, game or ordinary shopping app cannot simply reproduce its iPhone screen on the dashboard. Developers must use Apple’s CarPlay frameworks and present only functions considered suitable for the car.
The approach explains why the available catalog can feel both extensive and restrained. More than 120 apps may be compatible, but the dashboard does not become a crowded copy of the App Store.
Image Credit: Apple Inc.
Navigation Remains the Starting Point
Apple Maps is built directly into CarPlay and provides turn-by-turn guidance, traffic information, estimated arrival times and destination suggestions based on information from the iPhone.
Drivers can also choose popular alternatives including Google Maps and Waze. Each service brings a different combination of traffic data, route preferences, incident reporting and familiar saved locations.
Other navigation and travel options include HERE WeGo, TomTom GO Navigation, Sygic GPS Navigation, Gaia GPS and specialist apps designed for trucks, motorcycles or outdoor routes.
The strongest choice usually comes down to habit and regional coverage. A driver already using Google Maps or Waze on iPhone can continue using saved destinations and preferences inside the car. Apple Maps benefits from tighter system integration, including Siri requests, Calendar suggestions and Apple Watch directions.
CarPlay allows several navigation apps to appear in the Dashboard layout, where mapping can share the screen with media controls and other useful information.
Music, Radio and Podcasts Dominate the Catalog
Audio remains the largest CarPlay app category because it suits an environment where users should spend as little time as possible looking at the screen.
Apple Music, Spotify, YouTube Music, Amazon Music, Deezer, Tidal and Pandora provide access to large music libraries. Radio services such as TuneIn, iHeartRadio and SiriusXM add live stations, news, sports and talk programming.
Podcast listeners can use Apple Podcasts, Overcast, Pocket Casts, Castro and Spotify. Audiobook options include Apple Books, Audible, Audiobooks.com and Bookmate.
The CarPlay versions usually emphasize large buttons, recent listening, saved libraries and voice search. More detailed account management remains on the iPhone.
Siri can start playback without requiring users to browse through several menus. The experience is safer and often faster when the request includes the service and content, such as asking Siri to play a specific playlist through Apple Music or Spotify.
Messaging Is Becoming More Visual
Messages has long allowed CarPlay users to hear incoming texts and dictate replies through Siri. Third-party messaging services have expanded the same general idea.
WhatsApp now offers a fuller CarPlay experience that can display recent chats, calls and favorite contacts while keeping message composition centered on voice. Other supported communication apps include Telegram and selected business messaging services, depending on region and app version.
CarPlay does not display long text conversations like an iPhone. Siri reads messages aloud, and users can dictate a response. Visual elements remain limited so the dashboard does not become a scrolling chat screen.
Phone and supported calling apps also provide simplified access to contacts, recent calls and favorites. Meeting services can support audio participation, but video remains unavailable while driving.
AI Assistants Enter CarPlay
AI assistants represent one of the newest CarPlay app categories. ChatGPT, Perplexity and Grok have introduced CarPlay support, allowing drivers to interact through voice without handling the iPhone.
These apps can answer general questions, explain subjects, brainstorm ideas or continue voice conversations. Their usefulness in a car is different from navigation or music. They provide a hands-free knowledge interface during a commute or long trip.
Google Meet and other communication apps have also expanded their in-car presence, emphasizing audio conversations rather than video.
AI responses should not replace directions, emergency information or vehicle warnings. They can also produce inaccurate answers, particularly when asked about rapidly changing road conditions. Apple Maps, official traffic services and the vehicle’s own systems remain the appropriate sources for driving decisions.
The arrival of AI assistants still marks a meaningful expansion. CarPlay is no longer limited to commands with predefined outcomes. Drivers can now hold longer spoken interactions through supported services.
Parking, Fuel and EV Charging Become Easier
Practical travel apps can reduce the need to handle an iPhone after arriving near a destination.
Parking services can help locate garages, compare availability or start a parking session. Availability varies by city, but apps from services such as SpotHero, EasyPark and ParkWhiz may offer CarPlay functions in supported markets.
Fueling apps can guide drivers to compatible stations and, in some cases, prepare or authorize payments. EV charging apps can locate chargers, show connector availability and begin navigation to a selected station.
ChargePoint, PlugShare, Electrify America and other charging networks provide different levels of CarPlay integration. Drivers should confirm that their preferred service supports the platform in their country and app version.
Food-ordering support is more restricted. Compatible apps are designed around quick pickup tasks rather than browsing complete menus while the vehicle is moving.
Sports and Driving Information Join the Dashboard
Sports apps are also finding a place in the car. Apple Sports and selected third-party services can provide scores or spoken updates without requiring drivers to follow a live visual feed.
Audio broadcasters already make sports a major part of CarPlay through radio and podcast services. Dedicated sports support makes it easier to reach a favorite team or competition directly.
Driving-task apps can handle functions such as recording mileage, managing road trips or communicating with fleet systems. These experiences are generally built for narrow purposes and use simplified controls.
Automaker apps form another category. Depending on the vehicle, they can expose controls for radio stations, climate functions, drive modes or other systems through CarPlay. Support is determined by the manufacturer and may differ between models.
How to Find CarPlay Apps on an iPhone
Compatible apps installed on the iPhone normally appear in CarPlay automatically. Users can decide which ones remain visible and change their order.
To organize CarPlay apps:
Settings > General > CarPlay > select the vehicle > Customize
Apps can be added, removed or rearranged from this screen. Removing an app from the CarPlay layout does not uninstall it from the iPhone.
An app may not appear when its developer has not enabled CarPlay support, the feature is unavailable in the region or the app needs to be updated. Some services also require an active subscription or account.
The safest layout keeps frequently used navigation and audio apps near the first page. Less essential services can remain farther back or be removed to reduce dashboard clutter.
More Apps Do Not Mean More Screen Time
The value of 120 CarPlay apps is not having 120 icons inside the car. It is having a useful service available when a particular trip requires it.
A daily commute may involve only Maps, Music and Messages. A road trip may add charging, parking, audiobooks and weather information. A workday could involve audio meetings and mileage tracking.
CarPlay’s restrictions remain part of its appeal. Apps are expected to simplify their interfaces, support voice interaction and limit detailed visual tasks. The system should reduce the temptation to use the iPhone rather than reproduce every distraction on a larger screen.
As iOS 27 expands capabilities for audio, communication, navigation and driving-task apps, the catalog is likely to keep growing. The more useful evolution will be deeper integration with the Dashboard, Siri and vehicle controls—not simply another row of icons.
Apple today increased the price of Apple Music and some Apple One subscription bundles. An individual Apple Music subscription is now $1 more expensive in the United States, going from $10.99 to $11.99 per month.
Pricing on the Apple Music Family plan increased by $3, increasing from $16.99 to $19.99. Student pricing is up $1, with the plan now priced at $6.99.
The price of the individual Apple One plan hasn't changed, but the Family and Premier plans have gone up $2. The Family plan is now $27.95 per month and the Premier plan is $39.95 per month. Apple has also raised prices in Brazil.
In a statement to Music Business Worldwide, Apple said it was raising prices due to the "result of rising licensing costs." Apple Music prices were last increased in October 2022.