O iPhone 16 segue sendo uma excelente opção para quem quer um smartphone recente da Apple, mas não quer investir tanto em um modelo da linha 17.
Entre as suas especificações, podemos destacar a tela de 6,1 polegadas, o conjunto de duas câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels e uma câmera ultra-angular de 12MP) e o processador A18, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).
Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$6.799 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 23%!
Já para quem preferir pagar à vista no Pix, a oferta também é muito boa: ele sai a R$4.739,00, representando um desconto de 23% se comparado com o valor da Apple nessa mesma condição, que é de R$6.119,10.
Para chegar a esses valores, não esqueça de resgatar/aplicar o cupom IPHONE400.
Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.
Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
O iPhone 17 recebeu várias melhorias em relação ao seu antecessor, o que fez dele o smartphone perfeito para a grande maioria dos usuários que procuram um telefone da Apple.
Entre as suas especificações técnicas, podemos destacar a tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas com ProMotion (até 120Hz), o conjunto de duas câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels nas duas lentes) e o processador A19, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).
Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$7.999 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 26%.
Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.
Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!
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Citando pessoas familiarizadas com o cronograma de lançamentos da Maçã, ele explicou que a set-top box e o alto-falante inteligente deverão ser lançados durante o outono do hemisfério norte (nossa primavera, entre setembro e dezembro), enquanto o smart hub é previsto atualmente para algum momento entre outubro próximo e o início do ano que vem.
Rumorado há algum tempo, o smart hub deverá contar com uma tela de 7 polegadas e servir como peça central dessa nova investida da Apple no mercado de casa inteligente. Seu sistema operacional, por sua vez, será baseado no tvOS e apostará em uma interface que misturará elementos do iOS com características do watchOS, incluindo grades de ícones, widgets e apps.
Compatível com “chamadas de vídeo via FaceTime, monitoramento residencial e um sistema de interfone para residências que possuem vários dispositivos domésticos da Apple”, ele também será capaz de reproduzir mídia e contará com mostradores personalizáveis que lembram as watchfaces do watchOS. Além disso, é esperado que ele conte com um recurso de reconhecimento facial, permitindo-lhe distinguir os moradores de uma casa — algo que proporcionará experiências personalizadas.
Ainda segundo Gurman, há duas versões desse smart hub “no forno”. A primeira delas, de codinome J490, “posiciona a tela sobre uma base em formato de meia cúpula, semelhante a um HomePod mini cortado ao meio”; já a segunda, de codinome J491, foi projetada para ser afixada a uma parede com a ajuda de um sistema magnético. A ideia da Apple, que também está projetando uma interface “companheira” para o dispositivo no iPhone, é que o usuário tenha mais de um hub desse em sua casa.
A nova Apple TV (J265) e a próxima geração do HomePod mini (B525), por sua vez, não deverão introduzir mudanças significativas de design, mas contarão com chips mais velozes e suporte à Siri AI.
O jornalista, vale lembrar, também já apostou em uma câmera de segurança interna feita para competir com os dispositivos da linha Amazon Ring. Com o codinome J450, ela também chegou a ter seu lançamento especulado para este ano, mas não chegou a ganhar uma nova previsão nessa reportagem.
O Apple TV divulgou hoje o aguardado trailer da quarta temporada de “Ted Lasso”, cujo primeiro episódio estreará no dia 5 de agosto (quarta-feira da semana que vem).
Com um total de dez episódios, os nove capítulos remanescentes chegarão ao catálogo do streaming da Maçã às quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.
Eis o trailer:
E também a versão dublada em português do Brasil:
Tim Cook, CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, também compartilhou o trailer no X:
Welcome home, Ted! Can’t wait to cheer on the Lady Greyhounds in the new season! https://t.co/g3w8xk0tFF
Bem-vindo de volta, Ted! Mal posso esperar para torcer pelas Lady Greyhounds na nova temporada! – É bom estar de volta. #TedLasso retorna em 5 de agosto.
Estrelada por Jason Sudeikis, a nova temporada segue com o foco em Ted, que retorna a Richmond para enfrentar o seu maior desafio até aqui: comandar um time feminino da segunda divisão do futebol inglês. Com o desenrolar da história, ele e a equipe aprendem a arriscar antes de terem todas as respostas, encarando desafios que até então pareciam inimagináveis.
O roteiro é assinado por Sarah Walker e Phoebe Walsh (que também são creditadas como produtoras), ao lado de Goldstein (que também é produtor), Julia Lindon e Dylan Marron (que exerce também a função de editor de roteiro). Além de Walker, Goldstein, Hunt e Walsh, a produção executiva é assinada por Joe Kelly, Jane Becker, Jamie Lee e Bill Wrubel. O vencedor do Emmy Jack Burditt também chega para a nova temporada.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Confirmando rumores, a Appleanunciou hoje, nos Estados Unidos, a chegada do Apple Upgrade, seu programa de leasing de iPhones, iPads, Macs e Apple Watches feito em parceria com a Klarna.
Exclusivo das Apple Stores (inclusive a Online), ele permite alugar iPhones e Apple Watches por 12 ou 24 meses. iPads e Macs, por sua vez, podem ser utilizados por 24 ou 36 meses.
Na Apple, colocamos o cliente no centro de tudo o que fazemos e estamos muito satisfeitos que o Apple Upgrade ofereça aos nossos clientes — tanto online quanto nas lojas — uma maneira mais flexível de pagar pelos produtos que eles adoram.
—Karen Rasmussen, vice-presidente da Apple Store online
Antes de completar o seu pedido, o usuário passa por uma rápida avaliação de crédito conduzida pela Klarna, que também mantém um app com todas as informações do Apple Upgrade. Caso aprovado, ele está liberado para escolher o dispositivo desejado.
Segundo a Maçã, o programa avisará o usuário quando ele estiver apto a fazer um upgrade sem pagar qualquer tipo de taxa. A Apple também permite acelerar a troca mediante um pagamento adicional e oferece instruções sobre como devolver o aparelho antigo.
Divulgação/Apple
Também é possível continuar com o dispositivo que o usuário já está utilizando ao final do período de leasing ou simplesmente devolvê-lo para a Apple. Caso ele escolha a primeira opção, no entanto, será necessário realizar um pagamento único para mantê-lo.
A Apple alerta que, caso o contrato de leasing seja encerrado antes do fim do prazo estipulado, “taxas substanciais” poderão ser cobradas. Além disso, se o usuário não tomar nenhuma ação após o fim do contrato, sua assinatura será convertida em um contrato de leasing mensal que durará até seis meses. Se o usuário continuar sem tomar uma decisão após o fim desse período extra, ele terá que pagar a taxa de compra integral.
O Apple Upgrade também permite adicionar as coberturas do AppleCare aos dispositivos no momento da assinatura do serviço, dando aos usuários um pouco mais de tranquilidade na hora de investir em um novo iPhone/iPad/Mac/Apple Watch.
Eis os dispositivos oferecidos pelo Apple Upgrade, começando pelos iPhones:
iPhone 17e: a partir de US$25/mês por 12 meses ou US$18/mês por 24 meses;
iPhone 17: a partir de US$33/mês por 12 meses ou US$23/mês por 24 meses;
iPhone Air: a partir de US$42/mês por 12 meses ou US$29/mês por 24 meses;
iPhone 17 Pro: a partir de US$46/mês por 12 meses ou US$32/mês por 24 meses;
iPhone 17 Pro Max: a partir de US$49/mês por 12 meses ou US$35/mês por 24 meses.
Vale notar que, embora o iPhone venha desbloqueado, é preciso selecionar uma das operadoras cobertas pelo Apple Upgrade (AT&T, T-Mobile ou Verizon). Também não é possível utilizar um plano pré-pago.
Agora, os iPads:
iPad mini (A17 Pro): a partir de US$16/mês por 24 meses ou US$12/mês por 36 meses;
iPad Air (M4) de 11 polegadas: a partir de US$20/mês por 24 meses ou US$16/mês por 36 meses;
iPad Air (M4) de 13″: a partir de US$26/mês por 24 meses ou US$20/mês por 36 meses;
iPad Pro (M5) de 11″: a partir de US$32/mês por 24 meses ou US$25/mês por 36 meses;
iPad Pro (M5) de 13″: a partir de US$41/mês por 24 meses ou US$31/mês por 36 meses.
Os Macs:
MacBook Air (M5) de 13″: a partir de US$35/mês por 24 meses ou US$25/mês por 36 meses;
MacBook Air (M5) de 15″: a partir de US$41/mês por 24 meses ou US$29/mês por 36 meses;
MacBook Pro de 14″ (linha M5): a partir de US$54/mês por 24 meses ou US$39/mês por 36 meses;
MacBook Pro de 16″ (linha M5): a partir de US$81/mês por 24 meses ou US$58/mês por 36 meses;
iMac (M4): a partir de US$41/mês por 24 meses ou US$29/mês por 36 meses;
Mac Studio (M4 Max /M3 Ultra): a partir de US$68/mês por 24 meses ou US$49/mês por 36 meses.
Por fim, os Apple Watches:
Apple Watch Series 11: a partir de US$22/mês por 12 meses ou US$12/mês por 24 meses;
Apple Watch Hermès Series 11: a partir de US$76,04/mês por 12 meses ou US$40,78/mês por 24 meses;
Apple Watch Ultra 3: a partir de US$45/mês por 12 meses ou US$25/mês por 24 meses;
Apple Watch Hermès Ultra 3: a partir de US$87,28/mês por 12 meses ou US$47,03/mês por 24 meses.
Clientes têm ainda a opção de entregar o seu dispositivo antigo para receber um desconto no pagamento do novo, assim como já acontecia em compras tradicionais.
Além disso, como era esperado, a Apple aproveitou o lançamento do seu novo serviço para descontinuar o antigo iPhone Upgrade Program, que estava no ar há mais de uma década.
E vamos deixando o nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Mac e Apple Watch — cada vez mais nos trinques! 😉
Acaba de sair a versão 5.1 dele, e agora é possível dar um “Peek” nos artigos diretamente pela tela inicial de posts: basta tocar e segurar sobre um deles para ter uma prévia rápida do conteúdo, sem precisar abri-lo por completo.
Também chegou o suporte a deep links: a partir de agora, ao tocar em qualquer link do MacMagazine — seja recebido por mensagem, encontrado em outro app ou mesmo em uma busca —, você é automaticamente levado para o post correspondente dentro do nosso app.
A tela de posts ganhou ainda dois novos ajustes de personalização: um para sempre lembrar o filtro selecionado e outro para exibir sempre os títulos completos dos posts na lista principal, sem cortes.
Além disso, esta versão traz correções de bugs e refinamentos na interface, bem como mais aprimoramentos gerais em acessibilidade.
Agradecimentos
Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.
A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉
Pela quinta vez só neste mês, as ações da Apple [$AAPL] voltaram a alcançar uma nova máxima histórica após abrirem esta semana com uma alta de 1,17%. Agora, elas valem US$336,91 — o penúltimo recorde, vale lembrar, foi de US$333,74 e havia sido registrado no último dia 17/7.
Durante o pregão, os papéis da Maçã chegaram a atingir a marca dos US$339,57, o que também representa um recorde em relação ao último pico registrado (US$334,98).
Além disso, a empresa voltou a assumir a liderança do ranking das mais valiosas do mundo, após atingir um market cap de US$4,948 trilhões — se aproximando, portanto, da marca dos US$5 trilhões pela primeira vez.
Agora segunda colocada dessa lista, a NVIDIA [$NVDA] apresentou uma queda forte durante o pregão (-4,99%, mais especificamente), o que fez com que suas ações fechassem o dia valendo US$196,51. Em termos de valor de mercado, a empresa está agora avaliada em US$4,76 trilhões (US$188 bilhões a menos do que a Apple).
Na terceira posição, temos a Alphabet [$GOOG], com um market cap de US$3,994 trilhões. Durante o dia de hoje, os papéis da empresa-mãe do Google cresceram 2,34%, fechando o dia valendo US$326,57.
A Apple disponibilizou oficialmente hoje o iOS 26.6 (compilação 23G71), iPadOS 26.6 (idem), macOS Tahoe 26.6 (25G72), watchOS 26.6 (23U67), tvOS 26.6 (23L773), Software do HomePod 26.6 (idem) e visionOS 26.6 (23O770) para todos os usuários.
Também foram liberados o macOS Sonoma 14.8.8 (compilação 23J620) e o macOS Sequoia 15.7.8 (24G824) para as máquinas que estão rodando essas versões mais antigas.
“Fim do monopólio da Apple.” “iPhone liberado no Brasil.” “Mudança histórica.” As manchetes das últimas semanas não economizaram no tamanho. Do outro lado, o que o usuário recebeu de fato foi uma opção nova e discreta nos Ajustes do iPhone — e, se você não for atrás dela, sua vida com o aparelho seguirá exatamente igual. Aposto que vai seguir…
Recapitulando rapidamente: em 18 de junho, com o iOS 26.5, a Apple oficializou a abertura do iOS no Brasil, cumprindo o acordo assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025 — desfecho de uma investigação que começou lá em 2022, com uma denúncia do Mercado Livre. Lojas alternativas de apps agora são permitidas — a AltStore PAL chegou no mesmo dia —, desenvolvedores podem usar meios de pagamento próprios e incluir links para compras fora do app. O acordo vale por três anos, sob supervisão do Cade, com multas de até R$150 milhões se a Apple descumprir. Nós mostramos como tudo funciona em um vídeo.
Até aqui, a notícia. Agora, a leitura que ninguém fez direito. Passei mais de 20 anos construindo aplicativos que viveram sob as regras da App Store (apps de banco, varejo, montadora, etc.) e, quando li os termos do acordo com olhos de gerente de produto, a conclusão foi rápida: a Apple não abriu a porta. Ela redesenhou o funil.
Siga o dinheiro: ele continua indo para Cupertino
O detalhe que as manchetes de “fim do monopólio” esquecem de contar: a Apple criou uma estrutura de taxas em que ela recebe em praticamente qualquer caminho que o desenvolvedor escolher. Vale comparar os cenários:
Onde o app vive e como cobra
Como cobra
Quanto a Apple leva
App Store
Pagamento pelo sistema da Apple
De 10% a 21% + 5% de processamento
App Store
Pagamento por sistema próprio dentro do app
De 10% a 21%
App Store
Link para compra externa
15% (10% para quem se qualifica)
Loja alternativa
Pagamento próprio
5% sobre bens digitais
Olhe a última linha com calma. Um app que sair da App Store, for distribuído por uma loja concorrente e processar o pagamento por conta própria (ou seja, um cenário em que nenhuma infraestrutura de venda da Apple aparece) ainda deve 5% de cada transação de bens digitais para a Apple. É a chamada “comissão de tecnologia essencial”, e ela viaja junto com o app para onde ele for.
Agora, pense com a cabeça de um desenvolvedor. Os apps gratuitos (WhatsApp, Nubank, iFood e a imensa maioria dos que você usa) não pagam nada de comissão hoje. Se migrarem para uma loja alternativa, passam a pagar 5% sobre qualquer venda digital que façam. Migrar significa criar um custo que não existia. E são justamente esses apps gigantes que dariam tração a uma loja concorrente. Ou seja: o desenho das taxas torna a mudança irracional exatamente para quem faria a diferença. Isso não é acaso; é arquitetura de incentivos, e das bem-feitas.
A porta existe, mas tem um cadeado de US$1 milhão
Tem mais um filtro, ainda menos comentado. Para operar uma loja alternativa no Brasil, a empresa precisa apresentar uma carta de crédito de US$1 milhão emitida por uma instituição financeira com nota BBB ou superior — ou, alternativamente, ter dois anos contínuos no programa de desenvolvedores da Apple com mais de 1 milhão de instalações anuais no mundo. Na prática, isso deixa de fora todo mundo, menos gigantes bem capitalizadas: a Epic Games (que já prometeu trazer sua loja “nos próximos meses”), talvez o próprio Mercado Livre (que, ironicamente, foi quem começou essa briga) e pouquíssimos outros.
Sem várias lojas competindo de verdade, não há pressão de preço. E sem pressão de preço, o usuário não tem motivo para mudar de comportamento. O ciclo se fecha sozinho.
A Europa já fez esse filme, e o final não anima
Nada disso é especulação minha; é o roteiro que a União Europeia vem rodando desde março de 2024, quando a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), obrigou a Apple a uma abertura muito parecida — e que serviu de modelo para o acordo brasileiro. Dois anos depois, o balanço europeu é magro: as lojas alternativas seguem como nicho, a Setapp Mobile (da MacPaw, empresa séria, com catálogo bom) fechou as portas em fevereiro citando “a complexidade excessiva dos termos comerciais da Apple” e a Comissão Europeia precisou multar a Apple em 500€ milhões por continuar dificultando que desenvolvedores direcionassem usuários para compras mais baratas. A Apple recorre da multa até hoje.
O Cade, vale dizer, aprendeu algo com isso: o acordo brasileiro exige que os avisos da Apple sobre lojas e pagamentos de terceiros sejam “neutros e objetivos”, sem telas de fricção empurrando o usuário de volta para o caminho de Cupertino. É um detalhe regulatório esperto. Mas o incentivo econômico de fundo (a taxa que persegue o desenvolvedor aonde quer que ele vá) é o mesmo da Europa. E foi ele que esvaziou a festa por lá.
Onde as coisas podem mudar de verdade
Para ser justo, nem tudo é fumaça. Duas frentes me parecem promissoras — e nenhuma delas envolve você trocar de loja.
A primeira são as assinaturas. Um serviço que lhe leva para pagar no site, na faixa de 10% a 15% de comissão em vez dos até 26% de antes, tem margem real para repassar desconto — se quiser.
A segunda é o pagamento dentro do próprio app: agora, nada impede um jogo ou serviço de oferecer checkout com Pix, com taxas de processamento muito menores que as do cartão internacional embutido no sistema da Apple.
Repare, porém, no que essas duas frentes têm em comum: dependem de o desenvolvedor escolher repassar a economia. A Apple, aliás, avisou que não cuida de reembolso nem de gestão de assinatura de nada comprado fora do sistema dela — mais um empurrãozinho para que tudo fique como está.
O jardim ganhou um portão; o pedágio continua o mesmo
No fim das contas, o acordo com o Cade é real, tem dentes (R$150 milhões deles) e coloca o Brasil num clube seleto — só União Europeia, Japão e Coreia do Sul forçaram abertura parecida. Como precedente regulatório, é enorme. Como mudança no seu dia a dia, é quase nada: o botão novo nos Ajustes vai continuar intocado na imensa maioria dos iPhones brasileiros, os apps vão continuar vindo da App Store e os preços vão continuar os mesmos.
A Apple declarou que, com as novas regras, desenvolvedores pagarão “o mesmo ou menos” do que antes. Curiosamente, é a frase mais honesta de toda essa história — porque o objetivo do desenho inteiro é exatamente esse: que tudo mude o suficiente para satisfazer o regulador, e pouco o bastante para não mudar nada.
Mesmo não sendo o modelo mais popular da mais recente safra de telefones da Apple, o iPhone Air certamente foi o modelo que roubou as atenções.
Com um design ultrafino de 5,64mm de espessura, ele traz vários recursos poderosos, como o processador A19 Pro (com uma GPU 1Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. de 5 núcleos), uma câmera 2-em-1 Fusion de 48 megapixels, o botão de Ação (Action Button) e o Controle da Câmera (Camera Control).
Se você está atrás desse modelo, hoje a Amazon está com uma promoção excelente. Trata-se da versão com a maior capacidade disponível (1TB), nas cores branco-nuvem ou dourado-claro. Ele está saindo por R$8.499, parceláveis em até 12x no cartão de crédito!
iPhone Air de 1TB
Parcelado: de R$13.499,00 por R$8.499,00 em até 12x À vista no Pix: de R$12.149,10 por R$7.609,10
🛍️ Produto vendido pela Amazon; o preço aparece na finalização do pedido💰https://t.co/PFQtc7pgoC
Considerando que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$13.499, estamos diante de um desconto de incríveis 37%!
Para quem preferir pagar à vista no Pix, o valor fica ainda melhor: ele cai para R$7.609,10 — também um desconto de 37% em comparação com o valor cobrado pela Apple na mesma modalidade de pagamento, de R$12.149,10.
Para chegar a esses valores, basta adicionar o iPhone Air no carrinho para garantir mais R$400 de desconto sobre o preço anunciado.
Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.
Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Notas de rodapé
1
Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.
O iPhone 16 Plus é uma excelente opção para quem quer um smartphone da Apple, já que ele traz recursos bem interessantes em sua lista de especificações técnicas — e certamente receberá muitas atualizações de software nos próximos anos.
Como exemplos, podemos destacar a tela grande, de 6,7 polegadas, o conjunto de duas câmeras (com sistema Fusion de 48 megapixels e câmera ultra-angular de 12MP) e o processador A18, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control), do botão de Ação (Action Button) e do suporte à Apple Intelligence.
Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo no Brasil é de R$8.499 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 24%!
Já para quem preferir pagar à vista no Pix, o preço fica ainda melhor: ele cai para R$5.849,10 — um desconto também de 24% em relação ao preço à vista da Apple, de R$7.649,10.
Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.
Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Após um período em desenvolvimento, o WhatsApp começou a liberar um novo design para as bolhas de mensagens para testadores e alguns usuários da versão estável do seu aplicativo para iOS.
Como mostra a comparação abaixo, divulgada pelo WABetaInfo, as bolhas agora contam com cantos mais arredondados em relação à interface anterior — o que dá a elas uma aparência bem mais moderna.
Imagem: WABetaInfo
Outra mudança pode ser vista especialmente nas mensagens de mídia trocadas em chats individuais, que deixaram de ter uma borda em volta de seu conteúdo e apresentam exclusivamente a foto ou o vídeo em questão.
Mensagens de mídia encaminhadas ou enviadas em grupo ainda mostram uma borda exclusivamente na parte superior — com o rótulo de encaminhamento ou a identificação de quem as enviou, respectivamente.
Links enviados com pré-visualização, por sua vez, apresentam a borda apenas na parte inferior, para abrigar o indicador de envio/recebimento/leitura.
Apesar de bem simples, essa será mais uma mudança que dará uma maior modernização à interface do app — especialmente nas bolhas das mensagens, que mantêm o mesmo estilo há muito tempo.
O retorno da produção, que conta com Reese Witherspoon e Jennifer Aniston como protagonistas e produtoras executivas, está marcado para o ano que vem, com boa parte do elenco já conhecido e algumas adições.
Ao longo de suas quatro temporadas, “The Morning Show” já foi indicada a diversas premiações (vencendo algumas delas) e debateu temas como a pandemia de COVID-19 e assédio, tendo como pano de fundo os bastidores do telejornalismo.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
A Receita Federal disponibilizou mais um edital (0900100/000009/2026) para leilão com produtos apreendidos, nesta ocasião em Curitiba (PR). De um total de 178 lotes disponíveis, pelo menos 13 deles contam com produtos da Apple, como iPhones, MacBooks, iPads e acessórios.
As propostas poderão ser enviadas a partir do dia 17 de agosto, às 8h, com o encerramento previsto para o dia 24/8, às 21h. Aquelas que forem selecionadas serão convidadas a participar do pregão online previsto para o dia 25/8, às 10h.
Relembramos que esses produtos podem vir acompanhados de itens de outras empresas, além de possivelmente não contarem com garantia ou acessórios e de apresentarem estados de conservação dos mais variados.
Vamos aos lotes?
Lote
Produto(s) da Apple
Lance mínimo
2
12x iPad (9ª geração) 8x iPad mini (6ª geração) 3x iPad (11ª geração) 3x iPad (10ª geração) 1x iPad Air (M3) 1x iPad Air (M2) 5x iPad Air (5ª geração) 2x Magic Trackpad (USB-C) 2x Apple Pencil Pro 4x Apple Watch SE (2ª geração) de 40mm 1x Apple Watch Ultra (1ª geração) de 49mm 2x Apple Watch Series 9 de 41mm 1x MacBook Air (modelo não informado) 1x MacBook Air (M2) 1x MacBook (modelo não informado)
R$150.000
3
1x iPad (modelo não especificado) 2x Mac mini (M4) 1x iPad mini (11ª geração) 2x Magic Mouse
R$152.000
5
13x Apple Pencil Pro
R$126.000
6
1x MacBook Air (M3)
R$112.000
16
48x iPhone 17 Pro Max 2x iPhone 17 1x iPhone 16 Pro Max 16x iPhone 16 5x iPhone 15
R$745.000
17
84x iPhone 17 Pro Max 25x iPhone 17 Pro 66x iPhone 17 87x iPhone 16 40x iPhone 15
R$485.000
20
16x iPhone 17 Pro Max 8x iPhone 17 Pro 17x iPhone 17 16x iPhone 16
R$230.000
21
46x iPad (A16) 10x iPad Air (M3) 5x iPad mini (A17 Pro) 30x Apple Watch Series 11 de 42mm 7x Apple Watch Series 11 de 46mm 2x Apple Watch Series 10 de 46mm 2x Apple Watch SE (3ª geração) de 40mm 2x Apple Watch SE (2ª geração) de 44mm 3x Apple Watch SE de 44mm 2x Apple Watch SE de 40mm 4x iPad (modelo não especificado) 1x iPad Air (M3)
R$75.000
24
3x Mac mini (M4) 3x Mac mini (modelo não especificado) 1x Mac mini (M2)
R$27.000
139
2x iPad (A16) 17x iPad (10ª geração) 1x iPad Air (5ª geração) 6x MacBook Air (M1) 4x MacBook Air (M2) 2x MacBook Air (M3) 1x MacBook Air (M4) 6x MacBook Air (modelo não especificado) 1x Apple Watch (modelo não especificado) 1x AirPods Max 1x MacBook de 13” (modelo não especificado) 1x MacBook Pro 14” (modelo não especificado) 1x MacBook Pro 16” (modelo não especificado) 1x MacBook Pro (M4 Pro) 1x AirPods Pro (2ª geração) 17x Apple Watch Series 9 de 45mm 8x iPad (9ª geração) 1x Apple Watch Series 10 de 46mm 1x Apple Watch SE (2ª geração) de 44mm 2x Apple Watch SE (2ª geração, GPS) de 40mm 2x Apple Watch SE (2ª geração, GPS) de 44mm 4x Apple Watch Series 8 de 41mm 5x Apple Watch Series 8 de 45mm 2x Apple Watch SE de 44mm 1x Apple Watch Ultra 2 (GPS + Cellular) de 49mm 1x Apple Watch Ultra 2 de 49mm 1x Apple Watch Ultra de 49mm 2x Magic Mouse 2x MacBook Pro (M3) de 14” 1x MacBook Pro (modelo não especificado) 1x iPad Pro (6ª geração) 1x iPad Air (modelo não especificado) 2x iPad Pro de 11” (modelo não especificado) 1x iPad (modelo não especificado) 2x Apple Pencil (modelo não especificado) 1x Apple Watch Ultra (GPS + Cellular) de 49 mm 2x Mac mini (modelo não especificado) 1x Magic Keyboard para o iPad Pro de 13”
R$80.000
145
2x tela LCD para o MacBook Air (M1)
R$55.000
148
4x AirTags (pacote de 4 unidades) 3x Apple Pencil (USB-C)
R$48.000
175
1x cabo USB
R$135.000
Como participar do leilão?
Se algum desses lotes lhe interessou, para participar é necessário possuir um CPF válido e um certificado digital válido obtido pelo acesso ao Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).
Os lotes estão disponíveis para lances tanto de pessoas físicas quanto de pessoas jurídicas.
A quarta temporada de “Ted Lasso” estreará no Apple TV no dia 5 de agosto e, embora a Maçã ainda não tenha encomendado uma quinta temporada, o astro Jason Sudeikis afirma que o objetivo é reunir novamente a equipe de roteiristas, no final de agosto, para trabalhar em ideias para uma possível continuação.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, ele disse ter em mente um arco de mais três temporadas (já contando com a quarta) e que existem, especificamente, ideias para a quarta temporada que não foram utilizadas.
Se tudo correr conforme o planejado, a equipe de [Ted] Lasso retornará à sala de roteiristas no final de agosto para estruturar uma quinta temporada — que ainda não foi oficialmente encomendada. Eles ainda têm ideias não utilizadas do retiro em Ojai, e o aplicativo de notas de Sudeikis continua sendo uma fonte inesgotável de material. Mais uma vez, Sudeikis tem em mente um arco de três temporadas e espera que o público continue acompanhando. “Eu sei que precisava disso. Eu precisava tanto quanto as outras pessoas”, diz ele.
Falando sobre a quarta temporada, Sudeikis insiste que falava sério quando disse que a série terminaria após três temporadas. Ele afirma que sua intenção era genuína, mesmo tendo recebido uma oferta de mais de US$1 milhão por episódio para continuar.
A história foi contada. Ted voltou para casa [em Kansas City] para ficar com o filho. Eu não ia fazer o Ted virar a vida deles de cabeça para baixo só para justificar uma fortuna. Isso não fazia sentido para mim.
Ainda assim, os espectadores continuavam dizendo a ele que a série os havia salvado, e ele respondia prontamente: “Ela me salvou também.”
É contagiante interpretar um personagem que vê o melhor nas pessoas e não guarda rancor do mundo por todas as suas fraquezas, valentões e sombras. Não é como se eu fosse o Daniel Day-Lewis, mas foi bom viver isso — sentir essa energia percorrendo minha mente e meu corpo o dia todo.
Sudeikis e sua equipe acreditam que a quarta temporada está muito boa. Inclusive, o roteirista Brett Goldstein, que também interpretou o jogador de futebol Roy Kent, disse que “ela resgata um pouco daquela magia da primeira temporada”.
A entrevista completa traz outras informações, incluindo detalhes dos bastidores de todas as temporadas lançadas até agora e os desafios enfrentados na pré-produção.
Ademais, caso não tenha acompanhado, Sudeikis e Brendan Hunt (intérprete do Coach Beard) fizeram uma aparição surpresa durante a performance de Justin Bieber na partida final da Copa do Mundo 2026.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Os novos dobráveis chegam meses antes de a Apple alegadamente adentrar nesse segmento do mercado com o famigerado “iPhone Ultra” — logo, as apostas da gigante sul-coreana baterão de frente com o futuro dispositivo da Maçã.
Sem mais delongas, vamos conferir os detalhes de cada anúncio abaixo!
Galaxy Z Fold8
Divulgação/Samsung
Agora que os dobráveis da Samsung possuem três variantes, o Z Fold tradicional passou por um reposicionamento, tornando-se talvez a adição mais diferente dentre toda a linha de novos produtos anunciados.
Seu grande destaque é a reformulação no design, adotando um formato que se convencionou chamar de “passaporte”, com uma proporção maior do que aquilo que foi estabelecido nas últimas gerações do dobrável principal da Samsung. Isso resultou em uma tela externa de 5,5 polegadas e aspect ratio de 10:16, além de uma principal de 7,6″ e proporção de 4:3 — especificações bem semelhantes ao que se especula sobre o “iPhone Ultra” —, ambas com taxas de atualização de até 120Hz.
A sul-coreana destacou ainda o peso do modelo, sendo o celular dobrável mais leve já lançado por ela até agora (201 gramas, para ser exato).
Uma das principais diferenças do modelo em relação ao Z Fold8 Ultra está nas câmeras: o modelo padrão conta apenas com duas lentes traseiras (um sensor principal e uma lente ultra-angular, ambos com 50 megapixels), além dos 200mAh de diferença na bateria (4.800mAh no caso do Z Fold8 e 5.000mAh no caso do Z Fold8 Ultra). A linha também marca a estreia das baterias de silício-carbono nos celulares da fabricante.
Quanto ao restante das suas especificações técnicas, destaca-se pela implementação da tecnologia Flex Titanium — baseada em alumínio — para a resistência da tela, a presença do chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, opções a partir de 12GB de memória e 256GB de armazenamento (até 1TB), resistência IP48 contra água e poeira, além de suporte ao carregamento de 45W com fio e 15W sem fio. Assim como os demais aparelhos, ele chega com o Android 17 e a One UI 9.
Nos Estados Unidos, ele chega a partir de US$1.900 (US$200 a menos que o Z Fold8 Ultra e US$100 a menos que o Z Fold7) nas cores preta, branca, lavanda e verde pistache (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Fold8 Ultra
Divulgação/Samsung
Para os entusiastas do tradicional formato dos dobráveis da Samsung, a melhor opção é o modelo Ultra. Ele conta com as mesmas 8″ na tela principal e 6,5″ na tela externa do Z Fold7, com aspect ratios de 3:2 e 21:9, respectivamente.
Outra diferença notável em relação ao modelo menor é a presença da lente teleobjetiva de 10MP, aos moldes da presente no Z Fold7.
Como citado anteriormente, o aparelho conta com uma bateria de 5.000mAh de silício-carbono, além de compartilhar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, as mesmas opções de memória/armazenamento, a resistência IP48 e o suporte aos 45W de carregamento com fio e 15W sem fio do Z Fold8.
Um de seus maiores destaques (nesse caso, negativo) é o preço: US$2.100 — um aumento em comparação ao modelo equivalente da geração passada (vale lembrar, o Z Fold7 chegou por US$2.000 lá fora). Ele está disponível nas cores preta, branca, roxo escuro e verde escuro (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Flip8
Divulgação/Samsung
Modelo mais básico da nova linha, o Z Flip8 se destaca pela redução na espessura (13,1mm dobrado contra os 13,7mm do antecessor) e no peso (188g contra 180g do Z Flip7), possibilitando o que a Samsung chama de “uma experiência cotidiana sem vinco”.
Ele conta com uma tela interna de 6,9″, enquanto a externa tem 4,1″, com proporções de 22:9 e 1:1, respectivamente, e suporte a taxas de atualização de 120Hz em ambas. O aparelho chega com um conjunto duplo de câmeras, sendo a lente principal de 50MP, um sensor ultra-angular de 12MP e câmera frontal de 10MP.
Ele chega com o processador Exynos 2600, resistência IP48, 12GB de memória e opções de armazenamento de 256GB e 512GB. Em termos de bateria e recarga, o componente de silício-carbono possui uma capacidade de 4.300mAh, carregamento de até 25W por fio e 15W sem fio.
O Z Flip8 custa US$1.200 (um aumento de US$100 em relação ao Z Flip7) e está disponível nas cores azul, preta, vermelha coral e menta (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Watch9 e Ultra2
Ambos os modelos ganharam suporte ao recurso “levante para falar”, que aciona de imediato o Gemini do Google sem a necessidade de toque ou botão. Os dois relógios contam com o Wear OS 7 e a One UI 9 Watch, compatíveis com smartphones que possuam Android 13 ou superior.
Divulgação/Samsung
Com especificações e design um tanto semelhantes ao seu antecessor, as grandes novidades do Galaxy Watch9 incluem a ampliação de bateria (o modelo de 40mm ganhou um aumento de quase 20%, com 390mAh, enquanto a versão de 44mm possui 445hmAh), a pulseira com design Air Pocket (até 25% mais leve que a presente no Watch8) e a estreia do processador Snapdragon Wear Elite.
Ele continua com as opções de 2GB de memória e 32GB de armazenamento e está disponível em caixas de 40mm e 44mm, nas cores preto e creme, custando a partir de US$380 (um aumento de US$30 em relação ao Watch8).
Já o Galaxy Watch Ultra2 adota uma reformulação na identidade visual que o aproxima do restante da linha, sendo até 12% mais fino que o seu antecessor, mantendo a bateria de 800mAh. A tela também ganhou melhorias, contando com 5.000 nits de brilho máximo.
Para experiências aquáticas, o Ultra2 atende o padrão EN13319 para mergulho e possui certificação IP69K. Além disso, o app Marz deverá receber suporte à metrificação de velocidades e orientações de descompressão.
Disponível nas cores titânio preto e titânio prata, o modelo está disponível a partir de US$700, um aumento de US$50 em relação à primeira geração.
Inteligência artificial
Durante o evento, a Samsung reforçou sua ciência e presença quanto às IAs agênticas, expandindo a experiência para além das telas dos smartphones e passando a oferecer assistência contínua de IA em tempo real nos dispositivos do seu ecossistema; o foco da Samsung é a entrega da experiência hands-free (ou seja, mãos livres). Ela afirmou ainda que essa integração contará com mecanismos de proteção e segurança, embora não tenha adentrado em detalhes técnicos de como fará isso.
A empresa também mencionou a integração de dados biométricos coletados pelos Galaxy Watch ao fluxo de trabalho médico, focada na prevenção de riscos de saúde com o auxílio da inteligência artificial (IA), permitindo a sugestão de refeições e treinos adaptados com base em interpretações de biossinais.
Preço e disponibilidade
Os novos smartphones chegarão ao Brasil no dia 6 de agosto, mas ainda não tiveram seus preços divulgados; ainda assim, a Samsung já antecipou que a aquisição de algum dos dispositivos durante a pré-venda garantirá até seis meses de Google AI Pro sem custos adicionais.
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Os próximos meses têm tudo para ser extremamente movimentados quando o assunto são novos Macs, com a Apple preparando uma série de atualizações para os MacBooks Pro e Air, duas novas versões do iMac e até mesmo Macs mini e Studio atualizados, segundo informações da Bloomberg.
De acordo com o veículo, a Apple já encerrou o desenvolvimento de um novo MacBook Pro de 14 polegadas, o qual deverá ser um dos primeiros dispositivos a contar com o chip “M6”. De codinome J804, ele deverá contar com o mesmo design do modelo de entrada atual, que vem equipado com o chip M5.
Outro Mac que já estaria prestes a passar por atualizações é o iMac, que deverá ganhar não só uma, mas duas novas versões, sendo que uma delas ainda receberá uma tela OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.. Com os codinomes J833 e J834, eles também serão equipados, é claro, com chips mais recentes — embora o modelo com o display mais avançado demore mais tempo para chegar ao mercado do que o primeiro.
E por falar em telas OLED, também teremos novos MacBooks Pro de 14″ e 16″ que, além de contar com essa tecnologia, também deverão ter painéis sensíveis ao toque, inaugurando esse método de interação entre os Macs. Com os codinomes K114 e K116, respectivamente, eles deverão ser lançados entre o fim deste ano e o início de 2027. No momento, eles estão sendo testados pela Apple com uma versão preliminar do macOS Golden Gate 27.1, cujo lançamento é aguardado para outubro próximo.
Ao contrário do modelo de entrada, no entanto, esses seguirão “presos” na família de chips M5, contando com o M5 Pro e o M5 Max dos MacBooks Pro atuais. Novas versões com os chips “M7 Pro” e “M7 Max”, porém, já estão planejadas para algum momento entre o fim de 2027 e o início de 2028.
Por falar no MacBook Pro de entrada, uma versão do modelo com um design completamente novo — baseado nos modelos com OLED — já estaria sendo desenvolvida pela Apple. Ele deverá vir ainda com o chip “M7” e conta com o codinome K104.
Já os MacBooks Air deverão ganhar novos modelos no início do ano que vem. Com os codinomes J913 (modelo de 13″) e J915 (15″), eles seguirão com o design atual. Vale lembrar, no entanto, que modelos com telas OLED já estão no forno há alguns anos e com lançamento previsto para o início de 2028.
Caçula da família, o MacBook Neo, também já conta com uma nova versão no horizonte, a qual deverá contar com o chip A19 Pro e mais memória integrada — provavelmente 12GB, ante aos 8GB do modelo atual.
Por fim, temos os dois desktops mais tradicionais da Apple: o Mac mini e o Mac Studio. Segundo Mark Gurman, o modelo em testes do primeiro usa os chips M5 Pro e “M6”, enquanto o segundo é empurrado pelos processadores M5 Max e “M5 Ultra”. Não há, no entanto, uma previsão de quando esses computadores chegarão ao mercado — cortesia da atual crise no mercado de memórias.
Haja computador novo, hein?! 😮💨
Mac Studio
Chip: M4 Max ou M3 Ultra Memória: 36GB, 48GB, 64GB, 96GB, 128GB, 256GB ou 512GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB, 4TB, 8TB ou 16TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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Notas de rodapé
1
Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.
Lançado junto com os iPhones 17 e 17 Pro/17 Pro Max, o iPhone Air certamente foi o modelo que roubou as atenções dessa nova safra de smartphones da Apple — mesmo não sendo lá um sucesso de vendas.
Com um design ultrafino de 5,64mm de espessura, ele traz vários recursos poderosos, como o processador A19 Pro (com uma GPU 1Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. de 5 núcleos), uma câmera 2-em-1 Fusion de 48 megapixels, o botão de Ação (Action Button) e o Controle da Câmera (Camera Control).
Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$11.999, estamos diante de um desconto de 38%!
Para quem preferir pagar à vista no Pix, o valor fica ainda melhor: ele cai para R$6.749,10 — também um desconto de 38% em comparação com o valor cobrado pela Apple na mesma modalidade de pagamento, de R$10.799,10.
Para chegar a esses valores, aplique o cupom de desconto que aparece na página do produto.
Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.
Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!
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Notas de rodapé
1
Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.
O WhatsAppoficializou hoje um conjunto de novidades para usuários de recursos e dispositivos da Apple, com destaque especial para o CarPlay e o iPad — que só ganhou um app do mensageiro no ano passado.
No caso do sistema de infoentretenimento da Maçã, foi revelada uma reformulação completa da experiência, que inclui agora a possibilidade de ouvir e responder mensagens com as mãos livres. Também passou a ser possível fazer ligações, consultar o histórico delas e acessar seus favoritos diretamente da multimídia do veículo.
Divulgação/Meta
Usuários de iPad, por sua vez, agora podem criar uma conta na plataforma e configurá-la diretamente do tablet, o que os livra também de ter que conectar o app a um smartphone. Segundo o mensageiro, essa adição era um dos principais pedidos dos usuários.
O WhatsApp também oficializou a possibilidade de compartilhar uma música do Apple Music ou do Spotify na forma de um status, expandindo as possibilidades de expressão nessa seção do app.
Por fim, também foi anunciada uma integração com o Adobe Acrobat para permitir que usuários abram PDFs diretamente do WhatsApp Web (ou do app para Windows) sem precisar baixá-los. Também passou a ser possível fazer edições simples, como destacar e adicionar comentários, sem deixar o mensageiro e com criptografia de ponta a ponta.
Divulgação/Meta
Segundo a Meta, essas novidades já foram liberadas para todos os usuários do WhatsApp.