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Oferta: iPhone 17e de 256GB por R$3.972,22 à vista!

15 September 2026 at 18:22

O iPhone 17e é o atual smartphone de entrada da Apple. Lançado no início do ano, ele traz várias funções interessantes para quem quer um iPhone, mas não pode/deseja investir em modelos mais caros.

Entre as suas características, temos uma tela de 6,1 polegadas, uma câmera 2-em-1 Fusion de 48 megapixels, além do processador A19 e o botão de Ação (Action button). Ele também suporta o MagSafe e é plenamente compatível com a Apple Intelligence.

Se você está atrás desse modelo, hoje o Mercado Livre está vendendo a versão de 256GB, na cor preta, por R$4.413,58 em até 10x!

iPhone 17e de 256GB

Parcelado: de R$5.999,00 por R$4.413,58 em até 10x
À vista no Pix: de R$5.399,10 por R$3.972,22

🛍 Produto vendido pela loja oficial 🛍https://t.co/Uv9nwK4Gq2

— MM Ofertas (@MMOfertas) September 15, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil nessa mesma modalidade de pagamento é de R$5.999, estamos diante de um desconto de 26%!

Para quem preferir pagar à vista no Pix, o preço fica ainda mais atrativo: ele cai para R$3.972,22 — representando uma diferença também de 26% em relação ao valor à vista da Apple, de R$5.399,10.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

Aproveite! 📱

Fique sempre por dentro das ofertas!

Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!

Você pode usar a nossa extensão para os navegadores Chrome/Opera/Edge, acompanhar as ofertas pelo MM Fórum, pelo Facebook, pelo X, pelo Threads, pelo Bluesky, pelo Mastodon ou por um canal no Telegram. Escolha a melhor opção para você — ou todas, para depois não se arrepender — e economize! 😉

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Oferta: iPhone 17e de 512GB por R$4.849,08 no Pix!

10 September 2026 at 15:21

O iPhone 17e é o atual smartphone de entrada da Apple. Lançado no início do ano, ele traz várias funções interessantes para quem quer um iPhone, mas não pode/deseja investir em modelos mais caros — como o iPhone 17, 17 Pro, etc.

Entre as suas características, temos uma tela de 6,1 polegadas, uma câmera 2-em-1 Fusion de 48 megapixels, além do processador A19 e do botão de Ação (Action button). Ele também suporta o MagSafe e é plenamente compatível com a Apple Intelligence.

Se você está atrás desse modelo, hoje o Magazine Luiza está com uma promoção excelente. Trata-se da versão de 512GB, nas cores branca, preta ou rosa-pálido. Ele está saindo por R$5.415,64!

iPhone 17e de 512GB

Parcelado: de R$7.499,00 por R$5.415,64 em até 10x
À vista no Pix: de R$6.749,10 por R$4.849,08

💰 Produto vendido e entregue pelo Magalu; aplique o cupom LU250 para chegar ao valor 🛒https://t.co/e85HgP0U6s

— MM Ofertas (@MMOfertas) September 10, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$7.499, estamos diante de um desconto de 28%! Esse valor pode ser parcelado em até 10 vezes no cartão de crédito, se preferir.

Para quem quer pagar à vista no Pix, o aparelho sai por R$4.849,08 — também um desconto de 28% em relação ao valor à vista praticado pela Maçã, de R$6.749,10.

Para chegar a esses valores, aplique o cupom LU250 no carrinho.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

Aproveite! 📱

Fique sempre por dentro das ofertas!

Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!

Você pode usar a nossa extensão para os navegadores Chrome/Opera/Edge, acompanhar as ofertas pelo MM Fórum, pelo Facebook, pelo X, pelo Threads, pelo Bluesky, pelo Mastodon ou por um canal no Telegram. Escolha a melhor opção para você — ou todas, para depois não se arrepender — e economize! 😉

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via Tecnoblog

Oferta: iPhone 17e de 256GB por R$3.909 no Pix!

4 August 2026 at 15:18

O iPhone 17e é o atual smartphone de entrada da Apple. Lançado no início do ano, ele traz várias funções interessantes para quem quer um iPhone, mas não pode/deseja investir em modelos mais caros (como o iPhone 17, 17 Pro, etc.).

Entre as suas características, temos uma tela de 6,1 polegadas, uma câmera 2-em-1 Fusion de 48 megapixels, além do processador A19 e o botão de Ação (Action button). Ele também suporta o MagSafe e é plenamente compatível com a Apple Intelligence.

Se você está atrás desse modelo, hoje o Mercado Livre está vendendo a versão de 256GB, na cor preta, por R$4.343,33!

iPhone 17e de 256GB

Parcelado: de R$5.799,00 por R$4.343,33 em até 10x
À vista no Pix: de R$5.219,10 por R$3.909,00

🛍 Produto vendido e entregue pela loja oficial; aplique o cupom AMODESCONTO 🛍https://t.co/Uv9nwK4Gq2

— MM Ofertas (@MMOfertas) August 4, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$5.799, estamos diante de um desconto de 25%! Esse valor pode ser parcelado em até 10x no cartão de crédito, se preferir.

Para quem quer pagar à vista no Pix, o aparelho sai por R$3.909,00 — um desconto também de 25% em relação ao valor à vista praticado pela Maçã, de R$5.219,10.

Para chegar a esses valores, aplique o cupom AMODESCONTO no carrinho.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

Aproveite! 📱

Fique sempre por dentro das ofertas!

Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!

Você pode usar a nossa extensão para os navegadores Chrome/Opera/Edge, acompanhar as ofertas pelo MM Fórum, pelo Facebook, pelo X, pelo Threads, pelo Bluesky, pelo Mastodon ou por um canal no Telegram. Escolha a melhor opção para você — ou todas, para depois não se arrepender — e economize! 😉

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via Tecnoblog

Lojas alternativas de apps chegaram ao Brasil — e quase nada vai mudar para você

25 July 2026 at 14:30

“Fim do monopólio da Apple.” “iPhone liberado no Brasil.” “Mudança histórica.” As manchetes das últimas semanas não economizaram no tamanho. Do outro lado, o que o usuário recebeu de fato foi uma opção nova e discreta nos Ajustes do iPhone — e, se você não for atrás dela, sua vida com o aparelho seguirá exatamente igual. Aposto que vai seguir…

Recapitulando rapidamente: em 18 de junho, com o iOS 26.5, a Apple oficializou a abertura do iOS no Brasil, cumprindo o acordo assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025 — desfecho de uma investigação que começou lá em 2022, com uma denúncia do Mercado Livre. Lojas alternativas de apps agora são permitidas — a AltStore PAL chegou no mesmo dia —, desenvolvedores podem usar meios de pagamento próprios e incluir links para compras fora do app. O acordo vale por três anos, sob supervisão do Cade, com multas de até R$150 milhões se a Apple descumprir. Nós mostramos como tudo funciona em um vídeo.

Até aqui, a notícia. Agora, a leitura que ninguém fez direito. Passei mais de 20 anos construindo aplicativos que viveram sob as regras da App Store (apps de banco, varejo, montadora, etc.) e, quando li os termos do acordo com olhos de gerente de produto, a conclusão foi rápida: a Apple não abriu a porta. Ela redesenhou o funil.

Siga o dinheiro: ele continua indo para Cupertino

O detalhe que as manchetes de “fim do monopólio” esquecem de contar: a Apple criou uma estrutura de taxas em que ela recebe em praticamente qualquer caminho que o desenvolvedor escolher. Vale comparar os cenários:

Onde o app vive e como cobraComo cobraQuanto a Apple leva
App StorePagamento pelo sistema da AppleDe 10% a 21% + 5% de processamento
App StorePagamento por sistema próprio dentro do appDe 10% a 21%
App StoreLink para compra externa15% (10% para quem se qualifica)
Loja alternativaPagamento próprio5% sobre bens digitais

Olhe a última linha com calma. Um app que sair da App Store, for distribuído por uma loja concorrente e processar o pagamento por conta própria (ou seja, um cenário em que nenhuma infraestrutura de venda da Apple aparece) ainda deve 5% de cada transação de bens digitais para a Apple. É a chamada “comissão de tecnologia essencial”, e ela viaja junto com o app para onde ele for.

Agora, pense com a cabeça de um desenvolvedor. Os apps gratuitos (WhatsApp, Nubank, iFood e a imensa maioria dos que você usa) não pagam nada de comissão hoje. Se migrarem para uma loja alternativa, passam a pagar 5% sobre qualquer venda digital que façam. Migrar significa criar um custo que não existia. E são justamente esses apps gigantes que dariam tração a uma loja concorrente. Ou seja: o desenho das taxas torna a mudança irracional exatamente para quem faria a diferença. Isso não é acaso; é arquitetura de incentivos, e das bem-feitas.

A porta existe, mas tem um cadeado de US$1 milhão

Tem mais um filtro, ainda menos comentado. Para operar uma loja alternativa no Brasil, a empresa precisa apresentar uma carta de crédito de US$1 milhão emitida por uma instituição financeira com nota BBB ou superior — ou, alternativamente, ter dois anos contínuos no programa de desenvolvedores da Apple com mais de 1 milhão de instalações anuais no mundo. Na prática, isso deixa de fora todo mundo, menos gigantes bem capitalizadas: a Epic Games (que já prometeu trazer sua loja “nos próximos meses”), talvez o próprio Mercado Livre (que, ironicamente, foi quem começou essa briga) e pouquíssimos outros.

Sem várias lojas competindo de verdade, não há pressão de preço. E sem pressão de preço, o usuário não tem motivo para mudar de comportamento. O ciclo se fecha sozinho.

A Europa já fez esse filme, e o final não anima

Nada disso é especulação minha; é o roteiro que a União Europeia vem rodando desde março de 2024, quando a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), obrigou a Apple a uma abertura muito parecida — e que serviu de modelo para o acordo brasileiro. Dois anos depois, o balanço europeu é magro: as lojas alternativas seguem como nicho, a Setapp Mobile (da MacPaw, empresa séria, com catálogo bom) fechou as portas em fevereiro citando “a complexidade excessiva dos termos comerciais da Apple” e a Comissão Europeia precisou multar a Apple em 500€ milhões por continuar dificultando que desenvolvedores direcionassem usuários para compras mais baratas. A Apple recorre da multa até hoje.

O Cade, vale dizer, aprendeu algo com isso: o acordo brasileiro exige que os avisos da Apple sobre lojas e pagamentos de terceiros sejam “neutros e objetivos”, sem telas de fricção empurrando o usuário de volta para o caminho de Cupertino. É um detalhe regulatório esperto. Mas o incentivo econômico de fundo (a taxa que persegue o desenvolvedor aonde quer que ele vá) é o mesmo da Europa. E foi ele que esvaziou a festa por lá.

Onde as coisas podem mudar de verdade

Para ser justo, nem tudo é fumaça. Duas frentes me parecem promissoras — e nenhuma delas envolve você trocar de loja.

A primeira são as assinaturas. Um serviço que lhe leva para pagar no site, na faixa de 10% a 15% de comissão em vez dos até 26% de antes, tem margem real para repassar desconto — se quiser.

A segunda é o pagamento dentro do próprio app: agora, nada impede um jogo ou serviço de oferecer checkout com Pix, com taxas de processamento muito menores que as do cartão internacional embutido no sistema da Apple.

Repare, porém, no que essas duas frentes têm em comum: dependem de o desenvolvedor escolher repassar a economia. A Apple, aliás, avisou que não cuida de reembolso nem de gestão de assinatura de nada comprado fora do sistema dela — mais um empurrãozinho para que tudo fique como está.

O jardim ganhou um portão; o pedágio continua o mesmo

No fim das contas, o acordo com o Cade é real, tem dentes (R$150 milhões deles) e coloca o Brasil num clube seleto — só União Europeia, Japão e Coreia do Sul forçaram abertura parecida. Como precedente regulatório, é enorme. Como mudança no seu dia a dia, é quase nada: o botão novo nos Ajustes vai continuar intocado na imensa maioria dos iPhones brasileiros, os apps vão continuar vindo da App Store e os preços vão continuar os mesmos.

A Apple declarou que, com as novas regras, desenvolvedores pagarão “o mesmo ou menos” do que antes. Curiosamente, é a frase mais honesta de toda essa história — porque o objetivo do desenho inteiro é exatamente esse: que tudo mude o suficiente para satisfazer o regulador, e pouco o bastante para não mudar nada.

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