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Lojas alternativas de apps chegaram ao Brasil — e quase nada vai mudar para você

25 July 2026 at 14:30

“Fim do monopólio da Apple.” “iPhone liberado no Brasil.” “Mudança histórica.” As manchetes das últimas semanas não economizaram no tamanho. Do outro lado, o que o usuário recebeu de fato foi uma opção nova e discreta nos Ajustes do iPhone — e, se você não for atrás dela, sua vida com o aparelho seguirá exatamente igual. Aposto que vai seguir…

Recapitulando rapidamente: em 18 de junho, com o iOS 26.5, a Apple oficializou a abertura do iOS no Brasil, cumprindo o acordo assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025 — desfecho de uma investigação que começou lá em 2022, com uma denúncia do Mercado Livre. Lojas alternativas de apps agora são permitidas — a AltStore PAL chegou no mesmo dia —, desenvolvedores podem usar meios de pagamento próprios e incluir links para compras fora do app. O acordo vale por três anos, sob supervisão do Cade, com multas de até R$150 milhões se a Apple descumprir. Nós mostramos como tudo funciona em um vídeo.

Até aqui, a notícia. Agora, a leitura que ninguém fez direito. Passei mais de 20 anos construindo aplicativos que viveram sob as regras da App Store (apps de banco, varejo, montadora, etc.) e, quando li os termos do acordo com olhos de gerente de produto, a conclusão foi rápida: a Apple não abriu a porta. Ela redesenhou o funil.

Siga o dinheiro: ele continua indo para Cupertino

O detalhe que as manchetes de “fim do monopólio” esquecem de contar: a Apple criou uma estrutura de taxas em que ela recebe em praticamente qualquer caminho que o desenvolvedor escolher. Vale comparar os cenários:

Onde o app vive e como cobraComo cobraQuanto a Apple leva
App StorePagamento pelo sistema da AppleDe 10% a 21% + 5% de processamento
App StorePagamento por sistema próprio dentro do appDe 10% a 21%
App StoreLink para compra externa15% (10% para quem se qualifica)
Loja alternativaPagamento próprio5% sobre bens digitais

Olhe a última linha com calma. Um app que sair da App Store, for distribuído por uma loja concorrente e processar o pagamento por conta própria (ou seja, um cenário em que nenhuma infraestrutura de venda da Apple aparece) ainda deve 5% de cada transação de bens digitais para a Apple. É a chamada “comissão de tecnologia essencial”, e ela viaja junto com o app para onde ele for.

Agora, pense com a cabeça de um desenvolvedor. Os apps gratuitos (WhatsApp, Nubank, iFood e a imensa maioria dos que você usa) não pagam nada de comissão hoje. Se migrarem para uma loja alternativa, passam a pagar 5% sobre qualquer venda digital que façam. Migrar significa criar um custo que não existia. E são justamente esses apps gigantes que dariam tração a uma loja concorrente. Ou seja: o desenho das taxas torna a mudança irracional exatamente para quem faria a diferença. Isso não é acaso; é arquitetura de incentivos, e das bem-feitas.

A porta existe, mas tem um cadeado de US$1 milhão

Tem mais um filtro, ainda menos comentado. Para operar uma loja alternativa no Brasil, a empresa precisa apresentar uma carta de crédito de US$1 milhão emitida por uma instituição financeira com nota BBB ou superior — ou, alternativamente, ter dois anos contínuos no programa de desenvolvedores da Apple com mais de 1 milhão de instalações anuais no mundo. Na prática, isso deixa de fora todo mundo, menos gigantes bem capitalizadas: a Epic Games (que já prometeu trazer sua loja “nos próximos meses”), talvez o próprio Mercado Livre (que, ironicamente, foi quem começou essa briga) e pouquíssimos outros.

Sem várias lojas competindo de verdade, não há pressão de preço. E sem pressão de preço, o usuário não tem motivo para mudar de comportamento. O ciclo se fecha sozinho.

A Europa já fez esse filme, e o final não anima

Nada disso é especulação minha; é o roteiro que a União Europeia vem rodando desde março de 2024, quando a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), obrigou a Apple a uma abertura muito parecida — e que serviu de modelo para o acordo brasileiro. Dois anos depois, o balanço europeu é magro: as lojas alternativas seguem como nicho, a Setapp Mobile (da MacPaw, empresa séria, com catálogo bom) fechou as portas em fevereiro citando “a complexidade excessiva dos termos comerciais da Apple” e a Comissão Europeia precisou multar a Apple em 500€ milhões por continuar dificultando que desenvolvedores direcionassem usuários para compras mais baratas. A Apple recorre da multa até hoje.

O Cade, vale dizer, aprendeu algo com isso: o acordo brasileiro exige que os avisos da Apple sobre lojas e pagamentos de terceiros sejam “neutros e objetivos”, sem telas de fricção empurrando o usuário de volta para o caminho de Cupertino. É um detalhe regulatório esperto. Mas o incentivo econômico de fundo (a taxa que persegue o desenvolvedor aonde quer que ele vá) é o mesmo da Europa. E foi ele que esvaziou a festa por lá.

Onde as coisas podem mudar de verdade

Para ser justo, nem tudo é fumaça. Duas frentes me parecem promissoras — e nenhuma delas envolve você trocar de loja.

A primeira são as assinaturas. Um serviço que lhe leva para pagar no site, na faixa de 10% a 15% de comissão em vez dos até 26% de antes, tem margem real para repassar desconto — se quiser.

A segunda é o pagamento dentro do próprio app: agora, nada impede um jogo ou serviço de oferecer checkout com Pix, com taxas de processamento muito menores que as do cartão internacional embutido no sistema da Apple.

Repare, porém, no que essas duas frentes têm em comum: dependem de o desenvolvedor escolher repassar a economia. A Apple, aliás, avisou que não cuida de reembolso nem de gestão de assinatura de nada comprado fora do sistema dela — mais um empurrãozinho para que tudo fique como está.

O jardim ganhou um portão; o pedágio continua o mesmo

No fim das contas, o acordo com o Cade é real, tem dentes (R$150 milhões deles) e coloca o Brasil num clube seleto — só União Europeia, Japão e Coreia do Sul forçaram abertura parecida. Como precedente regulatório, é enorme. Como mudança no seu dia a dia, é quase nada: o botão novo nos Ajustes vai continuar intocado na imensa maioria dos iPhones brasileiros, os apps vão continuar vindo da App Store e os preços vão continuar os mesmos.

A Apple declarou que, com as novas regras, desenvolvedores pagarão “o mesmo ou menos” do que antes. Curiosamente, é a frase mais honesta de toda essa história — porque o objetivo do desenho inteiro é exatamente esse: que tudo mude o suficiente para satisfazer o regulador, e pouco o bastante para não mudar nada.

Promoções na App Store: Pawell, Tokaido, The Golf Tracer e mais!

25 July 2026 at 02:46

Nesta sexta-feira, confira e aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!

O Pawell é um aplicativo voltado ao bem-estar e à rotina de pets, oferecendo uma experiência simples e acessível para tutores que querem organizar cuidados diários.

A proposta do nosso destaque do dia é reunir, em um só lugar, informações como alimentação, passeios, vacinas e consultas veterinárias, criando uma espécie de agenda personalizada para cada animal, em uma interface limpa e intuitiva — que facilita o uso mesmo para quem não está acostumado com apps de gerenciamento.

O ponto negativo fica por conta da limitação de idiomas (só inglês). Registre hábitos e tenha as informações de seu pet na palma da mão! 🦮🐈


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$90 em descontos:

Jogos

Jogo de estratégia.

Corrida aquática.

Xadrez.

Puzzles.

Aplicativos

Utilitário para golfe.

Canais digitais.

Guia do céu.


Aproveite as ofertas e tenha um excelente final de semana! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🏎️

Proteção robusta do macOS dificulta ataque que substitui apps legítimos por malware

24 July 2026 at 21:48

Os pesquisadores de segurança Talal Haj Bakry e Tommy Mysk descobriram uma vulnerabilidade no macOS a qual permite que apps confiáveis sejam substituídos por softwares maliciosos, mas o seu funcionamento é mais complexo do que parece à primeira vista.

A brecha é iniciada por arquivos de execução de aplicativos baixados pela internet, que são silenciosamente substituídos por malwares (provavelmente compactados no formato .tar). Há, porém, um grande asterisco para que o ataque seja bem sucedido, suficiente para aliviar a preocupação de muitos: ele exige que já exista um acesso prévio a esse Mac para funcionar corretamente.

A execução decorre da ausência de uma segunda verificação do Gatekeeper (sistema de defesa do macOS quanto aos arquivos de um determinado aplicativo), checando a segurança dos apps apenas durante a primeira execução. As modificações até podem condicionar a abertura de uma caixa de diálogo, mas essas permissões são solicitadas em nome do arquivo executável baixado originalmente pelo usuário, o que diminui descrenças sobre a segurança da ação.

A melhor forma de se prevenir é evitar o download de arquivos e executáveis por parte de fontes desconhecidas, inclusive nos casos em que o que foi baixado é associado a um software da sua confiança. A brecha, vale lembrar, não afeta nada baixado pela Mac App Store.

Os pesquisadores relataram o problema à Apple, que optou por encerrar o caso sem resolver a falha.

via AppleInsider

How to Hide an Update in the Mac App Store

24 July 2026 at 19:07

Jeff Johnson:

Although you can hide and unhide apps in your App Store purchase list, it turns out that hiding an app in the App Store purchase list does not hide the app in the updates list! I honestly can’t figure out the benefit of hiding an app in the App Store. The list of your purchased apps—a misnomer, as the list includes free apps—is practically unusable anyway: you can neither sort nor search the list. Maddeningly, the Mac App Store sorts your purchased apps by date of first install rather than by name, so it’s difficult even to scan the list manually to find a specific app.

[…]

You can clear the Updates list in the Mac App Store by deleting some cache files on disk, but that’s at best a momentary solution. The unwanted update will return eventually, or immediately if you use the Reload Page (⌘R) command.

A more lasting solution is, counterintuitively, to install the update. The trick is that you can keep more than one copy of a Mac App Store app on disk.

I wonder how long you can keep using the old version. You won’t be able to download it again. You can save a backup, but as some point a certificate will expire or you’ll get a new Mac and need a new receipt file. In theory, the store should be able to fetch one for you, but I wouldn’t rely on that long-term.

Previously:

Text Catalyst é um poderoso gerenciador da área de transferência para macOS

24 July 2026 at 16:21

Gerenciadores da área de transferência estão entre alguns dos apps mais abundantes para macOS. Ainda assim, de vez em quando surgem ferramentas que conseguem se destacar em meio à multidão, como o Text Catalyst, da Sense Labs.

Lançado há poucas semanas, ele faz tudo o que um bom clipboard manager precisa fazer: oferece um histórico dos últimos itens que você copiou no seu Mac, permitindo que você os cole a qualquer momento. Ele também deixa você pesquisar por itens no seu histórico (incluindo texto em imagens), além de poder ser aberto facilmente com um atalho de teclado.

Interface principal do Text Catalyst
Divulgação/Sense Labs

Os recursos, no entanto, não param por aí, com coisas bem legais como a Fila de Colagem (Paste Stack) jogando um pouquinho de tempero sobre a experiência. Com ele, você pode copiar vários itens de uma vez para depois colá-los em sequência em algum app qualquer da mesma forma como faria se estivesse colando apenas um item: usando apenas o atalho ⌘ command V.

Fila de Colagem do Text Catalyst
Divulgação/Sense Labs

O Text Catalyst, no entanto, oferece outras formas de copiar e colar itens, as quais podem substituir por completo os tradicionais ⌘ C e ⌘ V. É possível, por exemplo, configurá-lo para copiar um trecho de texto apenas ao selecioná-lo com cursor do mouse, bem como pressionar uma tecla modificadora da sua preferência duas vezes para abrir a Lista de Colagem (Paste List).

Lista de Colagem do Text Catalyst
Divulgação/Sense Labs

A interface principal do app também é bem completa e conta até mesmo com filtros que separam por aplicativo de origem os itens da sua área de transferência. Há, ainda, abas para texto simples, links, imagens, arquivos, cores, etc.

Assim como outras ferramentas do tipo, o Text Catalyst também traz um recurso de substituição de texto chamado Expansão de Texto (Text Expander). Com ele, você pode atrelar palavras, símbolos (como ⌘ e ⌥), emojis e até templates de emails a uma abreviação, que é substituída automaticamente pelo conteúdo desejado. Itens da sua Lista de Colagem também podem ser convertidos em trechos a serem inseridos no lugar de uma palavra ou sigla.

Expansão de Texto do Text Catalyst
Divulgação/Sense Labs

Programada em Swift para ser um app nativo, a ferramenta permite copiar até 48.000 itens, além de funcionar com o recurso Visualização Rápida (Quick Look) do macOS.

Sem assinaturas, o Text Catalyst sai por R$130 na Mac App Store, mas pode ser testado gratuitamente por sete dias.

Facebook ganha app para vendedores do Marketplace, verificação gratuita e mais novidades

24 July 2026 at 15:02

Você é daqueles que estão cansados de manter o Facebook instalado em seu dispositivo apenas para usar o Marketplace? Então trago boas notícias: a Meta lançou um aplicativo independente para a plataforma, em comemoração aos seus dez anos.

O Seller, como o próprio nome já indica, é indicado para usuários que vendem com frequência no Facebook Marketplace. É um entendimento de que usar o app principal da plataforma para vendas pode não ser a melhor experiência para esses vendedores.

Seller
Divulgação/Meta

Como destaques, o Seller oferece ferramentas centralizadas como criação de anúncios impulsionada por inteligência artificial, uma caixa de entrada unificada para mensagens de compradores, gestão de estoque e dados de desempenho de venda.

Seller
Divulgação/Meta

Disponível, por ora, apenas para usuários dos Estados Unidos (e com 18 anos de idade ou mais), ele sincroniza automaticamente com a conta do Facebook caso ela esteja conectada ao dispositivo.

Selo de verificação

A Meta também está lançando o Facebook Verified, um selo de verificação gratuito que ajudará usuários a comprovar a autenticidade de seus perfis em locais como os grupos, o Marketplace e o Namoro (Dating).

Selo de verificação no Facebook
Divulgação/Meta

Para garantir um selo, os usuários (que não podem ser páginas e perfis profissionais) deverão enviar um vídeo no formato de selfie, o qual a plataforma comparará com as fotos publicadas para atestar a autenticidade.

Divulgação/Meta
Divulgação/Meta

A novidade está sendo lançada gradualmente em mercados selecionados (com planos de expansão global), mas a empresa não especificou exatamente quais são eles. Ela é restrita a maiores de 18 anos.

Mais novidades

A Meta ainda anunciou que está implementando uma nova experiência imersiva em que o usuário visualiza um modo de vídeo em tela cheia assim que abre o Facebook — uma opção para quem consome muitos vídeos na plataforma.

Por fim, a empresa também destacou o recém-lançado app Forum e novos recursos da Meta AI — como a possibilidade de encontrar um date no Namoro usando IA, sugestões de preços no Marketplace e um assistente para criadores.

WhatsApp começa a liberar novo design para bolhas de mensagens no iOS

24 July 2026 at 13:15

Após um período em desenvolvimento, o WhatsApp começou a liberar um novo design para as bolhas de mensagens para testadores e alguns usuários da versão estável do seu aplicativo para iOS.

Como mostra a comparação abaixo, divulgada pelo WABetaInfo, as bolhas agora contam com cantos mais arredondados em relação à interface anterior — o que dá a elas uma aparência bem mais moderna.

Bolhas de mensagens do WhatsApp
Imagem: WABetaInfo

Outra mudança pode ser vista especialmente nas mensagens de mídia trocadas em chats individuais, que deixaram de ter uma borda em volta de seu conteúdo e apresentam exclusivamente a foto ou o vídeo em questão.

Mensagens de mídia encaminhadas ou enviadas em grupo ainda mostram uma borda exclusivamente na parte superior — com o rótulo de encaminhamento ou a identificação de quem as enviou, respectivamente.

Links enviados com pré-visualização, por sua vez, apresentam a borda apenas na parte inferior, para abrigar o indicador de envio/recebimento/leitura.

Apesar de bem simples, essa será mais uma mudança que dará uma maior modernização à interface do app — especialmente nas bolhas das mensagens, que mantêm o mesmo estilo há muito tempo.

Pastebot 3, gerenciador de área de transferência, é lançado para macOS

24 July 2026 at 13:00

A Tapbots revelou o Pastebot 3, uma nova versão do seu gerenciador de área de transferência para o macOS.

A empresa anunciou a nova versão no seu perfil do Mastodon, juntamente com um relato sobre questões pessoais que impactaram o trabalho da empresa recentemente. Ela ainda mencionou que trabalha em novidades para o Ivory e o Phoenix, seus clientes do Mastodon e do Bluesky, respectivamente.

Entre as funções presentes na nova versão, o site oficial do utilitário destaca recursos como o histórico da área de transferência, Pastebins customizados, um menu de colagem rápido para acesso instantâneo das funcionalidades do Pastebot, filtros avançados para aplicar a um determinado conteúdo copiado (antes de colar) e até mesmo a criação de stacks para copiar/colar conteúdos em lote.

Outros recursos (de maneira geral, presentes em versões anteriores) incluem o bloqueio de apps com conteúdos sensíveis (como credenciais ou senhas, impedindo que sejam capturados pelo Pastebot), sincronização com o iCloud, atalhos, uma espécie de “cola” dos seus comandos, bem como acesso à CLI e ao app Atalhos (Shortcuts) da Apple.

O Pastebot 3 ainda está em análise na Mac App Store, mas ele já pode ser baixado no site oficial da Tapbots. Ele possui um teste gratuito de 14 dias e pode ser adquirido tanto com uma licença vitalícia de US$40 (com suporte a um ano de atualizações) quanto com uma assinatura de US$3/mês ou US$25/ano.

App Store Chaos

22 July 2026 at 16:54

Kalley Huang, writing for The New York Times about apps written with the help of AI agents that are flooding the App Store:

But as with many things A.I., just because something is easy to build doesn’t mean people will use it. It is not clear if vibecoding is breathing new life into the App Store or just cluttering it.

Last year, the number of new apps released in the App Store grew 30 percent to about 600,000, according to estimates by Sensor Tower, an app analytics firm. In the first half of this year, new apps doubled to about 560,000.

Now, Sensor Tower metrics should always be taken with a grain of salt. They don’t have direct access to Apple’s sales data, so they’re extrapolating from incomplete data that they collect themselves. That said, I think it’s fair to take their numbers as broadly representative of sales trends over time, and the story they tell, as reported by Huang, is interesting.

Based on Sensor Tower’s numbers, the total number of App Store releases peaked in 2016 at 890,000, hit a low of 420,000 in 2022, and this year, is on pace to pass 2016’s peak by a healthy margin. But app releases don’t equate to downloads, let alone sales. According to Huang’s reporting, downloads increased 3% in 2025 and 2% in the first half of 2026, far lower than the growth of new releases.

All of this tracks closely with what we’ve seen at MacStories. One subtle trend I’d add is that whereas for years most developers contacted us before they released an app, a lot of new developers are doing so after their apps are on the App Store. I suspect what I’m seeing is a new generation of developers learning the hard discoverability lessons of the App Store for the first time because when I check out these apps, they rarely have any App Store reviews.

The upshot of all these statistics and trends is App Store chaos of a magnitude that we haven’t seen in a long time. It’s a little like the App Store gold rush of the early days, but without the gold. Discoverability has gone from bad to worse, and the supply of apps is off the charts compared to the demand. With download numbers barely creeping up, the flood of new apps is making selling on the App Store harder for everyone.

Yet, it’s exactly this sort of chaotic disruption that leads to exciting new apps. And, it’s tools like Codex and Claude Code that empower and democratize app development, allowing people who would never have built an app to see their ideas become a reality. Those are things I love to see.

There’s no doubt that the App Store is out of whack thanks to agent-assisted coding, but like any market it will find its equilibrium again. In the meantime, it’s never been a better time to be a fan of apps because while a lot of those record numbers are comprised of mediocre apps, there are hidden gems, and we’re on the hunt for them.

Apple purges AI ‘nudify’ apps from App Store after San Francisco demands crackdown on non-consensual deepfakes

20 July 2026 at 22:00

'nudify' apps

Apple has begun removing AI-powered “nudify” apps from its App Store after San Francisco City Attorney David Chiu issued cease-and-desist letters to both Apple and Google, accusing the platforms of facilitating harmful non-consensual intimate imagery.

The letters targeted approximately 13 face-swapping and image-altering apps that use artificial intelligence to digitally remove clothing from photos, creating fake nude or explicit images without the subject’s consent. Chiu argued that the apps violate consumer-protection laws and enable the spread of deepfake pornography, often targeting women and minors.

In response, Apple in a statement reiterated its longstanding policy prohibiting apps that generate or promote explicit non-consensual content. “Nudification apps are against our App Review Guidelines and we have proactively rejected many of these apps and removed many others,” the company said. It confirmed the removal of three apps identified in the letter, the termination of their developers’ accounts, and ongoing outreach to four additional developers who must address violations or face removal.

This action follows earlier reports highlighting the persistence of such apps despite Apple’s rules. In 2024 and earlier in 2026, investigations revealed that “nudify” tools continued to appear or be advertised in the App Store, prompting criticism over enforcement gaps. Apple has since taken down batches of violating apps after external reports and user flags.

The San Francisco order gives Apple and Google 28 days to respond and fully address the issue, with potential civil penalties for non-compliance. Advocates have praised the move as a step toward curbing AI-enabled abuse, while noting that similar tools can still proliferate on the open web or through sideloaded software.

Apple’s latest enforcement underscores growing pressure on tech platforms to prevent their stores from becoming distribution channels for tools that weaponize AI against privacy and consent.
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MacDailyNews Take: Users are encouraged to report suspected violating apps directly through the App Store via Apple’s “Report a Problem” page: https://reportaproblem.apple.com


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