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Capa de policarbonato do iPhone Duo se mantém presa com adesivos

19 October 2026 at 15:30

O iPhone Duo ainda não chegou ao mercado, mas seus acessórios oficiais já começaram a ser entregues a consumidores — algo que possibilitou uma revelação bastante importante a respeito da capa de policarbonato da Apple.

Vendida por R$830 no Brasil (ou US$80 nos Estados Unidos), ela se mantém presa ao dobrável da Maçã com a ajuda de adesivos — detalhe que não é mencionado em nenhuma parte da sua página de venda na Apple Store Online.

both sides too pic.twitter.com/t9aWxm8B8A

— Parker Ortolani (@ParkerOrtolani) October 16, 2026

Embora não seja um conceito exatamente novo entre dobráveis, esse detalhe pode interessar quem tem o costume de remover a capa de proteção com frequência ou gosta de alternar entre modelos de acessórios de vez em quando, uma vez que os adesivos provavelmente perderão sua força caso sejam descolados repetidas vezes.

La funda oficial para el iPhone Duo se pone con adhesivo, tomar nota al adquirir estas fundas, porque solo podras ponerlas una vez, despues ya no servirá el pegamento. #iphoneDuo pic.twitter.com/kehNyWmLOI

— Ing. Jeffrey Umanzor 𝕏 (@jeff_umanzor) October 17, 2026

Essa abordagem difere da solução adotada para a capa Folio com suporte, que se prende ao iPhone Duo por meio de ímãs. Ela, no entanto, é consideravelmente mais cara, saindo por R$1.300 no Brasil (ou US$130 nos EUA).

Embora cases com adesivos, como dito, não sejam incomuns no mundo dos dobráveis, essa revelação desagradou alguns compradores do iPhone Duo, tendo até mesmo motivado cancelamentos/devoluções.

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

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Proteção robusta do macOS dificulta ataque que substitui apps legítimos por malware

24 July 2026 at 21:48

Os pesquisadores de segurança Talal Haj Bakry e Tommy Mysk descobriram uma vulnerabilidade no macOS a qual permite que apps confiáveis sejam substituídos por softwares maliciosos, mas o seu funcionamento é mais complexo do que parece à primeira vista.

A brecha é iniciada por arquivos de execução de aplicativos baixados pela internet, que são silenciosamente substituídos por malwares (provavelmente compactados no formato .tar). Há, porém, um grande asterisco para que o ataque seja bem sucedido, suficiente para aliviar a preocupação de muitos: ele exige que já exista um acesso prévio a esse Mac para funcionar corretamente.

A execução decorre da ausência de uma segunda verificação do Gatekeeper (sistema de defesa do macOS quanto aos arquivos de um determinado aplicativo), checando a segurança dos apps apenas durante a primeira execução. As modificações até podem condicionar a abertura de uma caixa de diálogo, mas essas permissões são solicitadas em nome do arquivo executável baixado originalmente pelo usuário, o que diminui descrenças sobre a segurança da ação.

A melhor forma de se prevenir é evitar o download de arquivos e executáveis por parte de fontes desconhecidas, inclusive nos casos em que o que foi baixado é associado a um software da sua confiança. A brecha, vale lembrar, não afeta nada baixado pela Mac App Store.

Os pesquisadores relataram o problema à Apple, que optou por encerrar o caso sem resolver a falha.

via AppleInsider

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