Descubren que el plomo se trabajaba en la Península Ibérica durante la Edad del Bronce 1800 años antes de que llegaran los fenicios





Após mais de um ano do início dos testes, o WhatsApp enfim anunciou a inclusão dos seus recursos de chamada em áudio e vídeo para a versão web do mensageiro, permitindo a transferência das ligações entre diferentes dispositivos.
A adição desses recursos na versão web dispensa a obrigatoriedade da instalação do app para macOS caso você queira atender a uma ligação fora do iPhone, funcionando nas conversas em grupo e individuais.
WhatsApp announces new calling features including web calls!
— WABetaInfo (@WABetaInfo) July 28, 2026
WhatsApp is rolling out web calling, call transfers, a waiting room, QuickHD video, and noise suppression for calls.https://t.co/CPOW8a76bZ pic.twitter.com/aSWHR5GJ5F
As chamadas na versão web são compatíveis com o compartilhamento de tela, reações durante chamadas, histórico de ligações, favoritos e a criptografia de ponta a ponta. Já o recurso de transferência de chamada permite mover uma ligação em andamento entre diferentes dispositivos sem interromper a conversa.
O WhatsApp também introduziu uma sala de espera para chamadas em grupo iniciadas por meio de um link, permitindo que quem organizou a chamada aprove quem ingressará na ligação.
Já em termos de qualidade da chamada, o WhatsApp destacou a inclusão do QuickHD, recurso destinado a alta definição de vídeo logo nos primeiros segundos de uma chamada, enquanto a supressão de ruído reduz qualquer som ambiente que não seja a voz do usuário, que ganha destaque mesmo em espaços barulhentos. A supressão de ruído pode ser desativada a qualquer momento, embora ambos os recursos funcionem de maneira automática, sem configuração inicial.
Segundo a Meta, a implementação da novidade ocorrerá de maneira gradual, estando disponível “em breve” para toda a base instalada do WhatsApp.
Para os administradores de canais, o WhatsApp começou a liberar a contagem privada de visualizações na beta do seu app para iOS e Android.
De acordo com o WABetaInfo, a informação é exibida no próprio balão de mensagem, e é restrita ao administrador do canal.
WhatsApp is rolling out private view counts for channel admins!
— WABetaInfo (@WABetaInfo) July 26, 2026
WhatsApp is introducing a new feature on iOS and Android that lets channel admins see how many people viewed their updates.https://t.co/8H1gpYYCiz pic.twitter.com/yKe7RAhA6f
Restrito à versão beta no momento, o recurso deverá chegar em breve para os usuários de forma geral.


Um dos jogos mais cultuados de todos os tempos, The Legend of Zelda: Ocarina of Time — lançado originalmente em 1998 para o console Nintendo 64 —, agora pode ser jogado nativamente em iPhones e iPads.
Essa opção se tornou uma realidade graças ao projeto de código aberto HarkinianPad, do desenvolvedor Karis [@chrissotraidis]. Criado com a ajuda do Codex 5.6 Sol, ele é baseado em outro projeto que ganhou certa notoriedade há alguns anos: Ship of Harkinian — versão decompilada de Ocarina of Time capaz de rodar em dispositivos com macOS, Windows, Linux e Android — bem como os consoles Nintendo Switch e Nintendo Wii U.
Ocarina of Time, running natively on iOS and iPadOS for the first time.
— Kahris (@chrissotraidis) July 27, 2026
Not an emulator. Ship of Harkinian has run on Windows, Linux, macOS, Switch, Wii U, and Android. Never iOS. Now it runs on iPad, with iPhone in the build too.
The game was decompiled to C and rebuilt as a… pic.twitter.com/7J62JwGRHq
Segundo Karis, o jogo foi decompilado para a linguagem de programação C e, então, reconstruído como uma aplicação ARM64 (a arquitetura dos processadores da Apple) nativa. Ele também garante que nenhum elemento do hardware do Nintendo 64 é simulado pelo seu projeto, que renderiza o game via Metal — framework proprietário da Maçã.
Por se tratar de uma versão nativa, é possível colocar Ocarina of Time para rodar em widescreen, na resolução completa do iPhone/iPad e a 60 quadros por segundo. Para efeito de comparação, o console da Nintendo roda o game a 240p e com uma taxa de quadros de aproximadamente 20qps.
Configurar tudo no seu smartphone ou tablet, no entanto, não é exatamente simples, já que, para rodar, o HarkinianPad precisa, primeiro, ser assinado por uma Conta Apple ou por um time de desenvolvimento. A página do projeto no GitHub, no entanto, oferece um passo a passo (em inglês) bem completo com várias opções de instalação.
Você também vai precisar extrair a ROM 1Read-only memory, ou memória somente de leitura. de uma edição física do jogo para rodá-lo no seu dispositivo, já que o projeto não vem com uma cópia por questões legais.
Uma vez que tudo for configurado, no entanto, é possível aproveitar Ocarina of Time em sua completude, embora seja possível que você esbarre em alguns problemas de áudio dependendo do dispositivo escolhido. O HarkinianPad também conta com suporte a controles de videogame, teclados e mouses — além dos controles adaptados para a tela sensível ao toque.
Boa jogatina! 🎮
via Wccftech


E vamos deixando o nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Mac e Apple Watch — cada vez mais nos trinques! 😉
Acaba de sair a versão 5.1 dele, e agora é possível dar um “Peek” nos artigos diretamente pela tela inicial de posts: basta tocar e segurar sobre um deles para ter uma prévia rápida do conteúdo, sem precisar abri-lo por completo.
Também chegou o suporte a deep links: a partir de agora, ao tocar em qualquer link do MacMagazine — seja recebido por mensagem, encontrado em outro app ou mesmo em uma busca —, você é automaticamente levado para o post correspondente dentro do nosso app.
A tela de posts ganhou ainda dois novos ajustes de personalização: um para sempre lembrar o filtro selecionado e outro para exibir sempre os títulos completos dos posts na lista principal, sem cortes.
Além disso, esta versão traz correções de bugs e refinamentos na interface, bem como mais aprimoramentos gerais em acessibilidade.
Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.
A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉


Com a reintrodução do recurso de troca de mensagens privadas no YouTube, ficou fácil compartilhar os seus vídeos prediletos com amigos ou familiares.
Se já estiver usando essa função, saiba que é possível também cancelar o envio de uma mensagem compartilhada dessa maneira.
Veja como fazer facilmente isso no seu iPhone ou iPad! 💬
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Comece abrindo o app do YouTube no seu dispositivo. Selecione o botão de mensagens (na parte superior direita) e entre na conversa onde a mensagem está localizada.
Mantenha o dedo pressionado por alguns segundos em cima da mensagem, toque em “Cancelar envio” e novamente em “Cancelar envio” para confirmar a ação.

O YouTube informa que, ao cancelar o envio de uma mensagem, ela não aparecerá mais para as pessoas na conversa.
Além disso, é importante lembrar que a pessoa para quem você enviou a mensagem já pode tê-la visualizado e saber que foi apagada.


Abrindo a última semana de julho com a nossa seleção de promoções na App Store, para esta segunda-feira!
O destaque do dia é o jogo Klocki, do desenvolvedor Maciej Targoni — o mesmo criador do sucesso HOOK.
Sua meta é conectar, de forma uniforme, diferentes tipos de linhas em diversas fases, bastando tocar em um bloco e depois no outro para movê-los. A coisa parece simples nas primeiras fases, mas, quando as figuras se tornam 3D, tudo fica bem mais desafiador!
Confira um vídeo:
Não há tempo, não há limite. O objetivo é relaxar e completar cada uma das fases. A trilha sonora fica por conta de Wojciech Wasiak.
Não perca mais tempo, aproveite esse desconto agora!
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$130 em descontos:
Jogo de corrida.
Jogo da franquia LEGO.
Jogo de estratégia.
Escaneie e defina as palavras.
Utilitário para metadados.
Utilitário para sua biblioteca musical.
Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🦖


Uma das coisas mais chatas ao usar lançadores de apps no iOS é o redirecionamento que acontece antes de um software ser aberto na maioria deles — o que faz com que o usuário veja brevemente o launcher aparecer na tela antes do app que quer verdadeiramente usar.
De acordo com o MacStories, o app Lock Launcher, um dos mais populares do gênero para iOS, resolveu esse problema. Agora, ao tocar no ícone de um app por ele, a abertura do software é direta — bem, pelo menos visivelmente não é possível ver o lançador intermediando o processo.
Outra novidade muito bacana que chegou ao software recentemente foi o suporte aos aos widgets do tamanho extra grande — o que permite ao app ocupar uma página na Tela de Início do iOS quase que por completo, tal como a grade de apps nativa.

Embora (como o seu próprio nome já indica) o app tenha sido desenvolvido com o foco principal em abrir apps direto da Tela Bloqueada, colocá-lo como um widget na Tela de Início é uma opção bem interessante para quem quer uma experiência ainda mais personalizada.
O Lock Launcher pode ser baixado gratuitamente na App Store, mas para usá-lo por completo é necessário aderir ao plano Pro, que pode ser adquirido por uma compra única de R$60, bem como assinado por R$8/mês ou R$40/ano.


O aplicativo Atalhos (Shortcuts) facilita a vida de muita gente que usa iPhones, iPads e Macs diariamente. Com ele, você pode realizar ações e automatizar tarefas com múltiplos passos, bastando apenas um toque ou o uso da Siri.
Caso queira, é possível renomear um atalho que tenha sido criado anteriormente usando esse app — seja para refletir o seu propósito ou para facilitar a busca quando precisar usá-lo.
Veja como fazer isso nos seus dispositivos! 😃
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Com o app aberto, toque/clique na aba “Biblioteca” ou “Todos os atalhos”. Mantenha o dedo pressionado em cima do atalho desejado ou clique com o botão direito do mouse. Depois, vá até “Renomear” e digite o novo nome.

Opcionalmente, selecione os três pontinhos ou dê dois cliques em cima do atalho, vá até o nome do atalho e renomeie-o.


Conheça o Xiaomi 18, com sua série global e inovações em câmeras Leica, tecnologia Snapdragon e displays laterais.
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“Fim do monopólio da Apple.” “iPhone liberado no Brasil.” “Mudança histórica.” As manchetes das últimas semanas não economizaram no tamanho. Do outro lado, o que o usuário recebeu de fato foi uma opção nova e discreta nos Ajustes do iPhone — e, se você não for atrás dela, sua vida com o aparelho seguirá exatamente igual. Aposto que vai seguir…
Recapitulando rapidamente: em 18 de junho, com o iOS 26.5, a Apple oficializou a abertura do iOS no Brasil, cumprindo o acordo assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025 — desfecho de uma investigação que começou lá em 2022, com uma denúncia do Mercado Livre. Lojas alternativas de apps agora são permitidas — a AltStore PAL chegou no mesmo dia —, desenvolvedores podem usar meios de pagamento próprios e incluir links para compras fora do app. O acordo vale por três anos, sob supervisão do Cade, com multas de até R$150 milhões se a Apple descumprir. Nós mostramos como tudo funciona em um vídeo.
Até aqui, a notícia. Agora, a leitura que ninguém fez direito. Passei mais de 20 anos construindo aplicativos que viveram sob as regras da App Store (apps de banco, varejo, montadora, etc.) e, quando li os termos do acordo com olhos de gerente de produto, a conclusão foi rápida: a Apple não abriu a porta. Ela redesenhou o funil.
O detalhe que as manchetes de “fim do monopólio” esquecem de contar: a Apple criou uma estrutura de taxas em que ela recebe em praticamente qualquer caminho que o desenvolvedor escolher. Vale comparar os cenários:
| Onde o app vive e como cobra | Como cobra | Quanto a Apple leva |
|---|---|---|
| App Store | Pagamento pelo sistema da Apple | De 10% a 21% + 5% de processamento |
| App Store | Pagamento por sistema próprio dentro do app | De 10% a 21% |
| App Store | Link para compra externa | 15% (10% para quem se qualifica) |
| Loja alternativa | Pagamento próprio | 5% sobre bens digitais |
Olhe a última linha com calma. Um app que sair da App Store, for distribuído por uma loja concorrente e processar o pagamento por conta própria (ou seja, um cenário em que nenhuma infraestrutura de venda da Apple aparece) ainda deve 5% de cada transação de bens digitais para a Apple. É a chamada “comissão de tecnologia essencial”, e ela viaja junto com o app para onde ele for.
Agora, pense com a cabeça de um desenvolvedor. Os apps gratuitos (WhatsApp, Nubank, iFood e a imensa maioria dos que você usa) não pagam nada de comissão hoje. Se migrarem para uma loja alternativa, passam a pagar 5% sobre qualquer venda digital que façam. Migrar significa criar um custo que não existia. E são justamente esses apps gigantes que dariam tração a uma loja concorrente. Ou seja: o desenho das taxas torna a mudança irracional exatamente para quem faria a diferença. Isso não é acaso; é arquitetura de incentivos, e das bem-feitas.
Tem mais um filtro, ainda menos comentado. Para operar uma loja alternativa no Brasil, a empresa precisa apresentar uma carta de crédito de US$1 milhão emitida por uma instituição financeira com nota BBB ou superior — ou, alternativamente, ter dois anos contínuos no programa de desenvolvedores da Apple com mais de 1 milhão de instalações anuais no mundo. Na prática, isso deixa de fora todo mundo, menos gigantes bem capitalizadas: a Epic Games (que já prometeu trazer sua loja “nos próximos meses”), talvez o próprio Mercado Livre (que, ironicamente, foi quem começou essa briga) e pouquíssimos outros.
Sem várias lojas competindo de verdade, não há pressão de preço. E sem pressão de preço, o usuário não tem motivo para mudar de comportamento. O ciclo se fecha sozinho.
Nada disso é especulação minha; é o roteiro que a União Europeia vem rodando desde março de 2024, quando a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), obrigou a Apple a uma abertura muito parecida — e que serviu de modelo para o acordo brasileiro. Dois anos depois, o balanço europeu é magro: as lojas alternativas seguem como nicho, a Setapp Mobile (da MacPaw, empresa séria, com catálogo bom) fechou as portas em fevereiro citando “a complexidade excessiva dos termos comerciais da Apple” e a Comissão Europeia precisou multar a Apple em 500€ milhões por continuar dificultando que desenvolvedores direcionassem usuários para compras mais baratas. A Apple recorre da multa até hoje.
O Cade, vale dizer, aprendeu algo com isso: o acordo brasileiro exige que os avisos da Apple sobre lojas e pagamentos de terceiros sejam “neutros e objetivos”, sem telas de fricção empurrando o usuário de volta para o caminho de Cupertino. É um detalhe regulatório esperto. Mas o incentivo econômico de fundo (a taxa que persegue o desenvolvedor aonde quer que ele vá) é o mesmo da Europa. E foi ele que esvaziou a festa por lá.
Para ser justo, nem tudo é fumaça. Duas frentes me parecem promissoras — e nenhuma delas envolve você trocar de loja.
A primeira são as assinaturas. Um serviço que lhe leva para pagar no site, na faixa de 10% a 15% de comissão em vez dos até 26% de antes, tem margem real para repassar desconto — se quiser.
A segunda é o pagamento dentro do próprio app: agora, nada impede um jogo ou serviço de oferecer checkout com Pix, com taxas de processamento muito menores que as do cartão internacional embutido no sistema da Apple.
Repare, porém, no que essas duas frentes têm em comum: dependem de o desenvolvedor escolher repassar a economia. A Apple, aliás, avisou que não cuida de reembolso nem de gestão de assinatura de nada comprado fora do sistema dela — mais um empurrãozinho para que tudo fique como está.
No fim das contas, o acordo com o Cade é real, tem dentes (R$150 milhões deles) e coloca o Brasil num clube seleto — só União Europeia, Japão e Coreia do Sul forçaram abertura parecida. Como precedente regulatório, é enorme. Como mudança no seu dia a dia, é quase nada: o botão novo nos Ajustes vai continuar intocado na imensa maioria dos iPhones brasileiros, os apps vão continuar vindo da App Store e os preços vão continuar os mesmos.
A Apple declarou que, com as novas regras, desenvolvedores pagarão “o mesmo ou menos” do que antes. Curiosamente, é a frase mais honesta de toda essa história — porque o objetivo do desenho inteiro é exatamente esse: que tudo mude o suficiente para satisfazer o regulador, e pouco o bastante para não mudar nada.


Conheça o Mijia 5C, novo limpador de chão da Xiaomi com sucção forte, anti-embaraço triplo e secagem a 60°C para higiene garantida.
O post Xiaomi lança Mijia Wireless Floor Cleaner 5C com sucção potente e secagem a quente apareceu primeiro em Blog do Edivaldo - Informações e Notícias sobre Linux.
Semanalmente, nosso moderador Marcelo Melo seleciona cinco tópicos que estão em discussão no MM Fórum para serem destacados por aqui.
Os tópicos são escolhidos de acordo com o nosso bom senso, considerando o número de respostas, a atualidade do assunto e/ou a utilidade para o público em geral.
Vamos aos links desta semana:
| Tópico | Autor | Respostas |
|---|---|---|
| Substituição iPhone | jotagsp | 6 |
| Conectar Netflix no app TV (Apple TV) | MatheusCamargo | 4 |
| Dropbox não abre – Pasta não encontrada | Pico | 2 |
| Qual contratar AppleCare+ ou AppleCare One? | Isaque Bento | 1 |
| Diferença de uso entre iPads | Gio217 | 1 |
Boas discussões e bons debates, pessoal! 😉


Se você pretende desenvolver aplicativos para as plataformas mobile iOS e Android, conheça e veja como instalar o Ionic Framework no CentOS e comece a criar seus apps.
Leia o restante do texto "Como instalar o Ionic Framework no CentOS e começar a usá-lo"
O post Como instalar o Ionic Framework no CentOS e começar a usá-lo apareceu primeiro em Blog do Edivaldo - Informações e Notícias sobre Linux.
Nesta sexta-feira, confira e aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!
O Pawell é um aplicativo voltado ao bem-estar e à rotina de pets, oferecendo uma experiência simples e acessível para tutores que querem organizar cuidados diários.
A proposta do nosso destaque do dia é reunir, em um só lugar, informações como alimentação, passeios, vacinas e consultas veterinárias, criando uma espécie de agenda personalizada para cada animal, em uma interface limpa e intuitiva — que facilita o uso mesmo para quem não está acostumado com apps de gerenciamento.
O ponto negativo fica por conta da limitação de idiomas (só inglês). Registre hábitos e tenha as informações de seu pet na palma da mão! 🦮🐈
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$90 em descontos:
Jogo de estratégia.
Corrida aquática.
Xadrez.
Puzzles.
Utilitário para golfe.
Canais digitais.
Guia do céu.
Aproveite as ofertas e tenha um excelente final de semana! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🏎️


The Last Person on Earth will bring a different kind of dating experiment to Apple TV, pairing people who appear fundamentally incompatible before sending them to some of the world most romantic and isolated destinations.
Apple announced the eight-episode documentary series with Esther Perel, the bestselling author, psychotherapist and relationship expert known for examining desire, intimacy, infidelity and the tensions inside modern partnerships.
Perel will work with a team of matchmakers and therapists to create pairings that challenge the usual assumptions surrounding compatibility. Rather than finding contestants who share the same interests, routines and preferences, the series will deliberately bring together people who may initially see each other as the last person they would ever choose.
The central question is whether attraction can develop when familiar dating checklists are removed. Apple describes the series as an exploration of whether an unexpected partner can become the person someone ultimately cannot imagine living without.
No premiere date, contestant list or filming locations have been announced.

The Last Person on Earth enters a crowded dating television market with a premise that rejects one of the most common promises made by matchmaking services: that compatibility can be predicted through similarity.
Dating apps routinely organize potential relationships through age, location, interests, lifestyle preferences, political beliefs and other personal filters. The process can help users avoid obvious conflicts, but it can also create increasingly narrow definitions of who deserves consideration.
Perel has frequently argued that desire does not always emerge from familiarity. Attraction can depend on difference, curiosity and the discovery of qualities that were not included on a checklist.
The Apple TV series turns that idea into a structured experiment. Participants will meet someone who appears to contradict their expectations before traveling together to a remote setting where ordinary distractions and familiar support systems may be limited.
That environment creates immediate dramatic possibilities. A beautiful destination can make a first connection feel unusually intense, but isolation can also expose differences that would remain hidden during short dates in familiar surroundings.
The presence of therapists and matchmakers suggests that the series will examine those reactions rather than presenting every disagreement as entertainment. Perel can help participants distinguish between genuine incompatibility, defensive habits and discomfort created by encountering someone outside their usual pattern.
The experiment does not promise that every opposite pairing will succeed. Difference can produce curiosity, but it can also reveal conflicts involving values, communication, life goals or emotional availability.
The more revealing outcome may be whether participants leave with a broader understanding of attraction, even when the relationship itself does not continue.
Perel gives the series a more analytical foundation than the competition-driven structure used by many dating programs.
Her books Mating in Captivity and The State of Affairs examine the contradictions surrounding commitment, desire and personal freedom. She also hosts the podcasts Where Should We Begin? and How Work, presenting conversations that explore relationships without reducing complicated behavior to simple villains and heroes.
That background may help The Last Person on Earth avoid familiar reality television shortcuts. Dating shows often depend on rapid attraction, artificial scarcity and public rejection. Contestants compete for one person, choose partners through brief impressions or make long-term commitments before they have experienced ordinary life together.
The new series begins with a different source of tension. Participants are not being told that a seemingly perfect match has been selected. They are being asked to question why someone who appears wrong may deserve a closer look.
Perel describes the project as an invitation to move beyond what feels familiar or safe. Her involvement also raises expectations that the series will explore how participants construct their preferences.
A person may insist on dating only someone with a certain career, personality or social style without understanding where that requirement originated. Some preferences protect legitimate needs. Others may repeat an old relationship pattern or prevent vulnerability by eliminating anyone capable of creating uncertainty.
The matchmakers and therapists can examine those distinctions before, during and after the trip. Their role could become particularly valuable when participants confuse immediate comfort with long-term suitability or mistake tension for romantic chemistry.
Apple has not explained how long each pairing will remain together, whether several couples will appear in each episode or how the experiment will determine its final outcomes.

Sending couples to romantic and remote destinations adds more than scenery.
Modern dating frequently develops through phones, messaging, social media profiles and quick meetings fitted around work schedules. Participants may arrive with established habits for checking other options, retreating into digital distractions or ending contact before uncertainty has time to become meaningful.
A remote journey removes part of that structure. Two people must spend sustained time together, make decisions and respond to unfamiliar situations without immediately returning to separate routines.
Travel can accelerate intimacy because it creates shared memories and reveals behavior under pressure. Delays, unfamiliar environments, fatigue and practical disagreements may show more than a polished restaurant conversation.
The destinations may also create a misleading sense of closeness. A relationship formed in an exceptional setting still needs to survive ordinary responsibilities, geography, work and family expectations after the trip ends.
The documentary format gives Apple an opportunity to follow that transition rather than ending with a dramatic choice at the destination. Whether the series continues documenting the couples after they return home has not been disclosed.
The title adds another layer to the concept. The “last person” can mean the least expected match, but it also reflects the anxiety surrounding modern dating. A growing number of people describe exhaustion with apps, repeated disappointment and the feeling that suitable partners are disappearing.
Apple links the experiment to rising social isolation and polarization. People increasingly sort themselves into cultural, political and lifestyle groups, while digital systems learn to reinforce existing preferences.
A relationship series built around difference can test whether those divisions remain as rigid when two people encounter each other as individuals rather than profiles representing opposing categories.
The eight-episode order gives the production enough space to develop several pairings without extending the experiment indefinitely. Its success will depend on whether the participants receive room to behave naturally or are pushed toward the exaggerated conflict expected from conventional dating television.
Perel provides the series with a promising tension: lasting relationships require genuine compatibility, yet attraction can disappear when every element feels predictable. The challenge is not proving that opposites always belong together. It is discovering which differences create possibility and which ones should remain deal-breakers.
The post The Last Person on Earth Reinvents Dating Shows appeared first on AppleMagazine.
This to me is proof that Apple leadership is suffering from cognitive dissonance over their slide into advertising. They’re conflating cause and effect. The Apple brand stands for high-quality superior user experiences because the devices and software Apple makes traditionally deliver high-quality superior user experiences. The work Apple ships is what makes the brand what it is. But now they’re stricken with the mindset that it’s the Apple brand that makes something a high-quality superior experience.
[…]
If you refuse to admit that the ads make these services worse, you also can’t admit that there’s a reason to offer an ad-free experience. So the thinking is something like “Apple always focuses on the user experience, and never deliberately makes the user experience worse. Therefore, if an Apple service shows ads, those ads are high quality and don’t detract from the quality of the product or the experience of using it. Therefore, there’s no reason to offer users a paid ad-free tier, because there’s no reason to want to avoid Apple’s ads.”
What a brand stands for can change over time. It’s eventually determined by the products, not the mantras.
Manton Reece (2010):
I feel bad admitting it, because some of my friends are betting on iAd revenue to feed their family, but I’m just not on board with Apple running an advertising network. I don’t want to see ads in my apps, and I don’t want Apple to ever lose even a little of what it means to be a product-driven company.
Previously:
Update (2026-07-28): John Gruber (Mastodon):
The whole thing is funny because at a fundamental level we all just know in our bones that Apple never even considered putting “Intel Inside” stickers on Macs.
[…]
Apple still treats its hardware with that level of respect. With reverence. iPhones don’t even say “iPhone” on the hardware. No model or serial numbers. No small print. Just an Apple logo on the back.
[…]
Putting themselves in customers’ shoes today, how many ads do Apple’s executives want stuck in the results when they search for an app in the App Store? We know the honest answer. But the answer evidenced by the actual App Store is “Two really big ones, including one in the first spot.”
At least you could peel off the stickers.
While Apple can spin adding ads to Apple Maps as a revolutionary new way for businesses to be discovered, it’s telling that its initial announcement was hidden inside a press release about an entirely different product, and introduced as “Enhanced Discoverability in Apple Maps.” Those choices show that this isn’t something Apple is actually proud of—and that the people in charge of communicating and explaining Apple’s decisions to the world are at odds with those who are making the decisions about expanding revenue.
[…]
To this day, you’re confronted with an ad for Creator Studio every time you create a new document in those apps, and their default toolbars contain buttons that won’t work unless you subscribe to the bundle. As a result, Apple has essentially turned its free productivity suite—software that was designed to enhance the inherent value of Apple’s products—into a freemium package with upsell to a creative professional subscription bundle that’s irrelevant (and a terrible value!) for most of its existing users.
[…]
There are many more examples. Using notifications to promote subscriptions and badging the Settings app to push AppleCare plans are among the ways Apple has chosen to intervene in the user experience to drive revenue. I’m actually not opposed to the idea that Apple should communicate opportunities for its customers to get more out of their devices—but it should be careful not to cross the line into actively annoying those customers. If someone doesn’t want to see what you offer, you need to accept that and go away—not keep needling them. Apple often falls on the wrong side of that line.
[…]
It makes me wonder if the people making these decisions at Apple have lost track of the Apple brand and what it stands for.
What Snell’s column makes clear is that the incremental revenue Apple is gaining from putting shitty ads in its software comes at a price. They’re withdrawals from Apple’s brand equity. And I would argue that the value they’re detracting from the brand far out-values the dollar amount they’d padding to Apple’s bottom line.
[…]
If your competitors’ stores all smell like dogshit, don’t aim to have the store that smells the least like shit. Aim to have a store that smells pristine. “Our stores only carry a vague whiff of dogshit” is not insanely great.
Hotelling’s Law, like I was saying.
This is not an “update”. This is an advertisement.
Update (2026-07-29): John Gruber:
The people haven’t changed, but Apple has. Strong leaders inevitably shape the personality — the spirit — of organizations over time. Apple in 2011 was peak Steve Jobs Apple. Apple in 2026 is peak Tim Cook Apple. But it was Cook who popularized the “you’re not the customer, you’re the product” argument against “free with ads” online services. But that was in 2014.
“Slippery slope” is a perfect term. But I wanted to add something here. In my experience, in the realm of UI, there is no middle notch. I’ve seen it time and time again… the moment you open the door to One, Infinity starts exerting its pull[…]
Previously:
Update (2026-08-03): Jon Snader:
I HATE, HATE, HATE having ads pop up when I’m trying to do something else. It’s bad enough on Web sites where at least they have the excuse of having to make money some how but it rises to intolerable when they put them up on a device I’ve already paid for.
The annoyance is reason enough to dislike Apple’s ads but for me the worst thing is that they’re corrupting and inevitably lead to the user being replaced by the advertiser as the customer.
Update (2026-08-05): John Gruber:
Only search engines that agree to pay Apple for the traffic are in the list, and there’s no option for users to add custom ones.
It says a lot about modern Apple that I can’t find an unsubscribe link in this marketing email.
Apple News ads have been going down the toilet for years, but it didn’t used to be literal.