Un virus gigante descubierto en un pantano de Japón tiene cientos de genes que no se parecen a nada conocido. Su extraña forma de invadir células podría esconder una pista sobre cómo surgió la vida compleja en la Tierra




A caminho de Marte, as sondas gémeas da missão ESCAPADE fizeram da Terra e da Lua protagonistas de uma “foto de família cósmica”, com uma perspetiva um pouco diferente do habitual.
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“Fim do monopólio da Apple.” “iPhone liberado no Brasil.” “Mudança histórica.” As manchetes das últimas semanas não economizaram no tamanho. Do outro lado, o que o usuário recebeu de fato foi uma opção nova e discreta nos Ajustes do iPhone — e, se você não for atrás dela, sua vida com o aparelho seguirá exatamente igual. Aposto que vai seguir…
Recapitulando rapidamente: em 18 de junho, com o iOS 26.5, a Apple oficializou a abertura do iOS no Brasil, cumprindo o acordo assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025 — desfecho de uma investigação que começou lá em 2022, com uma denúncia do Mercado Livre. Lojas alternativas de apps agora são permitidas — a AltStore PAL chegou no mesmo dia —, desenvolvedores podem usar meios de pagamento próprios e incluir links para compras fora do app. O acordo vale por três anos, sob supervisão do Cade, com multas de até R$150 milhões se a Apple descumprir. Nós mostramos como tudo funciona em um vídeo.
Até aqui, a notícia. Agora, a leitura que ninguém fez direito. Passei mais de 20 anos construindo aplicativos que viveram sob as regras da App Store (apps de banco, varejo, montadora, etc.) e, quando li os termos do acordo com olhos de gerente de produto, a conclusão foi rápida: a Apple não abriu a porta. Ela redesenhou o funil.
O detalhe que as manchetes de “fim do monopólio” esquecem de contar: a Apple criou uma estrutura de taxas em que ela recebe em praticamente qualquer caminho que o desenvolvedor escolher. Vale comparar os cenários:
| Onde o app vive e como cobra | Como cobra | Quanto a Apple leva |
|---|---|---|
| App Store | Pagamento pelo sistema da Apple | De 10% a 21% + 5% de processamento |
| App Store | Pagamento por sistema próprio dentro do app | De 10% a 21% |
| App Store | Link para compra externa | 15% (10% para quem se qualifica) |
| Loja alternativa | Pagamento próprio | 5% sobre bens digitais |
Olhe a última linha com calma. Um app que sair da App Store, for distribuído por uma loja concorrente e processar o pagamento por conta própria (ou seja, um cenário em que nenhuma infraestrutura de venda da Apple aparece) ainda deve 5% de cada transação de bens digitais para a Apple. É a chamada “comissão de tecnologia essencial”, e ela viaja junto com o app para onde ele for.
Agora, pense com a cabeça de um desenvolvedor. Os apps gratuitos (WhatsApp, Nubank, iFood e a imensa maioria dos que você usa) não pagam nada de comissão hoje. Se migrarem para uma loja alternativa, passam a pagar 5% sobre qualquer venda digital que façam. Migrar significa criar um custo que não existia. E são justamente esses apps gigantes que dariam tração a uma loja concorrente. Ou seja: o desenho das taxas torna a mudança irracional exatamente para quem faria a diferença. Isso não é acaso; é arquitetura de incentivos, e das bem-feitas.
Tem mais um filtro, ainda menos comentado. Para operar uma loja alternativa no Brasil, a empresa precisa apresentar uma carta de crédito de US$1 milhão emitida por uma instituição financeira com nota BBB ou superior — ou, alternativamente, ter dois anos contínuos no programa de desenvolvedores da Apple com mais de 1 milhão de instalações anuais no mundo. Na prática, isso deixa de fora todo mundo, menos gigantes bem capitalizadas: a Epic Games (que já prometeu trazer sua loja “nos próximos meses”), talvez o próprio Mercado Livre (que, ironicamente, foi quem começou essa briga) e pouquíssimos outros.
Sem várias lojas competindo de verdade, não há pressão de preço. E sem pressão de preço, o usuário não tem motivo para mudar de comportamento. O ciclo se fecha sozinho.
Nada disso é especulação minha; é o roteiro que a União Europeia vem rodando desde março de 2024, quando a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), obrigou a Apple a uma abertura muito parecida — e que serviu de modelo para o acordo brasileiro. Dois anos depois, o balanço europeu é magro: as lojas alternativas seguem como nicho, a Setapp Mobile (da MacPaw, empresa séria, com catálogo bom) fechou as portas em fevereiro citando “a complexidade excessiva dos termos comerciais da Apple” e a Comissão Europeia precisou multar a Apple em 500€ milhões por continuar dificultando que desenvolvedores direcionassem usuários para compras mais baratas. A Apple recorre da multa até hoje.
O Cade, vale dizer, aprendeu algo com isso: o acordo brasileiro exige que os avisos da Apple sobre lojas e pagamentos de terceiros sejam “neutros e objetivos”, sem telas de fricção empurrando o usuário de volta para o caminho de Cupertino. É um detalhe regulatório esperto. Mas o incentivo econômico de fundo (a taxa que persegue o desenvolvedor aonde quer que ele vá) é o mesmo da Europa. E foi ele que esvaziou a festa por lá.
Para ser justo, nem tudo é fumaça. Duas frentes me parecem promissoras — e nenhuma delas envolve você trocar de loja.
A primeira são as assinaturas. Um serviço que lhe leva para pagar no site, na faixa de 10% a 15% de comissão em vez dos até 26% de antes, tem margem real para repassar desconto — se quiser.
A segunda é o pagamento dentro do próprio app: agora, nada impede um jogo ou serviço de oferecer checkout com Pix, com taxas de processamento muito menores que as do cartão internacional embutido no sistema da Apple.
Repare, porém, no que essas duas frentes têm em comum: dependem de o desenvolvedor escolher repassar a economia. A Apple, aliás, avisou que não cuida de reembolso nem de gestão de assinatura de nada comprado fora do sistema dela — mais um empurrãozinho para que tudo fique como está.
No fim das contas, o acordo com o Cade é real, tem dentes (R$150 milhões deles) e coloca o Brasil num clube seleto — só União Europeia, Japão e Coreia do Sul forçaram abertura parecida. Como precedente regulatório, é enorme. Como mudança no seu dia a dia, é quase nada: o botão novo nos Ajustes vai continuar intocado na imensa maioria dos iPhones brasileiros, os apps vão continuar vindo da App Store e os preços vão continuar os mesmos.
A Apple declarou que, com as novas regras, desenvolvedores pagarão “o mesmo ou menos” do que antes. Curiosamente, é a frase mais honesta de toda essa história — porque o objetivo do desenho inteiro é exatamente esse: que tudo mude o suficiente para satisfazer o regulador, e pouco o bastante para não mudar nada.







Num novo vídeo, a Neuralink de Elon Musk mostra como a sua tecnologia de implantes cerebrais já permite que participantes com paralisia controlem cadeiras de rodas elétricas com a mente.
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¿Qué tiene que ver la geología con la comida? Puede que solo se te ocurra el uso que hacemos de la sal (cuando viene de una roca), pero va mucho más allá. La geología más deliciosa de la mano de Blanca María Martínez.
Blanca María Martínez es doctora en geología, investigadora de la Sociedad de Ciencias Aranzadi y colaboradora externa del departamento de Geología de la Facultad de Ciencia y Tecnología de la UPV/EHU. Es colaboradora de este Cuaderno en el que escribe bisemanalmente en la sección Fronteras.
Edición realizada por César Tomé López
El artículo De la roca a la mesa se ha escrito en Cuaderno de Cultura Científica.

Gerenciadores da área de transferência estão entre alguns dos apps mais abundantes para macOS. Ainda assim, de vez em quando surgem ferramentas que conseguem se destacar em meio à multidão, como o Text Catalyst, da Sense Labs.
Lançado há poucas semanas, ele faz tudo o que um bom clipboard manager precisa fazer: oferece um histórico dos últimos itens que você copiou no seu Mac, permitindo que você os cole a qualquer momento. Ele também deixa você pesquisar por itens no seu histórico (incluindo texto em imagens), além de poder ser aberto facilmente com um atalho de teclado.

Os recursos, no entanto, não param por aí, com coisas bem legais como a Fila de Colagem (Paste Stack) jogando um pouquinho de tempero sobre a experiência. Com ele, você pode copiar vários itens de uma vez para depois colá-los em sequência em algum app qualquer da mesma forma como faria se estivesse colando apenas um item: usando apenas o atalho ⌘ command V.

O Text Catalyst, no entanto, oferece outras formas de copiar e colar itens, as quais podem substituir por completo os tradicionais ⌘ C e ⌘ V. É possível, por exemplo, configurá-lo para copiar um trecho de texto apenas ao selecioná-lo com cursor do mouse, bem como pressionar uma tecla modificadora da sua preferência duas vezes para abrir a Lista de Colagem (Paste List).

A interface principal do app também é bem completa e conta até mesmo com filtros que separam por aplicativo de origem os itens da sua área de transferência. Há, ainda, abas para texto simples, links, imagens, arquivos, cores, etc.
Assim como outras ferramentas do tipo, o Text Catalyst também traz um recurso de substituição de texto chamado Expansão de Texto (Text Expander). Com ele, você pode atrelar palavras, símbolos (como ⌘ e ⌥), emojis e até templates de emails a uma abreviação, que é substituída automaticamente pelo conteúdo desejado. Itens da sua Lista de Colagem também podem ser convertidos em trechos a serem inseridos no lugar de uma palavra ou sigla.

Programada em Swift para ser um app nativo, a ferramenta permite copiar até 48.000 itens, além de funcionar com o recurso Visualização Rápida (Quick Look) do macOS.
Sem assinaturas, o Text Catalyst sai por R$130 na Mac App Store, mas pode ser testado gratuitamente por sete dias.

