O WhatsApp está avaliando (na versão beta 26.37.10.15) a implementação do suporte ao acesso de até três contas simultâneas no mesmo dispositivo.
A opção de adicionar uma terceira conta é bem semelhante ao que já foi implementado pela Meta ao adicionar o suporte a uma segunda conta no mensageiro, exibindo a foto de perfil e o número de telefone para facilitar a identificação na hora de alternar entre os perfis.
Outro recurso que a Meta avalia implementar (na versão beta 26.37.10.16) é a possibilidade de sincronizar para todos os participantes da conversa determinadas informações, como o papel de parede (ou os temas oferecidos pelo próprio WhatsApp) importado a partir da biblioteca de fotos do aparelho, além da cor dos balões de conversa.
A definição dessa configuração para todos os participantes da conversa permite que todos os usuários visualizem as interações de um jeito semelhante, tanto para conversas individuais do WhatsApp quanto para conversas em grupo (os usuários são alertados caso qualquer alteração nesse sentido seja feita).
A sincronização desses elementos também conta com a criptografia de ponta a ponta oferecida em outros recursos do aplicativo.
No momento, ambos os recursos estão sendo testados pelo WhatsApp e estão indisponíveis inclusive para quem utiliza a versão beta do app via TestFlight.
A Amazon lançou no Brasil uma oferta de quatro meses grátis para novos usuários do Amazon Music Unlimited, seu serviço de streaming musical completo que oferece acesso a mais de 100 milhões de músicas em alta qualidade, offline e sem anúncios.
Com o Music Unlimited, você tem acesso a milhões de faixas em qualidade Ultra HD e em Áudio Espacial com Dolby Atmos, além de poder desfrutar de uma integração perfeita com dispositivos e plataformas da Amazon (como a Alexa, os alto-falantes Echo e o Fire TV).
Mas ele também se integra a dispositivos e plataformas de terceiros (inclusive com os da Apple), como tablets, computadores, smart TVs e alto-falantes inteligentes (para além dos da Amazon), com direito a sincronização entre dispositivos e opção para ouvir offline.
Com algoritmos avançados que aprendem o gosto musical do usuário para sugerir playlists, artistas, músicas e estações de rádio temáticas, o serviço conta ainda com um catálogo enorme de podcasts sem custo adicional — ideal para quem não quer usar dois apps!
O Unlimited também tem letras sincronizadas em tempo real, além de conteúdos e experiências especiais para assinantes (como acesso a lançamentos antecipados, conteúdos exclusivos de artistas parceiros e shows/eventos transmitidos ao vivo pela plataforma).
O Amazon Music Unlimited não requer uma assinatura Prime (embora assinantes tenham desconto) e pode ser contratado com opções de assinaturas Individual (R$25,90/mês), Familiar (até seis contas, por R$44,90/mês) e para um dispositivo Echo ou Fire TV (R$13,90/mês).
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: Este é um artigo fruto de um acordo comercial com um anunciante, que não influenciou a nossa opinião. O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos comprando pelos nossos links de afiliado.
Assinantes do Apple TV já podem conferir o primeiro episódio da aguardada sexta temporada de “Slow Horses”, série de espionagem estrelada por Gary Oldman, que retorna hoje.
Aos que nunca deram uma chance para a série, “Slow Horses” acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica, os quais servem em um departamento do MI5 conhecido como Slough House. Oldman assume o papel de Lamb, o brilhante (mas rabugento) líder dos espiões, que acabam indo para a Slough House devido a erros que acabaram com suas carreiras.
Reveja o trailer da sexta temporada a seguir:
A nova parte da produção acompanhará a fuga dessa equipe, enquanto Diana Taverner (interpretada por Kristin Scott Thomas) os envolve em um jogo de retaliação e vingança com riscos e consequências fatais.
Alguns desses nomes, vale notar, marcaram presença na première da sexta temporada, organizada pelo Apple TV na última sexta-feira (11/9) no TIFF Lightbox Theater, em Toronto (Canadá):
Como dito, apenas o primeiro dos seis episódios da sexta temporada foi liberado hoje. Os capítulos remanescentes serão disponibilizados semanalmente, às quartas-feiras, até 21 de outubro.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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O Gemini Live permite que os usuários do aplicativo do Gemini para iPhones e iPads tenham uma conversa contínua e mais natural com a inteligência artificial — podendo inclusive interrompê-la quando precisar, bastando começar a falar enquanto ela responde em voz alta.
Porém, você pode simplesmente desativar esse comportamento, impedindo que o Gemini seja interrompido quando você fala algo em voz alta.
O Mac se tornou um importante aliado de quem usa a máquina para rodar modelos de inteligência artificial locais — não é à toa que os Macs mini estão sendo muito visados nesse período de boom no mercado.
Caso use o Gemini (um dos principais nomes de chatbots, ao lado do ChatGPT e do Claude), é possível habilitar um ajuste que mantém o computador ativo enquanto o app do Gemini estiver aberto, impedindo que ele entre em repouso.
Fato é que alguns outros apps também receberam atualizações com essa mesma proposta — além, é claro, de incluir outras novidades. Vamos conferi-los a seguir.
Tripsy
Além de suporte ao iOS 27, o Tripsy — que apareceu na keynote da Apple, diga-se — foi atualizado com algumas outras novidades e melhorias que estão disponíveis como parte dos recursos do Tripsy Pro, entre elas:
Smart Import: importe atividades, locais e reservas de qualquer URL ou documento usando o analisador baseado em IA.
Smart Insights: utilizando os Apple Foundation Models, o aplicativo analisa e compreende o conteúdo de documentos, anexos e emails relacionados às atividades, extraindo apenas as informações relevantes e úteis para apresentá-las aos usuários.
Falando de melhorias, agora é possível encontrar todos os hotéis da sua viagem nas sugestões de localização e dispensar sugestões de partida de aeroportos de que não precisa mais. Ademais, foram aprimoradas as estatísticas de viagem, a estabilidade do mapa e os layouts de importação no Mac.
Por fim, também foi adicionado suporte ao widget extragrande no iPhone para uma melhor visualização do itinerário.
Loop
O player de podcasts Loop ganhou, na sua atualização mais recente, suporte à Siri e aos Atalhos, bem como ao recurso gestos de cabeça dos AirPods compatíveis para pular capítulos de episódios mesmo com o app em segundo plano.
Personalidades do Loop: nas configurações (em “Sobre mim”), agora é possível definir as personalidades que o Loop usará ao gerar o texto da seção “Para você”.
Métricas e estatísticas de escuta: três anéis para você acompanhar seus objetivos de escuta diários e mensais, acompanhando quantos episódios foram finalizados no mês, tempo de escuta diário e variedade de podcasts escutados.
Novos widgets: agora é possível ver o texto da seção “Para você” na Tela de Início em dois tamanhos de widgets (pequeno e médio) além de também ser possível ver seus anéis das métricas de escuta nas Telas de Início e Bloqueada.
O que ouvir em seguida: seção onde novos episódios dos podcasts que você marcou como favoritos e fixados são mostrados para fácil acesso.
O app também recebeu diversas melhorias em áreas como reprodutor de podcasts, busca e episódios baixados, além de uma melhor performance com o app em segundo plano, consumindo muito menos processamento e bateria.
FitWoody
Mais do que o suporte à Siri AI, que possibilita registrar dados por voz com ajuda da assistente, o app de saúde FitWoody agora também permite encontrar informações facilmente com o Spotlight e conta com suporte ampliado ao Handoff. O app também ganhou uma versão nativa para o macOS.
Divulgação/FitWoody
Quanto às melhorias, agora o FitWoody abre diretamente na própria tela, bem como sua pontuação do sono responde a cada noite à medida que ela acontece, de modo que a tela inicial já está completa logo pela manhã.
Steady
O aplicativo de treino Steady chegou à versão 3.0, que tem como destaque o recurso Importação Mágica — de modo que uma foto da ficha da academia, um PDF ou uma mensagem vira um programa de treino editável. Esse recurso usa os novos modelos de IA da Apple em iPhones compatíveis com Apple Intelligence e iOS 27, sem exigir o Steady Pro.
Além disso, o app ganhou planejamento de programas mais inteligente, navegador de programas, recuperação do treino, entre outros recursos.
Divulgação/Steady
A atualização também traz drop sets e deixa o app do Apple Watch mais completo, com lista de exercícios, registro de esforço pela Digital Crown e resumo do treino, reduzindo a necessidade de pegar o iPhone enquanto ele permanece por perto.
Ulysses
Já o popular aplicativo de escrita Ulysses ganhou, graças às capacidades da Siri AI, reconhecimento de contexto na tela e um botão dedicado na barra de ferramentas do macOS que abre a nova interface da assistente para escrever, reescrever, revisar e realizar outras tarefas com texto.
Ainda com relação à barra de ferramentas do aplicativo, agora é possível que os usuários a personalizem totalmente com botões de navegação, blocos, espaços, sugestões e muito mais.
We just released a very nice update across all platforms. The new version is ready for OS 27, features support for Siri AI, and introduces a fully customizable toolbar on macOS.
The update is available now. You can find the release notes on our website.https://t.co/TO7PFbVjGt
A atualização também inclui novos ícones de grupo com pictogramas e aprimora o suporte à acessibilidade “ao editar condições de filtro e ícones de grupo”. Por fim, o app recebeu ajustes visuais para melhor alinhar ao visual do iOS 27 e do macOS Golden Gate 27.
Gravamos um novo vídeo detalhando o que mudou e, principalmente, testando os novos recursos baseados em inteligência artificial que a marca incorporou ao relógio, entre eles:
Mostradores gerados por IA, permitindo criar watchfaces personalizadas diretamente a partir de comandos;
Assistente de IA integrado, para tirar dúvidas e receber respostas sem precisar do smartphone por perto;
Tradução por IA, com suporte a conversas em outros idiomas direto do pulso;
e outras funções inteligentes que prometem deixar a experiência de uso mais completa.
No vídeo, mostramos como cada um desses recursos funciona na prática, se realmente agrega valor ao dia a dia e como o Solar Ultra se compara à versão original que já havíamos testado.
Vale a pena conferir para quem já tinha curiosidade sobre o modelo anterior ou está em dúvida entre um smartwatch bem mais em conta e um Apple Watch.
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Algo que não passou despercebido durante a apresentação do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da Apple, foi a animação ao abrir e fechar o aparelho — uma cortesia da versão adaptada do iOS especialmente para o modelo.
Como quase nada é impossível no mundo dos desenvolvedores, essa animação já foi transportada para o macOS graças ao DuoHinge, que adiciona uma ilusão de ótica interativa de dobra à tela física do seu MacBook.
Ao acessar diretamente o sensor de ângulo da tampa integrado ao Apple Silicon, o DuoHinge projeta sua área de trabalho em tempo real em um plano 3D virtual vertical, aplicando perspectiva realista via raycasting, dispersão gaussiana de vidro em duas passagens e dispersão cromática nas bordas conforme você fecha a tela.
An iPhone Duo–style hinge animation, but on a MacBook. Sometimes it’s fun to build things just because. pic.twitter.com/grYKra4X91
Uma animação de dobradiça no estilo do iPhone Duo, mas em um MacBook. Às vezes, é divertido criar coisas simplesmente pelo prazer de fazê-lo.
O processamento da área de trabalho ocorre localmente no dispositivo, utilizando a taxa de atualização da tela integrada (até 120Hz em telas compatíveis) por meio do ScreenCaptureKit e shaders Metal personalizados, tudo encapsulado em uma camada transparente que permite cliques através dela, sem interromper seu fluxo de trabalho.
O aplicativo lê o sensor de ângulo da tampa e suaviza o movimento de acordo com a cadência de renderização. Um ícone vetorial do MacBook, no estilo da Apple, gira e espelha o ângulo real da sua tela nas barras de menu do macOS (no modo claro ou escuro).
O DuoHinge é gratuito, não contém assinaturas, nem rastreia quantas vezes você abre o seu MacBook. Ele exige pelo menos o macOS Sonoma 14 e pode ser baixado diretamente pela página no GitHub — ao iniciar o aplicativo pela primeira vez, abra-o na barra de menus e conceda permissão de Gravação de Tela e Áudio do Sistema quando o macOS solicitar.
Aplicativos que utilizam uma premissa simples e a transformam em uma experiência interessante são, particularmente, meus favoritos. Exemplo disso é o Farwave, um app para iPhone e iPad desenvolvido pelo brasileiro Fernando Bunn que permite encontrar estações de rádio de todo o mundo girando um globo 3D até uma determinada região e tocando em uma estação.
A interação baseia-se na localização geográfica, e não em pesquisas por texto. Ou seja, os usuários giram o globo, selecionam uma região e tocam em uma estação, tudo pela mesma interface.
Divulgação/Farwave
Há, ainda, um botão chamado “Take me anywhere” (“Leve-me a qualquer lugar”, em tradução direta) que seleciona uma opção aleatória para ouvintes que não querem procurar um local específico; além disso, o aplicativo salva o histórico de reprodução para que as pessoas possam retornar a uma estação mais tarde.
Além do rádio, o app também organiza podcasts e músicas utilizando a mesma metáfora do globo. Diferentemente das estações de rádio, assinantes Pro podem pesquisar programas ou adicionar manualmente um feed RSS. O aplicativo também oferece suporte a filas de reprodução, velocidade de reprodução ajustável e downloads para ouvir offline.
Assinantes do plano Pro também podem importar seus próprios arquivos de áudio de um computador ou do aplicativo Arquivos. Cada artista aparece como um “sinal” próprio, e as faixas importadas permanecem no dispositivo para reprodução offline.
Previstos para serem lançados na semana que vem (pelo menos nos Estados Unidos e em Portugal), os novos Mac mini e Mac Studio são alimentados com os chips M6 e M5 Ultra, respectivamente — lembrando que o mini pode ser configurado também com o M5 Pro, enquanto que o Studio de entrada vem com o chip M5 Max.
Pois os primeiros resultados de benchmarks dos dois novos processadores apresentados recentemente pela Apple surgiramhoje no banco de dados do Geekbench 7, oferecendo uma visão dos ganhos de desempenho de cada um deles.
Em ambos os casos, os resultados vistos até agora tratam apenas dos testes de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. — os de GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. ainda não foram divulgados.
Confira abaixo a pontuação do chip M6 e as pontuações médias do chip M5 para efeito de comparação:
Benchmark de CPU
M6
M5
Single-core
4.071 pontos
3.641 pontos
Multi-core
22.783 pontos
17.948 pontos
Se o resultado acima for preciso, o chip M6 apresenta um desempenho single-core cerca de 12% mais rápido e uma performance multi-core cerca de 27% mais rápida em comparação com o chip M5. Vale notar que o chip M6 está no novo Mac mini, enquanto as pontuações do chip M5 baseiam-se no MacBook Pro de 14 polegadas — mas o desempenho deve ser semelhante.
Na tabela abaixo está a pontuação do chip M5 Ultra de ponta, com CPU de 36 núcleos, bem como as pontuações médias do chip M3 Ultra de ponta, com CPU de 32 núcleos (já que a Apple nunca lançou um chip “M4 Ultra”).
Benchmark de CPU
M5 Ultra
M3 Ultra
Single-core
3.774 pontos
2.920 pontos
Multi-core
52.516 pontos
39.059 pontos
Se os resultados acima procederem, o chip M5 Ultra oferece um desempenho de CPU single-core cerca de 30% mais rápido e um desempenho multi-core cerca de 35% mais rápido em comparação com o M3 Ultra.
Nada mau, hein!
Mac Studio
Chip: M4 Max ou M3 Ultra Memória: 36GB, 48GB, 64GB, 96GB, 128GB, 256GB ou 512GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB, 4TB, 8TB ou 16TB
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Salvar uma página da web pode ter diversas finalidades — seja para lembrar de algum detalhe textual ou visual, guardar informações de uma certa data ou apenas manter um registro cronológico de algum endereço. Há vezes, porém, que não dá para depender totalmente de bases de arquivos públicos, seja porque o conteúdo pode ter sido alterado ou não é exibido corretamente, entre outros motivos.
Para evitar possíveis problemas do tipo, vale a pena conferir o WebsiteArchiver, um utilitário para macOS que salva e arquiva páginas da web completas, sendo possível separá-las em pastas e categorias. Segundo o desenvolvedor, uma versão para iPhone/iPad será lançada em breve.
Com ele, as páginas da web são salvas localmente como arquivos HTML — com exportação em .html, .warc, .webarchive, .pdf e Markdown — disponíveis permanentemente e independentes de serviços externos.
O app exibe as páginas salvas de três formas diferentes: a opção “Salvo” mostra a cópia offline, enquanto “Leitor” exibe apenas o texto sem distrações e o modo “Ao vivo” mostra a página atual na web. É possível alternar entre eles quando quiser.
Além disso, a captura usa um motor que possibilita que páginas cheias de JavaScript sejam registradas exatamente como aparecem na tela. Também é possível remover imagens inteiras de páginas.
O WebsiteArchiver está disponível gratuitamente na Mac App Store, sendo possível salvar até dez páginas sem custo. Para desbloquear a versão completa, sem limites de registros, é necessário obter a licença vitalícia, disponível por R$120.
Leitores do MacMagazine, porém, podem aproveitar uma oferta especial para adquirir a versão completa diretamente pelo site do WebsiteArchiver: basta digitar MACMAGAZINE30 na área de código promocional para obter 30% de desconto! Saiba, porém, que o cupom é válido somente para os 50 primeiros usos.
O AppZapper, popular desinstalador que oferece uma maneira rápida de excluir aplicativos e seus arquivos associados do macOS, foi reformulado após anos e ganhou um novo design, funcionalidades atualizadas, além de um novo nome: AppZapper 3000.
Lançado originalmente em 2006, o AppZapper 3000 chega justamente no seu 20º aniversário. Entre as novidades, a versão atualizada do aplicativo foi adaptada aos requisitos de segurança do macOS e é mais eficiente na localização de arquivos relacionados aos softwares que serão apagados.
O funcionamento do app é um show à parte: após a instalação, basta arrastar e soltar um aplicativo no AppZapper e clicar no botão “Zap All” para remover o aplicativo e os arquivos relacionados, acompanhado de uma animação de arma a laser e efeitos sonoros. Ele localiza e exclui todos os arquivos de um aplicativo em poucos segundos, e os usuários podem escolher entre quatro temas diferentes.
O software pode ser baixado gratuitamente, sendo possível realizar três “zapeadas” gratuitas. A licença custa US$18 para um único usuário e US$29 para um pacote familiar, que permite o uso do aplicativo em até cinco Macs. Há, ainda, um plano corporativo que permite o uso em até 25 Macs, o qual está disponível por US$99.
O iPhone 17e é o atual smartphone de entrada da Apple. Lançado no início do ano, ele traz várias funções interessantes para quem quer um iPhone, mas não pode/deseja investir em modelos mais caros.
Entre as suas características, temos uma tela de 6,1 polegadas, uma câmera 2-em-1 Fusion de 48 megapixels, além do processador A19 e o botão de Ação (Action button). Ele também suporta o MagSafe e é plenamente compatível com a Apple Intelligence.
Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil nessa mesma modalidade de pagamento é de R$5.999, estamos diante de um desconto de 26%!
Para quem preferir pagar à vista no Pix, o preço fica ainda mais atrativo: ele cai para R$3.972,22 — representando uma diferença também de 26% em relação ao valor à vista da Apple, de R$5.399,10.
Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.
Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!
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O novo sistema permitirá que os motoristas usem o CarPlay ou o Android Auto (do Google) em uma tela dividida que também exibe indicadores importantes do veículo, como nível de combustível, pressão dos pneus, status do sistema de condução, entre outras informações. Além disso, o sistema permite ao motorista utilizar funções do veículo e aplicativos do celular com menos alternância entre telas.
A nova interface estreará no final deste ano inicialmente nas picapes Chevrolet Silverado e GMC Sierra (modelo 2027), sendo que a GM planeja implementar o novo sistema em modelos futuros.
A GM desenvolveu sua própria tecnologia de infoentretenimento como parte de um sistema de software veicular totalmente integrado, se afastando de conexões de projeção de smartphones. No entanto, a nova interface foi desenvolvida em conjunto com a Apple e o Google, demonstrando o interesse contínuo nesses sistemas.
Ouvimos nossos clientes e o que eles desejam; daqui para frente, continuaremos oferecendo a projeção em nossas picapes. Trabalhamos tanto com a Apple quanto com o Google para desenvolver uma nova tela dividida que inclui a experiência de projeção lado a lado com a experiência nativa.
—Michael Wahlstrom, diretor executivo de gestão de produtos para aplicativos e serviços conectados da GM.
A GM ainda não informou se disponibilizará o CarPlay em seus veículos elétricos, que passaram a utilizar o sistema próprio da empresa — o qual já conta com integrações nativas de alguns serviços da Apple. No final do ano passado, a GM fechou um acordo para levar o Apple Music a veículos elétricos que não conseguiam se conectar ao CarPlay.
Nesta terça-feira, confira, aproveite e economize com a nossa seleção de promoções na App Store!
Planet of Lana é uma bela aventura, desenvolvida pelo Wishfully Studios e publicada nas plataformas móveis pela Playdigious, e nosso destaque do dia.
O jogo nos conquista primeiro pelos olhos: cada cenário parece uma pintura em movimento, com cores vibrantes, que transforma o planeta alienígena em algo ao mesmo tempo acolhedor e misterioso.
A jornada de Lana e seu companheiro Mui se destaca pela atmosfera contemplativa, criando uma experiência com um tom esperançoso. O design dos puzzles é intuitivo e nos incentiva a observar o ambiente e experimentar soluções criativas.
Confira um vídeo:
Um jogo cuja história passeia pelo equilíbrio, natureza e conexão. Uma oferta imperdível! 🥹
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$130 em descontos:
Jogos
Jogo de aventura.
Jogo de cartas.
Diversão matemática.
Aplicativos
Calculadora.
Utilitário para códigos QR.
Fotos panorâmicas.
Aproveite as ofertas e até amanhã! Lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. ✈️
A Meta está lançando um novo pacotão que combina suas assinaturas de aplicativos individuais com uso adicional de recursos de inteligência artificial. Chamado Meta One, esse pacote passou por testes no início deste ano, mas agora está disponível globalmente, com várias categorias para usuários individuais, criadores e empresas.
Há dois pacotes para usuários individuais: o Core, por R$32/mês (ou US$8/mês nos Estados Unidos), e o Premium, por R$97/mês (US$20/mês). Ambos incluem as assinaturas Instagram Plus, WhatsApp Plus e Facebook Plus, além de oferecerem um limite maior de geração de mídia com a Meta AI.
Divulgação/Meta
As assinaturas Meta One voltadas a criadores e empresas variam de R$60/mês (US$15/mês) a R$2.000/mês (US$500/mês). Elas também incluem as assinaturas individuais dos aplicativos da Meta, além de benefícios como um botão de seguir em destaque, selo de verificação, melhor posicionamento nos resultados de busca e monitoramento contra contas falsas que se passam por você.
Eis os planos:
Essencial (R$60/mês ou US$15/mês): obtenha ferramentas para gerenciar sua presença e mais acesso ao Meta Business Agent no WhatsApp para responder a clientes 24 horas por dia, 7 dias por semana. Inclui também selo de verificação, canal verificado no aplicativo WhatsApp Business e proteção contra falsificação de identidade, para que as pessoas saibam que você é quem diz ser.
Avançado (R$200/mês ou US$50/mês): recursos avançados de publicação, como agendamento de Stories com até 30 dias de antecedência, links em posts orgânicos e Reels, relatórios de análise exportáveis e insights mais detalhados sobre o público. Permita que membros da equipe acessem sua conta sem compartilhar sua senha e obtenha mais dispositivos conectados e créditos para transmissões comerciais no WhatsApp. Inclui também um volume ainda maior de respostas do Meta Business Agent.
Expert (R$600/mês ou US$150/mês) e Máximo (R$2.000/mês ou US$500/mês): oferecem os níveis mais altos de acesso a recursos e capacidade do Meta Business Agent para equipes que operam em grande escala.
Divulgação/Meta
A Meta afirma que a “experiência principal” em seus aplicativos e na Meta AI continuará gratuita, e os usuários ainda poderão adquirir as assinaturas para o Facebook, o Instagram e o WhatsApp separadamente, sem o pacote One.
A empresa também diz planejar aprimorar ainda mais as assinaturas com a inclusão de recursos de edição, óculos com IA e muito mais “ao longo do tempo”.
O fim de ano já está batendo à porta, o que significa que logo veremos nossas redes sociais serem inundadas por retrospectivas de serviços de streaming como o Spotify, que anunciou hoje uma novidade que deverá agradar pais e responsáveis com crianças pequenas em casa.
Mais precisamente, a plataforma sueca começou a liberar uma nova opção nos seus ajustes que, quando ativada, impede que músicas infantis, cantigas de ninar e outras canções tradicionalmente associadas aos pequenos apareçam no Wrapped, a famosa retrospectiva de final de ano do Spotify.
Disponível tanto para usuários gratuitos quanto para assinantes do Premium, a novidade afeta o algoritmo de recomendação do serviço como um todo, o que significa que essas músicas também deixarão de aparecer em playlists como “Descobertas da Semana” e “Daily Mix”, só para citar alguns exemplos.
Ainda segundo as informações, esse ajuste também funciona retroativamente, o que significa que músicas infantis reproduzidas antes da sua ativação também serão ignoradas pelo serviço de streaming.
Fazendo isso, você elimina rapidamente a influência de músicas infantis e familiares nas suas recomendações, mantendo o foco no seu gosto musical. Assim, você pode tocar músicas infantis quando seus filhos estiverem por perto, como em uma viagem de carro ou na hora de dormir, sem deixar que essas músicas influenciem o que você ouvirá em seguida.
Para crianças e adolescentes que desejam conferir suas próprias retrospectivas, o Spotify oferece as chamadas Managed accounts, as quais foram expandidas recentemente e dão aos pais/responsáveis controle sobre a experiência de seus filhos na plataforma. Disponíveis em 16 países (incluindo Brasil e Portugal), essas contas podem ser configuradas por usuários com qualquer tipo de assinatura.
Para ativar o ajuste supracitado, basta abrir o app do Spotify, tocar na sua foto de perfil e selecionar “Configurações e Privacidade”. Feito isso, vá até “Conteúdo e tela” e, depois, desative o ajuste “Include kids and family music in taste profile” (algo como “Inclua músicas infantis e familiares no perfil de gosto”).
Divulgação/Spotify
De acordo com o Spotify, as alterações podem levar até 48 horas para serem refletidas em suas recomendações. Também é possível que a novidade demore um pouco para aparecer para todos.
Esteja você de olho nos recém-anunciados iPhones 18 Pro e 18 Pro Max ou no badalado iPhone Duo, é bem provável que já tenha pensado em maneiras de economizar na hora de comprar um desses novos aparelhos. Como sempre, uma das melhores alternativas é optar por fazer isso nos Estados Unidos, com um cartão internacional da Nomad!
Parceira de longa data do MacMagazine, a Nomad está oferecendo 5% de cashback (limitado a US$100) para quem abrir uma conta até 30 de setembro com o cupom MAC26 e converter pelo menos R$3.500 (aproximadamente US$700/600€) — assim, você consegue adquirir seu iPhone novinho em folha com uma economia extra. 💵
Vamos usar como exemplo o iPhone 18 Pro de 256GB, que sai por US$1.200 nos EUA e por R$12.000 no Brasil. No momento da redação desta matéria, a cotação do dólar gira em torno de R$5,14, o que significa que, considerando encargos de 3,5% e uma taxa de serviço de 1,9%, o mais novo flagship da Maçã pode acabar saindo por ~R$6.504 — valor que cai para cerca de R$6.178 com cashback supracitado!
Vendido oficialmente por US$1.300/R$13.000, o iPhone 18 Pro Max pode acabar saindo por apenas ~R$6.693, enquanto o atual queridinho da galera, o iPhone Duo (preço tabelado de US$2.000/R$22.000), tem o potencial de lhe custar algo em torno de R$10.840!
Em outras palavras, caso você esteja planejando trocar de iPhone por agora, uma compra internacional com o cartão da Nomad torna-se uma das melhores opções — principalmente considerando que os preços no varejo nacional continuarão bem altos por um tempo.
Abra sua conta Nomad e ganhe até 5% de cashback!
Como dito, para aproveitar essa oferta, basta abrir sua conta internacional na Nomad até 30 de setembro e converter pelo menos R$3.500.
Para tal, baixe o app da Nomad e cadastre-se usando o código MAC26 no campo “Código de convidado”:
Nesta tela, digite o cupom MAC26 para ganhar 5% de cashback!
Sobre a Nomad
A Nomad foi a primeira a oferecer uma conta em dólar hospedada nos Estados Unidos, sem nenhuma taxa de abertura, anuidade ou manutenção. O cartão da empresa é aceito em mais de 180 países, oferecendo taxas bastante menores que as dos cartões de crédito internacionais.
A conta bancária da Nomad é assegurada em até US$250 mil pelo Community Federal Savings Bank, membro do fundo garantidor dos EUA (FDIC), para cada tipo de conta por titular, e permite que você faça/receba transferências de outras contas da Nomad sem nenhum custo, além de transferências para contas americanas (via Wire Transfer) e outras pagando bem menos do que as taxas cobradas nos EUA.
E não para por aí: com a sua conta Nomad você tem acesso a descontos em lojas parceiras e ainda pode aproveitar o Nomad Lounge, que concede acesso a uma das melhores salas VIP do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).
Só na Nomad você tem uma conta internacional sem taxas mensais de manutenção, além de poder desfrutar de toda a praticidade e segurança que ela oferece!
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O Apple TVanunciou hoje que a sua aclamada série de drama, “Slow Horses”, está renovada para uma oitava temporada.
Estrelada por Gary Oldman (que recebeu indicações ao Globo de Ouro, Emmy e BAFTA por seu papel), a série acompanha uma equipe disfuncional de agentes da inteligência britânica, trabalhando em um departamento do MI5 que aglutina agentes problemáticos que acabam lá após cometerem uma sucessão de erros que encerram as suas carreiras (conhecido como Slough House). Oldman interpreta Jackson Lamb, líder brilhante (e rabugento) desses espiões.
Ontem, a série angariou mais uma estatueta do Emmy (Melhor Direção de Série de Drama, vencido por Saul Metzstein) por sua quinta temporada, enquanto a sexta tem sua data de estreia marcada para amanhã.
Nem todo mundo sairá da Slough House vivo. A sexta temporada de #SlowHorses estreia dia 16 de setembro.
Segundo o Apple TV, a oitava temporada reservará o confronto mais explosivo já visto até então entre Jackson Lamb e a agente Diana Taverner (interpretada por Kristin Scott Thomas). Quando uma tentativa frustrada de chantagear a sede da inteligência coloca Taverner na ofensiva, caberá a Lamb desvendar um dos segredos mais sombrios do MI5 e acabar com ele de uma vez por todas.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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A Autoridade Central de Proteção ao Consumidor (CCPA, na sigla em inglês) da Índia está intensificando uma investigação contra a Apple envolvendo o lançamento do iOS 18, que teria causado problemas nas telas e nos microfones de iPhones — forçando, assim, consumidores do país a pagar quantias “exorbitantes” por reparos.
Segundo informações da Reuters, esse mais novo desdobramento é uma continuação de uma investigação iniciada ainda em 2024, quando o órgão regulador recebeu um grande número de reclamações relacionadas a essa atualização de software.
De acordo com alguns desses relatos, os problemas se manifestaram na forma de linhas verdes, rosas e brancas nas telas dos aparelhos — no caso do iPhone 15 (um dos modelos mais populares na época) podem custar cerca de ₹27.900 (algo em torno de R$1.500) para serem substituídas. Como updates do iOS não vêm com garantia, a Apple teria se recusado a arcar com os custos desses reparos.
O CCPA entrou em contato com a Apple em 29 de julho deste ano para informá-la que havia elevado o caso a uma “investigação detalhada” sobre o tema, citando uma possível “violação dos direitos dos consumidores”. A Apple, por sua vez, respondeu ao argumentar que softwares virem sem garantia trata-se de um “padrão global da indústria”, além de ter insistido que o iOS 18 não possuía problemas sistêmicos.
Em sua carta, a Maçã também destacou que a investigação se baseia em “apenas” 75 reclamações e disse que usuários foram lembrados nos termos de uso do seu software que ele vem “sem garantia de qualquer tipo”, bem como precisariam arcar com os custos de reparo caso haja algum problema com o software. “Exigir que cada problema seja tratado como uma violação de garantia absoluta transformaria efetivamente qualquer fornecedor de software em uma seguradora contra todos os riscos tecnológicos”, concluiu.
Em contrapartida, o CCPA disse que “cobrar dos consumidores por problemas decorrentes da própria negligência da empresa viola o princípio do comércio justo”.