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Extensão Privacy Badger, que bloqueia rastreadores, chega ao Safari

20 October 2026 at 14:24

Embora o Safari conte com um recurso nativo para impedir o rastreamento entre sites, ele ainda pode permitir que rastreadores de terceiros sejam carregados — embora prometa restringir a sua capacidade de efetivamente rastrear os usuários.

Quem quer um bloqueio completo desse tipo de mecanismo deve recorrer a uma alternativa de terceiros, como a Privacy Badger, uma das extensões do gênero mais populares na web atualmente e que acaba de chegar ao navegador da Maçã.

Desenvolvida pela Electronic Frontier Foundation (EFF), a extensão é completamente gratuita e promete bloquear rastreadores de anúncios para impedir que empresas monitorem e efetivamente rastreiem a atividade do usuário entre sites.

No Safari, a Privacy Badger vai além dos recursos de privacidade integrados do navegador para fornecer proteção adicional contra rastreamento online. Em seu modo de navegação padrão, o Safari limita as informações que os rastreadores podem acessar, mas ainda permite que eles carreguem. O Privacy Badger impede que os rastreadores online carreguem em primeiro lugar, impedindo-os de rastrear você usando técnicas que ignoram as proteções do Safari.

Já disponível em navegadores como Google Chrome e Firefox, a extensão funciona de maneira bem inteligente e pode aprender automaticamente a bloquear rastreadores que se escondem na web, tornando a navegação mais privada e segura.

Ele suporta, inclusive, o bloqueio de widgets que podem conter rastreadores — como posts de redes sociais incorporados, seções de comentários e players de vídeo —, substituindo-os por um placeholder com botões que permitem uma ativação manual.

A Privacy Badger está disponível exclusivamente para a versão do Safari para macOS. Nessa página, você encontra os links diretos tanto para a App Store quanto para as lojas de extensões dos outros navegadores compatíveis.

via MacRumors

Emulador permite experimentar o iPhone original diretamente do navegador

19 October 2026 at 20:26

Cerca de 19 anos após o lançamento do primeiro iPhone, muitos usuários atuais do aparelho da Apple têm curiosidade de saber como era usar o smartphone em seus primórdios — fora aqueles que gostariam apenas de relembrá-lo com nostalgia.

Agora você pode fazer isso (até certo ponto, é claro) diretamente de um navegador, graças a um emulador do iPhone original publicado na web pelo desenvolvedor Kelindi [@_kelindi_], que compartilhou o projeto em seu perfil no X.

WIP: decided to emulate the original iphone in the browser (also works on mobile which is pretty cool)

try it out here: https://t.co/TaPtAYmAwT pic.twitter.com/1xMdAoFDiU

— Kelindi (@_kelindi_) October 13, 2026

Disponível no endereço 2007.mobile — uma referência ao ano em que o primeiro iPhone foi lançado —, ele permite navegar pelos aplicativos e menus tais quais eles estavam dispostos no aparelho original, na época com o sistema iPhone OS.

Com elementos como a Tela Bloqueada, as animações e até o logo de carregamento inicial do iPhone, o emulador mostra algumas particularidades do sistema em seus anos iniciais, como a ausência da App Store e nomes diferentes para alguns aplicativos.

Bem bacana, né?

via OS X Daily

WebsiteArchiver é um utilitário para macOS que salva páginas da web com praticidade

15 September 2026 at 20:29

Salvar uma página da web pode ter diversas finalidades — seja para lembrar de algum detalhe textual ou visual, guardar informações de uma certa data ou apenas manter um registro cronológico de algum endereço. Há vezes, porém, que não dá para depender totalmente de bases de arquivos públicos, seja porque o conteúdo pode ter sido alterado ou não é exibido corretamente, entre outros motivos.

Para evitar possíveis problemas do tipo, vale a pena conferir o WebsiteArchiver, um utilitário para macOS que salva e arquiva páginas da web completas, sendo possível separá-las em pastas e categorias. Segundo o desenvolvedor, uma versão para iPhone/iPad será lançada em breve.

Com ele, as páginas da web são salvas localmente como arquivos HTML — com exportação em .html, .warc, .webarchive, .pdf e Markdown — disponíveis permanentemente e independentes de serviços externos.

O app exibe as páginas salvas de três formas diferentes: a opção “Salvo” mostra a cópia offline, enquanto “Leitor” exibe apenas o texto sem distrações e o modo “Ao vivo” mostra a página atual na web. É possível alternar entre eles quando quiser.

Além disso, a captura usa um motor que possibilita que páginas cheias de JavaScript sejam registradas exatamente como aparecem na tela. Também é possível remover imagens inteiras de páginas.

O WebsiteArchiver está disponível gratuitamente na Mac App Store, sendo possível salvar até dez páginas sem custo. Para desbloquear a versão completa, sem limites de registros, é necessário obter a licença vitalícia, disponível por R$120.

Leitores do MacMagazine, porém, podem aproveitar uma oferta especial para adquirir a versão completa diretamente pelo site do WebsiteArchiver: basta digitar MACMAGAZINE30 na área de código promocional para obter 30% de desconto! Saiba, porém, que o cupom é válido somente para os 50 primeiros usos.

Fast Radio Bursts Are Starting to Map the Universe’s Missing Gas

15 September 2026 at 16:00

A new Nature Astronomy study uses 114 fast radio bursts to trace cosmic gas and test how stellar and black-hole feedback reshapes matter around galaxies.

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Como alterar a lista do web app Lembretes exibida na tela inicial do iCloud.com

11 September 2026 at 11:30

Com o site do iCloud, os usuários de dispositivos da Apple podem acessar diversos dados da sua Conta Apple (Apple Account), como suas fotos, vídeos e arquivos.

No caso do app Lembretes (Reminders), é possível escolher qual lista será exibida na tela inicial do site — para visualizar aqueles que considera mais importantes sem precisar abrir o web app.

Veja como escolher! 😉

  1. Abra o iCloud.com no seu navegador preferido;
  2. Localize o quadro do Lembretes;
  3. Clique nos três pontinhos;
  4. Marque a lista que deseja que seja exibida.

Simples, não?! 😄

Framework JavaScript inutile : ce qu’il coûte vraiment à votre site et à ses visiteurs

7 September 2026 at 16:03
Chaque année, votre budget web finance la reconstruction de fonctionnalités via un framework Javascript inutile que votre navigateur web offre déjà grâce aux nouveaux standards web natifs : navigation, formulaires, animations, mises en page. Ce n'est ni un bug ni de l'incompétence, c'est une...

.name Termination

4 September 2026 at 20:19

Neil Fraser (via Hacker News):

Nearly twenty-five years ago I registered neil.fraser.name to provide a stable presence on the Internet. It has been the home of this website, my email address, and a server for APIs.

[…]

On 15 April 2026 Verisign proposed the destruction of the entire 3rd level of the ‘.name’ hierarchy in order to simplify their administration. Astonishingly, on 28 July 2026 ICANN approved this action.

[…]

One of my original reasons for choosing ‘.name’ was that it was run by Global Name Registry -- more specifically, it was not run by Verisign. I had history with Verisign and did not trust them. Unfortunately, Verisign acquired Global Name Registry a few years later.

He’s going to lose his site and e-mail address, and someone else could potentially register the domain and hijack his accounts.

Previously:

Pitching Apps in the AI Era

2 September 2026 at 19:37

Adam Engst:

So I was quite surprised earlier this year when I started to receive personalized pitches from indie developers, a few at first, and now several per week. Many seem to be building apps with AI assistance, but more to the point, they seem to be getting AI help with promoting the apps as well. They often reference our still-current prohibition on press releases with a nominally personal email, but for someone as steeped in words as I am, it’s obvious that an AI is doing the writing.

[…]

At first, this reliance on AI rubbed me the wrong way. But then I realized that it wasn’t really any different than a software company outsourcing its media relations to a PR firm. Those communications had a certain form and set of expectations, and while these new AI-generated messages have a different form, the expectations (coverage) are pretty much the same. AI is simply the new PR agency. Which undoubtedly dismays PR professionals, but there’s still room for those doing PR right.

The problem I have with these new pitches isn’t that the developers used AI to generate them; it’s that they often don’t do it very well.

I’ve noticed a huge increase this year in people pitching me their apps. Many of them seem to have been coded with the assistance of AI. For some app categories, this worries me, and there also seems to be less care taken in following Mac platform conventions. But it’s also exciting to see such a flurry of development, both totally new ideas and fresh takes on old niches. I have a large backlog that I’d like to write about. (There are also many almost indistinguishable variations in certain categories.)

Separately, as Engst says, many of the pitches (and sometimes even the sites) are obviously written by AI. This rubs me the wrong way. I don’t mind at all receiving a generic press release or even a one-liner with a link. But these lengthy e-mails, customized for me, purport to be personal communications when they really aren’t. Sometimes I’ll reply with questions or feedback, and it feels like the entire conversation is with an AI.

When people put in some effort to pitch me their product or article, I’ve always tried to give them a decent reply. Often, I end up learning something or wanting to follow their other work even if I don’t end up writing about what was pitched. This is unfortunately no longer sustainable. There are too many pitches, and it’s demotivating talking to bots. I have to be much more selective about interactions. I appreciate hearing about all the apps, but I’m focusing on the ones that particularly interest me, and I’m less likely to even click the link if it seems like an AI pitch.

Previously:

GitHub Outage

28 August 2026 at 19:47

Vlad Fedorov (Hacker News):

On August 17, GitHub experienced an outage that lasted 7 hours and 47 minutes. It disrupted github.com, authentication, GitHub Actions, APIs, pull requests, issues, and Copilot, affecting developers and organizations around the world.

[…]

Neither outage was caused by a code or configuration change. Both incidents were capacity failures at their core. We failed to scale critical components before demand exceeded their capacity. Since April, monthly commits have grown from 1.4 billion to 2.9 billion. That growth explains the pressure on our systems, but it does not excuse these outages.

[…]

As part of the reliability commitments we made earlier this year, we have focused on three priorities: adding capacity, improving efficiency, and removing architectural bottlenecks. We have since added more than 3 million CPU cores, 120 petabytes of high-speed storage, and significant network capacity. We installed as much hardware as available power allowed in our existing data centers while accelerating our migration to Azure.

Alejandro Forero Cuervo:

This is the wrong way to think about this because there’s no such thing as infinite capacity. A large distributed system will be simultaneously mostly idle and (in some subcomponents) overloaded. The root cause is not “a component didn’t have enough capacity (because of auto scaling failures)”, but rather “this complex system collapses (rather than degrade gracefully) when demand exceeds capacity”.

When components reach capacity limits, the excess traffic of the lowest priority should be rejected. Rejected traffic should not be retried — in fact, not only should clients not retry these errors, these errors should cause client-side throttling. Traffic isolation should be applied — if the cause of the overload is a single client/customer system, no other system should be affected.

Nearly a decade ago I wrote about some of the techniques we applied at Google to implement these protections. Most other large internet services have since copied them, afaik.

Previously:

Twitter Shuts Down Nitter

26 August 2026 at 20:19

Richard Speed (Hacker News 3):

XCancel’s home page now contains some minimal text stating: “On Monday 24th August at 8 PM EST, we received at [sic] letter from X Corp. asking to cease and desist the service XCancel.”

It says the service has been halted “until further notice.”

[…]

Nitter provided a way for users to read posts on X without requiring an account. There was no JavaScript or ads, a user’s IP could not be tracked, and it was generally a good deal snappier than the official X client, just read-only. It was the service behind platforms such as XCancel.

The only thing surprising about this is how long it took.

Nick Heer:

Companies like X and Meta are very happy to scrape the web at unprecedented scale and without permission, but have zero tolerance for the same to be done to them by, in effect, individual users. That is not because they are protective of the creative works users have contributed to these platforms. It is simply because users are not trusted to use the platforms. X does not permit third-party readers, and neither does Instagram, because their value does not come from us using these services as we wish, but from how they dictate we must.

Previously:

Update (2026-09-07): There are currently twelve working Nitter instances (Hacker News).

zedeus (Hacker News):

Following legal advice, the Nitter project will continue.

Update (2026-09-16): XCancel (via John Gruber, Hacker News):

Unfortunately, due to a new development in the ongoing legal proceedings, we are required to suspend this service again until further notice. We can’t share more details.

xsukax (via Brent Simmons):

xsukax X RSS Generator fetches publicly accessible X profile HTML, extracts posts and media, stores them locally, and exposes the results as standards-compatible RSS feeds that can be consumed by RSS readers, automation platforms, monitoring systems, and other feed-aware applications.

Apple propõe novas taxas para compras em apps com links externos nos EUA

14 August 2026 at 00:12

Após a Apple garantir, ontem, uma suspensão temporária do processo de cálculo de taxas para compras a partir de links externos em sua disputa judicial contra a Epic Games, a Suprema Corte dos Estados Unidos negou o pedido da companhia para estender essa suspensão até a análise de um outro recurso da Maçã relacionado a uma decisão de desacato no caso.

Com isso, conforme divulgado pela Bloomberg, a empresa deverá seguir as determinações da ação que corre na instância inferior referente à taxa que cobra de desenvolvedores por vendas realizadas fora da App Store.

De fato, a Apple apresentou hoje mesmo uma proposta detalhando a comissão que considera razoável cobrar de aplicativos que incluam links para opções de compra fora da App Store — apenas nos EUA. Vale notar que, até agora, a empresa vinha sendo proibida de cobrar qualquer taxa.

Como detalhado pelo MacRumors, a Apple propõe cobrar metade da comissão normalmente aplicada; assim, aplicativos que pagariam uma taxa de 30% por uma compra/assinatura interna serão cobrados 15% ao direcionar o usuário para uma opção de compra na web — a proposta original era de uma taxa de 27%. Já os participantes do programa para pequenas empresas (Small Business Program), que pagariam 15%, serão cobrados 5%.

  • Aplicativos padrão: 15%.
  • Aplicativos integrantes dos programas de parceria para Notícias, Vídeos e Miniaplicativos, bem como renovações de assinaturas: 10%.
  • Aplicativos elegíveis para o programa de pequenas empresas (Small Business Program): 5%.

Essas taxas propostas deverão ser pagas pelos desenvolvedores quando um usuário tocar em um link contido em um app e realizar uma compra pela web. Por exemplo, se um usuário do Spotify clicar em um link no app para acessar o site do serviço e assinar o plano, os serviços de streaming têm de pagar à Apple uma taxa de 15%.

A Epic usou suas redes sociais para comentar a proposta da Apple. Segundo a desenvolvedora, os valores “estão muito além dos limites estabelecidos” e a empresa aponta que apresentará sua contestação dentro de 60 dias.

Apple's filing is in, and Apple admitted that under the Ninth Circuit's definition of "necessary costs" they would charge 0% for purchases made via linkouts to the web.

Apple proposed linkout fees of 15% for standard apps and 5% for Small Business Program apps. Epic believes…

— Epic Games Newsroom (@EpicNewsroom) August 13, 2026
A Apple apresentou sua petição e admitiu que, segundo a definição de “custos necessários” do Nono Circuito, cobraria 0% sobre compras realizadas por meio de links externos para a web.

A Apple propôs taxas de 15% para aplicativos padrão e de 5% para aplicativos do programa Small Business Program sobre essas transações via link externo. A Epic considera que tais taxas estão muito além dos limites estabelecidos pelas diretrizes do Nono Circuito quanto a taxas permitidas, e temos cerca de 60 dias para apresentar nossa contestação, fundamentada em depoimentos de especialistas.

Já a Apple afirma que os valores foram calculados com base em análises de especialistas e são inferiores às taxas de direcionamento externo que o Google está cobrando no seu processo judicial contra a Epic. A Maçã também protocolou uma petição solicitando o encaminhamento para uma conferência de conciliação — a qual poderá ajudar ambas as partes a chegar a um acordo e a restringir ou resolver as questões pendentes.

A Apple enviou a proposta ao Tribunal do Distrito Norte da Califórnia, onde a juíza Yvonne Gonzalez Rogers agora avaliará a proposta e ouvirá a resposta da Epic, de modo que a empresa terá de implementar a taxa definida pelo tribunal.

Como sincronizar as conversas em segundo plano no WhatsApp Web

11 August 2026 at 12:00

Se você costuma usar o WhatsApp Web, ou seja, por meio do seu navegador predileto, é importante que as suas conversas estejam sempre sincronizadas com o seu smartphone e demais dispositivos que usam a mesma conta.

Para que isso ocorra, é possível habilitar a sincronização em segundo plano, o que resulta em um melhor desempenho geral.

Veja como ativar isso! 👨‍💻

  1. Abra o site do WhatsApp Web no seu navegador;
  2. Se necessário, autentique-se usando a leitura do código QR (QR code) que aparecerá na tela;
  3. Clique na sua foto (no canto inferior esquerdo);
  4. Vá até “Notificações”;
  5. Habilite “Sincronização em segundo plano”.

Depois, pode ser necessário confirmar a ativação do recurso por meio de uma caixa de diálogo do seu navegador. E pronto!

Como editar um PDF no WhatsApp Web usando o Adobe Acrobat

11 August 2026 at 11:30

Apesar de contar com um aplicativo dedicado para Macs, o WhatsApp oferece uma experiência acessível por meio de qualquer navegador.

Batizado de WhatsApp Web, ele pode ser utilizado para trocar mensagens, fazer chamadas de áudio ou de vídeo e até conversar com a Meta AI, por exemplo.

Recentemente, o site trouxe um novo recurso: agora, é possível usar a integração com o Adobe Acrobat para abrir arquivos PDF diretamente por lá, sem precisar baixar todo o software. Você também pode fazer algumas edições simples, como destacar ou adicionar comentários, por exemplo.

Veja como usar isso! 👨‍💻

No seu navegador, abra o site do mensageiro.

Aqui é bom salientar que, em nossos testes, a edição de PDFs com o Adobe Acrobat não funcionou no Safari.

Selecione, então, a conversa onde o documento está localizado e clique em cima dele. Na parte superior direita, selecione o menu suspenso “Editar PDF” e escolha “Editar no Acrobat”.

Confirme a ação para ser levado a uma nova aba.

Após fazer as edições, vá até “Enviar para WhatsApp” (no canto superior direito) para compartilhar o documento com alguém no mensageiro.

Neal.fun: o site onde um programador criou alguns dos passatempos mais criativos e viciantes da internet

8 August 2026 at 09:35

Do jogo que desafia as regras absurdas das passwords ao simulador que deixa lançar asteroides sobre qualquer cidade, passando pela viagem ao fundo do oceano e pela ferramenta para gastar a fortuna de Bill Gates, o neal.fun é uma das colecções de experiências interactivas mais originais da web.

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Como anexar ou escrever textos longos no Threads [iPhone e web]

5 August 2026 at 11:30

Com o Threads, é possível conversar com os milhões de usuários que utilizam a rede social diariamente para falar sobre os mais diversos assuntos.

A Meta introduziu, há um tempo, uma função dedicada para quem curte escrever bastante: a possibilidade de realizar uma publicação com até 10.000 caracteres — inclusive com ferramentas de formatação de texto, como negrito, itálico e tachado, por exemplo.

Veja como utilizar isso na prática! 📝

  1. Abra o app ou o site do Threads e toque/clique no ícone de “+” ou “Nova thread“.
  2. Selecione o ícone representado por uma folha de papel (no iPhone, é preciso tocar primeiramente no botão com três pontinhos para que ele apareça).
  3. Digite ou anexe o texto desejado no campo e use as ferramentas de formatação (negrito, itálico, sublinhado, tachado e destaque com cor) na parte inferior, se assim desejar.
  1. Quando quiser publicar o texto, toque/clique em “Concluir”.

Como gerar um código QR para uma página no Mozilla Firefox pelo Mac

1 August 2026 at 19:00

Além de compartilhar uma página da web usando um link normal, o navegador Mozilla Firefox também permite enviar um endereço da web de outra forma.

Mais precisamente, trata-se da geração de um código QR (QR code) — que pode, posteriormente, ser lido a partir de qualquer câmera ou compartilhado em uma postagem, por exemplo.

Veja como fazer isso no seu Mac! 👨‍💻

  1. Com o Firefox aberto no seu computador, siga um dos seguintes procedimentos:
    • Clique com o botão direito em cima da aba;
    • Vá até “Arquivo”, na barra de menus;
  1. Selecione “Compartilhar” e “Gerar código QR…”.
  1. Clique em “Salvar” para fazer o download do código ou em “Copiar” para que ele seja copiado para a área de transferência.

WhatsApp introduz chamadas de voz/vídeo e outros recursos na versão web

28 July 2026 at 17:51

Após mais de um ano do início dos testes, o WhatsApp enfim anunciou a inclusão dos seus recursos de chamada em áudio e vídeo para a versão web do mensageiro, permitindo a transferência das ligações entre diferentes dispositivos.

A adição desses recursos na versão web dispensa a obrigatoriedade da instalação do app para macOS caso você queira atender a uma ligação fora do iPhone, funcionando nas conversas em grupo e individuais.

WhatsApp announces new calling features including web calls!

WhatsApp is rolling out web calling, call transfers, a waiting room, QuickHD video, and noise suppression for calls.https://t.co/CPOW8a76bZ pic.twitter.com/aSWHR5GJ5F

— WABetaInfo (@WABetaInfo) July 28, 2026
O WhatsApp anuncia novos recursos de chamadas, incluindo chamadas na web!

O WhatsApp está lançando chamadas na web, transferências de chamadas, uma sala de espera, vídeo QuickHD e supressão de ruído para chamadas.

As chamadas na versão web são compatíveis com o compartilhamento de tela, reações durante chamadas, histórico de ligações, favoritos e a criptografia de ponta a ponta. Já o recurso de transferência de chamada permite mover uma ligação em andamento entre diferentes dispositivos sem interromper a conversa.

O WhatsApp também introduziu uma sala de espera para chamadas em grupo iniciadas por meio de um link, permitindo que quem organizou a chamada aprove quem ingressará na ligação.

Já em termos de qualidade da chamada, o WhatsApp destacou a inclusão do QuickHD, recurso destinado a alta definição de vídeo logo nos primeiros segundos de uma chamada, enquanto a supressão de ruído reduz qualquer som ambiente que não seja a voz do usuário, que ganha destaque mesmo em espaços barulhentos. A supressão de ruído pode ser desativada a qualquer momento, embora ambos os recursos funcionem de maneira automática, sem configuração inicial.

Segundo a Meta, a implementação da novidade ocorrerá de maneira gradual, estando disponível “em breve” para toda a base instalada do WhatsApp.

Contagem de visualizações em canais

Para os administradores de canais, o WhatsApp começou a liberar a contagem privada de visualizações na beta do seu app para iOS e Android.

De acordo com o WABetaInfo, a informação é exibida no próprio balão de mensagem, e é restrita ao administrador do canal.

WhatsApp is rolling out private view counts for channel admins!

WhatsApp is introducing a new feature on iOS and Android that lets channel admins see how many people viewed their updates.https://t.co/8H1gpYYCiz pic.twitter.com/yKe7RAhA6f

— WABetaInfo (@WABetaInfo) July 26, 2026
O WhatsApp está lançando contadores de visualizações privadas para administradores de canais!

O WhatsApp está introduzindo um novo recurso no iOS e Android que permite que administradores de canais vejam quantas pessoas visualizaram suas atualizações.

Restrito à versão beta no momento, o recurso deverá chegar em breve para os usuários de forma geral.

Old Reddit Now Requires Logging In

3 July 2026 at 19:23

Scharon Harding (Slashdot):

Reddit will start requiring people to be logged into Reddit to use old.reddit.com.

The new requirement will take effect “over the next month,” a Reddit employee going by the username boat-botany announced on the social media platform today. The person claimed that the change is part of an ongoing effort to “tighten how automated systems access Reddit.”

[…]

Perhaps more alarming for old-school Redditors is that boat-botany’s post left the door open for Reddit retiring old.reddit.com.

Nick Heer:

“New” Reddit is a janky, slow, bloated mess of a website that mostly displays text, images, and videos. “Old” Reddit is ugly but functional.

Previously:

Update (2026-07-24): Cole Kurashige (Hacker News):

New Reddit will not load anything more than the post itself without Javascript (JS).

[…]

Cynically, it seems like Reddit discovered they can make scraping harder by making your browser load more and work more, which they had already done by rewriting a nice piece of HTML into a 5x more bloated mess of web components or whatever.

spacecowgoesmoo:

Based on other’s people reports, it seems like Reddit might be requiring auth now [for RSS].

EveryMac at 30

2 July 2026 at 20:44

EveryMac:

On July 2, 1996, EveryMac.com launched.

Thirty years is a long time -- and a great deal has changed since then -- but what has not changed is that EveryMac.com has been there to provide you with detailed info on every Mac from the original 128k to the current line. Thank you very much for your support through the years.

I think there used to be a bunch of sites like this, but EveryMac has endured, and it’s the one I’ve been using for long time. I asked proprietor Brock Kyle how he got started:

As you know, the Internet was different in the 90s. I was at least partially inspired by Guy Kawasaki’s evangelism and wanted to support what was at that time considered a decidedly “beleaguered” Apple Computer. Mac hardware was a topic that I was interested in and relatively experienced with -- or at least I thought so, I have learned a little bit more since then 🙃 -- and the site was simply my effort to contribute to the body of knowledge. I miss the ethos of those days.

Stephen Hackett:

There are a bunch of ways to support EveryMac, and its anniversary prompted me to chip in to help keep the lights on at a very important resource.

I am a huge fan of the site’s comparison charts, which make it easy to see how a particular model evolved over time[…]

Jason Snell:

Back in 1995 I worked on a project for MacUser magazine called the Mac Catalog, which was a FileMaker-based spec database much like EveryMac’s. I was the person who brought the Mac Catalog to the web for the first time, in fact!

Joe Rossignol:

Launched in 2022, AppleDB is a helpful resource that provides a database of Apple devices, software updates, firmware releases, and more.

Previously:

Update (2026-07-03): John Gruber:

I still feel like DF is a newcomer next to a site like EveryMac. 1996 for chrissakes. Steve Jobs wasn’t even back at Apple yet. What a great run it’s been and continues to be for EveryMac.

Mactracker, which is an app rather than a Web site, recently celebrated its 25 anniversary:

Mactracker provides detailed information on every Apple Macintosh, iPod, iPhone, iPad, Apple Watch, and Apple Vision Pro ever made, including items such as processor speed, memory, graphic cards, supported OS versions, price, color, storage, and expansion options. Also included is information on early Apple systems, Newton, Apple TV, Apple accessories, audio, displays, modems, printers, scanners, storage, Wi-Fi products, Mac pro apps, and operating systems.

Update (2026-07-06): Adam Engst:

I first wrote about it in “EveryMac’s Ultimate Mac Sort Tool” (20 September 2011), we noted its 20th anniversary in “MacNN and Tekserve Close, EveryMac and Mactracker Carry On” (8 July 2016), and it has popped up in TidBITS periodically since. Although I also use MacTracker and Glenn Fleishman’s new Fruit Specs site, nothing compares to EveryMac’s depth and breadth, and its Ultimate Mac Comparison can be particularly helpful for identifying differences between Macs.
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