Descubren en Alaska un campamento de cazadores de mamuts de hace 13.800 años contemporáneo de Altamira


Esteja você de olho nos recém-anunciados iPhones 18 Pro e 18 Pro Max ou no badalado iPhone Duo, é bem provável que já tenha pensado em maneiras de economizar na hora de comprar um desses novos aparelhos. Como sempre, uma das melhores alternativas é optar por fazer isso nos Estados Unidos, com um cartão internacional da Nomad!
Parceira de longa data do MacMagazine, a Nomad está oferecendo 5% de cashback (limitado a US$100) para quem abrir uma conta até 30 de setembro com o cupom MAC26 e converter pelo menos R$3.500 (aproximadamente US$700/600€) — assim, você consegue adquirir seu iPhone novinho em folha com uma economia extra. 💵
Vamos usar como exemplo o iPhone 18 Pro de 256GB, que sai por US$1.200 nos EUA e por R$12.000 no Brasil. No momento da redação desta matéria, a cotação do dólar gira em torno de R$5,14, o que significa que, considerando encargos de 3,5% e uma taxa de serviço de 1,9%, o mais novo flagship da Maçã pode acabar saindo por ~R$6.504 — valor que cai para cerca de R$6.178 com cashback supracitado!
Vendido oficialmente por US$1.300/R$13.000, o iPhone 18 Pro Max pode acabar saindo por apenas ~R$6.693, enquanto o atual queridinho da galera, o iPhone Duo (preço tabelado de US$2.000/R$22.000), tem o potencial de lhe custar algo em torno de R$10.840!
Em outras palavras, caso você esteja planejando trocar de iPhone por agora, uma compra internacional com o cartão da Nomad torna-se uma das melhores opções — principalmente considerando que os preços no varejo nacional continuarão bem altos por um tempo.
Como dito, para aproveitar essa oferta, basta abrir sua conta internacional na Nomad até 30 de setembro e converter pelo menos R$3.500.
Para tal, baixe o app da Nomad e cadastre-se usando o código MAC26 no campo “Código de convidado”:

MAC26 para ganhar 5% de cashback!A Nomad foi a primeira a oferecer uma conta em dólar hospedada nos Estados Unidos, sem nenhuma taxa de abertura, anuidade ou manutenção. O cartão da empresa é aceito em mais de 180 países, oferecendo taxas bastante menores que as dos cartões de crédito internacionais.
A conta bancária da Nomad é assegurada em até US$250 mil pelo Community Federal Savings Bank, membro do fundo garantidor dos EUA (FDIC), para cada tipo de conta por titular, e permite que você faça/receba transferências de outras contas da Nomad sem nenhum custo, além de transferências para contas americanas (via Wire Transfer) e outras pagando bem menos do que as taxas cobradas nos EUA.
E não para por aí: com a sua conta Nomad você tem acesso a descontos em lojas parceiras e ainda pode aproveitar o Nomad Lounge, que concede acesso a uma das melhores salas VIP do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).
Só na Nomad você tem uma conta internacional sem taxas mensais de manutenção, além de poder desfrutar de toda a praticidade e segurança que ela oferece!
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Uma investigação de uma think tank alemã revelou que deputadas de países da União Europeia são 33 vezes mais visadas do que os colegas homens em sites de deepfakes, no mesmo dia em que o procurador de Manhattan anuncia a maior apreensão de sites deste tipo na história dos EUA.
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Por um lado, Donald Trump rejeita os alertas sobre os riscos da IA e critica os apelos a uma maior regulamentação. Por outro, o vice-presidente JD Vance admite que existem riscos associados à tecnologia, embora questione as propostas das empresas de IA e a forma como estão a pedir novas regras.
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É, meus amigos… A crise causada pelo aumento dos custos de chips de memória e armazenamento atingiu o produto mais consolidado da Apple, o iPhone.
A empresa atualizou, há pouco, a Apple Store Online com os novos valores praticados para os smartphones que já estavam em linha antes da chegada dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max e Duo. E sim, nem o 17e escapou!
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Como já era de se esperar, esses aumentos se refletiram em vários outros países onde a Apple atua, como o Brasil.
Confira as tabelas com os preços antigos e os novos! 🤑
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 16 de 128GB | US$700 | US$800 | +14,3% |
| 16 Plus de 128GB | US$800 | — | — |
| 16 Plus de 256GB | US$900 | — | — |
Como podemos observar, apenas uma configuração do iPhone 16 está disponível. O 16 Plus foi descontinuado.
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | US$600 | US$700 | +16,7% |
| 512GB | US$800 | US$900 | +12,5% |
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | US$800 | US$900 | +12,5% |
| 512GB | US$1.000 | US$1.100 | +10% |
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | US$1.000 | US$1.100 | +10% |
| 512GB | US$1.200 | US$1.300 | +8,3% |
| 1TB | US$1.400 | US$1.700 | +21,4% |
| Modelo | Preço | Modelo | Preço | Variação |
|---|---|---|---|---|
| 17 Pro de 256GB | US$1.100 | 18 Pro de 256GB | US$1.200 | +9% |
| 17 Pro de 512GB | US$1.300 | 18 Pro de 512GB | US$1.400 | +7,6% |
| 17 Pro de 1TB | US$1.500 | 18 Pro de 1TB | US$1.800 | +20% |
| — | — | 18 Pro de 2TB | US$2.400 | — |
| 17 Pro Max de 256GB | US$1.200 | 18 Pro Max de 256GB | US$1.300 | +8,3% |
| 17 Pro Max de 512GB | US$1.400 | 18 Pro Max de 512GB | US$1.500 | +7,1% |
| 17 Pro Max de 1TB | US$1.600 | 18 Pro Max de 1TB | US$1.900 | +18,8% |
| 17 Pro Max de 2TB | US$2.000 | 18 Pro Max de 2TB | US$2.500 | +25% |
Curiosamente, a Apple mexeu apenas nas versões com as caixas maiores do Apple Watch Series 12 — ou seja, os modelos de 42mm seguem os mesmos preços. O SE 3 e o Ultra 4 seguem intactos.
| Modelo | Preço | Modelo | Preço | Variação |
|---|---|---|---|---|
| Series 11 (GPS, alumínio de 46mm) | US$430 | Series 12 (alumínio de 46mm) | US$450 | +4,6% |
| Series 11 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm) | US$530 | Series 12 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm) | US$550 | +3,8% |
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 16 de 128GB | R$6.800 | R$7.000 | +2,9% |
| 16 Plus de 128GB | R$8.500 | — | — |
| 16 Plus de 256GB | R$9.300 | — | — |
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | R$5.800 | R$6.000 | +3,4% |
| 512GB | R$7.300 | R$7.500 | +2,7% |
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | R$8.000 | R$8.300 | +3,7% |
| 512GB | R$9.500 | R$9.800 | +3,1% |
| Modelo | Preço anterior | Preço novo | Variação |
|---|---|---|---|
| 256GB | R$10.500 | R$11.000 | +4,7% |
| 512GB | R$12.000 | R$12.500 | +4,1% |
| 1TB | R$13.500 | R$15.500 | +14,8% |
| Modelo | Preço | Modelo | Preço | Variação |
|---|---|---|---|---|
| 17 Pro de 256GB | R$11.500 | 18 Pro de 256GB | R$12.000 | +4,3% |
| 17 Pro de 512GB | R$13.000 | 18 Pro de 512GB | R$13.500 | +3,8% |
| 17 Pro de 1TB | R$14.500 | 18 Pro de 1TB | R$16.500 | +13,7% |
| — | — | 18 Pro de 2TB | R$21.000 | — |
| 17 Pro Max de 256GB | R$12.500 | 18 Pro Max de 256GB | R$13.000 | +4% |
| 17 Pro Max de 512GB | R$14.000 | 18 Pro Max de 512GB | R$14.500 | +3,5% |
| 17 Pro Max de 1TB | R$15.500 | 18 Pro Max de 1TB | R$17.500 | +12,9% |
| 17 Pro Max de 2TB | R$18.500 | 18 Pro Max de 2TB | R$22.000 | +18,9% |
| Modelo | Preço | Modelo | Preço | Variação |
|---|---|---|---|---|
| Series 11 (GPS, alumínio de 46mm) | R$5.899 | Series 12 (GPS, alumínio de 46mm) | R$6.099 | +3,4% |
| Series 11 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm) | R$6.799 | Series 12 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm) | R$7.399 | +8,8% |
Não está nada fácil, infelizmente… 😭
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O atual CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, Tim Cook, está a alguns dias de deixar o cargo, o qual será ocupado pelo atual vice-presidente sênior de engenharia de hardware da empresa, John Ternus.
É natural que o executivo, nessa reta final, seja questionado sobre seu tempo nessa importante posição e reflita sobre sua influência no cargo — mas, em uma entrevista à CBS News, Cook disse que não pretende definir seu próprio legado.
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Ele afirmou que caberá a outros definir seu legado, mas gostaria de ser visto como um “homem bom e decente”.
Ternus assumirá como CEO da Apple a partir de 1º de setembro, e Cook passará a atuar como presidente executivo do conselho de administração da Apple, cuidando de questões relacionadas à interface da Apple com o governo.
Na breve entrevista, realizada durante a inauguração do Centro de Manufatura Avançada (Advanced Manufacturing Center) da Apple em Houston (no Texas), Cook também comentou os investimentos da empresa na manufatura americana, ressaltando que os vidros de todos os iPhones e Apple Watches são produzidos nos Estados Unidos, bem como de elementos do SoC 2System on a chip, ou sistema em um chip., entre outros componentes.
via AppleInsider


Um dos retornos de série mais aguardados do ano, a quarta temporada de “Ted Lasso” vem rendendo bons frutos para o Apple TV — mais precisamente, batendo recordes de audiência nos Estados Unidos.
Segundo dados da Nielsen fornecidos pela Apple, a estreia da nova temporada foi visualizada por 296,6 milhões de minutos entre 4 e 5 de agosto. No dia 5, a série foi a mais assistida no país, sendo visualizada por mais de 200 milhões de minutos.
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A Maçã também revelou que esses números representam o maior lançamento de todos os tempos de seu serviço de streaming, ultrapassando produções de sucesso como “Ruptura” (“Severance”) e “Pluribus”.
Conforme destacado pelo Deadline, é possível que “Ted Lasso” entre no Top 10 das séries mais assistidas no streaming na semana da estreia — mas isso dependerá de quanto os espectadores também se engajarem com episódios antigos.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Após a Apple garantir, ontem, uma suspensão temporária do processo de cálculo de taxas para compras a partir de links externos em sua disputa judicial contra a Epic Games, a Suprema Corte dos Estados Unidos negou o pedido da companhia para estender essa suspensão até a análise de um outro recurso da Maçã relacionado a uma decisão de desacato no caso.
Com isso, conforme divulgado pela Bloomberg, a empresa deverá seguir as determinações da ação que corre na instância inferior referente à taxa que cobra de desenvolvedores por vendas realizadas fora da App Store.
De fato, a Apple apresentou hoje mesmo uma proposta detalhando a comissão que considera razoável cobrar de aplicativos que incluam links para opções de compra fora da App Store — apenas nos EUA. Vale notar que, até agora, a empresa vinha sendo proibida de cobrar qualquer taxa.
Como detalhado pelo MacRumors, a Apple propõe cobrar metade da comissão normalmente aplicada; assim, aplicativos que pagariam uma taxa de 30% por uma compra/assinatura interna serão cobrados 15% ao direcionar o usuário para uma opção de compra na web — a proposta original era de uma taxa de 27%. Já os participantes do programa para pequenas empresas (Small Business Program), que pagariam 15%, serão cobrados 5%.
Essas taxas propostas deverão ser pagas pelos desenvolvedores quando um usuário tocar em um link contido em um app e realizar uma compra pela web. Por exemplo, se um usuário do Spotify clicar em um link no app para acessar o site do serviço e assinar o plano, os serviços de streaming têm de pagar à Apple uma taxa de 15%.
A Epic usou suas redes sociais para comentar a proposta da Apple. Segundo a desenvolvedora, os valores “estão muito além dos limites estabelecidos” e a empresa aponta que apresentará sua contestação dentro de 60 dias.
Apple's filing is in, and Apple admitted that under the Ninth Circuit's definition of "necessary costs" they would charge 0% for purchases made via linkouts to the web.
— Epic Games Newsroom (@EpicNewsroom) August 13, 2026
Apple proposed linkout fees of 15% for standard apps and 5% for Small Business Program apps. Epic believes…
Já a Apple afirma que os valores foram calculados com base em análises de especialistas e são inferiores às taxas de direcionamento externo que o Google está cobrando no seu processo judicial contra a Epic. A Maçã também protocolou uma petição solicitando o encaminhamento para uma conferência de conciliação — a qual poderá ajudar ambas as partes a chegar a um acordo e a restringir ou resolver as questões pendentes.
A Apple enviou a proposta ao Tribunal do Distrito Norte da Califórnia, onde a juíza Yvonne Gonzalez Rogers agora avaliará a proposta e ouvirá a resposta da Epic, de modo que a empresa terá de implementar a taxa definida pelo tribunal.


A Apple novamente não conseguiu obter a suspensão do processo de cálculo de taxas para compras a partir de links externos em sua disputa judicial contra a Epic Games. O caso, como já informamos, será analisado pela Suprema Corte dos Estados Unidos em algum momento a partir de outubro — e a Maçã havia solicitado ao Tribunal Distrital Norte da Califórnia que suspendesse os trâmites até lá, mas o tribunal negou o pedido.
As informações foram divulgadas no X por Tim Sweeney, fundador e CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Epic.
Apple's stay was denied! Now they have 24 hours to file their proposed menu of junk fees with The Court, and Epic will have 60 days to file our legal analysis in advance of a court hearing on the topic.
— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026
Como também apontado por Sweeney, a Apple tem agora 24 horas para apresentar ao tribunal um esboço das taxas que pretende cobrar dos desenvolvedores pelo uso de opções de pagamento alternativas e por links externos para compras realizadas na web. A Epic poderá, dentro de 60 dias, apresentar uma análise da proposta de taxas da Maçã — e o tribunal decidirá o que deverá valer.
Sweeney fez uma segunda publicação sobre o imbróglio, questionando se a Apple vai “documentar honestamente seus custos com o tempo de revisores humanos e tentar recuperá-los?”. Alternativamente, ele sugere que a Apple pode “inventar noções novas e absurdas de custo, até então desconhecidas pela humanidade”.
Will Apple honestly document their costs for human reviewer time and seek to recoup them? Or fabricate outlandish new notions of cost previously unknown to mankind? Tune in 24 hours from now to find out.
— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026
Será que a Apple documentará honestamente os custos com o tempo de revisores humanos e tentará recuperá-los? Ou inventará noções de custo absurdas e inéditas para a humanidade? Fique ligado: a resposta virá daqui a 24 horas.
O desenrolar mais recente, cabe lembrar, faz parte de uma decisão na qual a Apple foi considerada em desacato por impor uma comissão de 27% sobre compras realizadas por meio de links externos, depois que a juíza Yvonne Gonzalez Rogers determinou que a empresa permitisse aos desenvolvedores direcionar os usuários para métodos de pagamento alternativos.
A Apple recorreu à Suprema Corte contra a referida decisão, que concordou em analisar o caso. A Maçã, em seguida, solicitou à magistrada a suspensão do processo na instância inferior, argumentando que a (futura) decisão da Suprema Corte poderá afetar qualquer trabalho realizado nesse meio-tempo.
A Apple (ainda) não comentou a decisão de hoje.
via AppleInsider


Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.
Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.

Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.
Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).

Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.
O estudo completo pode ser conferido nessa página.


Uma pesquisa da Omdia revelou que donos de iPhones costumam gastar mais por aplicativos de microdramas (as novelas verticais) que donos de smartphones com Android — inclusive em países como o Brasil.
Por aqui, 48% dos usuários do iPhone pagam por esse tipo de conteúdo, contra 39% do Android. Na Alemanha, as porcentagens são de 49% contra 44%, enquanto na Coreia do Sul elas são de 59% contra 45%.
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Nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais equilibrada. Por lá, 69% dos usuários do iPhone disseram pagar por conteúdos, enquanto no Android o número caiu apenas um ponto percentual, mais especificamente para 68%.
O relatório também concluiu que usuários do iPhone gastam aproximadamente US$14 por semana nesses apps, enquanto no caso de donos de smartphones com Android o gasto é de cerca de US$10 por semana.

A Omdia destaca que esse resultado vai de encontro a suposições que geralmente relacionam o consumo de novelas verticais a um público com menos poder aquisitivo, que geralmente é mais associado ao Android.
No entanto, é importante ressaltar que ela leva em consideração não apenas o consumo, e sim a compra de conteúdos — que costuma ser mais frequente no iOS em praticamente qualquer tipo de aplicativo.


Depois de ser processada pela Equal Employment Opportunity Commission (EEOC) — agência do governo americano responsável por fiscalizar o cumprimento das leis federais sobre discriminação trabalhista — sob a alegação de prática de discriminação religiosa, a Apple firmou um acordo judicial e concordou em pagar cerca de US$150 mil para encerrar o caso na Justiça.
A ação envolvia um funcionário Genius da Apple Reston, localizada no estado da Virgínia (Estados Unidos), com 16 anos de casa e boas avaliações de desempenho. Em agosto de 2023, ele se converteu ao judaísmo e solicitou adequações de escala à rotina da sua religião, não trabalhando durante as sextas-feiras e os sábados (período do Shabat). Depois de alguns meses solicitando esses ajustes de maneira contínua, ele foi demitido.
Do montante total, US$80 mil correspondem a salários retroativos (sujeitos, portanto, aos devidos descontos tributários) e os US$70 mil restantes são relativos a juros e indenizações. A Apple tem até 30 dias para realizar o pagamento.
Essa mesma Apple Store, vale lembrar, foi palco de outra polêmica, na ocasião envolvendo questões sindicais: em 2022, a gerência da loja foi acusada de dissuadir e “constranger” funcionários que se mobilizavam pela sindicalização. Líderes da Maçã teriam usado ainda o exemplo do fechamento das lojas sindicalizadas no Starbucks como um incentivo para a desarticulação dos trabalhadores.
via 9to5Mac


De acordo com o jornalista da Bloomberg, Mark Gurman, a Apple teria cogitado (e posteriormente descartado) um recurso bastante interessante para o Apple Upgrade: a transferência dos dados do iCloud do usuário para o novo aparelho antes mesmo de ele ser enviado para o assinante.
Revelada na última edição da sua newsletter “Power On”, a ideia — descrita como um recurso premium — seria especialmente bem-vinda para as trocas anuais de iPhones realizadas durante o período do serviço adquirido, livrando o usuário de ter que configurar seu aparelho ao ligá-lo pela primeira vez.
The Apple Upgrade feature that never made it past the drawing board: a so-called white-glove component, where your new device each year would arrive at home ready to go, preloaded with all of your data via your iCloud backup. Here’s what happened. https://t.co/PZ4r8jEgvG
— Mark Gurman (@markgurman) August 9, 2026
Essa ideia, no entanto, esbarrou em um obstáculo importantíssimo: a privacidade do usuário, já que dados do iCloud só poderiam ser acessados pela Apple nos casos em que a Proteção Avançada de Dados (Advanced Data Protection) com criptografia de ponta a ponta não foi ativada. Isso, é claro, não inclui o Reino Unido, onde o recurso não pode ser mais acessado.
Como lembrou o 9to5Mac, o acesso remoto às definições de sistema de um iPhone obtido por meio do Apple Upgrade poderia ser associado ao Presto, um sistema proprietário de gerenciamento de atualizações baseado em hardware (empurrado especificamente por um Mac mini com um sistema customizado) para realizar o update de iPhones lacrados.
Anunciado no mês passado, o Apple Upgrade oferece o leasing de Apple Watches, iPhones, iPads e Macs para clientes dos Estados Unidos, com planos de até 36 meses dependendo do dispositivo escolhido.


Parece que a tentativa da Apple de colaborar com a fabricante chinesa de memória CXMT encontrou mais um empecilho no caminho: supostamente, a possível fornecedora demandou os mesmos valores (ou até maiores) pagos pela Maçã à Samsung Electronics e à SK Hynix. A informação veio do site sul-coreano Digital Daily.
O desgaste ocorreu após a Maçã tentar negociar os preços das memórias, tendo seu pedido de redução de preço rejeitado pela CXMT, que manteve preços semelhantes ou até mesmo superiores aos das demais fornecedoras da Apple.
Do lado da chinesa, há alguns motivos para essa postura: a barganha de uma empresa americana com uma série de exigências quanto aos processos de certificação de qualidade contrasta com o conforto do seu domínio do mercado doméstico, já que a fabricante possui contratos de longo prazo sob preços elevados com empresas como a HUAWEI e a Xiaomi.
Mesmo sob forte pressão da Micron e do Senado americano, a negociação com a CXMT (presente na lista de restrições comerciais do Pentágono como uma empresa militar da China, vale lembrar) foi uma alternativa encontrada por Tim Cook para mitigar os efeitos da crise de memória.
De acordo com um executivo da indústria de semicondutores consultado pelo veículo sul-coreano, a postura da CXMT ajudou a estabelecer um piso para os preços praticados com a DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório. convencional, suficiente para que a Samsung e a SK Hynix cobrassem um valor consideravelmente mais alto. Esse conforto mercadológico quanto às fornecedoras ocidentais também diz respeito ao foco de produção para memórias de alto desempenho destinadas a data centers de inteligência artificial (IA), deixando a produção para eletrônicos de consumo em segundo plano — o que naturalmente provoca escassez.
Segundo o analista Tim Culpan, a Apple e seus fornecedores estão correndo contra o relógio para obter chips de memória a tempo do lançamento da próxima geração de iPhones, prevista para ser anunciada no mês que vem. Esse cenário fez com que a Maçã recorresse especialmente à Micron, à Samsung e à SK Hynix. A escassez poderá afetar a disponibilidade do “iPhone 18 Pro” e do “iPhone 18 Pro Max”, embora ainda exista alguma confiança de que a demanda inicial poderá ser suprida.
Resta a dúvida se a Apple seguirá em suas tratativas com a CXMT ou se dará o braço a torcer aos interlocutores estadunidenses dessa história. Em ambos os cenários, infelizmente, parece que a conta irá chegar mais alta ao consumidor final.


A briga entre a OpenAI e a Apple teve um novo capítulo na Justiça. Depois de rebater as acusações publicamente em carta aberta no início da semana, a dona do ChatGPT protocolou ontem (5/8) uma petição pedindo a um juiz federal americano que arquive o processo movido pela Apple, classificando as alegações da fabricante como sem fundamento.
Segundo a Bloomberg, os advogados da OpenAI argumentam que o processo distorce a conduta de seus funcionários e que um dos acusados de furto de dados, na verdade, tentava ajudar um ex-colega que continuava na Apple. Na petição, a empresa chega a dizer que a ação da Apple é “sem fundamento e forjada”, usada para compensar suas dificuldades em reter talentos e sua demora em integrar IA aos produtos.
Redigido sem investigação adequada e construído sobre comunicações seletivamente recortadas e condutas comuns tiradas de contexto, a reclamação da Apple é — tomando emprestada sua própria expressão — “podre desde a raiz”.
A defesa se concentra em dois nomes já conhecidos do processo. Tang Tan, chefe de hardware da OpenAI e ex-vice-presidente de design de produto da Apple por 24 anos, teria seguido práticas normais de recrutamento do setor ao entrevistar funcionários da Maçã. Já Chang Liu, engenheiro acusado de acessar arquivos confidenciais de hardware por semanas após identificar uma falha de autenticação, estaria apenas atendendo a um pedido de ex-colegas da Apple que precisavam localizar informações para o próprio trabalho — a OpenAI publicou trechos de mensagens de texto que, segundo ela, comprovam a versão.
A petição também questiona a base jurídica do processo: para a OpenAI, a Apple nunca chegou a identificar de forma específica quais informações configurariam, de fato, segredos industriais protegidos, nem demonstrou uso indevido por parte de qualquer um dos réus. Como reforço, a empresa de Sam Altman afirma não ter qualquer interesse nos segredos da rival, já que estaria “construindo algo inteiramente novo e diferente de tudo o que existe na Apple”.
OpenAI is asking a federal judge to dismiss a lawsuit filed by Apple accusing the artificial intelligence company of stealing trade secrets, saying that the iPhone maker’s allegations are meritless. https://t.co/9u2OTVWMlw https://t.co/ZmugpwLCWy
— Mark Gurman (@markgurman) August 6, 2026
Outro ponto de defesa recai sobre as próprias práticas internas da Apple: segundo a OpenAI, a fabricante permitia que funcionários usassem contas pessoais do iCloud para trabalho e, posteriormente, revisou mensagens pessoais deixadas em dispositivos corporativos — o que teria gerado o acesso residual alegado no processo, e não um esquema coordenado de furto.
Chama atenção também a defesa específica de Tan quanto à posse de um documento interno sobre desligamento de funcionários: enquanto a Apple alega que o material serviria para burlar verificações de segurança, a OpenAI sustenta o oposto — que Tan teria guardado a informação justamente para garantir que novos contratados vindos da Apple seguissem à risca os procedimentos de desligamento da própria Apple, sem reter dados confidenciais.
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Segundo o Axios, a petição tem 31 páginas e variações da palavra “fail” (“falhar”/”fracassar”, em referência às falhas da Apple) aparecem quase 50 vezes ao longo do texto — um indicativo do tom escolhido pelos advogados da OpenAI.
O caso corre como Apple vs. Liu (processo 5:26-cv-07078) na Justiça Federal do Distrito Norte da Califórnia, sob o juiz Edward Davila — o mesmo que presidiu o julgamento criminal de Elizabeth Holmes, ex-CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Theranos.
Paralelamente ao pedido de arquivamento, a OpenAI ainda precisa responder, até 17 de agosto, ao pedido de liminar feito pela Apple para suspender o uso de qualquer suposto segredo industrial enquanto o processo tramita. A audiência sobre essa liminar está marcada para 1º de outubro.
Até a publicação desta matéria, a Apple não havia se pronunciado sobre a nova petição da OpenAI.

