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Samsung poderá ser a única fornecedora das telas OLED do “MacBook Ultra”

Para a estreia das telas OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. e do suporte ao toque em computadores com o suposto “MacBook Ultra”, a Apple poderá recorrer exclusivamente à Samsung Display como fornecedora dos painéis.

A informação partiu do site sul-coreano The Elec, o qual afirmou que, segundo as suas fontes relacionadas à cadeia de suprimentos, cerca de 250 mil unidades de painéis OLED de 14 e 16 polegadas (8,6ª geração) da Samsung foram encomendadas, com previsão de produção em massa para o mês de agosto.

A Apple não teria cogitado a LG Display e tampouco a BOE para o desenvolvimento dessas telas, devido a questões de rendimento, tornando a Samsung a única fornecedora viável.

De acordo com uma série de leakers, analistas e jornalistas, especulava-se que o “MacBook Ultra” tivesse o seu lançamento entre o final deste ano e o início do ano que vem, mas devido à crise de memória é possível que ele de fato chegue às lojas somente em 2027.

Segundo o jornalista Mark Gurman (da Bloomberg), tal Mac deverá ser equipado com os chips M5 Pro e M5 Max, com o conjunto (design, construção e tela) posicionando-o acima dos MacBooks Pro.

MacBook Pro de 16″

Cores: preto-espacial ou prateado
Tela: padrão ou nano-texture
Chips: M5 Pro ou M5 Max
Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB
Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
R$ 30.599,00
R$ 33.999,00

MacBook Pro de 14″

Cores: preto-espacial ou prateado
Tela: padrão ou nano-texture
Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max
Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB
Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
R$ 30.959,00

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via MacRumors

Notas de rodapé

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    Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.

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Un objet de 4 tonnes va s’écraser sur la Lune et creuser un cratère : comment suivre l’événement en direct ?

Un étage d’une fusée Falcon 9 devrait frapper la Lune à grande vitesse le 5 août 2026. Un événement rare, potentiellement observable depuis certains points du Globe et précieux pour les scientifiques.

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Lojas alternativas de apps chegaram ao Brasil — e quase nada vai mudar para você

“Fim do monopólio da Apple.” “iPhone liberado no Brasil.” “Mudança histórica.” As manchetes das últimas semanas não economizaram no tamanho. Do outro lado, o que o usuário recebeu de fato foi uma opção nova e discreta nos Ajustes do iPhone — e, se você não for atrás dela, sua vida com o aparelho seguirá exatamente igual. Aposto que vai seguir…

Recapitulando rapidamente: em 18 de junho, com o iOS 26.5, a Apple oficializou a abertura do iOS no Brasil, cumprindo o acordo assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025 — desfecho de uma investigação que começou lá em 2022, com uma denúncia do Mercado Livre. Lojas alternativas de apps agora são permitidas — a AltStore PAL chegou no mesmo dia —, desenvolvedores podem usar meios de pagamento próprios e incluir links para compras fora do app. O acordo vale por três anos, sob supervisão do Cade, com multas de até R$150 milhões se a Apple descumprir. Nós mostramos como tudo funciona em um vídeo.

Até aqui, a notícia. Agora, a leitura que ninguém fez direito. Passei mais de 20 anos construindo aplicativos que viveram sob as regras da App Store (apps de banco, varejo, montadora, etc.) e, quando li os termos do acordo com olhos de gerente de produto, a conclusão foi rápida: a Apple não abriu a porta. Ela redesenhou o funil.

Siga o dinheiro: ele continua indo para Cupertino

O detalhe que as manchetes de “fim do monopólio” esquecem de contar: a Apple criou uma estrutura de taxas em que ela recebe em praticamente qualquer caminho que o desenvolvedor escolher. Vale comparar os cenários:

Onde o app vive e como cobraComo cobraQuanto a Apple leva
App StorePagamento pelo sistema da AppleDe 10% a 21% + 5% de processamento
App StorePagamento por sistema próprio dentro do appDe 10% a 21%
App StoreLink para compra externa15% (10% para quem se qualifica)
Loja alternativaPagamento próprio5% sobre bens digitais

Olhe a última linha com calma. Um app que sair da App Store, for distribuído por uma loja concorrente e processar o pagamento por conta própria (ou seja, um cenário em que nenhuma infraestrutura de venda da Apple aparece) ainda deve 5% de cada transação de bens digitais para a Apple. É a chamada “comissão de tecnologia essencial”, e ela viaja junto com o app para onde ele for.

Agora, pense com a cabeça de um desenvolvedor. Os apps gratuitos (WhatsApp, Nubank, iFood e a imensa maioria dos que você usa) não pagam nada de comissão hoje. Se migrarem para uma loja alternativa, passam a pagar 5% sobre qualquer venda digital que façam. Migrar significa criar um custo que não existia. E são justamente esses apps gigantes que dariam tração a uma loja concorrente. Ou seja: o desenho das taxas torna a mudança irracional exatamente para quem faria a diferença. Isso não é acaso; é arquitetura de incentivos, e das bem-feitas.

A porta existe, mas tem um cadeado de US$1 milhão

Tem mais um filtro, ainda menos comentado. Para operar uma loja alternativa no Brasil, a empresa precisa apresentar uma carta de crédito de US$1 milhão emitida por uma instituição financeira com nota BBB ou superior — ou, alternativamente, ter dois anos contínuos no programa de desenvolvedores da Apple com mais de 1 milhão de instalações anuais no mundo. Na prática, isso deixa de fora todo mundo, menos gigantes bem capitalizadas: a Epic Games (que já prometeu trazer sua loja “nos próximos meses”), talvez o próprio Mercado Livre (que, ironicamente, foi quem começou essa briga) e pouquíssimos outros.

Sem várias lojas competindo de verdade, não há pressão de preço. E sem pressão de preço, o usuário não tem motivo para mudar de comportamento. O ciclo se fecha sozinho.

A Europa já fez esse filme, e o final não anima

Nada disso é especulação minha; é o roteiro que a União Europeia vem rodando desde março de 2024, quando a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), obrigou a Apple a uma abertura muito parecida — e que serviu de modelo para o acordo brasileiro. Dois anos depois, o balanço europeu é magro: as lojas alternativas seguem como nicho, a Setapp Mobile (da MacPaw, empresa séria, com catálogo bom) fechou as portas em fevereiro citando “a complexidade excessiva dos termos comerciais da Apple” e a Comissão Europeia precisou multar a Apple em 500€ milhões por continuar dificultando que desenvolvedores direcionassem usuários para compras mais baratas. A Apple recorre da multa até hoje.

O Cade, vale dizer, aprendeu algo com isso: o acordo brasileiro exige que os avisos da Apple sobre lojas e pagamentos de terceiros sejam “neutros e objetivos”, sem telas de fricção empurrando o usuário de volta para o caminho de Cupertino. É um detalhe regulatório esperto. Mas o incentivo econômico de fundo (a taxa que persegue o desenvolvedor aonde quer que ele vá) é o mesmo da Europa. E foi ele que esvaziou a festa por lá.

Onde as coisas podem mudar de verdade

Para ser justo, nem tudo é fumaça. Duas frentes me parecem promissoras — e nenhuma delas envolve você trocar de loja.

A primeira são as assinaturas. Um serviço que lhe leva para pagar no site, na faixa de 10% a 15% de comissão em vez dos até 26% de antes, tem margem real para repassar desconto — se quiser.

A segunda é o pagamento dentro do próprio app: agora, nada impede um jogo ou serviço de oferecer checkout com Pix, com taxas de processamento muito menores que as do cartão internacional embutido no sistema da Apple.

Repare, porém, no que essas duas frentes têm em comum: dependem de o desenvolvedor escolher repassar a economia. A Apple, aliás, avisou que não cuida de reembolso nem de gestão de assinatura de nada comprado fora do sistema dela — mais um empurrãozinho para que tudo fique como está.

O jardim ganhou um portão; o pedágio continua o mesmo

No fim das contas, o acordo com o Cade é real, tem dentes (R$150 milhões deles) e coloca o Brasil num clube seleto — só União Europeia, Japão e Coreia do Sul forçaram abertura parecida. Como precedente regulatório, é enorme. Como mudança no seu dia a dia, é quase nada: o botão novo nos Ajustes vai continuar intocado na imensa maioria dos iPhones brasileiros, os apps vão continuar vindo da App Store e os preços vão continuar os mesmos.

A Apple declarou que, com as novas regras, desenvolvedores pagarão “o mesmo ou menos” do que antes. Curiosamente, é a frase mais honesta de toda essa história — porque o objetivo do desenho inteiro é exatamente esse: que tudo mude o suficiente para satisfazer o regulador, e pouco o bastante para não mudar nada.

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Conheça o Shadowfetch Linux, a distro Debian com AI local integrada

Explore o Shadowfetch Linux, a distribuição baseada em Debian que traz AI local integrada para uma experiência segura e criativa.

O post Conheça o Shadowfetch Linux, a distro Debian com AI local integrada apareceu primeiro em Blog do Edivaldo - Informações e Notícias sobre Linux.

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Ils photographiaient la Terre depuis l'orbite, ils ont capté un satellite Starlink en plein vol : voici l'image rare qu'on ne devait pas voir

Un internaute a découvert qu’un satellite de télécommunication Starlink de SpaceX est passé devant un satellite d’imagerie de la surface Terre pendant qu’il survolait le Texas. L’image a été retrouvée sur Google Earth. Que nous dit cet événement pas si anodin que cela ?

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La mone de Campbell combine ses cris comme les humains agencent leurs mots

Sais-tu quel animal pousse des cris qu’il combine un peu comme nous, nous organisons des mots dans une phrase ? Aujourd’hui, on va parler d’un singe bien particulier, la mone de Campbell dans Bêtes de science.

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Stuart Fails to Save the Universe episode 1's 'OG death' isn't actually shocking at all — in fact, there's an overwhelmingly obvious clue to confirm that it's not even real

Spoilers for Stuart Fails to Save the Universe episode 1 ahead.

Stuart Fails to Save the Universe episode 1 has arrived, and is now available to stream worldwide on HBO Max.

In short, our "starting" versions of Stuart (Kevin Sussman), Denise (Lauren Lapkus), Kripke (John Ross Bowie) and Bert (Brian Posehn) live in a reality akin to The Walking Dead, complete with Mad Max-style apocalyptic outposts and wasps that are the size of cars.

Stuart accidentally triggered this multiverse Armageddon after breaking a device supposedly built by Sheldon (Jim Parsons) and Leonard (Johnny Galecki).

Shortly after Kripke, that universe's leader, is confronted by the rest of the group, we meet our first secret TBBT cameo: Raj (Kunal Nayyar). He's basically become a doomsday prepper, working on plans on a blackboard for how to get the device working and get the hell outta dodge.

But just as quickly as we've met him, Raj is killed while the others safely teleport to... well, hopefully somewhere better. It's a bold move, and one that has shocked fans if social media is anything to go by.

However, we've been so caught up in Raj's death that we haven't considered one major detail... it hasn't really happened at all.

Only one version of Raj is now dead... and it's certainly not the one from The Big Bang Theory

Did you forget? This is just one version of Raj in one universe, meaning there's still an infinite number of Raj's out there to be found.

As none of the versions of the characters we're meeting are actually the ones seen in TBBT, original Raj is safely in California doing some science equations in peace (probably).

This doesn't even rule out Raj appearing again later on in Stuart Fails to Save the Universe. Now that we know he's a confirmed cameo for the HBO Max spinoff, it would be silly not to use him again where possible. With the overarching narrative so difficult to predict, the possibilities are endless.

If nothing else, this now means that we're likely to see other TBBT cast members cameo in other episodes, and whether they're killed off or not. However, who these cameos might be is anybody's guess.

What we do know for episodes 2-10 is pretty minimal, but the below preview gives us the faintest idea of what to expect. Strap in, is all I'm saying.

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Musk says Tesla to ‘open source’ Model S and X, but prior release makes us skeptical

Elon Musk says Tesla plans to “open source” the Model S and Model X, and he’s pointing to the original Roadster as the template.

The problem is Tesla’s Roadster release amounted to eight files on GitHub plus five document packages behind a login, with no open-source license attached to any of it.

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