Un étage d’une fusée Falcon 9 devrait frapper la Lune à grande vitesse le 5 août 2026. Un événement rare, potentiellement observable depuis certains points du Globe et précieux pour les scientifiques.
“Fim do monopólio da Apple.” “iPhone liberado no Brasil.” “Mudança histórica.” As manchetes das últimas semanas não economizaram no tamanho. Do outro lado, o que o usuário recebeu de fato foi uma opção nova e discreta nos Ajustes do iPhone — e, se você não for atrás dela, sua vida com o aparelho seguirá exatamente igual. Aposto que vai seguir…
Recapitulando rapidamente: em 18 de junho, com o iOS 26.5, a Apple oficializou a abertura do iOS no Brasil, cumprindo o acordo assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025 — desfecho de uma investigação que começou lá em 2022, com uma denúncia do Mercado Livre. Lojas alternativas de apps agora são permitidas — a AltStore PAL chegou no mesmo dia —, desenvolvedores podem usar meios de pagamento próprios e incluir links para compras fora do app. O acordo vale por três anos, sob supervisão do Cade, com multas de até R$150 milhões se a Apple descumprir. Nós mostramos como tudo funciona em um vídeo.
Até aqui, a notícia. Agora, a leitura que ninguém fez direito. Passei mais de 20 anos construindo aplicativos que viveram sob as regras da App Store (apps de banco, varejo, montadora, etc.) e, quando li os termos do acordo com olhos de gerente de produto, a conclusão foi rápida: a Apple não abriu a porta. Ela redesenhou o funil.
Siga o dinheiro: ele continua indo para Cupertino
O detalhe que as manchetes de “fim do monopólio” esquecem de contar: a Apple criou uma estrutura de taxas em que ela recebe em praticamente qualquer caminho que o desenvolvedor escolher. Vale comparar os cenários:
Onde o app vive e como cobra
Como cobra
Quanto a Apple leva
App Store
Pagamento pelo sistema da Apple
De 10% a 21% + 5% de processamento
App Store
Pagamento por sistema próprio dentro do app
De 10% a 21%
App Store
Link para compra externa
15% (10% para quem se qualifica)
Loja alternativa
Pagamento próprio
5% sobre bens digitais
Olhe a última linha com calma. Um app que sair da App Store, for distribuído por uma loja concorrente e processar o pagamento por conta própria (ou seja, um cenário em que nenhuma infraestrutura de venda da Apple aparece) ainda deve 5% de cada transação de bens digitais para a Apple. É a chamada “comissão de tecnologia essencial”, e ela viaja junto com o app para onde ele for.
Agora, pense com a cabeça de um desenvolvedor. Os apps gratuitos (WhatsApp, Nubank, iFood e a imensa maioria dos que você usa) não pagam nada de comissão hoje. Se migrarem para uma loja alternativa, passam a pagar 5% sobre qualquer venda digital que façam. Migrar significa criar um custo que não existia. E são justamente esses apps gigantes que dariam tração a uma loja concorrente. Ou seja: o desenho das taxas torna a mudança irracional exatamente para quem faria a diferença. Isso não é acaso; é arquitetura de incentivos, e das bem-feitas.
A porta existe, mas tem um cadeado de US$1 milhão
Tem mais um filtro, ainda menos comentado. Para operar uma loja alternativa no Brasil, a empresa precisa apresentar uma carta de crédito de US$1 milhão emitida por uma instituição financeira com nota BBB ou superior — ou, alternativamente, ter dois anos contínuos no programa de desenvolvedores da Apple com mais de 1 milhão de instalações anuais no mundo. Na prática, isso deixa de fora todo mundo, menos gigantes bem capitalizadas: a Epic Games (que já prometeu trazer sua loja “nos próximos meses”), talvez o próprio Mercado Livre (que, ironicamente, foi quem começou essa briga) e pouquíssimos outros.
Sem várias lojas competindo de verdade, não há pressão de preço. E sem pressão de preço, o usuário não tem motivo para mudar de comportamento. O ciclo se fecha sozinho.
A Europa já fez esse filme, e o final não anima
Nada disso é especulação minha; é o roteiro que a União Europeia vem rodando desde março de 2024, quando a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), obrigou a Apple a uma abertura muito parecida — e que serviu de modelo para o acordo brasileiro. Dois anos depois, o balanço europeu é magro: as lojas alternativas seguem como nicho, a Setapp Mobile (da MacPaw, empresa séria, com catálogo bom) fechou as portas em fevereiro citando “a complexidade excessiva dos termos comerciais da Apple” e a Comissão Europeia precisou multar a Apple em 500€ milhões por continuar dificultando que desenvolvedores direcionassem usuários para compras mais baratas. A Apple recorre da multa até hoje.
O Cade, vale dizer, aprendeu algo com isso: o acordo brasileiro exige que os avisos da Apple sobre lojas e pagamentos de terceiros sejam “neutros e objetivos”, sem telas de fricção empurrando o usuário de volta para o caminho de Cupertino. É um detalhe regulatório esperto. Mas o incentivo econômico de fundo (a taxa que persegue o desenvolvedor aonde quer que ele vá) é o mesmo da Europa. E foi ele que esvaziou a festa por lá.
Onde as coisas podem mudar de verdade
Para ser justo, nem tudo é fumaça. Duas frentes me parecem promissoras — e nenhuma delas envolve você trocar de loja.
A primeira são as assinaturas. Um serviço que lhe leva para pagar no site, na faixa de 10% a 15% de comissão em vez dos até 26% de antes, tem margem real para repassar desconto — se quiser.
A segunda é o pagamento dentro do próprio app: agora, nada impede um jogo ou serviço de oferecer checkout com Pix, com taxas de processamento muito menores que as do cartão internacional embutido no sistema da Apple.
Repare, porém, no que essas duas frentes têm em comum: dependem de o desenvolvedor escolher repassar a economia. A Apple, aliás, avisou que não cuida de reembolso nem de gestão de assinatura de nada comprado fora do sistema dela — mais um empurrãozinho para que tudo fique como está.
O jardim ganhou um portão; o pedágio continua o mesmo
No fim das contas, o acordo com o Cade é real, tem dentes (R$150 milhões deles) e coloca o Brasil num clube seleto — só União Europeia, Japão e Coreia do Sul forçaram abertura parecida. Como precedente regulatório, é enorme. Como mudança no seu dia a dia, é quase nada: o botão novo nos Ajustes vai continuar intocado na imensa maioria dos iPhones brasileiros, os apps vão continuar vindo da App Store e os preços vão continuar os mesmos.
A Apple declarou que, com as novas regras, desenvolvedores pagarão “o mesmo ou menos” do que antes. Curiosamente, é a frase mais honesta de toda essa história — porque o objetivo do desenho inteiro é exatamente esse: que tudo mude o suficiente para satisfazer o regulador, e pouco o bastante para não mudar nada.
La possibilité de créer des hybrides d'espèces disparues pour les réintroduire dans la nature divise profondément les chercheurs… qui mobilisent tous l'argument écologique.
Un internaute a découvert qu’un satellite de télécommunication Starlink de SpaceX est passé devant un satellite d’imagerie de la surface Terre pendant qu’il survolait le Texas. L’image a été retrouvée sur Google Earth. Que nous dit cet événement pas si anodin que cela ?
Sais-tu quel animal pousse des cris qu’il combine un peu comme nous, nous organisons des mots dans une phrase ? Aujourd’hui, on va parler d’un singe bien particulier, la mone de Campbell dans Bêtes de science.
In short, our "starting" versions of Stuart (Kevin Sussman), Denise (Lauren Lapkus), Kripke (John Ross Bowie) and Bert (Brian Posehn) live in a reality akin to The Walking Dead, complete with Mad Max-style apocalyptic outposts and wasps that are the size of cars.
Stuart accidentally triggered this multiverse Armageddon after breaking a device supposedly built by Sheldon (Jim Parsons) and Leonard (Johnny Galecki).
Shortly after Kripke, that universe's leader, is confronted by the rest of the group, we meet our first secret TBBT cameo: Raj (Kunal Nayyar). He's basically become a doomsday prepper, working on plans on a blackboard for how to get the device working and get the hell outta dodge.
But just as quickly as we've met him, Raj is killed while the others safely teleport to... well, hopefully somewhere better. It's a bold move, and one that has shocked fans if social media is anything to go by.
However, we've been so caught up in Raj's death that we haven't considered one major detail... it hasn't really happened at all.
Only one version of Raj is now dead... and it's certainly not the one from The Big Bang Theory
Did you forget? This is just one version of Raj in one universe, meaning there's still an infinite number of Raj's out there to be found.
As none of the versions of the characters we're meeting are actually the ones seen in TBBT, original Raj is safely in California doing some science equations in peace (probably).
This doesn't even rule out Raj appearing again later on in Stuart Fails to Save the Universe. Now that we know he's a confirmed cameo for the HBO Max spinoff, it would be silly not to use him again where possible. With the overarching narrative so difficult to predict, the possibilities are endless.
If nothing else, this now means that we're likely to see other TBBT cast members cameo in other episodes, and whether they're killed off or not. However, who these cameos might be is anybody's guess.
What we do know for episodes 2-10 is pretty minimal, but the below preview gives us the faintest idea of what to expect. Strap in, is all I'm saying.
SpaceX launched Starship on its 13th suborbital test flight July 24, correcting some of the issues seen on the previous flight while deploying functioning satellites for the first time.
Elon Musk says Tesla plans to “open source” the Model S and Model X, and he’s pointing to the original Roadster as the template.
The problem is Tesla’s Roadster release amounted to eight files on GitHub plus five document packages behind a login, with no open-source license attached to any of it.
The company ticked off a few more boxes on the second Starship V3 flight, but appears to have had another issue relighting the booster's rocket engines.
Elon Musk’s SpaceX is many different things to many different people — but one thing that it definitely isn’t is a get-rich-quick scheme.
Since its debut on the public tickers back in early June, SpaceX shares have sunk from a high of over $225 to a dismal $110 today, as compounding failures and overvaluation fears take their toll. Overall, SpaceX is down nearly 30 percent compared to its opening stock price of $150 — and all those day-one rubes are now seeing red.
“Elon has ruined me,” one Redditor posted on r/WallStreetBets, along with a screenshot showing a loss of nearly $455,000 CAD on thousands of SpaceX shares. “He was supposed to take us to Mars and burn short sellers. Still holding 7300 shares. Please Elon fly again.”
On Musk’s X-formerly-Twitter, investor’s spirits, like his rockets, weren’t any higher.
Under a post showing off SpaceX’s Starship at sunset, dejected Musk acolytes moped about their fortunes, begging the company to get its act together.
“It sure would be cool if this stops crashing… 30 percent short interest and down 40 percent on the month,” one fanboy groused. “I believed in you and lost over 20k in a month. I really hope that it comes back.”
On Thursday, when SpaceX announced it was delaying the launch of Starship’s thirteenth test flight by a day, commenters were quick to point out that the update came just minutes after US stock markets closed. (The stock continued sinking the next day, falling more than another 3 percent by press time.)
“Sure,” said another user, “wait till market close to announce…lol…as if we didn’t know what the weather was going to do hrs in advance.”
With that major test now scheduled for Friday evening, it remains to be seen whether a successful test will be enough to win back investors. On the flipside, a high-profile failure now could severely compound the company’s woes, putting SpaceX even further from the $2 trillion valuation Musk has promised. Time will tell.