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Quartas betas do iOS 27, iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27, tvOS 27 e visionOS 27 estão disponíveis

Desenvolvedores já podem instalar as quartas versões de teste do iOS 27 (compilação 24A5390f), iPadOS 27 (idem), macOS Golden Gate 27 (26A5388g), watchOS 27 (24R5325h), tvOS 27 (24J5325d) e visionOS 27 (24M5326g).

Além dos sistemas, também está disponível para desenvolvedores a quarta beta do Xcode 27 (compilação 27A5228h).

Os novos sistemas, anunciados na WWDC26, trarão novidades e diversas melhorias para iPhones, iPads, Macs, Apple Watches, Apple TVs e Vision Pros — conforme temos acompanhado e detalhado no apanhado de matérias abaixo.

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Cabe recordar que a Apple disponibiliza o acesso às versões beta para desenvolvedores gratuitamente, então não necessariamente usuários em geral precisam optar pelas betas públicas para instalar os novos sistemas — basta estar registrado como um desenvolvedor (com uma conta gratuita).

Como de costume, nós estamos de olho para conferir as novidades incluídas com as novas betas e detalharemos tudo sobre elas por aqui, então continuem acompanhando!

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Release Candidates do iOS 26.6, iPadOS 26.6, macOS 26.6, watchOS 26.6, tvOS 26.6 e visionOS 26.6 são liberadas

A Apple disponibilizou hoje as Release Candidates (RCs) do iOS 26.6 (compilação 23G71), iPadOS 26.6 (idem), macOS Tahoe 26.6 (25G70), watchOS 26.6 (23U67), tvOS 26.6 (23L772), Software do HomePod 26.6 (idem) e visionOS 26.6 (23O770).

Também foram disponibilizadas hoje as sextas RCs do macOS Sonoma 14.8.8 (compilação 23J619) e do macOS Sequoia 15.7.8 (24G822).

É importante não confundir essas versões com os testes do iOS 27 e demais sistemas operacionais anunciados na WWDC26. Enquanto as versões 26.6 provavelmente sairão para todos já na semana que vem, os sistemas 27 só serão lançados lá para setembro.

De acordo com as notas de atualização, o update do iOS 26.6 inclui correções de erros, atualizações de segurança e otimiza a indexação do Spotlight para preparar o sistema para o iOS 27. Caso alguma outra novidade surja com essa última rodada de testes, avisaremos por aqui, é claro. 😉

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Apple Music chegará a carros da Volvo, com teste grátis de 3 meses

A Volvo anunciou que o Apple Music passará a integrar mais de 2 milhões de seus carros por meio de uma atualização remota (over-the-air, ou OTA), oferecendo até três meses grátis do serviço para os veículos compatíveis.

Para resgatar o teste gratuito, é necessário entrar com sua Conta Apple no app Volvo Cars. Tanto para antigos quanto novos assinantes, a oferta de resgate é válida até 6 de julho de 2027.

Alwin Bakkenes, diretor global de engenharia de software da Volvo, comentou a novidade:

Muitos dos nossos clientes já utilizam o Apple Music em seus smartphones ou em casa. Ao levarmos o Apple Music diretamente para nossos carros, transformamos nossos veículos em um lugar extraordinário para vivenciar a música. […] Você sentirá como se estivesse em meio a uma sala de concertos ou a uma arena durante a sua apresentação ao vivo favorita, ou imerso nas músicas mais recentes em Áudio Espacial, exatamente como os artistas pretenderam — uma experiência sonora verdadeiramente emocionante.

Embora o streaming seja compatível com os modelos XC90, S90, V90, XC60, S60, V60, XC40, EX40 e EC40 fabricados a partir de 2020, o Áudio Espacial do Apple Music será exclusivo do EX90, do ES90 e do EX60 (este último chegará ao mercado brasileiro em outubro).

O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via Exame

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Nova interface contextual da Siri AI é descoberta no macOS 27; veja como ativá-la

A Apple está testando uma nova interface na beta do macOS Golden Gate 27 que exibe uma série de atalhos da Siri AI sempre que o usuário seleciona texto em um app qualquer.

Descoberta pelo usuário identificado como “pdfu” em uma comunidade do Reddit, a novidade está claramente inacabada, o que explica o fato de ela vir desativada por padrão nas versões mais recentes do sistema operacional.

Como é possível notar abaixo, a interface assume a forma de um popover que aparece no canto superior esquerdo da seleção feita pelo usuário. Além disso, os atalhos são contextuais, o que significa que ações diferentes poderão ser sugeridas dependendo do conteúdo em destaque.

Caso o usuário esteja trabalhando em um texto, o recurso exibirá atalhos relacionados às Ferramentas de Escrita (Writing Tools), só para citar um exemplo. Ainda de acordo com as informações, o recurso também pode sugerir ações como enviar um email, adicionar um número aos contatos, exibir um endereço no app Mapas (Maps) ou rastrear um voo.

Para testar a novidade, é necessário estar rodando a terceira beta para desenvolvedores ou a primeira beta pública do macOS 27. Feito isso, basta abrir o Terminal, rodar o comando a seguir e reiniciar o Mac:

sudo mkdir -p /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain && sudo defaults write /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain/WritingTools LightweightUI_macOS -dict Enabled -bool true

Para desativar a novidade (o que talvez se prove necessário, já que, como dito, ela ainda está inacabada e apresenta inconsistências), basta abrir o Terminal novamente, rodar o comando a seguir e reiniciar o Mac:

sudo defaults write /Library/Preferences/FeatureFlags/Domain/WritingTools LightweightUI_macOS -dict Enabled -bool false

Como essa nova interface já está disponível (mesmo que escondida) nas betas do macOS 27, é bem possível que ela dê as caras em uma futura versão de teste do sistema — provavelmente em um estado bem mais polido.

via iThinkDifferent

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WhatsApp amplia disponibilidade da interface Liquid Glass no Mac

Em teste desde o mês passado, a interface da versão de WhatsApp para Mac pensada para o macOS Tahoe 26, com suporte ao Liquid Glass, parece enfim ter tido sua disponibilidade ampliada.

A nova versão, 26.27.73, além de contar com Liquid Glass, inclui uma nova barra lateral com textos que descrevem os ícones, abandonando a abordagem minimalista encontrada até então na versão de computador do mensageiro da Meta, e uma seção dedicada às Comunidades, que antes ficavam espalhadas pelo histórico de conversas do aplicativo.

Liquid Glass no WhatsApp de macOS
Captura de tela/WABetaInfo

Outra novidade é a adição do suporte às conversas trancadas, atualmente restritas aos iPhones e iPads. O acesso ao recurso no macOS, aos moldes da exigência do Face ID nos dispositivos móveis, também solicitará algum meio de autenticação para garantir a camada adicional de proteção, carro-chefe da funcionalidade.

Com essa atualização chegando para os usuários finais de maneira gradual nas próximas semanas, a disponibilização ampla da versão de Mac do WhatsApp (incluindo a versão da Mac App Store) conclui um trabalho de quase um ano unificando a linguagem visual do app no iOS, iPadOS e macOS.

via WABetaInfo

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★ Ferramentas no navegador ou aplicativos: qual é a melhor opção para acessar conteúdo offline?

Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.

Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?

A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.

Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido

As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.

Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.

Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.

  • Acompanhar palestras e conferências online;
  • Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
  • Revisar treinamentos profissionais;
  • Utilizar computadores compartilhados;
  • Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.

Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.

VidsSave.com

Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.

Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha

Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.

Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.

Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.

Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.

Não existe uma solução única

Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.

Imagine alguns exemplos:

  • Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
  • Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
  • Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
  • Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.

Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.

O fator mais importante é a praticidade

Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.

Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.

Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.

Conclusão

O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.

Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.

Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.

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Apple evitou citar Jony Ive em processo contra a OpenAI

Desde que a Apple levou a OpenAI aos tribunais por uma suposta violação de segredos industriais e propriedade intelectual, a ausência do nome de Jony Ive no processo tem sido motivo de especulações, considerando que o ex-executivo da Maçã e braço direito de Steve Jobs é uma peça relevante para o desenvolvimento de hardwares da dona do ChatGPT.

No ano passado, a startup de Ive, a io Products, foi adquirida pela OpenAI por US$6,5 bilhões. Desde então, o estúdio de design independente LoveFrom (também comandado pelo ex-Apple) passou a ser o espaço da gigante de inteligência artificial (IA) para a supervisão do design da sua linha de hardware. Nesse processo, mais de 400 funcionários trocaram a Maçã pela empresa de Sam Altman — entre eles, Tang Tan e Chang Liu, acusados de instruírem a revelação de protótipos da Maçã para quem estivesse em entrevista com a empresa de IA.

Para Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, existem duas explicações lógicas para Ive ter ficado de fora das acusações: a ausência de provas que comprovem seu vínculo com o esquema e a sua relação de proximidade com a viúva de Jobs, Laurene Powell Jobs.

Jony Ive, Sam Altman e Laurene Powell Jobs

Próxima de Tim Cook e de outros executivos da empresa — além de manter uma relação de longa data com Ive —, ela continua circulando com naturalidade entre ambos os lados, tendo inclusive participado da última WWDC como convidada.

Laurene também é uma das principais investidoras dos projetos de Ive e esteve ao lado dele e de Altman quando os dois revelaram que o primeiro dispositivo de IA da OpenAI já estava em desenvolvimento. Para Gurman, esse conjunto de relações pode ter contribuído para evitar que o nome do ex-chefe de design da Apple fosse envolvido diretamente na disputa judicial, especialmente na ausência de evidências que o ligassem ao suposto vazamento de informações.

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Como aumentar a resolução de uma foto no Pages, Numbers e Keynote

Há um tempo, mostramos por aqui como é simples aumentar a resolução de uma imagem contida em um quadro do Freeform, graças à função Super-resolução (Super Resolution) do Apple Creator Studio.

O que muita gente não sabe é que ela também pode ser usada em imagens que tiverem sido anexadas em documentos do Pages, em planilhas do Numbers ou em apresentações do Keynote.

Veja como usar isso no seu iPhone, iPad e Mac! 🪄

Como ativar a Super-resolução pelo iPhone/iPad

  1. Abra, em um dos três apps, um arquivo que contenha uma foto.
  2. Selecione-a (de forma que fique com um contorno azul) e vá até o ícone de um pincel (na parte superior direita).
  3. Na aba “Imagem”, escolha “Super-resolução”.

Se preferir, toque em cima da imagem, toque na seta e em “Super-resolução”.

Como ativar a Super-resolução pelo Mac

  1. Com o documento aberto, clique em cima da imagem para selecioná-la.
  1. Clique no ícone de Super-resolução, na barra de ferramentas.

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Como adicionar ou gerar uma forma em documentos do Pages, Numbers e Keynote

Além de adicionar imagens e vídeos, os aplicativos Pages, Numbers e Keynote também permitem que você coloque formas — das mais simples às mais complexas, como formas geométricas, objetos e animais, por exemplo.

Além delas, o Apple Creator Studio permite que você gere uma forma do zero, com base em uma descrição que tiver adicionado no campo dedicado.

Veja como escolher ou gerar uma forma nesses apps! 😄

Como adicionar uma forma em documentos pelo iPhone/iPad

Acesse o documento desejado, toque no botão roxo (na parte superior) e no quinto ícone, da esquerda para a direita, a fim de abrir a área de formas.

Navegue pelas categorias para encontrar exatamente a que quiser usar no arquivo ou, se for um assinante do Apple Creator Studio, selecione “Gerar Forma” e siga os passos seguintes.

Como adicionar uma forma em documentos pelo Mac

Clique no documento desejado e no quarto ícone (da esquerda para a direita), na parte superior.

Escolha uma das formas mostradas na aba dedicada ou selecione “Gerar Forma” para criar uma do zero, com base numa descrição.

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Taiwan indicts former TSMC deputy manager for alleged theft of national core technology trade secrets intended for China

TSMC

Taiwanese prosecutors on Monday indicted a former deputy manager at Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) for allegedly stealing trade secrets involving technologies designated as national core technologies, with the intent to use them in China.

The defendant, identified by the surname Chen, faces charges under Taiwan’s National Security Act and the Trade Secrets Act. Prosecutors are seeking a seven-year prison sentence.

According to the indictment, Chen conspired with a Hong Kong national between 2023 and 2024 to establish CSMAC, a semiconductor materials analysis company in China. He is accused of copying 21 TSMC documents containing national core technologies and other proprietary trade secrets for use in the new venture.

TSMC, the world’s largest contract chipmaker and a key supplier to companies such as Nvidia and Apple, detected the unauthorized copying through an internal investigation and successfully recovered all duplicated documents. The Hong Kong co-conspirator was not prosecuted because he had died. Chen remains in custody, and Reuters was unable to reach him for comment. TSMC declined to comment on the case.

Prosecutors described this as Taiwan’s first indictment involving the alleged theft of trade secrets related to technologies officially designated as national core technologies for intended use in China.

The case underscores heightened concerns in Taiwan over China’s efforts to recruit Taiwanese semiconductor talent and acquire advanced chip know-how. In response, Taiwan has significantly tightened protections for technologies deemed critical to its economic and national security.

MacDailyNews Take: TSMC clearly plays a central role in the global semiconductor supply chain, making the protection of its intellectual property a matter of strategic importance far beyond Taiwan’s borders.


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Besser als Time Machine: Die fünf besten Backup-Lösungen für den Mac für 2026

Time Machine ist eine erstklassige Backupsoftware und für die meisten Anwender völlig ausreichend. Die große Stärke der Sicherheitssoftware ist die einfache Bedienung – auch bei der Wiederherstellung von Daten. Geht etwas schief, können Sie sehr einfach Daten wiederherstellen oder Ihre Daten auf einen neuen Mac übertragen. Das ist nicht bei jeder Backupsoftware so einfach möglich.

Diese simple Bedienung hat aber einen großen Nachteil: Apples Software ist nicht sehr flexibel und erlaubt dem Nutzer nur sehr wenige Konfigurationsmöglichkeiten oder Anpassungen an besondere Situationen.

  • Wollen Sie bei Büroschluss noch schnell Ihren Projektordner auf einen USB-Stick sichern oder Daten im Web archivieren, ist das umständliche System von Time Machine nicht ideal. Time Machine macht stur vollständige Backups des Macs, auch wenn Sie es eilig haben und nur einen einzelnen Projektordner mit Ihren Office-Dokumenten synchronisieren wollen.
  • Sie benötigen zudem eine externe SSD oder Festplatte, die durchgehend mit dem Mac verbunden sein sollte. Ein bootfähiges Backup oder ein Klonen des Systems ist nicht möglich, beim Backup auf ein NAS gibt es immer wieder Kompatibilitätsprobleme.
  • Sie können außerdem Daten nicht archivieren oder auslagern: Alte Dateiversionen werden bei Platzmangel gelöscht, eine versehentlich gelöschte Datei wird irgendwann auch von Time Machine eliminiert. Bei anderen Backup-Lösungen können Sie alte Dateiversionen archivieren.
  • Eine weitere Schwachstelle von Time Machine: Bei einem Brand oder Diebstahl verlieren Sie vielleicht nicht nur Ihren Mac, sondern auch Ihr Time-Machine-Backup. Ein zusätzliches Backup in der Cloud oder auf einem mobilen USB-Stick ist deshalb sehr sinnvoll.
  • Fachleute empfehlen entsprechend der 3-2-1-Backup-Regel ein zusätzliches externes Offsite-Backup. Das kann etwa ein Cloud-Backup sein, oder ein zweites Backup im Büro oder Heimbüro.

Acronis True Image (kostenlos für WD-Kunden)

Acronis True Image (kostenlos für WD-Kunden)

Time Machine ist ein hervorragendes Backup-Programm, es ist aber ein recht starres Konzept, das wenig Voreinstellungen und Optionen bietet. Mehr Optionen bietet etwa die kommerzielle Software Acronis True Image. Auf Wunsch startet sie ein Backup beim Einschalten des Macs, täglich oder automatisch beim Einstecken des Backup-Mediums.

Ein Unterschied gegenüber Time Machine ist zudem eine Archivierungs-Option. Als Standard werden alte Versionen eines Backups gelöscht, das ist aber nicht immer gewollt. Über die Voreinstellungen können Sie dies unter „Bereinigung“ deaktivieren. Ihre Daten werden dann sicher archiviert. Bei Time Machine werden alte, veränderte oder gelöschte Daten irgendwann gelöscht.

Eine Komplettkopie, einen kompletten Klon eines Macs, können Sie damit ebenfalls erstellen, auch wenn dies bei modernen Macs nur noch selten praktikabel ist. Das Erstellen eines eigenen Boot-Mediums wird dazu unterstützt.

Das ausgereifte und einfach bedienbare Backup-Programm kostet ab 50 Euro im Jahr. Die günstigste Version Essentials unterstützt allerdings nur lokale Backups, die Version Advanced kann auch Daten in der Cloud sichern. Für 73 Euro im Jahr erhalten Sie 250 GB Cloud-Backup.

Tipp: Für  Besitzer eines Speichermediums (SSD, NAS und Festplatte) von Western Digital gibt es eine Basisversion für lokale Backups, die Sie für fünf Jahre freischalten können. Laut WD werden auch Geräte von Sandisk und G-Technology unterstützt. In einem kurzen Test konnte ich übrigens auch zwei alte USB-Sticks von Sandisk damit verwenden.

Eine kostenlose Version von Acronis True Image gibt es seit Kurzem auch bei den Bee-Station-Geräten von Synology.

Aktuell bester Preis: Samsung T9

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Carbon Copy Cloner

Carbon Copy Cloner

Einen hervorragenden Funktionsumfang bietet Carbon Copy Cloner. Die Software wird nicht grundlos so oft empfohlen, der Hersteller Bombich Software hält sein 45,25 Euro teures Tool mit viel Aufwand auf aktuellem Niveau und garantiert gute Kompatibilität mit aktuellen Systemen.

Die Oberfläche ist zwar weniger eingängig als bei Acronis True Image, dafür bietet die Software ungewöhnliche Funktionen an. Sie können bei Bedarf aber auch eine vereinfachte Oberfläche für Einsteiger aktivieren und eine Assistentenfunktion führt Sie durch die Einrichtung Ihres Backups.

Die Funktionalität von Carbon Copy Cloner hat leider unter den immer stärkeren Sicherheitsfunktionen von macOS gelitten. So war die Erstellung eines startfähigen Backups früher eine Spezialität der App, dies ist aber nur noch sehr eingeschränkt möglich.

Individuelle Konfiguration ist per Skript möglich, mit Filtern wählt man die zu sichernden Dateien aus – etwa wenn Sie nur Videodateien sichern wollen. Gut ist die Unterstützung von macOS, so gibt es die Unterstützung von Snapshots. Auch Cloud-Dateien, die eigentlich nur online gespeichert werden, können beim Backup berücksichtigt werden.

So kann ein Backup nicht nur zeitgesteuert oder durch das Mounten eines Backup-Mediums, sondern auch durch das Ändern von Dateien ausgelöst werden. Gut: Jeden Backup-Vorgang überwacht Carbon Copy Cloner akribisch und weist auf Probleme hin.

Lesen Sie unseren Carbon Copy Cloner Test

Google Drive und iCloud+

Google Drive und iCloud+

Wie erwähnt, hat Time Machine einen großen Nachteil: Wird der Mac gestohlen oder es gibt einen Rohrbruch in der Wohnung, können Mac inklusive Backup verloren gehen. Ein zusätzliches Online-Backup wichtigster Daten ist deshalb keine schlechte Idee. Vermutlich genügt bei vielen Anwendern ja bereits eine Datensicherung des Dokumente-Ordners als zusätzliche Absicherung.

Es gibt unzählige Anbieter für Online-Backups. Neben Backblaze, Acronis und Arq-Backup sollten Sie auch iCloud+ nicht vergessen. Bietet doch iCloud die oft übersehene Option „Schreibtisch“ & „Dokumente“, bei der diese beiden Ordner automatisch mit iCloud synchronisiert werden. Stärke dieser Dienste ist das schnelle Abgleichen einzelner Ordner, etwa eines Dokumente-Verzeichnisses. Für das Sichern eines kompletten Macs eignen sie sich weniger, das ist bei modernen Macs auch nur wenig praktikabel. Eine zusätzliche Kopie wichtiger Daten landet dann aber automatisch im Web.

Diese Dienste und die teureren Verträge von iCloud + sind aber recht kostspielig, Backblaze kostet etwa ab 99 US-Dollar, Acronis Advanced ab 73 Euro pro Jahr.

Schon für 24 Euro pro Jahr erhalten Sie bei Google Drive 100 GB Online-Speicherplatz, für 60 Euro gibt es 400 GB. Über ein simples Mac-Programm können Sie dann einzelne Ordner auswählen, die laufend mit der Online-Version bei Google Drive synchronisiert werden. Nach meiner Erfahrung hat Google Drive einen weiteren Vorteil: Die Performance ist ausgezeichnet. Bei iCloud und Google werden die Daten allerdings nur synchronisiert, gelöschte Daten werden automatisch entfernt. Benötigen Sie ein echtes Online-Backup mit Versionsverwaltung, müssen Sie zu den teureren Anbietern Backblaze, Acronis und Arq greifen.

Smart Backup

Smart Backup

Um Platz zu schaffen, löscht Time Machine regelmäßig alte Backup-Versionen – auch von der externen Festplatte. Um dies zu vermeiden, können Sie Ihre Daten mit einem anderen Backup-Programm archivieren, etwa auf einer externen Festplatte mit viel Speichervolumen.

Dafür eignet sich auch das spendenfinanzierte Smart Backup von Solesignal. Bei Datensicherungen archiviert es auf Wunsch Ihre gelöschten und veränderten Daten (oder nur eines von beiden). Auf Wunsch werden dabei gelöschte und geänderte Dateien in Ordnern mit Zeitstempel abgelegt.

Interessant ist diese Software nicht zuletzt für Projekte im Bereich Audio- und Videobearbeitung. Sie können damit recht gut Ihre Arbeitsdaten sichern und archivieren. Datensicherungen erfolgen zeitgesteuert, auch per Kommandozeile ist das Tool nutzbar.

Die Freeware von Solesignal ist einfach zu bedienen und unterstützt nebenbei auch NAS und Netzvolumes. Weniger gut eignet sich die Software aber nach meinem Eindruck für das Sichern eines kompletten Macs. Über die Voreinstellungen bietet das Tool in der neuesten Version einige interessante Optionen. So kann man etwa Online-iCloud-Daten automatisch überspringen.

Vor allem mit Daten in Systemordnern hat das Tool Probleme, was für Fehlermeldungen und sehr lange Sicherungsvorgänge sorgen kann. Problemlos funktioniert aber das Sichern ausgewählter Nutzerordner.

Super Duper

Super Duper

In einem Ratgeber zu Backupsoftware darf SuperDuper! nicht fehlen. Die 29,63 Euro teure Shareware hat sich in den letzten Jahrzehnten zwar optisch kaum verändert, ist aber noch immer sehr einfach bedienbar und wird sehr oft empfohlen.

Kostenlos ist immerhin ein manuelles Komplettbackup eines Macs möglich, ebenso die Wiederherstellung. Die Software erstellte früher sogar startfähige Kopien eines Macs und wurde dafür häufig empfohlen. Aus technischen Gründen ist dies aber – wie bei den anderen Tools – nicht mehr zeitgemäß.

Nach dem Kauf der Software können Sie weitere Backup-Methoden nutzen, etwa ein zeitgesteuertes Backup oder ein „Smart Update“. Bei dieser Methode werden nur geänderte Daten aktualisiert. Zusätzlich bietet die Software dann auch einige Skripte für besondere Aufträge. Nach meinem Eindruck ist dieses Tool aber mittlerweile doch etwas veraltet und die Konkurrenten bieten deutlich mehr.

Lesen Sie unseren SuperDuper! Test

Fazit

Neben Time Machine gibt es einige gute Alternativen, die sich für manche Situationen besser eignen. An den Komfort von Apples Datensicherung reicht zwar keines der Tools heran, dafür bieten sie deutlich mehr Flexibilität – gerade für berufliche Anwender.

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Apple ändert Preise auch für Apple Care+

Apple Care+ ist eine Dienstleistung von Apple, die die gesetzliche Garantiefrist erweitert: Gegen eine geringe Selbstbeteiligung repariert der Hersteller eine kaputte Apple Watch ein iPhone oder andere Apple-Geräte. Sie können die Police auf einmal kaufen und die ganze Summe bezahlen oder wahlweise einmal pro Jahr (bei Macs) oder einmal pro Monat (bei allen anderen mobilen Geräten) einen Betrag wie bei einem Abo zahlen.

applecare juli 2026
Die neuen Preise von AppleCare+ für mobile Geräte ab Juli 2026 links, die alten rechts.

Apple

Am 15. Juli 2026 hat Apple die Preise für befristete und monatliche bzw. jährliche Policen für einige seiner Produkte geändert. Die Preise haben sich nicht quer durch die Bank erhöht. Die Police für Apples Kopfhörer mit Ausnahme der Airpods Max ist günstiger geworden. Die Airpods 4, die Airpods Pro 2 und Beats-Kopfhörer können Sie nun für 29 Euro statt 35 Euro über Apple Care+ versichern. Die Police für die Airpods Pro 3 kostet nun 39 statt 45 Euro.

Sehr erfreulich ist es, dass Apple die Police für die Apple Watch SE etwas reduziert hat: Die Geräte waren ursprünglich in derselben Kategorie wie die Apple Watch Series 3 eingeordnet, für die die Police 65 Euro beträgt. Seit dem 15. Juli 2026 können Sie für die Apple Watch SE eine Police für 59 Euro abschließen. Möchten Sie monatlich zahlen, bleibt der Betrag bei 2,99 Euro.

Dagegen hat Apple die Preise für Apple Care+ bei fast allen iPad-Modellen um 10 Euro beim Zweijahresvertrag und um 50 Cent bei der monatlichen Police erhöht. Kostete Apple Care+ für das iPad Mini noch vor einer Woche 79 Euro, müssen Sie inzwischen 89 Euro dafür zahlen. Nur das iPad Air der vierten Generation und älter ist von dieser Steigerung verschont geblieben. Beim iPhone hingegen hat sich nichts geändert.

Die neuen Preise für Apple Care+ finden Sie im Detail hier (pdf), die alten hier (pdf).

applecare mac preis juli2026
Die neuen Preise von AppleCare+ für Macs ab Juli 2026 links, die alten rechts.

Apple

Auch bei den Macs hat Apple die Preise für Apple Care+ erhöht. Die Erhöhungen betragen universell 16 Euro beim befristeten Vertrag und 5 Euro beim Jahresvertrag. Lediglich die ganz alten Intel-Macs und die Apple-Displays waren von der Preiserhöhung ausgenommen. Der Selbstbeteiligungsbetrag hat sich nicht geändert. Die neuen Preise finden Sie hier (pdf), die alten hier (pdf).

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Apple erhöht Preise für Apple Music auch in Deutschland

Übers Wochenende hat Apple die Preise für seinen Abo-Dienst Apple Music in weiteren Ländern angehoben, unter anderem in Deutschland. Das Einzelabo pro Monat steigt von 10,99 Euro auf 11,99 Euro. Das Familienabo für sechs Personen steigt auf 19,99 Euro von bisher 16,99 Euro. Auch das Studierendenabo wird etwas teurer: 6,99 Euro statt 5,99 Euro.

Den Preis für das Jahresabo für Einzelpersonen hat Apple ebenfalls angehoben: von 109 Euro auf 119 Euro pro Jahr. Allerdings ist selbst nach der Preiserhöhung ein Jahresabo ein hervorragendes Angebot. Geteilt durch zwölf Monate zahlt man auch nach der Preiserhöhung effektiv rund 9,99 Euro pro Monat für ein Apple-Music-Abonnement. Der Zugang zum klassischen Katalog über Apple Music Classical ist in der aktuellen Preiserhöhung inbegriffen.

Die Preiserhöhungen im Euroraum sind vergleichbar mit den Änderungen in den USA vor wenigen Tagen. Auch dort hat Apple die Preise für ein Individualabo von 10,99 auf 11,99 US-Dollar erhöht. Gegenüber der Presse rechtfertigt Apple diese Preissteigerungen mit gestiegenen Lizenzkosten. An dieser Stelle wäre interessant zu beobachten, ob Apple in der nahen Zukunft auch die Preise für seinen Streaming-Dienst Apple TV anhebt. Die Lizenzkosten dürften hier kaum eine Rolle spielen, denn die Inhalte auf Apple TV sind allesamt von Apple eingekauft, die Nutzungslizenzen liegen direkt in Cupertino.

Angesichts dieser Preissteigerungen wird Apple One immer attraktiver: Aktuell kostet das Paket für eine Einzelperson 19,95 Euro pro Monat und beinhaltet das Abo für iCloud+, allerdings nur für 50 GB, Apple Music, Apple TV und Apple Arcade. Allein für Apple Music, Apple TV und iCloud+ müsste man separat 22,97 Euro pro Monat ausgeben, wenn man sie einzeln abonniert: 11,99 Euro für Apple Music, 9,99 Euro für Apple TV und 0,99 Euro für iCloud+.

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Mac friert ständig ein – wie ich die Ursache gefunden und behoben habe

Seit ich macOS Tahoe auf meinem Macbook mit M3 Max installiert habe, läuft es nicht mehr rund. Ich spreche hier nicht von „Liquid Glass“, den Eckenradien der Fenster oder gar dem App-Panel. Seit fast einem Jahr funktioniert mein Macbook einfach nicht mehr so, wie ich es erwarte.

Es gibt zwar auch gute Tage, doch mein Mac kann trotzdem jederzeit einfrieren. Dabei reagiert mein Trackpad nicht mehr und ein sich drehender Strandball ersetzt meinen Cursor. Das dauert zwar nur wenige Sekunden, doch an den schlimmsten Tagen passiert es Dutzende Male pro Stunde und mein Trackpad reagiert nicht mehr, als wäre mein Macbook heruntergefahren. Jedes Mal dauert es nicht länger als ein paar Sekunden, doch es ist so nervig, dass es meine Produktivität erheblich beeinträchtigt.

Wie ich bereits geschrieben habe, wusste ich von Anfang an, worin das Problem bestand. Die Aktivitätsanzeige zeigte eine sprunghafte CPU-Belastung durch die Aufgabe „Core Spotlight“, gefolgt von einer vergleichbaren Belastung des dazugehörigen Kernels. Ein Neustart half vorübergehend, doch das Problem trat schon bald wieder auf.

Zunächst dachte ich, es hänge mit der Indizierung zusammen, doch das Problem dauerte viel zu lange an. Dann wartete ich auf Updates – 26.1, 26.2 und so weiter –, doch keines behob das Problem für länger als ein paar Tage. Wie ich bereits in meinem letzten Artikel zu diesem Thema schrieb, half das Deaktivieren einiger Schaltflächen in den Spotlight-Einstellungen eine Zeit lang, doch nach etwa einem Monat traten die Probleme wieder auf. Und da es keine Möglichkeit gibt, Spotlight vollständig zu deaktivieren, ohne sich an das Terminal heranzuwagen – was mir Angst machte –, saß ich mit einem Mac fest, der nicht richtig funktionierte.

Alles muss raus

In den vergangenen Monaten hat sich das Problem zunehmend verschlimmert, aus welchem Grund auch immer. Es könnte mit der Installation von macOS 26.5 zusammenhängen, möglicherweise aber auch mit der Apple-Creator-Studio-Version von Pages, die ihre eigenen Probleme aufwies.

macOS erstellt regelmäßig einen Spotlight-Index, über den es auf Dateien zugreift, wenn Sie mit Spotlight suchen. Das Problem mit Pages ließ sich offenbar darauf zurückführen, dass es iCloud als Speicherlaufwerk nutzt. (Mit dieser Vermutung stehe ich auch nicht allein da; einer meiner Kollegen bei Macworld hatte ein ähnliches Problem mit Spotlight und Pages.)

macOS Tahoe Spotlight settings screens
Meine Probleme wurden so schwerwiegend, dass sich die Spotlight-Einstellungen nicht einmal mehr öffnen ließen.

Foundry

Da es keine Möglichkeit gibt, Spotlight vollständig zu deaktivieren – im Gegensatz zu Siri oder Apple Intelligence –, habe ich ein bisschen rumprobiert. Zunächst habe ich den Schalter für Pages in den Spotlight-Einstellungen deaktiviert. Das hat nichts gebracht. Dann habe ich versucht, die Pages-App und ihren Dokumentenordner zur Option „Datenschutz der Suchfunktion“ in den Spotlight-Einstellungen hinzuzufügen. Ohne Erfolg.

In einem Anfall von Verzweiflung fügte ich sogar mein gesamtes Macbook-Laufwerk zur „Datenschutz der Suchfunktion“-Einstellung hinzu, um die gesamte Suche zu unterbinden, und zwang Spotlight erneut, seinen Index neu aufzubauen. Auch das funktionierte nicht. Ebenso wenig wie die Versionen macOS 25.5.1 oder 25.5.2.

Ich steckte also fest. Mein Plan war, abzuwarten, bis macOS 26.6 erschien, und zu prüfen, ob das Abhilfe schaffen würde (obwohl ich nach fünf vorherigen Updates wenig Hoffnung darauf hatte), und vielleicht die öffentliche Beta-Version von macOS 27 auszuprobieren. Andernfalls würde ich mich einfach mit den Hängern abfinden und hoffen, dass sie sich nicht weiter verschlimmerten.

Leider wurde es schlimmer. Eines Tages kam es so weit, dass mein Macbook jedes Mal, wenn ich auf ein neues Fenster klickte, für ein oder zwei Sekunden ins Stocken geriet, bevor ich etwas tun konnte. Ich war bereit, das gesamte System zu löschen und von vorn zu beginnen – doch zunächst beschloss ich, ein wenig in meinem „Library“-Ordner zu stöbern.

Ich weiß nicht, warum mir das nicht schon früher in den Sinn gekommen ist. Grundsätzlich sind mit jeder App und jeder Funktion Dateien verknüpft, auf die man zugreifen kann, wenn man den richtigen Ordner findet. Ich konnte nichts Offensichtliches finden, doch eine kurze Google-Suche verriet mir, wo sie sich versteckten: ~/Library/Metadata/CoreSpotlight. (Um diesen Ordner zu finden, klicken Sie auf Ihren Desktop, dann oben auf das Menü „Gehe zu“, scrollen Sie nach unten zu „Gehe zu Ordner“, fügen Sie den gesamten Pfad ein und drücken Sie die Return-Taste.)

Finder screenshots of the spotlight folders

Foundry

Sie werden eine Vielzahl von Dateien und Ordnern sehen. Mein Ordner enthielt fast 10.000 Dateien und über 2 GB an Daten. Ich hatte keine Ahnung, wo das Problem lag oder wo ich anfangen sollte, und es war mir auch egal, ob Spotlight dadurch nicht mehr funktionierte, also zog ich den gesamten Ordner in den Papierkorb und wählte „Sofort löschen“.

Auch zwei Wochen später gab es auf meinem Macbook keinen einzigen Absturz, keine Verzögerung und kein Ruckeln mehr. Ich habe sogar alle Spotlight-Schalter wieder auf „Grün“ gestellt und habe immer noch keine Probleme festgestellt. Zum ersten Mal seit der Installation von Tahoe kann ich es endlich nutzen, ohne Angst vor einem Absturz zu haben – gerade rechtzeitig für macOS 27. Ich hoffe, dass Golden Gate wesentlich reibungsloser verläuft.

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Apple raises Apple Music and Apple One subscription prices

Tim Cook teases a 'big week ahead' starting Monday

Apple has increased the monthly subscription prices for its Apple Music streaming service in the United States and other markets, marking the first hike in nearly four years. The changes took effect today.

New Apple Music pricing:

• Individual plan: $11.99 per month (up from $10.99)

• Family plan: $19.99 per month (up from $16.99)

• Student plan: $6.99 per month (up from $5.99)

Select Apple One bundles have also seen increases:

• Family plan: $27.95 per month (up from $25.95)

• Premier plan: $39.95 per month (up from $37.95)

The Apple One Individual plan remains unchanged at $19.95 per month.

In a statement to Music Business Worldwide, Apple explained the move: “As a result of rising licensing costs, Apple Music is increasing its subscription price beginning today.”

This increase follows Spotify’s earlier 2026 price adjustment in the U.S., which Apple had publicly highlighted. Despite the hikes, Apple Music’s new Individual rate of $11.99 remains lower than Spotify Premium’s current $12.99.

The last Apple Music price rise occurred in October 2022, when the Individual plan moved from $9.99 to $10.99. Apple has periodically adjusted prices for other services like Apple TV and components within Apple One bundles since then.

MacDailyNews Take: The timing aligns with broader industry trends of streaming services adjusting prices amid rising content and licensing expenses. Existing subscribers will see the changes on their next billing cycle.


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Trump admin secures record $265 billion TSMC investment in U.S. semiconductor manufacturing, adding 4 new facilities for total of 12

TSMC

In a major boost to American domestic manufacturing, the Trump Administration today announced that Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) is committing an additional $100 billion in investments for advanced semiconductor facilities in the United States. This brings TSMC’s total planned investment to $265 billion — one of the largest foreign direct investments in American history.

The announcement, made jointly by the White House and the Department of Commerce, highlights the success of strategic trade and investment partnerships, particularly the historic U.S.-Taiwan deal signed in January 2026. As a direct result, TSMC will build four additional advanced semiconductor manufacturing and packaging facilities, bringing its U.S. footprint to 12 leading-edge facilities, primarily in Arizona.

Building on Momentum

This latest expansion builds on previous commitments. TSMC’s original plans started at around $65 billion, which were later increased. The new infusion underscores sustained momentum under the current administration’s focus on reshoring critical supply chains.

In a statement, U.S. Commerce Secretary Howard Lutnick emphasized the job-creating impact, “President Trump’s leadership is driving companies to invest in American manufacturing. TSMC’s announcement of an additional $100 billion investment following our historic deal on trade and investment with Taiwan will create tens of thousands of American jobs and bring advanced semiconductor manufacturing back to America.”

TSMC Chairman and CEO Dr. C.C. Wei echoed the sentiment, crediting collaboration with the administration and strong U.S. customer demand, “We appreciate the strong collaboration and support of the Trump Administration, Secretary Lutnick and our leading U.S. customers… This is to support the strong multi-year demand from our leading U.S. customers, and we believe this investment will further foster the development of the U.S. semiconductor ecosystem, strengthen the supply chain, and support significant job creation in the United States.”

Economic and Strategic Impact

The investments are expected to generate significant construction and high-tech jobs, along with billions in indirect economic output. Beyond direct facilities, the broader U.S.-Taiwan trade and investment framework is catalyzing an additional $500 billion in Taiwanese investments — $250 billion in direct semiconductor and related enterprises, plus another $250 billion to strengthen the full supply chain in the U.S.

This move addresses long-standing concerns about reliance on overseas production for advanced chips, especially those critical for AI, defense, automotive, and consumer electronics. By expanding domestic capacity with a world-leading foundry like TSMC, the U.S. strengthens its position in the global semiconductor race while creating high-paying opportunities for American workers.

The Trump Administration’s approach, which combines diplomatic deals, incentives for onshoring, and a focus on national security, continues to yield concrete results in rebuilding America’s industrial base.
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MacDailyNews Take: With 12 state-of-the-art facilities on track, America is poised to capture a much larger share of advanced chip production. This not only bolsters economic competitiveness, but also enhances supply chain resilience against geopolitical risks.


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Apple supplier TSMC Q2 profit jumps 77% to record high, far surpassing expectations

TSMC

Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), a major Apple supplier and the world’s largest contract chipmaker, has reported an outstanding second-quarter performance that underscores the relentless momentum in the artificial intelligence sector.

According to Reuters, TSMC posted a 77% jump in second-quarter net profit on Thursday, beating market forecasts and hitting a record high, driven by surging global demand for its artificial intelligence processors.

“TSMC, the world’s largest contract chipmaker, posted a 77% jump in second-quarter net profit on Thursday, beating market forecasts and hitting a record, riding the wave of surging global demand for its artificial intelligence processors,” Reuters reports.

Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. saw April-June net profit rise to T$706.6 billion ($21.99 billion).

The results significantly outperformed expectations. The profit handily beat a T$632.6 billion LSEG SmartEstimate, which is weighted toward forecasts from analysts who are more consistently accurate.

MacDailyNews Take: This strong performance highlights TSMC’s pivotal role in the global semiconductor supply chain, powering everything from advanced AI chips to consumer electronics. As demand for high-performance computing continues to accelerate (particularly for AI applications) TSMC’s results signal robust health not just for the company, but for the broader tech ecosystem.

TSMC’s record quarter serves as a powerful reminder of the transformative impact of artificial intelligence on the global economy.


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MacOS 27 Golden Gate Public Beta Now Available to Download for Mac

Apple has opened the public beta program for MacOS 27 Golden Gate to all curious Mac users. While betas are typically best reserved for advanced users due to being buggier and less stable than final builds, the public beta program offers an opportunity for users to experience beta development and upcoming features, ahead of the ... Read More

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TSMC’s record Q2 revenue surge highlights AI boom and Apple’s strategic chip partnership

TSMC

According to the company’s latest report, Apple Silicon-supplier TSMC posted second-quarter revenue of approximately T$1.27 trillion (about $39.62 billion), marking a robust 36% increase from the same period a year earlier. This result slightly exceeded analyst expectations and set a new quarterly record, driven primarily by surging demand for AI applications.

For June alone, revenue climbed an impressive 67.9% year-on-year to T$442.68 billion, up 6.2% from the previous month. The strong showing pushed first-half 2026 revenue to NT$2.4 trillion, reflecting 35.6% growth.

Why This Matters for Apple

Apple relies heavily on TSMC for the cutting-edge processors that power its flagship devices, including the A-series and M-series chips in iPhones, iPads, and Macs. The Taiwanese foundry manufactures Apple’s most advanced silicon on leading-edge process nodes—technology also in high demand for AI accelerators.

This interdependence became particularly evident in Apple’s own Q2 fiscal 2026 results (ended March 2026), where the company reported record revenue of $111.2 billion. However, iPhone supply was constrained by limited availability of advanced chips from TSMC, even as demand for the iPhone 17 lineup was described as “explosive.”

TSMC’s latest revenue beat signals strong momentum in the semiconductor ecosystem that directly benefits Apple. As TSMC ramps up production of next-generation nodes (including preparations for 2nm processes), it positions Apple to deliver even more powerful, efficient devices in upcoming cycles, including enhanced AI capabilities across its product lineup.

Broader Context: AI Driving the Semiconductor Renaissance

TSMC’s performance isn’t isolated. The company serves as the foundry backbone for the AI revolution, producing chips for Nvidia’s GPUs and Apple’s custom silicon alike. With AI demand showing no signs of slowing, analysts expect TSMC to potentially raise its full-year guidance when it reports full Q2 earnings on Thursday.

For investors and tech enthusiasts, this news reinforces a key theme: companies with deep exposure to advanced chip manufacturing — like Apple through its close TSMC partnership — are well-placed to capitalize on both consumer innovation and enterprise AI growth.

TSMC’s shares rose modestly ahead of the data release, continuing a strong year that has seen the stock gain around 57%. As the earnings call approaches, all eyes will be on forward guidance and how the foundry plans to balance AI priorities with partners like Apple.

MacDailyNews Take: TSMC’s record quarter isn’t just good news for Taiwan’s tech sector, it’s a bullish indicator for Apple’s innovation pipeline and the broader tech industry’s AI-fueled future.


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