Lançado em 2022 e disponível em mercados selecionados, o Self Service Repair permite que consumidores adquiram peças genuínas de dispositivos da Maçã e as ferramentas adequadas para realizar manutenções por conta própria, além de oferecer manuais de reparo.
No caso dos iPhones supracitados, agora é possível comprar itens como vidro traseiro, bateria, alto-falante inferior, alto-falante superior, câmera traseira, câmera frontal, tela, carcaça, placa lógica, microfone principal, bandeja do cartão, Taptic Engine e outros componentes.
No caso da nova geração do Mac Studio, é possível comprar peças como portas Thunderbolt e USB-C, ventoinhas, alto-falante, módulo de SSD, placa lógica e fonte de energia.
Como assinalado pelo 9to5Mac, o Mac mini tem uma lista mais enxuta de peças disponíveis do que os demais, mas ainda é possível encontrar componentes como ventoinhas, alto-falantes, placas lógicas e fontes de energia.
Ao que tudo indica, os preços dessas peças ficaram, em grande parte, inalterados em relação aos das gerações anteriores. Um módulo de câmera para os iPhones, por exemplo, segue saindo por US$250 — valor que cai para US$189,24 caso você devolva o original.
Já é possível adquirir essas peças nas lojas do Self Service Repair nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa.
iPhone 18 Pro Max
Cores: bordô, glacial, prateado e preto Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.
É, meus amigos… A crise causada pelo aumento dos custos de chips de memória e armazenamento atingiu o produto mais consolidado da Apple, o iPhone.
A empresa atualizou, há pouco, a Apple Store Online com os novos valores praticados para os smartphones que já estavam em linha antes da chegada dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max e Duo. E sim, nem o 17e escapou!
Como já era de se esperar, esses aumentos se refletiram em vários outros países onde a Apple atua, como o Brasil.
Confira as tabelas com os preços antigos e os novos! 🤑
Nos EUA
iPhone 16 e 16 Plus
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
16 de 128GB
US$700
US$800
+14,3%
16 Plus de 128GB
US$800
—
—
16 Plus de 256GB
US$900
—
—
Como podemos observar, apenas uma configuração do iPhone 16 está disponível. O 16 Plus foi descontinuado.
iPhone 17e
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
US$600
US$700
+16,7%
512GB
US$800
US$900
+12,5%
iPhone 17
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
US$800
US$900
+12,5%
512GB
US$1.000
US$1.100
+10%
iPhone Air
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
US$1.000
US$1.100
+10%
512GB
US$1.200
US$1.300
+8,3%
1TB
US$1.400
US$1.700
+21,4%
iPhones 17 Pro/17 Pro Max vs. iPhones 18 Pro/18 Pro Max
Modelo
Preço
Modelo
Preço
Variação
17 Pro de 256GB
US$1.100
18 Pro de 256GB
US$1.200
+9%
17 Pro de 512GB
US$1.300
18 Pro de 512GB
US$1.400
+7,6%
17 Pro de 1TB
US$1.500
18 Pro de 1TB
US$1.800
+20%
—
—
18 Pro de 2TB
US$2.400
—
17 Pro Max de 256GB
US$1.200
18 Pro Max de 256GB
US$1.300
+8,3%
17 Pro Max de 512GB
US$1.400
18 Pro Max de 512GB
US$1.500
+7,1%
17 Pro Max de 1TB
US$1.600
18 Pro Max de 1TB
US$1.900
+18,8%
17 Pro Max de 2TB
US$2.000
18 Pro Max de 2TB
US$2.500
+25%
Apple Watches
Curiosamente, a Apple mexeu apenas nas versões com as caixas maiores do Apple Watch Series 12 — ou seja, os modelos de 42mm seguem os mesmos preços. O SE 3 e o Ultra 4 seguem intactos.
Modelo
Preço
Modelo
Preço
Variação
Series 11 (GPS, alumínio de 46mm)
US$430
Series 12 (alumínio de 46mm)
US$450
+4,6%
Series 11 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm)
US$530
Series 12 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm)
US$550
+3,8%
No Brasil
iPhone 16 e 16 Plus
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
16 de 128GB
R$6.800
R$7.000
+2,9%
16 Plus de 128GB
R$8.500
—
—
16 Plus de 256GB
R$9.300
—
—
iPhone 17e
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
R$5.800
R$6.000
+3,4%
512GB
R$7.300
R$7.500
+2,7%
iPhone 17
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
R$8.000
R$8.300
+3,7%
512GB
R$9.500
R$9.800
+3,1%
iPhone Air
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
R$10.500
R$11.000
+4,7%
512GB
R$12.000
R$12.500
+4,1%
1TB
R$13.500
R$15.500
+14,8%
iPhones 17 Pro/17 Pro Max vs. iPhones 18 Pro/18 Pro Max
Modelo
Preço
Modelo
Preço
Variação
17 Pro de 256GB
R$11.500
18 Pro de 256GB
R$12.000
+4,3%
17 Pro de 512GB
R$13.000
18 Pro de 512GB
R$13.500
+3,8%
17 Pro de 1TB
R$14.500
18 Pro de 1TB
R$16.500
+13,7%
—
—
18 Pro de 2TB
R$21.000
—
17 Pro Max de 256GB
R$12.500
18 Pro Max de 256GB
R$13.000
+4%
17 Pro Max de 512GB
R$14.000
18 Pro Max de 512GB
R$14.500
+3,5%
17 Pro Max de 1TB
R$15.500
18 Pro Max de 1TB
R$17.500
+12,9%
17 Pro Max de 2TB
R$18.500
18 Pro Max de 2TB
R$22.000
+18,9%
Apple Watches
Modelo
Preço
Modelo
Preço
Variação
Series 11 (GPS, alumínio de 46mm)
R$5.899
Series 12 (GPS, alumínio de 46mm)
R$6.099
+3,4%
Series 11 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm)
R$6.799
Series 12 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm)
R$7.399
+8,8%
Não está nada fácil, infelizmente… 😭
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Usuários do Telegram notaram ontem que o aplicativo do mensageiro para iOS ficou indisponível na App Store por um breve período, o que deixou muita gente confusa.
Contatada pela Reuters, a Apple explicou que tirou o mensageiro do ar após um usuário ter reportado a presença de “material de abuso sexual infantil” na plataforma, o que obviamente vai contra as regras da sua loja.
Ainda segundo a gigante de Cupertino, a página do Telegram foi restaurada depois que a equipe do mensageiro removeu o conteúdo supracitado e baniu o usuário responsável pela publicação.
Em resposta, o mensageiro disse que possui uma política de “tolerância zero” contra esse tipo de conteúdo, além de ter bloqueado mais de 338.000 grupos e canais com material ilegal ao longo do último ano.
Ainda assim, a equipe do app ironizou a decisão da Apple nas redes sociais, dando a entender que a companhia não aplica o mesmo tratamento a outros apps. Ela também aproveitou a situação para divulgar uma página com dados sobre a moderação de conteúdo na plataforma:
I'm sure this stance will be applied equally to all other apps in the store, in the future right? @Apple
Outra pessoa a ir às redes sociais para comentar esse pequeno imbróglio foi o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Epic Games, Tim Sweeney, que criticou a falta de transparência na tomada de decisão da Apple, além de classificá-la como “arbitrária”. Em guerra com a fabricante do iPhone há alguns anos por conta das regras da App Store, ele aproveitou a situação para dizer que a loja da Maçã “precisa desesperadamente de concorrência”:
Such arbitrary policy enforcement, by a monopoly gatekeeper, creates a perfect storm of fear and acquiescence by developers who are victims of Apple’s monopoly. Speak up and criticize their gatekeeping and maybe they’ll enforce the rules one way rather than the other way.
A App Store da Apple precisa desesperadamente de concorrência global. A Apple remove arbitrariamente uma ferramenta vital de comunicação e privacidade, tornando-a inacessível a bilhões de usuários, e infelizmente isso é considerado normal.
A Apple declarou que removeu o aplicativo para um bilhão de pessoas porque um usuário do Telegram publicou algo horrível e ilegal. A empresa não explicou como, se esse é o padrão para remoção de aplicativos, qualquer aplicativo de comunicação, incluindo o iMessage, poderia operar em larga escala.
Essa aplicação arbitrária de políticas, por parte de um monopólio, cria a tempestade perfeita de medo e aquiescência por parte dos desenvolvedores, que são vítimas do monopólio da Apple. Manifeste-se e critique essa postura de controle, e talvez eles passem a aplicar as regras de uma forma, em vez de outra.
Questionada sobre os comentários de Sweeney, a Apple preferiu não emitir uma resposta.
Segundo ele, todo esse imbróglio foi provocado por um único usuário mal intencionado, que plantou conteúdo impróprio modificado por inteligência artificial (IA) em um grupo público na plataforma. Para tal, essa pessoa editou uma mensagem antiga na conversa, o que acabou fazendo com que ela passasse despercebida pelos administradores do grupo.
Ainda de acordo com Durov, esse usuário era um extorsionista — ou seja, uma pessoa que usa “contas automatizadas para plantar conteúdo ilegal em grupos públicos e depois denunciá-lo diretamente à Apple, tentando provocar a remoção de comunidades legítimas” cujos donos se recusaram a pagar o resgate.
O executivo também garantiu que a presença de conteúdo desse tipo na plataforma não representa um problema sistêmico e que sua equipe de moderação é efetiva, além de ter criticado a Apple por ter removido o app de sua loja sem contatar o Telegram primeiro. “Se um aplicativo usado por mais de 1 bilhão de pessoas pode ser removido da App Store sem aviso prévio, qualquer aplicativo pode ser”, comentou.
“Fim do monopólio da Apple.” “iPhone liberado no Brasil.” “Mudança histórica.” As manchetes das últimas semanas não economizaram no tamanho. Do outro lado, o que o usuário recebeu de fato foi uma opção nova e discreta nos Ajustes do iPhone — e, se você não for atrás dela, sua vida com o aparelho seguirá exatamente igual. Aposto que vai seguir…
Recapitulando rapidamente: em 18 de junho, com o iOS 26.5, a Apple oficializou a abertura do iOS no Brasil, cumprindo o acordo assinado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro de 2025 — desfecho de uma investigação que começou lá em 2022, com uma denúncia do Mercado Livre. Lojas alternativas de apps agora são permitidas — a AltStore PAL chegou no mesmo dia —, desenvolvedores podem usar meios de pagamento próprios e incluir links para compras fora do app. O acordo vale por três anos, sob supervisão do Cade, com multas de até R$150 milhões se a Apple descumprir. Nós mostramos como tudo funciona em um vídeo.
Até aqui, a notícia. Agora, a leitura que ninguém fez direito. Passei mais de 20 anos construindo aplicativos que viveram sob as regras da App Store (apps de banco, varejo, montadora, etc.) e, quando li os termos do acordo com olhos de gerente de produto, a conclusão foi rápida: a Apple não abriu a porta. Ela redesenhou o funil.
Siga o dinheiro: ele continua indo para Cupertino
O detalhe que as manchetes de “fim do monopólio” esquecem de contar: a Apple criou uma estrutura de taxas em que ela recebe em praticamente qualquer caminho que o desenvolvedor escolher. Vale comparar os cenários:
Onde o app vive e como cobra
Como cobra
Quanto a Apple leva
App Store
Pagamento pelo sistema da Apple
De 10% a 21% + 5% de processamento
App Store
Pagamento por sistema próprio dentro do app
De 10% a 21%
App Store
Link para compra externa
15% (10% para quem se qualifica)
Loja alternativa
Pagamento próprio
5% sobre bens digitais
Olhe a última linha com calma. Um app que sair da App Store, for distribuído por uma loja concorrente e processar o pagamento por conta própria (ou seja, um cenário em que nenhuma infraestrutura de venda da Apple aparece) ainda deve 5% de cada transação de bens digitais para a Apple. É a chamada “comissão de tecnologia essencial”, e ela viaja junto com o app para onde ele for.
Agora, pense com a cabeça de um desenvolvedor. Os apps gratuitos (WhatsApp, Nubank, iFood e a imensa maioria dos que você usa) não pagam nada de comissão hoje. Se migrarem para uma loja alternativa, passam a pagar 5% sobre qualquer venda digital que façam. Migrar significa criar um custo que não existia. E são justamente esses apps gigantes que dariam tração a uma loja concorrente. Ou seja: o desenho das taxas torna a mudança irracional exatamente para quem faria a diferença. Isso não é acaso; é arquitetura de incentivos, e das bem-feitas.
A porta existe, mas tem um cadeado de US$1 milhão
Tem mais um filtro, ainda menos comentado. Para operar uma loja alternativa no Brasil, a empresa precisa apresentar uma carta de crédito de US$1 milhão emitida por uma instituição financeira com nota BBB ou superior — ou, alternativamente, ter dois anos contínuos no programa de desenvolvedores da Apple com mais de 1 milhão de instalações anuais no mundo. Na prática, isso deixa de fora todo mundo, menos gigantes bem capitalizadas: a Epic Games (que já prometeu trazer sua loja “nos próximos meses”), talvez o próprio Mercado Livre (que, ironicamente, foi quem começou essa briga) e pouquíssimos outros.
Sem várias lojas competindo de verdade, não há pressão de preço. E sem pressão de preço, o usuário não tem motivo para mudar de comportamento. O ciclo se fecha sozinho.
A Europa já fez esse filme, e o final não anima
Nada disso é especulação minha; é o roteiro que a União Europeia vem rodando desde março de 2024, quando a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA), obrigou a Apple a uma abertura muito parecida — e que serviu de modelo para o acordo brasileiro. Dois anos depois, o balanço europeu é magro: as lojas alternativas seguem como nicho, a Setapp Mobile (da MacPaw, empresa séria, com catálogo bom) fechou as portas em fevereiro citando “a complexidade excessiva dos termos comerciais da Apple” e a Comissão Europeia precisou multar a Apple em 500€ milhões por continuar dificultando que desenvolvedores direcionassem usuários para compras mais baratas. A Apple recorre da multa até hoje.
O Cade, vale dizer, aprendeu algo com isso: o acordo brasileiro exige que os avisos da Apple sobre lojas e pagamentos de terceiros sejam “neutros e objetivos”, sem telas de fricção empurrando o usuário de volta para o caminho de Cupertino. É um detalhe regulatório esperto. Mas o incentivo econômico de fundo (a taxa que persegue o desenvolvedor aonde quer que ele vá) é o mesmo da Europa. E foi ele que esvaziou a festa por lá.
Onde as coisas podem mudar de verdade
Para ser justo, nem tudo é fumaça. Duas frentes me parecem promissoras — e nenhuma delas envolve você trocar de loja.
A primeira são as assinaturas. Um serviço que lhe leva para pagar no site, na faixa de 10% a 15% de comissão em vez dos até 26% de antes, tem margem real para repassar desconto — se quiser.
A segunda é o pagamento dentro do próprio app: agora, nada impede um jogo ou serviço de oferecer checkout com Pix, com taxas de processamento muito menores que as do cartão internacional embutido no sistema da Apple.
Repare, porém, no que essas duas frentes têm em comum: dependem de o desenvolvedor escolher repassar a economia. A Apple, aliás, avisou que não cuida de reembolso nem de gestão de assinatura de nada comprado fora do sistema dela — mais um empurrãozinho para que tudo fique como está.
O jardim ganhou um portão; o pedágio continua o mesmo
No fim das contas, o acordo com o Cade é real, tem dentes (R$150 milhões deles) e coloca o Brasil num clube seleto — só União Europeia, Japão e Coreia do Sul forçaram abertura parecida. Como precedente regulatório, é enorme. Como mudança no seu dia a dia, é quase nada: o botão novo nos Ajustes vai continuar intocado na imensa maioria dos iPhones brasileiros, os apps vão continuar vindo da App Store e os preços vão continuar os mesmos.
A Apple declarou que, com as novas regras, desenvolvedores pagarão “o mesmo ou menos” do que antes. Curiosamente, é a frase mais honesta de toda essa história — porque o objetivo do desenho inteiro é exatamente esse: que tudo mude o suficiente para satisfazer o regulador, e pouco o bastante para não mudar nada.
A Apple atualizou a página oficial do Apple Park Visitor Center para alertar visitantes sobre uma reforma que está sendo conduzida no estabelecimento.
Ao contrário do que costuma acontecer durante as reformas em Apple Stores, o espaço não será totalmente fechado para a realização dessas manutenções. O horário de funcionamento tradicional (das 10h às 19h do horário local), inclusive, foi mantido.
Melhorias estão sendo feitas no #Apple Park Visitor Center
De acordo com o alerta, no entanto, o Exhibition Space será, sim, interditado temporariamente. A empresa não forneceu uma previsão de quando tudo voltará ao normal.
Atualização em andamento. Pedimos desculpas pelo aspecto do local enquanto aprimoramos nossa loja. Durante esse período, o Exhibition Space permanecerá temporariamente fechado.
Aberto em 2017, o Apple Park Visitor Center é um dos grandes “pontos turísticos” da sede da Apple em Cupertino, servindo tanto como loja quanto como um lugar para tomar café, comprar souvenirs e apreciar os arredores.
O jornal divulgou dados da empresa de pesquisas Sensor Tower que apontam para o lançamento de cerca de 600 mil apps (um crescimento de 30%) na App Store no ano passado — justamente no ano em que os aplicativos criados com inteligência artificial começaram a se tornar cada vez mais populares.
É um crescimento relevante, mas a tendência é que o deste ano seja ainda maior. Só no primeiro semestre, foram publicados 560 mil novos apps. Com o ritmo de novos lançamentos mais que dobrando, pode-se dizer que trata-se do primeiro grande crescimento desde o boom dos primeiros anos da App Store.
Embora isso possa ser considerado vantajoso para a Apple, que recebe uma comissão por compras dentro de apps, muitos desses softwares sobrevivem exclusivamente com anúncios (o que não rende receita à Maçã) e uma boa parte está apenas “ocupando espaço”, sem um número relevante de downloads.
Os dados da Sensor Tower, inclusive, mostram que o crescimento na quantidade de downloads é bem mais modesto que o de novos apps. Ao longo de todo o ano passado, foram registrados 35,4 bilhões de downloads (+3%) na loja, enquanto no primeiro semestre deste ano esse número é de 17,6 bilhões (+2%).
Para a Apple, isso pode ser algo negativo, uma vez que todos os aplicativos hospedados na loja dependem de avaliação humana para serem liberados. Um alto número de novos apps pode dificultar esse processo de revisão ou até mesmo diminuir a qualidade dos softwares que são disponibilizados.