O Apple Creator Studio desbloqueia vários recursos bacanas de aplicativos já conhecidos pelos usuários de dispositivos da Maçã.
Dentre os exemplos, estão os apps Pages, Numbers e Keynote. Com eles, assinantes do Creator Studio podem gerar imagens e adicioná-las aos seus documentos, planilhas e apresentações de slides.
Com uma assinatura ativa do Apple Creator Studio, usuários do aplicativo Keynote podem usufruir de benefícios especiais.
Um deles, por exemplo, é o Gerar Apresentação (Generate a Presentation). Como o nome sugere, é possível usar um esboço de texto para criar uma apresentação completa, com títulos, tópicos e um tema consistente.
Como gerar uma apresentação no Keynote pelo iPhone/iPad
Na tela inicial, selecione “Gerar Apresentação”.
Escolha um tema para os slides.
Adicione as informações desejadas no campo “Visão geral” e, no campo “Pontos principais”, insira uma lista ou parágrafos com os detalhes que você quer que apareçam na apresentação.
Toque na setinha do canto superior direito para gerar a apresentação.
Como gerar uma apresentação no Keynote pelo Mac
Com o app aberto, clique em “Novo Documento” e, no canto inferior direito, em “Gerar”.
Adicione as informações e selecione “Gerar” para que os slides sejam gerados com base nos dados fornecidos.
Com uma assinatura do Apple Creator Studio, é possível aproveitar diversos recursos extras em aplicativos já conhecidos da empresa, como é o caso do Keynote.
No app dedicado à criação de slides, é possível fazer com que as notas de apresentação sejam geradas de forma automática em um slide — eliminando a necessidade de fazer isso manualmente.
Como gerar notas de apresentação no Keynote pelo iPhone/iPad
Com a apresentação aberta, toque nos três pontinhos (na parte superior), em “Opções de Visualização” e “Mostrar Notas da Apresentação”. Depois, selecione o slide desejado, vá novamente até os três pontinhos e em “Gerar Notas”.
Após fazer isso, é possível alterar o tamanho da fonte ou aplicar formatação de texto às notas do apresentador. Selecione-as, vá até o botão com um pincel (na parte superior) e use os controles de texto.
Como gerar notas de apresentação no Keynote pelo Mac
Com a apresentação sendo mostrada, clique no ícone ao lado do semáforo (no canto superior esquerdo) e escolha “Mostrar Notas da Apresentação”.
Selecione o slide desejado e clique no quarto botão (da esquerda para a direita) na parte superior.
Com uma assinatura do Apple Creator Studio, usuários do aplicativo Keynote podem usufruir de recursos especiais para criar e gerenciar as suas apresentações de slides.
Um deles é o chamado Correção de Slide (Slide Clean Up), que pode corrigir automaticamente o alinhamento dos objetos e outras inconsistências em um slide.
Se for um assinante, veja como utilizar isso na prática no seu iPhone, iPad e Mac! 😉
Com uma apresentação aberta no Keynote, toque em um espaço vazio no slide, na seta “>” e vá em “Correção de Slide”.
Ou navegue até o slide que deseja editar, toque nos três pontinhos (na barra de ferramentas) e vá em “Correção de Slide”.
Como corrigir um slide pelo Mac
Assim como no iPhone e iPad, você pode seguir um dos vários métodos diferentes para corrigir o slide desejado.
O primeiro deles é clicando com o botão direito do mouse em um espaço vazio e escolhendo “Correção de Slide”
Se preferir, navegue até o slide que deseja editar e clique no botão roxo na barra de ferramentas, escolha o slide que deseja editar no navegador de slides e clique em “Correção de Slide”.
Ou, no slide desejado, vá até Slide » Correção de Slide (no menu Slide, na parte superior da tela).
Segundo a Apple, o número exato de imagens, slides e notas do apresentador que podem ser gerados varia com base na complexidade das consultas e na disponibilidade do servidor e da rede.
No mínimo, por mês — se usado de forma exclusiva —, você pode:
Gerar 50 imagens;
Gerar 250 formas;
Gerar 50 apresentações com 8 a 10 slides cada;
Gerar notas do apresentador para 700 slides.
Esses limites são redefinidos mensalmente e podem ser conferidos a qualquer momento.
Como visualizar o status de uso
Pelo iPhone/iPad
Abra o Pages, Numbers, Keynote ou Freeform e toque no botão com três pontinhos. Depois, vá até “Recursos de Inteligência” e “Mostrar Status de Uso”.
Pelo Mac
Dependendo do app que estiver usando, selecione “Pages”, “Numbers”, “Keynote” ou “Freeform” na barra de menus. Depois, selecione “Recursos de Inteligência” e “Mostrar Status de Uso”.
Nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac — acaba de receber uma atualização significativa para a versão 5.0.2, repleta de melhorias e correções pedidas por muitos de vocês. 😉
Atendendo a muitos pedidos, implementamos de volta o gesto de deslizar a partir do canto da tela para sair de um post e retornar à tela inicial do app.
Também corrigimos um comportamento que incomodava bastante: ao tocar em links externos dentro de um post e depois voltar para o app, agora você retorna exatamente para a mesma posição de leitura em que estava — sem perder o lugar.
Os favoritos também passaram por uma revisão importante e agora são devidamente sincronizados entre iPhone, iPad e Mac.
Melhorias na marcação de posts como lidos/não lidos, incluindo o retorno de uma seção “Posts” nos ajustes do app;
A possibilidade de adicionar tíquetes ao Carteira (Wallet) diretamente pelo app;
Aprimoramentos gerais em acessibilidade.
Agradecimentos
Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi e ao Mozzer pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.
A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉
Além de alterar a cor do fundo da janela do aplicativo Pixelmator Pro dos Macs, a Apple também permite realizar outra forma de personalização visual.
Trata-se da possibilidade de alterar a aparência do app — que pode ou não corresponder à aparência que você já usa no macOS em geral: escura, clara ou automática, esta última variando de acordo com a hora do dia.
Com o Pixelmator Pro e uma assinatura do Apple Creator Studio, o processo de edição de imagens fica muito mais fácil e eficaz, graças às ferramentas avançadas disponibilizadas.
Uma dessas ferramentas é a Super resolução (Super Resolution). Com ela, é possível ampliar qualquer foto, ao mesmo tempo que se tenta preservar a nitidez e os detalhes.
Com o aplicativo Pixelmator Pro, donos de Macs podem editar as suas fotos usando as inúmeras ferramentas avançadas disponibilizadas.
Para que esse processo de edição seja o melhor possível, o app possibilita que você escolha um dos diversos layouts de trabalho disponibilizados — como os otimizados para fotografias, design e ilustração, por exemplo.
Mais do que isso, você pode configurar um layout de espaço de trabalho personalizado e salvá-lo como uma predefinição.
Com o Pixelmator Pro aberto, vá até Pixelmator Pro » Ajustes…, na barra de menus, ou utilize o atalho ⌘ command,.
Vá até a aba “Espaço de trabalho” e escolha um dos layouts. Ou, se quiser criar um novo espaço, selecione o “+”, insira um nome para o espaço de trabalho e clique em “Renomear”.
Clique duas vezes na miniatura do novo espaço de trabalho, arraste os elementos delineados em azul para a nova posição e clique em “OK”.
Se você utiliza esse app para editar fotos, projetar e ilustrar, uma dica bem simples pode lhe interessar. Trata-se da possibilidade de alterar a cor do fundo da janela do Pixelmator Pro — podendo definir o quão clara ou escura ela será.
Com o app aberto no seu Mac, vá até Pixelmator Pro » Ajustes…, na barra de menus, ou use o atalho ⌘ command,.
Clique na aba “Geral” e use o menu suspenso ao lado de “Fundo da janela” a fim de escolher uma das opções: “Padrão”, “Branco”, “Cinza claro”, “Cinza”, “Cinza médio”, “Cinza escuro” ou “Preto”.
Abaixo, um exemplo de como fica na opção “Cinza claro”:
Depois de já termos publicado vários vídeos sobre as novidades do iOS 27, chegou a vez de começarmos a cobertura em vídeo do macOS Golden Gate 27 em nosso canal. E não tem jeito melhor de abrir essa série do que falando sobre a mudança mais aguardada do sistema: a Siri AI.
Neste primeiro vídeo, mostramos como funciona o novo app da Siri, os ajustes de voz disponíveis, as melhorias na busca do Spotlight, os recursos da Inteligência Visual a partir de screenshots e as ferramentas de escrita e revisão de texto integradas ao sistema.
Ou seja, eles se comportam exatamente como mostrado nas capturas de tela da App Store quando acessados de praticamente qualquer lugar do mundo, exceto em terras tupiniquins.
A maioria dos aplicativos é publicada por contas de desenvolvedores com apenas um registro na loja da Maçã. Esses aplicativos também tendem a usar políticas de privacidade semelhantes — ou possuem até mesmo políticas idênticas.
Ao aprofundar sua investigação, a reportagem encontrou um repositório público no GitHub contendo instruções para um agente de IA criar aplicativos simples, com código criado por meio de vibe coding, que servem como fachada para as plataformas de apostas.
As instruções exigem que cada aplicativo inclua de três a cinco interfaces visíveis, use um nome comercial e um ícone com tema animal (um dragão, boi, coelho, rato ou tigre) e suporte roteamento controlado remotamente para o aplicativo local, uma página da web dentro do aplicativo ou um site externo.
Elas também afirmam que os aplicativos devem ser construídos em torno de conceitos simples e imediatamente compreensíveis, com uma marca clara e várias áreas de recursos proeminentes, mas suficientemente diferentes entre si para parecerem produtos separados.
O repositório também inclui instruções explícitas destinadas a impedir que os aplicativos sejam sinalizados como suspeitos durante a revisão da App Store. Isso inclui atribuir a cada aplicativo códigos de inicialização e configuração remota com nomes exclusivos, dificultando a identificação deles como parte do mesmo grupo pelos revisores.
O método para burlar as diretrizes de revisão de apps da Apple tem funcionado, já que o próprio sistema de recomendação da App Store direciona os usuários para outros aplicativos suspeitos com mais frequência do que para aplicativos genuínos.
Procurada, a Apple ainda não comentou as descobertas da reportagem.
Fechando a semana com a nossa tradicional seleção de promoções na App Store para esta sexta-feira!
Canon: Chord Composer, desenvolvido por Dylan Shade, destaca-se como uma ferramenta de composição extremamente intuitiva e inspiradora — e, por isso, é o nosso destaque do dia.
O app combina três modos de criação (Instant Inspiration, Intelligent Discovery e Total Control), permitindo desde progressões totalmente aleatórias até construções manuais detalhadas.
A interface, limpa e direta, facilita a experimentação dos acordes de diferentes estilos (jazz, guitarra, piano, ukulele) e a audição de tudo com reprodução realista, seja você um músico profissional ou apenas um entusiasta no assunto.
Desbloqueie sua criatividade musical! Aproveite a oferta!
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$60 em descontos:
Pesquisadores da Group-IBapontaram a existência de um novo malware para macOS chamado ClickLock Stealer, que usa uma falsa verificação da Cloudflare para enganar os usuários, roubando dados sensíveis.
Mirando usuários na Itália, nos Estados Unidos, na Jordânia e no Reino Unido, os criminosos iniciam o ataque simulando uma verificação de CAPTCHA da Cloudflare e, na sequência, convencem a vítima a copiar e colar um comando no Terminal do Mac.
Após a execução, o malware é instalado enquanto exibe uma falsa tela de progresso. Se o usuário optar por tentar interromper a instalação ou não seguir de alguma forma com o processo, ele fecha todos os aplicativos visíveis, deixando apenas uma janela para inserir a senha do macOS. O ciclo de insistência do software pode passar dos 3 dias (algo em torno de 83 horas, segundo o estudo).
Depois de instalado, o malware começa a coletar senhas de navegadores, extensões de carteiras de criptomoedas, arquivos de carteiras digitais, dados de gerenciadores de senhas e outras informações comprometedoras.
Segundo os especialistas, o ClickLock Stealer começou a ser distribuído em maio passado, passando despercebido por todos os mecanismos de pesquisa até recentemente. Ele foi identificado em 33 países, em sua maioria europeus, sem veiculação a algum grupo de crime cibernético, distribuído muito possivelmente por uma campanha de engenharia social do tipo ClickFix.
O estudo recomenda aos usuários que nunca colem comandos de websites no Terminal, independentemente de como a página se parece ou do que ela alega fazer, e a nunca entregar a sua senha a espaços extraoficiais (como comandos) — caso você perceba que a execução de outros aplicativos está sendo encerrada. Se você desconfiar que a sua máquina foi infectada com o malware, revogue as sessões dos seus navegadores e altere todas as credenciais potencialmente comprometidas.
A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.
As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.
Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:
Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.
Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.
A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.
Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:
O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.
A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.
Nesta semana, inclusive, a Maçã obteve uma pequena vitória ao conseguir a aprovação para solicitar arquivos de órgãos federais que poderiam ajudá-la nessa batalha — mas, conforme novas informações do jornalista Mark Gurman (da Bloomberg), pode ser que ambas as partes cheguem a um acordo antes mesmo de um julgamento acontecer.
Ele afirma que as discussões “estão em andamento”, mas que não há garantia de que as duas partes chegarão a um acordo. Segundo a reportagem, a Apple fez várias ofertas ao DOJ neste ano para encerrar o processo.
Vale lembrar que o órgão moveu a ação em conjunto com um grupo bipartidário de 19 estados e o Distrito de Columbia. Ainda não se sabe, porém, se os procuradores-gerais estaduais estão participando das negociações de acordo — fato é que as negociações entre a Apple e o DOJ podem terminar sem que um entendimento seja alcançado.
Isso porque, sob a gestão de Donald Trump, o DOJ tem buscado acordos em diversos processos antitruste iniciados pela administração anterior. O procurador-geral adjunto dos EUA, Stanley Woodward, responsável pela supervisão das atividades antitruste do órgão, tem defendido acordos, considerando-os uma “forma de economizar o dinheiro dos contribuintes e proporcionar benefícios mais imediatos aos consumidores do que litígios que podem durar anos”.
O que a Apple já fez
As principais alegações do DOJ giram em torno do bloqueio, pela Apple, de “superaplicativos” (apps que incluem miniaplicativos, como o WeChat na China), além de desfavorecer apps de mensagens, de streaming na nuvem e carteiras digitais rivais, bem como dificultar a concorrência no mercado de smartwatches.
Embora costume dar mais foco aos seus próprios sistemas operacionais, a Apple também lança esporadicamente recursos para as versões de seus aplicativos em plataformas concorrentes, como o Android.
O aplicativo Apple TV, por exemplo, está ganhando widgets para a tela inicial do Android — o que permite que usuários acessem ou visualizem informações sem precisar abrir o aplicativo.
Além dessa novidade, o aplicativo também está ganhando suporte ao recurso “Continue Assistindo” (“Continue Watching”) no sistema operacional do Google, juntando-se a outras tantas plataformas de streaming populares do mercado.
A novidade, semelhante ao recurso disponível no aplicativo Apple TV nas plataformas da Maçã, permite continuar assistindo a produções a partir do hub unificado de serviços de streaming do sistema operacional.
Ainda na seara dos updates, o 9to5Google revelou que o Apple Music também está sendo atualizado no sistema concorrente, agora com suporte ao compartilhamento via WhatsApp.
Após três meses em fase de testes, o recurso de nome de usuário do WhatsApp finalmente parece estar funcionando entre os usuários que já haviam reservado seu username, ampliando a disponibilidade da funcionalidade.
Aos que efetuaram a reserva, o WhatsApp começou a exibir um banner no topo da lista de conversas, informando que ele já está ativo e explicando que agora ele pode ser compartilhado com outras pessoas. Caso você queira verificar o nome de usuário de algum dos seus contatos, basta abrir a conversa com ele para conferi-lo.
De acordo com o WABetaInfo, o recurso está sendo liberado de forma gradual para quem já reservou um nome de usuário. Se esse for o seu caso, basta tocar no botão de adicionar (na aba Conversas) para abrir a lista de contatos, e em seguida, digitar o nome de usuário na barra de pesquisa.
Vale lembrar que isso não afetará a visualização dos números de telefone nos contatos com os quais você já iniciou uma conversa anteriormente. Nos moldes de rivais como o Telegram, os nomes de usuário apenas introduzem uma nova opção de acionar um determinado contato, alterando a primeira interação dos usuários, já que o número de telefone deixa de ser a única forma de iniciar uma conversa.
O WhatsApp está liberando o recurso completo de nomes de usuário para “uma fração muito limitada da sua base instalada no iOS e Android”, incluindo tanto versões betas quanto estáveis do aplicativo.