Depois de décadas de testes e protótipos falhados, o Exército norte-americano vai receber 26 lasers anti-drone de 30 kW, num contrato de 465 milhões de dólares com a AeroVironment. Este é um marco que pode acelerar toda a indústria de armas de energia dirigida.
É, meus amigos… A crise causada pelo aumento dos custos de chips de memória e armazenamento atingiu o produto mais consolidado da Apple, o iPhone.
A empresa atualizou, há pouco, a Apple Store Online com os novos valores praticados para os smartphones que já estavam em linha antes da chegada dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max e Duo. E sim, nem o 17e escapou!
Como já era de se esperar, esses aumentos se refletiram em vários outros países onde a Apple atua, como o Brasil.
Confira as tabelas com os preços antigos e os novos! 🤑
Nos EUA
iPhone 16 e 16 Plus
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
16 de 128GB
US$700
US$800
+14,3%
16 Plus de 128GB
US$800
—
—
16 Plus de 256GB
US$900
—
—
Como podemos observar, apenas uma configuração do iPhone 16 está disponível. O 16 Plus foi descontinuado.
iPhone 17e
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
US$600
US$700
+16,7%
512GB
US$800
US$900
+12,5%
iPhone 17
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
US$800
US$900
+12,5%
512GB
US$1.000
US$1.100
+10%
iPhone Air
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
US$1.000
US$1.100
+10%
512GB
US$1.200
US$1.300
+8,3%
1TB
US$1.400
US$1.700
+21,4%
iPhones 17 Pro/17 Pro Max vs. iPhones 18 Pro/18 Pro Max
Modelo
Preço
Modelo
Preço
Variação
17 Pro de 256GB
US$1.100
18 Pro de 256GB
US$1.200
+9%
17 Pro de 512GB
US$1.300
18 Pro de 512GB
US$1.400
+7,6%
17 Pro de 1TB
US$1.500
18 Pro de 1TB
US$1.800
+20%
—
—
18 Pro de 2TB
US$2.400
—
17 Pro Max de 256GB
US$1.200
18 Pro Max de 256GB
US$1.300
+8,3%
17 Pro Max de 512GB
US$1.400
18 Pro Max de 512GB
US$1.500
+7,1%
17 Pro Max de 1TB
US$1.600
18 Pro Max de 1TB
US$1.900
+18,8%
17 Pro Max de 2TB
US$2.000
18 Pro Max de 2TB
US$2.500
+25%
Apple Watches
Curiosamente, a Apple mexeu apenas nas versões com as caixas maiores do Apple Watch Series 12 — ou seja, os modelos de 42mm seguem os mesmos preços. O SE 3 e o Ultra 4 seguem intactos.
Modelo
Preço
Modelo
Preço
Variação
Series 11 (GPS, alumínio de 46mm)
US$430
Series 12 (alumínio de 46mm)
US$450
+4,6%
Series 11 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm)
US$530
Series 12 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm)
US$550
+3,8%
No Brasil
iPhone 16 e 16 Plus
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
16 de 128GB
R$6.800
R$7.000
+2,9%
16 Plus de 128GB
R$8.500
—
—
16 Plus de 256GB
R$9.300
—
—
iPhone 17e
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
R$5.800
R$6.000
+3,4%
512GB
R$7.300
R$7.500
+2,7%
iPhone 17
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
R$8.000
R$8.300
+3,7%
512GB
R$9.500
R$9.800
+3,1%
iPhone Air
Modelo
Preço anterior
Preço novo
Variação
256GB
R$10.500
R$11.000
+4,7%
512GB
R$12.000
R$12.500
+4,1%
1TB
R$13.500
R$15.500
+14,8%
iPhones 17 Pro/17 Pro Max vs. iPhones 18 Pro/18 Pro Max
Modelo
Preço
Modelo
Preço
Variação
17 Pro de 256GB
R$11.500
18 Pro de 256GB
R$12.000
+4,3%
17 Pro de 512GB
R$13.000
18 Pro de 512GB
R$13.500
+3,8%
17 Pro de 1TB
R$14.500
18 Pro de 1TB
R$16.500
+13,7%
—
—
18 Pro de 2TB
R$21.000
—
17 Pro Max de 256GB
R$12.500
18 Pro Max de 256GB
R$13.000
+4%
17 Pro Max de 512GB
R$14.000
18 Pro Max de 512GB
R$14.500
+3,5%
17 Pro Max de 1TB
R$15.500
18 Pro Max de 1TB
R$17.500
+12,9%
17 Pro Max de 2TB
R$18.500
18 Pro Max de 2TB
R$22.000
+18,9%
Apple Watches
Modelo
Preço
Modelo
Preço
Variação
Series 11 (GPS, alumínio de 46mm)
R$5.899
Series 12 (GPS, alumínio de 46mm)
R$6.099
+3,4%
Series 11 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm)
R$6.799
Series 12 (GPS + Cellular, alumínio de 46mm)
R$7.399
+8,8%
Não está nada fácil, infelizmente… 😭
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Um dos retornos de série mais aguardados do ano, a quarta temporada de “Ted Lasso” vem rendendo bons frutos para o Apple TV — mais precisamente, batendo recordes de audiência nos Estados Unidos.
Segundo dados da Nielsen fornecidos pela Apple, a estreia da nova temporada foi visualizada por 296,6 milhões de minutos entre 4 e 5 de agosto. No dia 5, a série foi a mais assistida no país, sendo visualizada por mais de 200 milhões de minutos.
A Maçã também revelou que esses números representam o maior lançamento de todos os tempos de seu serviço de streaming, ultrapassando produções de sucesso como “Ruptura” (“Severance”) e “Pluribus”.
Conforme destacado pelo Deadline, é possível que “Ted Lasso” entre no Top 10 das séries mais assistidas no streaming na semana da estreia — mas isso dependerá de quanto os espectadores também se engajarem com episódios antigos.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.
Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.
Divulgação/CashNetUSA
Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.
Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).
Divulgação/CashNetUSA
Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.
O 9.º Tribunal de Recurso dos EUA recusou ontem o recurso das empresas tecnológicas, concluindo que a Secção 230 oferece uma defesa de responsabilidade, e não imunidade total. O julgamento que envolve 29 procuradores-gerais estatais começa esta quarta-feira em Oakland.
A briga entre a OpenAI e a Apple teve um novo capítulo na Justiça. Depois de rebater as acusações publicamente em carta aberta no início da semana, a dona do ChatGPT protocolou ontem (5/8) uma petição pedindo a um juiz federal americano que arquive o processo movido pela Apple, classificando as alegações da fabricante como sem fundamento.
Segundo a Bloomberg, os advogados da OpenAI argumentam que o processo distorce a conduta de seus funcionários e que um dos acusados de furto de dados, na verdade, tentava ajudar um ex-colega que continuava na Apple. Na petição, a empresa chega a dizer que a ação da Apple é “sem fundamento e forjada”, usada para compensar suas dificuldades em reter talentos e sua demora em integrar IA aos produtos.
Redigido sem investigação adequada e construído sobre comunicações seletivamente recortadas e condutas comuns tiradas de contexto, a reclamação da Apple é — tomando emprestada sua própria expressão — “podre desde a raiz”.
A defesa se concentra em dois nomes já conhecidos do processo. Tang Tan, chefe de hardware da OpenAI e ex-vice-presidente de design de produto da Apple por 24 anos, teria seguido práticas normais de recrutamento do setor ao entrevistar funcionários da Maçã. Já Chang Liu, engenheiro acusado de acessar arquivos confidenciais de hardware por semanas após identificar uma falha de autenticação, estaria apenas atendendo a um pedido de ex-colegas da Apple que precisavam localizar informações para o próprio trabalho — a OpenAI publicou trechos de mensagens de texto que, segundo ela, comprovam a versão.
A petição também questiona a base jurídica do processo: para a OpenAI, a Apple nunca chegou a identificar de forma específica quais informações configurariam, de fato, segredos industriais protegidos, nem demonstrou uso indevido por parte de qualquer um dos réus. Como reforço, a empresa de Sam Altman afirma não ter qualquer interesse nos segredos da rival, já que estaria “construindo algo inteiramente novo e diferente de tudo o que existe na Apple”.
OpenAI is asking a federal judge to dismiss a lawsuit filed by Apple accusing the artificial intelligence company of stealing trade secrets, saying that the iPhone maker’s allegations are meritless. https://t.co/9u2OTVWMlwhttps://t.co/ZmugpwLCWy
Outro ponto de defesa recai sobre as próprias práticas internas da Apple: segundo a OpenAI, a fabricante permitia que funcionários usassem contas pessoais do iCloud para trabalho e, posteriormente, revisou mensagens pessoais deixadas em dispositivos corporativos — o que teria gerado o acesso residual alegado no processo, e não um esquema coordenado de furto.
Chama atenção também a defesa específica de Tan quanto à posse de um documento interno sobre desligamento de funcionários: enquanto a Apple alega que o material serviria para burlar verificações de segurança, a OpenAI sustenta o oposto — que Tan teria guardado a informação justamente para garantir que novos contratados vindos da Apple seguissem à risca os procedimentos de desligamento da própria Apple, sem reter dados confidenciais.
Segundo o Axios, a petição tem 31 páginas e variações da palavra “fail” (“falhar”/”fracassar”, em referência às falhas da Apple) aparecem quase 50 vezes ao longo do texto — um indicativo do tom escolhido pelos advogados da OpenAI.
Injunção e próximos passos
O caso corre como Apple vs. Liu (processo 5:26-cv-07078) na Justiça Federal do Distrito Norte da Califórnia, sob o juiz Edward Davila — o mesmo que presidiu o julgamento criminal de Elizabeth Holmes, ex-CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Theranos.
Paralelamente ao pedido de arquivamento, a OpenAI ainda precisa responder, até 17 de agosto, ao pedido de liminar feito pela Apple para suspender o uso de qualquer suposto segredo industrial enquanto o processo tramita. A audiência sobre essa liminar está marcada para 1º de outubro.
Até a publicação desta matéria, a Apple não havia se pronunciado sobre a nova petição da OpenAI.
Dois dias depois de Washington ter proibido a importação de novos modelos de robots humanoides e quadrúpedes, Pequim respondeu com uma declaração do Ministério do Comércio acusando os EUA de discriminação e prometendo contramedidas se a decisão não for revertida. O anúncio surge semanas antes de Trump receber Xi Jinping.
Na declaração, Trump prometeu reverter as penalidades financeiras aplicadas às empresas estadunidenses sancionando tarifas contra a UE. Ele também aproveitou a oportunidade para alfinetar o ex-presidente do país, Joe Biden:
A União Europeia atacou de novo e, como de costume, mirou diretamente nas GRANDES empresas americanas! Depois de multar a Apple, sem motivo aparente, em US$15 bilhões, a Meta em US$3 bilhões, a Amazon em US$2,5 bilhões, e muitas outras, nós acabamos de ser informados que o Google, um grupo fantástico e realmente avançado, acabou de receber outra multa de US$1 bilhão, sem explicação. Isso leva o total do Google para mais de US$18 bilhões!
Essa prática ilegal e altamente discriminatória começou nesses níveis elevados durante o primeiro ano da administração do dorminhoco Joe Biden, mas não continuará durante a administração Trump.
Os Estados Unidos da América não são um “COFRINHO” da Europa, e nós não vamos permitir que sejam!
Que esta VERDADE sirva para representar que vamos iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 1Lei americana de comércio que investiga práticas tributárias ou sanções injustas de outros países contra os EUA. sobre essa prática de “ROUBAR” empresas americanas e, por consequência, o contribuinte americano.
A União Europeia vai pagar caro por essa conduta ilegal e altamente antiética, sobre a qual venho alertando-os de maneira consistente. As penalidades serão inteiramente revertidas e, como esperamos, TARIFAS substanciais serão aplicadas contra eles assim que possível. Fiquem ligados!
Presidente DONALD J. TRUMP
Não é a primeira vez que o mandatário dos EUA critica a maneira como a UE penaliza as empresas americanas: em 2025, ainda recém-empossado, ele não apenas criticou essas práticas, como alegou que as multas eram, na verdade, pretextos para uma retaliação tributária e “injusta”.
Vale lembrar que o segundo mandato de Trump foi endossado de maneira reputacional e monetária por praticamente todas as empresas citadas na declaração — especialmente o CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, Tim Cook, que ajudou a financiar a cerimônia de inauguração do seu governo.
O governo dos Estados Unidos aplicou uma tarifa de 10% para importações de cerca de 60 países, incluindo alguns dos territórios onde os produtos da Apple são montados.
Resultado de uma investigação conduzida pelo Representante de Comércio dos Estados Unidos (United States Trade Representative, ou USTR) sobre o possível uso de trabalho forçado na produção de bens, as novas medidas tributárias entram em vigor hoje, substituindo a tarifa geral de 10% sobre importações imposta pela administração de Donald Trump, que deixou de valer após decisão da Suprema Corte americana.
O memorando publicado pela Casa Branca prevê algumas exceções à aplicabilidade do imposto, isentando itens que causam impactos econômicos generalizados caso sejam tarifados, além de produtos que não possam ser produzidos em quantidade suficiente ou a preços competitivos nos EUA — o que hipoteticamente poderia ser uma brecha para a Apple, que poderia argumentar não ter capacidade de realocar a sua cadeia de suprimentos para o território americano sem comprometer os preços praticados.
O documento ainda prevê isenção das tarifas para produtos em que a medida não contribui de forma significativa para eliminar as práticas que motivaram sua elaboração.
Por tudo isso, é razoável afirmar que as isenções não deverão se aplicar aos produtos da Apple de imediato — e o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da empresa, Tim Cook, poderá ter que entrar em campo novamente para negociar novos termos com o presidente Trump, antes mesmo de deixar o cargo para John Ternus.
Ao que tudo indica, a disputa judicial entre a Apple e a Masimo nos Estados Unidos está prestes a ter um desfecho — e ele será bem menos amargo para a Maçã do que a fabricante de tecnologias médicas pretendia inicialmente com o processo.
Segundo uma reportagem do Law360, o juiz federal James V. Selna negou um recurso da Apple que pretendia anular a decisão anterior do júri sobre o caso ou, alternativamente, realizar um novo julgamento.
Para conseguir a anulação, a Apple argumentava que o júri interpretou errado o termo “patient monitor”, presente na patente da Masimo, e que o Apple Watch não deveria ser enquadrado nessa definição protegida pela patente.
O desfecho mais recente representa uma derrota para a Apple, uma vez que, teoricamente, a empresa não pode mais recorrer da decisão — veremos, porém, se a companhia conseguirá encontrar uma brecha para contornar isso.
De acordo com informações da Bloomberg, a Apple lançará na próxima semana o “Apple Upgrade”, um serviço de assinatura que incluirá iPhones, iPads, Macs e até mesmo Apple Watches.
Desenvolvida em parceria com a empresa financeira Klarna Group Plc, a iniciativa será disponibilizada primeiro apenas nos Estados Unidos — tanto em lojas físicas da Maçã quanto na Apple Store Online.
Assim como outros programas do tipo, o “Apple Upgrade” permitirá que os usuários quitem o dispositivo antecipadamente durante o contrato, façam um upgrade para um modelo mais recente antes do fim da assinatura ou fiquem com o aparelho ao final do período de locação. Ainda segundo as informações, é possível que taxas adicionais sejam cobradas em casos específicos.
Mais precisamente, aluguéis de iPhones e Apple Watches terão uma duração de 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser usados por 36 meses. Sujeito a uma análise de crédito antes da contratação do serviço, o usuário sempre poderá devolver o seu aparelho ao final do período de locação.
A Bloomberg disse ainda que o plano da Maçã é divulgar o “Apple Upgrade” como uma forma de realizar pagamentos menores do que os oferecidos por programas de financiamento tradicionais. Além disso, ela estaria se preparando para descontinuar o iPhone Upgrade Program e a modalidade de financiamento tradicional para abrir espaço para a nova oferta.
Ao contrário do iPhone Upgrade Program, no entanto, o “Apple Upgrade” não incluirá o AppleCare; dispositivos de entrada — como o Apple Watch SE 3, o iPad (A16 Bionic), o iPhone 16 e o MacBook Neo — não estarão disponíveis no novo programa; por fim, usuários corporativos e estudantes também ficarão de fora da brincadeira.
Rumorado há alguns anos — e supostamente cancelado internamente pela companhia no final de 2024 — o “Apple Upgrade” chegará pouco tempo depois de a Apple aumentar os preços de vários de seus produtos em decorrência da crise de DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório., provocada pela alta demanda por chips de memória no mercado de inteligência artificial.
Notas de rodapé
1
Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório.
Nesta semana, inclusive, a Maçã obteve uma pequena vitória ao conseguir a aprovação para solicitar arquivos de órgãos federais que poderiam ajudá-la nessa batalha — mas, conforme novas informações do jornalista Mark Gurman (da Bloomberg), pode ser que ambas as partes cheguem a um acordo antes mesmo de um julgamento acontecer.
Ele afirma que as discussões “estão em andamento”, mas que não há garantia de que as duas partes chegarão a um acordo. Segundo a reportagem, a Apple fez várias ofertas ao DOJ neste ano para encerrar o processo.
Vale lembrar que o órgão moveu a ação em conjunto com um grupo bipartidário de 19 estados e o Distrito de Columbia. Ainda não se sabe, porém, se os procuradores-gerais estaduais estão participando das negociações de acordo — fato é que as negociações entre a Apple e o DOJ podem terminar sem que um entendimento seja alcançado.
Isso porque, sob a gestão de Donald Trump, o DOJ tem buscado acordos em diversos processos antitruste iniciados pela administração anterior. O procurador-geral adjunto dos EUA, Stanley Woodward, responsável pela supervisão das atividades antitruste do órgão, tem defendido acordos, considerando-os uma “forma de economizar o dinheiro dos contribuintes e proporcionar benefícios mais imediatos aos consumidores do que litígios que podem durar anos”.
O que a Apple já fez
As principais alegações do DOJ giram em torno do bloqueio, pela Apple, de “superaplicativos” (apps que incluem miniaplicativos, como o WeChat na China), além de desfavorecer apps de mensagens, de streaming na nuvem e carteiras digitais rivais, bem como dificultar a concorrência no mercado de smartwatches.
Dos usuários que adquiriram um novo modelo da Apple, 12% eram donos de um smartphone com Android no momento da compra, enquanto 1% possuía um telefone convencional e 87% (a famosa taxa de lealdade) já tinham um iPhone.
No mesmo trimestre do ano passado, 14% dos donos de novos iPhones saíram do Android, 2% dos aparelhos convencionais e 84% já eram usuários da Maçã — o que significa que a taxa de migração do Android para o iPhone caiu em relação ao ano anterior.
A CIRP destaca que, nos últimos anos, a taxa de mudança do Android para o iPhone tem oscilado entre 11% e 15%. Ela já foi bem maior no passado, quando a Apple passou a suportar outras operadoras de telefonia americanas para além da AT&T.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Imagens de satélite do programa Copernicus revelam a dimensão das plumas de fumo provocadas pelos incêndios florestais no Canadá, que estão a afetar a qualidade do ar na costa leste dos Estados Unidos e a levantar preocupações antes da final do Mundial de Futebol.
Desde bolas com sensor de alta precisão a avatares 3D foto realistas gerados por inteligência artificial, conheça as inovações tecnológicas do Mundial de Futebol FIFA 2026, e como é que a tecnologia promete redesenhar o maior evento desportivo da história.
Procura guardar os seus ficheiros fora do alcance das Big Tech americanas? O pCloud é uma alternativa suíça ao Google Drive com uma proposta difícil de ignorar, o de pagar uma vez e ter garantido armazenamento para sempre.
Ação inédita acusa a OpenAI de ocultar os perigos do ChatGPT para os menores em prol do lucro. O processo surge numa vaga de litígios nos EUA que já resultou em multas milionárias para gigantes como a Meta e a Google.
Espera-se que com esta oferta pública inicial, que deverá acontecer ainda este ano, a avaliação da Anthropic ultrapasse a marca de um bilião de dólares. O pedido surge numa altura em que a rival OpenAI também se prepara para entrar em bolsa.