Após anos de ameaças, a Rússia iniciou oficialmente uma investigação contra a Apple por não ter pré-instalado aplicativos apoiados pelo governo em dispositivos no país. Os aplicativos em questão são o MAX, serviço de mensagens apoiado pelo Kremlin, e a RuStore, loja de aplicativos nacional.
O caso representa o mais recente embate entre a Apple e as autoridades russas, que buscam ampliar o controle estatal sobre o mercado digital do país e exigir que empresas de tecnologia estrangeiras concedam aos serviços nacionais maior acesso às suas plataformas.
A Apple atendeu parcialmente à advertência ao permitir a pré-instalação de um mecanismo de busca russo; no entanto, o FAS alega que a empresa ignorou a exigência referente ao mensageiro nacional e à loja de aplicativos doméstica — referindo-se ao MAX e à RuStore.
A Apple poderá ser alvo de uma multa de até 4 bilhões de rublos (cerca de US$50 milhões) caso seja constatada a violação da legislação russa de concorrência.
Mas, além disso, esse mesmo procedimento pode ser realizado dentro de um álbum que tenha sido criado no seu iPhone, iPad ou Mac e que contenha esse tipo de mídia.
Como ocultar capturas de tela em álbuns pelo iPhone/iPad
Abra o app Fotos e toque em “Coleções”.
Selecione o álbum desejado na seção “Álbuns”.
Vá até o botão com três risquinhos (no canto inferior esquerdo) e toque em “Opções de Visualização”.
Desmarque “Capturas de Tela”.
Como ocultar capturas de tela em álbuns pelo Mac
Expanda a seção “Álbuns” (na barra lateral esquerda).
Clique no nome do álbum.
Clique nos três pontinhos (na parte superior) e desmarque “Capturas de Tela”. Ou, se preferir, vá até “Visualizar”, na barra de menus, e desmarque “Capturas de Tela”.
Com o aplicativo Pré-Visualização (Preview), usuários de iPhones, iPads e Macs podem facilmente preencher e assinar formulários, escanear documentos e fazer alterações em PDFs e imagens, por exemplo.
Para encontrar mais facilmente um arquivo, você pode renomeá-lo em alguns passos simples.
Veja, nos parágrafos a seguir, como fazer exatamente isso no seu dispositivo! 😉
Com o app Pré-Visualização aberto, faça um dos seguintes procedimentos:
Toque e segure o dedo ou clique com o botão direito do mouse em cima do arquivo e escolha “Renomear”.
Com o arquivo aberto, selecione a setinha ao lado do nome dele e renomeie-o (no iPhone/iPad, é preciso primeiramente tocar em “Renomear”). Se estiver no Mac, você também pode fazer a mesma coisa indo até Arquivo » Renomear…, na barra de menus.
Abrindo o mês de agosto com a nossa seleção de promoções na App Store para esta segunda-feira!
Cardinal Land, criado pela DogoTogo, é um quebra-cabeças com o adicional de também ser um aplicativo educacional — e, por isso, o nosso destaque do dia.
Combine as peças coloridas de diferentes formatos e crie imagens de animais. Uma vez completada a figura, fatos interessantes do animal são apresentados e podem ser compartilhados facilmente com quem você quiser.
Explore sete continentes em dezenas de fases e desafie as suas habilidades em diferentes modos de jogo. Complete rapidamente as tarefas e ganhe estrelas. Compartilhe as imagens dos animais com seu Apple Watch e transforme-as em mostradores!
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Se você gosta de acompanhar o mundo da aviação, então vale a pena conferir o app Overflight, o qual oferece uma visualização no estilo radar de todo o céu visível, com o diferencial de exibir com destaque a aeronave que está passando acima de você. É possível deslizar a tela para focar em qualquer outra aeronave e, quando o céu está tranquilo, o app permanece em estado de espera até a próxima ocorrência.
O aplicativo, é claro, também exibe detalhes como informações sobre a companhia aérea, o número do voo e o tipo de aeronave, bem como altitude, velocidade vertical, velocidade em relação ao solo, trajetória, rumo e distância.
Ele ainda pode mostrar, com destaque, o tráfego militar e de interesse especial assim que eles entram no céu. Vale notar, porém, que nem todas as aeronaves transmitem sua posição (alguns voos militares operam sem transmissão).
Na versão Pro, é possível conferir rotas em tempo real (da origem ao destino), ouvir anúncios de tráfego por voz, receber alertas de aproximação de aeronaves e ativar um modo “sempre ligado” para exibição ambiente contínua — ideal para a Apple TV, cuja versão foi recém-lançada.
O Overflight utiliza dados ADS-B gratuitos fornecidos por usuários e não requer a criação de conta ou cadastro. Além disso, sua localização é usada apenas para identificar as aeronaves acima de você.
O app está disponível gratuitamente na App Store para iPhone, iPad e Apple TV. A versão Pro, por sua vez, custa R$25/mês, R$130/ano ou a partir de uma licença vitalícia por R$500.
A Receita Federal anunciou dois novos leilões os quais contam com uma série de dispositivos da Apple que entraram de forma ilegal no país. Distribuídos nas cidades de Porto Alegre (RS) e Salvador (BA), eles somam, ao todo, 16 lotes com pelo menos um produto da empresa.
O órgão, é sempre bom lembrar, não especifica os modelos ou as versões de determinados itens incluídos nos lotes, sendo que alguns deles podem estar usados, vir sem caixa ou até mesmo sem acessórios (isso costuma ser alertado). Ele também não faz entregas.
Dentro dos lotes com produtos da Apple, também pode haver outros itens sendo leiloados, vale notar.
Porto Alegre
Com 190 lotes (embora apenas 11 com dispositivos da Maçã), os itens desse leilão estão concentrados na Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 10ª Região Fiscal. Segundo seu edital, as propostas poderão ser enviadas para análise a partir do dia 25 de agosto, às 12h, e serão recebidas até 28/8, às 18h.
As melhores serão selecionadas para participar do pregão online — o qual está previsto para o dia 31/8, a partir das 14h.
Eis os lotes com dispositivos da Apple inclusos nesse leilão:
Lote
Produto(s) da Apple
Valor mínimo
4
2x AirTag (pacote com 4 unidades) 1x iMac (M4) 20x adaptador de parede USB-C (20W)
R$20.000
10
1x Magic Mouse (USB-C) 1x MacBook Air (M2, 256GB) de 13″ 2x MacBook Air (M1, 256GB) de 13″
R$10.000
18
1x Mac mini (M2)
R$10.000
32
219x adaptador de parede
R$3.000
33
6x adaptador de parede
R$4.000
36
20x adaptador de parede 1x Apple Pencil 6x EarPods
R$10.000
54
74x adaptador de parede 3x adaptador de parede (5W) 10x adaptador de parede (20W) 12x adaptador de parede USB-C 4x iPhone 12 Pro Max
R$3.000
83
2x AirTag (pacote com 4 unidades) 1x Apple Pencil Pro 1x MacBook Neo (8GB/256GB)
R$10.000
85
1x cabo USB-C de 1 metro 1x adaptador de parede (20W)
R$5.200
87
2x Apple Pencil (USB-C) 1x Apple Pencil (2ª geração) 2x Magic Keyboard 1x Mac mini (M4, 256GB) 1x MacBook Air (modelo não especificado, 8GB/256GB) de 13″
R$9.000
94
1x adaptador de parede (20W)
R$4.000
Salvador
Os itens desse leilão estão distribuídos em um total de 52 lotes, embora apenas 5 deles tenham algum dispositivo da Maçã.
De acordo com o seu edital, as propostas poderão ser enviadas para análise a partir do dia 17 de agosto, às 8h, e serão recebidas até 20/8, às 18h. As melhores serão selecionadas para participar do pregão online — o qual está previsto para o dia 21/8, a partir das 11h.
Lote
Produto(s) da Apple
Valor mínimo
28
3x adaptador de parede (20W) 23x cabo Lightning para USB 21x cabo USB-C para Lightning 1x cabo MagSafe para USB-C 1x cabo USB-C de 2m 1x capa de couro com MagSafe para iPhone 12 Pro Max
R$24.000
29
110x cabo Lightning para USB 1x cabo USB-C para Lightning 107x adaptador de parede (5W) 110x adaptador de parede (20W) 31x adaptador de parede (20W) 15x cabo USB-C para Lightning de 1m
R$22.000
31
2x AirTag
R$12.000
34
1x adaptador de parede (20W)
R$36.500
35
1x adaptador de parede (5W) 1x cabo Lightning para USB-C de 1m
R$8.500
Como participar
Todo o processo é feito de forma digital. Os interessados em adquirir os produtos do leilão precisam ter um CPF e um certificado digital válidos, via acesso ao Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) — o qual será utilizado para acessar o site corretamente e poder participar de tudo.
Alguns lotes estão disponíveis para lances tanto de pessoas físicas quanto de pessoas jurídicas.
Em mais um capítulo da batalha travada entre a Apple e o governo do Reino Unido sobre a exigência de um ponto de acesso (ou backdoor) à criptografia do iCloud, a empresa apresentou uma contestação judicial contra a tentativa, por parte do governo britânico, de acessar os dados criptografados de usuários, segundo o Financial Times.
Na ação protocolada junto ao Investigatory Powers Tribunal (IPT), no mês passado, a Apple afirmou que não criou e não pretende criar uma backdoor para os dados dos seus usuários, argumentando que a ferramenta enfraqueceria a segurança do iPhone.
A exigência iniciada com base na Technical Capability Notice (ou Notificação de Capacidade Técnica, uma ordem governamental que prevê a interceptação, por parte do governo do Reino Unido, de dados de usuários mantidos pelas grandes empresas de tecnologia) ordenava que a Apple fornecesse informações dos usuários do iCloud protegidas pela Proteção Avançada de Dados (Advanced Data Protection), obrigando a empresa a redesenhar seu serviço caso optasse por acatar as demandas estatais britânicas.
A abrangência dos usuários impactados também foi motivo de disputa: como a determinação inicialmente impactava integralmente a base instalada do iCloud, o governo dos Estados Unidos optou por pressionar o Reino Unido a desistir de aplicá-la a todos os usuários americanos, o que de fato ocorreu posteriormente. O recuo, porém, não durou muito, e uma segunda ação — muito semelhante à primeira — foi protocolada em outubro de 2025.
A Apple virou alvo de uma nova ação coletiva nos Estados Unidos, desta vez por conta do sistema de reconhecimento facial do aplicativo Fotos (Photos) — que estaria indo contra a lei de privacidade do estado de Illinois. As informações são do The Sunday Times.
Os reclamantes argumentam que o app, o qual já vem pré-instalado nos dispositivos da Maçã, escaneia fotos para procurar rostos de pessoas e, então, criar uma “impressão facial” para cada pessoa na galeria sem o devido consentimento.
A Illinois Biometric Information Privacy Act (algo como Lei de Privacidade de Informações Biométricas de Illinois), citada no processo, proíbe empresas de coletar dados biométricos de uma pessoa sem primeiro alertá-la e solicitar o seu consentimento por escrito. Ela já foi aplicada no passado contra empresas como Meta e Google, e prevê uma multa de até US$5.000 por infração caso haja intenção ou imprudência.
A acusação explica ainda que, uma vez que o Fotos analisa as imagens, ele armazena os dados biométricos das pessoas envolvidas no próprio dispositivo, catalogando os seus rostos no aplicativo.
Em contrapartida, a Apple argumentou que o caso deveria ser dispensado pois o entendimento de que os dados coletados contam como “identificadores biométricos” depende de “provas individualizadas das escolhas e rótulos de cada usuário”. A empresa também lembrou da existência de salvaguardas, como as que garantem que os vetores numéricos utilizados pelo Fotos para organizar álbuns não possam ser utilizados para recriar um rosto. A Maçã disse, por fim, que os dados coletados não são ligados ao nome de uma pessoa nem à sua identidade.
Mesmo assim, um juiz de Illinois decidiu, no mês passado, que os consumidores envolvidos no processo atingiram os requisitos para abrir a ação coletiva, e o Tribunal de Apelação do Sétimo Circuito rejeitou o recurso da Apple contra essa decisão na última quarta-feira (29/7).
Os stories do Instagram sempre foram publicações temporárias. Depois de 24 horas, eles desaparecem completamente do seu perfil e ficam disponíveis só para você, em um arquivo privado.
Mas, com o lançamento do Instagram Plus, a Meta está permitindo estender o tempo que o seu story fica no ar — mais precisamente, por mais 24 horas (totalizando, então, 48 horas).
Com uma assinatura ativa do Instagram Plus, usuários de iPhones e iPads podem usufruir de diversos benefícios exclusivos que tornam a sua experiência com a rede social da Meta ainda melhor.
Um deles é a prévia de stories. Como o nome deixa claro, ela permite pré-visualizar o story de uma pessoa que você segue, sem que essa pessoa veja o seu nome na lista de visualizadores.
Apesar de ter perdido um pouco do hype inicial, os Instants seguem sendo uma excelente maneira de compartilhar fotos e vídeos rapidamente com os seus seguidores do Instagram.
Caso queira, é possível consultar facilmente um arquivo de todas as publicações feitas, usando três métodos diferentes — como mostraremos a seguir.
Com o app do Instagram aberto, toque na aba das suas mensagens diretas e no ícone do Instants (no canto inferior direito).
Vá até os quadradinhos (no canto superior direito) para conferir o seu histórico.
Segundo método
A segunda maneira de fazer isso é praticamente a mesma coisa que o método anterior, com a diferença de que isso pode ser feito diretamente pelo aplicativo dedicado do Instants.
Terceiro método
No Instagram, toque na aba do seu perfil (no canto inferior direito), vá até os três risquinhos (no canto superior direito) e entre em “Itens Arquivados”.
Use o menu suspenso da parte superior para selecionar “Arquivo de instants”.
Muita gente não sabe, mas o Instagram possui um navegador embutido dentro do aplicativo para iPhones e iPads.
Além de fazer alguns ajustes (como limpar os dados), você também pode ativar ou desativar a chamada navegação aprimorada.
Com ela, as informações dos sites em que você navega podem ser utilizadas para exibir o histórico de links, recomendações de compras e outros dados. É possível ativar ou desativar esse recurso facilmente, em alguns passos simples.
Na bio do seu perfil do Instagram, é possível colocar informações básicas sobre você, como sua profissão, idade ou qualquer outra coisa que julgue útil para quem for visitá-lo.
Para assinantes do Instagram Plus, a Meta oferece uma forma de escolher entre diferentes tipos de fontes para usar na bio. Veja como alterar isso! 📱
Se você é um usuário assíduo do Instagram, uma boa ideia talvez seja assinar o plano de assinatura Instagram Plus, que abre um leque de recursos extras as quais melhoram a sua experiência na rede.
Dentre as funções disponibilizadas com ela, está a possibilidade de pré-visualizar o conteúdo das mensagens que tiver recebido na área de conversas privadas do mensageiro, sem que elas sejam marcadas como lidas ou a outra pessoa saiba que você já leu.
Outra possibilidade é, em uma conversa, usar fontes personalizadas exclusivas de quem assina o Instagram Plus.
Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.
Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo.Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!
Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.
Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.
A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.
O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.
O asterisco que quase ninguém vai mencionar
A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.
À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.
É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.
Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.
A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.
Linha de negócio
Margem do FQ3 2026
Margem do FQ3 2025
Variação
Produtos
40,07%
34,52%
+5,55pp
Serviços
75,62%
75,58%
+0,04pp
Consolidado
50,06%
46,49%
+3,57pp
A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.
Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.
Serviços: um pequeno sinal de alerta
Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.
A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.
Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.
O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.
Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.
A projeção para setembro veio bem abaixo
O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.
Indicador
FQ3 2026 (real)
FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita
16,4%
de 9% a 11%
Margem bruta
50,1%
de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas
48,1%
de 47% a 48%
Receita implícita
US$109,4 bilhões
de US$111,7 a US$113,7 bilhões
A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.
A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.
Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.
Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.
O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.
A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.
Metodologia
Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.
As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.
A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.
Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.
O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.
Observação
Este texto não constitui recomendação de investimento.
Ziemlich genau ein Jahr nach dem Start in den USA kommt Apple Care One auch nach Deutschland. Für eine Monatsgebühr von 20,99 Euro kann man damit drei Apple-Geräte versichern; gegen Diebstahl sind nun auch iPad und Apple Watch abgesichert. Das Angebot startet am 4. August.
Bisher zahlte man für jede Apple-Care-Versicherung bei Apple einzeln. Neu gekaufte Geräte konnte man direkt beim Kauf oder bis zu 60 Tage danach in die Garantieverlängerung aufnehmen. Kunden von Apple Care+ (Einzelgeräte) und Apple Care One (drei oder gegen Aufpreis von 5,99 Euro je Gerät auch mehr) erhalten neben der verlängerten Garantie schnellere und vergünstigte Reparaturen bei unabsichtlichen Beschädigungen, vorrangigen Support von Apples Experten und gratis Austausch von Batterien, sofern deren Gesundheitszustand unter 80 Prozent liegt.
Bisher war von Apple Care nur das iPhone gegen Diebstahl geschützt, jetzt gilt der Schutz vor Langfingern auch für iPad und Apple Watch. Macs sind weiterhin nicht gegen Entwenden versicherbar.
In bestehende Apple-Care-Verträge kann die Kundschaft ab dem 4. August vom iPhone oder Mac aus den Einstellungen heraus weitere Geräte in die Option Apple Care One aufnehmen. Dazu müssen sie jedoch in einem guten Zustand sein und dürfen nicht älter sein als vier Jahre.
Kunden von Apple Care One können verkaufte oder innerhalb der Familie weitergegebene Geräte selbst aus dem Bundle entfernen, um wieder neue hinzufügen zu können. Gibt man bei Apple ältere Geräte beim Neukauf in Zahlung, erfolgt der Austausch in der Police automatisch. Apple Care One gilt nur für Geräte, die an den gleichen Apple Account gekoppelt sind. Die Police auf Geräte anderer Familienmitglieder aufzuteilen, geht nicht.
Die Preise für Apple Care+ hängen vom Gerät ab: Für das iPhone 17e zahlt man inklusive Schutz vor Diebstahl und Verlust 9,99 Euro im Monat, für die Spitzenmodelle wie iPhone Air oder iPhone 17 Pro werden 14,99 Euro im Monat fällig. Für die Absicherung des Macbook Air verlangt Apple 84,99 Euro im Jahr oder einmalig 235 Euro für drei Jahre. Wer Apple Care One statt dreier Einzelverträge bucht, spart laut Apple 13,48 Euro im Monat. Erst am 15. Juli hatte Apple die Preise für Apple Care+ erhöht, die Flatrate für drei Geräte kommt gerade recht.
You could be sitting on a treasure trove of fantastic iPhone, iPad, Mac, and Apple TV games and not even know it.
Apple Arcade might be one of the most underrated gaming services on the market right now, with many Apple One subscribers not even realizing that it is included in all tiers of the service. You can also subscribe to it separately and you could even be able to access a generous free trial right now if you're reading this on a shiny new Apple device.
But what exactly is Apple Arcade, how much does it cost, what kind of games can you play on it, and, perhaps most importantly, are any of them actually good? I've spent the last week really sinking my teeth into the service in order to find out and deliver this ultimate guide to everything that you need know.
From all the basic facts to a bumper list of my personal game recommendations and even a personality quiz to match you to titles that you might like, everything here is intended to help you walk away an expert in all things Apple gaming.
Se você usa o Mozilla Firefox como o seu navegador padrão em iPhones, iPads ou Macs, já deve ter notado que há algumas áreas do browser que podem trazer certos tipos de anúncios.
Uma dessas áreas é justamente a página inicial do Firefox, que pode sugerir atalhos patrocinados. Felizmente, um truque permite desabilitar facilmente isso. Veja, a seguir, como fazer isso! 🙂
Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no iPhone/iPad
Com o Firefox aberto, toque nos três pontinhos (na parte inferior) e vá até “Configurações”.
Escolha “Tela inicial” e “Atalhos”.
Desmarque a opção “Atalhos patrocinados”.
Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no Mac
Clique em “Firefox”, na barra de menus, e escolha “Configurações…”, use o atalho ⌘ command, ou vá até os três risquinhos (no canto superior direito) para escolher a mesma opção.
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I've spent the last week really getting to grips with the Apple Arcade service, trying out all of the available games and experimenting with its major features.
Ultimate Guide to Apple Arcade
(Image credit: Apple / Future)
This article is part of our Ultimate Guide to Apple Arcade: the definitive guide to everything that you need to know about the gaming service. Be sure to browse the full series here.
The experience has been great so far, thanks to the many console-quality games out on the platform. I'm talking titles like Sonic Dream Team, Hello Kitty Island Adventure, Cult of the Lamb, Fantasian, and so much more.
Although they're all perfectly playable with touch controls, loads of Apple Arcade games (including all of the aforementioned titles) offer full controller support. Hooking up a compatible gamepad is the perfect way to get an even more console-like experience, and really recommend getting your hands on one if you want to make the absolute best and most comfortable playing sessions.
For iPhone players, I would recommend three of the best mobile controllers on the market today: the Backbone One, Backbone Pro, and Razer Kishi V3 Pro. They're all formidable choices, though each has its own distinct advantages. The Backbone One, for example, is the most portable and cheapest of the three, while the Pro and Kishi V3 Pro are more comfortable and have better software features. I've also included the GameSir G8 Plus Galileo as a worthy budget alternative, though it doesn't offer quite as seamless an experience as the others.
For iPad gamers, the Razer Kishi V3 Pro XL is one of the few options that's compatible with massive tablets. It can even fit the truly huge 13-inch iPad Air and Pro models.