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Extensão Privacy Badger, que bloqueia rastreadores, chega ao Safari

20 October 2026 at 14:24

Embora o Safari conte com um recurso nativo para impedir o rastreamento entre sites, ele ainda pode permitir que rastreadores de terceiros sejam carregados — embora prometa restringir a sua capacidade de efetivamente rastrear os usuários.

Quem quer um bloqueio completo desse tipo de mecanismo deve recorrer a uma alternativa de terceiros, como a Privacy Badger, uma das extensões do gênero mais populares na web atualmente e que acaba de chegar ao navegador da Maçã.

Desenvolvida pela Electronic Frontier Foundation (EFF), a extensão é completamente gratuita e promete bloquear rastreadores de anúncios para impedir que empresas monitorem e efetivamente rastreiem a atividade do usuário entre sites.

No Safari, a Privacy Badger vai além dos recursos de privacidade integrados do navegador para fornecer proteção adicional contra rastreamento online. Em seu modo de navegação padrão, o Safari limita as informações que os rastreadores podem acessar, mas ainda permite que eles carreguem. O Privacy Badger impede que os rastreadores online carreguem em primeiro lugar, impedindo-os de rastrear você usando técnicas que ignoram as proteções do Safari.

Já disponível em navegadores como Google Chrome e Firefox, a extensão funciona de maneira bem inteligente e pode aprender automaticamente a bloquear rastreadores que se escondem na web, tornando a navegação mais privada e segura.

Ele suporta, inclusive, o bloqueio de widgets que podem conter rastreadores — como posts de redes sociais incorporados, seções de comentários e players de vídeo —, substituindo-os por um placeholder com botões que permitem uma ativação manual.

A Privacy Badger está disponível exclusivamente para a versão do Safari para macOS. Nessa página, você encontra os links diretos tanto para a App Store quanto para as lojas de extensões dos outros navegadores compatíveis.

via MacRumors

Motorola lança app para gerenciar fones moto buds 2 no iOS

19 October 2026 at 23:17

A Motorola lançou recentemente o aplicativo oficial Moto Buds para iOS, o que permite aos usuários dos fones de ouvido da marca personalizar recursos dos acessórios com facilidade diretamente pelo iPhone.

Segundo a empresa, o app dá acesso a recursos adicionais como cancelamento ativo de ruído, equalização sonora, controles por toque, detecção de uso e conexão dupla, que serve para gerenciar os dispositivos conectados simultaneamente aos fones.

Como os fones já lançados não vieram de fábrica preparados para o aplicativo para iOS, é necessário usar um smartphone com Android para atualizar o firmware, de modo que o app reconheça os acessórios compatíveis quando conectados ao iPhone.

Para isso, é preciso acessar as configurações dos fones no app da Motorola para Android e instalar a versão de firmware mais recente. Segundo a empresa, os moto buds 2 plus requerem a versão v17200 ou superior, enquanto os moto buds 2 devem ter pelo menos a versão v10.74.

Feito isso, é só desconectar os fones do aparelho com Android e emparelhá-los ao iPhone.

Moto Buds 2 Plus, Sound by Bose

Moto Buds 2 Plus, Sound by Bose

R$ 899,00
R$ 999,00
Moto Buds 2

Moto Buds 2

R$ 449,00
R$ 499,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

via TudoCelular.com

Mais franquias de consoles e PCs estão chegando ao mobile, diz chefe da App Store

19 October 2026 at 17:34

Em entrevista ao Polygon, o vice-presidente da App Store, Carson Oliver, comentou o Apple Arcade e a relação da Maçã com os desenvolvedores de jogos independentes.

As declarações ocorreram em meio à Indie Games Week, evento que deu destaque a alguns títulos de sucesso disponíveis para os dispositivos da Apple, como Sifu, Vampire Crawlers e No Man’s Sky.

A matéria avalia que a investida da Apple no mercado de videogames ao longo da última década foi consistente o suficiente para conquistar de fato o público gamer. Oliver, vale lembrar, assumiu a liderança da loja de aplicativos do ecossistema da Apple, após Phil Schiller deixar o posto em agosto.

O executivo falou sobre os esforços da empresa no segmento, que, segundo ele, vão além da distribuição, e ressaltou a chegada de títulos AAA ao ecossistema:

O que está acelerando esse movimento hoje é a tecnologia que impulsiona esse ecossistema. Apoiamos os desenvolvedores na App Store com muito mais do que distribuição. Continuamos investindo pesadamente em gaming: de novas tecnologias de hardware que entregam o mais alto desempenho sustentado, como o ray tracing acelerado por hardware do A20 Pro e a câmara de vapor de última geração no iPhone 18 Pro; a ferramentas de desenvolvimento, como o Game Porting Toolkit 4, o Metal e os nossos plugins de código aberto da Unity.

Temos observado o crescimento no número de jogos que chegam à App Store, em geral, com mais títulos premium este ano do que no anterior. […] Enquanto muitos são indies, nós estamos vendo mais franquias de consoles e PC chegando ao mobile, já que é um público em expansão para esses jogos.

O executivo também falou sobre a relação da Apple com os desenvolvedores independentes, além de destacar as diferentes formas de levar os jogos a Macs, iPhones e iPads:

Desde o primeiro dia, a App Store foi pensada para equilibrar as condições de descoberta e distribuição, de modo que um título indie possa se equiparar às maiores franquias do entretenimento. […]

Nós queremos dar aos desenvolvedores um ambiente confiável para alcançar usuários ao redor do mundo, dar-lhes suporte em cada passo e ajudá-los a construir negócios bem-sucedidos. […] Para atingir esses objetivos, nós oferecemos modelos de negócio flexíveis. Isso significa que um fenômeno inovador como Balatro pode prosperar como um jogo premium, e também pode encontrar um espaço no serviço Apple Arcade. O importante é que damos aos desenvolvedores a flexibilidade para fazer a melhor escolha e, a todos os jogos e jogadores, a liberdade de jogar como quiserem.

O Apple Arcade conta com mais de 200 títulos no acervo (livres de propagandas ou compras internas), os quais podem ser acessados por até cinco membros de um Compartilhamento Familiar em iPhones, iPads, Macs, Apple TVs e/ou Apple Vision Pros. O serviço de jogos custa R$14,90 por mês e também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

Promoções na App Store: About Love and Hate, Cosmic Express, Kanban e Notas – Boardly e mais!

19 October 2026 at 16:54

Abrindo a semana com a nossa seleção de promoções na App Store!

About Love and Hate, desenvolvido pelo pessoal da Black Pants Studio, é um quebra-cabeça que pode ser considerado uma verdadeira experiência memorável — e, por isso, é o nosso destaque do dia.

Assumindo o controle dos carismáticos personagens Love e Hate, você precisará superar desafios baseados nas interações únicas entre eles e os demais habitantes desse mundo. São dezenas de fases desenhadas artesanalmente, com mecânicas apresentadas de forma variada, o que garante uma jornada diferenciada conforme a sua evolução.

Sem mecânicas complicadas, cada fase funciona como um pequeno quebra-cabeça lógico, exigindo observação, planejamento e experimentação. Confira o trailer:

Lançado há mais de uma década, o jogo continua divertido e interessante, como se tivesse chegado este ano. Aproveite o bom desconto e compre já! 🤩


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$150 em descontos:

Jogos

Puzzles.

Evite a bola.

Quebra-cabeças.

Aplicativos

Utilitário para produtividade.

Utilitário para desenvolvedores.

Incidência solar.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. ✈️

App Store uploads must now target iOS 13 or later, and iOS 15 from April 2027

19 October 2026 at 16:23

Apple now requires iOS and iPadOS apps uploaded to App Store Connect to target iOS 13 or later, a rule in effect since September 9, 2026. Apple’s submission page adds that starting April 2027, iOS and iPadOS apps must be built with the iOS & iPadOS 27 SDK or later and target iOS 15 or […]

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Apple’s App Replacement Entitlement lets you move data to a developer’s new app

19 October 2026 at 13:55

Apple has added an App Replacement Entitlement to its Apple Developer Program License Agreement, giving developers a system-level way to move users from an old app to a new one. According to Apple’s agreement, the entitlement shows a system sheet on the first launch of the replacement app that lets you move data and settings […]

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Apple Sports 4.5 adds stats during breaks and five more soccer competitions

19 October 2026 at 08:30

Apple has released Apple Sports version 4.5, which brings key stats into Live Activities during breaks in the action, according to Apple’s App Store release notes. The update for the free iPhone app arrived in mid-October and also adds five more soccer competitions, including English League One and League Two. It is the second soccer […]

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Mais apps são atualizados com suporte ao iOS 27, à Siri AI e mais

16 September 2026 at 01:19

Falamos aqui ontem sobre um punhado de aplicativos que foram atualizados com suporte às novidades do iOS 27, incluindo (e especialmente) o suporte à Siri AI.

Fato é que alguns outros apps também receberam atualizações com essa mesma proposta — além, é claro, de incluir outras novidades. Vamos conferi-los a seguir.

Tripsy

Além de suporte ao iOS 27, o Tripsy — que apareceu na keynote da Apple, diga-se — foi atualizado com algumas outras novidades e melhorias que estão disponíveis como parte dos recursos do Tripsy Pro, entre elas:

  • Smart Import: importe atividades, locais e reservas de qualquer URL ou documento usando o analisador baseado em IA.
  • Smart Insights: utilizando os Apple Foundation Models, o aplicativo analisa e compreende o conteúdo de documentos, anexos e emails relacionados às atividades, extraindo apenas as informações relevantes e úteis para apresentá-las aos usuários.

Falando de melhorias, agora é possível encontrar todos os hotéis da sua viagem nas sugestões de localização e dispensar sugestões de partida de aeroportos de que não precisa mais. Ademais, foram aprimoradas as estatísticas de viagem, a estabilidade do mapa e os layouts de importação no Mac.

Por fim, também foi adicionado suporte ao widget extragrande no iPhone para uma melhor visualização do itinerário.

Loop

O player de podcasts Loop ganhou, na sua atualização mais recente, suporte à Siri e aos Atalhos, bem como ao recurso gestos de cabeça dos AirPods compatíveis para pular capítulos de episódios mesmo com o app em segundo plano.

Outras novidades incluem:

  • Personalidades do Loop: nas configurações (em “Sobre mim”), agora é possível definir as personalidades que o Loop usará ao gerar o texto da seção “Para você”.
  • Métricas e estatísticas de escuta: três anéis para você acompanhar seus objetivos de escuta diários e mensais, acompanhando quantos episódios foram finalizados no mês, tempo de escuta diário e variedade de podcasts escutados.
  • Novos widgets: agora é possível ver o texto da seção “Para você” na Tela de Início em dois tamanhos de widgets (pequeno e médio) além de também ser possível ver seus anéis das métricas de escuta nas Telas de Início e Bloqueada.
  • O que ouvir em seguida: seção onde novos episódios dos podcasts que você marcou como favoritos e fixados são mostrados para fácil acesso.

O app também recebeu diversas melhorias em áreas como reprodutor de podcasts, busca e episódios baixados, além de uma melhor performance com o app em segundo plano, consumindo muito menos processamento e bateria.

FitWoody

Mais do que o suporte à Siri AI, que possibilita registrar dados por voz com ajuda da assistente, o app de saúde FitWoody agora também permite encontrar informações facilmente com o Spotlight e conta com suporte ampliado ao Handoff. O app também ganhou uma versão nativa para o macOS.

Integração do FitWoody com a Siri
FitWoody no Mac
Divulgação/FitWoody

Quanto às melhorias, agora o FitWoody abre diretamente na própria tela, bem como sua pontuação do sono responde a cada noite à medida que ela acontece, de modo que a tela inicial já está completa logo pela manhã.

Steady

O aplicativo de treino Steady chegou à versão 3.0, que tem como destaque o recurso Importação Mágica — de modo que uma foto da ficha da academia, um PDF ou uma mensagem vira um programa de treino editável. Esse recurso usa os novos modelos de IA da Apple em iPhones compatíveis com Apple Intelligence e iOS 27, sem exigir o Steady Pro.

Além disso, o app ganhou planejamento de programas mais inteligente, navegador de programas, recuperação do treino, entre outros recursos.

Update do Steady
Divulgação/Steady

A atualização também traz drop sets e deixa o app do Apple Watch mais completo, com lista de exercícios, registro de esforço pela Digital Crown e resumo do treino, reduzindo a necessidade de pegar o iPhone enquanto ele permanece por perto.

Ulysses

Já o popular aplicativo de escrita Ulysses ganhou, graças às capacidades da Siri AI, reconhecimento de contexto na tela e um botão dedicado na barra de ferramentas do macOS que abre a nova interface da assistente para escrever, reescrever, revisar e realizar outras tarefas com texto.

Ainda com relação à barra de ferramentas do aplicativo, agora é possível que os usuários a personalizem totalmente com botões de navegação, blocos, espaços, sugestões e muito mais.

We just released a very nice update across all platforms. The new version is ready for OS 27, features support for Siri AI, and introduces a fully customizable toolbar on macOS.

The update is available now. You can find the release notes on our website.https://t.co/TO7PFbVjGt

— Ulysses Help (@ulyssesapp) September 15, 2026

A atualização também inclui novos ícones de grupo com pictogramas e aprimora o suporte à acessibilidade “ao editar condições de filtro e ícones de grupo”. Por fim, o app recebeu ajustes visuais para melhor alinhar ao visual do iOS 27 e do macOS Golden Gate 27.

Farwave é um app para descobrir estações de rádio ao redor do mundo

15 September 2026 at 23:41

Aplicativos que utilizam uma premissa simples e a transformam em uma experiência interessante são, particularmente, meus favoritos. Exemplo disso é o Farwave, um app para iPhone e iPad desenvolvido pelo brasileiro Fernando Bunn que permite encontrar estações de rádio de todo o mundo girando um globo 3D até uma determinada região e tocando em uma estação.

A interação baseia-se na localização geográfica, e não em pesquisas por texto. Ou seja, os usuários giram o globo, selecionam uma região e tocam em uma estação, tudo pela mesma interface.

App Farwave
Divulgação/Farwave

Há, ainda, um botão chamado “Take me anywhere” (“Leve-me a qualquer lugar”, em tradução direta) que seleciona uma opção aleatória para ouvintes que não querem procurar um local específico; além disso, o aplicativo salva o histórico de reprodução para que as pessoas possam retornar a uma estação mais tarde.

Além do rádio, o app também organiza podcasts e músicas utilizando a mesma metáfora do globo. Diferentemente das estações de rádio, assinantes Pro podem pesquisar programas ou adicionar manualmente um feed RSS. O aplicativo também oferece suporte a filas de reprodução, velocidade de reprodução ajustável e downloads para ouvir offline.

Assinantes do plano Pro também podem importar seus próprios arquivos de áudio de um computador ou do aplicativo Arquivos. Cada artista aparece como um “sinal” próprio, e as faixas importadas permanecem no dispositivo para reprodução offline.

App Farwave
Divulgação/Farwave

O Farwave está disponível gratuitamente na App Store, mas alguns recursos (como supracitado) exigem o Farwave Pro, que custa R$20/mês ou R$100/ano.

via 9to5Mac

Apple asks U.S. Supreme Court to vacate App Store contempt finding, arguing it never violated the order’s text

15 September 2026 at 20:30
U.S. Supreme Court
U.S. Supreme Court

Apple has filed its opening merits brief with the U.S. Supreme Court, asking the justices to reverse or vacate a civil contempt ruling that stripped the company of commissions on purchases made through external payment links in U.S. App Store apps.

The brief, filed September 14, 2026, in Apple Inc. v. Epic Games, Inc. (No. 25-1311), marks the start of the argument phase in a case the Court agreed to hear on June 30. The justices limited review to a single question: whether a party can be held in civil contempt for violating the “spirit” of an injunction when the order is silent on the conduct later deemed a violation.

How the fight reached the high court

Epic Games sued Apple in 2020 after Fortnite was removed from the App Store for offering an in-app payment system that bypassed Apple’s commission. U.S. District Judge Yvonne Gonzalez Rogers largely sided with Apple on federal antitrust claims but found that Apple’s anti-steering rules violated California’s Unfair Competition Law. In 2021 she issued a short permanent injunction — Apple notes it was only about 75 words — requiring the company to let developers include links and other calls to action that send users to alternative purchase options.

Apple allowed those links but charged commissions of 12% to 27% on resulting sales. Few developers used the system. Epic returned to court, arguing the fees made the injunction meaningless. In April 2025, Gonzalez Rogers found Apple in civil contempt and barred it from collecting any commission on U.S. link-out purchases. The Ninth Circuit upheld the contempt finding in December 2025 but said a total ban on fees went too far and sent the case back for a more tailored rate. Apple then petitioned the Supreme Court.

Apple’s core argument

Apple’s brief rests on a long line of Supreme Court contempt cases, including Taggart v. Lorenzen (2019). The company says civil contempt requires “clear notice” that the specific conduct is forbidden. Silence is not enough. The 2021 injunction never mentioned commissions, Apple argues, and even Epic once acknowledged the order did not explicitly prohibit fees on off-store transactions.

“When it comes to contempt proceedings, an order’s terms govern,” the brief states. Courts may later modify an injunction to address new circumstances, Apple says, but they cannot use contempt to punish conduct the original order never clearly banned. Apple contends the Ninth Circuit is an outlier in allowing contempt based on an injunction’s “spirit.”

If the Supreme Court agrees, the contempt order would fall and Apple could seek to restore pre-2025 App Store rules, or at least negotiate fees without the stigma of being a contemnor. If the finding stands, the district court in Oakland must still set a “reasonable” commission for external purchases. Those fee proceedings have continued even as the Supreme Court case moves forward; earlier stay requests, including one denied by Justice Elena Kagan, failed to freeze them.

What comes next

Epic’s response brief is due November 13, 2026. Apple’s reply is due December 14. Oral argument is not expected before early 2027. Amicus briefs supporting Apple are due later this month.

Epic CEO Tim Sweeney dismissed Apple’s framing after the brief dropped, saying the company is fighting for developers’ right to offer cheaper payment options and that lower courts “have rightly found Apple’s fees to be illegal and anticompetitive.”

The case will not decide whether Apple monopolized the iPhone app market. It will decide how strictly courts must hew to the text of an injunction before they can hold a company in contempt — a question with implications well beyond the App Store. For now, U.S. developers can still point users to external checkout with no Apple commission attached, while both sides wait for the Court to say whether that zero-fee regime was ever lawfully imposed.

MacDailyNews Take: The U.S. Supreme Court should vacate this contempt finding against Apple.

It’s about time the highest court in the land takes a serious look at this judicial overreach.

Judge Yvonne Gonzalez Rogers and the Ninth Circuit have turned a narrow injunction into a never-ending micromanagement session of Apple’s App Store. Apple bent over backward to comply — allowing external payment links while protecting users and its ecosystem — only to get slapped with contempt for daring to charge a reasonable 27% commission on purchases that still leverage Apple’s platform, billing systems, and intellectual property. Epic’s Tim Sweeney, the perpetual sore loser who can’t compete fairly, continues his crusade to freeload off Apple’s hard work while crying “monopoly.”

This case has always been about one thing: Epic wants to undermine the very model that makes the iPhone secure, private, and reliable — all so they can rake in more profits without contributing fairly.

Here’s hoping the Supreme Court reins in this nonsense, limits the scope of overbroad injunctions, and affirms Apple’s right to run its own store on its own devices. The App Store isn’t a public utility, it’s Apple’s intellectual property. – MacDailyNews, June 30, 2026


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Promoções na App Store: Planet of Lana, Little Nightmares, Smart Calculator: All In One e mais!

15 September 2026 at 17:55

Nesta terça-feira, confira, aproveite e economize com a nossa seleção de promoções na App Store!

Planet of Lana é uma bela aventura, desenvolvida pelo Wishfully Studios e publicada nas plataformas móveis pela Playdigious, e nosso destaque do dia.

O jogo nos conquista primeiro pelos olhos: cada cenário parece uma pintura em movimento, com cores vibrantes, que transforma o planeta alienígena em algo ao mesmo tempo acolhedor e misterioso.

A jornada de Lana e seu companheiro Mui se destaca pela atmosfera contemplativa, criando uma experiência com um tom esperançoso. O design dos puzzles é intuitivo e nos incentiva a observar o ambiente e experimentar soluções criativas.

Confira um vídeo:

Um jogo cuja história passeia pelo equilíbrio, natureza e conexão. Uma oferta imperdível! 🥹


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$130 em descontos:

Jogos

Jogo de aventura.

Jogo de cartas.

Diversão matemática.

Aplicativos

Calculadora.

Utilitário para códigos QR.

Fotos panorâmicas.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. ✈️

Promoções na App Store: Endling, Labyrinth City, Kana School: Japanese Letters e mais!

11 September 2026 at 03:03

Nesta quinta-feira, economize e aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!

Endling, criado pela HandyGames e um dos vencedores dos Apple Design Awards 2023, é o nosso destaque do dia.

Experimente e explore um mundo devastado pela humanidade na pele da última raposa da Terra e de seus filhotes. Descubra toda a destruição, a poluição e os problemas causados ao planeta.

Explore várias áreas de rolagem lateral em 3D e defenda suas pequenas bolas de pelo, alimente-as, veja-as crescer, observe suas personalidades e medos únicos e, o mais importante, ajude-as a sobreviver.

Confira um vídeo:

Controles na tela serão as suas ferramentas. Proteja-se de ameaças, cace, esconda-se e teste o seu instinto de sobrevivência. Aproveite a oferta e compre esse belo título! 🦊


Confira outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$90 em descontos:

Jogos

Puzzle.

Torne-se um predador.

Controle de fronteira.

Aplicativos

Aprenda japonês.

Diversão educacional.

Observe a Terra.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🛸

Promoções na App Store: Snap Markup – Annotation Tool, Underworld Office, Chordyne e mais!

10 September 2026 at 04:17

Nesta madrugada de quarta para quinta-feira — depois de um evento da Apple —, economize com a nossa seleção de promoções na App Store!

Apesar de já termos uma ferramenta semelhante nativamente no iOS/iPadOS, o Snap Markup – Annotation Tool é um bom utilitário para marcações em fotos.

Toque no canto inferior esquerdo da tela para escolher a origem do arquivo. Selecione uma imagem da sua biblioteca, tire uma foto ou abra uma página na internet.

Linhas, formas geométricas, setas, números e textos podem ser adicionados em imagens ao simples toque de um botão. Marque o que desejar e compartilhe tudo sem sair da tela do Snap Markup.

Se você procura um aplicativo que vá além do recurso nativo do iOS/iPadOS, baixe agora!


Confira outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$140 em descontos:

Jogos

História interativa.

Jogo de tabuleiro.

Puzzles.

Aplicativos

Criação musical.

Utilitário para o tempo e estações.

Atividades físicas rápidas.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🏎️

WhatsApp testa nova barra lateral no iPadOS e miniatura de mídias em conversas no iOS

9 September 2026 at 14:42

Depois de ganhar o Liquid Glass, a versão do WhatsApp para iPad começará a receber outra novidade de design para parte dos seus usuários: uma nova barra lateral.

A reformulação da interface aproximará a versão de iPad daquilo que é visto no macOS, com a nova versão da barra lateral abrangendo conversas, atualizações, comunidades, chamadas e Meta AI, além da seção “Mais” (que engloba conversas favoritadas, trancadas e arquivadas, bem como os status do mensageiro da Meta).

WhatsApp is rolling out a redesigned navigation interface for iPad!

WhatsApp is bringing the same sidebar from the Mac app to iPad, making it easier for users to navigate the interface on a larger screen. The update is also compatible with Liquid Glass.https://t.co/vVfpctrXul pic.twitter.com/uUYQ8cPak5

— WABetaInfo (@WABetaInfo) September 8, 2026
O WhatsApp está lançando uma interface de navegação redesenhada para iPad!

O WhatsApp está trazendo a mesma barra lateral do aplicativo para Mac para o iPad, facilitando a navegação dos usuários na interface em uma tela maior. A atualização também é compatível com Liquid Glass.

wabetainfo.com/whatsapp-is-ro…

A quem desejar que a conversa ocupe mais espaço da tela, será possível ocultar a barra lateral por meio de um botão localizado no canto superior direito da interface. Para exibi-la novamente, bastará tocar no botão da barra lateral na barra de guias superior, exibido quando a barra lateral é ocultada.

Por ora, a novidade está sendo testada com os usuários da versão beta do WhatsApp via atualização mais recente do TestFlight, além de alguns usuários da versão mais recente do aplicativo da App Store. É provável que não demore muito para que a funcionalidade chegue a todos os usuários.

Pré-visualização de miniaturas em conversas

Para os usuários de iOS, a Meta também implementou um recurso que já vinha sendo testado na versão de Android: a pré-visualização de mídias e figurinhas em uma miniatura exibida na própria seção de conversas.

Miniatura para mídia e figurinha na aba de Conversa do WhatsApp
Imagem: WABetaInfo

Até o momento, a única forma possível de pré-visualizar mídias e figurinhas no WhatsApp era segurando a conversa, caso contrário o aplicativo só fazia uma menção textual ao material enviado.

O recurso já foi disponibilizado para uma parcela dos usuários que instalaram a versão mais recente do WhatsApp na App Store.

via WABetaInfo [1, 2]

Extensão gratuita para Safari mostra posts do X em um popup, sem cookies

9 September 2026 at 13:15

Se você ainda tem o hábito de abrir links do X (antigo Twitter) para ler um post isolado, sabe como a experiência costuma ser irritante: ou o site pede login, ou carrega um monte de coisas que você não quer ver, ou simplesmente trava. Foi pensando nisso que Zhenyi Tan, desenvolvedor do site And a Dinosaur, criou o Litterbox.

O Litterbox é uma extensão para Safari (iOS, iPadOS e macOS) que abre links do x.com em um popup, permitindo ler aquele post específico sem sair da página em que você está — e sem precisar visitar o X de fato. A ideia, nas palavras do próprio desenvolvedor, é simples: abrir, dar uma olhada e fechar em seguida.

Extensão Litterbox para o Safari no iPhone

Alguns detalhes de funcionamento que valem a pena destacar:

  • A extensão usa a mesma API que o X utiliza para os embeds oficiais do site, então não depende de gambiarras que podem parar de funcionar a qualquer momento.
  • Nenhum cookie seu é enviado quando o popup é aberto — ou seja, o Litterbox não usa sua sessão logada no X para exibir o conteúdo.
  • Links que podem ser abertos dessa forma ganham uma pequena marcação ao lado (um pontinho), já que nem todo link do x.com pode ser incorporado dessa maneira — perfis de usuário, por exemplo, ficam de fora.

O Litterbox é gratuito na App Store, sem assinaturas, compras no app, anúncios ou rastreamento, e exige o iOS 18/macOS 15 ou superior.

via Daring Fireball

Promoções na App Store: ELOH, MO: Astray, DualPhotoCalendar e mais!

9 September 2026 at 01:12

Abrindo a semana — ontem foi feriado, então não conta! 😛 — de evento da Apple com a nossa seleção de promoções na App Store!

ELOH, criado pela Broken Rules, é um puzzle perfeito para relaxar e se divertir.

Trata-se de um quebra-cabeça no qual você deve escutar o groove e deixar que ele o guie pelas 98 fases. Controles intuitivos, belíssimas animações e uma trilha sonora desenvolvida especialmente por SCNTFC fazem parte deste jogo.

Confira um vídeo:

Aproveite o bom desconto e boa diversão!


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$60 em descontos:

Jogos

Puzzles.

Jogo de aventura.

Jogo de ação.

Aplicativos

Calendário com fotos.

Temporizador culinário.

Utilitário para escrita.


Aproveite as ofertas e até amanhã, com a nossa cobertura especial dos lançamentos da Maçã! Lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🦖

Meta lança Muse, aplicativo com agente de IA para o público geral

8 September 2026 at 23:53

A Meta anunciou hoje o Muse, um agente de inteligência artificial generativa pessoal e privado que foi projetado pela empresa para ajudar usuários a explorar novas ideias e cumprir suas metas.

Focado no público em geral, ele é bem simples de usar. Basta dizer ao Muse o que precisa ser feito para que ele execute a tarefa — sem curva de aprendizado ou necessidade de experiência.

Usuários podem pedir-lhe que faça tarefas como enviar um email ou até mesmo reservar uma viagem, graças à capacidade do Muse de abrir o navegador, preencher formulários ou clicar em elementos da tela.

Ele se conecta aos apps e serviços que você usa no dia a dia, um por vez e sempre por sua escolha, em categorias como email e calendário, pagamentos, fitness e saúde, música e eventos ao vivo, restaurantes e compras, e casa inteligente. Os conectores integrados estão disponíveis nas configurações, e outros estão por vir. Se um serviço não estiver lá, mas tiver uma API pública, seu Muse pode configurar uma conexão usando credenciais fornecidas por você; e se não tiver API nenhuma, ele pode usar o serviço por meio de um navegador, do mesmo jeito que você faria.

Com a capacidade de continuar trabalhando mesmo depois de os usuários fecharem o app, o Muse é capaz de realizar pagamentos via Stripe e, futuramente, também suportará o Shop Pay.

Bastante proativo, o Muse se lembra do que é importante para o usuário e pode fazer sugestões sem a inserção de um prompt ou atuar com base em detalhes mencionados apenas uma vez.

Construído com base no Muse Spark, o modelo mais poderoso da Meta, o agente também conta com mecanismos avançados de segurança para proteger a sua interação com o usuário final.

Ele é executado em seu próprio computador dedicado na nuvem — que é onde os dados e credenciais para qualquer serviço conectado a ele são armazenados com segurança.

O Muse foi lançado nos Estados Unidos para a web, iOS e Android. Ele é grátis “para a maioria do que as pessoas precisam”, com planos de assinatura para pessoas que querem “fazer mais”.

TestFlight Sort Order

8 September 2026 at 21:14

Zac Hall (July):

Apple just updated TestFlight for iPhone, iPad, Mac, and more. The new version, 4.3, introduces “a search field to quickly find apps.”

John Gruber:

But when Apple implemented this change, they also changed the sort order of the list of apps you’re registered to test. Starting with this update, the list is sorted in alphabetical order. For as long as I can remember — perhaps dating back to when TestFlight was a third-party utility — the list was ordered by recency. The most recently updated app was at the top; the oldest at the bottom. Sorting by recency is really the only sort order that makes sense when you’re registered for dozens (or more) of apps. For me, trying to see if there is an update to a new app whose name starts with U now requires scrolling through over 100 items.

[…]

Also, if I consider the broader view, this really speaks to how much we’ve lost in terms of UI vocabulary. For decades, any list of items with names and dates could be sorted by name or date, ascending or descending, through the standard use of clickable headers at the top of every list. This was true for almost any such list in any app, on any platform — Mac, Windows, Unix, Amiga, whatever. This was just basic GUI stuff.

[…]

iOS in 2007 introduced a simplified UI vocabulary that omitted many of these baseline GUI features. That seemed like a reasonable trade-off for a device with a 3.5-inch display and fat fingers as the only input device. But then iOS became popular and Apple stopped bringing the richer UI vocabulary of the Mac to iOS[…]

And it starting bringing iOS limitations to the Mac.

It certainly shouldn’t have taken until July 2026 to be able to search in TestFlight, either. And being able to search, and see the results sorted alphabetically, shouldn’t mean you can no longer view the full list sorted by recency.

John Gruber:

Whatever is going on with this sort order, it isn’t affecting everyone. John Siracusa, amongst many others, has the same problem I do — his list is now alphabetical, and it’s driving him nuts too. Ryan Booker, amongst many others, still has his list sorted by recency.

John Gruber (September):

For both of us, yesterday’s v4.3.1 update fixes the bug.

But there should still be more sort options.

Previously:

Update (2026-09-16): John Voorhees:

Returning to reverse chronological order may seem like a small thing, but it’s made a world of difference in keeping up with the apps I test.

Search was near the top of my list of TestFlight wishes for years, and its addition made a meaningful difference to the app’s usability. But I’ve had a lot of TestFlight wishes over the years that are scattered across multiple articles, so I thought I’d share what else I’d like Apple to tackle with TestFlight[…]

Ternus and the App Store

7 September 2026 at 19:17

Mark Gurman (tweet, John Gruber, Mastodon, 9To5Mac):

The Schiller exit is a bit more notable. Unlike Maestri, he still had a real job: The veteran executive ran the App Store and Apple Events. The App Store portion alone is no joke. It generates an estimated $30 billion a year and can be very challenging to manage. Apple’s app marketplace is loved by many consumers, but often criticized by developers and subjected to increasingly onerous regulations. It was a busy, all-encompassing gig and nowhere near a semiretirement.

[…]

But there’s a bit more to the story, I’m told. Ternus and services chief Eddy Cue want to make even more money from the App Store and figure out ways to raise margins and squeeze additional recurring revenue from the platform. Schiller, on the other hand, seems to believe that such moves will only further irk developers and governments. While there was no internal blowup or anything like that, it’s something he wanted no part of.

“Product guy” dreams about margins, forgets that people buy Apple hardware because of the software.

Tim Hardwick:

Apple admitted during its July earnings call that regulatory changes have started to weigh on its Services growth. Apple reported services revenue of $30.7 billion for the June quarter, a record for the period but short of the $31.4 billion that analysts expected.

Patrick Smith:

The hardware guys treating third-party developers like they do their suppliers has stifled Apple’s software platforms

M.G. Siegler:

I thought that perhaps with the move to John Ternus as CEO, it could also be an obvious time to revisit such policies. But I hadn’t considered that Apple could actually be in favor of making them more onerous.

See also: Mario Guzmán and Indie Simulator.

Previously:

App Tracking Transparency: Apple Faces $2.7 Billion UK Lawsuit

By: Jack
7 September 2026 at 10:50

App Tracking Transparency is at the center of a new UK lawsuit seeking approximately $2.7 billion (£2 billion), putting one of the most recognizable iPhone privacy features under fresh legal pressure. The claim follows earlier challenges to the tracking system in France, but this action seeks compensation for developers who say Apple imposed unfair restrictions on their businesses while favoring its own advertising services.

Filed on September 3 at London’s Competition Appeal Tribunal, the case represents another dispute over the rules behind the familiar permission prompt. Apple rejects the allegations and maintains that it follows the same App Tracking Transparency requirements as other developers.

The amount being sought is not a fine or an awarded payment. It is the claimants’ estimate of losses, which Apple disputes.

What the App Tracking Transparency Lawsuit Alleges

The action was brought by ATT Collective Action Limited, whose director, Ann Pope, previously led antitrust enforcement at the UK Competition and Markets Authority. Law firm Hausfeld is representing the proposed class.

According to Hausfeld’s announcement of the claim, developers argue that Apple introduced the framework unfairly, without adequate consultation, and applied more burdensome requirements to outside businesses than to its own services.

The complaint focuses partly on consent. It alleges that third-party developers must obtain permission under data-protection law and then secure an additional approval through the iOS tracking prompt. Apple’s advertising services, the claimants argue, operate under a less demanding process.

Developers also contend that the introduction left them insufficient time to adapt business models dependent on advertising.

These are allegations about how the system was designed and introduced—not established findings in this UK case. The claimants’ stated position is that privacy protections should remain compatible with fair treatment of businesses.

App Tracking Transparency | Two iPhones display Apple’s “Find My” app settings in dark mode, showing options like “Notify When Left Behind,” separation alerts, device locations, and contact sharing. The interface offers users easy access to Find My alerts and seamless integration with AirTag tracking.
Image Credit: AppleMagazine

What the Tracking Prompt Actually Protects

For someone using an iPhone, App Tracking Transparency offers a direct choice about a practice that previously could be difficult to see.

An app may want to connect information about your activity with information gathered through other companies’ apps or websites. That connection can help advertisers build a profile, target advertisements, or measure whether an advertising campaign led to a purchase.

Under Apple’s explanation of the tracking rules, apps must request permission before carrying out the tracking covered by the framework. Choosing “Ask App Not to Track” blocks access to the system advertising identifier and prohibits using other identifying information to perform that tracking instead.

The feature arrived with iOS 14.5 in 2021. It does not remove advertisements, make an app anonymous, or serve as a universal switch for every kind of data collection.

That boundary matters. A retailer remembering purchases made within its own service is not automatically doing the same thing as an advertising company linking activity across unrelated businesses.

The disagreement concerns whether those distinctions, and the consent processes built around them, give Apple an unfair commercial advantage.

App Tracking Transparency | iOS 16 | iPhone 14

Apple Says the Same Rules Apply to Everyone

Apple has responded directly to the lawsuit, defending the feature as a way to give people control over tracking across other companies’ services.

In a statement reported by AFP, a spokesperson said: “Apple is bound by the exact same requirements as all developers under ATT.”

The company also pointed to support for the feature from customers and privacy advocates.

That response challenges the foundation of the developers’ case. Apple presents App Tracking Transparency as a rule based on the type of data activity involved. The claimants argue that its practical operation places competing advertising businesses at a disadvantage.

Resolving that disagreement requires more than comparing the appearance of two permission screens. The underlying data uses, consent requirements, and commercial effects all matter.

Why Free Apps Are Part of the Dispute

Advertising can support both sides of an app business. A developer may sell advertising space inside a free app while also buying advertisements elsewhere to attract new users.

A change to tracking can therefore affect how much an app earns and how confidently its developer can measure spending on promotion.

Consider a small game studio. It needs to know whether an advertising campaign brings in players who keep using the game. If measurement becomes less precise, deciding where to spend the next marketing dollar becomes harder. Separately, advertisers may value the game’s available ad space differently when less information is available for targeting.

That explains the commercial concern without proving the legal claim. Losing revenue after a privacy change does not, by itself, establish that the change was unlawful.

There is also a consumer interest that cannot be reduced to advertising performance. Someone choosing not to be tracked is expressing a preference about personal information, not making a promise to preserve a developer’s previous income.

The difficult question is whether that preference can be protected through a system that treats competing businesses fairly.

France Has Already Examined the Consent Process

The UK action arrives after a separate French competition investigation found problems with the implementation of App Tracking Transparency.

In its March 2025 decision, France’s Autorité de la concurrence distinguished between the legitimate objective of protecting privacy and the way Apple pursued it.

The authority criticized multiple consent requests and differences in treatment between Apple and outside publishers. It also highlighted the position of smaller businesses that lack the extensive first-party data available to large platforms.

Importantly, the French authority did not argue that people should lose the ability to refuse tracking. It said adjustments to the framework could address competition concerns while retaining privacy protections.

That distinction leaves room for changes to wording, consent flows, or implementation without automatically requiring the removal of the feature. The French decision, however, does not determine liability or compensation in the separate UK proceedings.

The Claim Is for Developers, Not iPhone Owners

The official claim website describes a proposed action for UK-based app developers affected since April 2021. It estimates losses across the group rather than offering a fixed payment to everyone who owns an iPhone.

The proposed scope includes developers earning advertising revenue from third-party iOS apps and developers spending money to attract users to those apps. Whether compensation becomes available depends on the proceedings and their outcome.

For U.S. readers, the filing does not announce a change to domestic iPhone settings or create a consumer refund program. There is no reason to grant an app tracking permission simply because its developer objects to the framework.

Businesses following the case should also distinguish registering interest from receiving compensation. The claim website currently invites affected organizations to provide their details; it is not distributing a settlement.

A smartphone screen displays the "Privacy & Security" settings, highlighting iPhone App Permissions for Location Services and Tracking, with the Apple logo in the bottom right corner.

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