A premissa de rodar o iOS em um smartphone Android parece partir do absurdo como pressuposto, mas ela se tornou uma realidade com o projeto “Hackios”.
A proposta é do usuário do GitHub ios-sweet, que substituiu o kernel Linux dos smartphones Android pelo XNU, kernel desenvolvido pela Apple para o iOS, iPadOS, macOS, watchOS, tvOS e visionOS.
Quando o dispositivo Android é inicializado, o sistema reconhece o celular como um iPhone X — dispositivo que foi escolhido por não possuir o código de autenticação de ponteiros (Pointer Authentication Code, ou PAC), assim como o Redmi Note 10 Pro da Xiaomi, aparelho utilizado para a adaptação inicial.
No entanto, já circulam vídeos do sistema adaptado ao Redmi Note 12, ainda com dificuldades notáveis de desempenho:
Embora o código do iOS permaneça fechado, o XNU do macOS foi liberado pela Apple e, pelos indícios dos documentos incluídos nos arquivos do projeto, o sistema dos iPhones foi adaptado com o auxílio da inteligência artificial (IA).
Depois de iniciado, o celular carrega uma imagem intermediária no bootloader, iniciando o XNU em uma partição formatada que simula o armazenamento do iPhone X em uma cópia do iOS 16.7, a versão mais recente do sistema disponibilizada para o aparelho.
Alguns aplicativos nativos carregam junto da tela inicial, e os toques e gestos para alternar entre aplicativos (além dos botões de volume e de ligar) são reconhecidos, mas o celular não consegue ativar as câmeras, o som do aparelho, a GPU 1Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico., o sinal dos dados móveis, do Bluetooth e da rede Wi-Fi.
Além do Redmi Note 10 Pro, essa adaptação já conta com versões para o Redmi Note 12 Pro e o LG V60, enquanto outros dispositivos (como o OnePlus 7T, o Redmi 5 Plus e o Galaxy S23 Ultra) foram listados, mas suas versões não estão disponíveis para download.
Anunciada há pouco pela fabricante do iPhone, ela abre mão de cores sólidas para apostar em efeitos visuais inspirados por ondas sonoras — e que lembram bastante a linguagem de design Liquid Glass.
Apresentando uma nova identidade para o Apple Music, fisicamente moldada por uma composição original de @fredagainagain1 e NEST Acoustics.
Por enquanto, a Apple divulgou apenas o novo logotipo do seu serviço de streaming, criado pela NEST Acoustics.
Para chegar ao resultado acima, eles colocaram o logo do Apple Music no fundo de um tanque preenchido com óleo mineral e o cobriram depois com uma placa transparente no formato de um ícone de app. O efeito de ondas sonoras, por sua vez, foi gerado por uma composição (criada pelo DJ e produtor musical Fred Again…), cuja frequência se moveu pelo tanque.
Foram criadas duas versões do logo: uma apenas com a nota dupla e outra com a wordmark. É possível que as vejamos em uso pelo Apple Music no início de vídeos promocionais e em produções como gravações de shows.
Como tem sido o costume, a Apple publicou um vídeo de bastidores que mostra como se deu o processo de criação desses logos:
A nova identidade visual do Apple Music deverá pintar para todos nas versões 27.2 dos sistemas da Maçã, cujo lançamento é esperado para a semana que vem.
O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.
Existem alternativas para quem deseja jogar no iPhone títulos adquiridos para PC, mas poucas focam na execução local desses games.
Para quem quer rodar localmente a própria biblioteca da Steam, da GOG ou da Epic Games Store, o Playport é um aplicativo de código aberto que traduz e renderiza jogos x86 no iPhone sem a necessidade de jailbreak.
O software utiliza o Wine, o tradutor de x86 para ARM FEX e o DXMT, que converte o Direct3D 10 e 11 para o Metal, tendo sido testado com 47 jogos até o momento, dos quais 34 são jogáveis e 13 não rodam ou são injogáveis. A lista completa pode ser conferida no site oficial do projeto.
Os desenvolvedores destacaram a compatibilidade com Portal 2 (capaz de rodar em até 60 quadros por segundo), The Witcher 3: The Wild Hunt (com cerca de 36fps) e Hollow Knight (até 120fps). Os testes foram realizados em um iPhone com o chip A19 Pro.
Divulgação/Playport
O aplicativo é instalado por meio de um IPA via sideloading, com auxílio da técnica JIT para a tradução em tempo real, e exige que o Modo Desenvolvedor esteja ativado.
A Apple bloqueou recentemente oito certificados vulneráveis que eram utilizados pelo Safari para determinar se uma página da web era legítima ou não — recurso que existe para proteger usuários de cópias baratas de sites feitas para golpes.
De acordo com informações do BleepingComputer, essas chaves privadas foram revogadas pela autoridade certificadora indiana eMudhra após pesquisadores descobrirem que eram tão fracas que qualquer pessoa poderia utilizá-las para forjar um certificado de uma página legítima.
Além do Safari, navegadores populares como o Mozilla Firefox e o Google Chrome também se baseavam nesses certificados para proteger usuários. Em um relatório, inclusive, a Mozilla explicou que todos os oito certificados utilizavam chaves privadas P-384 (geradas em abril de 2025), as quais tinham valores menores que 256 — o que permitia a qualquer pessoa recuperá-las testando apenas 256 possibilidades.
Descoberta primeiro por um pesquisador identificado apenas como Wayne, em 17 de outubro, a vulnerabilidade foi demonstrada no GitHub por outro pesquisador chamado Flüpke, o qual mostrou que uma chave privada para o certificado “EM OV TLS CA – G3C” da eMudhra contava com um valor de apenas 4.
Em uma resposta à Mozilla, desenvolvedora do Firefox, a eMudhra disse que identificou um erro em um script usado para gerar certificados que fazia com que um segundo conjunto de chaves mais fracas fosse gerado — as quais eram, então, selecionadas erroneamente como as chaves definitivas por terem rótulos parecidos com os das chaves corretas.
A autoridade também colocou panos quentes na situação ao afirmar que a maioria dos certificados nunca foi usada em produção e que não encontrou evidências de que o problema tenha afetado usuários finais.
Além do Safari, o Firefox e o Chrome também já revogaram esses certificados.
Macs ainda podem estar vulneráveis
Ainda de acordo com o veículo, Dennis Jackson, engenheiro de criptografia da Mozilla, alertou que o utilitário embutido /usr/bin/curl do macOS poderá continuar confiando nesses certificados vulneráveis, pois o seu bundle de certificados não verifica se os certificados foram revogados.
Isso quer dizer que, caso o Mac já tenha aceitado algum desses certificados, ele continuará confiando nele até que haja uma correção — algo que só poderá ser feito em uma futura atualização de segurança.
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O embargo de reviews do iPhone Duo caiu hoje e, com a enxurrada de análises do produto, temos algumas novidades sobre alguns recursos e acessórios.
De acordo com a WIRED, a função Alcançabilidade (Reachability) chegará ao iPhone Duo até o fim do ano. O recurso permite acessar os cantos esquerdo e direito da interface do sistema com um único toque, o que facilita o uso do aparelho (que tem um formato maior do que o dos iPhones convencionais) por quem tem mãos pequenas.
Já sobre o suporte ao Apple Pencil (restrito ao modelo USB-C), há uma boa notícia: o recurso virá junto com o lançamento do iOS 27.2, provavelmente na semana que vem.
O suporte ao Apple Pencil está no iOS 27.2, aliás. A RC do IOS 27.2 saiu na segunda-feira, e funciona.
Como originalmente a Apple só havia mencionado que o acessório poderia ser utilizado no iPhone “ainda neste ano”, esperava-se que a novidade só chegasse com uma futura atualização (um pouco mais distante), mas o suporte virá mesmo em breve, para a alegria dos (poucos) felizardos que já estarão com o aparelho em mãos.
iPhone Duo
Cores: branco-estrela ou céu noturno Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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O Googleanunciou uma série de novidades envolvendo cibersegurança para o Chrome, incluindo uma nova página de aviso para sites perigosos, proteção contra ataques do tipo ClickFix e uma expansão da detecção de golpes com o Gemini.
Agora, avisos sobre sites maliciosos se dividem entre “sites suspeitos” (quando há uma avaliação com menor grau de confiança, indicando um possível risco de danos ao usuário) e “sites perigosos” (quando há uma avaliação com alto grau de confiança, indicando um risco elevado de danos ao usuário).
Para sites suspeitos, os usuários são apenas notificados, enquanto para sites perigosos o aviso é exibido em um formato de tela inteira com fundo vermelho:
Essa avaliação, feita pelo recurso de Proteção Reforçada, também ganhou novidades, já que o Google migrou a ferramenta para um novo modelo do Gemini, capaz de avaliar o conteúdo das páginas (como a marca representada ou a intenção delas) e, se necessário, enviá-lo à nuvem.
O Google destacou, porém, que o Chrome minimiza a quantidade de dados compartilhados com os servidores, analisando o texto das páginas somente quando um site apresenta indicadores de golpe com alto grau de confiança. Sempre que algo é processado fora do dispositivo, o Google afirma que não registra logs, não armazena essas informações nem treina os modelos de IA da empresa com esses dados.
Além disso, o mesmo recurso passa a oferecer proteção contra golpes do tipo ClickFix (ataques que simulam verificações CAPTCHA para induzir usuários a copiar e colar comandos maliciosos no Terminal do macOS ou no prompt de comando do Windows), detectando automaticamente quando o usuário é induzido a copiar comandos suspeitos, que são “higienizados” antes de serem enviados para a área de transferência da máquina, com a remoção de informações de identificação pessoal (PII), e encaminhados à Navegação Segura para análise adicional. Se o comando for nocivo, um alerta é exibido.
Se você rolou pelos feeds das principais redes sociais na manhã de hoje, percebeu que já começaram a pintar os primeiros reviews do iPhone Duo, cujo lançamento ocorrerá nesta sexta-feira (23/10).
Horas antes de o embargo cair, contudo, uma série de vídeos de unboxing e hands-on começaram a pipocar internet afora, nos dando uma chance de conferir o mais novo smartphone da Apple um pouco mais de perto.
Um dos veículos a divulgar vídeos do iPhone Duo foi o canal do YouTube Kingmi Mobile, que publicou não só um, mas dois vídeos de unboxing — um para o modelo na cor branco-estrela (star white) e outro para a versão na cor céu noturno (night sky):
Em um terceiro vídeo, o canal mostra elementos como o vinco e a câmera interna sob a tela do iPhone Duo com mais detalhes:
O dobrável também aparece em outros vídeos publicados em redes sociais como o X:
Como dito, o embargo estabelecido pela Apple para a publicação de vídeos a respeito do iPhone Duo caiu às 9h da manhã, e as primeiras impressões acerca do dobrável já estão pipocando na internet.
Entre os criadores de conteúdo que puderam colocar as mãos no dobrável antecipadamente, estão os YouTubers Marques “MKBHD” Brownlee e Matti Haapoja, bem como a jornalista Joanna Stern (ex-Wall Street Journal) e o site The Verge:
Como era de se esperar em se tratando de um smartphone de primeira geração, as opiniões sobre o aparelho até agora têm sido um tanto mistas, embora elas tendam a pender para um lado mais favorável — o que indica que a Apple acertou na execução, ainda que haja espaço para melhorias.
Um dos aspectos mais elogiados do iPhone Duo até agora é, sem dúvida, a sua tela interna com o acabamento nano-texture, que torna a utilização do aparelho em ambientes externos muito mais confortável se comparado a outros dobráveis no mercado, os quais costumam vir com displays mais reflexivos. Essa vantagem, porém, tem como custo um pouco menos de definição na imagem, mas nada que atrapalhe a experiência.
Esse acabamento também ajuda a esconder o vinco, que ainda é perceptível a olho nu, mas raramente atrapalha o usuário ao realizar uma tarefa — inclusive ao digitar, já que o iOS divide o teclado em dois para afastar as teclas do vinco caso o usuário resolva escrever algo com o dobrável entreaberto.
A área maior da tela interna também abre espaço para outro recurso muito elogiado do iPhone Duo: o modo de tela dividida (Split View), que expande consideravelmente as possibilidades em matéria de multitarefa. A impossibilidade de abrir um terceiro app lado a lado, no entanto, tem sido citada como um ponto negativo do software.
O formato de passaporte do aparelho também contribui para essa experiência, além de facilitar o consumo de mídias como vídeos e filmes. Ele, no entanto, pode tornar difícil alcançar certos elementos da interface na tela externa com apenas uma mão, além de favorecer o uso com a mão direita no modo fechado.
Em termos de câmera, as opiniões têm sido bastante mornas — algo que era esperado, considerando o espaço limitado para as lentes. Sem controles profissionais, a câmera principal do iPhone Duo lembra bastante a única lente do iPhone 17e, que, apesar de não ser um smartphone topo-de-linha, já é capaz de capturar imagens muito competentes.
Talvez a área mais controversa do iPhone Duo seja o seu software, mas não por culpa da Apple, que parece ter feito um ótimo trabalho para tornar tudo suave e extremamente intuitivo, sendo a já clássica animação de abertura/fechamento do aparelho um símbolo disso. Apps de terceiros, no entanto, ainda sofrem com os vários formatos de tela do aparelho, o que tem resultado, na maioria dos casos, em bordas pretas e imagens esticadas — problemas que provavelmente serão consertados com o tempo, via atualizações de software.
Outro aspecto do iPhone Duo que virou alvo de muita especulação nos últimos meses foi a sua dobradiça, que parece já ter assumido o seu posto como uma das mais robustas do mercado. Stern, por exemplo, colocou o aparelho para abrir e fechar mais de 32.000 vezes com a ajuda de um robô; mesmo assim, ela não conseguiu notar uma diferença significativa na resistência da dobradiça.
Em pré-venda desde a última sexta-feira (16/10), o iPhone Duo já aparece com prazos de entrega extremamente elásticos em vários países, incluindo o Brasil, como comentamos aqui.
Vendido por US$2.000 nos Estados Unidos, o dobrável sai pela bagatela de R$22.000 no mercado nacional — isso em sua versão de entrada, com 256GB de capacidade.
iPhone Duo
Cores: branco-estrela ou céu noturno Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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Em mais um indício dos esforços da Apple rumo ao 6G, a Apple abriu uma vaga para engenheiro de sistemas de modems celulares focado na tecnologia, com salário-base anual entre US$175 mil e US$308,5 mil (sem contar os benefícios e a participação acionária).
Quanto à descrição da vaga, a empresa menciona que o profissional contratado terá uma “oportunidade rara de moldar o futuro da comunicação sem fio” e de participar da transição “rumo ao 6G”:
Nós estamos procurando por um engenheiro de sistemas de modems celulares para se juntar ao nosso time de engenharia de sistemas celulares enquanto definimos e elaboramos a próxima geração da tecnologia celular. Isso é uma oportunidade rara de moldar o futuro da comunicação sem fio em uma empresa que vende em escala global enquanto realizamos a transição rumo ao 6G.
Esse papel trará uma visão de ponta a ponta dos sistemas sem fio — englobando padrões 3GPP, a definição e o planejamento de recursos, design, arquitetura de hardware e software e a divisão de responsabilidades dos componentes — para entregar recursos e otimizações de desempenho e consumo de energia de última geração, que melhorem diretamente a experiência em todos os produtos da Apple.
Para se candidatar ao cargo — disponível no site de carreiras da Apple —, é necessário ter formação em engenharia elétrica, engenharia da computação ou áreas correlatas, bem como ter ao menos dez anos de experiência profissional com tecnologias celulares e domínio de MATLAB, C/C++ ou Python.
Como pontuado pelo 9to5Mac, a Apple se soma a empresas como Qualcomm, Nokia, Samsung e Ericsson na Next G Alliance, grupo criado pela Alliance for Telecommunications Industry Solutions (ATIS) para realizar pesquisas e desenvolver o 6G na América do Norte.
As faixas de espectro que serão utilizadas no 6G ainda não foram definidas, mas se espera que as especificações técnicas estejam finalizadas até o fim de 2028, enquanto aplicações comerciais e dispositivos compatíveis só deverão chegar em 2030.
A trama da segunda temporada segue acompanhando a família Klatt, constituída pelo casal Dedo (Stein) e Carlotta (Makatsch), bem como pela filha Wanda (Lea Drinda), flagrada ao lado de um cadáver. A série conta ainda com Leo Simon e Nikeata Thompson no elenco.
Reveja o trailer da segunda temporada:
Nos novos episódios, o casal precisará fazer de tudo para provar a inocência da filha e evitar perdê-la novamente. Porém, na busca pelo verdadeiro assassino, eles acabam imersos no submundo do crime da sua pacata cidade suburbana.
O primeiro dos oito episódios da segunda temporada de “Onde Está a Wanda?” já está disponível. Os capítulos remanescentes, por sua vez, serão liberados semanalmente, até 9 de dezembro.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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It seems like Halloween decorations are getting more elaborate every year. Instead of a viral 12-foot skeleton, a digital creator in Alaska has turned to nature to find inspiration for his spooky embellishments.
In 2025, photographer and Homer resident Tim Hatfield was walking on a beach with his girlfriend. They noticed that some strands of bull kelp (Nereocystis luetkeana) had washed ashore. Bull kelp, sometimes referred to as “mermaid’s bladder,” is a fast-growing annual seaweed that grows along much of the coast of North America.
A spooky kelp-o-lantern made by Homer, Alaska’s Tim Hatfield. Image: Tim Hatfield.
Hatfield’s girlfriend pointed out that one of the pieces of kelp looked like a face, and said that she’d seen them used as Halloween decorations before. Hatfield decided to give it a try himself, and returned to the beach after a big storm to bring some home. He then turned the bull kelp remains into eerie faces, added lights, and even fashioned one into an eyeball.
“The coolest thing about the kelp-o’-lanterns is that as they age, and it only takes a few days, they look creepier and almost look like real shrunken heads,” Hatfield tells Popular Science. “Then this year I kind of already went for the ones that looked weathered.”
The kelp-o-lanterns will only get creepier the closer it gets to Halloween. Image: Tim Hatfield.
This year’s kelp-o’-lantern includes a one-eyed ghoul with a creepy spider-looking thing sticking out of its mouth and a noose around its neck, and an eerie looking head with two seemingly blood-stained tongues. Last year, Hatfield set up his kelp-o’-lanterns at his girlfriend’s house in town. For this year, the spooky decorations are staked out at his place. Hatfield’s house sits at the top of a hill, so trick-or-treaters on the hunt for candy are going to have to undertake quite the hike to witness them.
“[Last year] we had a few friends who were just like, ‘What is going on here?’ Because there’s no way your mind’s going to understand what they’re made of at first, when you first see them,” Hatfield says. “It is safe to say this is probably an annual tradition.”
Kelp-o-lanterns offer an all-natural way to scare trick-or-treaters. Image: Tim Hatfield.
As spooky season is in full swing, remember to keep your fake spiderwebs away from the typical flightpaths of birds and bats, such as on a tree.
A hacking group called CyberCartel used a web of AI agents powered by models from companies including Anthropic, SpaceX and Chinese lab Moonshot AI to automate cyberattacks against more than 400 Latin American financial targets, according to an investigation by the cybersecurity startup Straiker.
The research, shared exclusively with The Information, is one of the first detailed reports of cybercriminals using AI models to successfully automate attacks that break into financial institutions. The AI agents used by CyberCartel, which has long targeted Latin American businesses and whose latest targets included banks and payment apps, appear to have stolen passwords and customer data and to have accessed people’s bank accounts autonomously with little human effort, the Straiker research shows.
When a new disease emerges, things can get a little weird. We start to clean groceries with antibacterial wipes, the sound of a sneeze can trigger our fight-or-flight response, and we generally become more cautious. Humans may not be the only primate species that change their behavior in the face of disease.
According to a study published today in the journal Royal Society Open Science, Japanese macaques (Macaca fuscata) that lived through a deadly outbreak in 2020 became noticeably more cautious about food that appeared contaminated, even though this disease was not spread by food or feces. This indicates that purposefully shifting behavior to avoid a pathogen can be shaped by our appearance and that disgust may have deep evolutionary roots. It also sheds light on the behavioral immune system—a collection of behaviors that help animals avoid an infection before the biological immune systems respond.
“We can show now, in non-human primates, that this is the same for them,” Federico Rossano, a study co-author and cognitive psychologist at the University of California San Diego, said in a statement. “Even with no knowledge of how disease is transmitted, being exposed to others getting sick and dying changes the likelihood of engaging in behaviors that potentially could lead to some form of sickness.”
2020 was a big year for outbreaks
In 2020, the staff at a primate sanctuary in southern Texas confirmed the presence of simian retrovirus Type II. This disease can cause AIDS-like immunodeficiency and is primarily transmitted through bites and scratches. It caused severe illness and death in some of the monkeys. The sanctuary staff separated the groups and implemented testing and quarantine measures in response to the outbreak. Since the groups live in separate enclosures, scientists then had the chance to compare animals with similar backgrounds that had experienced very different social and disease environments.
In total, three groups of monkeys experienced the outbreak while one had not. The team tested
55 macaques to see how they responded to a choice between food that was put on a clean wooden surface and food placed on a surface covered with real macaque feces. The food with the feces was sealed under a layer of clear epoxy, so that the monkeys could see the food and poop without risking infection.
In the group that had been exposed to the outbreak, some of the individuals had been infected while others had lived alongside sick monkeys without getting sick. This allowed the researchers to question if experiencing an outbreak without getting infected could change the macaque’s behavior. To test that further, the clean surface was replaced with a brightly colored kitchen sponge in some of the scenarios to see if the animals were just avoiding unfamiliar objects.
Previous studies found that macaques aren’t necessarily deterred by contamination—as long as the payoff is tempting. When presented with a favorite treat (such as a peanut) wild Japanese macaques would still eat food from a surface covered in feces, but will avoid it for food like grains of wheat.
Continued caution
The team found that macaques from groups that went through the outbreak were far less likely to eat the food from the contaminated surface. They ate from the fake contaminated surface in only 47 percent of trials. The monkeys that did not experience the outbreak ate from the potentially contaminated surface in 79 percent of trials.
The monkeys from outbreak-exposed groups also behaved similarly whether or not they themselves had been infected. According to the team, this suggests the behavioral change was associated with their experiencing living through the outbreak, instead of actually getting sick
“Groups have histories, and those histories show up in behavior,” added study co-author and UC San Diego cognitive psychologist Stephan Kaufhold. “Living through the disease outbreak appears to have made those monkey groups more cautious around food that looks contaminated.”
The virus was spread through blood or saliva from bites and scratches, and not through contaminated food. Interestingly, the macaques who saw their fellow primates get sick, were more reluctant to eat food placed on a surface that visually suggested contamination in some of the tests.
Disgust’s evolution
In addition to shedding light on how illness affects primate behavior, it also offers insight into the evolution of disgust. The team did not measure disgust directly, but found that monkey’s avoidance of potential sources of infection can change with their experience, similar to what humans do.
Human disgust is believed to play an important role in protecting us from pathogens. We recoil from the smell and sight of poop, spoiled food, and other potential sources of infection. Our sensitivity to those cues can also change depending on context.
Since primates are capable of social learning, the team believes that heightened pathogen avoidance could be learned from other members in the group and persist over time. Future studies could see if newly introduced animals adopt the behavior of a group that has already experienced an outbreak.
Nvidia is in talks to invest hundreds of millions of dollars in Australian AI cloud provider Firmus, which abruptly pulled its initial public offering early this month, according to people familiar with the talks.
The discussion indicates that Nvidia is likely to continue backing a group of unproven firms known as neoclouds that is facing financial pressure after they stacked up on debt to purchase Nvidia graphics processing units for data centers. Nvidia has already put more than $170 billion on the line for such firms and other large customers, including credit guarantees to help them raise the debt, according to The Information’s analysis.
A Apple lançou na semana passada, após anos de espera, uma nova Apple TV 4K — mais precisamente, a quarta geração do produto.
Abaixo, vamos conferir como a nova Apple TV 4K se compara ao modelo anterior, de terceira geração, lançado em 2022.
Design
De relance, ambos os modelos têm virtualmente o mesmo visual, formato e cor. Para não dizer que absolutamente nada mudou, a luz indicadora de status branca está agora centralizada na parte frontal da nova Apple TV 4K.
Divulgação/Apple
Na ponta do lápis, o modelo mais recente tem algumas ligeiras mudanças nas dimensões.
Já o Siri Remote que acompanha ambos os modelos tem as mesmas dimensões (136mm de altura, 35mm de largura e 9,25mm de espessura), com exceção do peso: 69,6g na versão mais recente e 66g na anterior.
Especificações
Uma das principais mudanças é, naturalmente, um novo chip. A nova Apple TV 4K conta com o A19, o mesmo que estreou nos iPhones 17 no ano passado. A Apple TV 4K de terceira geração, por sua vez, trazia o chip A15 Bionic, lançado em 2021.
A Apple afirma que o novo chip “oferece desempenho de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. até 50% mais rápido e de GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. até 2x mais rápido”, o que resulta em “maior responsividade, navegação mais ágil e animações mais fluidas”. O A19 também inclui um novo decodificador AV1 dedicado, que possibilita “streaming de alta qualidade e maior eficiência, consumindo menos largura de banda”.
Divulgação/Apple
Em matéria de armazenamento, enquanto a Apple TV antiga possuía opções de 64GB (modelo Wi-Fi) e 128GB (modelo Wi-Fi + Ethernet), a nova Apple TV 4K vem apenas com 128GB — a versão de 64GB, portanto, saiu de cena.
Ademais, com relação à memória, a nova Apple TV 4K tem 8GB, ante os 4GB no modelo anterior.
Recursos
Entre os recursos, o destaque vai para a Siri AI, que permitirá funções como “compreensão de contexto pessoal, amplo conhecimento geral e a capacidade de realizar ainda mais ações em aplicativos em todo o sistema”.
Embora a Siri AI estreie na nova Apple TV 4K, ela também chegará aos modelos de segunda e terceira gerações. Ainda assim, é de se esperar que a assistente tenha uma resposta mais rápida no hardware mais recente com o chip A19.
Divulgação/Apple
Uma melhoria exclusiva da Apple TV 4K de quarta geração é a inclusão de um conjunto de três microfones com isolamento de voz integrado ao próprio aparelho, o que permite interações sem o uso das mãos, como chamar a assistente dizendo “Siri” ou “E aí, Siri”, sem a necessidade de ter o controle remoto por perto.
Além disso, se você tem vários HomePods em casa ou planeja investir bastante no ecossistema de casa inteligente da Apple, a Apple TV 4K de quarta geração traz um novo recurso de som surround.
Divulgação/Apple
Com o HomePod mini 2 ou o HomePod de segunda geração, a Apple TV 4K permitirá uma experiência de som surround com quatro alto-falantes. Segundo a Apple, “os quatro alto-falantes trabalham em conjunto com a Apple TV 4K para reconhecer de forma inteligente suas posições no ambiente, permitindo que o timing e os níveis de áudio sejam calibrados automaticamente para o espaço”.
Siri Remote
Embora o Siri Remote não tenha sofrido mudanças externas, como vimos acima, ele foi atualizado para funcionar com o recurso Buscar (Find My) com a Busca Precisa (Precision Finding).
Com isso, ao perder o Siri Remote, você poderá receber orientações passo a passo para chegar até ele. Ademais, graças a um novo alto-falante integrado, você pode até reproduzir um som no controle para ajudar a encontrá-lo.
Divulgação/Apple
Ainda que venha com a Apple TV 4K de quarta geração, o novo Siri Remote é compatível com modelos mais antigos da set-top box.
Conectividade
No que diz respeito à conectividade sem fio, a Apple TV 4K de quarta geração tem suporte a Wi-Fi 7 (uma evolução em relação ao Wi-Fi 6 do modelo anterior), Bluetooth 6 (ante o Bluetooth 5.0) e Thread (anteriormente limitado ao modelo de 128GB).
Acredita-se que essas atualizações decorram da inclusão do chip sem fio N1, da Apple, embora isso não tenha sido confirmado oficialmente.
Além disso, a porta Gigabit Ethernet agora vem de fábrica na Apple TV 4K de quarta geração. Anteriormente, a porta não estava presente no modelo básico de 64GB.
Preço
Talvez uma das diferenças mais pertinentes entre o novo modelo e seu antecessor seja o preço: no Brasil, a nova Apple TV 4K custa R$3.600 (US$300 nos Estados Unidos e 350€ em Portugal).
Trata-se de um aumento considerável ao levar em conta que o modelo anterior partia de R$2.500 no Brasil (US$200 nos EUA e 170€ em Portugal).
Já disponível em pré-venda (exceto no Brasil, pois ainda precisa ser homologada pela Anatel), a Apple TV 4K chegará às lojas em 13 de novembro.
Apple TV 4K (3ª geração)
Armazenamento: 64GB ou 128GB Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Ethernet
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.
Notas de rodapé
1
Central processing unit, ou unidade central de processamento.
2
Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.
Anunciado na semana passada, o HomePod mini 2 traz algumas novidades bastante interessantes, como o suporte à Siri AI e um processador atualizado. Ainda assim, como ele se parece bastante com o seu antecessor (principalmente em termos de design), é possível que algumas pessoas ainda estejam confusas quanto às melhorias promovidas pela Apple.
Se você é uma delas, saiba que está no artigo certo! A seguir, vamos passar por todas as diferenças entre o HomePod mini de primeira geração e o HomePod mini 2 — assim, você poderá decidir qual dos dois modelos comprar ou se vale a pena trocar o seu.
Design e dimensões
Aqui você vai encontrar mais semelhanças do que diferenças entre as duas gerações da caixa de som inteligente, que contam com o mesmo visual geral, introduzido em 2020, com novas cores adicionadas em 2021 e posteriormente em 2024.
Divulgação/Apple
Com um corpo esférico envolto por uma malha colorida, ambos os modelos têm 84,33mm de altura e 97,9mm de largura, com diferença apenas no peso, menor no HomePod mini 2: 335g (ante os 345g do modelo de primeira geração).
Como dito, as cores do HomePod mini de primeira geração já foram atualizadas algumas vezes, e o modelo chegou a ser vendido nas opções branca, amarela, laranja, azul e meia-noite. O HomePod mini 2, por sua vez, pode ser adquirido nas cores branca, rosa, verde, azul e meia-noite.
Ambos os modelos seguem vindo com uma superfície circular retroiluminada com botões de “+” e “-” para ajuste rápido de volume.
A Apple disponibilizará o recurso Brilho do Som (Sound Glow), que faz essa superfície pulsar e brilhar em tempo real de acordo com a música que está tocando, para todos os modelos do HomePod mini e para o HomePod de segunda geração.
Divulgação/Apple
Tecnologia de áudio
Nesse quesito temos algumas mudanças bem curiosas de uma geração para a outra, embora pouco tenha mudado do ponto de vista de hardware.
O que ambos os modelos têm:
Driver de alcance completo e dois radiadores passivos para graves profundos e frequências altas nítidas;
Guia de onda acústica personalizada para um campo sonoro de 360º;
Tecido acusticamente transparente;
Áudio computacional para ajustes em tempo real;
Reconhecimento de Som para alarmes de fumaça e monóxido de carbono;
Áudio multiambiente com AirPlay;
Compatibilidade com setups de áudio estéreo.
O que apenas o HomePod mini 2 tem:
Compatibilidade com som surround quando emparelhado a uma Apple TV 4K;
Pode ser usado como caixa de som para Macs;
Chip S10.
Divulgação/Apple
Em termos de hardware de áudio, o HomePod mini de primeira geração leva vantagem em apenas um item: o número de microfones. Enquanto o modelo mais antigo vem com quatro microfones embutidos “para Siri em distâncias grandes”, o HomePod mini 2 vem com “apenas” três.
É possível, no entanto, que a Apple esteja compensando a ausência de um microfone no novo modelo com as novas capacidades de software viabilizadas pelo chip S10, bem mais moderno do que o S5 do HomePod mini de primeira geração.
Fontes e controles de áudio
Aqui, nada mudou. Ambos os modelos podem reproduzir áudio das seguintes fontes:
Apple Music;
Compras do iTunes;
Biblioteca de Música do iCloud com uma assinatura do Apple Music ou do iTunes Match;
Serviços de música de terceiros;
Estações do Apple Music Radio ou episódios sob demanda;
Estações de rádio do TuneIn, do iHeartRadio ou do Audacy;
Apple Podcasts;
Resumos de notícias;
AirPlay (iPhone, iPad, iPod touch, Apple TV 4K ou Mac).
Também é possível controlar a reprodução ao:
Tocar uma vez na parte superior para reproduzir/pausar;
Tocar duas vezes seguidas para pular;
Tocar três vezes seguidas para voltar;
Tocar e segurar para invocar a Siri;
Tocar nos botões de “+” e “-” para aumentar ou diminuir o volume.
O HomePod mini 2 vence com facilidade nesse quesito: é o único compatível com a versão “turbinada” da assistente virtual da Apple, a Siri AI.
De acordo com a Apple, além de ajudar em tarefas mais simples como enviar mensagens, controlar a reprodução e configurar lembretes, a Siri AI também pode conversar mais naturalmente, responder dúvidas sobre o mundo real com base em buscas na web e recomendar músicas de maneira mais precisa. Ela ainda leva mais o contexto em conta e processa a maioria das solicitações no próprio dispositivo.
O HomePod mini de primeira geração segue com a versão antiga da Siri, capaz de lidar com comandos mais básicos.
Conectividade e sensores
Tanto o HomePod mini de primeira geração quanto o HomePod mini 2 são compatíveis com descoberta ponto a ponto, para acesso fácil de convidados, e com redes Thread, além de contarem com um chip de banda ultralarga para recursos que dependem da proximidade de outros aparelhos, como iPhones.
Divulgação/Apple
Já o modelo mais antigo tem Wi-Fi 4 (802.11n) e Bluetooth 5, enquanto a nova versão conta com Wi-Fi 6E (802.11ax) e Bluetooth 6. Ambos os modelos vêm com sensores de temperatura e umidade.
Preço e disponibilidade
Já disponível em pré-venda, o HomePod mini 2 será lançado em 30 de outubro por US$150 (US$20 a mais do que o modelo anterior) nos Estados Unidos e em outros países selecionados.
Assim como seu antecessor, o novo HomePod mini também segue sem uma previsão de lançamento no Brasil ou em Portugal — quem sabe isso mude com o lançamento dos sistemas 27.2 e com a chegada da Siri AI em português.
Divulgação/Apple
Ambos os HomePods mini vêm com um cabo USB-C e um adaptador bivolt de 20W na caixa, além da documentação regulamentar, é claro.
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A OpenAIanunciou hoje os Locked Chats, recurso que permite manter conversas com o ChatGPT protegidas por PIN (senha) para maior privacidade.
Bastante parecida com as conversas trancadas do WhatsApp, a novidade cria uma conversa paralela com a inteligência artificial, separada do seu histórico tradicional e da busca.
Na web e no desktop, é possível configurar um PIN que será solicitado toda vez que o usuário tentar acessar uma conversa trancada. No app do ChatGPT para dispositivos móveis, no entanto, também será possível destrancar a conversa com o Face ID/Touch ID ou com o próprio sistema de desbloqueio do smartphone/tablet.
Mensagens trocadas em uma conversa trancada não serão lembradas pelo ChatGPT, o que impede que elas apareçam, mesmo que indiretamente, em outras conversas. A OpenAI deixa claro, no entanto, que transformar uma conversa existente em uma conversa trancada não apaga as mensagens antigas da memória do chatbot; apenas as novas deixam de ser memorizadas.
Keep sensitive conversations out of view with Locked Chats in ChatGPT.
Move chats out of your regular history and search into a protected space you can unlock with a PIN on web and desktop, or a PIN, Face ID, Touch ID, or device unlock on supported mobile devices.
Ao contrário do WhatsApp, as conversas trancadas não são protegidas por criptografia de ponta a ponta nem por mecanismos semelhantes. Elas também não alteram o período em que a OpenAI retém a conversa, e as “políticas de espaço de trabalho aplicáveis, os requisitos de segurança ou as obrigações legais e de conformidade” seguem valendo para esses espaços.
As conversas trancadas podem ser encontradas em Projects » Locked chats e só são acessíveis mediante a digitação do PIN, de modo que, ao redefinir o PIN, todas as conversas protegidas pelo código anterior são apagadas permanentemente.
Os Locked chats já foram liberados para usuários do ChatGPT Free, Go, Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Ainda segundo a OpenAI, o modo de voz não pode ser usado em conversas trancadas no app para desktop, que, além disso, só permite o recurso no Chat e no modo Work.
Os usuários do app do ChatGPT para iOS agora podem adicionar um dot (agente autônomo de IA) como widget na Tela de Início.
A new buddy for your iOS home screen: Add your dot as a widget to jump into your conversation or start a call with just a tap. pic.twitter.com/XvuRnvmDQA