Fernando Jardim pega nos números de financiamento de startups e criação de emprego para destacar a consulta pública da Estratégia Nacional para o Empreendedorismo 2030 e alinhar os seis fatores que fazem "apertar o funil" .
Usando a sua experiência enquanto formadora de análise de dados, Beatriz Duarte defende os benefícios do Python e a combinação entre conhecimento técnico, pensamento analítico e aplicação prática.
Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.
Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.
Divulgação/CashNetUSA
Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.
Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).
Divulgação/CashNetUSA
Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.
Esta semana a Teamlyzer abriu uma folha para reunir dados sobre os salários tech em Portugal e há uma espécie de movimento pela transparência salarial a formar-se. A plataforma já partilhou os primeiros resultados
Segundo o Experis Tech Talent Outlook, a Projeção para a Criação Líquida de Emprego no setor das TI em Portugal fixa-se nos 32% para o terceiro trimestre de 2026, uma queda de 18% face ao trimestre anterior. A automação surge como o principal motivo apontado pelas empresas que preveem reduzir equipas.