Para esta madrugada de quinta para sexta-feira, aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!
O nosso destaque do dia é ClipCourt. Desenvolvido por Kostas Papadopoulos, ele é um editor de vídeos voltado para criadores que buscam rapidez e simplicidade.
O app oferece ferramentas essenciais como corte, divisão, ajuste de velocidade e adição de música, além de filtros e efeitos que ajudam a dar um acabamento mais profissional aos seus vídeos. A interface é limpa e direta, permitindo que usuários iniciantes editem sem dificuldade e que os mais experientes façam ajustes rápidos, seja em um iPhone, iPad ou Mac.
Um dos pontos fortes do aplicativo é a fluidez do processo de edição: importar, ajustar e exportar vídeos acontece de forma intuitiva, sem menus complexos ou excesso de opções.
Um aplicativo útil para quem produz conteúdo para redes sociais ou que precisa editar vídeos curtos com agilidade. Aproveite a oferta! 📹
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$60 em descontos:
Jogos
Jogo de aventura.
Jogo de ação.
Puzzles.
Aplicativos
Contagem regressiva para eventos.
Utilitário para texto.
Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🚂
O aplicativo de edição de vídeos Adobe Premiere foi atualizado recentemente na App Store com suporte nativo ao Apple Vision Pro — o que significa que usuários não dependem mais de soluções como o Mac Virtual Display para usar o app no headset.
Em vídeo publicado pelo usuário Justin Ryan no X, é possível ver o aplicativo em ação. Ele conta com uma interface de edição completa — com direito a suporte a painéis flutuantes, clipes espaciais e controles de profundidade para textos.
Here’s a first look at Adobe Premiere running natively on Apple Vision Pro.
The visionOS app features a full spatial editing interface with floating panels, support for spatial clips, and depth controls for text. Available now on the App Store. pic.twitter.com/odQ74V6tJO
Cabe destacar que o aplicativo presente no Vision Pro é a mesma versão universal já disponível para iPhones e iPads — e não o Adobe Premiere Pro, que é o aplicativo clássico, mais completo e avançado, para desktops.
Graças a essa versatilidade, o novo modo de voz pode fazer bem mais que apenas conversar. Além de poder ser usado em chats, ele também está integrado ao Work e ao Codex — o que significa que você pode usá-lo para coordenar e acompanhar tarefas, sem usar texto.
ChatGPT Voice is now in the desktop app.
Control your computer and direct multiple agents running in ChatGPT Work or Codex, using just your voice.
It's powered by GPT-Live, so it can speak, listen, and coordinate work in the app at the same time.
Para usar a novidade, é necessário abrir um novo chat ou uma nova tarefa vazia no app e selecionar a opção “Iniciar nova conversa por voz”. As conversas ou tarefas precisam necessariamente ser iniciadas nesse modo — caso contrário, apenas o ditado por voz estará disponível.
O ChatGPT Voice oferece suporte a uma alternância natural entre as falas. Você pode interromper o ChatGPT durante uma resposta, fazer uma pergunta complementar ou mudar de direção. Se o ChatGPT começar a executar uma tarefa, continue falando para verificar o progresso ou orientar o trabalho.
Além disso, a OpenAI destaca que é possível iniciar conversas separadas para conversas mais longas, enviar ao app uma screenshot para apresentar o contexto do que está na tela, bem como usar o recurso pelo Remote do iOS com o iPhone emparelhado ao computador.
O ChatGPT Voice no desktop está sendo disponibilizado gradualmente para os planos Plus, Pro, Business, Edu e Enterprise. Nos dois últimos, há um período inicial de duas semanas com acesso antecipado antes de o recurso ser ativado por padrão.
É possível baixar o novo app do ChatGPT para macOS nessa página.
A Anthropicanunciou uma atualização para o modo de voz do Claude, que agora passa a ser compatível com os modelos Opus e Sonnet, ampliando as suas capacidades de funcionamento.
Até então, o modo era compatível somente com o modelo Haiku, voltado a respostas rápidas e com menor tempo de raciocínio. Agora, aqueles que possuem acesso aos outros modelos de inteligência artificial (IA) da Anthropic poderão utilizá-los durante conversas por voz, aproximando a experiência da entrega feita durante as interações por texto.
Segundo a empresa, a novidade permite o uso para fornecer feedbacks sobre a comunicação do usuário, simular apresentações ou até mesmo auxiliar em sessões de pesquisa mercadológica e brainstorming. O modo de voz do Claude também se tornou compatível com a integração de aplicativos como Gmail, Google Agenda, Slack, Canva e Notion, permitindo que a IA altere os horários de reuniões, redija emails ou crie documentos diretamente por comandos de voz.
O recurso também passa a dar continuidade a partir de uma conversa iniciada em texto, utilizando automaticamente o modelo previamente solicitado para manter a fluidez das interações, sem a necessidade de recomeçar uma conversa para iniciar o modo de voz. A cota de uso é a mesma em ambas as formas de uso.
Quanto aos idiomas compatíveis, além do português (do Brasil) e do inglês, temos francês, alemão, hindi, indonésio, italiano, japonês, coreano e espanhol (da Espanha e América Latina). A Anthropic pontua que o idioma deverá ser selecionado manualmente, já que o Claude não é capaz de reconhecer essa informação automaticamente.
No momento, a repaginada do recurso está em versão beta tanto para os usuários do Claude no app mobile quanto nas versões web e desktop — a Anthropic, porém, recomenda o uso principalmente no celular. Até agora, apenas os planos pagos possuem acesso aos modelos Sonnet e Opus, enquanto usuários da versão gratuita permanecem com o Claude Haiku.
A Primate Labsanunciou hoje o Geekbench 7, a geração mais recente de sua popular ferramenta de benchmark, que traz conjuntos de dados maiores e mais exigentes para o processamento de GPUs 1Graphics processing units, ou unidade de processamento gráfico., testes multi-core reformulados, entre outras novidades.
A Primate Labs afirma que o benchmark de GPU reformulado concentra-se em aprendizado de máquina e criação de conteúdo para refletir a forma como as GPUs são utilizadas atualmente. Ele inclui agora testes que rastreiam rostos e aplicam efeitos de filtro em tempo real a vídeos, realizam upscaling de imagens com aprendizado de máquina e desfocam fundos em transmissões de videoconferência.
Já os benchmarksmulti-core foram projetados para refletir melhor o comportamento real dos softwares, visto que as novas cargas de trabalho só utilizam múltiplas threads quando as tarefas simuladas exigem.
Divulgação/Primate Labs
A Primate Labs adicionou ainda um teste expandido de edição de fotos, com um conjunto mais abrangente de edições. Ademais, a carga de trabalho de biblioteca de fotos oferece suporte à importação e ao processamento de formatos de imagem como JPEG XL e DNG. Além disso, os novos testes de áudio e vídeo agora incluem suporte a AV1 e Opus, além de simular cargas de trabalho de streaming e consumo de conteúdo.
No mais, ele tem a mesma aparência do Geekbench 6 — e a licença Pro continua custando US$100 (com desconto para US$80 até 6 de agosto). A versão Pro permite realizar benchmarks offline — sem envio de dados para o Geekbench Browser — e abrange todas as plataformas desktop compatíveis (macOS, Windows e Linux).
É possível baixar gratuitamente o Geekbench 7 para macOS e outros sistemas operacionais nessa página. A versão para iOS/iPadOS ainda não foi atualizada na App Store.
Notas de rodapé
1
Graphics processing units, ou unidade de processamento gráfico.
O Opera One para desktop é o mais novo navegador a aderir ao modo de abas verticais. A novidade, que é opcional, foi anunciada hoje pela Opera em seu blog oficial e funcionará de forma semelhante à que ficou popular em outros softwares — como o falecido Arc Browser.
A Opera coloca como grande vantagem o fato de que os usuários podem visualizar mais facilmente o nome das abas quando elas estão num formato vertical se muitas delas estiverem abertas. No formato tradicional, apenas o favicon fica visível — o que dificulta a identificação.
Esse modo também adiciona mais espaço vertical para a navegação em sites, já que apenas a barra de endereços fica visível na parte superior. Na vertical, embora a maioria dos sites já deixem muito espaço vazio nas laterais, é possível escondê-las quando necessário.
O funcionamento das abas na vertical é bastante intuitivo e semelhante as abas horizontais tradicionais. Inclusive, as ilhas de guias também estão disponíveis no novo formato com a maioria de suas funcionalidades — e são preservadas quando o modo de abas é alterado.
Para ativar as abas verticais no Opera One, basta clicar com o botão direito em qualquer local na barra de abas e selecionar a opção correspondente — e o mesmo pode ser feito para reverter a alteração. A opção também está disponível no botão de configuração rápida.
Além dessa novidade, o Opera One também ganhou uma integração com o Google Lens, que agora está disponível diretamente de sua barra de pesquisa — tal qual já ocorre no Google Chrome.
O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Alelo, Márcio Alencar, disse que a integração com o Apple Pay era uma demanda de consumidores que buscavam maior praticidade e segurança “em linha com os novos hábitos digitais de quem busca liberdade de escolha na forma de pagamento, especialmente em dispositivos móveis”.
Como detalhado na publicação acima, para usufruir da novidade, basta abrir o app Meu Alelo, selecionar o seu cartão Alelo Pod e tocar em “Adicionar à Carteira Apple”. Em seguida, siga as etapas de segurança para finalizar o processo.
Outras adições ao Apple Pay
O Alelo Pod não foi a única adição recente ao Apple Pay. Já há alguns meses, os cartões da Alymente, do Banco Sofisa e do Ailos também passaram a oferecer suporte ao sistema de pagamento sem contato da Apple.
Por fim, conforme notado pelo leitor Lucas Ribeiro, o cartão de débito do banco japonês JP Bank (muito utilizado por brasileiros que residem no país) também passou a suportar o Apple Pay.
De todos os usos excêntricos dos AirPods, este é um forte candidato aos mais inusitados: um desenvolvedor utilizou os fones de ouvido da Apple como um monitor de estatísticas para discos de frisbee.
A façanha partiu de Paul Tracer, que compartilhou a descoberta no Reddit e apresentou o seu aplicativo, o Kinapod Disc, para detectar as características de cada arremesso.
Para que a mensuração funcione corretamente, é necessário instalar um AirPod no disco, fixando-o a um pequeno furo centralizado; já no iPhone, é preciso ativar a Detecção Automática de Ouvido dos AirPods. O AirPod instalado no disco também precisa ser definido como microfone, e só depois a sessão de arremessos deverá ser iniciada no Kinapod Disc.
O aplicativo é capaz de medir a taxa de rotações por segundo, a quantidade de giros completos realizados durante o voo, a velocidade estimada de lançamento, o tempo de voo, além de uma avaliação da quantidade e da consistência dos arremessos.
Tudo isso é possível graças aos sensores incluídos nos AirPods, como o giroscópio, além de recursos como o rastreamento da cabeça e outros elementos que auxiliam no funcionamento de recursos como o Áudio Espacial (Spatial Audio).
Segundo Tracer, o app é compatível com todos os AirPods (exceto os AirPods Max, obviamente) lançados a partir de 2019.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
A Apple anunciou hoje uma parceria com a Ford para que o Apple Maps seja integrado à Universal Electric Vehicle Platform (UEV) da montadora até 2027, por meio do seu kit de desenvolvimento MapKit for Automotive.
A Maçã ainda afirmou que as informações cartográficas em nível de via serão utilizadas pela equipe Latitude AI da Ford para desenvolver um sistema de condução hands-free.
Com o novo SDK 1Software development kit, ou kit de desenvolvimento de software., a plataforma UEV da Ford permitirá navegação curva a curva a partir de instruções em linguagem natural, informações de trânsito e incidentes em tempo real, busca intuitiva com cartões detalhados de locais e opções de rotas inteligentes.
A Ford deverá utilizar os dados viários dos Mapas da Apple para aprimorar a próxima geração do BlueCruise, seu sistema de condução sem as mãos para rodovias. A experiência da plataforma UEV poderá se assemelhar à dos Mapas no CarPlay, oferecendo um roteamento inteligente para elétricos e pré-condicionamento de bateria — nesse caso, integrados diretamente ao sistema de navegação do veículo.
O CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Ford, Jim Farley, comentou a parceria:
Nossos novos carros de porte médio terão um preço por volta de US$30.000 e redefinirão o que a tecnologia avançada pode ser — simples, útil e realmente acessível para mais consumidores. […] Nós temos o orgulho de incorporar a navegação e a tecnologia de navegação de mapas do Apple Maps diretamente na nossa Universal Electric Vehicle Platform, dando aos consumidores uma experiência definitiva de navegação junto com o nosso app da Ford, uma suíte completa de software e a próxima geração do BlueCruise, tudo habilitado para uma nova arquitetura zonal. O Apple Maps entregou um produto de classe mundial, e estamos honrados em ser um dos primeiros a incorporá-lo diretamente em um veículo, ajudando a definir uma condução mais intuitiva e capaz.
Para os proprietários de carros da Ford, a Apple confirmou a continuidade do suporte ao CarPlay, embora a colaboração permita que até mesmo quem não utiliza um iPhone possua os Mapas da Apple com todos os seus recursos. Com o kit de desenvolvimento MapKit for Automotive, a expectativa da Apple é que mais montadoras incorporem os Mapas aos seus próprios sistemas.
Notas de rodapé
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Software development kit, ou kit de desenvolvimento de software.
Desativada por padrão, ela lembra, de certa forma, a interface de ajuste dos estilos fotográficos do iOS, com o usuário tendo que segurar e arrastar o dedo — ou, no caso do Siri no macOS 27, o cursor do mouse — por uma malha de pontos brancos.
Como explicado por mactracker, conforme o cursor do mouse navega por essa malha, a voz da Siri é modulada para reproduzir certas características. Quanto mais o cursor do mouse se aproxima de um ponto, mais clara a voz da Siri fica.
Esse “voice pad”, como a interface está sendo popularmente chamada, também conta com animações elaboradas e bastante coloridas, além de vir acompanhado de um áudio de referência — com direito a Áudio Espacial (Spatial Audio) — que fica tocando sem parar no fundo.
Ainda segundo as informações, essa malha comporta 13 pontos diferentes, sugerindo que o novo sistema operacional do Mac ganhará novas opções de vozes para a assistente virtual. Como a quarta beta do macOS 27 não conta com todos os modelos de voz necessários, no entanto, apenas 2 opções personalizadas podem ser definidas pelo usuário por enquanto.
A nova versão do sistema também inclui um arquivo com descrições (algumas mais completas do que outras) para todas essas 13 vozes:
Gênero
Idade
Características
Estilo
Feminino
Jovem
Fala mansa
—
Feminino
Jovem
Sussurrante, brilhante, suave
—
Feminino
Adulto na faixa dos 20 anos
—
—
Feminino
Adulto na faixa dos 30 anos
—
Amigável
Feminino
Adulto na faixa dos 30 anos
—
Entusiasmada, relaxada, aconchegante
Feminino
Adulto na faixa dos 40 anos
—
—
Feminino
Velho
—
—
Masculino
Jovem
—
—
Masculino
Adulto na faixa dos 30 anos
Profunda
—
Masculino
Adulto na faixa dos 30 anos
Suave
—
Masculino
Adulto na faixa dos 30 anos
Rica
Amigável
Masculino
Velho
—
—
Masculino
Desconhecido
—
—
Ativar essa interface, porém, não é exatamente fácil, com usuários tendo que desativar o recurso System Integrity Protection (SIP) e sobrepor o código interno usando um depurador. Caso contrário, o sistema continuará exibindo o menu tradicional da voz da Siri no app Ajustes do Sistema (System Settings).
Por fim, embora essa interface tenha sido encontrada apenas no macOS 27, ela utiliza o mesmo framework de configuração da Siri que o iOS 27 e o iPadOS 27, o que sugere que ela também poderá dar as caras em iPhones e iPads. Ademais, também foi confirmado que ela será localizada para 44 outros idiomas.
O popular aplicativo de exercícios SmartGym recebeu hoje mais uma grande atualização, que foca tanto no lançamento de novos recursos quanto em melhorias na experiência dos muitos recursos que já existem em seu aplicativo para iOS.
Uma das novidades é o lançamento de uma nova experiência de registro de exercícios que já está presente no Apple Watch desde o watchOS 10. Basicamente, ela permite alterar os dados de cada série sem sair da tela principal do treino.
Na interface tradicional, o usuário visualiza todas as séries do exercício e, caso queira alterar peso, repetições ou outros valores, precisa entrar no modo de edição antes de registrar a série — um processo que exige mais etapas.
O novo modo, por sua vez, exibe uma série por vez, permitindo fazer alterações e registrá-las em um fluxo contínuo. Após concluir uma série, a próxima é exibida automaticamente e o cronômetro de descanso é iniciado.
Cabe destacar que essa interface de edição tradicional não está sendo substituída por completo, já que os usuários podem escolher a qualquer momento entre a interface clássica e o registro “inline” — o que fizer mais sentido para cada um.
A interface de edição das séries agora também passa a mostrar um indicador de qual era o plano original — o que ajuda o usuário a saber se ele está acima ou abaixo de sua meta e a acompanhar sua progressão ao longo dos meses.
Outra novidade bem interessante é o lançamento de um teclado proprietário que substitui o padrão do iOS. Além dos números tradicionais, ele conta com botões que facilitam edições feitas no app (como + e -).
Por fim, o Smart Action Button ficou ainda mais inteligente e agora reconhece melhor situações (como o fim de uma série, mudanças de exercícios e retornos após pausas) para tentar prever o próximo passo do usuário com mais precisão.
Inclusive, donos de iPhones com o botão de Ação (Action Button) agora podem configurá-lo para usar o Smart Action Button — o que significa que ele ativará a ação principal recomendada pelo app por meio do recurso.
Trazendo outras pequenas melhorias e uma série de novos exercícios, a nova versão do SmartGym já está disponível na App Store.
Embora ele possa ser baixado gratuitamente, é necessário realizar uma assinatura para a liberação de certos recursos. O SmartGym Premium+ sai por R$25 mensais ou R$150 anuais.
Há alguns anos, a Apple oferece a possibilidade de criar Memojis, uma representação visual do seu rosto que pode ser enviada por mensagem, no FaceTime ou até mesmo como um mostrador do Apple Watch.
Caso você tenha criado um e queira adicionar ou remover algum item ou alguma característica facial, você pode editar os Memojis posteriormente nos seus dispositivos da Maçã. Veja como é simples! 😉
Embora os aplicativos Calendário (Calendar) e Lembretes (Reminders) da Apple atualmente estejam integrados, eles podem não ser a solução ideal para alguns usuários — principalmente os que precisam trabalhar com projetos.
Foi pensando nessa problemática que o desenvolvedor brasileiro Raphael Kitahara criou o Flick, um app que tem como objetivo principal ajudar as pessoas a fazer planos com menos esforço e ansiedade.
O app unifica gerenciamento de tarefas e calendário em uma experiência única, permitindo visualizar compromissos no mesmo lugar e transformá-los em blocos de tempo arrastando-os para o calendário.
As tarefas podem ser agrupadas em projetos e áreas específicas — além de ser possível usar linguagem natural para criá-las rapidamente, sem precisar preencher vários campos manualmente.
Disponível para iPhone, iPad, Mac e Apple Watch, e altamente integrado ao ecossistema da Apple, o app inclui recursos bem interessantes como widgets, tarefas recorrentes, alarmes e notificações.
O Flick pode ser baixado de graça, mas é possível assinar uma versão Pro (por R$9/mês ou R$100/ano) que permite criar projetos ilimitados, sincronização completa entre dispositivos, suporte prioritário, etc.
Outra coisa bem bacana é que 5% de cada assinatura é destinado ao Trees for the Future, projeto que apoia a recuperação de áreas degradadas e comunidades agrícolas.
Certamente não há uma pessoa que não goste de pagar mais barato, ainda mais ao realizar compras online, já que é possível comparar o valor de um mesmo produto em diferentes lojas. No entanto, acompanhar a variação de preços em tantos lugares pode ser uma tarefa complicada, mas o aplicativo SmartTracker promete facilitar isso!
Desenvolvido pelo brasileiro Hugo Prione, o app (disponível para iPhone, iPad e Mac) permite acompanhar preços em qualquer site, definir alertas inteligentes e visualizar gráficos de histórico de preços para comprar sempre no momento certo.
O SmartTracker é nativo, roda localmente e funciona em qualquer site que você possa abrir no navegador. Para começar a rastrear um produto, basta tocar no ícone de mais (+) e colar a URL dele. Em seguida, o aplicativo gera o seletor e detecta o formato automaticamente.
É possível escolher o período para que o app atualize as informações: a cada 10, 15 ou 30 minutos — ou então a cada hora, dia, semana ou mês. No Mac, um pequeno processo auxiliar continua em execução em segundo plano, esteja o SmartTracker aberto ou fechado — mesmo ao encerrar o aplicativo, o rastreamento prossegue.
No iPhone/iPad, o iOS/iPadOS decide quando ativar o aplicativo; portanto, o momento da atualização depende do sistema. Além disso, quando o Mac detecta uma alteração, a sincronização via iCloud encaminha o alerta para o iPhone e o iPad — ou seja, o Mac pode manter seus outros dispositivos atualizados de forma silenciosa.
Outros recursos do SmartTracker incluem:
Monitore qualquer texto em uma página: status de estoque, prazo de envio, números de versão — e seja avisado no momento em que mudar.
Defina preços-alvo e receba notificações quando as ofertas ficarem abaixo do seu orçamento.
Veja seus preços mais recentes direto na Tela de Início e na Tela Bloqueada com widgets.
Use o app sem as mãos com a Siri e o app Atalhos (Shortcuts): adicione itens, atualize preços e abra ofertas com um toque ou com a voz.
Organize listas de desejos e coleções por lojas, produtos ou projetos.
Segundo o desenvolvedor, o SmartTracker foi feito com privacidade em mente, de modo que seus dados ficam nos seus dispositivos e na sua conta do iCloud. Ele também não exige uma conta.
Disponível gratuitamente na App Store, o SmartTracker oferece até cinco itens monitorados e três coleções na versão grátis. Para desbloquear itens/coleções ilimitados e atualização em segundo plano, é necessário assinar a versão Premium por R$24/ano ou realizar uma única compra de R$80.
A Apple estaria testando um assistente de inteligência artificial para o aplicativo Apple Store — aparentemente nos mesmos moldes do recurso que a empresa tem testado desde o ano passado no app Suporte.
Na descrição do assistente, a Apple também destaca que ele coletará e armazenará dados para personalizar a experiência do chat e possivelmente otimizar o assistente — inclusive compartilhando o chat com parceiros.
Como observado pelo MacRumors, isso pode indicar que a Apple usará um modelo de IA de terceiros para alimentar esse assistente.
Eis a descrição da novidade:
Caso o assistente virtual de compras do app Apple Store esteja disponível, a Apple coletará e armazenará as informações da sua conta, identificadores do dispositivo, informações da operadora e do chat, e, se habilitados, dados da localização para personalizar a experiência do chat, fornecer respostas relevantes e, caso opte, otimizar o assistente virtual de compras. Antes de compartilhar o chat com nossos parceiros, a Apple remove os identificadores pessoais do chat. Nossos parceiros usam tais informações somente para ajudar a Apple a fornecer respostas conversacionais. A Apple salvará as transcrições para nossa análise comercial, disponibilizando-as assim que você retornar ao app Apple Store, e, caso opte, para otimizar o assistente virtual de compras. É possível controlar se o uso que você faz do assistente virtual de compras será aproveitado para oferecer uma experiência melhor, basta acessar Conta » Configurações e selecionar “Otimizações de Chat” no app Apple Store.
Detalhes sobre o funcionamento do recurso em si ainda não foram divulgados pela Apple.
Nesta quarta-feira, economize com a nossa seleção de promoções na App Store!
Space Menace, desenvolvido por Md Umar, é um jogo de estratégia direto e surpreendentemente divertido, escolhido como nosso destaque do dia.
Como jogador, você controla uma pequena nave, coletando sucata, desenvolvendo seus módulos e construindo gradualmente uma frota capaz de enfrentar facções hostis em batalhas táticas. Cada melhoria realmente muda o seu desempenho em combate.
De acordo com o seu avanço na campanha, o jogo revela tanto seus méritos quanto suas limitações. A dificuldade é crescente e passa a exigir cada vez mais decisões estratégicas reais e complexas, evitando que o jogador se torne indestrutível. Mas nem tudo são flores — algumas facções inimigas retomam territórios rápido demais, o balanceamento favorece excessivamente os mísseis no início e o sistema de energia pode parecer irregular mesmo com evoluções conquistadas.
Confira um vídeo:
Divertido. Aproveite a oferta e baixe agora! 🛸
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam cerca de R$110 em descontos:
Jogos
Jogo de estratégia.
Jogo de ação.
Puzzles.
Aplicativos
Tabela periódica.
Sons de teclado.
Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🏎️
O Google aproveitou o evento Galaxy Unpacked de hoje para anunciar novos recursos que chegarão ao Switch to Android, sua ferramenta que ajuda usuários a migrar do iOS para o sistema operacional do robozinho verde.
De acordo com a gigante de Mountain View, a solução agora também permite transferir contas do Google, senhas, credenciais de redes Wi-Fi e até mesmo eSIMs salvos em iPhones para dispositivos Android.
Antes disso, o Switch to Android já suportava a transferência de fotos, vídeos, contatos, mensagens e dados de calendário. Em qualquer caso, vale notar, é necessário que o iPhone envolvido na transferência esteja rodando pelo menos o iOS 26.3.
Essas melhorias serão integradas ao Android 17 e já começaram a ser liberadas para dispositivos Pixel. Os smartphones das linhas Galaxy Z Flip8 e Z Fold8, anunciados pela Samsung no evento supracitado, também serão contemplados por essa nova versão da ferramenta em breve, o que também vale para aparelhos de outras marcas.
Com o Switch to Android, pessoas que estão migrando do iOS para o Android podem transferir seus dados sem fio e sem baixar nenhum aplicativo separado — solução que surgiu após pressão regulatória, principalmente por parte da União Europeia e sua Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).
Os novos dobráveis chegam meses antes de a Apple alegadamente adentrar nesse segmento do mercado com o famigerado “iPhone Ultra” — logo, as apostas da gigante sul-coreana baterão de frente com o futuro dispositivo da Maçã.
Sem mais delongas, vamos conferir os detalhes de cada anúncio abaixo!
Galaxy Z Fold8
Divulgação/Samsung
Agora que os dobráveis da Samsung possuem três variantes, o Z Fold tradicional passou por um reposicionamento, tornando-se talvez a adição mais diferente dentre toda a linha de novos produtos anunciados.
Seu grande destaque é a reformulação no design, adotando um formato que se convencionou chamar de “passaporte”, com uma proporção maior do que aquilo que foi estabelecido nas últimas gerações do dobrável principal da Samsung. Isso resultou em uma tela externa de 5,5 polegadas e aspect ratio de 10:16, além de uma principal de 7,6″ e proporção de 4:3 — especificações bem semelhantes ao que se especula sobre o “iPhone Ultra” —, ambas com taxas de atualização de até 120Hz.
A sul-coreana destacou ainda o peso do modelo, sendo o celular dobrável mais leve já lançado por ela até agora (201 gramas, para ser exato).
Uma das principais diferenças do modelo em relação ao Z Fold8 Ultra está nas câmeras: o modelo padrão conta apenas com duas lentes traseiras (um sensor principal e uma lente ultra-angular, ambos com 50 megapixels), além dos 200mAh de diferença na bateria (4.800mAh no caso do Z Fold8 e 5.000mAh no caso do Z Fold8 Ultra). A linha também marca a estreia das baterias de silício-carbono nos celulares da fabricante.
Quanto ao restante das suas especificações técnicas, destaca-se pela implementação da tecnologia Flex Titanium — baseada em alumínio — para a resistência da tela, a presença do chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, opções a partir de 12GB de memória e 256GB de armazenamento (até 1TB), resistência IP48 contra água e poeira, além de suporte ao carregamento de 45W com fio e 15W sem fio. Assim como os demais aparelhos, ele chega com o Android 17 e a One UI 9.
Nos Estados Unidos, ele chega a partir de US$1.900 (US$200 a menos que o Z Fold8 Ultra e US$100 a menos que o Z Fold7) nas cores preta, branca, lavanda e verde pistache (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Fold8 Ultra
Divulgação/Samsung
Para os entusiastas do tradicional formato dos dobráveis da Samsung, a melhor opção é o modelo Ultra. Ele conta com as mesmas 8″ na tela principal e 6,5″ na tela externa do Z Fold7, com aspect ratios de 3:2 e 21:9, respectivamente.
Outra diferença notável em relação ao modelo menor é a presença da lente teleobjetiva de 10MP, aos moldes da presente no Z Fold7.
Como citado anteriormente, o aparelho conta com uma bateria de 5.000mAh de silício-carbono, além de compartilhar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, as mesmas opções de memória/armazenamento, a resistência IP48 e o suporte aos 45W de carregamento com fio e 15W sem fio do Z Fold8.
Um de seus maiores destaques (nesse caso, negativo) é o preço: US$2.100 — um aumento em comparação ao modelo equivalente da geração passada (vale lembrar, o Z Fold7 chegou por US$2.000 lá fora). Ele está disponível nas cores preta, branca, roxo escuro e verde escuro (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Flip8
Divulgação/Samsung
Modelo mais básico da nova linha, o Z Flip8 se destaca pela redução na espessura (13,1mm dobrado contra os 13,7mm do antecessor) e no peso (188g contra 180g do Z Flip7), possibilitando o que a Samsung chama de “uma experiência cotidiana sem vinco”.
Ele conta com uma tela interna de 6,9″, enquanto a externa tem 4,1″, com proporções de 22:9 e 1:1, respectivamente, e suporte a taxas de atualização de 120Hz em ambas. O aparelho chega com um conjunto duplo de câmeras, sendo a lente principal de 50MP, um sensor ultra-angular de 12MP e câmera frontal de 10MP.
Ele chega com o processador Exynos 2600, resistência IP48, 12GB de memória e opções de armazenamento de 256GB e 512GB. Em termos de bateria e recarga, o componente de silício-carbono possui uma capacidade de 4.300mAh, carregamento de até 25W por fio e 15W sem fio.
O Z Flip8 custa US$1.200 (um aumento de US$100 em relação ao Z Flip7) e está disponível nas cores azul, preta, vermelha coral e menta (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Watch9 e Ultra2
Ambos os modelos ganharam suporte ao recurso “levante para falar”, que aciona de imediato o Gemini do Google sem a necessidade de toque ou botão. Os dois relógios contam com o Wear OS 7 e a One UI 9 Watch, compatíveis com smartphones que possuam Android 13 ou superior.
Divulgação/Samsung
Com especificações e design um tanto semelhantes ao seu antecessor, as grandes novidades do Galaxy Watch9 incluem a ampliação de bateria (o modelo de 40mm ganhou um aumento de quase 20%, com 390mAh, enquanto a versão de 44mm possui 445hmAh), a pulseira com design Air Pocket (até 25% mais leve que a presente no Watch8) e a estreia do processador Snapdragon Wear Elite.
Ele continua com as opções de 2GB de memória e 32GB de armazenamento e está disponível em caixas de 40mm e 44mm, nas cores preto e creme, custando a partir de US$380 (um aumento de US$30 em relação ao Watch8).
Já o Galaxy Watch Ultra2 adota uma reformulação na identidade visual que o aproxima do restante da linha, sendo até 12% mais fino que o seu antecessor, mantendo a bateria de 800mAh. A tela também ganhou melhorias, contando com 5.000 nits de brilho máximo.
Para experiências aquáticas, o Ultra2 atende o padrão EN13319 para mergulho e possui certificação IP69K. Além disso, o app Marz deverá receber suporte à metrificação de velocidades e orientações de descompressão.
Disponível nas cores titânio preto e titânio prata, o modelo está disponível a partir de US$700, um aumento de US$50 em relação à primeira geração.
Inteligência artificial
Durante o evento, a Samsung reforçou sua ciência e presença quanto às IAs agênticas, expandindo a experiência para além das telas dos smartphones e passando a oferecer assistência contínua de IA em tempo real nos dispositivos do seu ecossistema; o foco da Samsung é a entrega da experiência hands-free (ou seja, mãos livres). Ela afirmou ainda que essa integração contará com mecanismos de proteção e segurança, embora não tenha adentrado em detalhes técnicos de como fará isso.
A empresa também mencionou a integração de dados biométricos coletados pelos Galaxy Watch ao fluxo de trabalho médico, focada na prevenção de riscos de saúde com o auxílio da inteligência artificial (IA), permitindo a sugestão de refeições e treinos adaptados com base em interpretações de biossinais.
Preço e disponibilidade
Os novos smartphones chegarão ao Brasil no dia 6 de agosto, mas ainda não tiveram seus preços divulgados; ainda assim, a Samsung já antecipou que a aquisição de algum dos dispositivos durante a pré-venda garantirá até seis meses de Google AI Pro sem custos adicionais.
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O WhatsAppoficializou hoje um conjunto de novidades para usuários de recursos e dispositivos da Apple, com destaque especial para o CarPlay e o iPad — que só ganhou um app do mensageiro no ano passado.
No caso do sistema de infoentretenimento da Maçã, foi revelada uma reformulação completa da experiência, que inclui agora a possibilidade de ouvir e responder mensagens com as mãos livres. Também passou a ser possível fazer ligações, consultar o histórico delas e acessar seus favoritos diretamente da multimídia do veículo.
Divulgação/Meta
Usuários de iPad, por sua vez, agora podem criar uma conta na plataforma e configurá-la diretamente do tablet, o que os livra também de ter que conectar o app a um smartphone. Segundo o mensageiro, essa adição era um dos principais pedidos dos usuários.
O WhatsApp também oficializou a possibilidade de compartilhar uma música do Apple Music ou do Spotify na forma de um status, expandindo as possibilidades de expressão nessa seção do app.
Por fim, também foi anunciada uma integração com o Adobe Acrobat para permitir que usuários abram PDFs diretamente do WhatsApp Web (ou do app para Windows) sem precisar baixá-los. Também passou a ser possível fazer edições simples, como destacar e adicionar comentários, sem deixar o mensageiro e com criptografia de ponta a ponta.
Divulgação/Meta
Segundo a Meta, essas novidades já foram liberadas para todos os usuários do WhatsApp.
A Anthropic implementou no Claude Code a possibilidade de testar aplicativos para iPhone em um painel interativo do iOS Simulator.
Aos interessados, será possível construir aplicativos para iPhones diretamente do Claude Code Desktop a partir da versão 1.24012.0 do app. A integração possibilita ainda a utilização de toques, gestos e atalhos da solução nativa da Apple para simular o iPhone.
Claude Code on desktop now works with the iOS simulator.
Build and run your iOS app, and the simulator opens in a panel right next to your conversation. Available today in public beta. pic.twitter.com/su4IguzPVb
O Claude Code no desktop agora funciona com o simulador do iOS.
Construa e execute seu aplicativo para iOS, e o simulador abre em um painel bem ao lado da sua conversa. Disponível hoje em beta público.
O recurso é exclusivo da versão para macOS do Claude Code (levando em conta, claro, a disponibilidade do Simulator da Apple), e é necessário ainda ter o Xcode com a plataforma iOS instalada.
Para executar um determinado app, basta abrir o projeto na aba “Code” do Claude Code Desktop, pedir à inteligência artificial (IA) para testar o aplicativo e… pronto. É possível que no primeiro acesso o app solicite uma permissão para seguir com a instalação. O painel dispensa o uso do Computer Use (com exceção da versão em CLI), controlando diretamente o uso do iOS Simulator.
Ainda em beta pública, a ferramenta exige sessões locais, pois sessões em nuvem não são capazes de acessar simuladores instalados no Mac. A novidade está disponível para usuários dos planos Pro, Max e Team.