Anunciado na semana passada, o HomePod mini 2 traz algumas novidades bastante interessantes, como o suporte à Siri AI e um processador atualizado. Ainda assim, como ele se parece bastante com o seu antecessor (principalmente em termos de design), é possível que algumas pessoas ainda estejam confusas quanto às melhorias promovidas pela Apple.
Se você é uma delas, saiba que está no artigo certo! A seguir, vamos passar por todas as diferenças entre o HomePod mini de primeira geração e o HomePod mini 2 — assim, você poderá decidir qual dos dois modelos comprar ou se vale a pena trocar o seu.
Design e dimensões
Aqui você vai encontrar mais semelhanças do que diferenças entre as duas gerações da caixa de som inteligente, que contam com o mesmo visual geral, introduzido em 2020, com novas cores adicionadas em 2021 e posteriormente em 2024.
Divulgação/Apple
Com um corpo esférico envolto por uma malha colorida, ambos os modelos têm 84,33mm de altura e 97,9mm de largura, com diferença apenas no peso, menor no HomePod mini 2: 335g (ante os 345g do modelo de primeira geração).
Como dito, as cores do HomePod mini de primeira geração já foram atualizadas algumas vezes, e o modelo chegou a ser vendido nas opções branca, amarela, laranja, azul e meia-noite. O HomePod mini 2, por sua vez, pode ser adquirido nas cores branca, rosa, verde, azul e meia-noite.
Ambos os modelos seguem vindo com uma superfície circular retroiluminada com botões de “+” e “-” para ajuste rápido de volume.
A Apple disponibilizará o recurso Brilho do Som (Sound Glow), que faz essa superfície pulsar e brilhar em tempo real de acordo com a música que está tocando, para todos os modelos do HomePod mini e para o HomePod de segunda geração.
Divulgação/Apple
Tecnologia de áudio
Nesse quesito temos algumas mudanças bem curiosas de uma geração para a outra, embora pouco tenha mudado do ponto de vista de hardware.
O que ambos os modelos têm:
Driver de alcance completo e dois radiadores passivos para graves profundos e frequências altas nítidas;
Guia de onda acústica personalizada para um campo sonoro de 360º;
Tecido acusticamente transparente;
Áudio computacional para ajustes em tempo real;
Reconhecimento de Som para alarmes de fumaça e monóxido de carbono;
Áudio multiambiente com AirPlay;
Compatibilidade com setups de áudio estéreo.
O que apenas o HomePod mini 2 tem:
Compatibilidade com som surround quando emparelhado a uma Apple TV 4K;
Pode ser usado como caixa de som para Macs;
Chip S10.
Divulgação/Apple
Em termos de hardware de áudio, o HomePod mini de primeira geração leva vantagem em apenas um item: o número de microfones. Enquanto o modelo mais antigo vem com quatro microfones embutidos “para Siri em distâncias grandes”, o HomePod mini 2 vem com “apenas” três.
É possível, no entanto, que a Apple esteja compensando a ausência de um microfone no novo modelo com as novas capacidades de software viabilizadas pelo chip S10, bem mais moderno do que o S5 do HomePod mini de primeira geração.
Fontes e controles de áudio
Aqui, nada mudou. Ambos os modelos podem reproduzir áudio das seguintes fontes:
Apple Music;
Compras do iTunes;
Biblioteca de Música do iCloud com uma assinatura do Apple Music ou do iTunes Match;
Serviços de música de terceiros;
Estações do Apple Music Radio ou episódios sob demanda;
Estações de rádio do TuneIn, do iHeartRadio ou do Audacy;
Apple Podcasts;
Resumos de notícias;
AirPlay (iPhone, iPad, iPod touch, Apple TV 4K ou Mac).
Também é possível controlar a reprodução ao:
Tocar uma vez na parte superior para reproduzir/pausar;
Tocar duas vezes seguidas para pular;
Tocar três vezes seguidas para voltar;
Tocar e segurar para invocar a Siri;
Tocar nos botões de “+” e “-” para aumentar ou diminuir o volume.
O HomePod mini 2 vence com facilidade nesse quesito: é o único compatível com a versão “turbinada” da assistente virtual da Apple, a Siri AI.
De acordo com a Apple, além de ajudar em tarefas mais simples como enviar mensagens, controlar a reprodução e configurar lembretes, a Siri AI também pode conversar mais naturalmente, responder dúvidas sobre o mundo real com base em buscas na web e recomendar músicas de maneira mais precisa. Ela ainda leva mais o contexto em conta e processa a maioria das solicitações no próprio dispositivo.
O HomePod mini de primeira geração segue com a versão antiga da Siri, capaz de lidar com comandos mais básicos.
Conectividade e sensores
Tanto o HomePod mini de primeira geração quanto o HomePod mini 2 são compatíveis com descoberta ponto a ponto, para acesso fácil de convidados, e com redes Thread, além de contarem com um chip de banda ultralarga para recursos que dependem da proximidade de outros aparelhos, como iPhones.
Divulgação/Apple
Já o modelo mais antigo tem Wi-Fi 4 (802.11n) e Bluetooth 5, enquanto a nova versão conta com Wi-Fi 6E (802.11ax) e Bluetooth 6. Ambos os modelos vêm com sensores de temperatura e umidade.
Preço e disponibilidade
Já disponível em pré-venda, o HomePod mini 2 será lançado em 30 de outubro por US$150 (US$20 a mais do que o modelo anterior) nos Estados Unidos e em outros países selecionados.
Assim como seu antecessor, o novo HomePod mini também segue sem uma previsão de lançamento no Brasil ou em Portugal — quem sabe isso mude com o lançamento dos sistemas 27.2 e com a chegada da Siri AI em português.
Divulgação/Apple
Ambos os HomePods mini vêm com um cabo USB-C e um adaptador bivolt de 20W na caixa, além da documentação regulamentar, é claro.
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In Episode 95 of the Sceptic: Reform's record-breaking donations row, Eugyppius on the AfD's breakthrough in Germany and David Turver on the £483 billion climate damage claim over North Sea oil and gas.
A Amazon lançou no Brasil uma oferta de quatro meses grátis para novos usuários do Amazon Music Unlimited, seu serviço de streaming musical completo que oferece acesso a mais de 100 milhões de músicas em alta qualidade, offline e sem anúncios.
Com o Music Unlimited, você tem acesso a milhões de faixas em qualidade Ultra HD e em Áudio Espacial com Dolby Atmos, além de poder desfrutar de uma integração perfeita com dispositivos e plataformas da Amazon (como a Alexa, os alto-falantes Echo e o Fire TV).
Mas ele também se integra a dispositivos e plataformas de terceiros (inclusive com os da Apple), como tablets, computadores, smart TVs e alto-falantes inteligentes (para além dos da Amazon), com direito a sincronização entre dispositivos e opção para ouvir offline.
Com algoritmos avançados que aprendem o gosto musical do usuário para sugerir playlists, artistas, músicas e estações de rádio temáticas, o serviço conta ainda com um catálogo enorme de podcasts sem custo adicional — ideal para quem não quer usar dois apps!
O Unlimited também tem letras sincronizadas em tempo real, além de conteúdos e experiências especiais para assinantes (como acesso a lançamentos antecipados, conteúdos exclusivos de artistas parceiros e shows/eventos transmitidos ao vivo pela plataforma).
O Amazon Music Unlimited não requer uma assinatura Prime (embora assinantes tenham desconto) e pode ser contratado com opções de assinaturas Individual (R$25,90/mês), Familiar (até seis contas, por R$44,90/mês) e para um dispositivo Echo ou Fire TV (R$13,90/mês).
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If a show you follow in Podcasts seems to be missing older episodes, check the filter first. Apple’s iOS 27 guide says a followed show is filtered to Unplayed episodes by default, so anything you’ve finished drops out of the list until you remove that filter or search for it. The same guide explains how […]
Aplicativos que utilizam uma premissa simples e a transformam em uma experiência interessante são, particularmente, meus favoritos. Exemplo disso é o Farwave, um app para iPhone e iPad desenvolvido pelo brasileiro Fernando Bunn que permite encontrar estações de rádio de todo o mundo girando um globo 3D até uma determinada região e tocando em uma estação.
A interação baseia-se na localização geográfica, e não em pesquisas por texto. Ou seja, os usuários giram o globo, selecionam uma região e tocam em uma estação, tudo pela mesma interface.
Divulgação/Farwave
Há, ainda, um botão chamado “Take me anywhere” (“Leve-me a qualquer lugar”, em tradução direta) que seleciona uma opção aleatória para ouvintes que não querem procurar um local específico; além disso, o aplicativo salva o histórico de reprodução para que as pessoas possam retornar a uma estação mais tarde.
Além do rádio, o app também organiza podcasts e músicas utilizando a mesma metáfora do globo. Diferentemente das estações de rádio, assinantes Pro podem pesquisar programas ou adicionar manualmente um feed RSS. O aplicativo também oferece suporte a filas de reprodução, velocidade de reprodução ajustável e downloads para ouvir offline.
Assinantes do plano Pro também podem importar seus próprios arquivos de áudio de um computador ou do aplicativo Arquivos. Cada artista aparece como um “sinal” próprio, e as faixas importadas permanecem no dispositivo para reprodução offline.
Two years ago, social psychologist Jonathan Haidt released his New York Times bestseller The Anxious Generation. The book posits that the rise of social media and smartphone use is largely to blame for the prominent decline in teen mental health since 2010. It quickly became a central rallying cry of the social media backlash. Haidt has been credited with helping inspire Australia's nationwide teen social media ban. He has joined forces with bereaved parents who are fighting tech companies in court. His name comes up unprompted in conversations with people in power who say his book opened their eyes to an online crisis.
In Episode 95 of the Sceptic: David Betz on the significance of the Dover protests, Brooks Newmark on the escalating Ukraine war and William M Briggs on what the numbers really tell us about Britain's latest heatwaves.
It's the hot new thing in tech, and it's where all the jobs are. Students who don't learn to use it fall behind. And to help them catch up in time, its creators are graciously providing the resources and curriculum for learning it, often pro bono.
That's the narrative AI companies are pitching schools on right now, but according to New York Times education technology reporter Natasha Singer, it's also how the tech industry has built its influence in classrooms for the past 15 years.
In a new book, Coding Kids,Singer details how tech companies took a central role in promoting computers and coding skills in education, promising computer sci …
Independent podcast apps are not growing as a category. This is not a particular secret, but perhaps you haven’t seen it stated explicitly. It’s the sort of thing that has to be inferred, but there’s plenty of available data if you look for it. While the podcasting sector has seen growth, this has occurred almost entirely on platforms like YouTube, and the independent podcast app userbase has mostly just stood still.
[…]
I’m sure somewhere out there a 21-year-old just downloaded Castro or Pocket Casts for the first time and thinks RSS feeds are awesome (if you are this person, please email me). But every number I can see indicates the userbase is both static and aging. Every new customer I talk to has used some combination of Apple Podcasts, Overcast, Pocket Casts, or Castro for at least the last 5 years if not the last 10.
[…]
Perhaps there are healthy businesses that get very few new users but instead gracefully age with the ones they have. Ferrari maybe? Buddy, smartphone apps are not one of those businesses.
[…]
I would rather work on flashy features to capture new users, but, reality being what it is, I have to think about things in terms of both the health of the ecosystem and what will actually help retain existing podcast app users.
Anil Dash wrote, in 2014, that the simple phrase wherever you get your podcasts is a “radical statement”:
[…] Because what it represents is the triumph of exactly the kind of technology that’s supposed to be impossible: open, empowering tech that’s not owned by any one company, that can’t be controlled by any one company, and that allows people to have ownership over their work and their relationship with their audience.
Video podcasting changes that. In its simplest form, it is just a YouTube channel, which means it is siloed and controlled by Google. Spotify also supports video but only in its app.
So Marco described a problem. What if someone manually asks to download an episode when they already have three downloaded? You can’t just immediately delete it to keep things tidy. So what do you do? Marco added a special hidden “episode downloaded manually” flag to the database, so those episodes would not count towards the limit.
This is one more example of how even the most seemingly trivial features require thinking through and accounting for different cases that may not be obvious at first glance. Every user interface designer and product designer should collect and absorb examples like this.
[…]
Finally, Marco’s wife Tiff suggests a solution to all the problems: just don’t let users download more episodes, she said, and show them a message, roughly: “Your episode limit is three, but this would be the fourth, denied”.
Marco liked the solution. I didn’t. Sure, it solves Marco’s problems, but not the user’s.
Birman presents this as “Let me click,” but I wanted to offer two alternative/complementary principles that helped me before:
Let me do things in any order. Here’s Google Home app, where I can change the temperature and the time for holding – but if I change the time first, it frustratingly resets when I subsequently change the temperature. It forces one specific order in an interface that suggests any order is okay[…]
The current action has the most momentum. The user is right there, active, tapping on things, wanting to get stuff done. If Overcast indeed throws a “your episode limit is three” message, then it forces the user to remember how to get to the settings and change it. The momentum is lost. The decisions of past me should not be as important as the decisions of present me.
I’ve needed to evolve my expectations for what my role in Overcast is.
After building up a large, passionate userbase over a very long time, it’s not really entirely mine anymore. I can’t just do whatever I want with it.
And the growth era of open/RSS/indie/whatever podcast apps is over. The business is now about serving and retaining my existing customers for as long as possible.
So I can add things here and there, very carefully, but I can’t really change anything significant.
Several tech stories kick off this session, including RAID software compatibility warnings, Bending Spoons’ IPO, foreign influence campaigns around data centers, and Fox’s reported Roku purchase. Chuck Joiner, David Ginsburg, Jim Rea, Marty Jencius, Web Bixby, Jeff Gamet, and Eric Bolden focus heavily on streaming control, smart TV data collection, Apple TV’s future, Spotify’s removal of fake drug-related podcasts, and the rapid growth of AI majors in higher education.
At NAB in Las Vegas, Alex Mavlios of Epidemic Sound explains how the company licenses music by acquiring full rights from artists, then offering secure usage across podcasts, video, social media, broadcast, and film. He addresses copyright risks, monetized content, artist royalties, pricing from creator plans to enterprise licenses, and why perpetual licensing helps creators avoid future rights disputes.
Rivian’s rejection of CarPlay and physical buttons in favor of voice and AI control sees to question safety, convenience, data control, and long-term car software support. Chuck Joiner, David Ginsburg, Jeff Gamet, Guy Serle, Web Bixby, Eric Bolden, Marty Jencius, and Jim Rea question whether Rivian has other motives, and then dive into Tesla updates, AI voice recreation of Stan Lee, Spider-Man ticket promotions, Dashlane concerns, and Andy Ihnatko’s new site.
The MacVoices Live! panel examines Spotify adopting Apple-backed video podcast technology, Instagram’s disappearing posts and why anyone would want them, and Microsoft expanding Copilot everywhere, whether it is a good idea or not. Chuck Joiner, David Ginsburg, Jeff Gamet, Guy Serle, Web Bixby, Eric Bolden, Marty Jencius, and Jim Rea also look at the risks of putting AI mini data centers in homes, and Plex’s major lifetime Pass price hike.
In Episode 92 of the Sceptic: Mike Graham lifts the lid on Britain's increasingly cosy media establishment and Prof Roger Pielke Jr challenges some of the simplistic claims surrounding Europe's heatwaves.
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O tvOS 27 chegará neste ano com uma leva de novidades para a Apple TV 4K que, embora discretas se comparadas às de outros sistemas da Maçã, trazem melhorias bem-vindas ao dia a dia de quem usa o aparelho — do app Podcasts redesenhado a ajustes de performance por todo o sistema.
Preparamos um vídeo reunindo e demonstrando as principais mudanças da atualização. Confira abaixo:
Entre os destaques está o novo app Podcasts, que ganhou redesenho completo com suporte a programas em vídeo, alinhando a Apple TV às demais plataformas da empresa. O Apple Music também recebeu atenção: agora conta com suporte a áudio Hi-Res Lossless e com o recurso AutoMix, que cria transições automáticas entre as faixas.
Outras novidades incluem ajuste de tamanho de texto, verificação do status do AppleCare diretamente nos Ajustes (Settings) e atualização remota da Apple TV pelo app Casa (Home). O sistema também trará suporte a legendas geradas por IA on-device e melhorias no HomeKit Secure Video, agora com suporte à resolução 4K.
No quesito performance, a Central de Controle ficará mais responsiva, o AirPlay estará mais rápido, as animações ficarão mais suaves em todo o sistema e segundo a Apple os apps abrirão até 30% mais rápido, além de o sistema vir com diversas correções de bugs.
Vale lembrar que o tvOS 27 não é mais compatível com as Apple TVs HD e 4K de primeira geração, funcionando apenas nos modelos 4K de segunda e terceira gerações.
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Apple TV 4K (3ª geração)
Armazenamento: 64GB ou 128GB Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Ethernet
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Apple Podcasts runs within CarPlay, Apple’s in-car software platform for accessing compatible iPhone apps through a vehicle’s display and controls. CarPlay provides the driving environment, while Podcasts supplies the programs, episodes, library and playback features available inside it.
That combination suits a part of the day that often feels wasted. A commute may be too fragmented for reading or watching something, but it can provide enough uninterrupted time for a news briefing, interview, documentary series or comedy show.
Podcasts also give each journey a different character. The morning drive can offer information before work, while the return trip can provide lighter entertainment or continue a longer story. Drivers are free to choose whether the time should be useful, relaxing or simply less repetitive.
Apple Podcasts Fits Naturally Inside CarPlay
Apple Podcasts appears alongside other compatible audio apps when an iPhone connects to CarPlay. The vehicle display offers access to available episodes and essential controls without reproducing the complete iPhone interface on the dashboard.
The distinction is simple: Apple Podcasts does not create or power CarPlay. It is an audio app designed to operate within the wider CarPlay experience, which also handles navigation, calls, messages and other supported services.
CarPlay reduces podcast playback to the functions most appropriate in a vehicle. Drivers can use the Now Playing screen, CarPlay Dashboard, steering-wheel controls or buttons provided by the vehicle. Available commands can include playing, pausing, jumping back 15 seconds, moving forward 30 seconds and changing playback speed.
Siri provides another way to manage audio while keeping attention on the road. A driver can request a followed show, pause the current episode or continue listening without searching through the display. Support varies according to the vehicle and its controls, but the app remains connected to the iPhone rather than operating as a separate system installed by the automaker.
The interface is especially suitable for spoken audio. Songs can often continue without intervention, while a podcast listener may want to replay an explanation, skip part of an episode or resume a program interrupted earlier. CarPlay keeps those common controls accessible without placing the full Podcasts app in front of the driver.
Image Credit: Apple Inc.
The Commute Becomes a Listening Window
A regular route creates a predictable amount of listening time. Someone with a 15-minute drive may prefer concise news, business updates or language lessons. A 40-minute journey provides room for detailed interviews, investigative reporting or serialized fiction.
Apple Podcasts includes programs covering education, technology, culture, history, sports, health and entertainment. The variety allows listeners to build different routines around the same drive rather than depending on one radio schedule or repeatedly hearing familiar music.
A morning episode can provide context for events likely to shape the working day. On the way home, comedy and conversational programs can create distance from work before the listener reaches the front door. Neither choice requires treating every available minute as a productivity exercise.
The format can also make traffic less frustrating. A delayed journey remains inconvenient, but an episode gives the driver something continuous to follow as the arrival time changes. Spoken stories can hold attention without asking the driver to look away from navigation or the road.
Apple Podcasts keeps longer programs useful even when they do not fit into one trip. Listening progress can synchronize across compatible devices using the same Apple Account, allowing an episode started at home to continue in the car or resume later on another device.
Preparation Makes CarPlay Listening Better
The safest podcast decision is usually the one made before the car starts moving. Apple Podcasts allows listeners to follow shows, download episodes and arrange a queue on the iPhone in advance. CarPlay can then concentrate on playback instead of discovery.
A prepared queue is useful when several episodes are planned for one journey. The next selection can begin automatically after the current program ends, removing the temptation to search through categories while driving. Listeners can combine a short briefing with a longer interview or place lighter material after a demanding program.
Downloads make the experience more reliable. Saved episodes can continue playing through areas with weak cellular coverage, including rural roads, tunnels and underground parking structures. Downloading through Wi-Fi can also prevent a long daily routine from consuming unnecessary mobile data.
Automatic downloads can keep recent episodes from followed shows ready for the next drive. Storage still requires attention, especially when subscriptions publish frequently, but played downloads can be removed automatically according to the selected Podcasts settings.
Playback speed provides another form of control. Faster playback can help a listener finish a familiar news format within a shorter trip, while normal or slower speeds may suit technical discussions, unfamiliar accents or narrative programs where delivery forms part of the experience.
Listening Continues After the Car Stops
CarPlay does not create a separate podcast library inside the vehicle. It extends the listening activity already connected to the iPhone, preserving followed shows, saved programs and playback position when the drive ends.
That continuity prevents commute listening from becoming isolated. A listener can discover and prepare episodes on an iPhone, hear part of one through CarPlay and continue later on a Mac or another compatible device. Downloads remain stored on the device that received them, while supported library information and progress can synchronize through the Apple Account.
Commute length can eventually shape a personal programming schedule. A 12-minute daily news show may fit the morning route almost exactly, while a 45-minute interview can cover both directions with the remaining section ready for the following day. The queue can change with the calendar, leaving shorter episodes for busy mornings and deeper programs for the roads that provide enough time to hear them properly.
A cada atualização anual do macOS, uma escolha da Apple em particular gera quase tanta curiosidade quanto as mudanças e os novos recursos do seu sistema operacional: o nome que acompanhará o update.
Hoje, faremos uma breve recapitulação das principais escolhas da Maçã sobre os nomes de cada versão do sistema operacional dos seus computadores, passando por décadas de codinomes felinos e, mais recentemente, paisagens californianas.
As (várias) mudanças do passado
Antes disso — no período do Mac OS Classic, que abrange os sistemas dos Macintoshes lançados entre 1984 e 2001 —, os nomes dos sistemas da Apple eram usados quase exclusivamente de forma interna. Publicamente, as versões recebiam denominações bastante protocolares, mas, nos bastidores, praticamente todas carregavam codinomes.
O System 6, por exemplo, teve versões conhecidas internamente como Antares (6.04), Big Deal (6.05), SixPack (6.06) e Terminator (6.08). Já o System 7 passou por uma verdadeira coleção de nomes, incluindo Blue, Beta Cheese, Cube-E, I Tripoli, Jirocho, Mozart, Capone, Danook, Thag e Marconi, entre outros. Também houve casos específicos, como Road Warrior, utilizado nos primeiros PowerBooks, além de Unity, Buster, Son of Buster, Harmony e Ides of Buster, empregados em versões posteriores do sistema.
A partir do Mac OS 8, os nomes foram predominantemente relacionados à teoria musical — é o caso do codinome Tempo no Mac OS 8, Allegro no Mac OS 8.5 e Sonata no Mac OS 8.7 (versão de desenvolvimento do que viria a ser o Mac OS 9). As exceções são o Mac OS 8.1 (intitulado Bride of Buster) e o Mac OS 8.6 (Veronica).
Essa só se tornou uma tradição marqueteira a partir do Mac OS X 10.2, quando Steve Jobs apresentou a nova versão do sistema operacional como Mac OS X Jaguar, levando um codinome ao público pela primeira vez — antes do Jaguar, a Apple utilizou os codinomes Kodiak para a versão beta, Cheetah para a 10.0 e Puma para a 10.1 —, inaugurando a era de nomes de grandes felinos.
Os animais ditaram os sistemas dos Macs por cerca de dez anos (de 2002 até 2012): foi o caso do Mac OS X 10.3 Panther, Mac OS X 10.4 Tiger, Mac OS X 10.5 Leopard, Mac OS X 10.6 Snow Leopard, Mac OS X 10.7 Lion e, por fim, OS X Mountain Lion 10.8 — que abandonou (temporariamente) o prefixo “Mac”.
OS X Mavericks 10.9: a alteração de rota rumo à Califórnia
A partir da décima versão do macOS (então OS X), a Apple adotou publicamente nomes com as regiões da Califórnia, tendência que segue em vigor até os dias de hoje.
A troca, aliás, andou em paralelo a uma mudança paradigmática do sistema: foi somente com o OS X Mavericks 10.9 que a Maçã deixou de cobrar pela atualização dos seus sistemas operacionais, permitindo que os seus usuários, a partir do Snow Leopard (na compilação 10.6.8), atualizassem as suas máquinas sem custos adicionais — uma realidade que permanece até os dias de hoje.
O primeiro destino geográfico escolhido pela Apple remete a uma região litorânea conhecida pelas altas ondas, propícias para a cena local do surfe. O papel de parede do OS X 10.9 dava destaque à curvatura de uma grande onda em tons de azul e turquesa, com clara inspiração na localização que deu nome ao update.
Em matéria de software, o OS X Mavericks ficou marcado pelo aprimoramento na gestão de performance, bateria e memória, aproveitando melhor o hardware dos computadores da Apple. Quanto aos recursos, o sistema trouxe os links compartilhados no Safari, respostas embutidas em notificações, abas e tags no Finder, melhor suporte ao uso de múltiplos monitores, além da introdução de novos aplicativos, como o Mapas e iBooks.
OS X Yosemite 10.10
Pouco mais de quatro horas adiante (ou 314km, para ser mais exato), encontramos o Parque Nacional de Yosemite. A área já era considerada tão importante para a preservação ambiental que Abraham Lincoln autorizou sua proteção e uso público em 1864, anos antes da criação de Yellowstone, reconhecido como o primeiro parque nacional do mundo. Outro grande entusiasta de Yosemite foi Theodore Roosevelt, que ajudou a consolidar a sua importância dentro do sistema de parques americanos.
Um dos maiores símbolos do parque — e também o destaque do wallpaper oficial do sistema — é o Half Dome, um monólito de granito com impressionantes 2.696 metros de altitude. Localizada no coração de Yosemite, a formação foi considerada inescalável por alguns geólogos do século XIX, até que George G. Anderson realizou a façanha em 1875, escalando-a descalço. Muito possivelmente, a foto usada pela Apple foi registrada com uma lente teleobjetiva nas proximidades da Ahwahnee Meadow.
O OS X Yosemite 10.10 foi um marco importante na trajetória do macOS. Muito lembrado pelas mudanças de design na interface — com elementos translúcidos e ícones de formas planas que definiriam a identidade visual do sistema por várias gerações —, ele também deixou como legado a introdução dos recursos de Continuidade (Continuity) entre o OS X e o iOS.
Inicialmente, a novidade englobava apenas o AirDrop, as chamadas telefônicas, o app Mensagens, o Handoff e o Instant Hotspot. Ainda assim, ela inaugurou um nível de interoperabilidade que ajudou a redefinir a forma como o mercado de tecnologia passou a enxergar ecossistemas compostos por diferentes produtos de uma mesma marca.
OS X El Capitan 10.11
A apenas 20 minutos de distância do Ahwahnee Meadow, a próxima parada do Mac é outra atração turística presente dentro do Parque Nacional de Yosemite: o El Capitan é um monólito de granito de quase 900 metros que se ergue acima do vale do parque.
O papel de parede provavelmente foi fotografado a partir do mirante Tunnel View, de onde é possível avistar o El Capitan à esquerda do vale. Ao fundo, surge o Half Dome — um enquadramento que parece refletir o espírito da atualização. Diferentemente de Yosemite, o OS X El Capitan 10.11 deu menos ênfase à introdução de novos recursos e concentrou seus esforços em correções de bugs, otimizações de desempenho e refinamentos da experiência de uso. Entre as principais novidades, estavam um Spotlight aprimorado, a adição do Split View e diversas melhorias nos aplicativos nativos da Apple.
macOS Sierra 10.12
Cerca de 338km depois (aproximadamente quatro horas e meia) de Yosemite, passando pela cordilheira de Sierra Nevada (situada no leste da Califórnia, a oeste do Mount Whitney), temos o Lone Pine Peak, cenário da montanha que aparece no wallpaper do sistema.
Além da mudança de nomenclatura de OS X para macOS (colado e com o “m” minúsculo, como segue até os dias de hoje), a atualização é particularmente lembrada pela inclusão da Siri no Mac, o Desbloqueio Automático (Auto Unlock) com o Apple Watch e a Área de Transferência Universal (Universal Clipboard) entre Macs, iPhones e iPads.
macOS High Sierra 10.13
Uma rápida viagem de 80 minutos (129km) é capaz de nos levar ao próximo destino fotografado pela Apple: North Lake, localizada na pequena cidade de Bishop, entre as montanhas da cordilheira de Sierra Nevada. Ali, muito possivelmente em meio ao outono, o registro eternizado no papel de parede do sistema foi feito.
Quando falamos do sistema, aos moldes do próprio El Capitan e do Snow Leopard, o macOS High Sierra 10.13 focou muito mais no aprimoramento interno do macOS do que em novos recursos, mas vale mencionar a inclusão do novo sistema de arquivos da Maçã (o Apple File System, ou APFS), do suporte aos formatos audiovisuais HEVC e HEIF, bem como a chegada da segunda geração da tecnologia de desempenho gráfico Metal.
macOS Mojave 10.14
Depois das montanhas, que peculiarmente ficam na margem do wallpaper, vieram as dunas. Com uma distância de 253km (ou três horas de carro), o próximo destino é o Parque Nacional do Vale da Morte, o ponto mais quente do continente americano — onde se registrou a maior temperatura da história (56,7°C) em julho de 1913, e onde a foto do papel de parede do macOS Mojave 10.14 foi feita.
Já sobre as novidades do sistema, essa versão do macOS é particularmente conhecida pela introdução do Modo Escuro, a inclusão dos Conjuntos (Stacks) na Mesa (Desktop), além da estreia de apps já conhecidos dos usuários de iOS, como o Apple News, o Bolsa (Stocks), o Gravador de Voz (Voice Memo) e o Casa (Home).
macOS Catalina 10.15
A 428km adiante do Deserto de Mojave (cerca de cinco horas e meia de carro), nós temos a Ilha de Santa Catalina, destino paradisíaco — e remoto — da costa sul da Califórnia que deu nome à versão do macOS lançada em 2019. Pela posição da foto, o que se especula é que o registro oficial da Apple tenha sido feito com o auxílio de um drone ou helicóptero, sobrevoando as águas para capturar Catalina sob diferentes períodos e iluminações para fornecer o tema dinâmico disponível no sistema.
Essa atualização marcou o fim do iTunes, que foi segmentado em um catálogo de aplicativos separados (Apple TV, Música, Apple Podcasts), mas sua adição mais relevante muito possivelmente foi o recurso Sidecar, que possibilita o uso do iPad como um monitor externo do Mac.
macOS Big Sur 11
Com uma distância de 524km da Ilha de Catalina, a próxima parada é na Ponte Bixby Creek (inaugurada em 1932 e particularmente conhecida por suas estradas com curvas), localizada na costa central de Big Sur, que dá nome a essa versão do macOS — o papel de parede retrata também a parte litorânea do local.
Sobre o sistema, a versão marcou a transição dos processadores da Intel para o Apple Silicon com o lançamento do M1, trazendo novos ícones, materiais translúcidos, um novo Dock, Central de Controle e de Notificações.
Esta versão também foi um marco para o sistema operacional, pois, pela primeira vez em muitos anos, a Apple abandonou as sub-versões 10.x e passou para o número 11 — o que se manteve nos anos subsequentes.
macOS Monterey 12
Ainda na costa de Big Sur, o macOS Monterey 12 marcou a quebra de uma tradição: pela primeira vez em anos, a Apple optou por não incluir um registro fotográfico como possível papel de parede ou tela de descanso, mantendo apenas temas dinâmicos para ilustrar o sistema dos Macs naquela ocasião.
O Condado de Monterey, que inspirou o nome do sistema, é particularmente lembrado por ter abrigado a primeira capital da Califórnia, quando a região ainda era de domínio dos governos da Espanha e do México.
Em relação ao sistema, o grande destaque foi a introdução do Controle Universal (Universal Control), permitindo que um único conjunto de periféricos (como teclados e mouses) seja utilizado simultaneamente no Mac e no iPad.
macOS Ventura 13
Por volta de 450km de distância (quatro horas e meia de trajeto) depois, temos o Condado de Ventura, que inspirou essa versão do macOS. Emancipado do Condado de Santa Bárbara em 1873, ele abriga o píer mais antigo do estado da Califórnia. Mais uma vez, a Apple optou por não incluir um papel de parede fotográfico.
Quanto aos seus recursos, o macOS Ventura 13 se destacou pela adição do recurso Organizador Visual (Stage Manager) e melhorias no Spotlight, Safari, entre outros aplicativos nativos do sistema que ganharam reformulações.
macOS Sonoma 14
Do Condado de Ventura até Sonoma, são 748km (pouco mais de sete horas de trajeto) até a região norte de San Francisco, conhecida por abrigar centenas de vinícolas. O registro da Apple foi feito na vinícola Mazzocco Sonoma, no rancho de Warm Springs.
Depois de dois anos, a Apple enfim retornou com os papéis de parede fotográficos no macOS, funcionando também como protetores de tela (screensavers) dinâmicos que lentamente se tornam um wallpaper estático após o login.
A maior novidade do sistema foi a implementação dos widgets interativos na Mesa (Desktop), além de reformulações no modo Jogo, na relação do sistema com acessos remotos e no compartilhamento de conteúdos em videochamadas, com novidades também no Safari, na Siri e nos recursos de acessibilidade.
macOS Sequoia 15
Saindo de Sonoma, nosso próximo destino está localizado a quase sete horas de distância (mais ao sul da Califórnia, a exatos 547km de distância); trata-se do Parque Nacional da Sequoia, que abriga algumas das maiores árvores do planeta em termos de volume.
O registro do papel de parede é remoto o suficiente para não termos uma dimensão exata da sua localização geográfica (até porque a Apple nunca divulgou essa informação), mas é seguro afirmar que as imagens foram capturadas em algum dos bosques de sequoias da Sierra Nevada.
Além da estreia controversa dos recursos da Apple Intelligence devido à discrepância entre o que foi apresentado e as funcionalidades entregues, o macOS Sequoia 15 introduziu o Espelhamento do iPhone (iPhone Mirroring), a organização de janelas em mosaico e o aplicativo Senhas (Passwords).
macOS Tahoe 26
Do Parque Nacional de Sequoia, partimos rumo ao norte, até a fronteira entre a Califórnia e o estado do Nevada (uma distância de 330km, ou três horas e meia de trajeto). O próximo destino é o Lago Tahoe, também presente na cordilheira de Sierra Nevada. Ele é particularmente conhecido por ser o maior lago alpino da América do Norte em termos de altitude.
Conhecido por suas águas cristalinas, o lago é um destino frequente para esqui. O papel de parede do macOS Tahoe 26 exibe um ângulo baixo sobre o lago, com as rochas em primeiro plano, enquanto os pinheiros e as montanhas de Sierra Nevada aparecem ao fundo.
Quanto ao sistema, além da unificação da numeração com todo o ecossistema (iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e visionOS) da Apple, essa versão foi especialmente marcada pelo redesign de interface com a estreia do Liquid Glass. Outras novidades incluem a adição das Atividades Ao Vivo (Live Activities) ao recurso Continuidade, além de revisões do Spotlight, Central de Controle e os recursos da Apple Intelligence.
macOS Golden Gate 27
E, enfim, chegamos à versão mais recente do macOS! Com uma distância de 330km (trajeto com cerca de três horas e meia), nosso próximo destino é o cartão postal da cidade de San Francisco: a Ponte Golden Gate.
Ela foi, até 1964, a maior ponte suspensa do mundo — caso seus cabos de sustentação fossem esticados, teriam tamanho o suficiente para dar três voltas no planeta.
Enquanto sistema, assim como o Snow Leopard ou o High Sierra, o macOS Golden Gate 27 é marcado por sua abordagem de priorização dos refinamentos, tanto relacionados ao visual Liquid Glass quanto aos recursos da Apple Intelligence e da Siri, que agora se torna Siri AI.
E você aí, usa o macOS desde que versão? Alguma, em especial, lhe marcou? Ou você (ainda) não é usuário de Mac, mas gostou de todas essas curiosidades? 😊