A MBLM divulgou seu estudo anual mais recente sobre as marcas que tem as “conexões mais íntimas” com seus clientes — avaliando o grau de apego dos consumidores a empresas específicas.
Embora geralmente bem colocada nesse ranking, neste ano a Apple não ficou em uma posição muito prestigiada: a empresa está agora na sétima colocação da lista (e em segundo lugar no ranking do setor).
Com isso, pela primeira vez, ela foi ultrapassada pela sua rival Samsung (que ocupa a terceira posição geral e a primeira em tecnologia).
Na avaliação da MBLM, a Apple tem um quociente de relacionamento de 55,5, sendo que seu arquétipo mais forte é o “ritual”.
A Apple tem 15% dos usuários na fase de compartilhamento, 7% na de vínculo e 4% na de fusão. Dos consumidores que escrevem sobre a Apple, 25,5% têm algum tipo de intimidade com a marca.
A MBLM faz essa medição examinando as conexões emocionais dos usuários com uma marca, incluindo as características de seu vínculo em categorias como nostalgia, indulgência e identidade. O estudo deste ano abrangeu 425 marcas em 23 setores.
Uma investigação da Gamers Nexus, feita em conjunto com a Level1Techs e investigadores independentes, revela que as smart TVs OLED da LG captam áudio do ambiente mesmo em standby, e enviam dados para a divisão de publicidade da empresa.
O Reino Unido quer obrigar as gigantes tecnológicas a impedir que crianças tirem ou partilhem imagens de nudez através dos seus telefones. O governo britânico considera que as medidas propostas por Apple e Google ficam aquém da dimensão do problema.
Se você ainda tem o hábito de abrir links do X (antigo Twitter) para ler um post isolado, sabe como a experiência costuma ser irritante: ou o site pede login, ou carrega um monte de coisas que você não quer ver, ou simplesmente trava. Foi pensando nisso que Zhenyi Tan, desenvolvedor do site And a Dinosaur, criou o Litterbox.
O Litterbox é uma extensão para Safari (iOS, iPadOS e macOS) que abre links do x.com em um popup, permitindo ler aquele post específico sem sair da página em que você está — e sem precisar visitar o X de fato. A ideia, nas palavras do próprio desenvolvedor, é simples: abrir, dar uma olhada e fechar em seguida.
Alguns detalhes de funcionamento que valem a pena destacar:
A extensão usa a mesma API que o X utiliza para os embeds oficiais do site, então não depende de gambiarras que podem parar de funcionar a qualquer momento.
Nenhum cookie seu é enviado quando o popup é aberto — ou seja, o Litterbox não usa sua sessão logada no X para exibir o conteúdo.
Links que podem ser abertos dessa forma ganham uma pequena marcação ao lado (um pontinho), já que nem todo link do x.com pode ser incorporado dessa maneira — perfis de usuário, por exemplo, ficam de fora.
O Litterbox é gratuito na App Store, sem assinaturas, compras no app, anúncios ou rastreamento, e exige o iOS 18/macOS 15 ou superior.
Enquanto Images 2 foi um update mais corpulento, o Images 2.5 chega com novidades incrementais (detalhes mais nítidos, geração de imagens até 50% mais rápida, edição mais precisa e ferramentas de criação/compartilhamento avançadas).
ChatGPT Images 2.5—faster, sharper, smarter, with better tools for creating whatever you can dream of.
– Faster image generation to keep your ideas flowing
– Improved fidelity for more natural, recognizable images
Em seu post de anúncio, a OpenAI explicou que o novo modelo produz “luz mais natural” e “texturas mais ricas”, além de seguir instruções de edição mais fielmente ao longo de várias tentativas. Ele também estaria melhor na hora de preservar o assunto principal de uma imagem de referência.
Além dessas melhorias, também foi introduzido o recurso “Sketch”, que permite ao usuário desenhar uma imagem de referência diretamente no ChatGPT, bem como predefinições (templates) de formatos populares de imagens, compartilhamento de prompts e mais.
Some ideas are easier to draw than describe.
Use Sketch to draw right in ChatGPT and show it exactly what you have in mind.
Por fim, a OpenAI anunciou duas versões do Images 2.5 voltada a desenvolvedores: o GPT-Image-2.5 Flare e o GPT-Image-2.5 Sunburst, os quais estarão disponíveis por meio da API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. do ChatGPT (com o Flare como opção padrão). Enquanto o primeiro traz uma oferta de recursos mais comum, o segundo é voltado para “workflows visuais premium” que demandam um maior nível de controle.
Use-o [GPT-Image-2.5 Sunburst] para fluxos de trabalho criativos e de edição, como campanhas publicitárias prontas para produção ou imagens de produtos com acabamento profissional.
O Images 2.5 já foi liberado para usuários de todos os planos do ChatGPT, do ChatGPT Work e do Codex em todas as plataformas suportadas.
Há dois meses, falamos aqui sobre o RetinaDesk, um site muito bacana que ajuda você a escolher o melhor monitor externo para o seu Mac, levando em conta todas as especificidades dos computadores da Apple.
Pois bem, recentemente, a ferramenta ficou ainda mais completa com a adição de uma página que ajuda você a descobrir, de maneira extremamente intuitiva, a quantidade máxima de displays externos suportados pela sua máquina.
O banco de dados da ferramenta cobre todos os Macs com Apple Silicon lançados até hoje, bem como suas respectivas variantes — detalhe que joga o total de computadores listados pelo RetinaDesk para nada menos que 53.
Encontrar essa página é fácil: basta acessar o site do RetinaDesk, clicar na aba “Tools” na parte de cima da tela e, depois, selecionar a opção “Mac External Display Support by Chip” — ou simplesmente acessar esse link. Feito isso, é só selecionar o modelo do seu Mac na seção “Which Mac is it?” e, em seguida, sua respectiva variante — indicada pelo chip e o ano de lançamento (e, às vezes, o número de portas do computador) — em “Step 2”.
Captura de tela/RetinaDesk
Uma vez que você indicar o modelo do seu Mac, o número máximo de monitores externos ao qual ele pode ser conectado deverá aparecer à direita da tela, junto de uma ilustração do seu “setup máximo” — ou seja, com o maior número de monitores possível.
A nova página, no entanto, não para por aí, já que ela também conta com outra seção a qual ajuda você a montar setups com diferentes combinações de monitores, os quais podem ter resoluções e taxas de atualização distintas — sempre levando em conta, é claro, as limitações do seu computador. Ela também é uma boa forma de descobrir se o seu Mac suporta uma resolução ou uma taxa de atualização (ou uma combinação dessas duas coisas) específica.
Captura de tela/RetinaDesk
A seção “What each built-in port can drive”, por sua vez, exibe com quais resoluções/taxas de atualização cada porta do seu computador é compatível, além de revelar a sua versão (se é Thunderbolt 4 ou 5, por exemplo). Logo abaixo, temos a seção “How you can arrange the displays” que, como seu nome indica, mostra todas as combinações possíveis de monitores para a sua máquina.
Por fim, a ferramenta também deixa você comparar um Mac qualquer com outro modelo da sua escolha, checar se sua máquina precisa estar no modo clamshell para suportar um setup específico e aprender sobre soluções alternativas e suas respectivas concessões.
Captura de tela/RetinaDesk
Assim como o resto das ferramentas do RetinaDesk, essa nova página é totalmente gratuita, com o único “porém” sendo o fato de que ela não está disponível em português — problema que, é claro, pode ser facilmente remediado com a ajuda das ferramentas de tradução dos navegadores atuais.
A OpenAI está lançando um novo recurso opcional para o ChatGPT no macOS que pode monitorar suas atividades diárias no computador — abrangendo aplicativos e sites — e transformá-las em memórias e em uma linha do tempo.
Chamado Computer History, o recurso está disponível inicialmente para usuários dos planos Pro, Business e Enterprise. Para usá-lo, é necessário ativá-lo em Configurações » Integrações no aplicativo do ChatGPT para macOS.
ChatGPT can now remember your activity across the apps and websites on your computer.
With Computer History in the desktop app, future interactions feel more personalized and require less explanation. pic.twitter.com/WHZPxPp31R
O ChatGPT agora pode lembrar-se da sua atividade em aplicativos e sites no seu computador.
Com o Computer History no aplicativo para desktop, as interações futuras parecem mais personalizadas e exigem menos explicações.
Segundo a OpenAI, isso permitirá que o ChatGPT localize arquivos, documentos e conversas relevantes para a sua consulta — independentemente de estarem no Google Docs, no Slack ou em uma aba aberta do navegador — sem que você precise reexplicar todo o contexto da sua solicitação.
Isso também será útil para aqueles momentos em que você sabe que leu algo, mas não faz ideia de onde. Naturalmente, a novidade requer que o recurso de Memórias também esteja ativado.
A OpenAI aponta que os usuários terão controle total sobre quais aplicativos e sites o recurso poderá acessar. No macOS, haverá uma nova opção na barra de menus para remover qualquer aplicativo do recurso, além de uma nova configuração no aplicativo do ChatGPT para desktop que permite excluir aplicativos e sites específicos.
Todos esses dados são armazenados localmente; assim, você pode visualizar o que o sistema captura e excluir itens caso não queira que façam parte da linha do tempo. Ademais, o recurso vem desativado por padrão, e você também pode pausá-lo a qualquer momento pela barra de menus.
Como dito, o Computer History está sendo disponibilizado para todos os usuários dos planos Pro, Business e Enterprise — exceto em regiões como o Espaço Econômico Europeu (EEE), o Reino Unido e a Suíça, onde a função será disponibilizada “nas próximas semanas”.
Outras novidades
O ChatGPT também ganhou, recentemente, um punhado de outras novidades que tornam mais fácil incluir documentos e arquivos salvos nas suas conversas, bem como encontrar o que você precisa e retomar de onde parou.
Na web, o texto copiado do Google Docs ou de outra conversa do ChatGPT preserva títulos, negrito, links e listas, tanto durante a escrita quanto após o envio da mensagem.
Adicione arquivos salvos sem precisar carregá-los novamente graças à opção “Adicionar da biblioteca”.
Selecione vários itens da Biblioteca de uma só vez, arrastando o cursor sobre vários arquivos ou pastas para selecioná-los em conjunto.
A busca agora inclui pastas e localiza títulos de conversas. Na web, você também pode pesquisar dentro da Biblioteca para encontrar seus arquivos salvos.
No iOS/Android, o ChatGPT consegue identificar quando uma conversa por voz em segundo plano parece inativa, bem como verificar se você ainda está presente e encerrar a sessão caso não haja resposta.
Se o ditado falhar devido a problemas de conexão ou tempo limite, o ChatGPT tenta novamente de forma automática uma vez, permitindo que você conclua a gravação sem precisar recomeçar.
Ao retornar a uma conversa, as respostas já finalizadas aparecem imediatamente, sem aquela reprodução lenta que dava a impressão de que ainda estavam sendo geradas.
Por fim, usuários com o plugin do Google Drive conectado podem agora visualizar e navegar pelos seus arquivos e pastas diretamente na Biblioteca. Seu conteúdo permanece no Drive e, caso você conceda autorização, o ChatGPT pode alterar o arquivo de origem diretamente. O recurso está sendo disponibilizado para usuários dos planos Plus, Pro, Enterprise, Edu, Healthcare e Business na versão web, tanto no modo Chat quanto no modo Work. O suporte para dispositivos móveis chegará em breve.
A alternativa permite, por exemplo, checar os status de um determinado contato, ou habilitar que ele veja determinadas informações do seu perfil (como o seu ícone ou o campo de recado) caso a visibilidade esteja restrita à sua lista de contatos — coisas que só eram possíveis antes ao salvar seu número de telefone.
WhatsApp launches a username field for new contacts, compatible with Status Sharing!
On Android and iOS, WhatsApp has introduced a new field for the contact creation screen that lets users save a contact's username alongside their name.https://t.co/5hSI6SUrs0pic.twitter.com/InGkJzgI7W
O WhatsApp lançou um campo de nome de usuário para novos contatos, compatível com o Compartilhamento de Status.
No Android e no iOS, o WhatsApp introduziu um novo campo na tela de criação de contato que permite aos usuários salvar o nome de usuário do contato junto do seu nome.
O novo campo está disponível tanto no iOS quanto no Android na tela já conhecida do público para adicionar novos contatos (ela pode ser acessada tocando no botão “+”, na seção “Conversas”, e depois selecionando a opção “Novo contato”).
Embora ainda não haja uma previsão oficial quanto à disponibilidade geral da novidade, o campo já foi notado por algumas pessoas que instalaram a versão mais recente do WhatsApp na App Store e pelos usuários da versão beta (via TestFlight).
Saudações de boas-vindas em grupos chegando ao iOS
Já presente na versão beta para Android, o mensageiro da Meta está testando no iOS um recurso que permite aos administradores de um grupo enviar uma mensagem automatizada de saudação para cada novo membro que integra a conversa coletiva.
O WhatsApp identifica a mensagem com um balão que inclui o texto “saudação automática”, e ela não poderá ser vista pelo restante do grupo (embora o usuário possa interagir com o recado).
WhatsApp is testing greeting messages for group chats on iOS!
Mesmo que um grupo tenha vários administradores, haverá apenas uma mensagem de boas-vindas para todo o grupo. Todos os administradores compartilharão o mesmo texto e qualquer um deles poderá editá-lo.
Ainda em desenvolvimento, a ferramenta não foi sequer disponibilizada para testadores do app, embora tenha sido notada na versão 26.31.10.73 beta.
Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.
Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.
Divulgação/CashNetUSA
Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.
Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).
Divulgação/CashNetUSA
Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.
Pensada para criadores de conteúdo, designers e outros utilizadores interessados no mundo da edição visual, a Effect.app permite aplicar vários efeitos a fotografias e vídeos, experimentar diferentes estilos e guardar combinações personalizadas, sem precisar de recorrer a software de edição complexo.
Precisa de substituir uma aplicação paga, um programa descontinuado ou simplesmente procura uma opção open-source? O AlternativeTo ajuda-o a encontrar as melhores alternativas com base nas recomendações da comunidade.
O Bluesky anunciou um novo recurso que permite ocultar as repostagens de um determinado usuário no feed. Aos moldes da ferramenta equivalente do X, ele permite que a sua página inicial não seja inundada com compartilhamentos de posts de terceiros feitos por pessoas que você segue.
Para aplicar a ação a um determinado usuário, basta abrir as opções do perfil (os três pontos ao lado do botão “Seguindo”) e selecionar “Hide reposts in feeds”.
v1.130 is live!Want to follow someone for their posts but not their reposts? Now you can — turn on "Hide reposts in feeds" for any account you follow.
v.1.130 está no ar! Quer seguir alguém pelos seus posts e não pelos seus reposts? Agora você pode — ligue o “Hide reposts in feeds” para qualquer conta que você segue.
Ao The Verge, os desenvolvedores anunciaram que estão lançando um recurso beta que exibe automaticamente uma contagem de postagens para threads (seu equivalente da Meta, o Threads, também conta com essa opção). Ele pode ser habilitado nas configurações do app.
Começando pela primeira novidade supracitada, ela permite que o Claude envie informações de uma sessão para outra num mesmo computador ou responda a sessões em outras máquinas — algo que pode ser bastante útil quando mais de uma sessão está trabalhando num mesmo projeto.
O recurso pode ser usado, por exemplo, quando há uma mudança que quebra o sistema como um todo e cuja resolução depende de algo executado em outra sessão — ou simplesmente quando alguma delas precisa saber de uma decisão de design ou de um resultado de testes.
Por ora, no entanto, apenas texto simples é suportado, de modo que nenhum arquivo ou o histórico da conversa é transferido entre as diferentes sessões. Uma sessão também não pode aprovar comandos originados de outras sozinha — sempre é requerida a autorização do usuário para tal.
New in Claude Code: your sessions can now message each other.
Instead of having to re-explain yourself in another session, you can now tell Claude to do it. It sends a summary (not your history or files), and the other session picks it up mid-task. pic.twitter.com/PtNsfXeQXP
Novidade no Claude Code: agora suas sessões podem trocar mensagens.
Em vez de ter que se explicar novamente em outra sessão, agora você pode pedir ao Claude para fazer isso. Ele envia um resumo (não seu histórico ou arquivos), e a outra sessão o recebe durante a execução da tarefa.
O Claude pode decidir enviar uma mensagem por conta própria se julgar necessário, ou o usuário pode solicitar explicitamente que ele informe algo a outra sessão — inclusive, é possível definir se elas devem ser aceitas ou recusadas automaticamente ou se devem requerer aprovação.
Modo automático como padrão
Um dos recursos mais interessantes do Claude Code é o modo automático, que permite à plataforma usar uma espécie de “classificador de segurança” para decidir se prossegue ou não com determinada tarefa, sem precisar a todo instante solicitar a permissão do usuário.
Com o modo automático, que antes era opcional, o Claude pode trabalhar sozinho por períodos muito mais longos e sem qualquer interferência humana — o que permite que seus modelos realizem tarefas complexas durante horas e entreguem um trabalho mais completo ao fim da sessão.
Pesquisas feitas pela Anthropic indicaram que o modo automático também tende a deixar o desenvolvimento mais seguro, já que desenvolvedores costumam aprovar 97% dos pedidos de permissão por reflexo (sem revisão), e bloqueiam bem menos prompts perigosos que a ferramenta (acima).
Com isso, esse modo agora passará a ser o modo padrão do Claude Code nos planos Pro, Max e Team — a partir de 14 de agosto. Como consequência dessa mudança, a Anthropic também deixará de cobrar dos usuários desses planos pelo custo computacional desse classificador.
E cá estamos nós com mais um levantamento feito pelo JustWatch das séries e dos filmes mais populares do Apple TV no Brasil e do mundo, desta vez referente ao mês de julho.
No ranking global, as coisas já mudam um pouco, com “The Dink: A Última Chance”, roubando a vice-liderança de “Eternidade”, que caiu para a terceira colocação. Na frente dos dois, temos “F1 — O Filme”, que mantém o bom momento em ambos os mercados.
Divulgação/JustWatch
Também foram registradas movimentações no mundo das séries, com “Silo” indo para a ponta da lista tanto entre o público brasileiro quanto entre o público global. Fecham Top 3 (em ambos os casos) “O Segredo de Widow’s Bay” (“Widow’s Bay”) e “Lucky”.
Divulgação/JustWatch
Como sempre, é bom lembrar que as pesquisas do JustWatch são baseadas em métricas de engajamento da plataforma, e não em dados oficiais da Maçã. Mesmo assim, elas contribuem para compreender melhor o comportamento dos assinantes do Apple TV em um determinado período.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Com apenas um episódio disponível até o momento, a quarta temporada de “Ted Lasso” ganhou mais um trailer, exibindo um pouco daquilo que está por vir nos nove episódios restantes, os quais serão lançados às quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.
O material dá destaque à Alice Chilton (interpretada por Tanya Reynolds), auxiliar técnica ao lado do Treinador Beard (interpretado por Brendan Hunt), quando Lasso assume o comando da comissão técnica de um time de futebol feminino.
Ele é reproduzido logo antes do primeiro episódio da nova temporada. Confira:
A quarta temporada tem como foco um desafio inédito na carreira de Ted: o comando das Lady Greyhounds, que integram o time feminino do AFC Richmond, ainda na segunda divisão inglesa. Os episódios mostram o treinador testando a capacidade da equipe de tomar riscos e encarar desafios simplesmente inimagináveis.
No momento, “Ted Lasso” ocupa o primeiro lugar do Top 10 de séries do Apple TV no Brasil, demonstrando a força da produção no país.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Após quase um ano disponível oficialmente para todos os usuários, o iOS 26 recebeu seu primeiro jailbreak, graças aos desenvolvedores por trás do popular Dopamine (o qual inclui os gerenciadores de pacotes Sileo e Zebra).
O desenvolvedor Lars Fröder, mais conhecido como opa334, lançou o Dopamine 3.0, o qual adiciona suporte a várias versões mais recentes do sistema operacional dos iPhones, incluindo o iOS 26.0 e o iOS 26.0.1 — entretanto, apenas em alguns dispositivos.
Mais precisamente, o jailbreak está disponível em aparelhos com os chips A12 Bionic ou A13 Bionic. Vale lembrar que, em junho, pesquisadores encontraram um bug no controlador desses processadores, o que permitiu modificar estruturas críticas desses chips — viabilizando o desenvolvimento do jailbreak em questão.
Ademais, o Dopamine 3.0 tem suporte a todos os dispositivos que executam o iOS 16.5.1 ao iOS 17.3.1, ampliando significativamente a gama de dispositivos e versões de software compatíveis.
Eis a lista de compatibilidade completa da nova versão:
A12, A12X, A12Z, A13: iOS 16.6–18.7.1 e iOS 26.0–26.0.1
Existem diversos aplicativos de notas, dos mais variados estilos e para todos os gostos: desde aqueles baseados em bancos de dados ou mapas mentais, até simples processadores de texto. Entre eles, há os apps de notas livres, que procuram simular um caderno ou fichário não só para tornar a interface familiar, como também para alcançar usuários que desejam usufruir de uma ferramenta de escrita à mão.
Esse é o caso de um dos apps mais populares nesse meio: o Notability, sobre o qual trataremos neste artigo. Mais especificamente, exporei minhas experiências utilizando-o com o Apple Pencil (de primeira geração) e um iPad (9ª geração).
Interface e personalização
Um dos aspectos que mais me agradou no aplicativo foi sua interface simples e intuitiva. Ele oferece diversos temas e combinações de cores que agradarão aos cromófilos, mas gostei bastante do visual padrão/básico, tanto no modo claro quanto no escuro.
A página inicial é bem organizada e, após a versão 16, ficou ainda melhor. Antes, a organização era feita por Subjetos (uma tradução bastante infeliz para Subjects) e Divisores. Agora, tudo foi simplificado para pastas e subpastas. A funcionalidade continua exatamente a mesma, mas a nova organização é muito mais intuitiva e fácil de compreender. Além disso, cada pasta recebe uma cor diferente, o que deixa tudo mais organizado e agradável visualmente.
Na barra lateral esquerda ficam as configurações, a busca, todas as suas notas e a Galeria, onde é possível encontrar templates disponibilizados tanto pela comunidade quanto pela própria equipe do Notability.
Na seção Notas, todas ficam reunidas e podem ser filtradas por Recentes, Favoritos e Não arquivados. Tanto ali quanto dentro das pastas, é possível ordenar as notas por data de modificação, data de criação ou nome. Apenas senti falta da possibilidade de reorganizá-las manualmente.
Partindo para o que realmente importa: a nota. Nela, a personalização é ainda maior. Ao criar uma nova nota, você pode começar com a folha em branco ou optar por diferentes cores e layouts. O app sugere alguns: linha, grelha e ponto (isto é, pautado, quadriculado ou pontilhado), mas também é possível escolher alguns dos modelos disponíveis na Galeria ou enviar o seu próprio em Meus Modelos » Importar.
O aplicativo ainda permite definir um modelo padrão para todas as novas notas. Como essa opção não é muito fácil de encontrar, seguem as instruções: na página inicial, vá em configurações (engrenagem no topo) e depois em Editor de Notas » Modelo. Escolha então uma das opções do app — ou crie o seu próprio em Meus Modelos.
O único detalhe é que não existe uma opção para transformar uma nota já existente em modelo. Se quiser, será preciso exportá-la e importá-la como PDF ou imagem — um processo que poderia ser muito mais simples se tivesse uma opção como “Adicionar aos Modelos” (sigo esperançosa de que a equipe implemente isso a qualquer momento).
A barra de ferramentas — que, inicialmente, aparece no topo da nota — também é bastante personalizável. Os itens nela podem ser reorganizados, duplicados ou ocultados, e a própria barra pode ser movida para qualquer canto da tela: esquerda, direita ou parte inferior. Dependendo da forma como você segura o iPad ou escreve, basta arrastá-la para que ela deixe de atrapalhar a visualização da página.
Por fim, há uma pequena barra discreta com comandos para desfazer, refazer e compartilhar, além de acesso às configurações, à visualização das páginas e ao recurso Learn, sobre o qual falarei mais adiante.
No dia a dia, a simplicidade da interface ajuda a manter o foco no conteúdo, sem distrações. Ao mesmo tempo, usuários novos talvez levem algum tempo para descobrir alguns recursos mais avançados, já que certas opções ficam escondidas em menus pouco intuitivos.
Principais recursos
Para quem não é fã do modelo de assinaturas, é fácil torcer o nariz inicialmente. No entanto, desde que comecei a usá-lo, em 2023, o aplicativo evoluiu bastante.
Além de aprimorar ferramentas já existentes, a equipe passou a lançar atualizações frequentes — principalmente na área de inteligência artificial, sinal de que os desenvolvedores se esforçam para entregar uma experiência cada vez melhor. Antes de falar da IA, porém, vale conhecer os recursos que fazem parte da experiência básica.
Ferramentas fundamentais
No básico, o Notability faz muito bem o que se propõe. A escrita é feita por meio de três ferramentas principais: lápis, caneta e marcador. Todas permitem modificar cor e espessura, enquanto as duas últimas também oferecem estilos como linha contínua, tracejada ou pontilhada, além de diferenciação de pressão.
A princípio, o app sugere algumas cores, mas é possível escolher qualquer uma no seletor de cor (com suporte a códigos hexadecimais) e salvá-la para que permaneça na sua paleta.
Naturalmente, você também encontra uma borracha, que pode apagar apenas uma área específica ou remover automaticamente um traço inteiro.
Além da escrita manual, o Notability permite inserir textos digitados em qualquer ponto da página, com opções básicas de formatação, como títulos, negrito, itálico, hiperlinks e listas.
Nos meus testes, copiar e colar textos funcionou bem na maior parte do tempo. Encontrei apenas um comportamento curioso ao importar conteúdos do Canva: a ordem dos elementos foi alterada, o título acabou sendo enviado para o final do texto e as listas perderam seus marcadores; fora isso, funcionou corretamente.
Entre todos os recursos tradicionais do aplicativo, talvez o Zoom seja um dos mais engenhosos. Ao ativá-lo, uma pequena janela delimita a região da página em que você está escrevendo, enquanto uma área ampliada aparece na parte inferior da tela. Isso permite escrever em tamanho reduzido sem perder precisão nem precisar aumentar constantemente o zoom da página.
O bacana é que o recurso acompanha automaticamente a escrita. Conforme você avança, a janela também avança; ao chegar ao final da linha, ela passa para a seguinte sem que seja necessário mover a página manualmente. Para quem precisa de agilidade nas anotações (como em uma aula, por exemplo), isso torna a escrita surpreendentemente fluida.
Além dessas funções, o aplicativo oferece régua, ponteiro laser, fita adesiva, multimídia e gravação de áudio.
A régua funciona exatamente como esperado: basta posicioná-la sobre a página e desenhar próximo dela para que o traço seja automaticamente alinhado. Vale chamar atenção para apenas um detalhe importante: ela serve para criar linhas e formas retas, não como apoio para melhorar a caligrafia.
Já o ponteiro laser foi pensado para apresentações. É possível escolher diferentes cores e decidir se o ponteiro deixa ou não um rastro durante o movimento.
A fita adesiva é outro recurso simples, mas extremamente útil. Ela funciona como um marca-texto que esconde o conteúdo abaixo dele até ser tocado. Na prática, isso pode ser interessante para estudantes testarem seus conhecimentos: ao esconder informações, podem forçar o cérebro a lembrar o que está embaixo da fita e depois verificar se acertaram.
Na ferramenta Multimídia, o Notability permite inserir fotos na hora, imagens da galeria, GIFs, adesivos personalizados (que você pode criar e salvar, ou escolher em uma vasta galeria) e notas adesivas (Post-its). Gostei especialmente da implementação do último: quando você escreve sobre eles, o texto passa a fazer parte da nota adesiva, permitindo redimensioná-la ou movê-la sem deformar o conteúdo.
Embora o aplicativo aceite GIFs animados, ainda não é possível inserir vídeos diretamente nas notas. Como alternativa, ao adicionar uma URL, o Notability oferece o recurso “Criar recorte da Web” (“web clip”), que cria rapidamente uma captura da página vinculada. Assim, uma miniatura da página é adicionada como referência dentro da nota.
Por fim, uma funcionalidade bastante prática é a possibilidade de duplicar (ou remover) ferramentas. Em vez de trocar de cor ou espessura sempre que precisar, manter várias canetas já configuradas na barra de ferramentas traz mais praticidade, então você apenas alterna com um toque. Toda essa barra também pode ser reorganizada conforme sua preferência, escondendo recursos que você utiliza menos.
Gravação e recursos de IA
Desde que comecei a usar o Notability, nenhum aspecto evoluiu tanto quanto seus recursos de inteligência artificial. A gravação de áudio, que já era uma ferramenta excelente, se tornou um conjunto bastante completo de funcionalidades graças à IA.
Inicialmente, o recurso captava o áudio juntamente com a sua escrita. Depois, ao reproduzir a gravação, os manuscritos vão “ganhando cor” conforme aquele trecho do áudio é reproduzido. Na prática, isso facilita muito revisões de aulas ou reuniões, porque fica fácil localizar exatamente o contexto em que determinada anotação foi feita.
Depois, o recurso passou a oferecer também transcrição automática dos áudios. Nos meus testes, ela funcionou bem na maior parte do tempo, embora ainda apresente algumas dificuldades com nomes próprios ou trechos extraídos de vídeos e outras fontes externas.
Com a chegada do Notability Learn, conjunto de recursos de IA do app, as gravações foram levadas a um outro nível. No plano Pro, a transcrição pode acontecer em tempo real (Live Transcript), o que funcionou bem até com mais de um idioma sendo falado. Curiosamente, quando a gravação termina, o aplicativo escolhe apenas um idioma principal para gerar a transcrição final, ignorando os demais. É um detalhe pequeno, mas que pode fazer diferença para quem participa de reuniões ou aulas bilíngues.
Mas a IA vai muito além da transcrição. Com o Learn, o app analisa o conteúdo completo da nota (incluindo áudio, escrita à mão, textos digitados e PDFs importados) para gerar automaticamente resumos, flashcards, questionários, exercícios de preencher lacunas e atividades de associação (Mix & Match). Para quem estuda, isso é extremamente prático; mesmo que dê para fazer algo similar utilizando um chatbot de IA externo, estar tudo integrado nele é um grande diferencial.
Outro recurso interessante são as Smart Notes. Diferentemente dos resumos tradicionais, que são gerados depois da gravação, elas podem ser produzidas em tempo real a partir da transcrição, organizando automaticamente os principais tópicos da conversa. Gostei também da possibilidade de escolher em qual idioma essas notas serão exibidas — algo que pode ser bastante útil para quem estuda outras línguas.
O pacote inclui ainda o recurso Chat with your note (Converse com sua nota), que permite fazer perguntas sobre qualquer conteúdo presente naquela nota. A IA responde utilizando apenas as informações contidas ali, sem recorrer à internet ou a fontes externas.
Nos meus testes, o recurso funcionou muito bem para revisar conteúdos, embora ainda tenha algumas limitações importantes: o histórico das conversas não é sincronizado entre dispositivos e cada conversa fica restrita a uma única nota.
Outro recurso bastante útil são os Action Items. A IA consegue identificar tarefas automaticamente tanto a partir das gravações quanto do conteúdo escrito na nota, reunindo tudo em uma lista organizada. Testei o recurso em português e em inglês, e ele funcionou bem em ambos os idiomas.
Minha principal crítica ao conjunto de ferramentas de IA é a falta de edição. Se a transcrição estiver errada ou se um item de ação não fizer sentido, não há como corrigir. O mesmo vale para resumos, flashcards e questionários gerados automaticamente. Atualmente, a única alternativa é copiar o conteúdo para dentro da nota e editá-lo manualmente.
Por fim, vale mencionar que as gravações podem ser exportadas tanto junto com a nota (em PDF, incluindo os arquivos de áudio) quanto separadamente, no formato M4A.
Menções honrosas (e muito boas)
Há recursos do Notability que raramente aparecem nos reviews, mas que, no dia a dia, acabaram fazendo uma diferença enorme para mim! O primeiro deles foi uma surpresa bastante agradável: a barra lateral “escondida”.
Enquanto você está em uma nota, um gesto simples de arrastar do canto esquerdo para o centro revela uma barra lateral com toda a sua biblioteca de notas — você navega entre elas sem sair da página atual. Mais interessante ainda é que, ao arrastar uma dessas notas para a área principal, o Notability abre automaticamente uma visualização em tela dividida (split view) dentro do próprio aplicativo, sem depender do multitarefa do iPadOS. Isso facilita bastante consultar uma anotação enquanto escreve em outra ou copiar informações entre documentos.
Outro recurso que merece destaque é a busca inteligente. Ela localiza textos digitados, manuscritos e até conteúdo presente em PDFs importados. Os resultados aparecem organizados por nota e, ao abrir qualquer um deles, o aplicativo já destaca automaticamente o trecho encontrado. Mesmo com uma biblioteca grande de documentos, a busca permaneceu rápida durante meus testes.
Para quem deseja utilizar o Notability no iPad como ferramenta de estudos, duas novidades recentes também são maravilhosas. A primeira é o suporte aos sumários de PDFs. Sempre que um documento possui um índice incorporado, o aplicativo passa a exibi-lo automaticamente, facilitando bastante a navegação por materiais mais longos.
A segunda são as Sessões de Estudo, um temporizador inspirado na técnica Pomodoro integrado diretamente ao aplicativo. É um recurso simples, mas que gostei muito de ver incorporado ao fluxo de estudos, já que evita a necessidade de recorrer a aplicativos externos para controlar o tempo de foco.
Por fim, dois pequenos detalhes que talvez passem despercebidos, mas fazem diferença depois de algum tempo de uso. O primeiro é o gesto de desfazer e refazer utilizando dois e três dedos, respectivamente — algo familiar para quem usa aplicativos como o Procreate e do qual sempre sinto falta quando uso o Pencil com o Notas (Notes).
O segundo é a possibilidade de ocultar completamente a barra de status do iPad, removendo relógio, bateria e outros indicadores da tela. Pode parecer um detalhe bobo, mas ajuda a criar uma sensação maior de imersão durante a escrita (e eliminar distrações).
Apple Pencil: experiência real
Utilizei o Notability com um Apple Pencil de primeira geração em um iPad de 9ª geração, então toda a minha experiência parte dessa combinação. Porém, se você tiver um dos modelos mais recentes, como o Pencil de segunda geração ou o modelo Pro, certamente aproveitará ainda mais o app com recursos como o toque duplo, o gesto de apertar, feedback tátil e o Cursor (hover), todos compatíveis com o app. Infelizmente, não tive como testá-los.
No que eu pude testar, o desempenho foi excelente com o lápis da Apple. A resposta é fluida e precisa, com latência baixa o suficiente para a escrita parecer natural. A rejeição de palma funciona muito bem, possibilitando apoiar a mão na tela tranquilamente sem se preocupar com toques acidentais ou interrupções durante a escrita.
A sensibilidade à pressão também merece elogios. Além de funcionar com o modo caneta e marcador, no modo lápis o app reconhece a inclinação do Apple Pencil, simulando o efeito esfumaçado e produzindo sombreados com pressões variadas.
Com isso, mesmo que o foco do aplicativo não seja ilustrações, ele atende muito bem quem precisa fazer pequenos desenhos para complementar as anotações.
“Pencil sobre tela”, uma contribuição do meu marido
Outro recurso bacana é a conversão de escrita à mão. Por padrão, o aplicativo utiliza o idioma definido no dispositivo para reconhecer o texto, mas permite baixar pacotes de outros idiomas e escolhê-los manualmente durante a conversão — o que abre possibilidades interessantes para quem estuda línguas.
Gostei especialmente da forma como o processo foi implementado: antes de substituir a escrita manuscrita, o Notability mostra uma prévia com o texto reconhecido, permitindo revisar o resultado antes de confirmar a alteração. Testei convertendo textos em coreano e reconheceu bem. A única questão que encontrei foi o tamanho da fonte gerada; o app não preservou a escala original e a conversão ficou com um texto pequeno demais, mas é possível aumentar o tamanho depois, se você quiser.
Com as fórmulas matemáticas, o desempenho permaneceu o mesmo, bastante satisfatório. Pode ser uma verdadeira mão na roda para estudantes de exatas.
As funções e recursos do app são notáveis por si só (tanto que a empresa está disponibilizando vários desses gratuitamente na web). Entretanto, não há dúvidas de que a maior parte da experiência positiva vem do uso juntamente com o iPad e um lápis (ou caneta), seja o da Apple ou qualquer outra disponível no mercado.
Importação, exportação e compartilhamento
Embora o Notability seja voltado principalmente para anotações manuscritas, ele também faz um bom trabalho na importação e exportação de arquivos, oferecendo compatibilidade com diversos formatos.
Existem várias maneiras de importar documentos. É possível utilizar o menu de compartilhamento do iPadOS, arrastar arquivos diretamente para o aplicativo ou, em sua tela inicial, pressionar e segurar o botão “+ Nova” para acessar a opção de importação e escolher a origem do arquivo.
O aplicativo aceita imagens, PDFs, apresentações do PowerPoint e Keynote, além de planilhas do Excel. No caso das apresentações e planilhas, o conteúdo é convertido automaticamente em PDF, e funciona como uma espécie de template, permitindo que você faça anotações diretamente sobre ele.
Com imagens, porém, a experiência é um pouco diferente. Quando importadas para servir como modelo de página, elas aparecem pequenas e posicionadas no canto superior esquerdo da nota. Para utilizá-las como fundo, é preciso ajustar manualmente o tamanho usando a opção “Ajustar à página”. Se a intenção for usá-las como plano de fundo da nota, vale usar a opção de bloquear elemento para evitar que ela seja movida acidentalmente durante a escrita.
Quando a imagem é inserida como um elemento dentro de uma nota já existente, o comportamento é melhor: ela pode ser posicionada livremente e redimensionada normalmente, como seria esperado.
Na exportação, o Notability oferece praticamente todas as opções que se espera de um aplicativo desse tipo. As notas podem ser exportadas no formato nativo do aplicativo (NTB), em PDF, PNG ou JPEG. Também é possível incluir as gravações de áudio durante a exportação, que são salvas em arquivos M4A.
Outro recurso proveitoso é o compartilhamento por meio de links públicos — traduzido de maneira esquisita pelo aplicativo como Hiperligação. Ao gerar esse link, qualquer pessoa pode visualizar a nota diretamente pelo navegador, sem precisar ter uma conta no Notability. Expandindo ainda mais esse recurso, o app recentemente também passou a oferecer edição colaborativa em tempo real, ótima notícia para quem gostaria de utilizá-lo em grupo.
Naturalmente, continuam disponíveis as opções tradicionais de compartilhamento do iPadOS, permitindo enviar notas por email ou salvá-las em serviços como iCloud, Google Drive, Dropbox e praticamente qualquer outro aplicativo compatível com a folha de compartilhamento do sistema.
Screenshot
Sincronização e backup
A sincronização entre dispositivos da Apple acontece por meio do iCloud, que é o método recomendado pelo próprio Notability para manter todas as notas atualizadas entre os aparelhos. Vale lembrar que, ao apagar uma nota pelo iCloud, ela também será removida do aplicativo e vice-versa. Por isso, o ideal é sempre gerenciar suas notas diretamente pelo app, para evitar excluir algo acidentalmente.
Falando em iCloud, uma vantagem pouco conhecida é o histórico de versões. Conforme você edita uma nota, versões são salvas periodicamente no iCloud e podem ser restauradas caso algo dê errado.
Para acessá-las, basta tocar nos três pontos para abrir as configurações, pressionar onde aparece o nome da nota e escolher “Histórico de Versões na iCloud”. Obviamente, para tal é preciso que a nota já esteja sincronizada e tenha pelo menos uma versão anterior já salva. Um detalhe importante é que a versão restaurada é salva como uma nota separada, não substituindo a versão mais recente.
Além da sincronização pelo iCloud, o Notability oferece um sistema independente de backup em serviços de terceiros como Google Drive, Dropbox, Box, OneDrive e servidores WebDAV. A diferença é que, enquanto o serviço da Apple mantém todas as alterações sincronizadas entre seus dispositivos, o backup serve apenas como uma cópia de segurança. Ou seja, apagar uma nota no aplicativo não remove automaticamente sua cópia armazenada no Google Drive, Dropbox ou outro serviço — e vice-versa.
Quanto ao formato do backup, também há certa flexibilidade. É possível salvar as notas no formato nativo do Notability, preservando todos os elementos editáveis, incluindo as gravações de áudio, ou optar por PDFs simples ou PDFs acompanhados dos arquivos de áudio em formato M4A, compactados em um arquivo ZIP.
Compatibilidade e preços
Embora o foco deste review tenha sido a experiência no iPad com o Apple Pencil, o Notability também está disponível para iOS, macOS e até visionOS. Há ainda uma versão web (ainda em beta), disponível em notability.com/app, que permite visualizar e editar notas, embora com algumas limitações.
Starter (gratuito): notas ilimitadas, acesso às ferramentas de edição, mas com um limite mensal de alterações (a empresa não divulga exatamente qual é esse limite). Após atingi-lo, ainda é possível visualizar as notas normalmente, e o contador é renovado no mês seguinte. Segundo a empresa, as edições na versão web permanecem ilimitadas.
Lite (R$30/mês ou R$40/ano): inclui edições ilimitadas, backup em serviços de terceiros e acesso a mais de 20 mil templates.
Plus (R$40/mês ou R$80/ano): adiciona recursos de IA, como resumos automáticos, até 400 questionários e flashcards por mês, gravação e transcrição de áudio, além da busca em anotações manuscritas.
Pro (R$100/mês ou R$500/ano): reúne todos os recursos anteriores, e inclui Smart Notes em tempo real, transcrições ilimitadas, geração ilimitada de flashcards e questionários, além do recurso de conversar com suas notas.
Vale a pena?
Mesmo sendo possível utilizar o Notability no iPhone ou navegador, ele brilha mesmo é no iPad, especialmente quando combinado com um Apple Pencil (ou qualquer outra ferramenta de escrita que preferir).
Ao longo dos últimos anos, foram poucas as limitações que encontrei usando o app. Em mais de uma ocasião, inclusive, quando voltava para revisar este próprio review — ele foi criado ao longo de muitos meses —, percebia que alguns dos pontos que eu havia criticado já tinham sido corrigidos. Essa evolução constante transmite a sensação de que vale a pena investir em um app cujos desenvolvedores estão atentos ao feedback dos usuários e buscam sempre lançar melhorias.
Seja para estudos, trabalho ou organização pessoal, o aplicativo com certeza pode atender aqueles que buscam um lar para suas notas, principalmente quem usa o tablet da Maçã como ferramenta de anotações manuscritas. A interface é agradável, a escrita é excelente, os recursos evoluem constantemente e as funcionalidades de IA, embora ainda possam amadurecer, já agregam bastante valor ao aplicativo.
Como existe um plano gratuito (e edições ilimitadas pela web), minha recomendação é simples: experimente. Depois de algum tempo de uso, fica muito mais fácil entender se os recursos adicionais justificam a assinatura para o seu fluxo de trabalho. Então, “se jogue” na versão gratuita e seja feliz; se utilizar com frequência e achar valor, com certeza não se arrependerá do investimento!
iPad Pro de 13″
Cores: preto-espacial ou prateado Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB Vidro: convencional ou nano-texture Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
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Da organização das tarefas ao acompanhamento dos treinos, passando por resumos de livros e uma proposta para ajudar a gerir a exposição solar, a equipa do TEK Notícias reuniu um novo conjunto de apps para Android e iOS, todas com opções gratuitas.