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Review: usando o app Notability no iPad com o Apple Pencil

9 August 2026 at 14:30

Existem diversos aplicativos de notas, dos mais variados estilos e para todos os gostos: desde aqueles baseados em bancos de dados ou mapas mentais, até simples processadores de texto. Entre eles, há os apps de notas livres, que procuram simular um caderno ou fichário não só para tornar a interface familiar, como também para alcançar usuários que desejam usufruir de uma ferramenta de escrita à mão.

Esse é o caso de um dos apps mais populares nesse meio: o Notability, sobre o qual trataremos neste artigo. Mais especificamente, exporei minhas experiências utilizando-o com o Apple Pencil (de primeira geração) e um iPad (9ª geração).

Interface e personalização

Um dos aspectos que mais me agradou no aplicativo foi sua interface simples e intuitiva. Ele oferece diversos temas e combinações de cores que agradarão aos cromófilos, mas gostei bastante do visual padrão/básico, tanto no modo claro quanto no escuro.

A página inicial é bem organizada e, após a versão 16, ficou ainda melhor. Antes, a organização era feita por Subjetos (uma tradução bastante infeliz para Subjects) e Divisores. Agora, tudo foi simplificado para pastas e subpastas. A funcionalidade continua exatamente a mesma, mas a nova organização é muito mais intuitiva e fácil de compreender. Além disso, cada pasta recebe uma cor diferente, o que deixa tudo mais organizado e agradável visualmente.

Na barra lateral esquerda ficam as configurações, a busca, todas as suas notas e a Galeria, onde é possível encontrar templates disponibilizados tanto pela comunidade quanto pela própria equipe do Notability.

Na seção Notas, todas ficam reunidas e podem ser filtradas por Recentes, Favoritos e Não arquivados. Tanto ali quanto dentro das pastas, é possível ordenar as notas por data de modificação, data de criação ou nome. Apenas senti falta da possibilidade de reorganizá-las manualmente.

Partindo para o que realmente importa: a nota. Nela, a personalização é ainda maior. Ao criar uma nova nota, você pode começar com a folha em branco ou optar por diferentes cores e layouts. O app sugere alguns: linha, grelha e ponto (isto é, pautado, quadriculado ou pontilhado), mas também é possível escolher alguns dos modelos disponíveis na Galeria ou enviar o seu próprio em Meus Modelos » Importar.

O aplicativo ainda permite definir um modelo padrão para todas as novas notas. Como essa opção não é muito fácil de encontrar, seguem as instruções: na página inicial, vá em configurações (engrenagem no topo) e depois em Editor de Notas » Modelo. Escolha então uma das opções do app — ou crie o seu próprio em Meus Modelos.

O único detalhe é que não existe uma opção para transformar uma nota já existente em modelo. Se quiser, será preciso exportá-la e importá-la como PDF ou imagem — um processo que poderia ser muito mais simples se tivesse uma opção como “Adicionar aos Modelos” (sigo esperançosa de que a equipe implemente isso a qualquer momento).

A barra de ferramentas — que, inicialmente, aparece no topo da nota — também é bastante personalizável. Os itens nela podem ser reorganizados, duplicados ou ocultados, e a própria barra pode ser movida para qualquer canto da tela: esquerda, direita ou parte inferior. Dependendo da forma como você segura o iPad ou escreve, basta arrastá-la para que ela deixe de atrapalhar a visualização da página.

Por fim, há uma pequena barra discreta com comandos para desfazer, refazer e compartilhar, além de acesso às configurações, à visualização das páginas e ao recurso Learn, sobre o qual falarei mais adiante.

No dia a dia, a simplicidade da interface ajuda a manter o foco no conteúdo, sem distrações. Ao mesmo tempo, usuários novos talvez levem algum tempo para descobrir alguns recursos mais avançados, já que certas opções ficam escondidas em menus pouco intuitivos.

Principais recursos

Para quem não é fã do modelo de assinaturas, é fácil torcer o nariz inicialmente. No entanto, desde que comecei a usá-lo, em 2023, o aplicativo evoluiu bastante.

Além de aprimorar ferramentas já existentes, a equipe passou a lançar atualizações frequentes — principalmente na área de inteligência artificial, sinal de que os desenvolvedores se esforçam para entregar uma experiência cada vez melhor. Antes de falar da IA, porém, vale conhecer os recursos que fazem parte da experiência básica.

Ferramentas fundamentais

No básico, o Notability faz muito bem o que se propõe. A escrita é feita por meio de três ferramentas principais: lápis, caneta e marcador. Todas permitem modificar cor e espessura, enquanto as duas últimas também oferecem estilos como linha contínua, tracejada ou pontilhada, além de diferenciação de pressão.

A princípio, o app sugere algumas cores, mas é possível escolher qualquer uma no seletor de cor (com suporte a códigos hexadecimais) e salvá-la para que permaneça na sua paleta.

Naturalmente, você também encontra uma borracha, que pode apagar apenas uma área específica ou remover automaticamente um traço inteiro.

Além da escrita manual, o Notability permite inserir textos digitados em qualquer ponto da página, com opções básicas de formatação, como títulos, negrito, itálico, hiperlinks e listas.

Nos meus testes, copiar e colar textos funcionou bem na maior parte do tempo. Encontrei apenas um comportamento curioso ao importar conteúdos do Canva: a ordem dos elementos foi alterada, o título acabou sendo enviado para o final do texto e as listas perderam seus marcadores; fora isso, funcionou corretamente.

Entre todos os recursos tradicionais do aplicativo, talvez o Zoom seja um dos mais engenhosos. Ao ativá-lo, uma pequena janela delimita a região da página em que você está escrevendo, enquanto uma área ampliada aparece na parte inferior da tela. Isso permite escrever em tamanho reduzido sem perder precisão nem precisar aumentar constantemente o zoom da página.

O bacana é que o recurso acompanha automaticamente a escrita. Conforme você avança, a janela também avança; ao chegar ao final da linha, ela passa para a seguinte sem que seja necessário mover a página manualmente. Para quem precisa de agilidade nas anotações (como em uma aula, por exemplo), isso torna a escrita surpreendentemente fluida.

Além dessas funções, o aplicativo oferece régua, ponteiro laser, fita adesiva, multimídia e gravação de áudio.

A régua funciona exatamente como esperado: basta posicioná-la sobre a página e desenhar próximo dela para que o traço seja automaticamente alinhado. Vale chamar atenção para apenas um detalhe importante: ela serve para criar linhas e formas retas, não como apoio para melhorar a caligrafia.

Já o ponteiro laser foi pensado para apresentações. É possível escolher diferentes cores e decidir se o ponteiro deixa ou não um rastro durante o movimento.

A fita adesiva é outro recurso simples, mas extremamente útil. Ela funciona como um marca-texto que esconde o conteúdo abaixo dele até ser tocado. Na prática, isso pode ser interessante para estudantes testarem seus conhecimentos: ao esconder informações, podem forçar o cérebro a lembrar o que está embaixo da fita e depois verificar se acertaram.

Na ferramenta Multimídia, o Notability permite inserir fotos na hora, imagens da galeria, GIFs, adesivos personalizados (que você pode criar e salvar, ou escolher em uma vasta galeria) e notas adesivas (Post-its). Gostei especialmente da implementação do último: quando você escreve sobre eles, o texto passa a fazer parte da nota adesiva, permitindo redimensioná-la ou movê-la sem deformar o conteúdo.

Embora o aplicativo aceite GIFs animados, ainda não é possível inserir vídeos diretamente nas notas. Como alternativa, ao adicionar uma URL, o Notability oferece o recurso “Criar recorte da Web” (“web clip”), que cria rapidamente uma captura da página vinculada. Assim, uma miniatura da página é adicionada como referência dentro da nota.

Por fim, uma funcionalidade bastante prática é a possibilidade de duplicar (ou remover) ferramentas. Em vez de trocar de cor ou espessura sempre que precisar, manter várias canetas já configuradas na barra de ferramentas traz mais praticidade, então você apenas alterna com um toque. Toda essa barra também pode ser reorganizada conforme sua preferência, escondendo recursos que você utiliza menos.

Gravação e recursos de IA

Desde que comecei a usar o Notability, nenhum aspecto evoluiu tanto quanto seus recursos de inteligência artificial. A gravação de áudio, que já era uma ferramenta excelente, se tornou um conjunto bastante completo de funcionalidades graças à IA.

Inicialmente, o recurso captava o áudio juntamente com a sua escrita. Depois, ao reproduzir a gravação, os manuscritos vão “ganhando cor” conforme aquele trecho do áudio é reproduzido. Na prática, isso facilita muito revisões de aulas ou reuniões, porque fica fácil localizar exatamente o contexto em que determinada anotação foi feita.

Depois, o recurso passou a oferecer também transcrição automática dos áudios. Nos meus testes, ela funcionou bem na maior parte do tempo, embora ainda apresente algumas dificuldades com nomes próprios ou trechos extraídos de vídeos e outras fontes externas.

Com a chegada do Notability Learn, conjunto de recursos de IA do app, as gravações foram levadas a um outro nível. No plano Pro, a transcrição pode acontecer em tempo real (Live Transcript), o que funcionou bem até com mais de um idioma sendo falado. Curiosamente, quando a gravação termina, o aplicativo escolhe apenas um idioma principal para gerar a transcrição final, ignorando os demais. É um detalhe pequeno, mas que pode fazer diferença para quem participa de reuniões ou aulas bilíngues.

Mas a IA vai muito além da transcrição. Com o Learn, o app analisa o conteúdo completo da nota (incluindo áudio, escrita à mão, textos digitados e PDFs importados) para gerar automaticamente resumos, flashcards, questionários, exercícios de preencher lacunas e atividades de associação (Mix & Match). Para quem estuda, isso é extremamente prático; mesmo que dê para fazer algo similar utilizando um chatbot de IA externo, estar tudo integrado nele é um grande diferencial.

Outro recurso interessante são as Smart Notes. Diferentemente dos resumos tradicionais, que são gerados depois da gravação, elas podem ser produzidas em tempo real a partir da transcrição, organizando automaticamente os principais tópicos da conversa. Gostei também da possibilidade de escolher em qual idioma essas notas serão exibidas — algo que pode ser bastante útil para quem estuda outras línguas.

O pacote inclui ainda o recurso Chat with your note (Converse com sua nota), que permite fazer perguntas sobre qualquer conteúdo presente naquela nota. A IA responde utilizando apenas as informações contidas ali, sem recorrer à internet ou a fontes externas.

Nos meus testes, o recurso funcionou muito bem para revisar conteúdos, embora ainda tenha algumas limitações importantes: o histórico das conversas não é sincronizado entre dispositivos e cada conversa fica restrita a uma única nota.

Outro recurso bastante útil são os Action Items. A IA consegue identificar tarefas automaticamente tanto a partir das gravações quanto do conteúdo escrito na nota, reunindo tudo em uma lista organizada. Testei o recurso em português e em inglês, e ele funcionou bem em ambos os idiomas.

Minha principal crítica ao conjunto de ferramentas de IA é a falta de edição. Se a transcrição estiver errada ou se um item de ação não fizer sentido, não há como corrigir. O mesmo vale para resumos, flashcards e questionários gerados automaticamente. Atualmente, a única alternativa é copiar o conteúdo para dentro da nota e editá-lo manualmente.

Por fim, vale mencionar que as gravações podem ser exportadas tanto junto com a nota (em PDF, incluindo os arquivos de áudio) quanto separadamente, no formato M4A.

Menções honrosas (e muito boas)

Há recursos do Notability que raramente aparecem nos reviews, mas que, no dia a dia, acabaram fazendo uma diferença enorme para mim! O primeiro deles foi uma surpresa bastante agradável: a barra lateral “escondida”.

Enquanto você está em uma nota, um gesto simples de arrastar do canto esquerdo para o centro revela uma barra lateral com toda a sua biblioteca de notas — você navega entre elas sem sair da página atual. Mais interessante ainda é que, ao arrastar uma dessas notas para a área principal, o Notability abre automaticamente uma visualização em tela dividida (split view) dentro do próprio aplicativo, sem depender do multitarefa do iPadOS. Isso facilita bastante consultar uma anotação enquanto escreve em outra ou copiar informações entre documentos.

Outro recurso que merece destaque é a busca inteligente. Ela localiza textos digitados, manuscritos e até conteúdo presente em PDFs importados. Os resultados aparecem organizados por nota e, ao abrir qualquer um deles, o aplicativo já destaca automaticamente o trecho encontrado. Mesmo com uma biblioteca grande de documentos, a busca permaneceu rápida durante meus testes.

Para quem deseja utilizar o Notability no iPad como ferramenta de estudos, duas novidades recentes também são maravilhosas. A primeira é o suporte aos sumários de PDFs. Sempre que um documento possui um índice incorporado, o aplicativo passa a exibi-lo automaticamente, facilitando bastante a navegação por materiais mais longos.

A segunda são as Sessões de Estudo, um temporizador inspirado na técnica Pomodoro integrado diretamente ao aplicativo. É um recurso simples, mas que gostei muito de ver incorporado ao fluxo de estudos, já que evita a necessidade de recorrer a aplicativos externos para controlar o tempo de foco.

Por fim, dois pequenos detalhes que talvez passem despercebidos, mas fazem diferença depois de algum tempo de uso. O primeiro é o gesto de desfazer e refazer utilizando dois e três dedos, respectivamente — algo familiar para quem usa aplicativos como o Procreate e do qual sempre sinto falta quando uso o Pencil com o Notas (Notes).

O segundo é a possibilidade de ocultar completamente a barra de status do iPad, removendo relógio, bateria e outros indicadores da tela. Pode parecer um detalhe bobo, mas ajuda a criar uma sensação maior de imersão durante a escrita (e eliminar distrações).

Apple Pencil: experiência real

Utilizei o Notability com um Apple Pencil de primeira geração em um iPad de 9ª geração, então toda a minha experiência parte dessa combinação. Porém, se você tiver um dos modelos mais recentes, como o Pencil de segunda geração ou o modelo Pro, certamente aproveitará ainda mais o app com recursos como o toque duplo, o gesto de apertar, feedback tátil e o Cursor (hover), todos compatíveis com o app. Infelizmente, não tive como testá-los.

No que eu pude testar, o desempenho foi excelente com o lápis da Apple. A resposta é fluida e precisa, com latência baixa o suficiente para a escrita parecer natural. A rejeição de palma funciona muito bem, possibilitando apoiar a mão na tela tranquilamente sem se preocupar com toques acidentais ou interrupções durante a escrita.

A sensibilidade à pressão também merece elogios. Além de funcionar com o modo caneta e marcador, no modo lápis o app reconhece a inclinação do Apple Pencil, simulando o efeito esfumaçado e produzindo sombreados com pressões variadas.

Com isso, mesmo que o foco do aplicativo não seja ilustrações, ele atende muito bem quem precisa fazer pequenos desenhos para complementar as anotações.

“Pencil sobre tela”, uma contribuição do meu marido

Outro recurso bacana é a conversão de escrita à mão. Por padrão, o aplicativo utiliza o idioma definido no dispositivo para reconhecer o texto, mas permite baixar pacotes de outros idiomas e escolhê-los manualmente durante a conversão — o que abre possibilidades interessantes para quem estuda línguas.

Gostei especialmente da forma como o processo foi implementado: antes de substituir a escrita manuscrita, o Notability mostra uma prévia com o texto reconhecido, permitindo revisar o resultado antes de confirmar a alteração. Testei convertendo textos em coreano e reconheceu bem. A única questão que encontrei foi o tamanho da fonte gerada; o app não preservou a escala original e a conversão ficou com um texto pequeno demais, mas é possível aumentar o tamanho depois, se você quiser.

Com as fórmulas matemáticas, o desempenho permaneceu o mesmo, bastante satisfatório. Pode ser uma verdadeira mão na roda para estudantes de exatas.

As funções e recursos do app são notáveis por si só (tanto que a empresa está disponibilizando vários desses gratuitamente na web). Entretanto, não há dúvidas de que a maior parte da experiência positiva vem do uso juntamente com o iPad e um lápis (ou caneta), seja o da Apple ou qualquer outra disponível no mercado.

Importação, exportação e compartilhamento

Embora o Notability seja voltado principalmente para anotações manuscritas, ele também faz um bom trabalho na importação e exportação de arquivos, oferecendo compatibilidade com diversos formatos.

Existem várias maneiras de importar documentos. É possível utilizar o menu de compartilhamento do iPadOS, arrastar arquivos diretamente para o aplicativo ou, em sua tela inicial, pressionar e segurar o botão “+ Nova” para acessar a opção de importação e escolher a origem do arquivo.

O aplicativo aceita imagens, PDFs, apresentações do PowerPoint e Keynote, além de planilhas do Excel. No caso das apresentações e planilhas, o conteúdo é convertido automaticamente em PDF, e funciona como uma espécie de template, permitindo que você faça anotações diretamente sobre ele.

Com imagens, porém, a experiência é um pouco diferente. Quando importadas para servir como modelo de página, elas aparecem pequenas e posicionadas no canto superior esquerdo da nota. Para utilizá-las como fundo, é preciso ajustar manualmente o tamanho usando a opção “Ajustar à página”. Se a intenção for usá-las como plano de fundo da nota, vale usar a opção de bloquear elemento para evitar que ela seja movida acidentalmente durante a escrita.

Quando a imagem é inserida como um elemento dentro de uma nota já existente, o comportamento é melhor: ela pode ser posicionada livremente e redimensionada normalmente, como seria esperado.

Na exportação, o Notability oferece praticamente todas as opções que se espera de um aplicativo desse tipo. As notas podem ser exportadas no formato nativo do aplicativo (NTB), em PDF, PNG ou JPEG. Também é possível incluir as gravações de áudio durante a exportação, que são salvas em arquivos M4A.

Outro recurso proveitoso é o compartilhamento por meio de links públicos — traduzido de maneira esquisita pelo aplicativo como Hiperligação. Ao gerar esse link, qualquer pessoa pode visualizar a nota diretamente pelo navegador, sem precisar ter uma conta no Notability. Expandindo ainda mais esse recurso, o app recentemente também passou a oferecer edição colaborativa em tempo real, ótima notícia para quem gostaria de utilizá-lo em grupo.

Naturalmente, continuam disponíveis as opções tradicionais de compartilhamento do iPadOS, permitindo enviar notas por email ou salvá-las em serviços como iCloud, Google Drive, Dropbox e praticamente qualquer outro aplicativo compatível com a folha de compartilhamento do sistema.

Screenshot

Sincronização e backup

A sincronização entre dispositivos da Apple acontece por meio do iCloud, que é o método recomendado pelo próprio Notability para manter todas as notas atualizadas entre os aparelhos. Vale lembrar que, ao apagar uma nota pelo iCloud, ela também será removida do aplicativo e vice-versa. Por isso, o ideal é sempre gerenciar suas notas diretamente pelo app, para evitar excluir algo acidentalmente.

Falando em iCloud, uma vantagem pouco conhecida é o histórico de versões. Conforme você edita uma nota, versões são salvas periodicamente no iCloud e podem ser restauradas caso algo dê errado.

Para acessá-las, basta tocar nos três pontos para abrir as configurações, pressionar onde aparece o nome da nota e escolher “Histórico de Versões na iCloud”. Obviamente, para tal é preciso que a nota já esteja sincronizada e tenha pelo menos uma versão anterior já salva. Um detalhe importante é que a versão restaurada é salva como uma nota separada, não substituindo a versão mais recente.

Além da sincronização pelo iCloud, o Notability oferece um sistema independente de backup em serviços de terceiros como Google Drive, Dropbox, Box, OneDrive e servidores WebDAV. A diferença é que, enquanto o serviço da Apple mantém todas as alterações sincronizadas entre seus dispositivos, o backup serve apenas como uma cópia de segurança. Ou seja, apagar uma nota no aplicativo não remove automaticamente sua cópia armazenada no Google Drive, Dropbox ou outro serviço — e vice-versa.

Quanto ao formato do backup, também há certa flexibilidade. É possível salvar as notas no formato nativo do Notability, preservando todos os elementos editáveis, incluindo as gravações de áudio, ou optar por PDFs simples ou PDFs acompanhados dos arquivos de áudio em formato M4A, compactados em um arquivo ZIP.

Compatibilidade e preços

Embora o foco deste review tenha sido a experiência no iPad com o Apple Pencil, o Notability também está disponível para iOS, macOS e até visionOS. Há ainda uma versão web (ainda em beta), disponível em notability.com/app, que permite visualizar e editar notas, embora com algumas limitações.

O Notability é um aplicativo universal e pode ser baixado gratuitamente na App Store e na Mac App Store. Atualmente, ele oferece quatro planos:

  • Starter (gratuito): notas ilimitadas, acesso às ferramentas de edição, mas com um limite mensal de alterações (a empresa não divulga exatamente qual é esse limite). Após atingi-lo, ainda é possível visualizar as notas normalmente, e o contador é renovado no mês seguinte. Segundo a empresa, as edições na versão web permanecem ilimitadas.
  • Lite (R$30/mês ou R$40/ano): inclui edições ilimitadas, backup em serviços de terceiros e acesso a mais de 20 mil templates.
  • Plus (R$40/mês ou R$80/ano): adiciona recursos de IA, como resumos automáticos, até 400 questionários e flashcards por mês, gravação e transcrição de áudio, além da busca em anotações manuscritas.
  • Pro (R$100/mês ou R$500/ano): reúne todos os recursos anteriores, e inclui Smart Notes em tempo real, transcrições ilimitadas, geração ilimitada de flashcards e questionários, além do recurso de conversar com suas notas.

Vale a pena?

Mesmo sendo possível utilizar o Notability no iPhone ou navegador, ele brilha mesmo é no iPad, especialmente quando combinado com um Apple Pencil (ou qualquer outra ferramenta de escrita que preferir).

Ao longo dos últimos anos, foram poucas as limitações que encontrei usando o app. Em mais de uma ocasião, inclusive, quando voltava para revisar este próprio review — ele foi criado ao longo de muitos meses —, percebia que alguns dos pontos que eu havia criticado já tinham sido corrigidos. Essa evolução constante transmite a sensação de que vale a pena investir em um app cujos desenvolvedores estão atentos ao feedback dos usuários e buscam sempre lançar melhorias.

Seja para estudos, trabalho ou organização pessoal, o aplicativo com certeza pode atender aqueles que buscam um lar para suas notas, principalmente quem usa o tablet da Maçã como ferramenta de anotações manuscritas. A interface é agradável, a escrita é excelente, os recursos evoluem constantemente e as funcionalidades de IA, embora ainda possam amadurecer, já agregam bastante valor ao aplicativo.

Como existe um plano gratuito (e edições ilimitadas pela web), minha recomendação é simples: experimente. Depois de algum tempo de uso, fica muito mais fácil entender se os recursos adicionais justificam a assinatura para o seu fluxo de trabalho. Então, “se jogue” na versão gratuita e seja feliz; se utilizar com frequência e achar valor, com certeza não se arrependerá do investimento!

iPad Pro de 13″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 16.499,00

iPad Pro de 11″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 12.999,00

iPad Air de 13″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 7.896,54
R$ 9.999,00

iPad Air de 11″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 9.577,77

iPad mini

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.299,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 3.798,00
R$ 4.499,00

Apple Pencil Pro

R$ 1.429,00

Apple Pencil (USB-C)

R$ 749,00
R$ 899,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

10 cool things Copilot can do in PowerPoint

22 July 2026 at 12:00

Building a presentation can take lots of time. There are design choices to figure out: the slide layouts, fonts, theme colors, and so on. You can use a template to skip this hassle, but you still have to paste your text and other content into the slides and edit it all so that the results are visually appealing.

In PowerPoint, Microsoft’s Copilot AI assistant can now automate the heavy lifting of presentation creation. It can generate a first-draft presentation in minutes, then help you edit it. You can also prompt Copilot to help you quickly understand the contents of a presentation and glean insights from it. Use the tips in this guide to save oodles of time as you create and work with presentations.

Who can use Copilot in PowerPoint

Individuals with a Microsoft 365 Personal, Family, or Premium subscription have access to Copilot from within PowerPoint and other Microsoft 365 apps. Users with a Premium plan have higher Copilot usage allowances and access to advanced AI features.

For business users, it’s more complicated. Organizations with more than 2,000 users must pay for Microsoft 365 Copilot licenses for their users in addition to their regular Microsoft 365 licenses. Users at organizations with fewer than 2,000 users can use Copilot within M365 apps even without the M365 Copilot add-on licenses, but there are limitations in usage, speed, and feature availability.

To see what kind of access you have, log in to Microsoft’s Copilot Chat web hub and look for your name in the lower left corner. If you see “M365 Copilot (Premium)” under your name, you can use Copilot in M365 apps with priority access and advanced features. “M365 Copilot (Basic)” means you can use Copilot in M365 apps with lower-priority access and limited features. If you see “Copilot Chat (Basic)” or nothing below your name, you can’t use Copilot in M365 apps.

(Copilot Chat Basic users do get some Copilot functionality, including the ability to generate presentations, via the Copilot Chat hub. See our Copilot Chat tutorial for details.)

In this article:

Working with Copilot in PowerPoint

First, let’s quickly go over the notable settings of the Copilot sidebar.

When you have a presentation open in PowerPoint, click the Copilot icon; it may be floating at the lower-right corner of your PowerPoint window or parked at the right end of the Ribbon toolbar. The Copilot sidebar will open along the right of the page. You’ll type your prompts to Copilot inside the chat window in this pane.

powerpoint screen with copilot sidebar open on right

The sidebar on the right is where you interact with Copilot in PowerPOint.


Howard Wen / Foundry

Agent mode: By default, Copilot can build a new presentation or make changes to an existing one in the main PowerPoint window. This is known as “agent mode.” To change this so that Copilot can’t take direct action on a presentation (all its responses appear in the sidebar), click the Allow editing button above the chat window and change it to Chat only.

The tips in this guide require that Copilot be in agent mode, so make sure you see Allow editing above the chat window.

Choice of AI model: Behind the scenes, Copilot has access to various genAI models, including different versions of Anthropic Claude and OpenAI GPT.  By default, it decides which model to use based on your prompt. You can set it to use a particular model: click Auto at the upper right of the Copilot pane and select a model from the dropdown that opens.

screenshot of copilot sidebar in powerpoint with models dropdown menu open

You can choose which AI model you want Copilot to use for a request.

Howard Wen / Foundry

The tips in this guide should work fine on the default Auto setting. But feel free to experiment switching to specific models to see which give you the best results for particular tasks.

Important: Remember that generative AI output often includes errors, so always check Copilot’s output for accuracy. (Also see our tips for reducing hallucinations in Copilot.) You’ll likely want to rewrite it in your own voice as you’re reviewing it.

1. Create a presentation template

For many people, the hardest part of creating a presentation is getting started. What types of information should be included on the slides, and in what order? Copilot can give you a leg up by creating the type of presentation you need, with placeholder data that you can later replace with your own.

Start a new presentation, open the Copilot sidebar, and type your prompt into the chat window. It’s best to provide very specific details in your prompt. The more context or details you provide, the more likely Copilot will generate a presentation template that suits your needs.

A good prompt should contain the slide count, subject, audience, and tone. Example:

  • Create a 6-slide presentation for a sales meeting focusing on Q1 revenue. The audience is the sales team, so keep the tone professional and focused on the sales data.

Copilot may ask a series of follow-up questions, such as your preferred visual style and desired level of detail. Then it will generate a presentation template.

screenshot of powerpoint presentation generated by copilot with placeholder data

Copilot generates a presentation with placeholder data and explains its elements.

Howard Wen / Foundry

You can optionally prompt Copilot for revisions, and when you’re happy with the template, swap in your own data.

2. Create a presentation from a document

You can attach a document (such as a Word document, Excel spreadsheet, or PDF) and prompt Copilot to generate a presentation based on its contents. This works best with a structured-format document (such as a business plan, project proposal, or summary report) that contains sections with headings.

Copilot can extract the document’s text and structure to generate the slide content for the new presentation. This can especially be useful for quickly turning a long report into a visually appealing presentation.

In the Copilot pane, click the + icon at the bottom of the chat window. A list of documents that you’ve recently accessed appears. Select the one that you want Copilot to use. Alternatively, click the magnifying glass icon and inside its search box, type a few letters of the filename for the document you want. (Business users with an M365 Copilot license can select up to five files for Copilot to pull from when creating a presentation.)

screenshot of copilot sidebar in powerpoint with a document being attached for copilot to base a presentation on

Attaching a document for Copilot to base a presentation on.

Howard Wen / Foundry

Then in the chat window, you can enter a prompt that’s as simple as “Create a presentation,” although as always, providing more details and context is better. This is especially important for corporate users who reference multiple source files. It’s useful to tell Copilot what data to pull from each document.

Answer any follow-up questions that Copilot asks, and it will then generate the presentation.

screenshot of powerpoint with a presentation generated by copilot from a document

Copilot has generated a professional presentation from a social media marketing campaign document.

Howard Wen / Foundry

Note: Your marketing department may have created one or more branded company templates for Copilot to work from. If that’s the case at your organization, simply open the appropriate company template as your first step. Then you can upload docs and type a prompt as described above. Copilot will create a presentation using the branded template.

3. Add content from a document to a slide

Manually copying text or other content from a document and pasting it into a new slide is a chore. Instead, you can prompt Copilot to extract information directly from a Word document, Excel spreadsheet, or PDF to create new slides.

In the Copilot pane, attach the document using the same steps described in tip 2, then tell Copilot to create a slide from the document. As always, it helps to provide details such as the new slide’s focus or what data to include:

  • Add a slide based on the attached document.
  • Use the attached file to add a slide about the project budget that focuses on Q1 projections.
  • Summarize only the financial section of the attached document as a slide.
screenshot of a slide in powerpoint generated by copilot from spreadsheet data

A new Copilot-generated slide based on data from an Excel spreadsheet.

Howard Wen / Foundry

4. Refine your slide text

A presentation should be visual and display only the core message. Conciseness and proper writing tone are essential for your slides, so that they don’t lose the attention of your audience.

You can prompt Copilot to refine text on an individual slide in various ways, such as rewriting it in a more professional tone or making it more concise. Highlight the text inside a text box on the slide. On the toolbar that appears over the highlighted text, click Edit with Copilot.

On the menu that opens, you can select a preset prompt to refine the text, such as Condense or Make professional. Or, at the top of this menu, you can type a prompt to rewrite the highlighted text.

screenshot of text on a powerpoint slide with copilot dropdown menu includng condense and make professional options

Choose a preset prompt for refining text on a slide or type in your own prompt.

Howard Wen / Foundry

Note that this feature affects all the text inside the text box. To rewrite only a portion of text inside a text box, you must split that portion out into a separate text box.

Alternatively, you can prompt Copilot to analyze your entire presentation and tighten up the wording throughout all of its slides. For example:

  • Make these slides more visual and use less text.

5. Find or create an image

If you have Copilot generate a presentation from an existing Word document that contains images, it will incorporate those images into the presentation. If there are no images in the source document, you can ask Copilot to find or create one and add it to a slide.

To add a stock image or an image from your organization’s brand library, tell Copilot what you’re looking for:

  • Add a stock photo of young adults in a cafe drinking boba tea.
  • Add a photo from our asset library of young adults in a cafe drinking boba tea.

To have Copilot create an image using Microsoft’s Designer image generation tool, describe your desired image. As always, specificity is helpful:

  • Create a photorealistic image of a diverse group of 5 or 6 fashionable young adults sitting in a cafe drinking boba tea. They’re smiling or laughing, and some are looking at their phones.
screenshot of image generation prompt in copilot sidebar in powerpoint plus the resulting generated image on a slide

Copilot in PowerPoint hooks into Microsoft’s Designer tool for image generation.

Howard Wen / Foundry

Just as you need to review any text output from Copilot, take a close look at generated images to be sure nothing looks off.

Also note that Copilot image generation isn’t always reliable in PowerPoint. For some time during our testing for this story, Copilot said it couldn’t create an image because “the image generation service is returning a server error on every attempt.” After about a day and a half, the service began working again.

6. Expand your presentation with relevant slides

As you’re building your presentation, you may find that it’s become text heavy. Or perhaps it could use more visually oriented slides to break things up and make its progression flow better. Copilot can generate and insert new slides that are based on the content of the slides already in the presentation.

In the Copilot pane, specify exactly where you want the new slide to go. This helps Copilot to analyze the content of the slides before and after where you want the new slide. Then it can generate a slide to bridge between the two slides. Examples:

  • Add a slide after slide 3 about our competitive advantages.
  • Add a slide after slide 11 that transitions to slide 12.
screenshot of powerpoint screen with copilot sidebar and a transition slide generated by copilot

Need a transition slide? Just ask!

Howard Wen / Foundry

7. Summarize a presentation

Maybe you need a quick refresh of your presentation before an important meeting. Or maybe a co-worker has sent you a presentation that’s packed with lots of slides. You can prompt Copilot to generate a summary of the presentation’s overall messaging.

In the Copilot pane, just type “summarize this presentation.” You can also have Copilot flag key slides that contain important information: “show me key slides.”

screenshots of copilot sidebar in powerpoint - one with summarize results and one with key slides response

Ask Copilot to summarize a presentation or flag key slides.

Howard Wen / Foundry

8. Answer questions about a presentation

As you’re reviewing a presentation, especially one that you didn’t create and are not familiar with, you can get Copilot to pull key data points from its slides.

In the Copilot pane, type specific informational questions. Examples:

  • What are the action items in this deck?
  • What is the proposed budget mentioned here?

If Copilot can’t find the exact answer to the question you ask, it will provide related information from the presentation.

screenshot of copilot sidebar in powerpoint with response to query about proposed budget in the slide deck

Ask Copilot specific questions about the contents of a presentation.

Howard Wen / Foundry

This method can also help you validate that your presentation includes everything you want it to. If you ask Copilot about the action items in a presentation and it can’t find any, you know you need to add them. (Copilot will likely offer to generate them for you based on the rest of the slides.)

You can even take this tactic a step further and ask Copilot if the presentation is missing any important data, if any slides are weak or confusing, if there are any awkward transitions, if there are key points that should be better emphasized, and so on.

9. Help you navigate a large presentation

In the business world, presentations with dozens of slides are not uncommon, such as for financial reports or project documentation. Trying to find a specific slide or multiple slides can be tough. Copilot can help you navigate such a presentation.

In the Copilot pane, prompt Copilot to find slides based on specific topics. Example:

  • Show me the slides about the project timeline.

Copilot will analyze the presentation and reply with a list of links to the relevant slides. Click one of these to jump directly to that slide.

screenshot of copilot sidebar in powerpoint with response about the slide that talks about target audience

Copilot can help you zoom directly to a slide that covers a particular topic or shows specific data.

Howard Wen / Foundry

10. Generate speaker notes and/or an FAQ

Here’s a great timesaver when you’re preparing to show your presentation to an audience: Copilot can automatically generate suggested speaker notes for you, based on the content of your slides. Example prompt:

  • Write speaker notes for every slide with one talking point per slide.
screenshot of powerpoint presentation with speaker notes generated by copilot

Copilot can create speaker notes in seconds.

Howard Wen / Foundry

In a related feature, Copilot can create a frequently asked questions list (FAQ) for you to consult in your speaker notes or to present as a slide:

  • Write an FAQ for these slides.

Copilot will ask where you want the questions and answers added — as a new slide at the end, integrated into the speaker notes of relevant slides, or somewhere else that you designate. Make a selection, and Copilot will generate the FAQ based on the content of your presentation.

screenshot of frequently asked questions slide generated by copilot in powerpoint

A Copilot-generated FAQ slide.

Howard Wen / Foundry

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