Para quem possui surdez ou alguma dificuldade de audição, é possível habilitar a exibição das legendas do Gemini Live enquanto estiver usando-o no seu Mac. Veja como! 👨💻
Com o app aberto, acesse as configurações do navegador. É possível fazer isso indo até Chrome » Ajustes…, na barra de menus, usando o atalho de teclado ⌘ command, ou clicando no botão com três pontinhos (no canto superior direito).
Selecione “Inovações de IA” (na barra lateral esquerda) e entre em “Gemini no Chrome”.
Por fim, marque a chave ao lado de “Legenda descritiva”.
Na prática, você poderá conferir as legendas nas conversas do Gemini Live, como no exemplo abaixo:
Com a disponibilização do Gemini no Google Chrome para Macs, ficou muito fácil consultar o serviço de inteligência artificial da empresa para alguma atividade que precisa fazer.
Por padrão, o painel lateral do Gemini fica localizado na parte direita da tela do seu computador. Mas, se preferir, é possível que ele seja mostrado no lado esquerdo.
Com a liberação do Google Gemini no navegador Chrome para macOS, tornou-se possível utilizar a inteligência artificial da empresa de uma maneira rápida, sem precisar abrir um aplicativo separado, por exemplo.
Uma das maneiras de sair ou voltar a navegar pelo Gemini no Chrome é por meio de um atalho de teclado. Apesar de já vir com um pré-configurado, você pode alterá-lo.
Abra as configurações do Chrome, indo até Chrome » Ajustes…, na barra de menus, usando o atalho ⌘ command, ou clicando nos três pontinhos, no canto superior direito.
Selecione “Inovações de IA” e entre em “Gemini no Chrome”. Clique no lápis ao lado de “Atalho para navegação” e utilize o teclado para adicionar o novo atalho preferido.
Proteja sua vida digital com a NordVPN, a VPN mais rápida e confiável do mercado. Navegue com segurança em redes Wi-Fi públicas, mantenha sua privacidade online e acesse conteúdos de qualquer lugar do mundo sem restrições. Assine agora a NordVPN e descubra por que milhões de usuários — incluindo nós, do MacMagazine — confiam nela para uma internet mais livre e segura. Aproveite a oferta exclusiva com mais de 70% de desconto e 4 meses grátis!
E cá estamos nós com mais uma oferta do Apple TV para que novos assinantes (e ex-assinantes qualificados) tenham a oportunidade de testar o serviço por um mês gratuitamente.
Embora esse tipo de iniciativa pinte ocasionalmente sem uma causa especial, a oferta parece estar vinculada a uma ação com o game de futebol da EA Sports FC Mobile (ainda que não seja necessário ter qualquer vínculo com o jogo para resgatar o teste).
A página faz menção aos jogos da Major League Soccer (MLS), que passaram a ser contemplados por padrão no serviço da Apple (ou seja, sem custos adicionais) a partir deste ano, fruto de um acordo estabelecido entre a liga estadunidense e a Maçã em 2022. A notícia chegou na mesma época em que se descobriu que o acordo entre as partes seguirá até 2029, três anos antes da previsão original de encerramento do contrato — em 2032.
No mês passado, a Electronic Arts chegou a anunciar uma parceria com a Maçã relacionada ao Desafio de Habilidades All-Star e à Partida All-Star da MLS — eventos ocorridos nos dias 28 e 29 de julho, respectivamente. Embora essas datas já tenham obviamente passado, a oferta continuará de pé até 31 de dezembro de 2026, o que significa que usuários ainda têm mais algum tempo para iniciar o teste.
Caso você nunca tenha utilizado o streaming da Apple (ou mesmo se você já foi assinante no passado), vale checar a disponibilidade do teste, que pode ser resgatado clicando aqui.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
O iPhone 16 segue sendo uma excelente opção para quem quer um smartphone recente da Apple, mas não quer investir tanto em um modelo da linha 17.
Entre as suas especificações, podemos destacar a tela de 6,1 polegadas, o conjunto de duas câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels e uma câmera ultra-angular de 12MP) e o processador A18, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).
Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$6.799 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 26%!
Já para quem preferir pagar à vista no Pix, a oferta também é muito boa: ele sai a R$4.499,10, representando um desconto também de 26% se comparado com o valor da Apple nessa mesma condição, que é de R$6.119,10.
Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.
Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Rivalizando com iniciativas como o app Granola ou o assistente Notetaker do Wispr Flow, o recurso era anteriormente restrito aos encontros virtuais ocorridos dentro da plataforma do Google.
Divulgação/Google
Ele permite que o Gemini transcreva conversas e crie resumos da reunião salvos em um documento do Google, criando ainda um relatório encaminhado ao email do usuário com detalhes dos assuntos tratados e uma lista de tarefas da reunião. O Anota pra Mim é compatível tanto com as versões web quanto com o app do Google Meet.
Divulgação/Google
De acordo com o Google, a distribuição ampliada começou hoje para a versão web e iniciará no dia 31 de agosto para o app no iOS. A ferramenta está disponível para os assinantes dos planos AI Pro (além do AI Pro for Education) e Ultra — no caso dos consumidores finais — e nos planos padrão e Plus das soluções Business e Enterprise do Google Workspace.
Já está disponível em pré-venda no Brasil o livro “A Apple na China”, tradução oficial de“Apple in China”, obra lançada no ano passado pelo especialista Patrick McGee que retrata as transformações no mercado chinês resultantes dos investimentos da Maçã.
“Como uma parceria criada para aumentar a eficiência e reduzir custos ajudou a transformar a economia global e a indústria de tecnologia?” é o questionamento que move o título, que foi lançado no Brasil pela editora Livros de Valor.
No livro, McGee revela os bastidores da relação entre a Apple e a China, com base em uma pesquisa aprofundada de mercado que incluiu “centenas de entrevistas, documentos confidenciais e relatos inéditos”.
Esse embasamento ajudou o autor a falar com propriedade sobre as concessões, disputas e decisões que possibilitaram a colaboração entre ambas e, principalmente, discorrer sobre as suas consequências econômicas — e até geopolíticas.
Para os interessados, o livro já pode ser adquirido na Amazon — por R$75 ou R$52 em suas versões física e digital, respectivamente. Ele será lançado oficialmente no dia 26 de agosto.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
O atual CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, Tim Cook, está a alguns dias de deixar o cargo, o qual será ocupado pelo atual vice-presidente sênior de engenharia de hardware da empresa, John Ternus.
É natural que o executivo, nessa reta final, seja questionado sobre seu tempo nessa importante posição e reflita sobre sua influência no cargo — mas, em uma entrevista à CBS News, Cook disse que não pretende definir seu próprio legado.
De acordo com uma reportagem da Reuters, a Apple poderá usar uma estratégia híbrida na adoção de recursos de inteligência artificial na China. Em vez de confiar apenas em plataformas de terceiros chinesas, a Maçã pretende também adotar sua tecnologia proprietária no país.
Segundo a agência de notícias, a Maçã estaria treinando seu próprio modelo de IA especificamente para a China — algo que a permitirá ter um maior controle sobre a Apple Intelligence em seu mercado mais competitivo fora dos Estados Unidos (mas sem abrir mão das parcerias).
Esse modelo teria sido desenvolvido em parceria com o Alibaba (e treinado com o apoio da empresa). Caso seja aprovado, ele será o primeiro modelo proprietário de uma empresa estrangeira a ser aprovado no país e permitirá à Apple lidar com as muitas barreiras regulatórias chinesas.
Isso indica que a Apple não pretende substituir por completo as tecnologias de terceiros em seu conjunto de IA no país, mas que poderá usá-las em conjunto com seus modelos proprietários e escolher o mais apropriado para tarefas diferentes a serem realizadas nos seus sistemas.
Ao contrário de muitos dos leilões que já noticiamos por aqui, nesses apenas um dos lotes reúne mais de um produto da Apple — no caso, o lote 83 do leilão de São Paulo, que conta com um iPhone 17 Pro Max e um Apple Watch Series 11 e pode ser arrematado por, no mínimo, R$2.245.
Eis as tabelas com os lotes contendo itens da Maçã (que, vale notar, também podem incluir produtos de outras fabricantes):
São Paulo
Lote
Produto(s) da Apple
Lance mínimo
66
1x MacBook Air (modelo não especificado)
R$13.602
73
1x iPhone 17 Pro Max
R$1.937
74
1x iPhone 17 Pro Max
R$1.937
75
1x iPhone 17 Pro Max
R$1.937
76
1x iPhone 17 Pro Max
R$1.937
77
1x iPhone 17 Pro Max
R$1.937
78
1x iPhone 17 Pro
R$1.604
79
1x iPhone 17 Pro
R$1.604
83
1x iPhone 17 Pro Max 1x Apple Watch Series 11
R$2.245
85
1x MacBook Air (M4) de 13″
R$1.099
212
5x MacBook Air (M2) de 13″
R$8.943
Os interessados poderão enviar propostas para análise a partir das 8h do dia 8 de setembro e serão encerradas às 21h do dia 14/9. As selecionadas poderão participar do pregão online, programado para ocorrer no dia 15/9, às 10h.
Os interessados poderão enviar propostas para análise a partir das 8h do dia 8 de setembro e serão encerradas às 21h do dia 10/9. As selecionadas poderão participar do pregão online, programado para ocorrer no dia 11/9, às 10h.
Para participar, é necessário seguir um processo totalmente digital. Os interessados em adquirir os itens em leilão devem possuir um CPF válido e um certificado digital regular, obtido por meio do acesso ao Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).
Este certificado será essencial para acessar o site e participar ativamente do evento. Há lotes abertos para lances tanto de pessoas físicas quanto jurídicas, enquanto outros permitem apenas lances por pessoas jurídicas.
Cabe destacar que a Receita Federal não realiza entregas, portanto é necessário retirar os produtos pessoalmente no local indicado em caso de arremate.
O Apple Watch facilita muito a vida de quem precisa cuidar da sua saúde, conferir as notificações de seus apps e também usar alguns aplicativos sem que seja necessário tirar o iPhone do bolso.
Dentre eles, é possível fazer e receber chamadas pelo app Telefone (Phone), onde é possível usar um teclado numérico para aquelas chamadas que necessitam de digitação para algum setor — principalmente em serviços de atendimento ao consumidor.
Com o app Telefone ou o Contatos (Contacts) aberto, faça a chamada normalmente para um número.
Depois de ouvir a chamada e precisar digitar um número, selecione o botão representado por três pontinhos (no canto inferior direito) e toque em “Teclado” para ver os algarismos.
Quando quiser fechar o teclado, toque em “OK”, no canto superior direito.
Se você usa um Apple Watch, muito provavelmente deve saber que ele é um ótimo companheiro para visualizar e gerenciar as notificações dos aplicativos instalados não só no relógio, como também no iPhone.
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Centenas de alertas já foram enviados para clientes em mais de 150 países desde a implementação desse sistema e, mais recentemente, a empresa enviou uma nova leva de notificações para usuários em 110 países, de acordo com informações do TechCrunch.
A Apple mostra essas notificações diretamente na Tela Bloqueada do iPhone; a empresa também disse que tem aprimorado a experiência do usuário com os alertas, de modo a facilitar o acesso às informações importantes sobre como proceder.
Divulgação/Apple
Ataques de spyware são, em geral, raros; no entanto, a proliferação dessa tecnologia de vigilância permitiu que ela fosse utilizada indevidamente por governos contra críticos, incluindo membros da sociedade civil. John Scott-Railton, do Citizen Lab, disse que essas novas notificações push representam uma “grande melhoria” no incentivo para que as pessoas busquem ajuda para proteger seus dispositivos, em comparação com o momento em que a Apple lançou seus alertas sobre spyware, em 2021.
As notificações geram um sinal crucial de que uma comunidade está sendo alvo de ataques. As pessoas recebem um alerta e, então, algumas delas entram em contato e buscam ajuda. Muitas vezes, isso desencadeia uma investigação que revela muitos e muitos outros casos.
Ao receberam os alertas, os usuários são aconselhados a ativar o Modo de Isolamento (Lockdown Mode), um recurso de segurança que torna muito mais difícil o sucesso de ataques de spyware. Segundo a Apple, ainda não houve nenhum caso de dispositivo invadido enquanto o Modo de Isolamento estava ativado.
A empresa também envia notificações por email e exibe avisos aos usuários quando eles fazem login em suas contas.
Um dos retornos de série mais aguardados do ano, a quarta temporada de “Ted Lasso” vem rendendo bons frutos para o Apple TV — mais precisamente, batendo recordes de audiência nos Estados Unidos.
Segundo dados da Nielsen fornecidos pela Apple, a estreia da nova temporada foi visualizada por 296,6 milhões de minutos entre 4 e 5 de agosto. No dia 5, a série foi a mais assistida no país, sendo visualizada por mais de 200 milhões de minutos.
A Maçã também revelou que esses números representam o maior lançamento de todos os tempos de seu serviço de streaming, ultrapassando produções de sucesso como “Ruptura” (“Severance”) e “Pluribus”.
Conforme destacado pelo Deadline, é possível que “Ted Lasso” entre no Top 10 das séries mais assistidas no streaming na semana da estreia — mas isso dependerá de quanto os espectadores também se engajarem com episódios antigos.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.
Após a Apple garantir, ontem, uma suspensão temporária do processo de cálculo de taxas para compras a partir de links externos em sua disputa judicial contra a Epic Games, a Suprema Corte dos Estados Unidos negou o pedido da companhia para estender essa suspensão até a análise de um outro recurso da Maçã relacionado a uma decisão de desacato no caso.
Com isso, conforme divulgado pela Bloomberg, a empresa deverá seguir as determinações da ação que corre na instância inferior referente à taxa que cobra de desenvolvedores por vendas realizadas fora da App Store.
De fato, a Apple apresentou hoje mesmo uma proposta detalhando a comissão que considera razoável cobrar de aplicativos que incluam links para opções de compra fora da App Store — apenas nos EUA. Vale notar que, até agora, a empresa vinha sendo proibida de cobrar qualquer taxa.
Como detalhado pelo MacRumors, a Apple propõe cobrar metade da comissão normalmente aplicada; assim, aplicativos que pagariam uma taxa de 30% por uma compra/assinatura interna serão cobrados 15% ao direcionar o usuário para uma opção de compra na web — a proposta original era de uma taxa de 27%. Já os participantes do programa para pequenas empresas (Small Business Program), que pagariam 15%, serão cobrados 5%.
Aplicativos padrão: 15%.
Aplicativos integrantes dos programas de parceria para Notícias, Vídeos e Miniaplicativos, bem como renovações de assinaturas: 10%.
Aplicativos elegíveis para o programa de pequenas empresas (Small Business Program): 5%.
Essas taxas propostas deverão ser pagas pelos desenvolvedores quando um usuário tocar em um link contido em um app e realizar uma compra pela web. Por exemplo, se um usuário do Spotify clicar em um link no app para acessar o site do serviço e assinar o plano, os serviços de streaming têm de pagar à Apple uma taxa de 15%.
A Epic usou suas redes sociais para comentar a proposta da Apple. Segundo a desenvolvedora, os valores “estão muito além dos limites estabelecidos” e a empresa aponta que apresentará sua contestação dentro de 60 dias.
Apple's filing is in, and Apple admitted that under the Ninth Circuit's definition of "necessary costs" they would charge 0% for purchases made via linkouts to the web.
Apple proposed linkout fees of 15% for standard apps and 5% for Small Business Program apps. Epic believes…
A Apple apresentou sua petição e admitiu que, segundo a definição de “custos necessários” do Nono Circuito, cobraria 0% sobre compras realizadas por meio de links externos para a web.
A Apple propôs taxas de 15% para aplicativos padrão e de 5% para aplicativos do programa Small Business Program sobre essas transações via link externo. A Epic considera que tais taxas estão muito além dos limites estabelecidos pelas diretrizes do Nono Circuito quanto a taxas permitidas, e temos cerca de 60 dias para apresentar nossa contestação, fundamentada em depoimentos de especialistas.
Já a Apple afirma que os valores foram calculados com base em análises de especialistas e são inferiores às taxas de direcionamento externo que o Google está cobrando no seu processo judicial contra a Epic. A Maçã também protocolou uma petição solicitando o encaminhamento para uma conferência de conciliação — a qual poderá ajudar ambas as partes a chegar a um acordo e a restringir ou resolver as questões pendentes.
A Apple enviou a proposta ao Tribunal do Distrito Norte da Califórnia, onde a juíza Yvonne Gonzalez Rogers agora avaliará a proposta e ouvirá a resposta da Epic, de modo que a empresa terá de implementar a taxa definida pelo tribunal.
Google has unveiled the $29 Pixel Tag, its long-awaited AirTag rival that combines UWB with Bluetooth 6.0 Channel Sounding for two forms of precision tracking. It launches November 11. The Verge reports: The Pixel Tag is a slim oblong device available in one grayish color -- Fog -- that weighs about 12g, or 0.4oz. Like the AirTag, it has no built-in hooks or clips for attaching to objects you want to track. There's a single button that will trigger a sound on your phone, for the rare occasion when you've got the Tag but have lost your main device. It also has an IP67 rating, so it should be safe from dust and rain. As for the battery, the Pixel Tag takes CR2032 coin batteries, and says one battery should last for over a year.
Naturally, it'll be compatible with Google's Find Hub network, which leverages the Bluetooth capabilities of Android devices worldwide to help locate lost objects. [...] Once you're close enough to the Pixel Tag, UWB lets the Find Hub app display the distance and direction to the tracker, so long as you're using a phone with a UWB chip. Channel Sounding is a newer development that can display the exact distance, but not direction, and it will work with any phone or tablet that includes Bluetooth 6.0. The Moto Tag 2 is the only other tracker to currently support it.
Bad news for anyone seeking a job in this AI-infested hiring hellscape: not even Google’s top AI lab can figure it out.
That’s according to an HR memo viewed by Bloomberg, encouraging job-seekers to fill out a special AI-proof form on top of their standard application so that a “real human” will know they applied.
The document, which contains the delicious disclaimer “PLEASE DO NOT SHARE THIS DOC WIDELY,” is ironically the product of Google DeepMind’s AGI Safety and Alignment Team. Taken at face value, it pretty blatantly admits that whatever AI-integrated hiring software the lab uses to review candidates has been dumping CVs straight into the garbage.
“We have an applications system with a non-trivial probability your CV will be screened out incorrectly or take too long to reach us,” the memo explains. “Filling out this form makes sure that a real human on the team will get to see your application.”
Even in the face of the memo, a spokesperson for Google’s DeepMind project insisted to Bloomberg that the company’s AI hiring software is working just fine.
“This team set up a special form to go past the recruiter review, and get their resumes direct to the people on the team,” the spokesperson said. “But there are no shortcuts to getting hired.”
All told, it’s a wild admission from any Google division, not to mention its flagship AI research hub. For the DeepMind crew, specifically, to throw up their hands and invent a workaround to sneak past the company’s own AI hiring software is galling beyond words.
It’s safe to say AI slop has completely obliterated the digital hiring ecosystem millions depend on to find work — and if Google’s top AI minds can’t fix it, what hope do the rest of us have?