❌

Normal view

Apple Watch poderá ganhar novos formatos no futuro

10 August 2026 at 14:12

Em sua tradicional newsletter “Power On”, o jornalista Mark Gurman (da Bloomberg) tratou dos planos da Maçã para futuro do Apple Watch. A linha poderá passar por reformulações em seu formato, expandindo a variedade de modelos ofertados — mas essa mudança não estaria no horizonte de curto prazo.

Ainda que o bem-estar seja um pilar basilar do segmento de vestíveis (tanto por parte da Apple quanto na concorrência), a equipe de design industrial da empresa trabalha em novos produtos que funcionem como a resposta da Maçã à expansão da gama de dispositivos vestíveis disponíveis no mercado, sejam os anéis inteligentes ou as pulseiras sem tela.

Gurman salientou, no entanto, que essas mudanças poderão “levar tempo” para chegar ao consumidor final, e que atualizações modestas deverão definir o tom da linha durante pelo menos os próximos dois anos; ele reiterou ainda que a Apple planeja reintroduzir o acabamento em cerâmica — ou agora em setembro, com o “Apple Watch Series 12” e o “Ultra 4”, ou com os modelos que deverão ser apresentados no ano que vem —, além de apresentar melhorias significativas de performance.

Apple Watch Edition de cerâmica

Quem lidera a frente de ampliação dos vestíveis da Apple é Eddy Cue, que assumiu o comando do setor de saúde no ano passado. O executivo parece estar atento às iniciativas de empresas como a WHOOP ou a Oura, que redefiniram a relação dos wearables com a integração de recursos de inteligência artificial (IA) — o que, dada a expansão da IA no ecossistema da Maçã, poderá ser um caminho para os diferenciais em termos de software.

Os planos para o futuro, de acordo com o jornalista, envolvem variações de wearables sem telas, que deverão ser ainda mais acessíveis do que o Apple Watch SE, além de variantes que extrapolam a linha Ultra e Hermès. Gurman mencionou que, embora acredite que a hipótese nunca se transformará em um lançamento real, a Apple cogitou ainda a implementação de telas redondas.

Ao fazer um breve passeio pela trajetória do Apple Watch, ele destacou que as suas evoluções, assim como as do iPhone, partiram (e seguem partindo) de mudanças incrementais, sem romper com o formato do relógio apresentado por Tim Cook em 2014. Ao traçar um paralelo com a trajetória dos iPhones, a ampliação dos formatos do Apple Watch lembra a expectativa de que o “iPhone Ultra” redefina o paradigma de formato dos celulares da Maçã.

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.599,00
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.466,78
R$ 3.299,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Helys: a app que calcula o tempo exato que deve passar ao sol para produzir vitamina D sem riscos

8 August 2026 at 18:34

Desenvolvida por um programador independente, a Helys usa uma fórmula científica que considera o seu tipo de pele, localização, hora do dia, condições meteorológicas e índice UV para calcular, em tempo real, quanto tempo de exposição solar é seguro e suficiente. Disponível gratuitamente apenas para iOS.

The post Helys: a app que calcula o tempo exato que deve passar ao sol para produzir vitamina D sem riscos appeared first on Tek Notícias.

Como um alerta do Apple Watch me ajudou a agir durante um infarto, aos 35 anos

8 August 2026 at 14:30
Wendell Erllen
Autor(a) convidado(a)

Wendell Erllen

Ex-aluno de biomedicina e atualmente no 6º período de medicina na FPS (Faculdade Pernambucana de Saúde). É usuário do ecossistema Apple desde o iPhone 4. Atualmente tem iPhone, Apple Watch, MacBook Air, iPad e Apple TV 4K.

Instagram

Após uma história de saúde envolvendo o Apple Watch publicada recentemente aqui no MacMagazine — e um comentário meu na matéria que despertou o interesse do site —, resolvi compartilhar a minha experiência com o Apple Watch Ultra 2.

Antes de tudo, quero contextualizar: sou aluno de medicina e estou na metade do curso, o que me dá mais capacidade de interpretar alguns sinais dos alertas do relógio.

Eu tenho doença autoimune (alopécia areata) e, devido a isso, já fiz uso de muito corticoide em tempo prolongado, o que é um fator de risco. Mas já faz alguns anos que não há mais necessidade de tomar.

Enquanto eu tomava, estava sempre em acompanhamento médico (fazendo exames), mas quando parei, relaxei e fiquei um bom tempo sem avaliar meu colesterol (corticoide aumenta o LDL, conhecido como colesterol ruim). Entretanto, jamais imaginei que infartaria aos 35 anos — e sobreviveria!

Aconteceu em 6 de março deste ano — ainda está recente. Eu cheguei da faculdade no dia anterior (uma quinta-feira) muito cansado e dormi por volta das 18h30, acordando às 22h. Recebi o feedback dos Sinais Vitais do Apple Watch Ultra 2, como toda vez que eu durmo, independentemente da hora do dia. Só que, dessa vez, com um alerta.

Durante o meu sono, minha frequência cardíaca aumentou acima do meu padrão — o Apple Watch monitora de forma individualizada, para cada usuário. Como eu não havia jantado, ignorei o alerta. Comi algo e me organizei para voltar a dormir.

Só que, quando eu deitei, comecei a sentir dor epigástrica (como se subisse do estômago para o meio do peito, região esternal), e a dor passava quando eu sentava ou ficava em pé. Depois desse episódio, consegui dormir normalmente.

Frequência cardíaca alta nos Sinais Vitais da Apple

No dia seguinte, foi feriado (Data Magna) no meu estado, Pernambuco. Acordei por volta das 9h da manhã perfeitamente bem, como se nada tivesse acontecido, e fui tomar café da manhã. Quando acabei, fui deitar e procurar algo para assistir, pois queria aproveitar o feriado para descansar e relaxar.

Ao me alimentar e deitar, a dor da noite anterior voltou com a mesma intensidade. Deitado, com dor; sentado ou em pé, sem dor.

O que eu fiz? Eu tomei um remédio para dor de estômago, um antiácido e esperei fazer efeito. Esse tipo de dor torácica é muito sugestiva de Doença do Refluxo Gastroesofágico.

Um tempo depois, a medicação não fez efeito e a dor que eu sentia (apenas sentado) começou a não passar quando eu levantava. Nesse momento, eu lembrei do alerta que havia recebido do Apple Watch e pensei: Será? E foi!

A minha conclusão: sim, o alerta fez diferença — principalmente por eu não ter o perfil para infartar tão jovem.

Sempre pratiquei atividade física, durante toda a minha vida. Fui atleta de natação pelo colégio, jogo vôlei com amigos, faço musculação, corro… inclusive, ganhei o GymRats entre meus amigos ano passado com mais de 250 treinos (fora os check-ins que esqueci de fazer) — até o infarto, eu liderava o de 2026. Não sou hipertenso, diabético, obeso… enfim, a intenção é dizer que eu não tenho nenhuma comorbidade que me levasse a crer que isso aconteceria.

O fato é que eu poderia ter tomado mais remédios para o estômago, poderia ter aguardado mais ou qualquer outra coisa. Eu moro sozinho, poderia não conseguir ajuda e morrer trancado em casa. Mas eu fui capaz de agir rápido. Tive tempo e condições físicas de, mesmo com dor, tomar um banho, pegar o carro e me dirigir até o hospital sozinho.

Chegando lá, eu passei mal de verdade. Comecei a ter sudorese, dor mais forte e fui atendido rapidamente. Os exames estavam alterados: eletrocardiograma sugestivo de infarto agudo do miocárdio com supra de ST, pressão alta e eu estava bastante ansioso. Eu poderia ter começado a passar mal desse jeito em casa, mas consegui chegar ao hospital.

Fiz duas angioplastias para desobstruir duas artérias. Por que não fiz tudo de uma vez? Porque tive taquicardia ventricular (parada cardiorrespiratória), então preferiram fazer a outra artéria dias depois. Passei uma semana na UTI, tive alta e hoje estou bem.

Ter agido rápido não apenas salvou minha vida — já que em pessoas jovens o infarto costuma ser mais grave —, como também evitou um dano maior. No meio médico dizem que “tempo é músculo (cardíaco)”. Minha lesão acabou sendo muito discreta para o tipo de infarto que eu tive. Hoje eu estou apto a praticar qualquer atividade física e levo uma vida normal, só que com mais atenção aos riscos de agora em diante.

Vale ressaltar que o alerta de frequência cardíaca elevada, por si só, não caracteriza infarto. A frequência cardíaca pode subir por diversas causas: ansiedade, esforço físico, dor, febre, problemas hormonais, consumo de energéticos… e por aí vai.

O alerta não é motivo para ninguém ficar assustado e correr pro hospital toda vez que, esporadicamente, surgir um alerta do Apple Watch — que, lembrando, não é capaz de fazer diagnóstico. No meu caso, houve um conjunto de fatores que me levaram a crer numa hipótese bem atípica para a minha idade e acabou sendo real.

Sem o alerta, talvez eu continuasse pensando, por muito mais tempo, que o problema era no estômago. Mas eu tive algo no meu pulso me dizendo: “Olha, pode ser que o problema esteja aqui, e não ali.” ⌚️

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.198,00
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.466,78
R$ 3.299,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Inouye Solar Telescope Discovers Hidden Plasma Vortices on Sun

7 August 2026 at 17:13
The highest-resolution image of the Sun’s surface (photosphere) ever captured, taken at 416 nm by the Inouye Solar Telescope; it reveals deformed boundaries of magnetic elements and ultra-fine scale stripes, both associated with Kelvin-Helmholtz instability. Image credit: NSF / NSO / AURA / MPS.

Astronomers using the 4-m Daniel K. Inouye Solar Telescope in Hawaii have detected tiny plasma vortices on the Sun’s surface (photosphere) for the first time, revealing a long-suspected process that could transport energy into the million-degree corona.

The post Inouye Solar Telescope Discovers Hidden Plasma Vortices on Sun appeared first on Sci.News: Breaking Science News.

RecapMed é um app que reúne dados sobre dor, sintomas e medicamentos

4 August 2026 at 19:10

Quando a nossa saúde exige mudanças repentinas de rotina, organizar a frequência e a quantidade de medicações e horários para consultas/exames pode se tornar um desafio. Foi a partir dessa necessidade que o desenvolvedor brasileiro Wilton Fernandes criou o RecapMed, uma espécie de diário sobre dores, sintomas e medicamentos.

Entre os seus recursos, destacam-se o registro de dor — que possui indicadores de região e uma escala visual para intensidade, além do tipo (pontada, queimação, choque, peso, formigamento, pressão, rigidez ou latejante) —, notificações e acompanhamento de adesão a medicamentos (permitindo registrar as doses tomadas para alimentar automaticamente o cálculo do percentual de adesão) e o Health Vault, que permite anexar exames, receitas e laudos em um espaço com acesso protegido por autenticação biométrica. Todos os registros são armazenados localmente, sem processamento em nuvem.

App RecapMed

Outra funcionalidade bem interessante é o Doctor Brief, que consolida todos os seus registros em um documento PDF resumido que pode ser compartilhado com o médico na hora da consulta, para que ele compreenda seu quadro clínico rapidamente.

O app também é compatível com o Apple Watch, permitindo registrar dores, confirmar doses de medicamento e acompanhar a sua porcentagem de hidratação, sincronizando automaticamente as informações registradas no iPhone.

O RecapMed pode ser adquirido na App Store por R$10 — não contando com nenhum tipo de assinatura ou compra interna.

Supostos óculos da Apple poderão ter foco em recursos de saúde

3 August 2026 at 15:18

De acordo com Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, a Apple pretende transformar seus futuros óculos e headsets em dispositivos voltados à saúde.

Na edição mais recente da newsletter “Power On”, ele ressaltou que a ideia já havia sido levantada durante o desenvolvimento do Apple Vision Pro, que contaria com uma versão do Apple Fitness+ com execução local — permitindo que o dispositivo auxiliasse os usuários no acompanhamento dos seus treinos e na análise dos movimentos —, mas o recurso foi descartado.

A ideia, no entanto, parece viva para novos dispositivos, como os rumorados óculos inteligentes da Apple. O que ressalta essa especulação é a descrição de uma vaga para uma liderança estratégica de design de produto.

Com vinculação ao Vision Products Group, a demanda envolve “definir o futuro das experiências de saúde, bem-estar e condicionamento físico nos produtos de computação espacial”, transformando “oportunidades ambíguas na interseção entre computação espacial, vestíveis, saúde do consumidor e comportamento humano”.

Caso esse direcionamento se concretize a partir da estreia da Apple no segmento dos óculos inteligentes, essa abordagem — somada à integração com o seu ecossistema — pode se tornar a sua marca registrada em relação a competidores estabelecidos desse mercado, como a Meta.

Novos AirPods ainda em 2026?

Questionado sobre o futuro dos AirPods, Gurman rememorou que, embora a primeira versão dos AirPods com câmeras integradas a recursos de inteligência artificial (IA) — de codinome B798 — tenha sido adiada para 2027, uma segunda versão encontrada no código do iOS 27, sob o codinome B790, pode sugerir que a estreia dessa reformulação dos fones ocorrerá ainda em 2026.

Render dos supostos AirPods Pro com câmera
Imagem: ChatGPT

O jornalista mencionou, ainda, que a última variante estaria no cronograma interno da Apple com previsão de lançamento já para este ano.

AirPods Max 2

Chip: H2
Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
R$ 5.999,00
R$ 6.590,00

AirPods Max

Chip: H1
Cores: azul, roxo, meia-noite, estelar ou laranja
R$ 3.270,39

AirPods Pro 3

R$ 2.333,32
R$ 2.699,00

AirPods 4 com Cancelamento Ativo de Ruído

R$ 1.699,00
R$ 1.999,00

AirPods 4

R$ 1.298,70
R$ 1.499,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Amazon ampliará rede de satélites usada em serviços de emergência da Apple

27 July 2026 at 20:23

A Amazon solicitou à Comissão Federal de Comunicações (Federal Communications Commission, ou FCC) dos Estados Unidos uma licença para operar uma nova rede de 5.105 satélites destinada a fornecer serviços para dispositivos celulares, com planos de iniciar os lançamentos em 2028.

A iniciativa ocorre meses depois de a Amazon ter adquirido as operações de satélite da Globalstar, empresa que viabiliza os recursos via satélite do iPhone e do Apple Watch Ultra 3.

Divulgação/Apple

À época da notícia, inclusive, a Apple e a Amazon firmaram um acordo pelo qual a Globalstar operará em conjunto com a rede de satélites Leo 1Low Earth orbit, ou órbita terrestre baixa. da Amazon; de modo que ambas as redes sustentarão futuros serviços via satélite para a Maçã.

A Amazon Leo já anunciou um acordo com a Apple para viabilizar serviços via satélite para modelos compatíveis de iPhone e Apple Watch — incluindo SOS de Emergência via satélite, Mensagens, Buscar e Assistência Rodoviária via satélite — e para colaborar com a Apple em futuros serviços via satélite utilizando a rede expandida.

A Amazon planeja implantar cinco camadas orbitais projetadas para cobrir diferentes regiões do planeta. Três delas atenderão áreas densamente povoadas, enquanto as outras estenderão o serviço às regiões polares.

via MacRumors

Notas de rodapé

  • 1
    Low Earth orbit, ou órbita terrestre baixa.

Barnard’s Star Contains Inhospitable Exoplanets—But They Could Still Tell Us Something Important in the Search for ET

25 July 2026 at 15:10

The small exoplanets of our Sun’s second-nearest neighbor, Barnard’s Star, are inhospitable wastelands, British astronomers say.

Located six light-years from Earth, Barnard’s Star is separated from our closest neighbor, Alpha Centauri, by about 66° in our sky. Now, University of Cambridge researchers have revealed their findings on this exosolar system in a recent paper published in the Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

After careful analysis, the astronomers announced that the exoplanets are unlike any in our solar system, presenting a brutal and barren environment.

Barnard’s Star Exoplanets

Scientists only discovered these four small planets orbiting Barnard’s Star in 2025. Unlike anything in our solar system, these orbital bodies fit into a size range larger than Mars, but smaller than Earth or Venus.

Like a peeled onion, these smaller planets are rich in a mineral only found deep below the Earth’s surface. Chemical analysis revealed large amounts of the mineral periclase on the surface of these planets, something typically only found hundreds of kilometers deep on our planet.

“Barnard’s Star has an enormous amount of the element magnesium compared to other stars, so its planets are likely to be rich in magnesium too,” said lead author Xander Byrne from Cambridge’s Institute of Astronomy. “On Earth, that magnesium goes into making minerals called olivines, which are really important for storing water within the planet.”

A Lack of Water and Atmosphere

Unfortunately for those looking for extraterrestrial life, magnesium serves a different purpose on these exoplanets. Instead of water-storing olivine, it produces the abundant periclase, which is a poor store of water.

Even worse, these inhospitable exoplanets likely no longer have an atmosphere. According to the University of Cambridge team, these ten-billion-year-old planets probably only managed to hold an atmosphere for two billion years at most.

“These planets were always going to be hostile, because they’re really close to their star,” said Byrne. “Even the outermost planet orbits ten times closer than Mercury orbits the Sun. When you’re that close to your star, and have such little gravity, your atmosphere just gets blown off.”

In addition to the lack of atmosphere, the planets’ proximity to Barnard’s Star leaves them tidally locked, like our Moon, with one side always facing toward the star.

Exoplanet Stability

However, there is one positive element to these small planets. Typically, such close-orbiting systems are highly unstable, with the planets shooting out from the system, falling into their host star, or catastrophically colliding. Yet in this case, the system is as ordered as a piece of music. 

The three inner planets of the exosolar system have years in a 9:12:16 ratio, producing two of what is known as a “perfect fourth” in music. This musical harmony is known as an orbital resonance, with the same type of effect stabilizing Jupiter’s moons in their orbits around that planet. 

While our ability to view Barnard’s Star from Earth may be limited, the European Space Agency’s upcoming Plato mission may allow astronomers to discover ever smaller worlds orbiting in the nearby exosolar system.

“Larger planets are much easier to detect than small ones, so we know about very few sub-Earth planets like the ones in this system,” said Byrne. “But the sensitivity of these new missions will help to reduce this bias, allowing us to discover more and more planets that are small and rocky, like Earth.”

The true significance of the research may lie in the value of a null result. While these planets are bleakly hostile to life, observing this exosolar system’s composition can aid future astronomers in narrowing down the search for extraterrestrial life.

The paper, “The Barnard’s Star Planetary System: Stability, Composition, and Evolution of Four Sub-Earth Exoplanets,” appeared in Monthly Notices of the Royal Astronomical Society on June 24, 2026.

Ryan Whalen covers science and technology for The Debrief. He holds an MA in History and a Master of Library and Information Science with a certificate in Data Science. He can be contacted at ryan@thedebrief.org, and follow him on Twitter @mdntwvlf.

Emergency SOS via Satellite Expands to Andorra and Iceland

24 July 2026 at 19:28

Emergency SOS via satellite is now available in Andorra and Iceland, allowing supported iPhone and Apple Watch users to contact emergency services when cellular and Wi-Fi coverage are unavailable.

Apple added both countries to an updated support document, expanding the feature to 20 supported markets. Users in Andorra and Iceland can call or text 112 before choosing the satellite option when an ordinary emergency connection cannot be completed.

The expansion covers every iPhone 14 or later model running iOS 26.4 or newer. Apple Watch access requires Apple Watch Ultra 3 with watchOS 26.4 or later.

Emergency SOS does not turn the devices into conventional satellite phones. The system is designed for short emergency exchanges in locations where normal communication networks cannot be reached. Users must remain outdoors with a sufficiently clear view of the sky and follow onscreen directions while the device establishes and maintains a connection.

Emergency SOS via Satellite Reaches 20 Markets

Emergency SOS via satellite first launched in the United States and Canada in November 2022 with the iPhone 14 lineup. Apple gradually added European countries, Australia, New Zealand, Japan and Mexico as regulatory approval and emergency-service support became available.

Andorra and Iceland now join Australia, Austria, Belgium, Canada, France, Germany, Ireland, Italy, Japan, Luxembourg, Mexico, the Netherlands, New Zealand, Portugal, Spain, Switzerland, the United Kingdom and the United States.

The addition is particularly relevant for travelers and residents exploring mountainous or remote terrain.

Andorra contains extensive hiking, cycling and skiing areas across the Pyrenees, where cellular coverage can become unreliable beyond populated valleys and resorts. Iceland presents a different but equally demanding environment, with large rural areas, volcanic landscapes, glaciers and routes far from conventional infrastructure.

Satellite availability does not guarantee a connection everywhere. Mountains, deep valleys, dense tree cover and tall structures can obstruct the line between the device and a passing satellite. Apple also warns that satellite connectivity may not function in locations above 62 degrees latitude, which can affect some northern regions.

Most of Iceland lies below that threshold, although environmental conditions and the position of surrounding terrain can still influence performance.

International travelers can generally use Emergency SOS while visiting a supported country, even when the feature is not offered in their home market. Exceptions apply to devices purchased in certain countries or regions where Apple satellite connectivity is restricted.

Three smartphones display various screens: left shows a satellite connection with instructions, center shows a crash detection alert for Emergency SOS, and right displays a map with a location marked for emergency notification.

iPhone 14 and Newer Models Gain the Expansion

Every version of iPhone 14 and later contains the hardware required for Apple satellite features. Users in Andorra and Iceland must install iOS 26.4 or a newer release before relying on Emergency SOS.

The system appears only when the iPhone cannot reach cellular service or Wi-Fi. Apple recommends trying the local emergency number first because another carrier network may still be able to complete the call even when the user own provider shows no coverage.

When the call fails, the iPhone offers Emergency Text via Satellite. The user answers a short series of questions describing the emergency, including the type of assistance needed and whether anyone is injured.

The compressed questionnaire reduces the amount of information that must be transmitted through the limited-bandwidth satellite connection. Once connected, the iPhone sends the responses and location to an emergency dispatcher or an Apple-supported relay center capable of contacting local responders.

In Andorra and Iceland, the applicable emergency number is 112.

Users can also choose to notify emergency contacts. When Medical ID and emergency contacts have been configured in the Health app, selected details can be shared during the incident.

The conversation does not operate at the speed of an ordinary text exchange. Under ideal conditions, a message may require approximately 30 seconds to send. Light or moderate foliage can extend that delay beyond one minute, while heavier obstructions may prevent a connection entirely.

The iPhone displays guidance showing which direction to turn or move as satellites pass overhead. The phone can remain connected while the screen is locked, but it should not be placed inside a pocket or backpack during the exchange.

Apple Watch Ultra 3 Works Without an iPhone Nearby

Apple Watch Ultra 3 brings similar protection directly to the wrist, allowing users to contact emergency services even when an iPhone is not available.

Emergency SOS via satellite on Apple Watch Ultra 3 does not require an active carrier plan. Apple includes the service at no additional charge for two years following activation of the watch.

When cellular and Wi-Fi connections are unavailable, users can attempt an emergency call or open Messages and text 112. If the message cannot be delivered through an ordinary network, the watch presents the satellite emergency option.

Apple Watch Ultra 3 also guides the wearer toward the satellite connection. The device can remain in its normal position on the wrist rather than being held above the head, although the user may be instructed to turn or move away from an obstruction.

A wet watch may have more difficulty maintaining satellite communication, an important limitation for swimmers, boaters and users caught in severe weather.

The watch can send the emergency questionnaire, location, elevation, Medical ID information and battery level. Emergency contacts can also receive information about the incident when the user has enabled that option beforehand.

Crash Detection and Fall Detection add another layer. If iPhone 14 or later or Apple Watch Ultra 3 detects a severe crash or hard fall and the user remains unresponsive, the emergency notification may be transmitted over satellite when cellular and Wi-Fi networks are unavailable.

A smartwatch with an orange band displays an Emergency Apple Alerts screen, showing "Calling... Emergency Services 911" and a green button labeled "Emergency Text via Satellite." The time on the watch is 10:09.
Image Credit: Apple Inc.

Preparation Matters Before Going Off-Grid

Apple provides a connection demonstration that allows users to practice finding a satellite without contacting emergency services.

On iPhone, the demonstration can be opened through the Satellite controls or the Emergency SOS section in Settings. Apple Watch Ultra 3 users can add the Satellite control to Control Center or place a satellite complication on the watch face.

Testing the process before a remote trip helps users understand how quickly conditions can affect the connection. A clear field may establish contact rapidly, while a canyon or heavily wooded trail may require movement toward more open terrain.

Medical ID and emergency contacts should also be completed before leaving network coverage:

Health > Profile > Medical ID

A Medical ID can provide responders with information such as allergies, medical conditions, medications and emergency contacts. Users remain responsible for deciding which personal details they want stored and shared.

Emergency SOS via satellite is included free for two years after activating an iPhone 14 or newer model. Apple provides the same two-year period with Apple Watch Ultra 3, although the company has not established the long-term price that may apply after promotional access ends.

The arrival in Andorra and Iceland gives hikers, drivers, skiers and other travelers another route to help, but the safest preparation still includes checking weather conditions, sharing an itinerary and carrying adequate power before moving beyond ordinary network coverage.

The post Emergency SOS via Satellite Expands to Andorra and Iceland appeared first on AppleMagazine.

Astronomers Find Omega Centauri’s First Stellar-Mass Black Hole

20 July 2026 at 16:56
Whitaker et al. found Omega Centauri’s first stellar-mass black hole, which has a visible star companion that is shown in greater detail. Image credit: ESA / NASA / Maximilian Häberle, MPIA / Joseph DePasquale, STScI.

After decades of searching, astronomers have pinpointed the first of an estimated 10,000 stellar-mass black holes thought to lurk in Omega Centauri, the most massive stellar system in the Milky Way found so far, with a stellar mass of 3.6 million solar masses.

The post Astronomers Find Omega Centauri’s First Stellar-Mass Black Hole appeared first on Sci.News: Breaking Science News.

Como ativar e ajustar o volume automático da Siri no Apple Watch

22 July 2026 at 11:30

Ainda que não seja perfeita, a Siri pode ajudá-lo em diversas coisas — como ativar alarmes, conferir a previsão do tempo ou abrir um aplicativo.

Em se tratando do Apple Watch, a assistente pessoal da Apple pode ser ainda mais útil, já que está no seu pulso o dia todo.

Caso você utilize a assistente no seu smartwatch, saiba que é possível habilitar o Ajuste Automático do Volume, que regula o volume de fala da Siri com base nos ruídos de fundo do ambiente onde você estiver no momento.

Veja como habilitar! ⌚️

Pelo iPhone

Abra o app Watch, toque em “Siri” e em “Respostas da Siri”. Depois, habilite a opção “Ajuste Automático do Volume”.

Para escolher o nível, vá até “Nível” para selecionar “Mais Alto”, “Padrão” ou “Mais Baixo”.

Pelo Apple Watch

Abra os Ajustes (Settings), toque em “Siri” e vá em “Respostas da Siri”.

Controle a função na seção “Volume da Voz – Alto-falante”.

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.599,00
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.444,43
R$ 3.299,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

❌