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Apple fecha o melhor trimestre abril-junho da sua história no último balanço de Tim Cook

2 August 2026 at 14:30

Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.

Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!

Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.

A fala acima é de Cook. Ele deixará o cargo em 1º de setembro, quando John Ternus assumirá, e passará a presidir o conselho de administração.

O fenômeno Mac

Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.

A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.

O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.

O asterisco que quase ninguém vai mencionar

A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.

À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.

É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.

Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.

A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.

Linha de negócioMargem do FQ3 2026Margem do FQ3 2025Variação
Produtos40,07%34,52%+5,55pp
Serviços75,62%75,58%+0,04pp
Consolidado50,06%46,49%+3,57pp

A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.

Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.

Serviços: um pequeno sinal de alerta

Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.

A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.

Some-se a isso um risco que não tem data marcada. Boa parte da receita dos serviços vem do acordo pelo qual o Google paga à Apple para ser o buscador padrão do Safari — cerca de 36% da receita de anúncios de busca, algo próximo de US$20 bilhões por ano. Existe um processo em andamento que questiona a legitimidade desta taxa. A sentença de setembro de 2025 permitiu que o acordo continuasse, mas o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recorreu em fevereiro de 2026 e o Google entrou com recurso próprio em maio. Se a decisão cair, o buraco nessa linha é de dois dígitos de bilhão!

Três números que o comunicado não destaca

Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.

  1. O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
  2. Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
  3. O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.

Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.

A projeção para setembro veio bem abaixo

O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.

IndicadorFQ3 2026 (real)FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita16,4%de 9% a 11%
Margem bruta50,1%de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas48,1%de 47% a 48%
Receita implícitaUS$109,4 bilhõesde US$111,7 a US$113,7 bilhões

A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.

A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.

O que Ternus herda

Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.

Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.

O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.

O terceiro é entregar a Siri reformulada, anunciada na WWDC26, movida pelo Gemini do Google, prevista para o ciclo do iOS 27 e adiada por tempo indeterminado na União Europeia — decisão que a Apple atribui às exigências da Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).

A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.

Metodologia

Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.

As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.

A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.

Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.

O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.

Observação

Este texto não constitui recomendação de investimento.

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

Is this Billboard Hot 100 hit AI slop?

1 August 2026 at 19:20
The seemingly AI generated cover art for Fenix Flexin’s Rubberz.
That cover art is almost certainly AI, too. | Image: Fenix Flexin

Fenix Flexin is best known as a member of Shoreline Mafia, a rap duo from Los Angeles. But he's recently found solo success with the track "Rubberz," which has climbed to number 58 on the Billboard Hot 100. Almost immediately, though, questions were raised about the song's origins, with many speculating that it was largely, if not entirely, generated by AI. Fenix has denied those accusations, but done little to dispel them.

Part of the suspicion is certainly due to the fact that the song is a dramatic left turn. Fenix has primarily trafficked in trap-influenced West Coast rap. "Rubberz," on the other hand, is heavily influenced by '80s UK s …

Read the full story at The Verge.

Apple Services Price Hikes 2026

21 July 2026 at 21:27

Chance Miller:

Here are the new monthly prices for Apple Music and Apple One as of today:

Apple Music

Apple One

The price increases for Apple Music come after Spotify announced its own round of price hikes earlier this year, which Apple poked fun at on social media. Even with today’s price hikes, though, Apple Music remains cheaper than Spotify.

Lee Peterson:

Apple Music no longer makes sense when I’m already paying for YouTube Premium. Apple Music goes up to £11.99, YouTube Premium is £12.99 and on top of a good music service you get no ads on YouTube.

Mike Rockwell:

Distilling my longtime argument down to its simplest bit, I’d ask “do you want to pay $10 a month for music for the rest of your life?”

But truly, it was never going to just be $10 per month. The price was going to go up over time. It was going to get more expensive to have access to the same music.

If you purchase your music, though, I think most people would reach a point in their life where they stop buying new music entirely or they’re only buying a few albums per year. The cost of music would go down for you over time.

That was my thinking, too, but then I found that music I’ve purchased from Apple won’t work on my HomePod. I refuse to condone that behavior, so now I have two solid reasons not to subscribe to Apple Music.

Joe Rossignol:

While the monthly and annual prices of AppleCare+ plans for Macs and iPads received a slight increase this week, AppleCare One continues to start at $19.99 per month in the U.S., making the multi-device plan even more valuable.

Previously:

Suno Hack and Audio Scraping

16 July 2026 at 20:42

Jason Koebler (tweet, Reddit):

The AI music generation tool Suno scraped millions of songs and lyrics from YouTube Music, Deezer, and Genius, as well as from the stock music libraries Pond5, Jamendo, Freesound, the International Music Score Library Project, and podcasts via RSS feeds, according to a hacker who breached the company and shared data about Suno’s training libraries with 404 Media. The hacker was also able to access user information for hundreds of thousands of Suno’s customers, as well as Stripe payment information, they said.

[…]

As part of these legal proceedings, Suno previously admitted that it was trained on “essentially all music files of reasonable quality that are accessible on the open internet,” which included a total of “tens of millions of recordings.” Suno has been making the argument that it is allowed to train on copyrighted works as fair use in those cases, one of which has been settled.

Corbin Bolies:

Suno has long acknowledged that its AI music generator relied on the scraping of millions of songs available across the internet, but a new hack reveals just how the company pulled from streaming services and websites[…] all while user information remained vulnerable.

[…]

“Our goal has always been to help people create original new music, not replicate someone else’s. That’s why we build our models around what we call ‘Original Creation, By Design,’” the spokesperson said in a statement. “For example, we intentionally do not use artist names as a category of training metadata because we want our models to help people create brand new songs, not music that replicates other artists’ existing work. It’s also why we built Suno with detection filters that block or prevent a user from using specific artist, song, or album names as prompts, and prevent users from uploading lyrics or sound recordings that match existing works.”

Previously:

WhatsApp reformula experiência no CarPlay; agora é possível criar contas pelo app para iPad

22 July 2026 at 15:07

O WhatsApp oficializou hoje um conjunto de novidades para usuários de recursos e dispositivos da Apple, com destaque especial para o CarPlay e o iPad — que só ganhou um app do mensageiro no ano passado.

No caso do sistema de infoentretenimento da Maçã, foi revelada uma reformulação completa da experiência, que inclui agora a possibilidade de ouvir e responder mensagens com as mãos livres. Também passou a ser possível fazer ligações, consultar o histórico delas e acessar seus favoritos diretamente da multimídia do veículo.

WhatsApp para CarPlay reformulado
Divulgação/Meta

Usuários de iPad, por sua vez, agora podem criar uma conta na plataforma e configurá-la diretamente do tablet, o que os livra também de ter que conectar o app a um smartphone. Segundo o mensageiro, essa adição era um dos principais pedidos dos usuários.

Novos recursos do WhatsApp para iPad
Divulgação/Meta

O WhatsApp também oficializou a possibilidade de compartilhar uma música do Apple Music ou do Spotify na forma de um status, expandindo as possibilidades de expressão nessa seção do app.

Por fim, também foi anunciada uma integração com o Adobe Acrobat para permitir que usuários abram PDFs diretamente do WhatsApp Web (ou do app para Windows) sem precisar baixá-los. Também passou a ser possível fazer edições simples, como destacar e adicionar comentários, sem deixar o mensageiro e com criptografia de ponta a ponta.

Integração com o Adobe Acrobat no WhasApp Web
Divulgação/Meta

Segundo a Meta, essas novidades já foram liberadas para todos os usuários do WhatsApp.

Apple Music chegará a carros da Volvo, com teste grátis de 3 meses

20 July 2026 at 17:18

A Volvo anunciou que o Apple Music passará a integrar mais de 2 milhões de seus carros por meio de uma atualização remota (over-the-air, ou OTA), oferecendo até três meses grátis do serviço para os veículos compatíveis.

Para resgatar o teste gratuito, é necessário entrar com sua Conta Apple no app Volvo Cars. Tanto para antigos quanto novos assinantes, a oferta de resgate é válida até 6 de julho de 2027.

Alwin Bakkenes, diretor global de engenharia de software da Volvo, comentou a novidade:

Muitos dos nossos clientes já utilizam o Apple Music em seus smartphones ou em casa. Ao levarmos o Apple Music diretamente para nossos carros, transformamos nossos veículos em um lugar extraordinário para vivenciar a música. […] Você sentirá como se estivesse em meio a uma sala de concertos ou a uma arena durante a sua apresentação ao vivo favorita, ou imerso nas músicas mais recentes em Áudio Espacial, exatamente como os artistas pretenderam — uma experiência sonora verdadeiramente emocionante.

Embora o streaming seja compatível com os modelos XC90, S90, V90, XC60, S60, V60, XC40, EX40 e EC40 fabricados a partir de 2020, o Áudio Espacial do Apple Music será exclusivo do EX90, do ES90 e do EX60 (este último chegará ao mercado brasileiro em outubro).

O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via Exame

Apple raises Apple Music and Apple One subscription prices

17 July 2026 at 20:15

Tim Cook teases a 'big week ahead' starting Monday

Apple has increased the monthly subscription prices for its Apple Music streaming service in the United States and other markets, marking the first hike in nearly four years. The changes took effect today.

New Apple Music pricing:

• Individual plan: $11.99 per month (up from $10.99)

• Family plan: $19.99 per month (up from $16.99)

• Student plan: $6.99 per month (up from $5.99)

Select Apple One bundles have also seen increases:

• Family plan: $27.95 per month (up from $25.95)

• Premier plan: $39.95 per month (up from $37.95)

The Apple One Individual plan remains unchanged at $19.95 per month.

In a statement to Music Business Worldwide, Apple explained the move: “As a result of rising licensing costs, Apple Music is increasing its subscription price beginning today.”

This increase follows Spotify’s earlier 2026 price adjustment in the U.S., which Apple had publicly highlighted. Despite the hikes, Apple Music’s new Individual rate of $11.99 remains lower than Spotify Premium’s current $12.99.

The last Apple Music price rise occurred in October 2022, when the Individual plan moved from $9.99 to $10.99. Apple has periodically adjusted prices for other services like Apple TV and components within Apple One bundles since then.

MacDailyNews Take: The timing aligns with broader industry trends of streaming services adjusting prices amid rising content and licensing expenses. Existing subscribers will see the changes on their next billing cycle.


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App Apple TV ganha widgets e suporte ao “Continue Assistindo” no Android

17 July 2026 at 18:42

Embora costume dar mais foco aos seus próprios sistemas operacionais, a Apple também lança esporadicamente recursos para as versões de seus aplicativos em plataformas concorrentes, como o Android.

O aplicativo Apple TV, por exemplo, está ganhando widgets para a tela inicial do Android — o que permite que usuários acessem ou visualizem informações sem precisar abrir o aplicativo.

Apple TV para Android
Apple TV para Android

Além dessa novidade, o aplicativo também está ganhando suporte ao recurso “Continue Assistindo” (“Continue Watching”) no sistema operacional do Google, juntando-se a outras tantas plataformas de streaming populares do mercado.

A novidade, semelhante ao recurso disponível no aplicativo Apple TV nas plataformas da Maçã, permite continuar assistindo a produções a partir do hub unificado de serviços de streaming do sistema operacional.

Apple has also launched homescreen widgets on Android for the Apple TV app. https://t.co/kKHqj0cqKd pic.twitter.com/qOhQsWqMeV

— Aaron (@aaronp613) July 16, 2026

Ainda na seara dos updates, o 9to5Google revelou que o Apple Music também está sendo atualizado no sistema concorrente, agora com suporte ao compartilhamento via WhatsApp.

Gen Z and Millennials are Buying CDs - Though Half Don't Have CD Players

18 July 2026 at 20:50
"Approximately half of Gen Z and millennials who have purchased a CD do not own a CD player," according to midyear sales statistics from entertainment data company Luminate. It's driven in part by "collection building", according to their report [PDF]: The CD has been recontextualized from a functional audio format into an affordable collectible. This behavior underscores that for younger generations, the act of buying physical music is as much about aesthetic ownership and direct financial support for the artist as it is listening to the music on the product itself "Among artists who had a direct impact on the resurgence of CDs, K-Pop icons BTS' 10th studio album, ARIRANG, was a big seller," Vice points out in their report on the new data. "However, Luminate also found that, beyond K-Pop's overall influence, CD sales still increased 6.7% year over year, even if the whole genre was removed from the equation, jumping 16% to 16.3 million units." That's more than the growth of vinyl sales (2.4%) — but physical media in general seems to be making a comeback: Through the first half of the year, total physical album sales on vinyl, CDs, and cassettes reached 38.2 million units in the United States. This equates to a 7.8% increase.... [I]t seems that younger music fans have been driving a lot of the retro revival. The report shows that in 2026, 60% of Gen Z listeners said they most often listen to music from the 1990s and older. This is a massive increase from the 18 percent marker in 2021. The new report also revealed that the way music fans are buying physical media has shifted. Indie record stores have been the largest generator of physical album sales for some time, and they continue to be. However, big-box stores like Target and Walmart took significant strides in the first half of 2026. Collectively, their music sales made up about 30% of the market. Thanks to Slashdot reader fjo3 for sharing the article.

Read more of this story at Slashdot.

Apple is putting up prices on Apple Music and Apple One, and says 'rising licensing costs' are to blame — here's how much you'll pay now

18 July 2026 at 15:30
  • Prices are going up across almost all the Apple Music tiers
  • There are some bumps in Apple Music prices too
  • These are the first price hikes we've seen since October 2022

Apple Music is the latest subscription package to get a bump in price, leaving users with the choice between paying more or losing access to the streaming part of their library. The bundled Apple One package that includes Apple Music now costs more as well.

As reported by Music Business Worldwide (via Engadget), the reason cited by Apple is "rising licensing costs". It's the first price hike for this particular subscription we've seen since October 2022. The new monthly prices are below:

New Apple Music prices

US

UK

Australia

Individual

$11.99 (up $1)

£11.99 (up £1)

AU$14.99 (up AU$2)

Family

$19.99 (up $3)

£19.99 (up £3)

AU$23.99 (up AU$4)

Student

$6.99 (up $1)

£5.99 (unchanged)

AU$7.99 (up $1)

The Apple One price increases are less clear, as they're not as easily available on the Apple website. It appears the Apple One Family plan is now $27.95 per month (up $2) and the Apple One Premier plan is now $39.95 (also up $2), though the Apple One Individual plan has stayed at $19.95. Internationally, similar price rises are likely.

This comes at a time when everything tech-related is getting more expensive, from laptops to streaming services. Exploding AI resource demand has sent the price of memory and storage rocketing, and that continues to have a knock-on effect everywhere.

Loss of control

Apple raises prices for Apple Music and Apple One subscriptions from r/apple

Apple is of course by no means the first company to put up its subscription prices, but it's a reminder of the pitfalls of the digital rental model. As soon as you stop paying, you lose access — so if you need a service, you have no choice but to accept the higher price.

The online reaction has mostly focused on this too: "It's not even about the cost sometimes," writes one Redditor. "It's about loss of control over your finances. Companies can jack up their prices whenever they want." Few commenters seem ready to quit Apple Music, though many are pointing out the billions that Apple has in the bank.

Apple Music doesn't have a free tier like Spotify does, but it beats every other music streaming service in the support it gives you for local files. If you have enough MP3s and ripped CDs, you can use it perfectly well without a subscription.

As we've written about recently, Apple is selling more and more of its software products through recurring payments rather than a flat one-off fee, and one of the reasons is that it's more profitable — and makes it more likely that users will continue to pay up.

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