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Mac Running Slow? How to Make it Fast Again

1 August 2026 at 21:04

Have you been asking yourself this question lately, “Why is my Mac running slowly?” If yes, you’re one of a number of users who encounter the problem wherein their computer starts to slow down. It’s a perennial question that we all ask ourselves at some point after using our Macs for a while. It’s ironic […]

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Como desativar os atalhos personalizados do Firefox [iPhone, iPad e Mac]

1 August 2026 at 20:30

Se você usa o Mozilla Firefox como o seu navegador padrão em iPhones, iPads ou Macs, já deve ter notado que há algumas áreas do browser que podem trazer certos tipos de anúncios.

Uma dessas áreas é justamente a página inicial do Firefox, que pode sugerir atalhos patrocinados. Felizmente, um truque permite desabilitar facilmente isso. Veja, a seguir, como fazer isso! 🙂

Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no iPhone/iPad

  1. Com o Firefox aberto, toque nos três pontinhos (na parte inferior) e vá até “Configurações”.
  1. Escolha “Tela inicial” e “Atalhos”.
  2. Desmarque a opção “Atalhos patrocinados”.

Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no Mac

  1. Clique em “Firefox”, na barra de menus, e escolha “Configurações…”, use o atalho ⌘ command , ou vá até os três risquinhos (no canto superior direito) para escolher a mesma opção.
  1. Selecione “Página inicial e início”.
  2. Desmarque a opção “Atalhos patrocinados” abaixo de “Apoie o Firefox”.

via iDownloadBlog

Como gerar um código QR para uma página no Mozilla Firefox pelo Mac

1 August 2026 at 19:00

Além de compartilhar uma página da web usando um link normal, o navegador Mozilla Firefox também permite enviar um endereço da web de outra forma.

Mais precisamente, trata-se da geração de um código QR (QR code) — que pode, posteriormente, ser lido a partir de qualquer câmera ou compartilhado em uma postagem, por exemplo.

Veja como fazer isso no seu Mac! 👨‍💻

  1. Com o Firefox aberto no seu computador, siga um dos seguintes procedimentos:
    • Clique com o botão direito em cima da aba;
    • Vá até “Arquivo”, na barra de menus;
  1. Selecione “Compartilhar” e “Gerar código QR…”.
  1. Clique em “Salvar” para fazer o download do código ou em “Copiar” para que ele seja copiado para a área de transferência.

Como desativar as recomendações do Mozilla Firefox durante a navegação no Mac

1 August 2026 at 17:30

Um dos navegadores mais usados mundo afora é o Mozilla Firefox. Com ele, é possível desfrutar de diversos recursos, como uma proteção avançada contra cookies e um agrupamento por abas, por exemplo.

Para evitar que as recomendações de popup sigam aparecendo na tela e acabem atrapalhando a sua experiência, é possível desabilitá-las facilmente no seu Mac.

Veja como fazer! 🙂

  1. Com o Firefox aberto no seu computador, clique no botão com três risquinhos (no canto superior direito) e escolha “Configurações”. Se preferir, você pode abrir a mesma tela indo até Firefox » Configurações…, na barra de menus, ou utilizando o atalho de teclado ⌘ command ,.
  1. Escolha “Abas e navegação”, na barra lateral esquerda.
  2. Na seção “Recomendações”, desmarque os dois ajustes: “Recomendar extensões enquanto você navega” e “Recomendar recursos enquanto você navega”.

Simples, não?! 😉

via iDownloadBlog

Como usar as abas verticais no Mozilla Firefox

1 August 2026 at 16:00

Tradicionalmente, as abas dos navegadores da web são dispostas na horizontal.

Para facilitar a navegação para alguns usuários (e dar mais uma opção de personalização), o Mozilla Firefox permite habilitar um ajuste que deixa as suas abas abertas na vertical.

Veja como fazer isso no seu Mac! 👨‍💻

Abra as configurações do Firefox, seguindo um dos procedimentos:

  • Na barra de menus, vá até Firefox » Configurações…;
  • Clique nos três risquinhos (no canto superior direito) e em “Configurações”;
  • Use o atalho de teclado ⌘ command ,.

Selecione “Abas e navegação” (na barra lateral esquerda) e, na seção “Disposição do navegador”, habilite “Abas na vertical”.

Alternativamente, também é possível clicar com o botão direito na área vazia na extremidade direita das abas e selecionar “Ativar abas na vertical”.

Dos grandes felinos às paisagens californianas: os nomes do macOS

1 August 2026 at 14:30

A cada atualização anual do macOS, uma escolha da Apple em particular gera quase tanta curiosidade quanto as mudanças e os novos recursos do seu sistema operacional: o nome que acompanhará o update.

Hoje, faremos uma breve recapitulação das principais escolhas da Maçã sobre os nomes de cada versão do sistema operacional dos seus computadores, passando por décadas de codinomes felinos e, mais recentemente, paisagens californianas.

As (várias) mudanças do passado

Antes disso — no período do Mac OS Classic, que abrange os sistemas dos Macintoshes lançados entre 1984 e 2001 —, os nomes dos sistemas da Apple eram usados quase exclusivamente de forma interna. Publicamente, as versões recebiam denominações bastante protocolares, mas, nos bastidores, praticamente todas carregavam codinomes.

Mac OS X

O System 6, por exemplo, teve versões conhecidas internamente como Antares (6.04), Big Deal (6.05), SixPack (6.06) e Terminator (6.08). Já o System 7 passou por uma verdadeira coleção de nomes, incluindo Blue, Beta Cheese, Cube-E, I Tripoli, Jirocho, Mozart, Capone, Danook, Thag e Marconi, entre outros. Também houve casos específicos, como Road Warrior, utilizado nos primeiros PowerBooks, além de Unity, Buster, Son of Buster, Harmony e Ides of Buster, empregados em versões posteriores do sistema.

A partir do Mac OS 8, os nomes foram predominantemente relacionados à teoria musical — é o caso do codinome Tempo no Mac OS 8, Allegro no Mac OS 8.5 e Sonata no Mac OS 8.7 (versão de desenvolvimento do que viria a ser o Mac OS 9). As exceções são o Mac OS 8.1 (intitulado Bride of Buster) e o Mac OS 8.6 (Veronica).

Essa só se tornou uma tradição marqueteira a partir do Mac OS X 10.2, quando Steve Jobs apresentou a nova versão do sistema operacional como Mac OS X Jaguar, levando um codinome ao público pela primeira vez — antes do Jaguar, a Apple utilizou os codinomes Kodiak para a versão beta, Cheetah para a 10.0 e Puma para a 10.1 —, inaugurando a era de nomes de grandes felinos.

Os animais ditaram os sistemas dos Macs por cerca de dez anos (de 2002 até 2012): foi o caso do Mac OS X 10.3 Panther, Mac OS X 10.4 Tiger, Mac OS X 10.5 Leopard, Mac OS X 10.6 Snow Leopard, Mac OS X 10.7 Lion e, por fim, OS X Mountain Lion 10.8 — que abandonou (temporariamente) o prefixo “Mac”.

OS X Mavericks 10.9: a alteração de rota rumo à Califórnia

A partir da décima versão do macOS (então OS X), a Apple adotou publicamente nomes com as regiões da Califórnia, tendência que segue em vigor até os dias de hoje.

A troca, aliás, andou em paralelo a uma mudança paradigmática do sistema: foi somente com o OS X Mavericks 10.9 que a Maçã deixou de cobrar pela atualização dos seus sistemas operacionais, permitindo que os seus usuários, a partir do Snow Leopard (na compilação 10.6.8), atualizassem as suas máquinas sem custos adicionais — uma realidade que permanece até os dias de hoje.

O primeiro destino geográfico escolhido pela Apple remete a uma região litorânea conhecida pelas altas ondas, propícias para a cena local do surfe. O papel de parede do OS X 10.9 dava destaque à curvatura de uma grande onda em tons de azul e turquesa, com clara inspiração na localização que deu nome ao update.

Wallpaper do OS X Mavericks Developer Preview

Em matéria de software, o OS X Mavericks ficou marcado pelo aprimoramento na gestão de performance, bateria e memória, aproveitando melhor o hardware dos computadores da Apple. Quanto aos recursos, o sistema trouxe os links compartilhados no Safari, respostas embutidas em notificações, abas e tags no Finder, melhor suporte ao uso de múltiplos monitores, além da introdução de novos aplicativos, como o Mapas e iBooks.

OS X Yosemite 10.10

Pouco mais de quatro horas adiante (ou 314km, para ser mais exato), encontramos o Parque Nacional de Yosemite. A área já era considerada tão importante para a preservação ambiental que Abraham Lincoln autorizou sua proteção e uso público em 1864, anos antes da criação de Yellowstone, reconhecido como o primeiro parque nacional do mundo. Outro grande entusiasta de Yosemite foi Theodore Roosevelt, que ajudou a consolidar a sua importância dentro do sistema de parques americanos.

Um dos maiores símbolos do parque — e também o destaque do wallpaper oficial do sistema — é o Half Dome, um monólito de granito com impressionantes 2.696 metros de altitude. Localizada no coração de Yosemite, a formação foi considerada inescalável por alguns geólogos do século XIX, até que George G. Anderson realizou a façanha em 1875, escalando-a descalço. Muito possivelmente, a foto usada pela Apple foi registrada com uma lente teleobjetiva nas proximidades da Ahwahnee Meadow.

BG do OS X Yosemite

O OS X Yosemite 10.10 foi um marco importante na trajetória do macOS. Muito lembrado pelas mudanças de design na interface — com elementos translúcidos e ícones de formas planas que definiriam a identidade visual do sistema por várias gerações —, ele também deixou como legado a introdução dos recursos de Continuidade (Continuity) entre o OS X e o iOS.

Inicialmente, a novidade englobava apenas o AirDrop, as chamadas telefônicas, o app Mensagens, o Handoff e o Instant Hotspot. Ainda assim, ela inaugurou um nível de interoperabilidade que ajudou a redefinir a forma como o mercado de tecnologia passou a enxergar ecossistemas compostos por diferentes produtos de uma mesma marca.

OS X El Capitan 10.11

A apenas 20 minutos de distância do Ahwahnee Meadow, a próxima parada do Mac é outra atração turística presente dentro do Parque Nacional de Yosemite: o El Capitan é um monólito de granito de quase 900 metros que se ergue acima do vale do parque.

Fundo de tela do OS X 10.11 El Capitan

O papel de parede provavelmente foi fotografado a partir do mirante Tunnel View, de onde é possível avistar o El Capitan à esquerda do vale. Ao fundo, surge o Half Dome — um enquadramento que parece refletir o espírito da atualização. Diferentemente de Yosemite, o OS X El Capitan 10.11 deu menos ênfase à introdução de novos recursos e concentrou seus esforços em correções de bugs, otimizações de desempenho e refinamentos da experiência de uso. Entre as principais novidades, estavam um Spotlight aprimorado, a adição do Split View e diversas melhorias nos aplicativos nativos da Apple.

macOS Sierra 10.12

Cerca de 338km depois (aproximadamente quatro horas e meia) de Yosemite, passando pela cordilheira de Sierra Nevada (situada no leste da Califórnia, a oeste do Mount Whitney), temos o Lone Pine Peak, cenário da montanha que aparece no wallpaper do sistema.

Wallpaper do macOS Sierra

Além da mudança de nomenclatura de OS X para macOS (colado e com o “m” minúsculo, como segue até os dias de hoje), a atualização é particularmente lembrada pela inclusão da Siri no Mac, o Desbloqueio Automático (Auto Unlock) com o Apple Watch e a Área de Transferência Universal (Universal Clipboard) entre Macs, iPhones e iPads.

macOS High Sierra 10.13

Uma rápida viagem de 80 minutos (129km) é capaz de nos levar ao próximo destino fotografado pela Apple: North Lake, localizada na pequena cidade de Bishop, entre as montanhas da cordilheira de Sierra Nevada. Ali, muito possivelmente em meio ao outono, o registro eternizado no papel de parede do sistema foi feito.

Wallpaper oficial do macOS High Sierra 10.13

Quando falamos do sistema, aos moldes do próprio El Capitan e do Snow Leopard, o macOS High Sierra 10.13 focou muito mais no aprimoramento interno do macOS do que em novos recursos, mas vale mencionar a inclusão do novo sistema de arquivos da Maçã (o Apple File System, ou APFS), do suporte aos formatos audiovisuais HEVC e HEIF, bem como a chegada da segunda geração da tecnologia de desempenho gráfico Metal.

macOS Mojave 10.14

Depois das montanhas, que peculiarmente ficam na margem do wallpaper, vieram as dunas. Com uma distância de 253km (ou três horas de carro), o próximo destino é o Parque Nacional do Vale da Morte, o ponto mais quente do continente americano — onde se registrou a maior temperatura da história (56,7°C) em julho de 1913, e onde a foto do papel de parede do macOS Mojave 10.14 foi feita.

Wallpaper oficial do macOS Mojave

Já sobre as novidades do sistema, essa versão do macOS é particularmente conhecida pela introdução do Modo Escuro, a inclusão dos Conjuntos (Stacks) na Mesa (Desktop), além da estreia de apps já conhecidos dos usuários de iOS, como o Apple News, o Bolsa (Stocks), o Gravador de Voz (Voice Memo) e o Casa (Home).

macOS Catalina 10.15

A 428km adiante do Deserto de Mojave (cerca de cinco horas e meia de carro), nós temos a Ilha de Santa Catalina, destino paradisíaco — e remoto — da costa sul da Califórnia que deu nome à versão do macOS lançada em 2019. Pela posição da foto, o que se especula é que o registro oficial da Apple tenha sido feito com o auxílio de um drone ou helicóptero, sobrevoando as águas para capturar Catalina sob diferentes períodos e iluminações para fornecer o tema dinâmico disponível no sistema.

Wallpaper do macOS Catalina

Essa atualização marcou o fim do iTunes, que foi segmentado em um catálogo de aplicativos separados (Apple TV, Música, Apple Podcasts), mas sua adição mais relevante muito possivelmente foi o recurso Sidecar, que possibilita o uso do iPad como um monitor externo do Mac.

macOS Big Sur 11

Com uma distância de 524km da Ilha de Catalina, a próxima parada é na Ponte Bixby Creek (inaugurada em 1932 e particularmente conhecida por suas estradas com curvas), localizada na costa central de Big Sur, que dá nome a essa versão do macOS — o papel de parede retrata também a parte litorânea do local.

Wallpaper do macOS Big Sur

Sobre o sistema, a versão marcou a transição dos processadores da Intel para o Apple Silicon com o lançamento do M1, trazendo novos ícones, materiais translúcidos, um novo Dock, Central de Controle e de Notificações.

Esta versão também foi um marco para o sistema operacional, pois, pela primeira vez em muitos anos, a Apple abandonou as sub-versões 10.x e passou para o número 11 — o que se manteve nos anos subsequentes.

macOS Monterey 12

Ainda na costa de Big Sur, o macOS Monterey 12 marcou a quebra de uma tradição: pela primeira vez em anos, a Apple optou por não incluir um registro fotográfico como possível papel de parede ou tela de descanso, mantendo apenas temas dinâmicos para ilustrar o sistema dos Macs naquela ocasião.

Wallpaper do macOS Monterey 12

O Condado de Monterey, que inspirou o nome do sistema, é particularmente lembrado por ter abrigado a primeira capital da Califórnia, quando a região ainda era de domínio dos governos da Espanha e do México.

Em relação ao sistema, o grande destaque foi a introdução do Controle Universal (Universal Control), permitindo que um único conjunto de periféricos (como teclados e mouses) seja utilizado simultaneamente no Mac e no iPad.

macOS Ventura 13

Por volta de 450km de distância (quatro horas e meia de trajeto) depois, temos o Condado de Ventura, que inspirou essa versão do macOS. Emancipado do Condado de Santa Bárbara em 1873, ele abriga o píer mais antigo do estado da Califórnia. Mais uma vez, a Apple optou por não incluir um papel de parede fotográfico.

Wallpaper do macOS Ventura

Quanto aos seus recursos, o macOS Ventura 13 se destacou pela adição do recurso Organizador Visual (Stage Manager) e melhorias no Spotlight, Safari, entre outros aplicativos nativos do sistema que ganharam reformulações.

macOS Sonoma 14

Do Condado de Ventura até Sonoma, são 748km (pouco mais de sete horas de trajeto) até a região norte de San Francisco, conhecida por abrigar centenas de vinícolas. O registro da Apple foi feito na vinícola Mazzocco Sonoma, no rancho de Warm Springs.

Depois de dois anos, a Apple enfim retornou com os papéis de parede fotográficos no macOS, funcionando também como protetores de tela (screensavers) dinâmicos que lentamente se tornam um wallpaper estático após o login.

A maior novidade do sistema foi a implementação dos widgets interativos na Mesa (Desktop), além de reformulações no modo Jogo, na relação do sistema com acessos remotos e no compartilhamento de conteúdos em videochamadas, com novidades também no Safari, na Siri e nos recursos de acessibilidade.

macOS Sequoia 15

Saindo de Sonoma, nosso próximo destino está localizado a quase sete horas de distância (mais ao sul da Califórnia, a exatos 547km de distância); trata-se do Parque Nacional da Sequoia, que abriga algumas das maiores árvores do planeta em termos de volume.

Novo wallpaper do macOS Sequoia 15

O registro do papel de parede é remoto o suficiente para não termos uma dimensão exata da sua localização geográfica (até porque a Apple nunca divulgou essa informação), mas é seguro afirmar que as imagens foram capturadas em algum dos bosques de sequoias da Sierra Nevada.

Além da estreia controversa dos recursos da Apple Intelligence devido à discrepância entre o que foi apresentado e as funcionalidades entregues, o macOS Sequoia 15 introduziu o Espelhamento do iPhone (iPhone Mirroring), a organização de janelas em mosaico e o aplicativo Senhas (Passwords).

macOS Tahoe 26

Do Parque Nacional de Sequoia, partimos rumo ao norte, até a fronteira entre a Califórnia e o estado do Nevada (uma distância de 330km, ou três horas e meia de trajeto). O próximo destino é o Lago Tahoe, também presente na cordilheira de Sierra Nevada. Ele é particularmente conhecido por ser o maior lago alpino da América do Norte em termos de altitude.

Tahoe Day

Conhecido por suas águas cristalinas, o lago é um destino frequente para esqui. O papel de parede do macOS Tahoe 26 exibe um ângulo baixo sobre o lago, com as rochas em primeiro plano, enquanto os pinheiros e as montanhas de Sierra Nevada aparecem ao fundo.

Quanto ao sistema, além da unificação da numeração com todo o ecossistema (iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e visionOS) da Apple, essa versão foi especialmente marcada pelo redesign de interface com a estreia do Liquid Glass. Outras novidades incluem a adição das Atividades Ao Vivo (Live Activities) ao recurso Continuidade, além de revisões do Spotlight, Central de Controle e os recursos da Apple Intelligence.

macOS Golden Gate 27

E, enfim, chegamos à versão mais recente do macOS! Com uma distância de 330km (trajeto com cerca de três horas e meia), nosso próximo destino é o cartão postal da cidade de San Francisco: a Ponte Golden Gate.

Wallpaper oficial do macOS Golden Gate 27 (dia)

Ela foi, até 1964, a maior ponte suspensa do mundo — caso seus cabos de sustentação fossem esticados, teriam tamanho o suficiente para dar três voltas no planeta.

Enquanto sistema, assim como o Snow Leopard ou o High Sierra, o macOS Golden Gate 27 é marcado por sua abordagem de priorização dos refinamentos, tanto relacionados ao visual Liquid Glass quanto aos recursos da Apple Intelligence e da Siri, que agora se torna Siri AI.


E você aí, usa o macOS desde que versão? Alguma, em especial, lhe marcou? Ou você (ainda) não é usuário de Mac, mas gostou de todas essas curiosidades? 😊

via Basic Apple Guy

Why MacBook Stops Charging at 80% and How to Fix It

30 July 2026 at 22:52

Many MacBook Air, MacBook Pro, and MacBook Neo owners have noticed something curious; their MacBook battery stops charging at 80% when plugged in. To add to the confusion, even if they leave their MacBook plugged in overnight, the battery seems to be stuck at 80% and will not charge any further. Because this is not ... Read More

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MacOS Sequoia 15.7.8 & MacOS Sonoma 14.8.8 Released with Tons of Security Patches

28 July 2026 at 21:31

MacOS Sequoia 15.7.8 and MacOS Sonoma 14.8.7 are available for Mac users who are not running the Tahoe operating system. Both MacOS Sequoia 15.7.8 and MacOS Sonoma 14.8.7 include a myriad of security patches, making them recommended updates for all Mac users who are running those operating systems. No new features are included. Separately, Apple ... Read More

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OS 26.6 Delivers Massive Number of Security Fixes

27 July 2026 at 22:19
Apple’s latest updates patch an unprecedented number of security vulnerabilities while optimizing the Spotlight index in preparation for OS 27 and fixing bugs affecting Messages screenshots, Intel-based app notifications, and HealthKit data. None of the vulnerabilities is being exploited in the wild.

macOS Hidden Treasures: Quick Look

MacOS Tahoe 26.6 Update Released for Mac

27 July 2026 at 20:32

Apple has released MacOS Tahoe 26.6 for Mac users running the Tahoe operating system. The update is primarily focused on security fixes, and includes 8 new Emoji icons. Don’t expect any major changes or features, as those are instead arriving in the currently under beta MacOS 27. For Mac users running MacOS Sequoia and MacOS ... Read More

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WhatsApp introduz chamadas de voz/vídeo e outros recursos na versão web

28 July 2026 at 17:51

Após mais de um ano do início dos testes, o WhatsApp enfim anunciou a inclusão dos seus recursos de chamada em áudio e vídeo para a versão web do mensageiro, permitindo a transferência das ligações entre diferentes dispositivos.

A adição desses recursos na versão web dispensa a obrigatoriedade da instalação do app para macOS caso você queira atender a uma ligação fora do iPhone, funcionando nas conversas em grupo e individuais.

WhatsApp announces new calling features including web calls!

WhatsApp is rolling out web calling, call transfers, a waiting room, QuickHD video, and noise suppression for calls.https://t.co/CPOW8a76bZ pic.twitter.com/aSWHR5GJ5F

— WABetaInfo (@WABetaInfo) July 28, 2026
O WhatsApp anuncia novos recursos de chamadas, incluindo chamadas na web!

O WhatsApp está lançando chamadas na web, transferências de chamadas, uma sala de espera, vídeo QuickHD e supressão de ruído para chamadas.

As chamadas na versão web são compatíveis com o compartilhamento de tela, reações durante chamadas, histórico de ligações, favoritos e a criptografia de ponta a ponta. Já o recurso de transferência de chamada permite mover uma ligação em andamento entre diferentes dispositivos sem interromper a conversa.

O WhatsApp também introduziu uma sala de espera para chamadas em grupo iniciadas por meio de um link, permitindo que quem organizou a chamada aprove quem ingressará na ligação.

Já em termos de qualidade da chamada, o WhatsApp destacou a inclusão do QuickHD, recurso destinado a alta definição de vídeo logo nos primeiros segundos de uma chamada, enquanto a supressão de ruído reduz qualquer som ambiente que não seja a voz do usuário, que ganha destaque mesmo em espaços barulhentos. A supressão de ruído pode ser desativada a qualquer momento, embora ambos os recursos funcionem de maneira automática, sem configuração inicial.

Segundo a Meta, a implementação da novidade ocorrerá de maneira gradual, estando disponível “em breve” para toda a base instalada do WhatsApp.

Contagem de visualizações em canais

Para os administradores de canais, o WhatsApp começou a liberar a contagem privada de visualizações na beta do seu app para iOS e Android.

De acordo com o WABetaInfo, a informação é exibida no próprio balão de mensagem, e é restrita ao administrador do canal.

WhatsApp is rolling out private view counts for channel admins!

WhatsApp is introducing a new feature on iOS and Android that lets channel admins see how many people viewed their updates.https://t.co/8H1gpYYCiz pic.twitter.com/yKe7RAhA6f

— WABetaInfo (@WABetaInfo) July 26, 2026
O WhatsApp está lançando contadores de visualizações privadas para administradores de canais!

O WhatsApp está introduzindo um novo recurso no iOS e Android que permite que administradores de canais vejam quantas pessoas visualizaram suas atualizações.

Restrito à versão beta no momento, o recurso deverá chegar em breve para os usuários de forma geral.

Update 5.1 do app do MacMagazine traz “Peek” nos posts, suporte a deep links e novos ajustes de personalização

28 July 2026 at 12:30

E vamos deixando o nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Mac e Apple Watch — cada vez mais nos trinques! 😉

Acaba de sair a versão 5.1 dele, e agora é possível dar um “Peek” nos artigos diretamente pela tela inicial de posts: basta tocar e segurar sobre um deles para ter uma prévia rápida do conteúdo, sem precisar abri-lo por completo.

Também chegou o suporte a deep links: a partir de agora, ao tocar em qualquer link do MacMagazine — seja recebido por mensagem, encontrado em outro app ou mesmo em uma busca —, você é automaticamente levado para o post correspondente dentro do nosso app.

A tela de posts ganhou ainda dois novos ajustes de personalização: um para sempre lembrar o filtro selecionado e outro para exibir sempre os títulos completos dos posts na lista principal, sem cortes.

Além disso, esta versão traz correções de bugs e refinamentos na interface, bem como mais aprimoramentos gerais em acessibilidade.

Agradecimentos

Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.

A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉

Como renomear um atalho no aplicativo Atalhos [iPhone, iPad e Mac]

25 July 2026 at 16:00

O aplicativo Atalhos (Shortcuts) facilita a vida de muita gente que usa iPhones, iPads e Macs diariamente. Com ele, você pode realizar ações e automatizar tarefas com múltiplos passos, bastando apenas um toque ou o uso da Siri.

Caso queira, é possível renomear um atalho que tenha sido criado anteriormente usando esse app — seja para refletir o seu propósito ou para facilitar a busca quando precisar usá-lo.

Veja como fazer isso nos seus dispositivos! 😃

Com o app aberto, toque/clique na aba “Biblioteca” ou “Todos os atalhos”. Mantenha o dedo pressionado em cima do atalho desejado ou clique com o botão direito do mouse. Depois, vá até “Renomear” e digite o novo nome.

Opcionalmente, selecione os três pontinhos ou dê dois cliques em cima do atalho, vá até o nome do atalho e renomeie-o.

Apple preps next-gen MacBook Neo with A19 Pro chip, more memory, and new colors amid broader Mac overhaul

24 July 2026 at 22:00
Apple's MacBook Neo in Citrus
Apple’s MacBook Neo in Citrus

Apple is developing an updated MacBook Neo featuring more memory, an upgraded A19 Pro chip, and additional color options as part of a wide-ranging refresh of its entire Mac lineup, according to a Bloomberg News report by Mark Gurman.

The original MacBook Neo, Apple’s budget-friendly entry-level laptop launched in March 2026, quickly became a huge hit. It debuted at $599 (as low as $499 with education pricing) before rising to a $699 starting price amid industry-wide memory cost pressures. Powered by the A18 Pro chip (the first Mac to use an A-series processor typically found in iPhones and iPads), it offered 8GB of unified memory, a 13-inch Liquid Retina display, and vibrant finishes including Silver, Blush, Citrus, and Indigo. Strong demand led to initial sell-outs, and it has been praised for bringing accessible Mac performance and Apple Intelligence features to a lower price point.

The next-generation Neo will address some of the original’s constraints by increasing unified memory — reports indicate a jump to 12GB — and switching to the A19 Pro chip (already used in recent iPhone models). Extra color options will expand on the fun, marketing-friendly palette that helped the first Neo stand out. These upgrades could help offset the recent price increase by delivering better performance and longevity, particularly for AI-related tasks.

This Neo update forms part of a much larger Mac pipeline. Gurman’s reporting indicates Apple plans new versions of nearly every Mac it sells over the next couple of years, driven by surging demand for AI-capable machines. Key elements include:

• An entry-level 14-inch MacBook Pro with the new M6 chip expected this fall (2026).

• Long-awaited iMac refreshes also targeted for fall 2026.

• High-end 14- and 16-inch MacBook Pros featuring OLED displays and touchscreens, powered by M5 Pro and Max chips, eyed for late 2026 or early 2027.

• A MacBook Air refresh that could include its first major redesign in over four years.

• Updated Mac mini models testing M5 Pro and M6 chips, plus Mac Studio variants with M5 Max and Ultra (or later M7 chips), though memory supply constraints tied to the broader AI boom may affect timing.

Industry observers note that ongoing global memory shortages exacerbated by AI server demand have already driven price increases across Apple’s lineup and could influence both availability and pricing of the new models. Apple has also been exploring ways to sustain sales momentum, including a new leasing program.
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MacDailyNews Take: The MacBook Neo’s success showed Apple’s willingness to expand downward in the laptop market while defending premium margins higher up. An improved Neo with more memory and a newer chip would further strengthen that position, especially if it retains a competitive price relative to crappy Windows alternatives. Exact release timing for the updated Neo remains unspecified in the reports, but it fits into Apple’s broader push to modernize the Mac range for an AI-driven era.


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Proteção robusta do macOS dificulta ataque que substitui apps legítimos por malware

24 July 2026 at 21:48

Os pesquisadores de segurança Talal Haj Bakry e Tommy Mysk descobriram uma vulnerabilidade no macOS a qual permite que apps confiáveis sejam substituídos por softwares maliciosos, mas o seu funcionamento é mais complexo do que parece à primeira vista.

A brecha é iniciada por arquivos de execução de aplicativos baixados pela internet, que são silenciosamente substituídos por malwares (provavelmente compactados no formato .tar). Há, porém, um grande asterisco para que o ataque seja bem sucedido, suficiente para aliviar a preocupação de muitos: ele exige que já exista um acesso prévio a esse Mac para funcionar corretamente.

A execução decorre da ausência de uma segunda verificação do Gatekeeper (sistema de defesa do macOS quanto aos arquivos de um determinado aplicativo), checando a segurança dos apps apenas durante a primeira execução. As modificações até podem condicionar a abertura de uma caixa de diálogo, mas essas permissões são solicitadas em nome do arquivo executável baixado originalmente pelo usuário, o que diminui descrenças sobre a segurança da ação.

A melhor forma de se prevenir é evitar o download de arquivos e executáveis por parte de fontes desconhecidas, inclusive nos casos em que o que foi baixado é associado a um software da sua confiança. A brecha, vale lembrar, não afeta nada baixado pela Mac App Store.

Os pesquisadores relataram o problema à Apple, que optou por encerrar o caso sem resolver a falha.

via AppleInsider

Latest macOS ‘vulnerability’ shows just how hard it is to attack a Mac

24 July 2026 at 18:14

Macworld

A report by security developers Talal Haj Bakry and Tommy Mysk explains a new bug found in macOS that sounds scary. In a post titled “Silent Replacement of Trusted macOS App Executables,” the researchers describe a security vulnerability that allows an attacker to “secretly replace trusted apps you already have installed from the web with malicious versions.” However, it requires the attacker to jump through so many hoops it’s almost impossible to see any Mac ever being infected.

In simple terms, the bug allows an attacker to bypass macOS’s ability to protect apps from being tampered with. The attack itself involves deleting the app, then copying an altered version of the app to the Mac that has been archived as a tar file. When the app is unarchived, macOS does not detect that the app is a tampered version. Eventually, the user sees the app, thinking it’s a proper version, launches it, and activates the malware.

However, for an attacker to copy the tar file to the Mac, they need access to the machine to delete the authentic app that’s already installed. The attacker needs to physically access the Mac and be able to log in, or they’d have to perform some involved social engineering to persuade the user to perform the necessary tasks.

Bakry and Mysk said they “accidentally” discovered the bug and reported it to Apple. “Apple concluded that the reported behaviour does not constitute a security issue,” said Bakry and Mysk, who also created a video explaining their findings.

How to protect yourself from malware

The easiest way to protect yourself from malware is to avoid downloading software from unfamiliar download sites. Never open links in emails or texts you receive from unknown and unexpected sources. If you get a message that looks like it is from an entity that you do business with, check the sender’s email address and inspect the URL carefully. If you see a link or button, you can Control-click it, select Copy Link Address, and then paste it into a text editor to see the actual URL to check it there.

Apple has vetted software in the Mac App Store, and it is the safest way to get apps. If you prefer not to patronize the Mac App Store, then buy software directly from the developer and their website. If you insist on using cracked software, you will always risk malware exposure.

Macworld has several guides to help, including a guide on whether or not you need antivirus software, a list of Mac viruses, malware, and trojans, and a comparison of Mac security software.

Text Catalyst é um poderoso gerenciador da área de transferência para macOS

24 July 2026 at 16:21

Gerenciadores da área de transferência estão entre alguns dos apps mais abundantes para macOS. Ainda assim, de vez em quando surgem ferramentas que conseguem se destacar em meio à multidão, como o Text Catalyst, da Sense Labs.

Lançado há poucas semanas, ele faz tudo o que um bom clipboard manager precisa fazer: oferece um histórico dos últimos itens que você copiou no seu Mac, permitindo que você os cole a qualquer momento. Ele também deixa você pesquisar por itens no seu histórico (incluindo texto em imagens), além de poder ser aberto facilmente com um atalho de teclado.

Interface principal do Text Catalyst
Divulgação/Sense Labs

Os recursos, no entanto, não param por aí, com coisas bem legais como a Fila de Colagem (Paste Stack) jogando um pouquinho de tempero sobre a experiência. Com ele, você pode copiar vários itens de uma vez para depois colá-los em sequência em algum app qualquer da mesma forma como faria se estivesse colando apenas um item: usando apenas o atalho ⌘ command V.

Fila de Colagem do Text Catalyst
Divulgação/Sense Labs

O Text Catalyst, no entanto, oferece outras formas de copiar e colar itens, as quais podem substituir por completo os tradicionais ⌘ C e ⌘ V. É possível, por exemplo, configurá-lo para copiar um trecho de texto apenas ao selecioná-lo com cursor do mouse, bem como pressionar uma tecla modificadora da sua preferência duas vezes para abrir a Lista de Colagem (Paste List).

Lista de Colagem do Text Catalyst
Divulgação/Sense Labs

A interface principal do app também é bem completa e conta até mesmo com filtros que separam por aplicativo de origem os itens da sua área de transferência. Há, ainda, abas para texto simples, links, imagens, arquivos, cores, etc.

Assim como outras ferramentas do tipo, o Text Catalyst também traz um recurso de substituição de texto chamado Expansão de Texto (Text Expander). Com ele, você pode atrelar palavras, símbolos (como ⌘ e ⌥), emojis e até templates de emails a uma abreviação, que é substituída automaticamente pelo conteúdo desejado. Itens da sua Lista de Colagem também podem ser convertidos em trechos a serem inseridos no lugar de uma palavra ou sigla.

Expansão de Texto do Text Catalyst
Divulgação/Sense Labs

Programada em Swift para ser um app nativo, a ferramenta permite copiar até 48.000 itens, além de funcionar com o recurso Visualização Rápida (Quick Look) do macOS.

Sem assinaturas, o Text Catalyst sai por R$130 na Mac App Store, mas pode ser testado gratuitamente por sete dias.

Windows am Mac: Die besten Apps für virtuelle Maschinen und Windows-Software 2026

24 July 2026 at 14:45

Selbst die begeistertesten Mac-Benutzer wissen, dass Windows noch immer die Welt der Desktop- und Laptop-Computer beherrscht. Es gibt außerdem viele wichtige Anwendungen, die nur unter Windows laufen.

So läuft die Access-Datenbank nur unter Windows und es gibt auch viele professionelle Grafik- und Videoprogramme nur in Versionen für das Microsoft-Betriebssystem. Und natürlich gibt es zahllose Top-Games, die nie für uns oft vergessene Mac-Spieler erschienen sind.

Wenn Sie Windows-Software oder -Spiele auf Ihrem Mac ausführen wollen, erfahren Sie in diesem Artikel, wie Sie dies am besten machen können. Wir stellen Ihnen die besten virtuellen Maschinen für den Mac vor, darunter Parallels und VMware, und werfen einen Blick auf alternative Optionen, von Emulatoren, mit denen Sie Windows-Anwendungen auf einem Mac ausführen können, ohne Windows zu installieren. So sollten Sie auch Apples Boot Camp (nur für Intel-Macs) und Microsofts Windows 365 nicht vergessen.

In unserem Artikel finden Sie die besten Optionen für die Ausführung von Windows und Windows-Anwendungen auf Ihrem Mac. Lesen Sie auch unseren Leitfaden zur Installation von Windows und zur Ausführung von Windows-Anwendungen auf einem Mac.

Beste Windows-Lösungen für den Mac: Die besten Lösungen zur Ausführung von Windows auf einem Mac

1. Parallels Desktop

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Mit Parallels Desktop können Sie eine virtuelle Maschine auf Ihrem Mac erstellen. Die Software simuliert die physische Hardware eines Windows-PCs und lässt Sie Windows auf Ihrem Mac ausführen. Einer der Vorteile von Parallels Desktop ist, dass Sie Mac- und Windows-Anwendungen nebeneinander ausführen können, ohne dass Sie einen Neustart durchführen müssen, um zwischen den Betriebssystemen zu wechseln (was bei Boot Camp notwendig ist).

Mit Parallels können Sie Windows und macOS vollständig voneinander trennen oder Sie können den Coherence-Modus verwenden, um Ihre Windows-Anwendungen vollständig in Ihren Mac zu integrieren – Sie können sie sogar zu Ihrem Dock hinzufügen. Parallels bietet auch einen Rollback-Modus, der für experimentierfreudige Entwickler nützlich ist. Es wird nichts gespeichert, das heißt, wenn Sie den Computer neu starten, kehrt die VM in ihren ursprünglichen Zustand zurück.

Parallels macht die Installation von Windows wirklich einfach. Seit Parallels Desktop Version 18 ist es sogar möglich, die ARM-Version von Windows 11 innerhalb von Parallels herunterzuladen und zu kaufen.

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Parallels Desktop hat einen regelmäßigen Update-Zyklus, der in der Regel mit den großen macOS-Updates von Apple zusammenfällt. Parallels Desktop 26 erschien im Herbst 2025. Wichtigste Neuerungen von Parallels Desktop 26 waren Anpassungen an die neueste Version von Windows 11 (25H2) und macOS 26 (Tahoe). Parallels verspricht, seine Software für den gesamten Lebenszyklus von macOS Tahoe und Windows 11 25H2 mit Aktualisierungen zu unterstützen und die Kompatibilität zu gewährleisten – das nächste Update im Herbst 2026 wird Kompatibilität mit macOS 27 Golden Gate garantieren.

Laut Parallels waren für Tahoe umfassende Überarbeitungen notwendig, so nutzt die neue Version von macOS neue Regeln für Hintergrundprozesse. Das hat Anpassungen an Einrichtungsassistent und den Coherence-Modus notwendig gemacht. Bei älteren Versionen von Parallels Desktop könnten diese Funktionen wohl Probleme verursachen.

Eine weitere Neuerung betrifft die Anzeige des Speicherplatzes. Eine virtuelle Maschine mit Windows kann nun den verfügbaren Speicherplatz des Macs korrekt anzeigen, das war bisher nicht möglich.

Parallels hat außerdem eine neue Schritt-für-Schritt-Anleitung bereitgestellt, welche die Bereitstellung und Verwaltung einzelner Windows-Apps erklärt. Neu ist ebenso die Unterstützung von Windows-Updates per Jamf Pro oder anderen MDM-Plattformen. 

Seit Version 20 unterstützt Parallels neben den ARM-Versionen von macOS, Windows und Linux auch x86‑Betriebssysteme auf ARM-Macs, allerdings nur mit mäßiger Performance und sehr vielen Einschränkungen.

Lesen Sie unseren Parallels Desktop for Mac Test

2. VMware Fusion

VMware Fusion

Viele Jahre lang befand sich VMware Fusion im Gleichschritt mit Parallels Desktop. Die beiden Konkurrenten brachten regelmäßig Updates heraus und konkurrierten um den ersten Platz auf dem Markt für Mac-Virtualisierung. In den vergangenen Jahren scheint VMware (das jetzt zu Broadcom gehört) jedoch den Fuß vom Gaspedal genommen zu haben und Fusion ist ins Hintertreffen geraten (in der Tat müssen Sie heutzutage ziemlich lange suchen, um Fusion auf der VMware-Website zu finden). Offensichtlich hat Broadcom vor allem Firmenkunden im Blick, weniger Heimanwender mit Mac.

Die Software wird aber stetig weiterentwickelt und an neue Mac-Versionen angepasst, neue Funktionen werden aber kaum noch ergänzt. Mit der aktuellen Version Fusion 26H1 hat VMware wieder vor allem Stabilität und Zuverlässigkeit verbessert. Schon seit Version 12 werden Apple-Silicon-Macs unterstützt.

Mit der Einführung von Fusion 12 kündigte VMware an, dass es eine kostenlose Version des Programms – genannt Fusion Player – nur für den privaten Gebrauch, für Heimanwender und Studenten, geben würde. Jetzt hat VMware diese Strategie geändert und bietet Fusion Pro kostenlos an, solange es für den privaten Gebrauch bestimmt ist. Die Registrierung und der Download über Broadcom sind aber recht umständlich.

Auch wenn Fusion kaum noch neue Funktionen ergänzt, so ist die kostenlose Version von Fusion Pro doch eine gute Option für Privatanwender und Studenten, die gelegentlich Windows-Anwendungen oder Spiele auf ihren Macs ausführen wollen.

3. Crossover

Crossover

Crossover basiert auf WINE (siehe unten) und verwendet eine ähnliche Kompatibilitätsschicht, damit Windows-Anwendungen auf dem Mac ausgeführt werden können. Die Besonderheit: Dabei kommen Sie ohne eine Vollversion von Windows aus. Für die Verwendung mit Virtualisierungsprogrammen wie Parallels Desktop und VMware Fusion müssen Sie schließlich eine Kopie von Windows kaufen oder bereits besitzen.

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Die Bedienung des kostenlosen Open-Source-Programms Wine ist allerdings recht kompliziert. Deshalb hat das Team von Codeweavers Crossover als benutzerfreundliche Alternative entwickelt und bietet zudem technischen Support an. Crossover ist dann allerdings nicht kostenlos – eine Kopie von Crossover mit einem Jahr Support kostet 74 Euro. Es ist aber eine 14-tägige kostenlose Testversion verfügbar.

Mit Crossover können Sie Windows-Anwendungen in sogenannten Bottles installieren, also in sich geschlossenen Dateien, die auf Ihrem Mac gestartet und ausgeführt werden. Sie können viele verschiedene Bottles für verschiedene Anwendungen erstellen, und die Bottles können sogar so konfiguriert werden, dass sie mit verschiedenen Windows-Versionen kompatibel sind. Dies ist nützlich, da Sie so maßgeschneiderte Bottles für ältere Spiele und Software erstellen können, die möglicherweise eine bestimmte Version von Windows benötigen.

Crossover verfügt über eine Mac-ähnliche Benutzeroberfläche und bietet Unterstützung bei der Installation von Windows-Apps und -Spielen. Wenn Sie Crossover starten, sehen Sie im Hauptinstallationsfenster beliebte Windows-Apps und -Spiele aufgelistet, wie beispielsweise „Grand Theft Auto V“ und die Buchhaltungssoftware „Quicken“ für Geschäftskunden. Sie können sogar nach Informationen zu Hunderten von Windows-Apps suchen und erhalten einen Hinweis darauf, wie gut diese mit Crossover laufen (sehr alte Versionen laufen meist besser). 

Crossover 25 (März 2025) war eines der größten Updates der letzten Jahre und versprach, „Gaming auf dem Mac auf ein neues Niveau zu heben“. Einige der neuen Funktionen in Version 25 sind Änderungen unter der Haube, wie die neueste Version der zugrunde liegenden WINE-Technologie, die laut Codeweavers Tausende von Programmier-Updates zur Verbesserung der Leistung und Kompatibilität enthielt. Dieses Update führte außerdem eine neue Grafiktechnologie namens DXMT ein, die laut Codeweavers eine bessere Grafikleistung für weniger leistungsstarke Mac-Modelle bietet. Dies soll vor allem helfen, wenn Windows-Spiele mit DX11-Grafik genutzt werden.

Die Kompatibilität mit vielen bekannten Windows-Spielen wurde verbessert, sodass Sie nun erstmals Spiele wie „Path of Exile 2“, „Dragon’s Dogma 2“ und „Fallout 76“ spielen können. Neben Steam unterstützt Crossover 25 nun auch die Windows-Versionen der GoG- und Epic-Spielestores, sodass Sie Spiele, die Sie besitzen, aus diesen Stores herunterladen können.

Crossover basiert bisher noch auf Code, der für Intel-Prozessoren geschrieben wurde, und ist daher auf Apples Rosetta angewiesen, um auf Macs mit Apple Silicon zu laufen. Wir haben jedoch festgestellt, dass die Leistung trotzdem ziemlich gut ist. Codeweavers gibt an, an einer nativen Unterstützung für Apple Silicon zu arbeiten. Das ist jetzt noch kein Problem, auch macOS 27 wird noch Rosetta unterstützen, als letzte Version.

Das Codeweavers-Team investiert viel Aufwand in regelmäßige Updates für Crossover, und der technische Support ist beeindruckend. Dennoch kann Crossover manchmal etwas einschüchternd wirken, daher lohnt es sich, die Testversion herunterzuladen, um zu prüfen, wie gut es mit Ihren Lieblings-Windows-Spielen und anderer Windows-Software funktioniert.

4. UTM Virtual Machines

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UTM Virtual Machines von Turing Software ist im Mac App Store eine der beliebtesten Anwendungen im Bereich Business-Apps. Es kostet 10 Euro im Mac App Store, aber da das Tool ein Open-Source-Projekt ist, gibt es auch eine kostenlose Version namens UTM, die auf der Turing-Website erhältlich ist.

UTM kann auf Macs mit Intel- oder Apple-Silicon-Prozessoren (mit macOS Big Sur 11.3 oder höher) ausgeführt werden. Es bietet zwei verschiedene Optionen, je nachdem, welche Art von Mac Sie verwenden: Virtualisierung und Emulation.

Wenn Sie also einen Intel-Mac haben, kann UTM die Virtualisierung nutzen, um eine virtuelle Maschine zu erstellen, auf der die Intel-Version von Windows läuft. Und wenn Sie einen Mac mit Apple Silicon haben, können Sie die Virtualisierung nutzen, um eine virtuelle Maschine zu erstellen, auf der Windows on Arm läuft.

Wenn Sie jedoch die ältere Intel-Version von Windows auf einem Mac mit Apple Silicon ausführen möchten, verwendet UTM eine Emulation, um Windows auszuführen, da diese Version nicht für die Mac-Prozessoren konzipiert ist. Bei einer Emulation muss allerdings auch die CPU in Software nachgebildet werden, was zu einer wirklich miesen Performance führt – auch bei einem alten System wie Windows XP. Diese Emulation kann aber nützlich sein, wenn Sie alte Windows-Anwendungen wie Access oder Software ausführen müssen. Grundlage bildet die Technologie QEMU.

Allerdings wird UTM dadurch auch schnell komplex und fehleranfällig, und der App fehlen die ausgefeilte Oberfläche und die Benutzerfreundlichkeit von Parallels und VMware. Sie benötigen ein grundlegendes Verständnis von Windows-Image-Dateien wie ISO und VHDX, um Ihre Kopie von Windows herunterzuladen und zu installieren. Erwarten Sie außerdem keine Schritt-für-Schritt-Hilfe oder Support, wie er in Parallels Desktop verfügbar ist.

Der größte Schwachpunkt ist, dass UTM derzeit keine 3D-Grafikbeschleunigung in seinen virtuellen Windows-Maschinen unterstützt, was bedeutet, dass Sie die meisten Windows-Spiele mit 3D-Grafik nicht spielen können. Wenn Sie jedoch nur Geschäftsanwendungen ausführen oder die neuen KI-Funktionen von Windows ausprobieren möchten, dann ist UTM eine gute, kostengünstige Option, die für Entwickler und technische Benutzer interessant ist.

5. VirtualBox 7

VirtualBox 7

Dieses Open-Source-Virtualisierungsprogramm ist für den privaten Gebrauch kostenlos – aber eher für den Einsatz in einer Unternehmensumgebung gedacht.

VirtualBox, das seit 30. Juni 2026 in der aktuellen Version 7.2.12 vorliegt. Wie Parallels Desktop und VMware Fusion ermöglicht es Ihnen, eine virtuelle Maschine zu erstellen, auf der Sie Windows und Windows-Anwendungen aus macOS selbst ausführen können. VirtualBox läuft zudem seit Version 7.2 nativ auf ARM-Macs.

Wenn Sie VirtualBox für den privaten oder schulischen Gebrauch nutzen möchten, ist es kostenlos. Es gibt auch Linux- und Windows-Versionen von VirtualBox, sodass Sie Ihre virtuellen Maschinen auf vielen verschiedenen Computertypen einsetzen können (allerdings müssen Sie für Ihre Windows-Lizenz bezahlen, um loszulegen).

Können wir die Lösung aber ohne Einschränkungen empfehlen? Der Nachteil ist, dass VirtualBox nicht so ausgefeilt und einfach zu bedienen ist wie Parallels oder Fusion und die Oberfläche recht altbacken wirkt. Nicht zuletzt bieten Parallels und Fusion auch eine deutlich bessere Performance.

Schade: VirtualBox wirft mit einer Menge Fachjargon um sich, und wenn Sie den Unterschied zwischen einer virtuellen Festplatte und einer virtuellen Maschine nicht kennen, könnte der Einstieg etwas schwierig sein. Es gibt zwar regelmäßige Wartungsupdates, aber seit Jahren kaum neue Funktionen. Dafür gibt es einige ungewöhnliche Profi-Funktionen wie etwa ein Kommandozeilentool und fortgeschrittene Netzwerkfunktionen wie ein VM-zu-VM-Netzwerk.

Und da das Programm kostenlos ist, erhalten Sie auch keinen technischen Support – obwohl es ein Benutzerforum gibt, in dem Sie bei Bedarf ein paar Fragen stellen können.

Trotz Open-Source-Versprechen zielt Oracle mit VirtualBox auf große Unternehmen, die über eine richtige IT-Abteilung verfügen. Firmen müssen allerdings für die kommerzielle Nutzung ab 50 Euro für die VirtualBox Enterprise Edition bezahlen und sie müssen sich verpflichten, mindestens 100 Lizenzen auf einmal zu kaufen.

6. Windows 365 Cloud-PC

Windows 365 Cloud-PC

Windows 365 (das im Juli 2021 auf den Markt kam) hat das Potenzial, traditionelle Virtualisierungsprogramme wie Parallels Desktop und VMware Fusion wirklich herauszufordern. Im Vergleich ist Windows 365 jedoch recht teuer und es richtet sich offensichtlich eher an große Unternehmen als an Privatpersonen und kleinere Unternehmen. Für diese sind wohl eher Parallels und Fusion geeignet.

Microsoft beschreibt Windows 365 als Cloud-PC, aber die technischen Hinweise machen deutlich, dass es sich bei Windows 365 eigentlich um eine Form von virtueller Maschine handelt. Der Unterschied besteht darin, dass bei Parallels und Fusion virtuelle Maschinen lokal auf Ihrem eigenen Mac laufen, bei Windows 365 auf einem Server. Parallels und Fusion können dabei die Prozessorleistung, den Arbeitsspeicher und den Speicher Ihres Macs nutzen, um Windows und Windows-Anwendungen auszuführen.

Im Gegensatz dazu erstellt Windows 365 eine virtuelle Maschine, die in der Cloud gespeichert wird und auf Microsofts eigenen Servern läuft. Das Videobild des Windows-Desktops auf Ihrem Cloud-PC wird dabei über Ihre Breitbandverbindung auf Ihren Mac – oder jedes andere Gerät, wie ein iPad oder sogar einen anderen Windows-PC – gestreamt.

Diese Form der virtuellen Maschine kann schnell und zuverlässig funktionieren, solange Sie über eine ausreichend schnelle Internetverbindung verfügen. Allerdings ist Windows 365 mit Preisen je nach Leistung zwischen 28,30 Euro und 318,40 Euro pro Monat (ohne Mehrwertsteuer) recht teuer.

Im Vergleich dazu kostet die Heimanwenderversion von Parallels Desktop 120 Euro für ein ganzes Jahr, während es von Fusion sogar eine vollkommen kostenlose Version für Heimanwender und Studenten gibt – wenn auch ohne Windows-Lizenz.

Windows 365 ist vor allem für größere Unternehmen interessant, die ihren Mitarbeitern einen standardisierten Cloud-PC zur Verfügung stellen möchten, auf den sie von jedem beliebigen Ort mit Internetanschluss zugreifen können – es ist ideal für hybrides Arbeiten und das „neue Normal“. Für normale Privatanwender, Studenten und kleinere Unternehmen ist das Konzept jedoch zu teuer, sodass bestehende Nutzer von Parallels und Fusion wahrscheinlich vorerst bei diesen Anwendungen bleiben wollen.

Lesen Sie hier mehr: Wie Sie Windows 365 auf Mac, iPad und iPhone nutzen können.

7. Wine

Wine

Wie wir bereits erwähnt haben, ist die dritte Technologieoption – nach Boot Camp und Virtualisierung – Wine. Mit dieser Technologie können Sie Windows-Anwendungen ohne Windows selbst ausführen. Aktuell ist Wine 11.0 die stabile Version, es gibt aber auch eine neuere Entwicklerversion, Wine 11.13.

Wenn es Ihnen nichts ausmacht, gewissermaßen die Ärmel hochzukrempeln und sich die Hände schmutzig zu machen, dann ist Wine eine ungewöhnliche, aber praktikable Option, um Windows-Software auf Ihrem Mac auszuführen.

Wie VirtualBox ist Wine ein Open-Source-Programm, das Sie kostenlos herunterladen können. Es verwendet jedoch keine herkömmliche Virtualisierungstechnologie, um eine virtuelle Maschine für die Installation von Windows zu erstellen – wie bei Crossover wird keine Kopie von Windows benötigt, Apps werden in Form von Bottles installiert.

Codeweavers Crossover für Mac ist deutlich einfacher zu bedienen als Wine, obwohl es eng mit dieser Software verwandt ist und sogar auf der Download-Seite von Wine empfohlen wird. Aber natürlich ist Wine kostenlos, was ein großer Vorteil ist.

Wine fungiert schließlich als eine Art Software-Zwischenhändler, der die Programmierroutinen – APIs genannt – in Windows-Anwendungen übersetzt, sodass diese direkt mit macOS kommunizieren können. Und da Sie nicht viel zusätzlichen Speicher oder Prozessorleistung benötigen, um Windows auszuführen, werden Sie feststellen, dass Wine tatsächlich eine bessere Leistung bieten kann als eine virtuelle Maschine (insbesondere für Spiele und Grafikanwendungen). Eine ARM-Version gibt es bisher nicht, Wine ist aber kompatibel mit Rosetta.

Wine wird außerdem sehr regelmäßig von einem Team engagierter Entwickler aktualisiert, die die Software kostenlos zur Verfügung stellen. Der Nachteil ist, dass Wine für Anfänger spektakulär verwirrend sein kann – bis zu dem Punkt, an dem wir es wirklich nur Hobbyisten empfehlen können, die eine kleine Herausforderung mögen.

8. Apple Boot Camp

Apple Boot Camp

Durch die Verwendung von Dual-Boot und nicht von Virtualisierungstechnologie bietet Boot Camp die beste Leistung für Intel-basierte Macs, auf denen Windows ausgeführt werden muss. (Wie wir oben erklärt haben, steht Boot Camp für M1 oder spätere Macs nicht zur Verfügung).

Es ist wichtig, einen Unterschied zwischen Boot Camp und den Virtualisierungsprogrammen zu machen, die wir uns hier ansehen, wie Parallels Desktop, VMware Fusion und VirtualBox. Anstatt eine virtuelle Maschine zu erstellen, die es Ihnen ermöglicht, Mac- und Windows-Anwendungen gleichzeitig auszuführen, ist Boot Camp ein Installationsassistent und ein Dual-Boot-System. Dies ermöglicht es Ihnen, Ihren Mac entweder mit dem nativen macOS oder mit Windows (aber nicht mit beiden gleichzeitig) zu booten und zu verwenden.

Dank Boot Camp kann sich Ihr Mac wie ein reiner Windows-PC verhalten und seine gesamte Prozessorleistung und seinen Speicher für die Ausführung von Windows und Ihren Windows-Anwendungen nutzen. Und ganz wichtig: Wenn Ihr Mac über eine gute Grafikkarte verfügt, kann er die volle Leistung dieser nutzen, um Ihre Windows-Software auszuführen. Das ist definitiv die beste Option für Nutzer, die High-End-Grafiksoftware oder 3D-Spiele ausführen wollen, denn sie erhalten eine viel bessere Leistung als bei der Ausführung von Windows in einer virtuellen Maschine.

Der Nachteil bei der Verwendung von Boot Camp ist, dass Sie den Zugriff auf Ihre Mac-Anwendungen verlieren, während Sie Windows ausführen. Wenn Sie Apple Mail für Ihre E-Mails verwenden, müssen Sie Windows und Boot Camp herunterfahren und jedes Mal, wenn Sie eine E-Mail senden oder empfangen möchten, wieder zu macOS wechseln. Und, um ehrlich zu sein, ist die aktuelle Version von Boot Camp nicht mehr ganz so einfach einzurichten wie frühere Versionen.

Frühere Versionen von Boot Camp haben Ihnen die ganze Arbeit abgenommen – sie partitionierten Ihre Festplatte, installierten Windows von einer normalen Installationsdiskette und installierten auch alle Treiber, die Sie benötigten, damit Komponenten wie Ihre Grafikkarte, Tastatur und Maus ordnungsgemäß mit Windows funktionieren.

Ein Problem: Windows 11 setzt offiziell voraus, dass der Host-Computer über ein TPM (Trusted Platform Module) verfügt, was bei Macs nicht der Fall ist. Dies kann über einen Eingriff ins System behoben werden. Da nicht alle Macs mit allen Windows-Versionen kompatibel sind, müssen Sie, bevor Sie den Boot Camp-Assistenten starten, in den Kompatibilitätstabellen auf der Apple-Website nachsehen, welche Version von Windows auf Ihrem Mac funktioniert.

Sie können Windows auch nicht mehr von einer alten Installationsdiskette installieren. Sie müssen also entweder eine Image-Datei für Windows – eine sogenannte ISO-Datei – von der Microsoft-Website herunterladen oder Ihre Windows-Diskette verwenden, um eine solche zu erstellen. Boot Camp enthält Treiber für die Einrichtung von Windows 8 und Windows 10, aber wenn Sie ein Fan von Windows 7 sind (das manche Leute für Spiele bevorzugen), dann müssen Sie auf der Apple-Website nach den benötigten Treibern suchen und sicherstellen, dass Sie beim Kopieren auf Ihre Boot-Camp-Partition die richtige Vorgehensweise befolgen.

Wenn Sie das alles durchhalten, können Sie Windows schließlich mit voller Geschwindigkeit auf Ihrem Mac ausführen und auf eine breite Palette von Windows-Software und Spielen zugreifen, die mehr Leistung und Geschwindigkeit erfordern, als Sie mit der Technologie der virtuellen Maschine erhalten. Solange Sie keinen M1-Mac haben …

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FAQ


1.

Kann ich Windows auf meinem Mac ausführen?

Wenn Sie zu den Millionen von Menschen gehören, die einen Intel-basierten Mac verwenden, können Sie Boot Camp von Apple verwenden, um Windows auszuführen. Wir bewerten Boot Camp als Option zur Ausführung von Windows weiter unten und es hat eine Reihe von Vor- und Nachteilen. Im Jahr 2020 hat Apple jedoch begonnen, seine eigenen Prozessoren zu verwenden, die auf der ARM-Architektur und nicht auf der von Intel verwendeten x86-Architektur basieren. Jetzt hat jeder Mac, den Apple verkauft, einen von Apple hergestellten Prozessor der M-Serie. Boot Camp ist auf Macs der M-Serie nicht verfügbar.

Das bedeutet nicht, dass auf Macs der M-Serie kein Windows mehr ausgeführt werden kann. Es bedeutet nur, dass Sie Boot Camp nicht verwenden können und die ARM-Version von Windows benötigen.

Glücklicherweise gibt es zahlreiche Optionen, um Windows auf einem Mac der M-Serie auszuführen. Sie haben die Wahl zwischen Virtualisierungsprogrammen wie Parallels Desktop und VMware Fusion, Emulationslösungen wie Crossover und Wine und dem Windows 365 Service von Microsoft.

Unsere Empfehlung ist Parallels Desktop, aber auch alle anderen Lösungen haben Vorteile, die Ihnen vielleicht zusagen. Crossover zum Beispiel benötigt keine Kopie von Windows, um Windows-Anwendungen auszuführen. Und es gibt völlig kostenlose Optionen wie Wine.

2.

Was ist eine virtuelle Maschine

Virtualisierungsprogramme wie Parallels Desktop und VMware Fusion laufen wie eine App unter macOS. Sie ermöglichen es Ihnen aber, eine virtuelle Maschine (oder VM) zu erstellen, die die Hardware eines Windows-PCs nachahmt. So können Sie einen virtuellen PC auf Ihrem Mac erstellen und dann Windows – oder ein anderes Betriebssystem wie Linux – auf der VM installieren.

Dies ist eine großartige Lösung, da Sie so die Windows-Anwendungen, die Sie benötigen, direkt neben Ihren wichtigsten Mac-Anwendungen ausführen können. Der einzige Nachteil ist, dass Sie einen ziemlich schnellen Mac mit viel Arbeitsspeicher und Speicherplatz benötigen, um Windows als VM auszuführen – denn Ihr Mac führt effektiv zwei Betriebssysteme gleichzeitig aus.

3.

Was ist Emulation

Emulation ist ein Verfahren, mit dem einzelne Windows-Anwendungen auf einem Mac ausgeführt werden können, ohne dass das Windows-Betriebssystem installiert sein muss. Dies wird durch Emulationstools wie Wine und Crossover erreicht, die in der Regel von technisch versierten Benutzern verwendet werden.

4.

Benötige ich eine Windows-Lizenz

Das hängt davon ab, welche dieser beiden Methoden Sie verwenden. Wenn Sie Windows in einer VM ausführen, benötigen Sie eine Lizenz, um eine Windows-VM auf Macs mit Apple Silicon-Prozessoren zu erstellen. Leider wird die preiswertere Home Edition nicht unterstützt

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Es ist jedoch möglich, eine vorhandene Windows-Lizenz zu verwenden, wenn Sie eine haben. Microsoft unterscheidet nicht zwischen Windows on Intel und Windows on ARM, siehe die Website von Parallel hier.

Wenn Sie eine Emulation verwenden, benötigen Sie keine Kopie von Windows.

5.

ARM-Version von Windows erhalten

Die gute Nachricht für Besitzer eines ARM-Macs ist, dass es auch eine ARM-Version von Windows gibt. Windows on ARM, auch bekannt als WoA, ist Microsofts Version von Windows, die für die Ausführung auf ARM-Chips entwickelt wurde.

Die ARM-Version von Windows wurde anfangs nicht an einzelne Benutzer lizenziert. Glücklicherweise hat Parallels eng mit Microsoft zusammengearbeitet, um den Prozess der Erstellung von VMs zu vereinfachen, die die ARM-Version von Windows verwenden.

Mit der Einführung von Parallels Desktop 18 im Jahr 2022 erhielt Parallels die Möglichkeit, die ARM-Version von Windows 11 direkt in Parallels selbst herunterzuladen und zu kaufen. Microsoft hat sogar ausdrücklich Parallels für Windows auf M1- und M2-Macs empfohlen, sodass Benutzer von Parallels Desktop 18 die ARM-Versionen von Windows 11 Pro und Windows 11 Enterprise ausführen können. Lesen Sie unseren ausführlichen Test von Parallels Desktop für weitere Informationen.

Sie können die ARM-Version von Windows 11 direkt in Parallels selbst herunterladen und kaufen. Alles, was Sie machen müssen, ist:

  1. Klicken Sie auf die Schaltfläche „Holen Sie sich Windows 11 von Microsoft“.
  2. Parallels lädt die entsprechende Version von Windows 11 für Ihren Mac herunter (wenn Ihr Mac einen ARM-Prozessor hat, wird die ARM-Version von Windows 11 heruntergeladen).
  3. Sie können dann die Microsoft Store-App innerhalb Ihrer Windows-VM verwenden, um eine Lizenz zu erwerben oder eine bestehende Windows 11-Lizenz zu verwenden, falls Sie eine haben.

Sie können eine Lizenz auch über die Download-Option im Microsoft Store erwerben.

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