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WhatsApp introduz chamadas de voz/vídeo e outros recursos na versão web

28 July 2026 at 17:51

Após mais de um ano do início dos testes, o WhatsApp enfim anunciou a inclusão dos seus recursos de chamada em áudio e vídeo para a versão web do mensageiro, permitindo a transferência das ligações entre diferentes dispositivos.

A adição desses recursos na versão web dispensa a obrigatoriedade da instalação do app para macOS caso você queira atender a uma ligação fora do iPhone, funcionando nas conversas em grupo e individuais.

WhatsApp announces new calling features including web calls!

WhatsApp is rolling out web calling, call transfers, a waiting room, QuickHD video, and noise suppression for calls.https://t.co/CPOW8a76bZ pic.twitter.com/aSWHR5GJ5F

— WABetaInfo (@WABetaInfo) July 28, 2026
O WhatsApp anuncia novos recursos de chamadas, incluindo chamadas na web!

O WhatsApp está lançando chamadas na web, transferências de chamadas, uma sala de espera, vídeo QuickHD e supressão de ruído para chamadas.

As chamadas na versão web são compatíveis com o compartilhamento de tela, reações durante chamadas, histórico de ligações, favoritos e a criptografia de ponta a ponta. Já o recurso de transferência de chamada permite mover uma ligação em andamento entre diferentes dispositivos sem interromper a conversa.

O WhatsApp também introduziu uma sala de espera para chamadas em grupo iniciadas por meio de um link, permitindo que quem organizou a chamada aprove quem ingressará na ligação.

Já em termos de qualidade da chamada, o WhatsApp destacou a inclusão do QuickHD, recurso destinado a alta definição de vídeo logo nos primeiros segundos de uma chamada, enquanto a supressão de ruído reduz qualquer som ambiente que não seja a voz do usuário, que ganha destaque mesmo em espaços barulhentos. A supressão de ruído pode ser desativada a qualquer momento, embora ambos os recursos funcionem de maneira automática, sem configuração inicial.

Segundo a Meta, a implementação da novidade ocorrerá de maneira gradual, estando disponível “em breve” para toda a base instalada do WhatsApp.

Contagem de visualizações em canais

Para os administradores de canais, o WhatsApp começou a liberar a contagem privada de visualizações na beta do seu app para iOS e Android.

De acordo com o WABetaInfo, a informação é exibida no próprio balão de mensagem, e é restrita ao administrador do canal.

WhatsApp is rolling out private view counts for channel admins!

WhatsApp is introducing a new feature on iOS and Android that lets channel admins see how many people viewed their updates.https://t.co/8H1gpYYCiz pic.twitter.com/yKe7RAhA6f

— WABetaInfo (@WABetaInfo) July 26, 2026
O WhatsApp está lançando contadores de visualizações privadas para administradores de canais!

O WhatsApp está introduzindo um novo recurso no iOS e Android que permite que administradores de canais vejam quantas pessoas visualizaram suas atualizações.

Restrito à versão beta no momento, o recurso deverá chegar em breve para os usuários de forma geral.

Apple TV divulga primeiro trailer da 4ª temporada de “Ted Lasso”

28 July 2026 at 14:51

O Apple TV divulgou hoje o aguardado trailer da quarta temporada de “Ted Lasso”, cujo primeiro episódio estreará no dia 5 de agosto (quarta-feira da semana que vem).

Com um total de dez episódios, os nove capítulos remanescentes chegarão ao catálogo do streaming da Maçã às quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.

Eis o trailer:

E também a versão dublada em português do Brasil:

Tim Cook, CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, também compartilhou o trailer no X:

Welcome home, Ted! Can’t wait to cheer on the Lady Greyhounds in the new season! https://t.co/g3w8xk0tFF

— Tim Cook (@tim_cook) July 28, 2026
Bem-vindo de volta, Ted! Mal posso esperar para torcer pelas Lady Greyhounds na nova temporada!
–
É bom estar de volta.
#TedLasso retorna em 5 de agosto.

Estrelada por Jason Sudeikis, a nova temporada segue com o foco em Ted, que retorna a Richmond para enfrentar o seu maior desafio até aqui: comandar um time feminino da segunda divisão do futebol inglês. Com o desenrolar da história, ele e a equipe aprendem a arriscar antes de terem todas as respostas, encarando desafios que até então pareciam inimagináveis.

Além de reunir nomes de outras temporadas, como Hannah Waddingham, Juno Temple, Brett Goldstein, Brendan Hunt e Jeremy Swift, adições ao elenco incluem Tanya Reynolds, Jude Mack, Faye Marsay, Rex Hayes, Aisling Sharkey, Abbie Hern e Grant Feely.

O roteiro é assinado por Sarah Walker e Phoebe Walsh (que também são creditadas como produtoras), ao lado de Goldstein (que também é produtor), Julia Lindon e Dylan Marron (que exerce também a função de editor de roteiro). Além de Walker, Goldstein, Hunt e Walsh, a produção executiva é assinada por Joe Kelly, Jane Becker, Jamie Lee e Bill Wrubel. O vencedor do Emmy Jack Burditt também chega para a nova temporada.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

Agora dá para conversar com a Meta AI pelas DMs do Threads

27 July 2026 at 19:21

Usuários do Threads em todo o mundo já podem enviar mensagens para a Meta AI por meio da área de mensagens diretas (direct messages, ou DMs) da rede social, segundo informações do Engadget.

Antes disso, já era possível interagir com o chatbot da empresa comandada por Mark Zuckerberg em certos mercados por meio de menções em posts, mas essa nova opção permite iniciar conversas mais privadas com a ferramenta.

Segundo a Meta, é possível compartilhar posts do Threads, imagens, links e vídeos com a Meta AI, bem como manter conversas duradouras e explorar tópicos de interesse do usuário. “A experiência de mensagens diretas (DMs) oferece às pessoas maior flexibilidade sobre como e onde interagem com a Meta AI”, afirmou a companhia em um comunicado.

Meta AI nas DMs do Threads
Divulgação/Meta

O próprio sistema de DMs é uma adição relativamente recente ao Threads, que só foi ganhar esse recurso no ano passado. Com essa atualização, a rede social fica em paridade com as outras plataformas da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp), que já permitem o envio de mensagens privadas para a Meta AI há algum tempo.

A empresa disse ainda que pretende continuar testando a interação com a Meta AI em feeds públicos em mercados selecionados e que considera aumentar sua disponibilidade. Nos lugares nos quais essa função já pode ser acessada, basta incluir @meta.ai na sua postagem com o prompt. Para diminuir a frequência com que ela aparece no seu feed, selecione a opção “Não tenho interesse”.

Canadian legislator reads out apparent LLM response in floor speech

24 July 2026 at 22:25

Anyone who has used the Internet in recent years is probably used to encountering telltale signs of LLM prompting that lazy users sometimes forget to remove from their AI-generated pabulum. But a Canadian legislator took that idea to an embarrassing new level this week, reading an apparent LLM prompt instruction into the record during a floor speech.

Bill Oliver, a Progressive Conservative Party member of the legislative assembly of New Brunswick, noted in a speech last month that "One of the dangers associated with creating advocacy offices is that citizens often develop expectations that exceed the powers actually granted to those offices." He then went on to say out loud that "here’s a more natural, flowing version of that section that reads like a legislative speech rather than a series of short points," a line with all the hallmarks of an LLM presenting an alternative style option in response to a prompt.

The odd reading went more or less unnoticed at the time, but video of the remarks started spreading around social media networks like Reddit and Threads earlier this week. In Canada, the snafu is now getting mainstream attention from the likes of the Canadian Broadcasting Corporation and The Toronto Star, the latter of which called it a sign of "a growing divide in our society: between the elites, who are only too happy to delegate their duties to the Borg; and the masses, who find this objectionable."

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© Getty Images

iPhone 16 Plus (128GB) entra em oferta por R$5.849 no Pix!

24 July 2026 at 18:48

O iPhone 16 Plus é uma excelente opção para quem quer um smartphone da Apple, já que ele traz recursos bem interessantes em sua lista de especificações técnicas — e certamente receberá muitas atualizações de software nos próximos anos.

Como exemplos, podemos destacar a tela grande, de 6,7 polegadas, o conjunto de duas câmeras (com sistema Fusion de 48 megapixels e câmera ultra-angular de 12MP) e o processador A18, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control), do botão de Ação (Action Button) e do suporte à Apple Intelligence.

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Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo no Brasil é de R$8.499 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 24%!

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Instituciones científicas internacionales entre la guerra y la paz: Cien años de la IUPAP (1)

Tras la invasión de Ucrania por parte del ejército ruso, muchas instituciones científicas se vieron impelidas a publicar declaraciones públicas en contra de esa guerra. Por aquel entonces, yo era presidente de la Comisión de Historia de la Física dentro de la Unión Internacional de Física Pura y Aplicada (IUPAP, por sus siglas en inglés) y, como tal, participé en las discusiones que llevaron a la declaración final. Los historiadores de la ciencia teníamos una buena oportunidad para hacer una contribución, pequeña pero significativa, a la conversación: mi comisión llevaba un tiempo trabajando en un proyecto académico internacional para estudiar con profundidad los orígenes y el desarrollo de la IUPAP, la cual estaba a punto de celebrar su centenario. La historia proporcionaba elementos interesantes a la hora de articular la declaración, evitando errores del pasado e incorporando experiencias positivas de los cien años de vida de la Unión. Y es que, como tantas uniones científicas internacionales, la IUPAP nació con la idea de fomentar la paz, pero tuvo que aprender a navegar en tiempos de guerra, tanto de conflictos bélicos reales como de guerra fría.

Tras la tragedia de la Gran Guerra (1914-1918) hubo una nueva ola de internacionalismo en las ciencias. La idea era que, si el nacionalismo exacerbado había conducido al continente europeo a la peor masacre de su historia, las instituciones internacionalistas podían ser elementos clave en la construcción de la paz. La colaboración —y no tanto la competición— en la investigación científica, entendida esta como práctica cultural, era uno de los elementos que podía desempeñar un papel central en este proyecto. La ironía fue, sin embargo, que esta búsqueda de la paz tenía como premisa la de excluir a los científicos del bando perdedor (Alemania, Austria, Hungría y lo que quedaba del Imperio otomano), tanto a nivel individual como colectivo. Así, pues, las nuevas uniones científicas no solo excluyeron a las academias nacionales de dichos países, sino que también prohibieron que científicos de esos lugares participaran a título individual en reuniones o proyectos impulsados o avalados por las uniones. Esto fue especialmente doloroso en el caso de la física.

De hecho, la colaboración internacional tenía una cierta tradición en áreas como la astronomía o la geodesia debido al carácter global de muchos de sus proyectos. Pero las academias nacionales de física, a pesar de ser la reina de las ciencias en el siglo XIX, no habían tenido experiencias de colaboración internacional al mismo nivel. Eso explica que, con la creación en julio de 1919 del Consejo Internacional de Investigación (IRC) por parte de delegados de doce países, inmediatamente se aprobaran los estatutos de las uniones de astronomía (IAU), geodesia y geofísica (IUGG) y química pura y aplicada (IUPAC). En pocos meses también verían la luz la Unión Internacional de Matemáticas (IMU) y la de Radiotelegrafía (URSI). Pero una unión de física todavía tendría que esperar, tanto a nivel formal como, sobre todo, a nivel práctico.

En 1922, un grupo de físicos de Francia, Bélgica, Gran Bretaña, los EE. UU. y algunos otros países se reunieron en París y redactaron un primer esbozo de estatutos para una posible unión de física. El joven experimentalista y premio nobel estadounidense Robert A. Millikan forzó a que la Unión explicitara en su nombre que se trataba tanto de física teórica como aplicada. Los principales objetivos de la Unión serían la promoción de bibliografías científicas actualizadas, la coordinación internacional de las unidades fundamentales de física y la organización o el apoyo de congresos internacionales. Finalmente, y aprovechando un congreso organizado en París en diciembre de 1923 para celebrar el cincuentenario de la Sociedad Francesa de Física, se aprobaron los estatutos y se nombró presidente al británico y premio nobel William H. Bragg, mientras que Henri Abraham, catedrático de física en la École Normale Supérieure, ocupó el cargo de secretario general. Aun así, se acordó informalmente que la Unión permanecería inactiva hasta que pudiera ser plenamente internacional; es decir, hasta que incluyera a los físicos alemanes.

Henri Abraham (1868-1943) en 1935. Fuente: Estudio Harcourt / Public Domain / Wikimedia Commons

En 1924 empezaron a surgir voces contrarias a la filosofía revanchista del IRC contra las Potencias Centrales. El Consejo había crecido y ahora incluía academias de una veintena de países, la mayoría de los cuales habían permanecido neutrales durante la guerra y que, por tanto, no veían la necesidad de seguir con esa política excluyente. A la vez, un número creciente de científicos clamaba, a título personal, por un internacionalismo más conciliador e inclusivo. Los franceses y los belgas eran los más reticentes a introducir cambios en los estatutos del IRC para acabar con la exclusión fundacional. Tal fue así que los cambios formales en este sentido no se materializaron hasta 1931, cuando el IRC se disolvió y se creó el nuevo Consejo Internacional de Uniones Científicas (ICSU). A partir de entonces el internacionalismo fue una posibilidad real y cada Unión ganó una independencia para organizarse como mejor quisiera, de la que carecía con el IRC.

Más allá de la IUPAP, en la década de 1920 el internacionalismo en física se materializó en otros foros, los más conocidos de los cuales fueron los Congresos Solvay y el Instituto de Física Teórica de Niels Bohr en Copenhague. Los primeros fueron una iniciativa del industrial belga Ernest Solvay para organizar encuentros científicos de alto nivel, relativamente pequeños, que trataran cuestiones punteras tanto en física como en química. Los primeros congresos de física, de 1911 y 1913, tuvieron un gran éxito, no así los de 1921 y 1924, que participaron del boicot a los físicos alemanes. En 1927, sin embargo, y ante el cambio de la opinión mayoritaria, el quinto Congreso Solvay en Bruselas invitó a cinco físicos alemanes (Max Planck, Albert Einstein, Wolfgang Pauli, Werner Heisenberg y Max Born), y resultó ser un momento crucial para la transformación de la primera física cuántica en la nueva mecánica cuántica. De algún modo, ese éxito se debió, en parte, a la tradición que Niels Bohr había conseguido imprimir en su instituto de Copenhague. Y es que Dinamarca, que había mantenido la neutralidad durante la Gran Guerra, había conseguido retener a Niels Bohr, una de sus mentes más brillantes, para que dirigiera un instituto de física teórica generosamente financiado por la Fundación Carlsberg. Con estos dos elementos (la neutralidad y la financiación), Copenhague se convirtió en el punto central donde físicos y matemáticos de todas partes podían reunirse e intercambiar libremente ideas acerca de la nueva física cuántica.

Pero volvamos a la historia inicial de la IUPAP porque, aunque Bohr estaba desempeñando un papel significativo reuniendo a físicos procedentes de ambos lados de la guerra, también fue parcialmente responsable del fracaso inicial de la Unión. En 1931, Bragg dimitió y Millikan ocupó la presidencia. Sus objetivos eran, primero, utilizar su nombramiento como catapulta para que los físicos norteamericanos ocuparan un lugar más prominente en la escena internacional; y, segundo, conseguir finalmente la inclusión de la sociedad alemana de física en la IUPAP. Imaginó que ambos objetivos se podían cumplir organizando un gran congreso internacional en Chicago en 1933, año en el que dicha ciudad celebraba por todo lo alto el centenario de su fundación. Invitando a un gran número de físicos alemanes, Millikan imaginaba que sería la ocasión perfecta para la formalización de Alemania como parte de la Unión.

Fuente: Weimer Pursell/ Neely Printing Co., Chicago (1933) / Dominio público / Wikimedia Commons

El plan de Millikan fracasó. Primero, la recesión tras el crack de 1929 afectó al presupuesto para la organización de eventos durante las celebraciones del «Siglo del Progreso», especialmente a la posibilidad de invitar a científicos europeos. Pero, además, estaba la cuestión de qué sociedad nacional podía representar a Alemania. Efectivamente, la IUPAP estaba formada por la unión de academias nacionales de física; pero Alemania tenía dos sociedades que podían representar a los físicos del país: la Deutsche Physikalische Gesellschaft (DPG) y la Gesellschaft für Technische Physik (GTP); y los intentos de Millikan, y especialmente de Abraham —que seguía ejerciendo de secretario—, en la correspondencia con Planck y otros representantes alemanes no conseguían zanjar la cuestión de cómo se podía formalizar la representación del país. Por último, el clima político en Alemania estaba cambiando y la ideología nazi no era precisamente favorable al internacionalismo.

Al final, Millikan solo pudo organizar un pequeño encuentro de físicos en Chicago, fundamentalmente con delegados nacionales, lejos del anhelado gran evento internacional que había imaginado para consolidar y expandir la IUPAP. Los promotores de la Unión siguieron intentándolo y aprovecharon un gran congreso de física organizado en Londres y Cambridge por el Instituto Británico de Física y la Royal Society en octubre de 1934 para intentar formalizar la inclusión de Alemania en la IUPAP. Y para subrayar que, finalmente, la institución alcanzaría su deseado carácter plenamente internacional, se propuso que Bohr fuera el presidente. Las cartas y telegramas entre Millikan, Abraham, Bohr, Schrödinger y otros físicos nos muestran una sucesión cómica de malentendidos que dejaron a la IUPAP descabezada durante tres años: Abraham y Millikan malinterpretaron un telegrama de Bohr y pensaban que este había aceptado la presidencia; pero este no quería comprometerse hasta que la presencia alemana estuviese plenamente ratificada, y no simplemente prometida. Y, de hecho, esto último nunca sucedió.

Así, pues, tras la dimisión de Millikan y el rechazo de Bohr a ser presidente, el alma de la Unión seguía siendo Abraham, quien no desfalleció hasta conseguir encontrar a un nuevo presidente. En 1937, el físico sueco y también premio nobel de física Manne Siegbahn accedió a presidir la IUPAP, aunque la Unión seguía sin tener una misión clara, ni una presencia activa en foros científicos, ni suficiente coherencia interna. El infatigable Abraham no cesaba en sus intentos por mantener viva la institución: propuso sin éxito congresos en Copenhague en 1938, esperando el apoyo de Bohr, o en Estocolmo, organizado por Siegbahn; e incluso en mayo de 1939 tenía la esperanza de que quizás en 1940 pudiese haber un gran encuentro en París. Ninguno de estos planes se materializó. El estallido de la nueva guerra no solo acabó con el sueño de tener una Unión Internacional de Física Pura y Aplicada plenamente funcional e internacional, sino que, peor todavía, acabó con la vida de su gran defensor: Abraham fue asesinado en Auschwitz en 1943. Como veremos en la segunda parte, la Unión se reinventó totalmente después de la guerra y tuvo que aprender a navegar la nueva paz de la guerra fría.

Referencia bibliográfica

Lalli, R. y Navarro, J. (2024). Globalizing Physics: One Hundred Years of the International Union of Pure and Applied Physics. Oxford University Press. [Acceso abierto]
Sobre el autor: Jaume Navarro es Profesor de Investigación Ikerbasque en el Grupo de investigación Praxis de la Universidad del País Vasco (EHU)

 

Una versión de este texto en inglés fue publicada originalmente en Mapping Ignorance.

El artículo Instituciones científicas internacionales entre la guerra y la paz: Cien años de la IUPAP (1) se ha escrito en Cuaderno de Cultura Científica.

Hierro verde: la simulación por ordenador ayuda a fabricar acero sin contaminar

La obtención de hierro para fabricar acero utiliza gases que generan enormes cantidades de CO₂. Una nueva simulación computacional reproduce el proceso para generarlo — la reducción de óxidos de hierro — utilizando hidrógeno en lugar de los gases contaminantes. Los resultados de la simulación, que combina modelos de dinámica de fluidos, movimiento de partículas y reacciones químicas, muestran que la conversión a hierro metálico supera el 90 % en algunos casos, y que la temperatura y la presión aceleran el proceso en sus primeras etapas. La investigación allana el camino hacia el “hierro verde”, una producción de acero sin emisiones de CO₂ y una siderurgia más limpia.

¿Necesitamos una nueva teoría de la evolución, o solo mejores metáforas?

 

Desde hace una década, un grupo de biólogos y filósofos sostiene que el marco heredado de los años cuarenta se ha quedado corto. Conviene mirar el debate sobre la teoría de la evolución con calma: hay algo de necesidad real y algo de estrategia retórica.

teoría de la evolución
Foto: Amir-abbas Abdolali / Unsplash

Dos hermanos gemelos idénticos separados al nacer, criados por familias distintas, en casas distintas y a veces en culturas distintas, se reencuentran de adultos. Comparten el cien por cien de su genoma y casi nada más. Cuando los psicólogos los miden el resultado es que se parecen mucho, y se parecen justo donde nadie lo esperaba, en la personalidad, en las puntuaciones de inteligencia, en la propensión a ciertos trastornos. El estudio de Minnesota lleva desde los años ochenta acumulando casos así.

De ese hallazgo cuelga una pregunta más grande, y esa pregunta es la que agita hoy a la biología evolutiva. ¿Qué peso tienen los genes en lo que somos? Y, sobre todo, ¿sirve todavía la teoría con la que llevamos ochenta años contestando?

En 2014, la revista Nature publicó un cara a cara entre dos grupos de investigadores bajo un título que lo dice todo: «¿Necesita la teoría evolutiva un replanteamiento?». Un bando respondía que sí y proponía una Síntesis Evolutiva Extendida. El otro, con Douglas Futuyma y Gregory Wray a la cabeza, contestaba que no hacía falta. Ese desacuerdo sigue vivo y vale la pena recorrerlo de principio a fin.

La visión heredada

La teoría de la evolución que aún hoy se enseña en las aulas es, más o menos, la Síntesis Moderna, forjada entre los años treinta y cuarenta. Fundió la selección natural darwiniana con las matemáticas de la herencia que estaban desarrollando entonces los pioneros de la genética de poblaciones.

Sus pilares son tres. La herencia que importa para la evolución es la genética. La selección natural es el único motor del cambio adaptativo acumulativo. Y existe una barrera estricta entre las células que producen óvulos y espermatozoides y el resto del cuerpo, de modo que lo que le ocurre a un organismo durante su vida no pasa a sus hijos.

El gran ausente de aquel edificio fue el desarrollo embrionario, todo lo que sucede entre el huevo fecundado y el animal adulto. El organismo quedó reducido a un mero vehículo entre los genes y el ambiente, hasta el punto de que el biólogo Brian Goodwin pudo quejarse de que los genes habían desplazado a los organismos.

Lo que hemos aprendido desde entonces

El primer golpe llegó pronto. En 1968, Motoo Kimura propuso la teoría neutralista: buena parte de la variación molecular no la fija la selección, sino el azar. La selección seguía reinando en el terreno adaptativo, pero la imagen de que todo cambio genético respondía a una ventaja se vino abajo.

Después vinieron más invitados, y merece la pena presentarlos con un ejemplo cada uno.

La biología evolutiva del desarrollo, o evo-devo, mostró que unos pocos genes reguladores funcionan como interruptores maestros y encauzan las formas que un cuerpo puede llegar a tener. Son los que deciden dónde va una pata y dónde una antena.

La plasticidad fenotípica reveló que un mismo genoma puede producir cuerpos distintos según el entorno. Los renacuajos que crecen entre depredadores desarrollan colas más anchas y musculosas que sus hermanos criados en un estanque tranquilo.

La epigenética describió marcas químicas que apagan o encienden genes sin tocar la secuencia del ADN, y que a veces pasan de una generación a la siguiente.

Y la construcción de nicho recordó que los seres vivos no solo se adaptan al entorno: también lo transforman. El castor que levanta una presa no hereda a sus crías únicamente sus genes, sino también el estanque.

Cada uno de estos fenómenos es real. La discusión no es si existen, sino si obligan a rehacer la arquitectura de la teoría o solo a ampliar el catálogo de mecanismos.

Dónde está hoy la discusión

Aquí conviene deshacer un malentendido. La Síntesis Extendida no es un consenso que haya destronado a la teoría clásica. Es un programa de investigación activo, con aportaciones desiguales según el campo. Sus propios defensores, como Kevin Laland y sus colegas, admiten en su artículo programático que se trata de una propuesta abierta.

Desde la biología más ortodoxa, autores como Futuyma replican que los fenómenos invocados son reales, pero acomodables dentro del marco neodarwinista. El filósofo John Welch ha argumentado que las pretensiones de cambio de paradigma están sobredimensionadas. El campo está en disputa, no en relevo.

La crítica desarrollista

El frente más radical es filosófico. Susan Oyama, con su teoría de los sistemas de desarrollo, niega que los genes contengan un plan preformado del organismo. Toda forma, sostiene, emerge de la interacción entre recursos heterogéneos: genes, células, ambiente, conducta. Es la tesis de la paridad causal, según la cual ningún factor tiene prioridad sobre los demás.

La evidencia que esgrimen estos críticos es, sin embargo, limitada. La herencia epigenética entre generaciones está documentada, sobre todo en plantas. En mamíferos, las células que forman óvulos y espermatozoides borran casi todas esas marcas en cada ciclo, lo que hace muy improbable una transmisión estable más allá de dos o tres generaciones. Y la construcción de nicho ya la había descrito Richard Lewontin en los años setenta sin abandonar el marco clásico.

El núcleo de la cuestión

Volvamos a los gemelos, porque ahí es donde la versión fuerte del desarrollismo se queda sin explicación.

Conviene primero aclarar una palabra que se malinterpreta a diario. La heredabilidad de un rasgo no mide cuánto de ese rasgo viene de los padres. Mide qué proporción de las diferencias entre los individuos de una población se corresponde con diferencias genéticas, en ese momento y en ese entorno. Es un dato sobre grupos, no una sentencia sobre nadie en particular.

Con esa cautela, el resultado es firme. Si todos los factores del desarrollo pesaran por igual, dos gemelos idénticos criados aparte deberían parecerse poco. Ocurre lo contrario. Y en otras especies, los individuos con genoma idéntico resultan ser muy semejantes. Si Oyama tuviera razón en su versión radical, esas coincidencias serían un misterio.

No se trata de negar que el entorno importe, porque importa, y mucho. Se trata de reconocer que entre todos los factores medibles el genético es el que más pesa de forma sistemática. La asimetría es empírica, no un dogma metafísico.

Una conclusión con dos mapas

La Síntesis Extendida ha ensanchado la biología evolutiva en regiones donde la teoría clásica estaba ciega, y ese es un mérito que nadie debería negarle. Pero ampliar no es lo mismo que sustituir, y el entusiasmo confunde a veces las dos cosas.

La lección de fondo es metodológica. La crítica conceptual de Oyama o de Griffiths es necesaria y afilada, pero opera como filosofía, no como teoría empírica rival con predicciones contrastables. La genética cuantitativa, en cambio, acumula resultados replicables desde hace décadas. Confundir un marco filosófico crítico con una alternativa científica establecida es el error más común de este debate.

En ciencia el mapa conceptual importa, pero la capacidad de explicar los datos importa mucho más.

Sobre el autor: Pablo Rodríguez Palenzuela es Catedrático de Bioquímica y Biología Molecular en la Universidad Politécnica de Madrid.

 

El artículo ¿Necesitamos una nueva teoría de la evolución, o solo mejores metáforas? se ha escrito en Cuaderno de Cultura Científica.

La luz del sol puede modificar la toxicidad de los residuos de herbicidas

21 July 2026 at 06:13
Un estudio del INIA-CSIC ha investigado cómo la luz solar degrada el herbicida tralkoxydim en aguas naturales, identificando por primera vez tres productos de transformación. Los resultados revelan que estos nuevos compuestos pueden ser más tóxicos que el herbicida original, lo que supone un riesgo potencial para los ecosistemas acuáticos y subraya la necesidad de incluir los productos de degradación en la evaluación del riesgo ambiental de los plaguicidas.

New 6 passenger, 780-mile PHEV from GM has North America written all over it

19 July 2026 at 01:05

GM thinks its newest Starlight L PHEV SUV could be China’s best value hybrid, offering 260 km (~160 miles) of all-electric range, spacious six-passenger seating, and a modern technology package at an affordable price. And it’s exactly the kind of vehicle that the company could try to rebadge for North America

Google-backed satellites for wildfire detection launch as smoke chokes US, Canada

17 July 2026 at 20:50

As smoke from hundreds of burning wildfires spread across Canada and the United States, the first three operational satellites in the Google-backed FireSat program successfully launched into orbit. The satellites will begin providing wildfire detection capable of spotting even small fires in the United States, Australia, and Europe before the end of the year.

The launch of the microsatellites aboard a SpaceX Falcon 9 rocket from Vandenberg Space Force Base in California on July 7, 2026 marks a transition to “initial operational capability” for the FireSat constellation managed by the nonprofit Earth Fire Alliance. After a three-month testing period, the three satellites will begin actively providing data to fire agencies while covering every fire-prone region on Earth at least twice per day.

FireSat represents the first satellite constellation purpose-built for detecting wildfires, including spotting smaller fires that other satellites may miss. The satellites were designed by California-based satellite manufacturer Muon Space and have received over $15 million from Google to support initial deployment. Other notable financial supporters include the Bezos Earth Fund that committed $26 million.

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Google-backed satellites for wildfire detection launch as smoke chokes US, Canada

17 July 2026 at 20:50

As smoke from hundreds of burning wildfires spread across Canada and the United States, the first three operational satellites in the Google-backed FireSat program successfully launched into orbit. The satellites will begin providing wildfire detection capable of spotting even small fires in the United States, Australia, and Europe before the end of the year.

The launch of the microsatellites aboard a SpaceX Falcon 9 rocket from Vandenberg Space Force Base in California on July 7, 2026 marks a transition to “initial operational capability” for the FireSat constellation managed by the nonprofit Earth Fire Alliance. After a three-month testing period, the three satellites will begin actively providing data to fire agencies while covering every fire-prone region on Earth at least twice per day.

FireSat represents the first satellite constellation purpose-built for detecting wildfires, including spotting smaller fires that other satellites may miss. The satellites were designed by California-based satellite manufacturer Muon Space and have received over $15 million from Google to support initial deployment. Other notable financial supporters include the Bezos Earth Fund that committed $26 million.

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© Muon Space

Como ocultar os dados de exercícios enquanto o iPhone estiver bloqueado

23 July 2026 at 11:30

Para evitar que as suas informações acabem sendo visualizadas por outras pessoas, a Apple permite escolher o que pode ou não ser mostrado no seu iPhone enquanto ele estiver bloqueado.

Dentre as opções, é possível ocultar os dados de saúde de exercícios físicos iniciados usando o seu iPhone ou Apple Watch. Assim, somente após você ter feito a autenticação via Face ID, Touch ID ou código, eles serão mostrados.

Veja como limitar isso! 🏃‍♂️

  1. No seu iPhone, abra os Ajustes (Settings) e toque em “Face ID e Código” ou “Touch ID e Código”, dependendo do seu aparelho.
  2. Autentique-se digitando a senha usada para desbloquear o iPhone.
  1. Na seção “Permitir Acesso Quando Bloqueado”, desmarque a opção “Dados de Saúde do Exercício”.

Jason Sudeikis quer que “Ted Lasso” tenha pelo menos mais 2 temporadas

22 July 2026 at 19:14

A quarta temporada de “Ted Lasso” estreará no Apple TV no dia 5 de agosto e, embora a Maçã ainda não tenha encomendado uma quinta temporada, o astro Jason Sudeikis afirma que o objetivo é reunir novamente a equipe de roteiristas, no final de agosto, para trabalhar em ideias para uma possível continuação.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, ele disse ter em mente um arco de mais três temporadas (já contando com a quarta) e que existem, especificamente, ideias para a quarta temporada que não foram utilizadas.

Se tudo correr conforme o planejado, a equipe de [Ted] Lasso retornará à sala de roteiristas no final de agosto para estruturar uma quinta temporada — que ainda não foi oficialmente encomendada. Eles ainda têm ideias não utilizadas do retiro em Ojai, e o aplicativo de notas de Sudeikis continua sendo uma fonte inesgotável de material. Mais uma vez, Sudeikis tem em mente um arco de três temporadas e espera que o público continue acompanhando. “Eu sei que precisava disso. Eu precisava tanto quanto as outras pessoas”, diz ele.

Falando sobre a quarta temporada, Sudeikis insiste que falava sério quando disse que a série terminaria após três temporadas. Ele afirma que sua intenção era genuína, mesmo tendo recebido uma oferta de mais de US$1 milhão por episódio para continuar.

A história foi contada. Ted voltou para casa [em Kansas City] para ficar com o filho. Eu não ia fazer o Ted virar a vida deles de cabeça para baixo só para justificar uma fortuna. Isso não fazia sentido para mim.

Ainda assim, os espectadores continuavam dizendo a ele que a série os havia salvado, e ele respondia prontamente: “Ela me salvou também.”

É contagiante interpretar um personagem que vê o melhor nas pessoas e não guarda rancor do mundo por todas as suas fraquezas, valentões e sombras. Não é como se eu fosse o Daniel Day-Lewis, mas foi bom viver isso — sentir essa energia percorrendo minha mente e meu corpo o dia todo.

Sudeikis e sua equipe acreditam que a quarta temporada está muito boa. Inclusive, o roteirista Brett Goldstein, que também interpretou o jogador de futebol Roy Kent, disse que “ela resgata um pouco daquela magia da primeira temporada”.

A entrevista completa traz outras informações, incluindo detalhes dos bastidores de todas as temporadas lançadas até agora e os desafios enfrentados na pré-produção.

Ademais, caso não tenha acompanhado, Sudeikis e Brendan Hunt (intérprete do Coach Beard) fizeram uma aparição surpresa durante a performance de Justin Bieber na partida final da Copa do Mundo 2026.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Apple deverá lançar diversos novos Macs em breve, incluindo Mac mini com os chips M5 Pro e “M6”

22 July 2026 at 16:53

Os próximos meses têm tudo para ser extremamente movimentados quando o assunto são novos Macs, com a Apple preparando uma série de atualizações para os MacBooks Pro e Air, duas novas versões do iMac e até mesmo Macs mini e Studio atualizados, segundo informações da Bloomberg.

De acordo com o veículo, a Apple já encerrou o desenvolvimento de um novo MacBook Pro de 14 polegadas, o qual deverá ser um dos primeiros dispositivos a contar com o chip “M6”. De codinome J804, ele deverá contar com o mesmo design do modelo de entrada atual, que vem equipado com o chip M5.

Outro Mac que já estaria prestes a passar por atualizações é o iMac, que deverá ganhar não só uma, mas duas novas versões, sendo que uma delas ainda receberá uma tela OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.. Com os codinomes J833 e J834, eles também serão equipados, é claro, com chips mais recentes — embora o modelo com o display mais avançado demore mais tempo para chegar ao mercado do que o primeiro.

E por falar em telas OLED, também teremos novos MacBooks Pro de 14″ e 16″ que, além de contar com essa tecnologia, também deverão ter painéis sensíveis ao toque, inaugurando esse método de interação entre os Macs. Com os codinomes K114 e K116, respectivamente, eles deverão ser lançados entre o fim deste ano e o início de 2027. No momento, eles estão sendo testados pela Apple com uma versão preliminar do macOS Golden Gate 27.1, cujo lançamento é aguardado para outubro próximo.

Ao contrário do modelo de entrada, no entanto, esses seguirão “presos” na família de chips M5, contando com o M5 Pro e o M5 Max dos MacBooks Pro atuais. Novas versões com os chips “M7 Pro” e “M7 Max”, porém, já estão planejadas para algum momento entre o fim de 2027 e o início de 2028.

Por falar no MacBook Pro de entrada, uma versão do modelo com um design completamente novo — baseado nos modelos com OLED — já estaria sendo desenvolvida pela Apple. Ele deverá vir ainda com o chip “M7” e conta com o codinome K104.

Já os MacBooks Air deverão ganhar novos modelos no início do ano que vem. Com os codinomes J913 (modelo de 13″) e J915 (15″), eles seguirão com o design atual. Vale lembrar, no entanto, que modelos com telas OLED já estão no forno há alguns anos e com lançamento previsto para o início de 2028.

Caçula da família, o MacBook Neo, também já conta com uma nova versão no horizonte, a qual deverá contar com o chip A19 Pro e mais memória integrada — provavelmente 12GB, ante aos 8GB do modelo atual.

Por fim, temos os dois desktops mais tradicionais da Apple: o Mac mini e o Mac Studio. Segundo Mark Gurman, o modelo em testes do primeiro usa os chips M5 Pro e “M6”, enquanto o segundo é empurrado pelos processadores M5 Max e “M5 Ultra”. Não há, no entanto, uma previsão de quando esses computadores chegarão ao mercado — cortesia da atual crise no mercado de memórias.

Haja computador novo, hein?! 😮‍💨

Mac Studio

Chip: M4 Max ou M3 Ultra
Memória: 36GB, 48GB, 64GB, 96GB, 128GB, 256GB ou 512GB
Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB, 4TB, 8TB ou 16TB
R$ 25.999,00

Mac mini

Chip: M4 ou M4 Pro
Memória: 16GB, 24GB, 32GB, 48GB ou 64GB
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Conectividade: Ethernet ou Gigabit Ethernet 10
R$ 12.299,00
R$ 16.999,00

iMac

Chip: M4
Cores: azul, roxo, rosa, laranja, amarelo, verde ou prateado
Vidro: convencional ou nano-texture
Memória: 16GB, 24GB ou 32GB
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Conectividade: sem Ethernet ou Gigabit Ethernet
R$ 14.999,00

MacBook Pro de 16″

Cores: preto-espacial ou prateado
Tela: padrão ou nano-texture
Chips: M5 Pro ou M5 Max
Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB
Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
R$ 30.599,00
R$ 33.999,00

MacBook Pro de 14″

Cores: preto-espacial ou prateado
Tela: padrão ou nano-texture
Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max
Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB
Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
R$ 30.959,00

MacBook Air de 15″

Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite
Chip: M5
Memória: 16GB, 24GB ou 32GB
Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB
Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
R$ 15.999,00

MacBook Air de 13″

Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite
Chip: M5
Memória: 16GB, 24GB ou 32GB
Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB
Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
R$ 12.599,00
R$ 13.999,00

MacBook Neo

Cores: prateado, blush, amarelo-cítrico ou índigo
Armazenamento: 256GB ou 512GB (com Touch ID)
R$ 6.599,00
R$ 7.299,00

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Notas de rodapé

  • 1
    Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.

Apple TV: 2ª temporada de “Mulheres de Azul” ganha trailer

21 July 2026 at 16:04

O Apple TV divulgou hoje o trailer da segunda temporada de “Mulheres de Azul” (“Las Azules”), série mexicana criada pelo premiado showrunner e diretor Fernando Rovzar, ao lado de Pablo Aramendi.

Marcada para estrear em 12 de agosto (uma quarta-feira), a nova parte da produção acompanhará María (Bárbara Mori), agora promovida a tenente, enquanto se vê dividida entre as regras que jurou cumprir e uma busca implacável pela verdade, após a descoberta do corpo de uma estudante ativista.

Mexico’s most courageous against corruption.#WomenInBlue — Reporting for duty August 12 pic.twitter.com/zo1hX3fQCE

— Apple TV (@AppleTV) July 21, 2026
As mais corajosas do México contra a corrupção.

#WomenInBlue — Apresentando-se para o serviço em 12 de agosto.

Veja o trailer também no YouTube:

Enquanto María, Valentina (Natalia Téllez), Gabina (Amorita Rasgado) e Ángeles (Ximena Sariñana) travam batalhas dentro e fora da delegacia, verdades ocultas vêm à tona e elas são forçadas a confrontar uma questão incômoda: em um sistema assolado pela corrupção, qual é o preço de lutar pelos seus ideais?

Além de Mori, Sariñana, Téllez e Rasgado, a série é estrelada por Miguel Rodarte, Leonardo Sbaraglia, Christian Tappán, Horacio García Rojas e Bruno Bichir.

“Mulheres de Azul” é produzida pela Lemon Studios e conta com Rovzar na produção executiva, ao lado da indicada ao Emmy Wendy Riss, Alejandro Lozano, Erica Sánchez Su e o vencedor do Emmy Internacional Billy Rovzar.

Depois da estreia, novos episódios de “Mulheres de Azul” serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até 30 de setembro.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Molten salt and human sweat: the weird batteries that could store renewable energy

19 July 2026 at 12:00

From Nevada to Manchester, developers are trialling innovative solutions to clean energy’s biggest challenge

In the deserts of the United Arab Emirates a sprawling clean energy project, stretching across an area roughly the size of 12,600 football fields, will play host to a breakthrough allowing solar energy to power the equivalent of half a million homes through the night.

The Gulf state has been steadily combining 5.2GW of solar power capacity with 19GWh of battery storage to create the largest battery scheme in the world.

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© Photograph: UCG/Universal Images Group/Getty Images

© Photograph: UCG/Universal Images Group/Getty Images

© Photograph: UCG/Universal Images Group/Getty Images

O aviso de “armazenamento quase cheio” é o melhor vendedor da Apple — e a conta chega todo mês

18 July 2026 at 14:30

“O armazenamento do iCloud está quase cheio”. Se você usa iPhone, aposto que leu essa frase nesta semana. Talvez hoje. Ela aparece nos Ajustes, aparece por notificação, aparece quando o backup falha de madrugada… e não desiste nunca. Não é um bug. É, possivelmente, o vendedor mais eficiente que a Apple já contratou.

Nas últimas semanas, escrevi aqui duas matérias medindo produtos da Apple numa moeda que todo mundo entende na pele: horas de trabalho. Vimos quanto custa um Mac depois dos aumentos e quanto custou cada geração de iPhone desde 2007. Mas hardware você paga uma vez e o assunto morre; assinatura, não. Assinatura é um pedágio silencioso: poucos reais por mês, para sempre. E ninguém de fato se dá ao trabalho de fazer essa conta — então eu resolvi fazer.

Os mesmos 5GB desde 2011

Antes dos números, um pouco de contexto. Quando o iCloud nasceu, em outubro de 2011, a Apple deu 5GB gratuitos para cada conta. Era a época do iPhone 4s, de câmera de 8 megapixels e fotos de uns 2,5MB cada. Dava para viver um bom tempo dentro daquele limite.

Quase 15 anos depois, os 5GB continuam exatamente os mesmos. Só que o mundo ao redor deles mudou de tamanho: o iPhone 17 tira fotos de 48MP, grava 4K a 60 quadros — cerca de 400MB por minuto — e sai de fábrica com 256GB. Ou seja, a Apple vende um aparelho com 256GB e dá uma nuvem que corresponde a 2% disso. Um backup básico, sozinho, já não cabe. A caixa ficou pequena de propósito ou só ficou pequena? Guarde essa pergunta.

Quem não aguenta o aviso assina o iCloud+. No Brasil, depois do reajuste de até 33% em 2025, as mensalidades saem por R$5,90 (50GB), R$19,90 (200GB), R$66,90 (2TB) e vão até R$399,90 (12TB).

A conta em horas, plano a plano

A régua é a mesma das matérias anteriores: salário mínimo por hora no Brasil (R$8,50), nos Estados Unidos (piso federal de US$7,25), no Canadá (C$17,60, em Ontário) e em Portugal (5,31€). Cada célula mostra quanto tempo de trabalho um mês de assinatura consome.

PlanoBrasilEUACanadáPortugal
iCloud+ de 50GB42min8min4min11min
iCloud+ de 200GB2h20min25min14min34min
iCloud+ de 2TB7h52min1h23min44min1h53min
iCloud+ de 12TB47h8h16min4h33min11h18min
Preços oficiais da Apple em julho de 2026, sempre no plano mensal.

À primeira vista, parece barato — e é justamente assim que uma assinatura funciona. O plano de 50GB custa 42 minutos de trabalho por mês. Quem reclamaria? Mas suba na tabela: o plano de 2TB, o mais comum para quem tem família ou anos de fotos acumuladas, consome quase um dia inteiro de trabalho por mês de um brasileiro de salário mínimo. O mesmo plano custa 44 minutos para um canadense. E o de 12TB beira o surreal: 47 horas mensais — mais de uma semana de expediente, todo mês, só para guardar arquivos.

Vale a comparação com o hardware: nas matérias anteriores, o brasileiro trabalhava de 8 a 12 vezes mais que o americano pelo mesmo iPhone ou iPad. Nos serviços, a distância é menor — cerca de 6 vezes no plano de 2TB —, mas segue aí, firme e forte. Contra o Canadá, a proporção volta às mesmas 10 vezes de sempre. E Portugal repete o papel de meio-termo que já apareceu na conta do hardware: 1h53min pelos mesmos 2TB, 4x menos esforço que o brasileiro — confortável perto de nós, longe do sossego canadense.

O pedágio que nunca acaba

Agora, o detalhe que muda tudo: essa conta não fecha nunca. O iPad de 706 horas dói uma vez; o iCloud cobra todo mês, até o fim dos tempos — ou das suas fotos, o que vier primeiro.

Um ano de iCloud+ de 2TB custa R$802,80 — 94 horas de trabalho, meio mês de expediente por ano. Em 10 anos, são mais de 900 horas: território de iPhone 17, que calculei em 1.006 horas na matéria anterior. Ou seja, guardar as fotos por uma década custa quase o mesmo esforço que comprar o telefone que as tirou.

E tem o degrau seguinte, claro. O Apple One Individual (R$42,90) leva 5 horas mensais de trabalho; o Premium (R$99,90), quase 12 horas — cerca de 140 horas por ano, ¾ de um mês de trabalho anual em assinatura. No fim das contas, o brasileiro de salário mínimo que assina o pacote completo da Apple dedica praticamente um mês do ano só para manter os serviços da Maçã rodando.

Por que a caixa não cresce

Aqui entra o olhar de produto, área em que trabalho há mais de 20 anos. Aquele aviso de armazenamento não é um acidente de percurso: é um funil de conversão dos bons! Ele aparece no momento de maior dor (backup falhou, foto não salvou), oferece a solução a um toque de distância e custa “só” R$5,90. Nenhum vendedor de loja chega perto dessa taxa de conversão.

E o incentivo para manter os 5GB congelados é gigante. Os serviços renderam à Apple US$109,2 bilhões no ano fiscal de 2025, com margem bruta de 75% — o dobro da margem do hardware. Cada pessoa que cede ao aviso vira receita recorrente, previsível e baratíssima de servir. Se os 5GB gratuitos virassem 50GB amanhã, quantos milhões de assinaturas de entrada evaporariam? A Apple sabe a resposta melhor do que ninguém. Tanto que Google (15GB) e Microsoft (5GB, mas com Office no pacote) jogam jogos parecidos — a Apple só joga com a caixa mais apertada do mercado.

Sejamos justos num ponto: nuvem custa dinheiro de verdade (data center, energia, redundância) e o iCloud+ entrega junto recursos como o Retransmissão Privada (Private Relay) e o Ocultar Meu E-mail (Hide My Email). Não é um produto ruim; eu mesmo assino e não pretendo cancelar. O problema não é o plano pago existir, é a versão gratuita ter sido desenhada para não ser suficiente — em 2011, ela era.

No fim, é uma escolha de modelo de negócio — e das mais bem executadas. Só acho saudável que a gente a chame pelo nome. Quando o aviso aparecer de novo aí no seu iPhone — e ele vai aparecer —, lembre que aqueles 42 minutos de trabalho por mês não foram um acaso: foram desenhados, testados e otimizados para esse exato momento. A Apple não vende mais só o telefone. Vende o lugar onde a sua vida digital mora — e cobra o aluguel em dia.

WhatsApp agora permite iniciar conversas só com o nome de usuário

17 July 2026 at 17:39

Após três meses em fase de testes, o recurso de nome de usuário do WhatsApp finalmente parece estar funcionando entre os usuários que já haviam reservado seu username, ampliando a disponibilidade da funcionalidade.

Aos que efetuaram a reserva, o WhatsApp começou a exibir um banner no topo da lista de conversas, informando que ele já está ativo e explicando que agora ele pode ser compartilhado com outras pessoas. Caso você queira verificar o nome de usuário de algum dos seus contatos, basta abrir a conversa com ele para conferi-lo.

Exibição de notificação sobre nome de usuário no WhatsApp
Imagem: WABetaInfo

De acordo com o WABetaInfo, o recurso está sendo liberado de forma gradual para quem já reservou um nome de usuário. Se esse for o seu caso, basta tocar no botão de adicionar (na aba Conversas) para abrir a lista de contatos, e em seguida, digitar o nome de usuário na barra de pesquisa.

Vale lembrar que isso não afetará a visualização dos números de telefone nos contatos com os quais você já iniciou uma conversa anteriormente. Nos moldes de rivais como o Telegram, os nomes de usuário apenas introduzem uma nova opção de acionar um determinado contato, alterando a primeira interação dos usuários, já que o número de telefone deixa de ser a única forma de iniciar uma conversa.

O WhatsApp está liberando o recurso completo de nomes de usuário para “uma fração muito limitada da sua base instalada no iOS e Android”, incluindo tanto versões betas quanto estáveis do aplicativo.

Google-backed satellites for wildfire detection launch as smoke chokes US, Canada

17 July 2026 at 20:50

As smoke from hundreds of burning wildfires spread across Canada and the United States, the first three operational satellites in the Google-backed FireSat program successfully launched into orbit. The satellites will begin providing wildfire detection capable of spotting even small fires in the United States, Australia, and Europe before the end of the year.

The launch of the microsatellites aboard a SpaceX Falcon 9 rocket from Vandenberg Space Force Base in California on July 7, 2026 marks a transition to “initial operational capability” for the FireSat constellation managed by the nonprofit Earth Fire Alliance. After a three-month testing period, the three satellites will begin actively providing data to fire agencies while covering every fire-prone region on Earth at least twice per day.

FireSat represents the first satellite constellation purpose-built for detecting wildfires, including spotting smaller fires that other satellites may miss. The satellites were designed by California-based satellite manufacturer Muon Space and have received over $15 million from Google to support initial deployment. Other notable financial supporters include the Bezos Earth Fund that committed $26 million.

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© Muon Space

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