O Opera One para desktop é o mais novo navegador a aderir ao modo de abas verticais. A novidade, que é opcional, foi anunciada hoje pela Opera em seu blog oficial e funcionará de forma semelhante à que ficou popular em outros softwares — como o falecido Arc Browser.
A Opera coloca como grande vantagem o fato de que os usuários podem visualizar mais facilmente o nome das abas quando elas estão num formato vertical se muitas delas estiverem abertas. No formato tradicional, apenas o favicon fica visível — o que dificulta a identificação.
Esse modo também adiciona mais espaço vertical para a navegação em sites, já que apenas a barra de endereços fica visível na parte superior. Na vertical, embora a maioria dos sites já deixem muito espaço vazio nas laterais, é possível escondê-las quando necessário.
O funcionamento das abas na vertical é bastante intuitivo e semelhante as abas horizontais tradicionais. Inclusive, as ilhas de guias também estão disponíveis no novo formato com a maioria de suas funcionalidades — e são preservadas quando o modo de abas é alterado.
Para ativar as abas verticais no Opera One, basta clicar com o botão direito em qualquer local na barra de abas e selecionar a opção correspondente — e o mesmo pode ser feito para reverter a alteração. A opção também está disponível no botão de configuração rápida.
Além dessa novidade, o Opera One também ganhou uma integração com o Google Lens, que agora está disponível diretamente de sua barra de pesquisa — tal qual já ocorre no Google Chrome.
O retorno da produção, que conta com Reese Witherspoon e Jennifer Aniston como protagonistas e produtoras executivas, está marcado para o ano que vem, com boa parte do elenco já conhecido e algumas adições.
Ao longo de suas quatro temporadas, “The Morning Show” já foi indicada a diversas premiações (vencendo algumas delas) e debateu temas como a pandemia de COVID-19 e assédio, tendo como pano de fundo os bastidores do telejornalismo.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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O popular aplicativo de exercícios SmartGym recebeu hoje mais uma grande atualização, que foca tanto no lançamento de novos recursos quanto em melhorias na experiência dos muitos recursos que já existem em seu aplicativo para iOS.
Uma das novidades é o lançamento de uma nova experiência de registro de exercícios que já está presente no Apple Watch desde o watchOS 10. Basicamente, ela permite alterar os dados de cada série sem sair da tela principal do treino.
Na interface tradicional, o usuário visualiza todas as séries do exercício e, caso queira alterar peso, repetições ou outros valores, precisa entrar no modo de edição antes de registrar a série — um processo que exige mais etapas.
O novo modo, por sua vez, exibe uma série por vez, permitindo fazer alterações e registrá-las em um fluxo contínuo. Após concluir uma série, a próxima é exibida automaticamente e o cronômetro de descanso é iniciado.
Cabe destacar que essa interface de edição tradicional não está sendo substituída por completo, já que os usuários podem escolher a qualquer momento entre a interface clássica e o registro “inline” — o que fizer mais sentido para cada um.
A interface de edição das séries agora também passa a mostrar um indicador de qual era o plano original — o que ajuda o usuário a saber se ele está acima ou abaixo de sua meta e a acompanhar sua progressão ao longo dos meses.
Outra novidade bem interessante é o lançamento de um teclado proprietário que substitui o padrão do iOS. Além dos números tradicionais, ele conta com botões que facilitam edições feitas no app (como + e -).
Por fim, o Smart Action Button ficou ainda mais inteligente e agora reconhece melhor situações (como o fim de uma série, mudanças de exercícios e retornos após pausas) para tentar prever o próximo passo do usuário com mais precisão.
Inclusive, donos de iPhones com o botão de Ação (Action Button) agora podem configurá-lo para usar o Smart Action Button — o que significa que ele ativará a ação principal recomendada pelo app por meio do recurso.
Trazendo outras pequenas melhorias e uma série de novos exercícios, a nova versão do SmartGym já está disponível na App Store.
Embora ele possa ser baixado gratuitamente, é necessário realizar uma assinatura para a liberação de certos recursos. O SmartGym Premium+ sai por R$25 mensais ou R$150 anuais.
Embora os aplicativos Calendário (Calendar) e Lembretes (Reminders) da Apple atualmente estejam integrados, eles podem não ser a solução ideal para alguns usuários — principalmente os que precisam trabalhar com projetos.
Foi pensando nessa problemática que o desenvolvedor brasileiro Raphael Kitahara criou o Flick, um app que tem como objetivo principal ajudar as pessoas a fazer planos com menos esforço e ansiedade.
O app unifica gerenciamento de tarefas e calendário em uma experiência única, permitindo visualizar compromissos no mesmo lugar e transformá-los em blocos de tempo arrastando-os para o calendário.
As tarefas podem ser agrupadas em projetos e áreas específicas — além de ser possível usar linguagem natural para criá-las rapidamente, sem precisar preencher vários campos manualmente.
Disponível para iPhone, iPad, Mac e Apple Watch, e altamente integrado ao ecossistema da Apple, o app inclui recursos bem interessantes como widgets, tarefas recorrentes, alarmes e notificações.
O Flick pode ser baixado de graça, mas é possível assinar uma versão Pro (por R$9/mês ou R$100/ano) que permite criar projetos ilimitados, sincronização completa entre dispositivos, suporte prioritário, etc.
Outra coisa bem bacana é que 5% de cada assinatura é destinado ao Trees for the Future, projeto que apoia a recuperação de áreas degradadas e comunidades agrícolas.
A Apple estaria testando um assistente de inteligência artificial para o aplicativo Apple Store — aparentemente nos mesmos moldes do recurso que a empresa tem testado desde o ano passado no app Suporte.
Na descrição do assistente, a Apple também destaca que ele coletará e armazenará dados para personalizar a experiência do chat e possivelmente otimizar o assistente — inclusive compartilhando o chat com parceiros.
Como observado pelo MacRumors, isso pode indicar que a Apple usará um modelo de IA de terceiros para alimentar esse assistente.
Eis a descrição da novidade:
Caso o assistente virtual de compras do app Apple Store esteja disponível, a Apple coletará e armazenará as informações da sua conta, identificadores do dispositivo, informações da operadora e do chat, e, se habilitados, dados da localização para personalizar a experiência do chat, fornecer respostas relevantes e, caso opte, otimizar o assistente virtual de compras. Antes de compartilhar o chat com nossos parceiros, a Apple remove os identificadores pessoais do chat. Nossos parceiros usam tais informações somente para ajudar a Apple a fornecer respostas conversacionais. A Apple salvará as transcrições para nossa análise comercial, disponibilizando-as assim que você retornar ao app Apple Store, e, caso opte, para otimizar o assistente virtual de compras. É possível controlar se o uso que você faz do assistente virtual de compras será aproveitado para oferecer uma experiência melhor, basta acessar Conta » Configurações e selecionar “Otimizações de Chat” no app Apple Store.
Detalhes sobre o funcionamento do recurso em si ainda não foram divulgados pela Apple.
A produção girará em torno de um financista desacreditado acusado de fraude em larga escala e colocado sob custódia. Na cadeia, ele se verá obrigado a lidar com a política da prisão, recuperar sua reputação e enfrentar as consequências de seus atos enquanto aguarda o julgamento.
Benicio Del Toro is set to make his leading comedy series debut on Apple TV.
Also starring and executive produced by Ben Stiller, and hailing from Emmy Award-winner Mike Judge, Emmy Award-winner Steve Hely and Dave King, comes a new series about a disgraced financier navigating… pic.twitter.com/3rglVYsR7C
“Protective Custody” também marcará o reencontro entre del Toro e Stiller, que já colaboraram na minissérie “Escape at Dannemora”. A produção marca, ainda, a estreia de Stiller como protagonista em uma série de comédia roteirizada, fora do formato de esquetes.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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O Apple TV adquiriu antecipadamente os direitos de produção de “Peculiar Stars”, o vindouro (e bastante disputado) romance de Rebecca Yarros, autora conhecida pela série de livros “Empyrean”.
A aquisição foi confirmada pelo serviço no X. A série será produzida pelo Apple Studios e contará com Yarros como produtora executiva, por meio da sua empresa Full Measures Productions.
A new tale of survival and romance from bestselling author Rebecca Yarros.
Apple Studios will develop Peculiar Stars, and Yarros will serve as executive producer through her banner Full Measures Productions. pic.twitter.com/g2KTQ6ZnSL
Uma nova história de sobrevivência e romance da autora best-seller Rebecca Yarros.
O Apple Studios desenvolverá “Peculiar Stars”, e Yarros será produtora executiva por meio da sua produtora, a Full Measures Productions.
“Peculiar Stars” será publicado em novembro e acompanhará uma jovem que fica presa em uma ilha deserta com um membro da família do seu noivo — o que transformará sua visão sobre o amor.
Quando eles são finalmente resgatados e retornam aos seus mundos repletos de privilégios, expectativas e segredos, esse retorno se mostra muito mais perigoso do que a ilha onde estavam.
De acordo com o Deadline, a Apple ainda está à procura de um roteirista para escrever a adaptação. No livro, a história terá um ritmo lento, se desenrolando por 543 dias na ilha supracitada.
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Ao que tudo indica, a disputa judicial entre a Apple e a Masimo nos Estados Unidos está prestes a ter um desfecho — e ele será bem menos amargo para a Maçã do que a fabricante de tecnologias médicas pretendia inicialmente com o processo.
Segundo uma reportagem do Law360, o juiz federal James V. Selna negou um recurso da Apple que pretendia anular a decisão anterior do júri sobre o caso ou, alternativamente, realizar um novo julgamento.
Para conseguir a anulação, a Apple argumentava que o júri interpretou errado o termo “patient monitor”, presente na patente da Masimo, e que o Apple Watch não deveria ser enquadrado nessa definição protegida pela patente.
O desfecho mais recente representa uma derrota para a Apple, uma vez que, teoricamente, a empresa não pode mais recorrer da decisão — veremos, porém, se a companhia conseguirá encontrar uma brecha para contornar isso.
A Apple liberou hoje uma nova atualização para o seu aplicativo Convites (Invites), implementando alguns ajustes pequenos, mas que melhorarão a experiência dos usuários.
Agora, por exemplo, quem organiza/recebe o convite pode reagir às respostas com emojis — o que permitirá que todos possam mostrar seus feedbacks conforme a lista de convidados é montada.
Além de trazer correções de erros e melhorias de desempenho, a Apple ainda adicionou uma animação com confetes que é reproduzida quando alguém responde ao convite para um evento.
TestFlight também ganha atualização
Além do app Convites, a Apple também liberou um update modesto para o TestFlight, que ganhou um campo de busca para encontrar apps rapidamente, além de melhorias de estabilidade e desempenho.
Os três juntam-se a Millie Brady, Pilou Asbæk e Wyatt Russell. Este último, vale recordar, estrelará a produção como o jovem Lee Shaw, personagem que é interpretado por seu pai (Kurt Russell) na série original.
Na trama, Shaw é retratado como um agente americano que embarca em uma missão secreta (em 1984) para impedir que soviéticos liberem um Titã “horrível, grande o suficiente para destruir os Estados Unidos” e mudar os rumos da Guerra Fria.
Os personagens que serão interpretados pelos três novos atores ainda não foram divulgados pelo Apple TV — por enquanto, o que sabemos é que eles serão papéis regulares na futura produção.
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Como parte de seus esforços para dar a pais um maior controle sobre o que seus filhos visualizam e com quem se comunicam em suas plataformas, a Metaestá expandindo alguns dos seus recursos de controle parental para o Threads.
A partir da semana que vem, pais e responsáveis nos Estados Unidos poderão usar a Central da Família da Meta para controlar como as crianças sob sua guarda usam o Threads — tal como já é possível no Instagram e no Facebook.
Divulgação/Meta
Quando a supervisão estiver ativada, pais poderão visualizar o tempo que as crianças e adolescentes gastam na plataforma, definir limites de tempo para o uso, gerenciar quem pode marcá-los em posts e preferências de conteúdo.
A Meta ainda destacou que continuará expandindo suas ferramentas de supervisão para tornar mais fácil a familiares encontrarem controles e apoiar a experiência de seus adolescentes nas suas diferentes plataformas.
Novidades para os Live Chats
Além dos recursos de controle parental, o Threads também está ganhando novidades especificamente para os Live Chats, bem como anunciou recursos que chegarão em breve às suas salas de bate-papo públicas.
Segundo o TechCrunch, a Meta está liberando a criação de Live Chats para todos os Community Champions (usuários ativos e influentes nas comunidades da plataforma) e um recurso que permite traduzir mensagens na conversa.
Anfitriões, por sua vez, agora contam com um maior destaque em suas mensagens, bem como podem convidar até três co-hosts para ajudá-los a conduzir uma conversa, além de agora poderem excluir mensagens para todos os participantes.
Para o futuro, a Meta prometeu novidades como suporte aos Live Chats na versão para desktop do Threads e às mensagens fixadas, que permitirão ao anfitrião deixar avisos ou informações importantes no topo de uma conversa.
Já compartilhamos muitos casos de vidas que foram salvas com a ajuda do Apple Watch, mas a maioria deles parte de relatos feitos pelos protagonistas (ou terceiros) nas redes sociais ou para publicações jornalísticas.
Desta vez, a própria Apple publicou em seu canal no YouTube o relato de um homem chamado Phil, que contou em um vídeo de pouco mais de meio minuto como o recurso SOS de Emergência do relógio salvou a sua vida.
Ele relatou estar pedalando em uma trilha com seus filhos pequenos quando calculou mal um salto e sofreu um acidente que o deixou desacordado — o que fez o Apple Watch detectar a queda e ligar imediatamente para a emergência.
“Só agradeço muito por estar usando o meu Apple Watch”, disse Phil, que foi resgatado pelos bombeiros e ficou internado por uma semana após quebrar a clavícula e sete costelas por causa do acidente.
Baita história, não?
Apple Watch Ultra 3
Cores: natural ou preto Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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O Googleapresentou hoje novas variantes para a geração 3.0 dos modelos de inteligência artificial generativa do Gemini. Mais especificamente, foram lançados o Gemini 3.6 Flash, o 3.5 Flash-Lite e o 3.5 Flash Cyber.
A maior novidade é justamente o 3.6 Flash, que agora é o principal modelo “rápido” da empresa. Ele foi projetado com base em feedbacks dos usuários do 3.5 Flash e visa oferecer um equilíbrio ideal entre eficiência e qualidade.
Today we’re expanding the Gemini family with three new models built to be faster, more token efficient, and reliable at scale.
Hoje, estamos expandindo a família Gemini com três novos modelos criados para serem mais rápidos, mais eficientes no uso de tokens e confiáveis em escala.
Conheça os novos modelos Gemini. ↓
Na prática, o 3.6 Flash gasta 17% menos tokens de saída para tarefas semelhantes, bem como precisa de menos etapas de raciocínio e menos chamadas de ferramentas para concluir fluxos de trabalho compostos por várias etapas.
Essa eficiência também vem acompanhada de um preço menor. Custando US$1,50 por milhão de tokens de entrada e US$7,50 por milhão de tokens de saída, o 3.6 Flash reduz o custo total por tarefa executada por agentes, tornando-os mais baratos para desenvolver e operar.
Ele também é mais preciso em programação, avança significativamente em ML 1Machine learning, ou aprendizado de máquina., apresenta maior capacidade de interação com computadores e um melhor desempenho em tarefas envolvendo conhecimento.
Divulgação/Google
Além disso, o novo modelo tem proteções reforçadas contra usos indevidos relacionados a materiais químicos, biológicos, radiológicos e nucleares (CBRN) e ataques cibernéticos.
3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber
Continuando os investimentos na família de modelos 3.5, o Google apresentou hoje o 3.5 Flash-Lite como o “modelo mais rápido da família”, desenvolvido para tarefas de baixa latência e alto volume de processamento.
Altamente superior ao Gemini 3.1 Flash-Lite, seu antecessor direto, ele gera 350 tokens de saída por segundo e custa apenas US$0,30 por milhão de tokens de entrada e US$2,50 por milhão de tokens de saída.
Divulgação/Google
O 3.5 Flash Cyber, por sua vez, é o 3.5 Flash rodando no sistema de IA do Google voltado à segurança (o CodeMender) e ajustado para encontrar e corrigir falhas de cibersegurança com um baixo custo por token.
Divulgação/Google
Ele será disponibilizado inicialmente apenas para governos e parceiros confiáveis por meio de um programa piloto de acesso limitado para que eles encontrem e corrijam possíveis vulnerabilidades críticas.
Além disso, o Google também afirmou que sua equipe de desenvolvedores já está focada na construção do Gemini 4 — o pré-treinamento mais ambicioso para essa nova geração, inclusive, já começou.
O jornal divulgou dados da empresa de pesquisas Sensor Tower que apontam para o lançamento de cerca de 600 mil apps (um crescimento de 30%) na App Store no ano passado — justamente no ano em que os aplicativos criados com inteligência artificial começaram a se tornar cada vez mais populares.
É um crescimento relevante, mas a tendência é que o deste ano seja ainda maior. Só no primeiro semestre, foram publicados 560 mil novos apps. Com o ritmo de novos lançamentos mais que dobrando, pode-se dizer que trata-se do primeiro grande crescimento desde o boom dos primeiros anos da App Store.
Embora isso possa ser considerado vantajoso para a Apple, que recebe uma comissão por compras dentro de apps, muitos desses softwares sobrevivem exclusivamente com anúncios (o que não rende receita à Maçã) e uma boa parte está apenas “ocupando espaço”, sem um número relevante de downloads.
Os dados da Sensor Tower, inclusive, mostram que o crescimento na quantidade de downloads é bem mais modesto que o de novos apps. Ao longo de todo o ano passado, foram registrados 35,4 bilhões de downloads (+3%) na loja, enquanto no primeiro semestre deste ano esse número é de 17,6 bilhões (+2%).
Para a Apple, isso pode ser algo negativo, uma vez que todos os aplicativos hospedados na loja dependem de avaliação humana para serem liberados. Um alto número de novos apps pode dificultar esse processo de revisão ou até mesmo diminuir a qualidade dos softwares que são disponibilizados.
Começando pelas novidades que chegaram hoje, a maioria delas tem relação com a Siri AI. Agora, por exemplo, o sistema exibe uma tela de boas-vindas para o usuário quando ele usa a nova assistente pela primeira vez.
New in iOS 27 beta 4: There is a new splash screen when using Siri AI for the first time pic.twitter.com/R6kFXk1loF
Falando em Siri AI, a nova beta acrescentou novas opções de vozes na personalização da Siri — que requerem dispositivos com pelo menos 12GB de memória, cabe recordar.
New in iOS 27 beta 4: Apple has added more Siri voices with a note that customizations for them are coming soon pic.twitter.com/5ksQXTERAm
Já na seção da Siri do aplicativo Ajustes, há uma nova opção para ajustar o tamanho das prévias das informações da assistente, com a possibilidade de escolher entre nenhuma e até até cinco linhas. No menu de Acessibilidade, há uma nova opção “Sempre Mostrar Solicitação” que exibe na tela uma transcrição do que você diz à Siri.
Além disso, a Apple removeu o recurso que causava um efeito de profundidade ao abrir a central de notificações. Ao deslizar, era possível ver um recorte do elemento principal do papel de parede da Tela de Início, mas isso não está mais disponível.
iOS 27 beta 4 removes the depth effect when opening Notification Center, a change that first showed up in beta 3. pic.twitter.com/1at4mqM3KU
Ainda em termos de correção, os ícones de atalhos na Tela Bloqueada mantém a aparência tanto no modo escuro quanto no modo claro.
Outras novidades incluem:
Na seção de ajustes do app Apple TV, há uma nova opção “Downloads Automáticos”. Ao ativá-la, os dois próximos episódios das séries que você começar a assistir na seção “Continuar Assistindo” serão baixados automaticamente.
Uma nova opção “Ampliar fotos para preencher”, na seção de ajustes do aplicativo Fotos (Photos), amplia levemente as fotos que têm proporção próxima à da tela e vem ativada por padrão.
Na seção Câmera (Camera) do aplicativo Ajustes, há uma opção para escolher um formato ProRes Log se você ativar o Apple ProRes.
Existe uma opção para ativar ou desativar o recurso Assistência ao Wi-Fi para cada rede Wi-Fi conectada, independentemente de a função geral estar ativada ou não.
Ainda durante o ciclo da terceira beta, outro destaque vai para a possibilidade de a Siri AI obter informações de aplicativos de terceiros — algo que, por ora, parece se restringir a informar o nível de bateria de veículos elétricos.
O app Traduzir (Translate), por sua vez, também suportará os idiomas/dialetos português (Portugal), dinamarquês, malaio, norueguês bokmål, sueco, cantonês (chinês tradicional) e espanhol (México e Estados Unidos).
Além disso, uma nova (e bem bonita) animação ao estilo Liquid Glass para o ícone de bateria fraca aparece quando o iPhone está prestes a “morrer”.
Apple really cooked with iOS 27 Beta 3🔥 That new liquid-glass, low-battery animation is absolutely sick. The glow and texture on the graphic are pure eye candy—almost makes you want your phone to die just to look at it. pic.twitter.com/gmFwRMhSbd
Por fim, de acordo com o Cult of Mac, especificamente na terceira beta do watchOS 27, a Apple passou a permitir usar a Siri para configurar um tempo adicional para um timer já em andamento — algo impossível até então nos relógios da Maçã.
Seguindo a onda cada vez mais popular dos agentes de inteligência artificial (IA), mais um aplicativo focado na execução de modelos capazes de realizar tarefas em nome do usuário surgiu recentemente: o Open Minis.
Disponível para iPhones, iPads, Macs e Apple Vision Pros, o aplicativo se integra perfeitamente ao ecossistema da Maçã — o que permite fazer tarefas para muito além das que um chatbot tradicional faria.
Você pode fazer coisas como controlar acessórios do HomeKit, gerenciar calendários, lembretes, mídias e arquivos, bem como acessar dados disponíveis no aplicativo Saúde (Health) ou o hardware do dispositivo.
Para que tudo isso seja possível, o Open Minis possui um ambiente Linux que roda de forma isolada e o permite executar scripts, usar interfaces de linha de comando ou até mesmo um navegador web integrado.
Para usá-lo, você precisa conectar algum modelo de IA suportado (Claude, GPT, Gemini e OpenRouter) ou endpoints compatíveis com a OpenAI. Também é possível criar fallback de modelos para casos de falha.
Capaz de lembrar preferências e contextos de conversas anteriores para aprender os gostos do usuário, o app mantém todas as chaves de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. no dispositivo e não coleta nem envia nenhum dado a terceiros.
Uma espécie de concorrente do LM Studio, que recentemente ganhou suporte a agentes, o app pode ser baixado gratuitamente — seu custo será exclusivamente com créditos para os modelos de IA que for usar.
A história acompanha um romance sucedido por um assassinato envolvendo “dois amantes jovens, adultos, mas tementes a Deus” e uma investigação que tentará desvendar o custo emocional de se viver como assassinos por 18 anos.
Essa fascinante narrativa de crimes reais, ambientada em um pano de fundo de sexo e assassinato no Panhandle da Flórida, promete se tornar um clássico instantâneo.
De acordo com a Apple, “Guilty Creatures” será produzida pelo Tomorrow Studios (parceira do ITV Studios) como fruto de um acordo com a Alma Margo e a Fortunate Jack Productions.
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Dos usuários que adquiriram um novo modelo da Apple, 12% eram donos de um smartphone com Android no momento da compra, enquanto 1% possuía um telefone convencional e 87% (a famosa taxa de lealdade) já tinham um iPhone.
No mesmo trimestre do ano passado, 14% dos donos de novos iPhones saíram do Android, 2% dos aparelhos convencionais e 84% já eram usuários da Maçã — o que significa que a taxa de migração do Android para o iPhone caiu em relação ao ano anterior.
A CIRP destaca que, nos últimos anos, a taxa de mudança do Android para o iPhone tem oscilado entre 11% e 15%. Ela já foi bem maior no passado, quando a Apple passou a suportar outras operadoras de telefonia americanas para além da AT&T.
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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Embora costume dar mais foco aos seus próprios sistemas operacionais, a Apple também lança esporadicamente recursos para as versões de seus aplicativos em plataformas concorrentes, como o Android.
O aplicativo Apple TV, por exemplo, está ganhando widgets para a tela inicial do Android — o que permite que usuários acessem ou visualizem informações sem precisar abrir o aplicativo.
Além dessa novidade, o aplicativo também está ganhando suporte ao recurso “Continue Assistindo” (“Continue Watching”) no sistema operacional do Google, juntando-se a outras tantas plataformas de streaming populares do mercado.
A novidade, semelhante ao recurso disponível no aplicativo Apple TV nas plataformas da Maçã, permite continuar assistindo a produções a partir do hub unificado de serviços de streaming do sistema operacional.
Ainda na seara dos updates, o 9to5Google revelou que o Apple Music também está sendo atualizado no sistema concorrente, agora com suporte ao compartilhamento via WhatsApp.
Em meio à polêmica envolvendo a abertura de um processo contra a OpenAI, a Apple enviou cartas — mais precisamente advertências legais individuais — para dezenas de funcionários da empresa de inteligência artificial.
Segundo o Financial Times, cerca de 40 ex-funcionários da Apple que hoje trabalham na OpenAI receberam as cartas. Nela, a Maçã solicita reuniões com seus advogados, exigindo a preservação de documentos e comunicações.
A empresa, vale recordar, acusa alguns dos seus ex-funcionários de roubar planos secretos de hardware e entregá-los à OpenAI — que trabalha atualmente com o ex-chefão de design da Apple, Jony Ive, para desenvolver seus próprios dispositivos.
O envio desse tipo de documento é descrito pelo FT como uma prática agressiva. Nos documentos judiciais, a Maçã argumenta que as evidências que possui representam apenas a “ponta do iceberg” em relação à conduta da OpenAI.
Tendo denunciado diretamente a empresa e dois de seus ex-funcionários, a Apple afirma que todo o negócio de hardware da OpenAI estaria comprometido pelo uso de seus segredos comerciais de forma ilegal.
Procuradas pelo jornal, tanto a Apple quanto a OpenAI recusaram-se a comentar a reportagem.