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Quais são os limites das funções de inteligência do Apple Creator Studio?

O Apple Creator Studio chegou recentemente para facilitar a vida de quem usa os aplicativos de criatividade da Maçã. Ele inclui softwares como Final Cut Pro, Logic Pro, Pixelmator Pro e recursos avançados no Pages, Numbers, Keynote e Freeform.

Vale notar que alguns recursos de geração de imagens, de formas, de notas do apresentador e de apresentações estão sujeitos a limitações de uso.

Confira, neste artigo, os limites de uso dos recursos de inteligência do Apple Creator Studio! 🙂

Quais são os limites de uso?

Segundo a Apple, o número exato de imagens, slides e notas do apresentador que podem ser gerados varia com base na complexidade das consultas e na disponibilidade do servidor e da rede.

No mínimo, por mês — se usado de forma exclusiva —, você pode:

  • Gerar 50 imagens;
  • Gerar 250 formas;
  • Gerar 50 apresentações com 8 a 10 slides cada;
  • Gerar notas do apresentador para 700 slides.

Esses limites são redefinidos mensalmente e podem ser conferidos a qualquer momento.

Como visualizar o status de uso

Pelo iPhone/iPad

Abra o Pages, Numbers, Keynote ou Freeform e toque no botão com três pontinhos. Depois, vá até “Recursos de Inteligência” e “Mostrar Status de Uso”.


Pelo Mac

Dependendo do app que estiver usando, selecione “Pages”, “Numbers”, “Keynote” ou “Freeform” na barra de menus. Depois, selecione “Recursos de Inteligência” e “Mostrar Status de Uso”.

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Apple e DOJ estariam avaliando acordo para encerrar caso antitruste nos EUA

Já há pouco mais de dois anos, a Apple e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (Department of Justice, ou DOJ) estão brigando na Justiça devido à suposta conduta anticompetitiva da empresa no país.

Nesta semana, inclusive, a Maçã obteve uma pequena vitória ao conseguir a aprovação para solicitar arquivos de órgãos federais que poderiam ajudá-la nessa batalha — mas, conforme novas informações do jornalista Mark Gurman (da Bloomberg), pode ser que ambas as partes cheguem a um acordo antes mesmo de um julgamento acontecer.

Ele afirma que as discussões “estão em andamento”, mas que não há garantia de que as duas partes chegarão a um acordo. Segundo a reportagem, a Apple fez várias ofertas ao DOJ neste ano para encerrar o processo.

Vale lembrar que o órgão moveu a ação em conjunto com um grupo bipartidário de 19 estados e o Distrito de Columbia. Ainda não se sabe, porém, se os procuradores-gerais estaduais estão participando das negociações de acordo — fato é que as negociações entre a Apple e o DOJ podem terminar sem que um entendimento seja alcançado.

Isso porque, sob a gestão de Donald Trump, o DOJ tem buscado acordos em diversos processos antitruste iniciados pela administração anterior. O procurador-geral adjunto dos EUA, Stanley Woodward, responsável pela supervisão das atividades antitruste do órgão, tem defendido acordos, considerando-os uma “forma de economizar o dinheiro dos contribuintes e proporcionar benefícios mais imediatos aos consumidores do que litígios que podem durar anos”.

O que a Apple já fez

As principais alegações do DOJ giram em torno do bloqueio, pela Apple, de “superaplicativos” (apps que incluem miniaplicativos, como o WeChat na China), além de desfavorecer apps de mensagens, de streaming na nuvem e carteiras digitais rivais, bem como dificultar a concorrência no mercado de smartwatches.

A Apple já abordou grande parte das queixas, passando a oferecer um programa de miniaplicativos para desenvolvedores, abrindo seu aplicativo Mensagens (Messages) para o sistema RCS 1Rich communications service, ou serviço de comunicação rico., bem como permitindo aplicativos de streaming na nuvem e liberando o chip NFC 2Near field communication, ou comunicação por campo de proximidade. de pagamento do iPhone para aplicativos de terceiros.

Resta-nos, agora, continuar acompanhando os próximos capítulos dessa saga.

Notas de rodapé

  • 1
    Rich communications service, ou serviço de comunicação rico.
  • 2
    Near field communication, ou comunicação por campo de proximidade.

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App Apple TV ganha widgets e suporte ao “Continue Assistindo” no Android

Embora costume dar mais foco aos seus próprios sistemas operacionais, a Apple também lança esporadicamente recursos para as versões de seus aplicativos em plataformas concorrentes, como o Android.

O aplicativo Apple TV, por exemplo, está ganhando widgets para a tela inicial do Android — o que permite que usuários acessem ou visualizem informações sem precisar abrir o aplicativo.

Apple TV para Android
Apple TV para Android

Além dessa novidade, o aplicativo também está ganhando suporte ao recurso “Continue Assistindo” (“Continue Watching”) no sistema operacional do Google, juntando-se a outras tantas plataformas de streaming populares do mercado.

A novidade, semelhante ao recurso disponível no aplicativo Apple TV nas plataformas da Maçã, permite continuar assistindo a produções a partir do hub unificado de serviços de streaming do sistema operacional.

Apple has also launched homescreen widgets on Android for the Apple TV app. https://t.co/kKHqj0cqKd pic.twitter.com/qOhQsWqMeV

— Aaron (@aaronp613) July 16, 2026

Ainda na seara dos updates, o 9to5Google revelou que o Apple Music também está sendo atualizado no sistema concorrente, agora com suporte ao compartilhamento via WhatsApp.

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WhatsApp agora permite iniciar conversas só com o nome de usuário

Após três meses em fase de testes, o recurso de nome de usuário do WhatsApp finalmente parece estar funcionando entre os usuários que já haviam reservado seu username, ampliando a disponibilidade da funcionalidade.

Aos que efetuaram a reserva, o WhatsApp começou a exibir um banner no topo da lista de conversas, informando que ele já está ativo e explicando que agora ele pode ser compartilhado com outras pessoas. Caso você queira verificar o nome de usuário de algum dos seus contatos, basta abrir a conversa com ele para conferi-lo.

Exibição de notificação sobre nome de usuário no WhatsApp
Imagem: WABetaInfo

De acordo com o WABetaInfo, o recurso está sendo liberado de forma gradual para quem já reservou um nome de usuário. Se esse for o seu caso, basta tocar no botão de adicionar (na aba Conversas) para abrir a lista de contatos, e em seguida, digitar o nome de usuário na barra de pesquisa.

Vale lembrar que isso não afetará a visualização dos números de telefone nos contatos com os quais você já iniciou uma conversa anteriormente. Nos moldes de rivais como o Telegram, os nomes de usuário apenas introduzem uma nova opção de acionar um determinado contato, alterando a primeira interação dos usuários, já que o número de telefone deixa de ser a única forma de iniciar uma conversa.

O WhatsApp está liberando o recurso completo de nomes de usuário para “uma fração muito limitada da sua base instalada no iOS e Android”, incluindo tanto versões betas quanto estáveis do aplicativo.

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Em meio a processo, Apple envia advertências a funcionários da OpenAI

Em meio à polêmica envolvendo a abertura de um processo contra a OpenAI, a Apple enviou cartas — mais precisamente advertências legais individuais — para dezenas de funcionários da empresa de inteligência artificial.

Segundo o Financial Times, cerca de 40 ex-funcionários da Apple que hoje trabalham na OpenAI receberam as cartas. Nela, a Maçã solicita reuniões com seus advogados, exigindo a preservação de documentos e comunicações.

A empresa, vale recordar, acusa alguns dos seus ex-funcionários de roubar planos secretos de hardware e entregá-los à OpenAI — que trabalha atualmente com o ex-chefão de design da Apple, Jony Ive, para desenvolver seus próprios dispositivos.

O envio desse tipo de documento é descrito pelo FT como uma prática agressiva. Nos documentos judiciais, a Maçã argumenta que as evidências que possui representam apenas a “ponta do iceberg” em relação à conduta da OpenAI.

Tendo denunciado diretamente a empresa e dois de seus ex-funcionários, a Apple afirma que todo o negócio de hardware da OpenAI estaria comprometido pelo uso de seus segredos comerciais de forma ilegal.

Procuradas pelo jornal, tanto a Apple quanto a OpenAI recusaram-se a comentar a reportagem.

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