❌

Reading view

Como gerar uma apresentação do Keynote com o Apple Creator Studio

Com uma assinatura ativa do Apple Creator Studio, usuários do aplicativo Keynote podem usufruir de benefícios especiais.

Um deles, por exemplo, é o Gerar Apresentação (Generate a Presentation). Como o nome sugere, é possível usar um esboço de texto para criar uma apresentação completa, com títulos, tópicos e um tema consistente.

Veja como utilizar isso na prática! 📱 💻

Como gerar uma apresentação no Keynote pelo iPhone/iPad

  1. Na tela inicial, selecione “Gerar Apresentação”.
  2. Escolha um tema para os slides.
  3. Adicione as informações desejadas no campo “Visão geral” e, no campo “Pontos principais”, insira uma lista ou parágrafos com os detalhes que você quer que apareçam na apresentação.
  1. Toque na setinha do canto superior direito para gerar a apresentação.

Como gerar uma apresentação no Keynote pelo Mac

  1. Com o app aberto, clique em “Novo Documento” e, no canto inferior direito, em “Gerar”.
  1. Adicione as informações e selecione “Gerar” para que os slides sejam gerados com base nos dados fornecidos.

  •  

Como gerar notas de apresentação no Keynote com o Apple Creator Studio [iPhone, iPad e Mac]

Com uma assinatura do Apple Creator Studio, é possível aproveitar diversos recursos extras em aplicativos já conhecidos da empresa, como é o caso do Keynote.

No app dedicado à criação de slides, é possível fazer com que as notas de apresentação sejam geradas de forma automática em um slide — eliminando a necessidade de fazer isso manualmente.

Confira como utilizar isso na prática! ✨

Como gerar notas de apresentação no Keynote pelo iPhone/iPad

Com a apresentação aberta, toque nos três pontinhos (na parte superior), em “Opções de Visualização” e “Mostrar Notas da Apresentação”. Depois, selecione o slide desejado, vá novamente até os três pontinhos e em “Gerar Notas”.

Após fazer isso, é possível alterar o tamanho da fonte ou aplicar formatação de texto às notas do apresentador. Selecione-as, vá até o botão com um pincel (na parte superior) e use os controles de texto.

Como gerar notas de apresentação no Keynote pelo Mac

Com a apresentação sendo mostrada, clique no ícone ao lado do semáforo (no canto superior esquerdo) e escolha “Mostrar Notas da Apresentação”.

Selecione o slide desejado e clique no quarto botão (da esquerda para a direita) na parte superior.

  •  

Como corrigir um slide do Keynote com o Apple Creator Studio

Com uma assinatura do Apple Creator Studio, usuários do aplicativo Keynote podem usufruir de recursos especiais para criar e gerenciar as suas apresentações de slides.

Um deles é o chamado Correção de Slide (Slide Clean Up), que pode corrigir automaticamente o alinhamento dos objetos e outras inconsistências em um slide.

Se for um assinante, veja como utilizar isso na prática no seu iPhone, iPad e Mac! 😉

Como corrigir um slide pelo iPhone/iPad

Com uma apresentação aberta no Keynote, toque em um espaço vazio no slide, na seta “>” e vá em “Correção de Slide”.

Ou navegue até o slide que deseja editar, toque nos três pontinhos (na barra de ferramentas) e vá em “Correção de Slide”.

Como corrigir um slide pelo Mac

Assim como no iPhone e iPad, você pode seguir um dos vários métodos diferentes para corrigir o slide desejado.

O primeiro deles é clicando com o botão direito do mouse em um espaço vazio e escolhendo “Correção de Slide”

Se preferir, navegue até o slide que deseja editar e clique no botão roxo na barra de ferramentas, escolha o slide que deseja editar no navegador de slides e clique em “Correção de Slide”.

Ou, no slide desejado, vá até Slide » Correção de Slide (no menu Slide, na parte superior da tela).

  •  

Atualização 5.0.2 do app do MacMagazine traz de volta gesto para sair de posts e sincroniza favoritos entre dispositivos

Nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac — acaba de receber uma atualização significativa para a versão 5.0.2, repleta de melhorias e correções pedidas por muitos de vocês. 😉

Atendendo a muitos pedidos, implementamos de volta o gesto de deslizar a partir do canto da tela para sair de um post e retornar à tela inicial do app.

Também corrigimos um comportamento que incomodava bastante: ao tocar em links externos dentro de um post e depois voltar para o app, agora você retorna exatamente para a mesma posição de leitura em que estava — sem perder o lugar.

Os favoritos também passaram por uma revisão importante e agora são devidamente sincronizados entre iPhone, iPad e Mac.

Além disso, esta versão traz:

  • Retoques gerais na interface Liquid Glass;
  • Melhorias na marcação de posts como lidos/não lidos, incluindo o retorno de uma seção “Posts” nos ajustes do app;
  • A possibilidade de adicionar tíquetes ao Carteira (Wallet) diretamente pelo app;
  • Aprimoramentos gerais em acessibilidade.

Agradecimentos

Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi e ao Mozzer pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.

A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉

  •  

Como alterar/personalizar o espaço de trabalho no Pixelmator Pro para Mac

Com o aplicativo Pixelmator Pro, donos de Macs podem editar as suas fotos usando as inúmeras ferramentas avançadas disponibilizadas.

Para que esse processo de edição seja o melhor possível, o app possibilita que você escolha um dos diversos layouts de trabalho disponibilizados — como os otimizados para fotografias, design e ilustração, por exemplo.

Mais do que isso, você pode configurar um layout de espaço de trabalho personalizado e salvá-lo como uma predefinição.

Veja como fazer isso a seguir! 👨‍💻

Com o Pixelmator Pro aberto, vá até Pixelmator Pro » Ajustes…, na barra de menus, ou utilize o atalho ⌘ command ,.

Vá até a aba “Espaço de trabalho” e escolha um dos layouts. Ou, se quiser criar um novo espaço, selecione o “+”, insira um nome para o espaço de trabalho e clique em “Renomear”.

Clique duas vezes na miniatura do novo espaço de trabalho, arraste os elementos delineados em azul para a nova posição e clique em “OK”.

  •  

O aviso de “armazenamento quase cheio” é o melhor vendedor da Apple — e a conta chega todo mês

“O armazenamento do iCloud está quase cheio”. Se você usa iPhone, aposto que leu essa frase nesta semana. Talvez hoje. Ela aparece nos Ajustes, aparece por notificação, aparece quando o backup falha de madrugada… e não desiste nunca. Não é um bug. É, possivelmente, o vendedor mais eficiente que a Apple já contratou.

Nas últimas semanas, escrevi aqui duas matérias medindo produtos da Apple numa moeda que todo mundo entende na pele: horas de trabalho. Vimos quanto custa um Mac depois dos aumentos e quanto custou cada geração de iPhone desde 2007. Mas hardware você paga uma vez e o assunto morre; assinatura, não. Assinatura é um pedágio silencioso: poucos reais por mês, para sempre. E ninguém de fato se dá ao trabalho de fazer essa conta — então eu resolvi fazer.

Os mesmos 5GB desde 2011

Antes dos números, um pouco de contexto. Quando o iCloud nasceu, em outubro de 2011, a Apple deu 5GB gratuitos para cada conta. Era a época do iPhone 4s, de câmera de 8 megapixels e fotos de uns 2,5MB cada. Dava para viver um bom tempo dentro daquele limite.

Quase 15 anos depois, os 5GB continuam exatamente os mesmos. Só que o mundo ao redor deles mudou de tamanho: o iPhone 17 tira fotos de 48MP, grava 4K a 60 quadros — cerca de 400MB por minuto — e sai de fábrica com 256GB. Ou seja, a Apple vende um aparelho com 256GB e dá uma nuvem que corresponde a 2% disso. Um backup básico, sozinho, já não cabe. A caixa ficou pequena de propósito ou só ficou pequena? Guarde essa pergunta.

Quem não aguenta o aviso assina o iCloud+. No Brasil, depois do reajuste de até 33% em 2025, as mensalidades saem por R$5,90 (50GB), R$19,90 (200GB), R$66,90 (2TB) e vão até R$399,90 (12TB).

A conta em horas, plano a plano

A régua é a mesma das matérias anteriores: salário mínimo por hora no Brasil (R$8,50), nos Estados Unidos (piso federal de US$7,25), no Canadá (C$17,60, em Ontário) e em Portugal (5,31€). Cada célula mostra quanto tempo de trabalho um mês de assinatura consome.

PlanoBrasilEUACanadáPortugal
iCloud+ de 50GB42min8min4min11min
iCloud+ de 200GB2h20min25min14min34min
iCloud+ de 2TB7h52min1h23min44min1h53min
iCloud+ de 12TB47h8h16min4h33min11h18min
Preços oficiais da Apple em julho de 2026, sempre no plano mensal.

À primeira vista, parece barato — e é justamente assim que uma assinatura funciona. O plano de 50GB custa 42 minutos de trabalho por mês. Quem reclamaria? Mas suba na tabela: o plano de 2TB, o mais comum para quem tem família ou anos de fotos acumuladas, consome quase um dia inteiro de trabalho por mês de um brasileiro de salário mínimo. O mesmo plano custa 44 minutos para um canadense. E o de 12TB beira o surreal: 47 horas mensais — mais de uma semana de expediente, todo mês, só para guardar arquivos.

Vale a comparação com o hardware: nas matérias anteriores, o brasileiro trabalhava de 8 a 12 vezes mais que o americano pelo mesmo iPhone ou iPad. Nos serviços, a distância é menor — cerca de 6 vezes no plano de 2TB —, mas segue aí, firme e forte. Contra o Canadá, a proporção volta às mesmas 10 vezes de sempre. E Portugal repete o papel de meio-termo que já apareceu na conta do hardware: 1h53min pelos mesmos 2TB, 4x menos esforço que o brasileiro — confortável perto de nós, longe do sossego canadense.

O pedágio que nunca acaba

Agora, o detalhe que muda tudo: essa conta não fecha nunca. O iPad de 706 horas dói uma vez; o iCloud cobra todo mês, até o fim dos tempos — ou das suas fotos, o que vier primeiro.

Um ano de iCloud+ de 2TB custa R$802,80 — 94 horas de trabalho, meio mês de expediente por ano. Em 10 anos, são mais de 900 horas: território de iPhone 17, que calculei em 1.006 horas na matéria anterior. Ou seja, guardar as fotos por uma década custa quase o mesmo esforço que comprar o telefone que as tirou.

E tem o degrau seguinte, claro. O Apple One Individual (R$42,90) leva 5 horas mensais de trabalho; o Premium (R$99,90), quase 12 horas — cerca de 140 horas por ano, ¾ de um mês de trabalho anual em assinatura. No fim das contas, o brasileiro de salário mínimo que assina o pacote completo da Apple dedica praticamente um mês do ano só para manter os serviços da Maçã rodando.

Por que a caixa não cresce

Aqui entra o olhar de produto, área em que trabalho há mais de 20 anos. Aquele aviso de armazenamento não é um acidente de percurso: é um funil de conversão dos bons! Ele aparece no momento de maior dor (backup falhou, foto não salvou), oferece a solução a um toque de distância e custa “só” R$5,90. Nenhum vendedor de loja chega perto dessa taxa de conversão.

E o incentivo para manter os 5GB congelados é gigante. Os serviços renderam à Apple US$109,2 bilhões no ano fiscal de 2025, com margem bruta de 75% — o dobro da margem do hardware. Cada pessoa que cede ao aviso vira receita recorrente, previsível e baratíssima de servir. Se os 5GB gratuitos virassem 50GB amanhã, quantos milhões de assinaturas de entrada evaporariam? A Apple sabe a resposta melhor do que ninguém. Tanto que Google (15GB) e Microsoft (5GB, mas com Office no pacote) jogam jogos parecidos — a Apple só joga com a caixa mais apertada do mercado.

Sejamos justos num ponto: nuvem custa dinheiro de verdade (data center, energia, redundância) e o iCloud+ entrega junto recursos como o Retransmissão Privada (Private Relay) e o Ocultar Meu E-mail (Hide My Email). Não é um produto ruim; eu mesmo assino e não pretendo cancelar. O problema não é o plano pago existir, é a versão gratuita ter sido desenhada para não ser suficiente — em 2011, ela era.

No fim, é uma escolha de modelo de negócio — e das mais bem executadas. Só acho saudável que a gente a chame pelo nome. Quando o aviso aparecer de novo aí no seu iPhone — e ele vai aparecer —, lembre que aqueles 42 minutos de trabalho por mês não foram um acaso: foram desenhados, testados e otimizados para esse exato momento. A Apple não vende mais só o telefone. Vende o lugar onde a sua vida digital mora — e cobra o aluguel em dia.

  •  

App Store brasileira hospeda dezenas de jogos de azar disfarçados

Dias após a Apple ter sido solicitada a fornecer mais explicações sobre suas políticas contra aplicativos de apostas no Brasil, uma investigação do 9to5Mac revelou mais de 60 apps que, especificamente por aqui, ocultam ou alteram recursos para promover jogos de azar.

Ou seja, eles se comportam exatamente como mostrado nas capturas de tela da App Store quando acessados ​​de praticamente qualquer lugar do mundo, exceto em terras tupiniquins.

Apps de apostas na App Store
Imagem: 9to5Mac

A maioria dos aplicativos é publicada por contas de desenvolvedores com apenas um registro na loja da Maçã. Esses aplicativos também tendem a usar políticas de privacidade semelhantes — ou possuem até mesmo políticas idênticas.

Ao aprofundar sua investigação, a reportagem encontrou um repositório público no GitHub contendo instruções para um agente de IA criar aplicativos simples, com código criado por meio de vibe coding, que servem como fachada para as plataformas de apostas.

As instruções exigem que cada aplicativo inclua de três a cinco interfaces visíveis, use um nome comercial e um ícone com tema animal (um dragão, boi, coelho, rato ou tigre) e suporte roteamento controlado remotamente para o aplicativo local, uma página da web dentro do aplicativo ou um site externo.

Elas também afirmam que os aplicativos devem ser construídos em torno de conceitos simples e imediatamente compreensíveis, com uma marca clara e várias áreas de recursos proeminentes, mas suficientemente diferentes entre si para parecerem produtos separados.

O repositório também inclui instruções explícitas destinadas a impedir que os aplicativos sejam sinalizados como suspeitos durante a revisão da App Store. Isso inclui atribuir a cada aplicativo códigos de inicialização e configuração remota com nomes exclusivos, dificultando a identificação deles como parte do mesmo grupo pelos revisores.

O método para burlar as diretrizes de revisão de apps da Apple tem funcionado, já que o próprio sistema de recomendação da App Store direciona os usuários para outros aplicativos suspeitos com mais frequência do que para aplicativos genuínos.

Procurada, a Apple ainda não comentou as descobertas da reportagem.

  •  

Apple e DOJ estariam avaliando acordo para encerrar caso antitruste nos EUA

Já há pouco mais de dois anos, a Apple e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (Department of Justice, ou DOJ) estão brigando na Justiça devido à suposta conduta anticompetitiva da empresa no país.

Nesta semana, inclusive, a Maçã obteve uma pequena vitória ao conseguir a aprovação para solicitar arquivos de órgãos federais que poderiam ajudá-la nessa batalha — mas, conforme novas informações do jornalista Mark Gurman (da Bloomberg), pode ser que ambas as partes cheguem a um acordo antes mesmo de um julgamento acontecer.

Ele afirma que as discussões “estão em andamento”, mas que não há garantia de que as duas partes chegarão a um acordo. Segundo a reportagem, a Apple fez várias ofertas ao DOJ neste ano para encerrar o processo.

Vale lembrar que o órgão moveu a ação em conjunto com um grupo bipartidário de 19 estados e o Distrito de Columbia. Ainda não se sabe, porém, se os procuradores-gerais estaduais estão participando das negociações de acordo — fato é que as negociações entre a Apple e o DOJ podem terminar sem que um entendimento seja alcançado.

Isso porque, sob a gestão de Donald Trump, o DOJ tem buscado acordos em diversos processos antitruste iniciados pela administração anterior. O procurador-geral adjunto dos EUA, Stanley Woodward, responsável pela supervisão das atividades antitruste do órgão, tem defendido acordos, considerando-os uma “forma de economizar o dinheiro dos contribuintes e proporcionar benefícios mais imediatos aos consumidores do que litígios que podem durar anos”.

O que a Apple já fez

As principais alegações do DOJ giram em torno do bloqueio, pela Apple, de “superaplicativos” (apps que incluem miniaplicativos, como o WeChat na China), além de desfavorecer apps de mensagens, de streaming na nuvem e carteiras digitais rivais, bem como dificultar a concorrência no mercado de smartwatches.

A Apple já abordou grande parte das queixas, passando a oferecer um programa de miniaplicativos para desenvolvedores, abrindo seu aplicativo Mensagens (Messages) para o sistema RCS 1Rich communications service, ou serviço de comunicação rico., bem como permitindo aplicativos de streaming na nuvem e liberando o chip NFC 2Near field communication, ou comunicação por campo de proximidade. de pagamento do iPhone para aplicativos de terceiros.

Resta-nos, agora, continuar acompanhando os próximos capítulos dessa saga.

Notas de rodapé

  • 1
    Rich communications service, ou serviço de comunicação rico.
  • 2
    Near field communication, ou comunicação por campo de proximidade.

  •  

WhatsApp agora permite iniciar conversas só com o nome de usuário

Após três meses em fase de testes, o recurso de nome de usuário do WhatsApp finalmente parece estar funcionando entre os usuários que já haviam reservado seu username, ampliando a disponibilidade da funcionalidade.

Aos que efetuaram a reserva, o WhatsApp começou a exibir um banner no topo da lista de conversas, informando que ele já está ativo e explicando que agora ele pode ser compartilhado com outras pessoas. Caso você queira verificar o nome de usuário de algum dos seus contatos, basta abrir a conversa com ele para conferi-lo.

Exibição de notificação sobre nome de usuário no WhatsApp
Imagem: WABetaInfo

De acordo com o WABetaInfo, o recurso está sendo liberado de forma gradual para quem já reservou um nome de usuário. Se esse for o seu caso, basta tocar no botão de adicionar (na aba Conversas) para abrir a lista de contatos, e em seguida, digitar o nome de usuário na barra de pesquisa.

Vale lembrar que isso não afetará a visualização dos números de telefone nos contatos com os quais você já iniciou uma conversa anteriormente. Nos moldes de rivais como o Telegram, os nomes de usuário apenas introduzem uma nova opção de acionar um determinado contato, alterando a primeira interação dos usuários, já que o número de telefone deixa de ser a única forma de iniciar uma conversa.

O WhatsApp está liberando o recurso completo de nomes de usuário para “uma fração muito limitada da sua base instalada no iOS e Android”, incluindo tanto versões betas quanto estáveis do aplicativo.

  •  

Em meio a processo, Apple envia advertências a funcionários da OpenAI

Em meio à polêmica envolvendo a abertura de um processo contra a OpenAI, a Apple enviou cartas — mais precisamente advertências legais individuais — para dezenas de funcionários da empresa de inteligência artificial.

Segundo o Financial Times, cerca de 40 ex-funcionários da Apple que hoje trabalham na OpenAI receberam as cartas. Nela, a Maçã solicita reuniões com seus advogados, exigindo a preservação de documentos e comunicações.

A empresa, vale recordar, acusa alguns dos seus ex-funcionários de roubar planos secretos de hardware e entregá-los à OpenAI — que trabalha atualmente com o ex-chefão de design da Apple, Jony Ive, para desenvolver seus próprios dispositivos.

O envio desse tipo de documento é descrito pelo FT como uma prática agressiva. Nos documentos judiciais, a Maçã argumenta que as evidências que possui representam apenas a “ponta do iceberg” em relação à conduta da OpenAI.

Tendo denunciado diretamente a empresa e dois de seus ex-funcionários, a Apple afirma que todo o negócio de hardware da OpenAI estaria comprometido pelo uso de seus segredos comerciais de forma ilegal.

Procuradas pelo jornal, tanto a Apple quanto a OpenAI recusaram-se a comentar a reportagem.

  •  
  •  
  •  

Adepto de tatuagens ou nem por isso? Estas podem transformar a sua pele em tecnologia médica

E se em vez de colar ou colocar um sensor pudéssemos simplesmente pintá-lo na pele? Uma nova tinta condutora transforma tatuagens temporárias em tecnologia capaz de acompanhar o coração, o cérebro e os músculos, controlar próteses robóticas e, um dia, monitorizar doenças.

The post Adepto de tatuagens ou nem por isso? Estas podem transformar a sua pele em tecnologia médica appeared first on Tek Notícias.

  •  

Google Images tem novos truques para pesquisar e criar imagens

A pesquisa de imagens no Google já começou há 25 anos, com a evolução do motor de busca de pesquisas simples em texto para uma exploração mais visual da informação. Agora o google Images ganhou novos truques.

The post Google Images tem novos truques para pesquisar e criar imagens appeared first on Tek Notícias.

  •  

A melhor defesa de Portugal cabe numa sala

a responsabilidade da Cibersegurança não pode continuar fechada no IT. Já não é apenas um tema tecnológico; é uma responsabilidade organizacional que exige envolvimento da gestão e capacidade de traduzir risco para a linguagem da decisão, avisa David Grave.

The post A melhor defesa de Portugal cabe numa sala appeared first on Tek Notícias.

  •  

Comissão Europeia recua e deixa de fora vários equipamentos na lei das baterias removíveis

A lista de exceções para os aparelhos com baterias removíveis inclui seis novas categorias, entre as quais estão os smartwatches e rastreadores de fitness.

The post Comissão Europeia recua e deixa de fora vários equipamentos na lei das baterias removíveis appeared first on Tek Notícias.

  •  

Focus To-Do: Organize tarefas e mantenha a produtividade em alta sem sair do Chrome

A extensão para o browser da Focus To-Do reúne as principais funcionalidades da popular app de produtividade, permitindo gerir tarefas e acompanhar o tempo dedicado a cada projeto sem sair do navegador.

The post Focus To-Do: Organize tarefas e mantenha a produtividade em alta sem sair do Chrome appeared first on Tek Notícias.

  •  

Portugal é o primeiro país a levar o programa Apps for Good ao Ensino Superior

Cinco instituições de ensino superior português, de Castelo Branco à Madeira, testaram este ano a metodologia que já passa por escolas, prisões e centros educativos, com a assinatura de um protocolo entre o CDI Portugal e a Egas Moniz School of Health & Science.

The post Portugal é o primeiro país a levar o programa Apps for Good ao Ensino Superior appeared first on Tek Notícias.

  •  
❌