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WhatsApp adiciona campo para nome de usuário à tela de criação de contatos

Depois de permitir que os nomes de usuário sejam compartilhados e conversas sejam iniciadas a partir deles, o WhatsApp agora disponibilizou um campo para que seus usuários criem novos contatos salvando apenas o username, dispensando a necessidade de atrelar qualquer pessoa a um número de telefone.

A alternativa permite, por exemplo, checar os status de um determinado contato, ou habilitar que ele veja determinadas informações do seu perfil (como o seu ícone ou o campo de recado) caso a visibilidade esteja restrita à sua lista de contatos — coisas que só eram possíveis antes ao salvar seu número de telefone.

WhatsApp launches a username field for new contacts, compatible with Status Sharing!

On Android and iOS, WhatsApp has introduced a new field for the contact creation screen that lets users save a contact's username alongside their name.https://t.co/5hSI6SUrs0 pic.twitter.com/InGkJzgI7W

— WABetaInfo (@WABetaInfo) August 10, 2026
O WhatsApp lançou um campo de nome de usuário para novos contatos, compatível com o Compartilhamento de Status.

No Android e no iOS, o WhatsApp introduziu um novo campo na tela de criação de contato que permite aos usuários salvar o nome de usuário do contato junto do seu nome.

wabetainfo.com/whatsapp-launc…

O novo campo está disponível tanto no iOS quanto no Android na tela já conhecida do público para adicionar novos contatos (ela pode ser acessada tocando no botão “+”, na seção “Conversas”, e depois selecionando a opção “Novo contato”).

Embora ainda não haja uma previsão oficial quanto à disponibilidade geral da novidade, o campo já foi notado por algumas pessoas que instalaram a versão mais recente do WhatsApp na App Store e pelos usuários da versão beta (via TestFlight).

Saudações de boas-vindas em grupos chegando ao iOS

Já presente na versão beta para Android, o mensageiro da Meta está testando no iOS um recurso que permite aos administradores de um grupo enviar uma mensagem automatizada de saudação para cada novo membro que integra a conversa coletiva.

O WhatsApp identifica a mensagem com um balão que inclui o texto “saudação automática”, e ela não poderá ser vista pelo restante do grupo (embora o usuário possa interagir com o recado).

WhatsApp is testing greeting messages for group chats on iOS!

WhatsApp is working on a feature that shares a welcome message in group chats.https://t.co/hr6GZoGaMm pic.twitter.com/7BXtCOYXoI

— WABetaInfo (@WABetaInfo) August 11, 2026
O WhatsApp está testando mensagens de saudação para conversas em grupo no iOS!

O WhatsApp está trabalhando em um recurso que compartilha uma mensagem de boas-vindas nas conversas em grupo.

wabetainfo.com/whatsapp-is-te…

Mesmo que um grupo tenha vários administradores, haverá apenas uma mensagem de boas-vindas para todo o grupo. Todos os administradores compartilharão o mesmo texto e qualquer um deles poderá editá-lo.

Ainda em desenvolvimento, a ferramenta não foi sequer disponibilizada para testadores do app, embora tenha sido notada na versão 26.31.10.73 beta.

via WABetaInfo [1, 2]

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GameZ é um app brasileiro para catalogar sua coleção de jogos físicos

Se você é um colecionador de jogos físicos e gostaria de uma ferramenta que o ajudasse a catalogá-los, o app GameZ, desenvolvido pelo brasileiro Raul Lermen, talvez seja a solução que você procurava.

O app reúne tudo num lugar só, organizando a sua coleção inteira de jogos, bem como oferecendo uma avaliação do seu catálogo em reais.

App GameZ

Um diferencial do GameZ é que você pode enviar uma foto ou usar a arte oficial dos seus jogos, as quais aparecem como caixas — com a possibilidade de girá-las para ver a frente e o verso. Além da coleção física, dá para registrar o que você está jogando e acompanhar seu progresso em cada jogo.

Seu catálogo também mostra o registro completo de cada cópia, incluindo seu estado, preço pago, fotos próprias, tags e anotações. É possível buscar pelos jogos pelo nome ou com o código de barras — sendo que o app conta com uma base de dados com mais de 450 mil títulos.

App GameZ

O app oferece ainda um feed social entre amigos colecionadores e tela de descoberta de lançamentos com base no seu gosto por jogos. Ele também conta com diversos recursos de customização da sua coleção.

App GameZ

O GameZ está disponível gratuitamente na App Store, contando com três opções de licenças que desbloqueiam a versão Pro: uma de R$20/mês, outra de R$100/ano e uma compra vitalícia de R$250.

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Bola de praia e trackpad travado no Mac? Veja como resolver

Se você usa um Mac com o macOS Tahoe 26.5 ou versões posteriores, é possível que esteja enfrentando problemas de congelamento no trackpad do seu notebook, com o surgimento da famosa bola de praia (que indica um travamento) na máquina.

Graças a uma dica supersimples, é possível resolver esse problema no seu computador usando o Finder.

Veja como! 👨‍💻

  1. Abra o Finder.
  2. Na barra de menus, vá em Ir » Ir para Pasta… ou use o atalho ⇧ shift ⌘ command G.
  3. Cole o seguinte caminho: ~/Library/Metadata/CoreSpotlight e pressione return.
  1. Selecione todos os arquivos contidos com o mouse ou use o atalho ⌘ A.
  2. Clique com o botão direito do mouse e vá até “Mover para o Lixo”.
  3. Em seguida, abra o Lixo do Mac e escolha “Esvaziar”.

via Macworld

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Por que os ícones do Dock do Mac pulam?

Para acessar os seus aplicativos prediletos do Mac com uma maior rapidez, é possível adicionar os ícones ao Dock — acessível por padrão na parte inferior da tela (mas que também pode ser colocado em uma das laterais, se você assim preferir).

Mas você já se perguntou por que esses ícones, em certos momentos, começam a pular?

Isso pode ser causado por diversos motivos, como veremos a seguir! 👨‍💻

  • O aplicativo foi aberto;
  • O app foi recentemente atualizado na Mac App Store;
  • Ele travou;
  • É necessária uma ação para que o app funcione;
  • O app terminou de carregar;
  • É necessário salvar algo no app antes de fechá-lo (como um documento do Pages, por exemplo).

Se quiser, é possível desativar facilmente esse efeito ao abrir os apps.

Para isso, abra os Ajustes do Sistema (System Settings) e clique em “Mesa e Dock”, na barra lateral.

Em seguida, desmarque a opção “Animar abertura de aplicativos”.

via BGR

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Promoções na App Store: NotifiNote, Rush Rally Origins, NeatNotes : Notes and lists e mais!

Nesta terça-feira, confira e economize com a nossa seleção de promoções na App Store!

O NotifiNote, desenvolvido por Mert Can Kus, é uma forma diferente de lidar com anotações.

A proposta é simples: apresentar notas na Central de Notificações. Seja para uma lista de tarefas, ideias rápidas ou simplesmente um lembrete, o app é uma ótima opção para você que precisa ter alguma informação de forma rápida.

Procurando uma solução assim? Aproveite a oferta! 😬


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$80 em descontos:

Jogos

Jogo de corrida.

Crie e se divirta.

Jogo de aventura.

Aplicativos

Notas e listas.

Atividades físicas.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🚀

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Receita do setor de jogos mobile teve queda recorde no 2º trimestre de 2026

O relatório da Sensor Tower referente ao mercado de aplicativos móveis no segundo trimestre de 2026 aponta para uma queda contínua na receita gerada por jogos, enquanto softwares de outros gêneros continuam contribuindo para impulsionar o setor.

Conforme visto pelo 9to5Mac, a receita gerada por apps que não são jogos bateu um recorde de US$24,4 bilhões, com um crescimento expressivo de 14,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Em termos absolutos, foram 25,5 bilhões de downloads no segundo trimestre.

Por outro lado, os jogos apresentaram uma queda de 5,9% em relação ao trimestre anterior, ficando abaixo dos US$20 bilhões pela primeira vez nos últimos nove trimestres — o que pode representar um indício de crise para o setor, pelo menos no mercado mobile.

Sensor Tower

Quanto aos mercados com o maior número de downloads de apps, o Brasil segue na terceira colocação com 2,43 bilhões de softwares baixados — uma queda de 2%. O país está atrás apenas da Índia (com 6,66 bilhões de downloads) e dos Estados Unidos (com 3,08 bilhões).

Sensor Tower

A pesquisa também apresentou os gêneros de jogos que mais se destacaram, com a IA generativa liderando esse recorte graças um aumento de 108% ao ano. Segundo os dados, 60% dessa categoria é representada pelo ChatGPT, que cresceu nada menos que 82% ao ano.

Sensor Tower

O app da OpenAI, inclusive, foi o mais baixado do mundo nos últimos três meses, sendo seguido pelo TikTok e pelo Instagram.

O TikTok também esteve na lista dos que mais geraram receita, ocupando a primeira colocação à frente do ChatGPT e do Google One.

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Microsoft Edge permitirá fazer login diretamente com uma Conta Apple

A Microsoft está testando uma novidade no seu navegador Edge que facilitará a vida de usuários da Apple: a possibilidade de se cadastrar e fazer login em um perfil do browser com uma Conta Apple.

Conforme observado pelo usuário @Leopeva64 no X, a novidade já está disponível nos canais Beta e Canary do Edge para desktop e pode ser ativada por meio dos recursos experimentais (flags) tanto no Mac quanto no Windows.

In Edge Canary for desktop there are a couple of new flags to enable support for signing in with an Apple account. Microsoft added support for Google accounts some time ago and has now added support for Apple accounts: https://t.co/34BBm0b3Wi pic.twitter.com/BNMrpB8pkO

— Leopeva64 (@Leopeva64) August 10, 2026

Mas o que isso significa, na prática? Que você pode pular algumas etapas no processo de criação de uma conta para usar no navegador caso ainda não tenha uma conta da Microsoft, usando o mesmo email e outros dados da Conta Apple.

O usuário também poderá fazer login com facilidade no navegador apenas clicando no botão para logar com a Apple — como já acontece com outras plataformas.

Essa é uma expansão de um movimento que começou há poucos meses, quando o mesmo usuário descobriu a possibilidade de se cadastrar e fazer login com o Google no mesmo canal de testes do Edge (agora já disponível).

A novidade chega para tornar o uso do navegador mais prático, eliminando a obrigatoriedade da criação de uma nova conta do zero para quem já é usuário dos serviços da Apple (ou do Google).

via Tecnoblog

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Gemini bate 1 bilhão de usuários; base ativa no iOS passa de 100 milhões

O Gemini, do Google, ultrapassou oficialmente a marca de 1 bilhão de usuários mensais ativos — tornando-se, segundo a própria gigante de Mountain View, o produto de crescimento mais rápido na história da empresa.

Para colocar esse marco em perspectiva, o Gmail levou cerca de 12 anos para conquistar uma base de usuários desse tamanho. Isso também coloca o Gemini no mesmo patamar do ChatGPT (da OpenAI), que atingiu essa marca no início de junho.

O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. do Google, Sundar Pichai, utilizou o X para destacar esse marco.

1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.

Kudos to @JoshWoodward & the entire Gemini team, and thank you to everyone who has been on this journey with us -… pic.twitter.com/sSWrULX4Qn

— Sundar Pichai (@sundarpichai) August 11, 2026
Mais de 1 bilhão de pessoas já usam o @Geminiapp todos os meses para despertar novas ideias e realizar tarefas. É o nosso produto que mais cresce na história e o 14º a atingir a marca de 1 bilhão de usuários.

Parabéns ao @JoshWoodward e a toda a equipe do Gemini, e obrigado a todos que têm feito parte dessa jornada conosco — vem muito mais por aí!

Além do número de usuários, o Google divulgou detalhes sobre como as pessoas interagem com o chatbot no dia a dia. Entre eles, a empresa aponta que os usuários dos dispositivos da Apple estão adotando a ferramenta em grande escala, com mais de 100 milhões de usuários ativos no iOS. Além disso, usuários avançados do macOS acionam o Gemini cerca de duas vezes mais frequentemente do que em outras plataformas.

Eles apontam ainda que interação por voz tornou-se a forma preferida de usar o aplicativo, com 63% dos usuários optando por falar em vez de digitar. Ademais, uma em cada cinco sessões do Gemini Live vai além do áudio simples, envolvendo o compartilhamento de imagens da câmera/tela em tempo real.

Estudantes representam outro grupo importante de usuários: 38% das solicitações acadêmicas incluem o envio de arquivos de tarefas, anotações ou PDFs. A geração de imagens também gera um tráfego enorme, sendo responsável pela criação de mais de 150 milhões de imagens diariamente.

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Apple tem pedido para suspender caso contra a Epic nos EUA negado

A Apple novamente não conseguiu obter a suspensão do processo de cálculo de taxas para compras a partir de links externos em sua disputa judicial contra a Epic Games. O caso, como já informamos, será analisado pela Suprema Corte dos Estados Unidos em algum momento a partir de outubro — e a Maçã havia solicitado ao Tribunal Distrital Norte da Califórnia que suspendesse os trâmites até lá, mas o tribunal negou o pedido.

As informações foram divulgadas no X por Tim Sweeney, fundador e CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Epic.

Apple's stay was denied! Now they have 24 hours to file their proposed menu of junk fees with The Court, and Epic will have 60 days to file our legal analysis in advance of a court hearing on the topic.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026
O pedido de suspensão da Apple foi negado! Agora, a empresa tem 24 horas para apresentar ao tribunal sua proposta de lista de taxas abusivas, e a Epic terá 60 dias para protocolar sua análise jurídica antes da audiência sobre o assunto.

Como também apontado por Sweeney, a Apple tem agora 24 horas para apresentar ao tribunal um esboço das taxas que pretende cobrar dos desenvolvedores pelo uso de opções de pagamento alternativas e por links externos para compras realizadas na web. A Epic poderá, dentro de 60 dias, apresentar uma análise da proposta de taxas da Maçã — e o tribunal decidirá o que deverá valer.

Sweeney fez uma segunda publicação sobre o imbróglio, questionando se a Apple vai “documentar honestamente seus custos com o tempo de revisores humanos e tentar recuperá-los?”. Alternativamente, ele sugere que a Apple pode “inventar noções novas e absurdas de custo, até então desconhecidas pela humanidade”.

Will Apple honestly document their costs for human reviewer time and seek to recoup them? Or fabricate outlandish new notions of cost previously unknown to mankind? Tune in 24 hours from now to find out.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026

Será que a Apple documentará honestamente os custos com o tempo de revisores humanos e tentará recuperá-los? Ou inventará noções de custo absurdas e inéditas para a humanidade? Fique ligado: a resposta virá daqui a 24 horas.

O desenrolar mais recente, cabe lembrar, faz parte de uma decisão na qual a Apple foi considerada em desacato por impor uma comissão de 27% sobre compras realizadas por meio de links externos, depois que a juíza Yvonne Gonzalez Rogers determinou que a empresa permitisse aos desenvolvedores direcionar os usuários para métodos de pagamento alternativos.

A Apple recorreu à Suprema Corte contra a referida decisão, que concordou em analisar o caso. A Maçã, em seguida, solicitou à magistrada a suspensão do processo na instância inferior, argumentando que a (futura) decisão da Suprema Corte poderá afetar qualquer trabalho realizado nesse meio-tempo.

A Apple (ainda) não comentou a decisão de hoje.

via AppleInsider

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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SpaceXAI lança Grok Bot, app de IA agêntica, para Mac e iPhone

A SpaceXAI liberou hoje, ainda em fase beta, um novo aplicativo de inteligência artificial (IA) agêntica para Mac e iPhone chamado Grok Bot.

Nascido como uma ferramenta interna, ele permite que usuários criem “colegas de trabalho de IA”, os quais contam com seus próprios computadores e são capazes realizar uma série de tarefas de ponta a ponta, além de acessar as ferramentas (apps, emails, etc.) que você já utiliza.

Introducing Grok Bot, now in early beta.

Bots are AI teammates that do real work for you. They sign in to your tools, use them just like you do, and come back with finished work. pic.twitter.com/uyfA97yo98

— Grok Bot (@bot) August 11, 2026
Apresentamos o Grok Bot, agora em versão beta antecipada.

Bots são colegas de IA que realizam tarefas reais para você. Eles acessam suas ferramentas, as utilizam como você e retornam com o trabalho concluído.

A ideia, segundo a SpaceXAI, é que o usuário converse com esses “colegas” como se eles fossem pessoas reais, seja por mensagem de texto ou por voz.

“Usuários com acesso antecipado dizem que o Grok Bot parece menos com dar instruções a um agente e mais com delegar tarefas a um colega de equipe altamente capacitado”, comentou a empresa.

Grok Bot
Divulgação/SpaceXAI

Assim que a IA recebe uma tarefa, ela toma conta de tudo automaticamente, de modo que o usuário só precisa intervir caso uma ação requeira a sua autorização. Ela também pode se lembrar de conversas passadas, enviar mensagens para outros bots e ser adicionada a grupos.

Na SpaceXAI, é comum que várias equipes executem bots em paralelo, com uma delas gerenciando as demais. Um chefe de gabinete supervisiona tudo, com um especialista para cada área: gerenciamento de emails, despesas, recrutamento, correção de bugs ou operações. Em vez de gerenciar vários agentes, o Grok Bot oferece uma pequena equipe que pode trabalhar em paralelo, eliminando a necessidade de você ser o intermediário.

A SpaceXAI disse ainda que esses bots conseguem aprender com seus hábitos, o que significa que seu desempenho nas tarefas melhorará com o tempo. Isso também fará com que eles fiquem mais proativos com o passar dos dias, assumindo tarefas antes mesmo de você precisar falar com eles.

Por enquanto, o Grok Bot está disponível para Mac, iPhone, Windows e Linux, para assinantes do SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium — mas a empresa do bilionário Elon Musk pretende lançar uma versão para Android em breve.

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Brechas no Zoom permitiam controle de dispositivos durante videochamadas

Pesquisadores da A Security revelaram vulnerabilidades na plataforma de videoconferência Zoom que poderiam ter sido exploradas para assumir o controle dos dispositivos dos usuários — em um ataque denominado “Zoomsday”.

Qualquer pessoa em uma chamada que envolvesse compartilhamento de tela — fosse participante ou anfitrião — estaria vulnerável a um ataque executável sem qualquer indicação ou interação por parte da vítima.

Os especialistas afirmam que a falha foi descoberta no início de junho, utilizando modelos de IA disponíveis publicamente, e que foram necessários menos de 20 comandos para identificar as vulnerabilidades e criar um ataque funcional.

O que nos interessa — e o que consideramos perigoso — é a democratização dessas capacidades; a barreira de entrada está caindo rapidamente. Antigamente, seria necessária uma equipe de cinco pessoas trabalhando talvez seis meses, com muitos ajustes e iterações, para descobrir isso. Agora, é possível obter os mesmos resultados com menos de 20 comandos. Além disso, o Zoom é um alvo importante porque as pessoas confiam na plataforma ao utilizá-la; elas não a veem como uma ameaça.

—Omer Gull, cofundador da A Security.

Ainda segundo os pesquisadores, as vulnerabilidades estavam localizadas especificamente no protocolo usado para permitir anotações em tempo real durante o compartilhamento de tela.

De acordo com informações do WIRED, o Zoom emitiu um comunicado de segurança nesta semana detalhando as correções das brechas, as quais afetavam dispositivos com todos os sistemas operacionais suportados pela plataforma — Windows, macOS, Linux, iOS e Android.

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Jennifer Bailey, chefe do Apple Pay e do Wallet, se aposentará

A executiva de longa data Jennifer Bailey, responsável pelo Apple Pay e pelo Apple Wallet, se aposentará após mais de duas décadas na empresa. Ela deixará o cargo de vice-presidente em outubro — e ainda não foi informado quem assumirá sua posição.

Antes de ajudar a lançar o Apple Pay, Bailey foi a vice-presidente responsável pela loja online da empresa. Ela ingressou na Maçã no início dos anos 2000, após passar por diversas empresas de internet.

Eddy Cue, chefe da divisão de serviços da Apple, anunciou a saída dela em um comunicado interno (com tradução nossa abaixo), o qual foi repercutido pelo jornalista Mark Gurman (da Bloomberg).

Após mais de 25 anos na Apple, Jennifer Bailey decidiu se aposentar em outubro. Durante sua trajetória, Jennifer fez contribuições extraordinárias, desde liderar a Apple Store Online em um período de crescimento significativo e expansão global até supervisionar o lançamento do Apple Pay.

Sob a liderança de Jennifer, o Apple Pay transformou a maneira como centenas de milhões de nossos usuários realizam pagamentos, oferecendo uma experiência mais simples, segura e privada. Ela também liderou o desenvolvimento e o crescimento do Apple Wallet, supervisionou o desenvolvimento e o lançamento do Apple Card e comandou nossas iniciativas em prevenção de fraudes e operações com parceiros na área de Serviços, além de Gift Cards e Confiança e Segurança. E essas são apenas algumas de suas realizações.

Em um âmbito pessoal, Jennifer tem sido uma amiga e líder incrível, e sentirei falta de trabalhar com ela.

Por favor, juntem-se a mim para agradecer a Jennifer por suas contribuições incríveis à Apple. Antes da transição de Jennifer, no final de outubro, anunciaremos nosso plano de sucessão, e ela continuará disponível para apoiar o processo em uma função consultiva.

Enquanto continuamos trabalhando em direção à nossa visão de substituir a carteira física, estou mais confiante do que nunca no trabalho que todos nós estamos realizando e aguardo com entusiasmo o futuro promissor que temos pela frente.

Obrigado,

Eddy

A saída de Bailey é considerada uma perda significativa para a Apple, com a percepção de que isso prenuncia uma debandada mais ampla de líderes seniores na faixa dos 60 anos. Isso porque a Apple enfrenta um desafio demográfico: uma geração de executivos do alto escalão está chegando à idade de aposentadoria simultaneamente.

Como já informamos, a diretora jurídica da empresa, Kate Adams, também se aposentará este ano, enquanto a chefe da área ambiental, Lisa Jackson, deixou o cargo no início de 2026.

Josh Rosenstock, diretor sênior de comunicação corporativa que atuava em relações públicas voltadas a finanças e investidores, também está deixando a empresa, segundo Gurman.

Another Apple exit: Josh Rosenstock, spokesman for corporate & financial communications, is leaving after 14 years. He’s helped shape the narrative around Apple & Tim Cook. A loss for Apple PR amid supply crunch, OpenAI suit & CEO change. Will be interesting to see where he goes.

— Mark Gurman (@markgurman) August 11, 2026
Mais uma saída na Apple: Josh Rosenstock, porta-voz de comunicação corporativa e financeira, está deixando a empresa após 14 anos. Ele ajudou a moldar a narrativa em torno da Apple e de Tim Cook. É uma perda para a área de relações públicas da Apple em meio à escassez de suprimentos, ao processo da OpenAI e à mudança de CEO. Será interessante ver qual será o próximo passo dele.

Ademais, o ex-diretor financeiro Luca Maestri e o veterano chefe de marketing Phil Schiller permaneceram na empresa em funções de menor escopo — mas provavelmente estão chegando ao fim de suas trajetórias na companhia.

No mais, a equipe executiva da Apple inclui vários outros líderes que se aproximam da idade tradicional de aposentadoria. O próprio Cue, além de Deirdre O’Brien (chefe de varejo) e Greg Joswiak (chefe de marketing), estão na Apple há cerca de quatro décadas, por exemplo.

Mas sem dúvida nenhuma a mudança mais significativa envolve Tim Cook, que deixará o cargo de CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. em 1º de setembro, daqui a poucas semanas. Ele será substituído por John Ternus, então chefe da divisão de hardware da empresa.

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Quinta beta do iOS 27 faz referência a seis iPhones ainda não lançados

A Apple disponibilizou ontem a quinta versão beta dos sistemas 27 e, no caso do iOS, além de trazer novidades como novos ícones para apps nativos e mais opções de personalização de voz para a Siri, a última atualização fez menção à linha de iPhones que deverá ser lançada entre o final deste ano e o início do ano que vem, composta pelos modelos “18 Pro”, “18 Pro Max”, “Ultra”, “18”, “18e” e “Air 2”.

As referências foram encontradas pela Macworld em arquivos do sistema relacionados aos drivers de bateria do iPhone, limitando-se à exibição dos codinomes desses aparelhos. Nenhuma outra informação sobre esses dispositivos foi localizada.

A lista dos seis codinomes internos inclui:

  • V62: “iPhone Air 2”
  • V63: “iPhone 18 Pro”
  • V64: “iPhone 18 Pro Max”
  • V67: “iPhone 18”
  • V68: “iPhone Ultra”
  • V69: “iPhone 18e”

Algo semelhante ocorreu com o “iPhone Ultra” na quarta versão beta do novo iOS, cujo código incluía referências a um aparelho com múltiplas baterias — algo inexistente hoje e fortemente especulado no caso do primeiro dobrável da Apple.

Em um feito inédito, o tradicional evento de setembro destinado ao anúncio de novos iPhones — cujos preparativos já começaram — poderá dividir os lançamentos da linha “iPhone 18”, restringindo-se inicialmente aos modelos premium, como o “Ultra”, o “18 Pro” e o “18 Pro Max”, enquanto os demais aparelhos ficarão para o início do ano que vem.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 9.899,10
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.599,00
R$ 11.499,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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GitHub already has an EDR. You just have to listen to it

Many of the recent supply-chain attacks could have been caught earlier if defenders looked closely at the telemetry GitHub already provides, researchers said.

At their Black Hat USA 2026 presentation, researchers Yossi Weizman of Microsoft and Mor Weinberger of Echo argued the case, saying, “GitHub can tell you’re being hacked. You’re just not listening.”

The duo described an EDR-style detection approach built from GitHub’s own event stream rather than relying solely on conventional endpoint or network telemetry.

After studying recent supply-chain attacks, including Shai-Hulud, Trivy, and Megalodon, the researchers found that seemingly different incidents repeatedly used the same techniques, from forged commit identities and poisoned tags to workflow abuse, OpenID Connect (OIDC) theft, and attempts to erase evidence.

They said they turned those recurring techniques into behavioral detections, combining GitHub webhooks, API data, and Git repository inspection to build a historical view of activity.

Their new open-source tool, dubbed “GitHub Threat Detector,” reportedly includes 22 production detection rules and 12 beta rules, with compound detections designed to correlate individually weaker signals into high-confidence alerts.

Everything leaves evidence on GitHub

The central observation in Weizman and Weinberger’s research is that supply-chain attacks often repeat the same patterns even when the targeted projects are unrelated.

A compromised identity, for example, may not be obvious from the commit itself because Git metadata can be forged. An attacker can set the author name, email, timestamp, parent, and other metadata to make a malicious commit appear legitimate.

But GitHub separately records the authenticated user who pushed the commit.

When the commit author does not match the authenticated pusher, defenders have something worth investigating, they explained. Added to this, their analysis revealed that attackers sometimes reuse the same forged identities across multiple victims. Searching GitHub for the same author’s email can therefore help connect seemingly unrelated incidents into a broader campaign.

“Forged identities in the repo which appear in other repos as well-is a strong indication of compromise,” they said.

The research found “forged maintainer’s identity” used across many attacks, including Trivy, tj-actions, Megalodon, TanStack, and Red Hat.

Another detection pitched on the same principle included tracking “Mass tag poisoning.” Mass tag poisoning involves force-moving numerous release tags onto a malicious commit so that workflows using a version such as @v1 execute attacker-controlled code. Researchers recommended adding tracking GitHub tag history through the GitHub API and comparing old and new commit references to catch this out.

OIDC offers another signal. Attackers can modify workflows to generate short-lived identities for cloud or package registries instead of stealing long-lived credentials. Watching for new or modified workflows that enable OIDC token issuance can help, the researchers said.

Correlating weak signals for stronger detection

GitHub Threat Detector follows an EDR-like pipeline: collect activity, enrich it with context, detect suspicious behavior, and then investigate or respond. The signals it ingests include live GitHub webhooks, API events, commits, tags, and Actions activity, while Git inspection provides additional context such as tag provenance.

Additionally, a PostgreSQL-backed activity store keeps the history needed to correlate events over time.

The tool took over 30 detection rules and tested them against 52 attack simulations, including reproduction of Trivy, TanStack, Megalodon, and Bitwarden CLI incidents. A separate “noise lab” helped researchers measure detection prevalence and recall, while tuning rules through allowlisting and severity adjustments.

The system, however, is not without drawbacks. Some of the trade-offs it carries include possibly disabled webhooks, rate-limited APIs, and Git inspection not being real-time.

The article originally appeared on CSO.

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His Start-Up’s Goal: A.I. That Is Trainable and Not Controlled by a Big Company

A co-founder of xAI is going all in on building open-source artificial intelligence so that “anyone can control and shape A.I. for their own needs.”
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How to reset an iPhone or iPad

Macworld

If your iPhone or iPad is misbehaving and initial solutions are not working, a full reset may be necessary. Taking your device back to how it was out of the box can often help resolve issues like constant crashing, freezing or other serious problems.

It’s something of a nuclear option, though, so before you take this route we’d recommend restarting or force-restarting your iPhone or iPad, as that will leave your data and settings intact. Another option is to ensure that the version of iOS or iPadOS on your device is up to date, as the problem might be caused by an issue that has since been patched by Apple. We explain how to do this in our how to update iOS guide.

Of course, if you’re selling your iPhone (or passing it down to a family member or friend) it’s absolutely vital that you delete all the sensitive data stored on it. If not, an unscrupulous buyer could gain access to your social media profiles, financial information and even your personal photos and videos.

As with any activity that deletes data, we’d recommend that you back up your iPhone or iPad before you attempt resetting the device. After your device has been wiped you will be able to download your data from your backup.

How to wipe an iPhone or iPad

We’ll concentrate on iPhone for this tutorial, but the steps will be more or less the same for iPad. There are two ways to erase your iPhone or iPad, one is useful if you just want to erase everything and then recover the data from a backup, the other is useful if you are moving to a new device and selling or passing on the one you are erasing. There’s also a basic Reset option that might be all you need to do in order to fix a troublesome issue.

how to reset an iphone or ipad main

Foundry

To factory-reset an iPhone follow these steps (after backing up your device).

You may need to remove your device from Find My before you begin. You will also need to be connected to Wi-Fi or cellular for this process to work.

  1. Go to Settings.
  2. Tap on General.
  3. Choose Transfer or Reset iPhone.
  4. You now have the options Prepare for New iPhone, Reset, and Erase All Content and Settings:
    • Choose Reset if you just want to reset your settings. There are also options to reset network settings, reset the keyboard dictionary, reset the home screen layout, and reset location and privacy. These options may be enough to fix a problem with your iPhone without wiping it.
    • Choose Prepare for New iPhone to backup and wipe your iPhone for sale, or so you can pass it on to someone else.
    • Choose Erase All Content and Settings to completely wipe your iPhone and reinstall the operating system and everything else.
  5. The iPhone will alert you to what will be deleted, including Apps and Data and your Apple ID. Find My will no longer be connected to the device, and all your Apple Wallet details will be removed. This is your cue to back up any of this data (if you don’t have a backup we run through how to do that here: How to back up an iPhone or iPad.) You will also find options for backing up this information if you follow the Prepare for New iPhone steps below.
  6. If you are happy that you have a backup, or don’t need the data being referred to, either select Erase All Content and Settings or the Prepare for New iPhone option.
  7. Tap Continue.
  8. Enter the Passcode for the iPhone and the process will begin.

If you want help backing your data up to iCloud and want to make sure you cover all the important steps that you should make when selling your old device, you can make use of the Prepare for New iPhone instructions, which will walk you through the process.

How to reset iPhone or iPad: Erase all content

How to reset an iPhone if you’ve forgotten the password or passcode

During the process for resetting you iPhone your passcode will be requested, you may also need to use the password associated with your Apple ID. This is a problem if you have forgotten it.

There is a workaround if you have forgotten your passcode but remember your Apple ID password:

  1. On the Lock Screen, enter a passcode several times until you get a Security Lockout with a warning to try again later.
  2. You’ll see Erase iPhone (or iPad) at the bottom of the screen. Tap on that.
  3. Tap Erase iPhone/iPad and then tap it again to confirm.
  4. You’ll be prompted to enter your Apple ID password to sign out of your Apple ID on this device. This will allow you to reset the device and turn off Activation Lock.
  5. Tap Erase iPhone/iPad when prompted again to permanently delete all your apps and data and reset the device.

After a few minutes, your iPhone or iPad will restart and you’ll be at the setup screen, as if it was a new device you just took out of the box. For obvious security reasons, there’s no way to reset your iPhone after a lost passcode without erasing all your apps and data. It would provide an exploitable loop for bad actors to get around the passcode timeouts and such. But as long as you back up your iPhone regularly (either via iCloud or with a connection to your computer) it shouldn’t be too onerous to start over.

Resetting without a password used to require plugging into a computer via USB, entering iPhone recovery mode…it was a whole process. The good news is, Apple made this a lot easier as of iOS 15.2 (and iPadOS 15.2). So, if your device is running that version or later you can follow the steps below (otherwise click on the link above to reset via a computer). If you have forgotten your Apple ID password read this for help: How to reset Apple ID if you forgot the password.

How to restore an iPhone

If, having erased the content of the phone, you intend to keep using it, you can restore the content to your phone from your backup – assuming you have one, if not check out the section below. Here’s to recover your iPhone or iPad data:

From an iCloud backup

With the factory reset completed you’ll need to go through the setup of your iPhone again from the beginning:

  1. Follow the onscreen instructions until you reach the page with the headings ‘Apps & Data’.
  2. Here you’ll see four different options from which you should select Restore from iCloud Backup.Sign into your iCloud account then select the backup you want to restore.
  3. You may be prompted to sign into various apps that you’ve already purchased, but other than that the process should now be pretty much automatic.
  4. Obviously, this could take a while if you have large backups or a slow internet connection, so don’t attempt this if you’re in a hurry. When the backup is completed your iPhone will reboot, and then it will start the larger job of downloading all of your apps.
How to reset iPhone or iPad: Restore iCloud

From a Finder or iTunes backup

Depending on the version of macOS you’re running, you’ll either be able to use Finder (macOS Mojave and later) or iTunes (macOS Catalina or earlier) to restore a backup.

  1. Connect your iPhone to the Mac or PC.
  2. In the Finder window (or iTunes) you should see your device listed in the left column. Select it, then click on Restore Backup.
  3. Choose the backup you want to use, then click Restore.
  4. The process should now automatically install the backup on your device.
How to reset iPhone or iPad: Restore backup from Mac

What to do if you didn’t back up your iPhone before you wiped it

If you didn’t backup your iPhone or iPad first, it’s likely that you won’t be able to retrieve data once you have deleted it.

The data on an iOS device is automatically encrypted, and wiping the device destroys the encryption key, making it more or less impossible to get anything back when it’s been fully erased and reset without access to a backup.

In an emergency you could try speaking to someone at an Apple Genius Bar, but it’s a long shot to say the least. (This applies to a full erase/reset, mind you – in other circumstances, such as data corruption, a malfunctioning device and so on, the experts may be able to help.) This also reinforces our frequent advice to back up regularly.

If you’re worried that your iPhone or iPad wasn’t backed up, don’t give up hope: there’s a chance there may be a backup of which you’re unaware.

To find out if you’re backing up to iCloud follow these steps:

  1. Open Settings.
  2. Tap on your name at the top of the screen.
  3. Choose iCloud.
  4. Now tap on Manage Storage or just Storage, depending on the version of iOS. Here you should see an entry called Backups with the amount of data it’s taking up displayed to the right of the name.
  5. Tap this and you’ll see all of the various backups for your iOS/iPadOS devices.
  6. Find the most recent backup you have and tap on it.

One of the backups should say that it is This iPhone or This iPad. Tap on that and you can see what is, and isn’t being backed up. You can basically turn things on and off so that they don’t take up your full free 5GB iCloud allocation, or you can pay a few dollars/pounds a month for more storage.

How to reset iPhone or iPad: Backups

If you don’t see a backup from the device you were hoping to recover, but you do have backups of other devices (perhaps you have an iPad backup, but not an iPhone backup) you should be able to recover some of your data simply because once you link your iPhone to your iCloud account the shared data should be available on your iPhone.

If you weren’t backing you iPhone up to iCloud we suggest you do! Read How to back up an iPhone or iPad or follow the steps below.

  1. Open Settings.
  2. Tap on iCloud.
  3. Find iCloud Backup and tap on it.
  4. Now switch the slider beside iCloud Backup to on (green).
  5. Tap Back Up Now. It may take a while, so bear in mind that your iPhone needs to be plugged in for the whole time.

If the backup is going to take ages you can reduce the amount of data being backed up. For example, you may think that some of the apps don’t need to be backed up; after all, you will be able to download them again from the App Store as you already own them. But note that the data may include saved data for games, and other settings and preferences you would prefer not to lose.

How to reset iPhone or iPad: iCloud Backup

There you have it. A quick guide on resetting your iPhone and then restoring it once more. Of course, if you’re moving on from that older device and fancy something newer, be sure to read our best iPhone deals roundup to see if you can save some money in the process.

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