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Converta fotos e vídeos para HDR com esses novos apps da Inphovid

Lançado no ano passado exclusivamente para macOS, o aplicativo Gain Map HDR — que usa a tecnologia Gain Map para converter imagens com faixa dinâmica expandida e controle preciso de luminância — ganhou uma versão para dispositivos móveis.

Agora, usuários que não têm um Mac podem usar o iPhone e/ou o iPad para melhorar a exibição de imagens HDR 1High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. em dispositivos compatíveis (como os da Apple) expandindo brilhos para além do que uma foto costuma exibir tradicionalmente depois de processada.

Todas as fotos no seu iPhone foram capturadas com uma faixa de brilho que as telas padrão simplesmente cortam. O Gain Map HDR reconstrói esse intervalo e o constrói como um verdadeiro mapa de ganho HDR, para que os destaques brilhem no seu iPhone, iPad e Mac.

Gain Map HDR
Gain Map HDR
Gain Map HDR

Assim como sua versão para Mac, o Gain Map HDR Converter para iOS pode ser adquirido por meio de uma compra única na App Store — ele custa apenas R$25, menos da metade do aplicativo que o originou.

WowHDR

Outra novidade da Inphovid, empresa responsável pelo Gain Map HDR, é o WowHDR, que foi lançado na Mac App Store em maio e tem uma proposta bem parecida com a do aplicativo supracitado, só que com foco na conversão de vídeos (e não de fotos).

Basicamente, ele pega um vídeo comum gravado em SDR 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. e o transforma em um vídeo HDR compatível com iPhones, iPads, Apple TVs e outras telas compatíveis, usando técnicas de mapeamento para reconstruir parte da faixa dinâmica perdida por esses vídeos.

WowHDR

Com essa técnica, o app consegue aumentar o brilho máximo, expandir a faixa de contraste, preservar melhor as áreas claras e gerar um arquivo HDR HLG, um dos formatos mais populares que fazem uso da tecnologia.

O app pode ser adquirido exclusivamente para macOS por uma compra única de R$100.

Notas de rodapé

  • 1
    High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica.
  • 2
    High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica.

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“Widow’s Bay” e “Pluribus”, do Apple TV, são vencedoras dos Critics Choice Super Awards

O Apple TV viu algumas de suas produções vencerem os Critics Choice Super Awards, versão do prêmio focada em categorias temáticas, com destaque para duas séries cujas primeiras temporadas chegaram ao serviço neste ano.

A mais premiada da Maçã foi “O Segredo de Widow’s Bay” (“Widow’s Bay”), que faturou os prêmios de “Melhor Série, Minissérie ou Filme feito para a TV”, “Melhor Ator” (para Matthew Rhys) e “Melhor Atriz” (Kate O’Flynn) no gênero terror.

O outro destaque foi para “Pluribus”, vencedora nas categorias de “Melhor Série, Minissérie ou Filme feito para a TV” e de “Melhor Atriz” (Rhea Seehorn) em produções com a temática ficção/fantasia.

Tanto “Widow’s Bay” quanto “Pluribus” vêm se destacando bastante em premiações neste ano — inclusive nos prêmios Emmy, nos quais as duas séries receberam 19 e 18 indicações contemplando às categorias mais importantes), respectivamente.

A lista completa de vencedores dos Critics Choice Super Awards pode ser conferida aqui.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Chatbot integrado ao Google Maps é lançado no Brasil e ganha mais novidades

O Google lançou uma nova atualização do Maps com uma novidade muito bem-vinda para usuários brasileiros: a chegada ao Brasil do recurso Pergunte ao Maps (Ask Maps), que permite obter informações sobre locais com facilidade usando inteligência artificial.

Lançado no início deste ano especificamente para usuários dos Estados Unidos e da Índia, o Pergunte ao Maps está sendo expandido agora também para Austrália, Canadá, Indonésia, Japão e México, além de mais de 150 países e territórios — por enquanto só em inglês.

A expansão para novos locais, porém, está longe de ser a única novidade relacionada ao recurso, que está mais inteligente e agora conta com características agênticas que o tornam capaz de executar tarefas complexas com várias etapas.

Divulgação/Google

Com essa novidade, passa a ser possível pedir comida em um restaurante, descobrir informações atualizadas sobre hotéis e eventos locais, comparar preços em tempo real, mostrar shows em determinado local, dentre outras tarefas.

Divulgação/Google

A Inteligência Personalizada (Personal Intelligence), por sua vez, permite integrar o recurso ao Gmail para que o chatbot tenha um maior contexto na hora de realizar tarefas — inclusive com a possibilidade de relembrar conversas anteriores, caso o histórico esteja ativado.

Divulgação/Google

O Google também está expandindo as atualizações em tempo real do Pergunte ao Maps para transporte público, além de permitir que usuários contribuam com informações sobre locais conversando ou enviando uma foto de uma placa, por exemplo.

Divulgação/Google

As atualizações sobre transporte público, as respostas mais contextuais e a capacidade de relembrar conversas anteriores estão sendo disponibilizadas a partir de hoje para todos os locais onde o Ask Maps está disponível (o que agora inclui o Brasil).

Ask Maps is getting an upgrade. 🔍✨

Now powered by agentic capabilities, real-time information, and Personal Intelligence, Ask Maps is transforming how you plan and move through the world. pic.twitter.com/XadDCw44uu

— Google Maps (@googlemaps) August 6, 2026

Os pedidos de comida, a descoberta de hotéis e eventos, e as contribuições dos usuários, por sua vez, estão começando a ser disponibilizados apenas nos Estados Unidos, com previsão de uma expansão gradual para outros países no futuro.

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Apple vendeu menos iPads no 2º trimestre de 2026, mas manteve a liderança isolada no mercado

Em seu relatório mais recente sobre o mercado de tablets, a Omdia aponta para uma queda nas vendas de iPads no segundo trimestre deste ano — embora a Apple permaneça na liderança isolada entre as empresas que mais comercializam esse tipo de dispositivo.

Segundo os dados, a Maçã enviou 13,5 milhões unidades de seus tablets no período, enquanto no segundo trimestre do ano passado foram 14,5 milhões — o que representa uma queda de 7,5%, seguindo a tendência do mercado como um todo, que caiu 9,9%.

Embora tenha vendido menos, a Apple ampliou sua participação no mercado, sendo responsável por 37,8% das vendas de tablets — seguida por Samsung (16,3%), Lenovo (11,1%), Xiaomi (8%) e HUAWEI (7,7%), enquanto outras fabricantes somaram 19,1% no período.

Relatório da Omdia

Segundo a empresa de pesquisas, o iPad padrão foi o responsável pela maior parte das vendas da Apple, embora os modelos Air e mini tenham também contribuído com uma participação menor. Não foram mencionados dados referentes aos modelos do iPad Pro.

É algo curioso, uma vez que a Omdia aposta em um investimento maior em modelos premium de tablets nos próximos meses devido à crise atual no fornecimento de componentes.

iPad Pro de 13″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 16.499,00

iPad Pro de 11″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 12.999,00

iPad Air de 13″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 7.106,89
R$ 9.999,00

iPad Air de 11″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.619,99
R$ 9.499,00

iPad mini

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.299,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 3.798,00
R$ 4.499,00

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App Wrinkles é um guia de viagens pessoal com aspectos de rede social

A seção de avaliação locais em aplicativos como o Google Maps é bastante útil para ajudar outros usuários a visualizar imagens e feedbacks de lugares populares — mas recursos do gênero costumam ser bem limitados e oferecem uma abordagem que depende bastante da ação do usuário.

O Wrinkles, no entanto, oferece uma experiência bem mais completa nesse sentido. Basicamente, o app usa a localização do usuário para mostrar histórias sobre os lugares ao seu redor automaticamente — como um guia local personalizado em qualquer lugar do mundo.

Alimentado por inteligência artificial, o app permite que os usuários perguntem sobre os lugares que acharem interessantes — e o app responde em tempo real com um conhecimento enciclopédico sobre praticamente qualquer assunto, daqueles mais simples aos mais complexos.

Com a capacidade de criar um roteiro turístico personalizado em questão de segundos, o app conta com um mapa que permite navegar e descobrir histórias em qualquer lugar — tanto as criadas pelo próprio aplicativo quanto as que forem criadas pelos usuários.

Isso porque o Wrinkles permite que os usuários vinculem suas publicações a locais específicos no mapa e destaquem lembranças pessoais a respeito deles. É possível também salvar os locais preferidos para que eles sejam organizados automaticamente pelo Wrinkles como guias pessoais.

O Wrinkles está disponível gratuitamente na App Store e conta com opções de assinatura por R$30/mês e R$300/ano, as quais liberam a versão Explorer. Também é possível adquirir o Trip Pass a partir de uma compra de R$250.

via TechCrunch

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Signal agora permite usar a mesma conta em mais de um smartphone

O aplicativo de mensagens Signal, conhecido pelo seu grande enfoque em segurança e privacidade, anunciou hoje que está expandindo o suporte a dispositivos vinculados — permitindo agora usar uma mesma conta em mais de um smartphone, tanto no iOS quanto no Android.

No sistema operacional da Apple, o suporte como dispositivo vinculado é uma adaptação do que já era possível fazer com iPads desde 2019. Basicamente, o Signal modificou a mesma interface já existente para que ela funcionasse bem em telas menores, sem perder a compatibilidade com o iPadOS.

No Signal, ao configurar a vinculação de um novo dispositivo, o usuário pode escolher entre duas opções: transferir todo o histórico de conversas e mídias armazenadas dos últimos 45 dias ou simplesmente começar do zero — nesse caso, o novo aparelho recebe apenas novas mensagens.

A possibilidade de sincronizar o histórico de conversas, vale recordar, estreou no aplicativo no ano passado. Diferentemente de alguns mensageiros, todo o processo é criptografado de ponta a ponta — ou seja: os servidores do Signal não têm acesso ao conteúdo das mensagens.

Além de possibilitar definir outros smartphones e tablets como dispositivos vinculados, o Signal também permite (há bastante tempo) fazer o mesmo com computadores — seja no macOS, Windows ou Linux.

via 9to5Mac

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Apple inicia preparativos para o evento de lançamento dos próximos iPhones

De acordo com uma reportagem da Bloomberg, a Apple dará o pontapé inicial nos preparativos para o evento especial de lançamento dos próximos iPhones com um sorteio interno entre funcionários de suas Apple Stores, com o objetivo de selecionar quais deles trabalharão presencialmente lá no Apple Park durante o grande dia.

Como trata-se de um número limitado de vagas (que certamente são bem disputadas), a empresa abriu inscrições para funcionários interessados até o dia 8 de agosto, e notificará os selecionados até o dia 17 do mesmo mês, segundo um memorando ao qual o veículo teve acesso.

Para se inscrever, os candidatos também não podem ter participado da WWDC26 e nem do evento especial de lançamento dos iPhones em setembro do ano passado — o que garante uma maior rotatividade nos funcionários selecionados para esses eventos.

Os funcionários que forem agraciados com o sorteio, segundo o memorando, atuarão em tarefas como organização de filas, check-in dos convidados e recepção aos participantes, bem como fornecerão informações e oferecerão suporte às equipes de segurança envolvidas.

O memorando também diz que o evento ocorrerá na primeira quinzena de setembro. Tradicionalmente, ele ocorre na 2ª terça ou quarta-feira do mês. Como segunda (7/9) será feriado nos Estados Unidos, é provável que o grande evento deste ano aconteça na quarta-feira (9/9).

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Fones de ouvido esportivos JBL Endurance Pace são lançados oficialmente no Brasil

A JBL lançou hoje no Brasil os Endurance Pace. Apresentados no início deste ano, eles são uma opção interessante para quem pratica algum esporte ou exercícios físicos, e contam com recursos projetados especialmente para esse tipo de atividade.

Um dos maiores diferenciais desse produto é a tecnologia OpenSound, capaz de entregar áudio de grande qualidade sem bloquear o canal auditivo — num formato que é indicado para quem não curte fones de ouvido do tipo intra-auricular.

O driver dinâmico sensível de 18x11mm oferece agudos nítidos e cristalinos, médios encorpados e ricos, com um algoritmo de reforço de graves adaptativo. Devido ao formato e à tecnologia, o som direcional é reproduzido com o mínimo de vazamento, mantendo os fones encaixados por fora e confortáveis durante o uso.

JBL Endurance Pace
JBL Endurance Pace
JBL Endurance Pace

Com uma armação leve (de metal com memória de titânio), que mantém os fones confortáveis durante o dia, o produto também conta com classificação IP68 e pode ser submerso em água doce por até 30 minutos, a mais de um metro de profundidade.

Os fones também possuem captação sonora avançada (graças aos seus dois microfones com tecnologia beamforming), bem como uma bateria com autonomia de até 10 horas e capaz de prover até 4 horas de uso com uma carga de 10 minutos.

Com um preço sugerido de R$400, os JBL Endurance Pace já podem ser adquiridos na loja online brasileira da JBL.

via TudoCelular.com

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★ Acelere o trabalho de criação 3D com o Flow Studio, da Autodesk

Uma boa parte das pessoas certamente já teve aquela ideia “matadora”, que acredita ser capaz de revolucionar ou transformar o mundo de alguma forma. Essa ideia, no entanto, quase sempre acaba esbarrando na falta de meios ou recursos para colocá-la em prática.

Com a criação de conteúdos audiovisuais, não é diferente. Muitas vezes, aquela ideia genial que poderia lhe render bons frutos no futuro acaba ficando estagnada seja por falta de conhecimento técnico para executá-la ou até mesmo por limitações de tempo ou dinheiro.

Flow Studio, da Autodesk

Nos últimos anos, a magia da inteligência artificial generativa vem mudando bastante esse cenário, tornando a produção mais acessível e prática até mesmo para não profissionais. E esse potencial é ainda maior quando usamos aplicativos dedicados no nosso workflow.

Um exemplo de app bem interessante focado em produção audiovisual é o Flow Studio. Basicamente, com ele você terá todos os recursos e facilidades para ajudar a transformar ideias em recursos 3D editáveis, performances animadas e tomadas bem trabalhadas.

Desenvolvido pela renomadíssima Autodesk, o Flow Studio é um hub que reúne ferramentas 3D baseadas na nuvem e alimentadas por IA para acelerar a produção gráfica, diminuindo a complexidade de tarefas que antes podiam ser para lá de técnicas.

Basicamente, o Flow Studio ajuda a transformar filmagens em cenas 3D editáveis e resultados prontos para direção, com ferramentas para captura de movimento, rastreamento de câmera, integração de CG e exportação — seja você um criador independente ou parte de uma equipe de efeitos visuais.

O recurso Wonder 3D, por exemplo, permite gerar rapidamente personagens ou objetos 3D a partir de uma simples solicitação de texto ou do envio de uma imagem. Após gerados, os assets podem ser refinados, editados e reutilizados em diversos projetos, plataformas e fluxos de trabalho.

Após gerar seu personagem, você pode usar o AI Rigging para ajudar no processo de animação — uma das etapas mais técnicas dessa fase — com poucos cliques. Ele também permite usar mockups de IA nos projetos ou exportar ativos manipulados para outras ferramentas.

O AI Rigging se integra ao Neural Layer no fluxo de trabalho mais amplo do Flow Studio: crie a estrutura dos personagens para animação e, em seguida, use o Neural Layer como uma etapa de finalização cinematográfica para aperfeiçoar a aparência das tomadas com renderização aprimorada diretamente na plataforma do Flow Studio — sem a necessidade de um pipeline de renderização tradicional.

Na prática, o Flow Studio reduz a distância entre a imaginação e a execução. Em vez de gastar horas com configurações técnicas, criadores de conteúdo audiovisual 3D podem dedicar mais tempo a experimentar, iterar e encontrar a melhor versão para as suas ideias.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: Este é um artigo fruto de um acordo comercial com um anunciante, que não influenciou a nossa opinião. O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos comprando pelos nossos links de afiliado.

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Wolfenshine é uma versão modernizada do clássico jogo Wolfenstein 3D

O popular jogo Wolfenstein 3D (um dos primeiros games de tiro em primeira pessoa do mercado) foi reconstruído do zero como parte de um novo projeto para modernizá-lo.

O objetivo dessa empreitada, denominada Wolfenshine, foi superar as limitações técnicas da época em que o jogo foi lançado e que o impediam de ter coisas como sombras, luzes coloridas, neblinas e outros efeitos.

O novo projeto, por sua vez, faz uso dos arquivos de mapas, inimigos, armas, sons e gráficos do jogo original — que não são distribuídos junto do Wolfenshine, mas lidos a partir de uma cópia própria do usuário (seja a versão shareware gratuita ou a completa, com as seis fases) — e acrescenta uma camada de efeitos modernos por cima, levando um pouco da tecnologia atual para o game.

Com isso, salas que teoricamente deveriam ser iluminadas por uma lâmpada passam a realmente contar com iluminação, corredores passam a exibir a luz originada por uma porta aberta, dentre outras coisas bem legais.

A jogabilidade, cabe destacar, continua exatamente a mesma. Como o game usa os mesmos arquivos da versão original, basta apertar F2 no teclado para alternar entre o visual clássico e o do Wolfenshine, num passe de mágica.

O Wolfenshine é um projeto de código aberto. O código-fonte e todos os detalhes técnicos (incluindo o passo a passo para a sua instalação) estão disponíveis no repositório oficial no GitHub, onde ele pode ser baixado em versões para macOS, Windows e Linux.

via OS X Daily

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Apple Pay é lançado oficialmente nas Filipinas

Mais de uma década após lançar o Apple Pay nos Estados Unidos, a Maçã continua expandindo sua plataforma de pagamentos sem contato mundo afora. Desta vez, o recurso está chegando às Filipinas.

Conforme relatado por um usuário do Reddit, a novidade está disponível para donos de cartões do GoTyme Bank, UnionBank, Chinabank e Metrobank — tanto para a bandeira Visa quanto para a Mastercard — nas modalidades crédito e/ou débito.

Apple Pay nas Filipinas

Com esse suporte, usuários dos bancos supracitados podem adicionar seus cartões ao aplicativo Carteira (Wallet) da Apple para fazer pagamentos por aproximação usando o iPhone ou o Apple Watch.

O Apple Pay também pode ser usado para fazer pagamentos com facilidade na web (inclusive no macOS) sem a necessidade de digitar seus dados pessoais e os do cartão na hora do checkout.

via MacRumors

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Uso do iCloud por ex-funcionários da Apple pode ter favorecido vazamentos de arquivos confidenciais

Uma nova reportagem do The Information aponta para a existência de um problema estrutural na forma como a Apple gerenciava arquivos de trabalho de seus funcionários — algo que teoricamente permitiu que quem não fazia mais parte do time de colaboradores da empresa continuasse tendo acesso a documentos importantes e confidenciais.

Ex-funcionários da empresa afirmaram ao site que, no tempo em que estiveram em seus cargos, a Maçã incentivava o uso de suas Contas Apple pessoais para armazenar arquivos de trabalho. Para tal, a empresa adicionava 2TB de armazenamento a essas contas e elas passavam a contar com uma pasta denominada “Apple Work”, onde tais arquivos deveriam ser armazenados.

Essa abordagem existe para contornar uma limitação presente nos iPhones: a impossibilidade de usar duas contas primárias da Apple no mesmo dispositivo. Desta forma, vincular a pasta de trabalho à conta pessoal dos funcionários é uma maneira de evitar que eles tenham que usar um segundo iPhone apenas para assuntos corporativos — uma questão de comodidade.

Adição de armazenamento

Quando o funcionário deixa a empresa, a Maçã remove o armazenamento adicional concedido e o acesso à pasta “Apple Work” — o que, na prática, impede que a maioria dos arquivos de trabalho continuem sendo sincronizados com os ex-trabalhadores. Isso, em teoria, já que nem todos os arquivos eram compartilhados diretamente para essa pasta confidencial.

Dados pessoais do iCloud

Os funcionários relatam que, às vezes, documentos do Pages, do Keynote e outros arquivos poderiam ser compartilhados por colegas diretamente para as suas pastas pessoais do iCloud — o que faz com que eles permaneçam disponíveis (e com sincronização ativada) mesmo após deixarem a empresa — sem que eles façam nenhum esforço ativo para mantê-los.

Nada a ver com caso contra a OpenAI, diz Apple

Esse relato vem à tona em meio ao andamento do processo judicial que a Maçã abriu contra a OpenAI, acusando-a de obter, a partir de ex-funcionários, segredos confidenciais envolvendo seus projetos de hardware — o que pode dar a entender que alguns desses segredos poderiam ter sido obtidos sem uma atuação mais ativa dos acusados.

A Apple disse ao The Information que o processo não diz respeito a documentos compartilhados ou armazenados no iCloud e que não persegue ex-funcionários apenas porque arquivos confidenciais foram mantidos acidentalmente em suas contas pessoais — o que dá crédito à informação publicada pelo site, mesmo que não haja relação com o caso.

Por falar em Apple vs. OpenAI…

Por falar no imbróglio com a dona do ChatGPT, o 9to5Mac noticiou recentemente que a Apple rejeitou a atribuição do julgamento à juíza magistrada Virginia K. De Marchi — o que resultou numa redistribuição do caso para o juiz distrital Edward Davila. O juiz Nathanael Cousins, por sua vez, ficará responsável pela fase de produção de provas antes do julgamento.

Com as mudanças, a audiência inicial do processo, que estava marcada para 13 de outubro, foi cancelada e provavelmente acontecerá em outra data — embora os prazos para as partes conversarem sobre uma possível conciliação e planejamento de provas (até 22 de setembro) e para as chamadas initial disclosures (até 6 de outubro) estejam mantidos.

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Agora é possível transferir dados do Google Health para o app Saúde da Apple

O Google atualizou recentemente seu aplicativo Health no iOS para incluir suporte à sincronização completa de dados com o aplicativo Saúde (Health) da Apple, conforme notado pelo 9to5Google.

A novidade pode ser considerada uma expansão da sincronização limitada que já existia entre os dois aplicativos, e que permitia enviar dados já consolidados do aplicativo da Apple para o do Google — mas não o contrário.

Segundo o site, agora é possível compartilhar dados gravados com o Fitbit Air — como registros de exercícios, de sono e de passos — diretamente para o app da Maçã, sem usar qualquer gambiarra ou apelar para o registro manual.

Sincronização entre Google Health e Apple Health
Imagem: Droid Life

Para isso, basta tocar no ícone de perfil dentro do app do Google, selecionar “Apps parceiros” e depois escolher o Apple Health entre as opções. Aí, é só conceder as permissões para a sincronização ser completada.

De acordo com o site Droid Life, no entanto, a sincronização ainda não funciona para a variabilidade da frequência cardíaca (HRV), uma vez que as duas empresas calculam essa métrica usando fórmulas diferentes.

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Apple TV adquire direitos da trilogia “Harlem”, de Colson Whitehead

De acordo com informações da Variety, o Apple TV adquiriu os direitos para adaptar a trilogia “Harlem” — que inclui os romances populares “Harlem Shuffle” (2021), “Crook Manifesto” (2023) e “Cool Machine” (2026) — em uma nova série.

Os romances serão adaptados por Graham Yost e Aric Avelino, que serão produtores executivos do projeto ao lado de Barry Jenkins, Adele Romanski, Mark Ceryak, Melissa Bernstein e Colson Whitehead, que é o escritor das histórias originais.

Ambientada na cidade de Nova York entre as décadas de 1950 e 1980, a trilogia — que mistura ficção policial com sátira social — acompanha Ray Carney, um vendedor de móveis que é atraído para o submundo criminoso do Harlem (famoso bairro de Manhattan, em Nova York).

O primeiro livro mostra as grandes mudanças econômicas e culturais do bairro na década de 1950; já o segundo mostra a ascensão da cultura de exploração nas décadas de 1960 e 1970; o terceiro, por fim, acompanha a história de Carney na década de 1980.

Ainda não há informações sobre o elenco ou mesmo quando a produção deverá estrear no Apple TV.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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WhatsApp testa seção para gerenciar atualizações no macOS

Na mais recente versão beta do WhatsApp para o macOS, a Meta implementou uma novidade que facilitará a escolha, pelos usuários, de qual versão do aplicativo instalar em seu computador — basicamente uma “central de atualizações”.

De acordo com o WABetaInfo, esse novo recurso estará disponível em uma nova seção denominada “App updates” (“Atualizações do app”), nas configurações do aplicativo — que servirá também como um local para visualizar rapidamente a versão instalada.

Ao todo, a seção disponibilizará para os usuários dois canais de atualização: a “última versão” e a “versão estável da semana” — ambas com “correções de bugs e melhorias de estabilidade”, conforme indica a legenda exibida em cada uma delas.

WhatsApp beta para macOS
Imagem: WABetaInfo

A última versão disponível é lançada com correções e melhorias diariamente — o que pode resultar em bugs em algumas ocasiões, já que trata-se de um trabalho em desenvolvimento. A outra, cujos updates são semanais, geralmente é um pouco mais estável.

Ambas as opções oferecem os mesmos recursos principais, mas os tempos de lançamento são diferentes. A opção “versão mais recente” pode ocasionalmente oferecer novos recursos antes da compilação semanal. Como resultado, as atualizações diárias às vezes podem incluir funcionalidades que a versão semanal ainda não inclui. No entanto, a “versão semanal estável” é a escolha mais segura para a maioria dos usuários.

Cabe destacar que o WhatsApp também disponibiliza uma versão beta para o macOS. Embora ela não esteja mais disponível no TestFlight, é possível baixá-la manualmente dos servidores da Meta pelo link que é disponibilizado periodicamente pelo WABetaInfo.

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Shazam agora suporta stickers e lança primeiro pacote em parceria com Ariana Grande

O aplicativo oficial do Shazam, de propriedade da Apple, foi atualizado hoje com uma novidade bem interessante para aplicativos de mensagens e afins: o suporte a figurinhas (stickers).

A novidade estreia na forma de uma parceria da plataforma com a cantora Ariana Grande, especialmente para divulgar seu novo álbum, “petal”.

Inspiradas na estética do álbum, as figurinhas podem ser adicionadas a partir do botão de adição do app Mensagens (Messages), escolhendo a opção “Adesivos” e depois tocando no ícone do Shazam.

Stickers do Shazam

Além disso, elas podem ser usadas tanto no app de mensagens oficial da Apple quanto em qualquer aplicativo com o teclado de emojis disponível.

Para usá-las, obviamente, é preciso atualizar o Shazam para a versão 26.14.1, disponível gratuitamente na App Store.

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Instapaper 10 é lançado com visual repaginado, novos recursos e mais

O app de leitura Instapaper foi atualizado hoje para a sua versão 10.0 com uma série de novidades — incluindo uma interface repaginada e adaptada ao Liquid Glass (e outras mudanças de design em grande parte do app), bem como novos recursos e melhorias de desempenho.

O Menu de Seções, por exemplo, agora pode mostrar as Contagens de seção em todos os lugares, bem como permite ordenar pastas e etiquetas por nome, ordem de adição ou contagem. Também há melhorias na exibição e suporte completo ao Liquid Glass no iPad.

Quando falamos na Lista de Artigos, ela foi redesenhada com um novo modo Condensado, opções de tipografia e uma nova ação de deslize para mover artigos para o topo. Ela também cria automaticamente listas de reprodução a partir da lista de artigos completa.

Por fim, o Leitor agora conta com quatro novas fontes de leitura (Literata, New York, Open Sans e Atkinson Hyperlegible), bem como permite escolher o que é aberto ao se tocar em um artigo (a Vista de Artigo, a Vista Web, o navegador integrado ou o padrão).

Também contando agora com um widget para ver os artigos lidos no momento ou os salvos recentemente, o Instapaper é grátis para baixar na App Store, mas para usá-lo por completo é necessária uma assinatura Premium, que sai por R$10/mês ou R$100/ano.

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Apple TV teria iniciado filmagens da 3ª temporada de “Ruptura”

Tudo indica que o Apple TV já iniciou as gravações da terceira temporada de “Ruptura” (“Severance”), uma das suas séries de maior sucesso. Quem deu a grande pista sobre esse novo marco foi Ben Stiller — que, como já sabemos, não dirigirá a terceira temporada da produção.

Em seu perfil oficial no X, ele publicou uma imagem que remete ao final da segunda temporada, com a legenda “Voltar ao trabalho é voltar para casa”. O perfil do Apple TV repercutiu a publicação, com a legenda “Por favor, brinquem com moderação” — o que corrobora a tese de que se trata mesmo de um retorno oficial das gravações.

Please frolic in moderation. https://t.co/C3x8ZXyjQN

— Apple TV (@AppleTV) July 27, 2026

A segunda temporada de “Ruptura” chegou ao Apple TV no início do ano passado, e a expectativa é de que a terceira estreie “já” no ano que vem. Embora ainda seja um intervalo de dois anos entre uma temporada e outra, trata-se de uma espera bem menor que os três anos entre a primeira e a segunda.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Lock Launcher ganha abertura direta de apps e widgets em tamanho extra grande

Uma das coisas mais chatas ao usar lançadores de apps no iOS é o redirecionamento que acontece antes de um software ser aberto na maioria deles — o que faz com que o usuário veja brevemente o launcher aparecer na tela antes do app que quer verdadeiramente usar.

De acordo com o MacStories, o app Lock Launcher, um dos mais populares do gênero para iOS, resolveu esse problema. Agora, ao tocar no ícone de um app por ele, a abertura do software é direta — bem, pelo menos visivelmente não é possível ver o lançador intermediando o processo.

Outra novidade muito bacana que chegou ao software recentemente foi o suporte aos aos widgets do tamanho extra grande — o que permite ao app ocupar uma página na Tela de Início do iOS quase que por completo, tal como a grade de apps nativa.

Lock Launcher

Embora (como o seu próprio nome já indica) o app tenha sido desenvolvido com o foco principal em abrir apps direto da Tela Bloqueada, colocá-lo como um widget na Tela de Início é uma opção bem interessante para quem quer uma experiência ainda mais personalizada.

O Lock Launcher pode ser baixado gratuitamente na App Store, mas para usá-lo por completo é necessário aderir ao plano Pro, que pode ser adquirido por uma compra única de R$60, bem como assinado por R$8/mês ou R$40/ano.

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Anthropic lança Claude Opus 5, com inteligência do Fable 5 por metade do preço

A Anthropic lançou hoje o aguardado Claude Opus 5, modelo que é descrito pela empresa como proativo, atencioso e com um nível de inteligência que se aproxima do Fable 5, mas que custa a metade do preço do modelo mais poderoso.

O modelo mais do que dobra a performance do Opus 4.8 com um custo menor por tarefa, além de ter uma alta capacidade de verificação e iteração e de ser capaz de criar seus próprios pipelines de visão computacional e ambientes de teste.

O Opus 5 também apresenta melhorias significativas em biologia estrutural, química orgânica e bioinformática. Ele produz melhores outputs como ilustrações interativas de células, visualizações de fluxo de ar em objetos aerodinâmicos.

Claude Opus 5

O modelo apresenta as menores taxas de comportamento enganoso e maior resistência a tentativas de uso indevido. Apesar de ser menos restritivo que o Fable 5, ele também conta com limitações para não explorar falhas cibernéticas descobertas.

Introducing Claude Opus 5.

It's a thoughtful and proactive model that comes close to the frontier intelligence of Fable 5 at half the price. pic.twitter.com/GQWhcq2CQL

— Claude (@claudeai) July 24, 2026
Apresentando o Claude Opus 5.

É um modelo atencioso e proativo que chega perto da fronteira de inteligência do Fable 5 por metade do preço.

Em termos de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações., o Opus 5 permite modificar as ferramentas em uma conversa sem invalidar o cache e gerar um novo processamento, além de estrear um sistema de fallbacks que visa reduzir as interrupções causadas por filtros de segurança.

Com o mesmo preço do modelo Opus 4.8 (US$5 por milhão de tokens de entrada e US$25 por milhão de tokens de saída), o Opus 5 já está disponível em todas as plataformas do Claude e conta com um modo Fast, que permite rodá-lo cerca de 2,5x mais rápido que a velocidade padrão pelo dobro do preço base.

Notas de rodapé

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    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

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