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Encuentran en la antigua ciudad etrusca de Kainua el pozo fundacional de la urbe lleno de objetos ofrendados a la diosa Uni, intactos desde la Antigüedad

Un pozo ritual de características únicas ha emergido en el área arqueológica de la antigua ciudad etrusca de Kainua, en las proximidades de Marzabotto, en un hallazgo que la comunidad científica ya califica como extraordinario. Situado en el recinto sagrado dedicado a la deidad Uni, el pozo ha devuelto a la luz un conjunto de […]

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Los monumentos megalíticos de Europa fueron construidos por comunidades igualitarias que cooperaban sin una élite que las controlara

Los megalitos —esos enormes bloques de piedra que llevan milenios en pie— siguen fascinando a arqueólogos y público general. Una reciente recopilación de libros publicados entre 2025 y 2026 muestra que, aunque la investigación ha avanzado a pasos agigantados gracias a nuevas tecnologías, algunas preguntas fundamentales siguen sin respuesta definitiva. ¿Quiénes construyeron estos monumentos? ¿Por […]

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Fabricante chinesa rejeitou vender RAM a preços menores para a Apple

Parece que a tentativa da Apple de colaborar com a fabricante chinesa de memória CXMT encontrou mais um empecilho no caminho: supostamente, a possível fornecedora demandou os mesmos valores (ou até maiores) pagos pela Maçã à Samsung Electronics e à SK Hynix. A informação veio do site sul-coreano Digital Daily.

O desgaste ocorreu após a Maçã tentar negociar os preços das memórias, tendo seu pedido de redução de preço rejeitado pela CXMT, que manteve preços semelhantes ou até mesmo superiores aos das demais fornecedoras da Apple.

Do lado da chinesa, há alguns motivos para essa postura: a barganha de uma empresa americana com uma série de exigências quanto aos processos de certificação de qualidade contrasta com o conforto do seu domínio do mercado doméstico, já que a fabricante possui contratos de longo prazo sob preços elevados com empresas como a HUAWEI e a Xiaomi.

Os desafios

Mesmo sob forte pressão da Micron e do Senado americano, a negociação com a CXMT (presente na lista de restrições comerciais do Pentágono como uma empresa militar da China, vale lembrar) foi uma alternativa encontrada por Tim Cook para mitigar os efeitos da crise de memória.

De acordo com um executivo da indústria de semicondutores consultado pelo veículo sul-coreano, a postura da CXMT ajudou a estabelecer um piso para os preços praticados com a DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório. convencional, suficiente para que a Samsung e a SK Hynix cobrassem um valor consideravelmente mais alto. Esse conforto mercadológico quanto às fornecedoras ocidentais também diz respeito ao foco de produção para memórias de alto desempenho destinadas a data centers de inteligência artificial (IA), deixando a produção para eletrônicos de consumo em segundo plano — o que naturalmente provoca escassez.

Segundo o analista Tim Culpan, a Apple e seus fornecedores estão correndo contra o relógio para obter chips de memória a tempo do lançamento da próxima geração de iPhones, prevista para ser anunciada no mês que vem. Esse cenário fez com que a Maçã recorresse especialmente à Micron, à Samsung e à SK Hynix. A escassez poderá afetar a disponibilidade do “iPhone 18 Pro” e do “iPhone 18 Pro Max”, embora ainda exista alguma confiança de que a demanda inicial poderá ser suprida.

Resta a dúvida se a Apple seguirá em suas tratativas com a CXMT ou se dará o braço a torcer aos interlocutores estadunidenses dessa história. Em ambos os cenários, infelizmente, parece que a conta irá chegar mais alta ao consumidor final.

via Wccftech, MacRumors

Notas de rodapé

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    Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório.

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Apple vendeu menos iPads no 2º trimestre de 2026, mas manteve a liderança isolada no mercado

Em seu relatório mais recente sobre o mercado de tablets, a Omdia aponta para uma queda nas vendas de iPads no segundo trimestre deste ano — embora a Apple permaneça na liderança isolada entre as empresas que mais comercializam esse tipo de dispositivo.

Segundo os dados, a Maçã enviou 13,5 milhões unidades de seus tablets no período, enquanto no segundo trimestre do ano passado foram 14,5 milhões — o que representa uma queda de 7,5%, seguindo a tendência do mercado como um todo, que caiu 9,9%.

Embora tenha vendido menos, a Apple ampliou sua participação no mercado, sendo responsável por 37,8% das vendas de tablets — seguida por Samsung (16,3%), Lenovo (11,1%), Xiaomi (8%) e HUAWEI (7,7%), enquanto outras fabricantes somaram 19,1% no período.

Relatório da Omdia

Segundo a empresa de pesquisas, o iPad padrão foi o responsável pela maior parte das vendas da Apple, embora os modelos Air e mini tenham também contribuído com uma participação menor. Não foram mencionados dados referentes aos modelos do iPad Pro.

É algo curioso, uma vez que a Omdia aposta em um investimento maior em modelos premium de tablets nos próximos meses devido à crise atual no fornecimento de componentes.

iPad Pro de 13″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 16.499,00

iPad Pro de 11″

Cores: preto-espacial ou prateado
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
Vidro: convencional ou nano-texture
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 12.999,00

iPad Air de 13″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 7.106,89
R$ 9.999,00

iPad Air de 11″

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB, 512GB ou 1TB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.619,99
R$ 9.499,00

iPad mini

Cores: cinza-espacial, azul, roxo ou estelar
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 8.299,00

iPad (A16)

Cores: azul, rosa, amarelo ou prateado
Armazenamento: 128GB, 256GB ou 512GB
Conectividade: Wi-Fi ou Wi-Fi + Cellular
R$ 3.798,00
R$ 4.499,00

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OpenAI classifica processo da Apple como “podre desde a raiz” e pede arquivamento

A briga entre a OpenAI e a Apple teve um novo capítulo na Justiça. Depois de rebater as acusações publicamente em carta aberta no início da semana, a dona do ChatGPT protocolou ontem (5/8) uma petição pedindo a um juiz federal americano que arquive o processo movido pela Apple, classificando as alegações da fabricante como sem fundamento.

Segundo a Bloomberg, os advogados da OpenAI argumentam que o processo distorce a conduta de seus funcionários e que um dos acusados de furto de dados, na verdade, tentava ajudar um ex-colega que continuava na Apple. Na petição, a empresa chega a dizer que a ação da Apple é “sem fundamento e forjada”, usada para compensar suas dificuldades em reter talentos e sua demora em integrar IA aos produtos.

Redigido sem investigação adequada e construído sobre comunicações seletivamente recortadas e condutas comuns tiradas de contexto, a reclamação da Apple é — tomando emprestada sua própria expressão — “podre desde a raiz”.

A defesa se concentra em dois nomes já conhecidos do processo. Tang Tan, chefe de hardware da OpenAI e ex-vice-presidente de design de produto da Apple por 24 anos, teria seguido práticas normais de recrutamento do setor ao entrevistar funcionários da Maçã. Já Chang Liu, engenheiro acusado de acessar arquivos confidenciais de hardware por semanas após identificar uma falha de autenticação, estaria apenas atendendo a um pedido de ex-colegas da Apple que precisavam localizar informações para o próprio trabalho — a OpenAI publicou trechos de mensagens de texto que, segundo ela, comprovam a versão.

A petição também questiona a base jurídica do processo: para a OpenAI, a Apple nunca chegou a identificar de forma específica quais informações configurariam, de fato, segredos industriais protegidos, nem demonstrou uso indevido por parte de qualquer um dos réus. Como reforço, a empresa de Sam Altman afirma não ter qualquer interesse nos segredos da rival, já que estaria “construindo algo inteiramente novo e diferente de tudo o que existe na Apple”.

OpenAI is asking a federal judge to dismiss a lawsuit filed by Apple accusing the artificial intelligence company of stealing trade secrets, saying that the iPhone maker’s allegations are meritless. https://t.co/9u2OTVWMlw https://t.co/ZmugpwLCWy

— Mark Gurman (@markgurman) August 6, 2026

Outro ponto de defesa recai sobre as próprias práticas internas da Apple: segundo a OpenAI, a fabricante permitia que funcionários usassem contas pessoais do iCloud para trabalho e, posteriormente, revisou mensagens pessoais deixadas em dispositivos corporativos — o que teria gerado o acesso residual alegado no processo, e não um esquema coordenado de furto.

Chama atenção também a defesa específica de Tan quanto à posse de um documento interno sobre desligamento de funcionários: enquanto a Apple alega que o material serviria para burlar verificações de segurança, a OpenAI sustenta o oposto — que Tan teria guardado a informação justamente para garantir que novos contratados vindos da Apple seguissem à risca os procedimentos de desligamento da própria Apple, sem reter dados confidenciais.

Segundo o Axios, a petição tem 31 páginas e variações da palavra “fail” (“falhar”/”fracassar”, em referência às falhas da Apple) aparecem quase 50 vezes ao longo do texto — um indicativo do tom escolhido pelos advogados da OpenAI.

Injunção e próximos passos

O caso corre como Apple vs. Liu (processo 5:26-cv-07078) na Justiça Federal do Distrito Norte da Califórnia, sob o juiz Edward Davila — o mesmo que presidiu o julgamento criminal de Elizabeth Holmes, ex-CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Theranos.

Paralelamente ao pedido de arquivamento, a OpenAI ainda precisa responder, até 17 de agosto, ao pedido de liminar feito pela Apple para suspender o uso de qualquer suposto segredo industrial enquanto o processo tramita. A audiência sobre essa liminar está marcada para 1º de outubro.

Até a publicação desta matéria, a Apple não havia se pronunciado sobre a nova petição da OpenAI.

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Madden NFL 27 e Retro Bowl College+ chegam ao Apple Arcade

Chegou hoje ao catálogo do Apple Arcade o jogo Madden NFL 27 Arcade Edition, da EA Sports, simultaneamente ao começo da temporada da liga de futebol americano. O título é, segundo a Apple, pensado especialmente para o seu serviço.

O jogo é uma versão completa de Madden, a série de jogos da EA dedicada à NFL. Sem anúncios ou compras dentro do aplicativo, o game inclui os modos Franquia e Jogo Rápido, cujas classificações se baseiam nas avaliações reais de desempenho dos jogadores da liga.

O modo Franquia conta com um sistema de histórias semanais, colocando o jogador no papel de gerente geral, responsável por conduzir a equipe por narrativas que evoluem ao longo da temporada, conquistar a torcida e formar uma equipe campeã. O jogo possui suporte a controle no iPhone, iPad, Mac e Apple TV.

Além dele, Retro Bowl College+, jogo retrô feito em pixel art, também chegou hoje ao Apple Arcade. Nele, os jogadores assumem o papel de técnico em uma das 250 equipes universitárias, podendo se consagrar como um nome vitorioso.

Divulgação/Apple

O Apple Arcade conta com mais de 200 títulos no acervo (livres de propagandas ou compras internas), os quais podem ser acessados por até cinco membros de um Compartilhamento Familiar em iPhones, iPads, Macs, Apple TVs e/ou Apple Vision Pros. O serviço de jogos custa R$14,90 por mês e também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Como compartilhar um atalho como arquivo [iPhone, iPad e Mac]

Com o aplicativo Atalhos (Shortcuts), fica fácil criar atalhos a fim de realizar uma ou mais ações com os aplicativos que estejam instalados no seu iPhone, iPad e Mac.

Além de ser possível compartilhar um desses atalhos usando o iCloud, você também pode fazer isso como um arquivo. E é esse processo que mostraremos em detalhes nos próximos parágrafos, confira! 🙂

Como compartilhar um atalho como arquivo pelo iPhone/iPad

  1. Com a aba “Biblioteca” selecionada, toque nos três pontinhos dentro do quadro do atalho.
  2. Vá até o botão de compartilhamento (na parte inferior), em “Opções” e “Arquivo”.
  1. Escolha entre “Qualquer um” (para que qualquer pessoa possa executar o atalho) ou “Pessoas Que Me Conhecem” (apenas as pessoas que incluíram você nos contatos delas poderão executar o atalho).
  2. Toque em “OK” e escolha como deseja compartilhá-lo.

Como compartilhar um atalho como arquivo pelo Mac

  1. Clique uma vez em cima de um atalho e escolha Arquivo » Exportar… na barra de menus.
  2. Digite um nome para o arquivo e escolha o local que deseja salvá-lo.
  1. Siga os demais procedimentos para selecionar a forma que deseja compartilhar o atalho.

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Como dar nome a um alarme ou timer no iPhone, iPad, Mac e Apple Watch

Se você costuma usar o aplicativo Relógio (Clock) em iPhones, iPads e Macs ou o Timers do Apple Watch para ativar alarmes ou timers, saiba que é possível identificá-los adicionando um nome (ou etiqueta, como a Apple chama).

Isso é muito útil para quem possui múltiplos alarmes/timers em ação e quer ter um controle sobre eles.

Neste artigo, ensinaremos como é simples adicionar uma etiqueta em cada um, veja só.

Como adicionar uma etiqueta a um alarme/timer pelo iPhone, iPad ou Mac

  1. Com o app Relógio aberto, toque/clique na aba “Alarmes” ou “Timers”
  2. No caso de alarmes, você pode criar um novo tocando no botão de “+” ou editar um existente tocando em cima dele.
  1. Na seção “Etiqueta”, digite o nome que quiser.
  2. Você também pode simplesmente fazer isso pela Siri, pedindo algo como:
    • “Crie um alarme de trabalho para amanhã às 7 da manhã.”
    • “Ative um timer de pizza para 2 minutos.”

Como adicionar uma etiqueta a um alarme pelo Apple Watch

  1. Pressione a Digital Crown para abrir o seletor de apps e abra o Alarmes.
  2. Crie um novo rolando até o fim da página e tocando no “+” ou simplesmente toque em cima de qualquer alarme criado.
  3. Toque em “Etiqueta” e dê um nome a ele.

Como adicionar uma etiqueta a um timer pelo Apple Watch

  1. Mantenha a Digital Crown pressionada por alguns segundos e diga algo como:
    • “Ative um timer de pizza para 2 minutos.”
  1. O nome do timer aparecerá no Conjunto Inteligente (Smart Stack) e no próprio app Timers.

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Apple TV deixa projeto para adaptar o livro “The Bonfire of the Vanities”

A adaptação do livro “The Bonfire of the Vanities”, de Tom Wolfe, não seguirá em desenvolvimento pelo Apple TV. Segundo o Deadline, a aguardada série baseada no romance de 1987, produzida pelo showrunner David E. Kelley e pelo diretor Matt Reeves, será oferecida a outros compradores em breve.

As primeiras notícias sobre a adaptação pelo Apple TV surgiram em abril passado e, após meses de desenvolvimento, a Warner Bros. (estúdio responsável pela produção) optou por não seguir com o projeto ao lado da Maçã. De acordo com a reportagem, as partes “não estavam alinhadas criativamente” e, ainda por cima, Kelley não estava satisfeito “com a forma como o projeto foi conduzido”.

Publicado em formato de folhetim na revista Rolling Stone a partir de 1984, antes de sair em versão integral em 1987, o romance explora a vida na cidade de Nova York em 1987 sob a perspectiva de Sherman McCoy, um corretor da Bolsa de Valores de Wall Street, cujo estilo de vida começa a desmoronar após um incidente.

Kelley, cabe notar, continua trabalhando com o Apple TV em outras duas séries: “Margô Está em Apuros” (“Margo’s Got Money Troubles”), que já foi renovada para uma segunda temporada, e “Acima de Qualquer Suspeita” (“Presumed Innocent”), cuja segunda temporada já está em desenvolvimento.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Promoções na App Store: Recent Contacts Timeline, Black Border 2, Business Card Maker· e mais!

Nesta quarta-feira, aproveite a nossa seleção de promoções na App Store!

O destaque do dia fica para o utilitário Recent Contacts Timeline. Desenvolvido por Adam Bardon, ele organiza suas interações recentes em uma linha do tempo visual simples.

A proposta é facilitar a identificação de novos números incluídos na sua agenda — agrupados por data e com acesso rápido. Em vez de listas tradicionais, ele apresenta uma visão cronológica, que pode ser muito mais prático, dependendo da sua necessidade.

Aproveite a oferta e baixe agora! 📇


Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$70 em descontos:

Jogos

Controle de fronteira.

Acabe com as peças.

Jogo de aventura.

Aplicativos

Utilitário para cartões virtuais.

Utilitário para desenho.


Aproveite as ofertas e até amanhã! Vale lembrar que as ofertas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🛸

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Abra sua conta na Nomad e ganhe até 15.000 pontos no Clube Azul!

A Nomad liberou uma nova oferta feita para você que quer acumular pontos no Clube Azul (programa de fidelidade que permite juntar pontos e trocá-los por passagens aéreas), na qual você pode ganhar até 15.000 pontos abrindo a sua conta e efetuando sua primeira operação de câmbio.

Funciona assim: você pode ganhar 10.000 pontos (caso não participe do programa Clube Azul) na sua primeira conversão ou 15.000 pontos (se for assinante Clube Azul). Portanto, certifique-se de que você possui um cadastro no Clube Azul — para realizar a adesão, é necessário ter uma conta Azul e estar logado nela.

Feito isso, basta baixar o app da Nomad, cadastrar-se usando o código MAC15AZUL (insira-o no campo de convidado) e efetuar uma operação de câmbio (seja uma conversão para dólar ou euro) de, no mínimo, R$2.000, até o dia 31 de agosto.

Cupom de convidado na Nomad
Nesta tela, digite o cupom MAC15AZUL para ganhar até 15.000 pontos no Clube Azul!

Pronto! Você receberá 10.000 pontos para usar como quiser. Como dito, assinantes do Clube Azul receberão 15.000 pontos.

Os pontos serão disponibilizados em até 30 dias úteis, mas é necessário que você se atente ao prazo de até 15 dias após a aprovação da sua conta (e a operação de câmbio mínima) para garantir o seu benefício.

Sobre a Nomad

A Nomad foi a primeira a oferecer uma conta em dólar sediada nos Estados Unidos, sem nenhuma taxa de abertura, anuidade ou manutenção. O cartão da empresa é aceito em mais de 180 países, oferecendo taxas bastante menores que as dos cartões de crédito internacionais.

Além de poder fazer compras, com ela você pode investir nas bolsas de valores americanas (NYSE e Nasdaq), comprar ações, ETFs, ETFs de renda fixa e REITs… tudo a partir de US$1 e sem taxa de corretagem. A conta de banking da Nomad é assegurada em até US$250 mil pelo Community Federal Savings Bank, membro do fundo garantidor dos EUA (FDIC), para cada tipo de conta por titular. Já a conta de investimentos, aberta em parceria com a Drive Wealth — membro do FINRA —, é assegurada pelo SIPC em até US$500 mil, sendo US$250 mil em solicitações em dinheiro.

A conta Nomad também permite que você faça/receba transferências de outras contas da Nomad sem nenhum custo, e que faça/receba transferências para contas americanas (via Wire Transfer) e outras pagando bem menos do que as taxas cobradas nos EUA.

E não para por aí: com a sua conta Nomad você tem acesso a descontos em lojas parceiras e ainda pode aproveitar o Nomad Lounge, que concede acesso a uma das melhores salas VIP do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

Só na Nomad você tem uma conta internacional sem taxas mensais de manutenção, até 10% de economia em compras e IOF de 1,1% para a conta de banking e de apenas 0,38% para a conta de investimentos.

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Meta lança Muse Code, agente de programação alimentado pelo novo modelo Muse Spark 1.2

A Meta lançou hoje o Muse Code, seu primeiro agente de programação — o qual rivalizará com soluções como o Claude Code (da Anthropic) e o Codex (da OpenAI).

A nova ferramenta, assim como os assistentes supracitados, facilita a criação de aplicativos em uma única interface, permitindo gerenciar conjuntos de agentes digitais impulsionados por IA que auxiliam no processo de desenvolvimento de software.

Releasing Muse Code in beta today. It's a terminal coding agent that takes on complete software engineering tasks across large repos: planning changes, writing code, validating the results. Powered by Muse Spark 1.2, a coding-focused model update. pic.twitter.com/xqavk41w6v

— Mark Zuckerberg (@finkd) August 5, 2026
Estamos lançando o Muse Code em versão beta hoje. Trata-se de um agente de programação via Terminal capaz de executar tarefas completas de engenharia de software em grandes repositórios: planejar alterações, escrever código e validar resultados. Ele conta com a tecnologia do Muse Spark 1.2, uma atualização de modelo focada em programação.

Ainda que disponível inicialmente em beta, o Muse Code pode ser usado para realizar uma ampla variedade de tarefas, planejando alterações, escrevendo código e validando os resultados. Desenvolvedores podem utilizá-lo por meio de uma modalidade de pagamento conforme o uso (pay-as-you-go).

Ao contrário do Codex e do Claude Code, atualmente não existe um aplicativo dedicado para o Muse Code. Desse modo, ele pode ser instalado no macOS e no Linux a partir de um comando de uma única linha:

curl -fsSL https://dev.meta.ai/install.sh | bash

Ele também opera em conjunto com o mais novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark 1.2 — o qual foi desenvolvido e treinado juntamente com o novo agente de programação, o que melhora o desempenho geral.

O Muse Spark 1.2 é uma atualização do Muse Spark 1.1, lançado no mês passado, trazendo melhorias na geração de código, depuração de cenários complexos, compreensão da base de código e fluxos de trabalho de ponta a ponta para desenvolvedores. O novo modelo também amplia significativamente o poder computacional de treinamento para tarefas de programação.

Muse Spark 1.2 has improved coding capabilities compared to its predecessor. We significantly scaled up training compute on coding tasks while expanding training environment diversity, delivering improvements in code generation, complex debugging, and end-to-end developer… pic.twitter.com/0cTSBe4paj

— AI at Meta (@AIatMeta) August 5, 2026

O Muse Spark 1.2 apresenta recursos de programação aprimorados em comparação com sua versão anterior. Aumentamos significativamente a capacidade computacional de treinamento em tarefas de programação, ao mesmo tempo que expandimos a diversidade de ambientes de treinamento, proporcionando melhorias na geração de código, depuração complexa e fluxos de trabalho de desenvolvimento de ponta a ponta.

O modelo foi treinado com o Muse Code para otimizar o desempenho quando utilizados em conjunto, com foco em tarefas como geração de repositórios completos, projetos de grande porte e pesquisa automatizada.

O Muse Spark 1.2 já está disponível no Muse Code e na Meta Model API.

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Sunbird, app que leva o iMessage ao Android, retorna com novos recursos e segurança aprimorada

Lançado originalmente em 2022, o aplicativo Sunbird possui como premissa integrar a experiência do iMessage em dispositivos Android. No entanto, algum tempo depois, o serviço foi encerrado e o app, removido do Google Play devido a preocupações envolvendo privacidade e segurança.

Depois de já ter lançado, em 2024, uma versão beta do seu (então) novo aplicativo, a equipe por trás do serviço anunciou o seu retorno definitivo, afirmando que a nova configuração soluciona essas questões e que “qualquer mensagem é protegida em trânsito e descartada assim que é entregue”, enquanto as mídias enviadas ou recebidas são excluídas “normalmente em até 48 horas, e nunca além de 72 horas”.

Muitos devem estar se perguntando, porém, o motivo que leva alguém a optar pelo Sunbird considerando que a Apple já adotou o suporte ao padrão RCS 1Rich communications service, ou serviço de comunicação rico. no iOS, facilitando a comunicação com dispositivos Android pelo app Mensagens (Message). Essa é a explicação do serviço:

Em 2024, a Apple passou a oferecer suporte ao RCS nos iPhones, o que melhorou alguns aspectos básicos, como a qualidade das fotos e os indicadores de digitação. No entanto, os resultados são inconsistentes, e a mudança não permitiu que usuários de Android se tornassem membros plenos de grupos do iMessage. Reações, respostas e recursos de grupo do iMessage frequentemente falham quando há um celular Android no chat, e as mensagens enviadas por Androids continuam aparecendo em balões verdes.

Segundo Danny Mizrahi, CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Sunbird Messaging, o aplicativo vai além de simplesmente oferecer balões azuis aos usuários de Android. O executivo afirma que recursos do iMessage (como reações, respostas, vídeos de alta qualidade e gerenciamento de grupos) funcionam perfeitamente no Sunbird para Android.

O Sunbird também introduz novos recursos, como uma nova caixa de entrada prioritária, com abas “Principal” e “Secundária”, de modo que as conversas individuais e os grupos com quem o usuário mais interage permanecem em destaque na aba “Principal”, enquanto mensagens rotineiras — como códigos de verificação e contatos de números desconhecidos — são direcionadas à aba “Secundária”.

Caixa de entrada do Sunbird
Divulgação/Sunbird

Futuramente, o app ganhará ainda a Sunbird Intelligence, um conjunto de recursos de inteligência artificial que operam localmente. Entre as funções está o “Catch Me Up”, que oferecerá aos usuários um resumo consolidado de tudo o que perderam em suas conversas. Ele também terá um assistente integrado que poderá realizar ações como redigir uma resposta ou mover uma conversa entre categorias.

Assistente de IA do app Sunbird
Divulgação/Sunbird

Ainda não se trata, porém, da versão final do Sunbird, e sim da versão “beta aberto”; no entanto, não há mais um processo de inscrição nem lista de espera. Ademais, agora o aplicativo conta com opções de assinatura interna (US$3 mensais ou US$25 anuais).

O Sunbird já está disponível no Google Play.

via AppleInsider

Notas de rodapé

  • 1
    Rich communications service, ou serviço de comunicação rico.
  • 2
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Crise de memórias: fornecedoras já teriam vendido toda a sua produção para 2027

A crise no mercado de DRAMs 1Dynamic random access memories, ou memórias dinâmicas de acesso aleatório. e HBMs 2High bandwidth memories, ou memórias de alta largura de banda., causada pelo boom das empresas de inteligência artificial (IA), pode ter alcançado seu ponto mais dramático até agora, com as produções de todas as três principais fabricantes desses tipos de componentes (Samsung Electronics, SK Hynix e Micron) já tendo sido reservadas para o ano de 2027 inteiro, segundo informações do DIGITIMES.

Além das memórias, outra categoria de componentes que tem sofrido bastante com a demanda causada por data centers de IA é a de chips NAND, muito utilizados em dispositivos de armazenamento flash (como SSDs 3Solid-state drives, ou unidades de estado sólido.). Embora a situação desses chips ainda não esteja tão apertada quanto a das memórias, fontes ouvidas pelo veículo dão conta de que a Samsung Electronics, a Micron e a SanDisk já venderam toda a sua produção para 2026 por preços altíssimos. A Kioxia e a SK Hynix, por sua vez, deverão firmar contratos parecidos com seus clientes até o fim deste mês.

Voltando para o caso das memórias, dados da Counterpoint Research dão conta de que a Samsung Electronics ficou responsável por 39% do mercado de DRAM (por receita) durante o segundo trimestre, seguida pela SK Hynix (com 26%) e pela Micron (25%). Apesar de todo o investimento nessas empresas, os rumores são de que os compradores de componentes estão recebendo apenas 60-70% dos volumes que solicitaram inicialmente, devido à capacidade de produção limitada.

Algumas dessas fornecedoras, é claro, são parceiras de longa data da Apple — que também tem sofrido com essa escassez de componentes, embora tenha conseguido absorver parte do impacto. Enquanto os iPhones têm passado ilesos por essa crise, produtos como os Macs e os iPads viraram alvo de aumentos expressivos de preços — algo que foi classificado por Tim Cook, o atual CEO 4Chief executive officer, ou diretor executivo. da empresa, como “enchente que ocorre uma vez a cada 100 anos”.

Ainda de acordo com o DIGITIMES, todos os compradores concordaram em realizar pagamentos adiantados por esses componentes, tenham eles estabelecido acordos de fornecimento multianuais anteriormente ou não. Ao que tudo indica, isso é uma resposta ao medo que muitas dessas empresas têm de que seus competidores tentem garantir o máximo de capacidade de produção possível — especialmente durante o período entre julho e agosto, que é quando a maior parte dos pedidos é feita.

Por ser uma das principais compradoras de memórias e chips NAND do mercado, é quase certo que a Apple também tenha desembolsado uma boa grana para garantir sua parcela de componentes para 2027, que é quando deveremos ver o “iPhone 20” chegar ao mercado. Não está claro, no entanto, por quanto mais tempo ela absorverá o impacto dos preços inflados — algumas pessoas, inclusive, acreditam que os próximos iPhones poderão ficar até US$300 mais caros por conta dessa crise.

Em uma clara manobra para tornar a sua lista de fornecedoras mais diversa, a Apple estaria testando memórias de marcas como a chinesa ChangXin Memory Technologies (CXMT), que passou a receber aportes de investidores recentemente. Isso, no entanto, não tem sido bem visto por políticos dos Estados Unidos (país natal da Maçã), que acusam a fornecedora de ter ligações com as forças armadas da China — país com o qual os americanos travam uma guerra comercial há alguns anos.

via AppleInsider, Seeking Alpha

Notas de rodapé

  • 1
    Dynamic random access memories, ou memórias dinâmicas de acesso aleatório.
  • 2
    High bandwidth memories, ou memórias de alta largura de banda.
  • 3
    Solid-state drives, ou unidades de estado sólido.
  • 4
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Novos comerciais do Apple Music incentivam usuários a migrar para o serviço

A Maçã liberou recentemente uma trinca de novos comerciais no formato vertical para divulgar a sua plataforma de streaming de músicas, o Apple Music, e alguns de seus principais recursos.

Dois deles focam em uma ferramenta relativamente recente: o recurso de transferência de bibliotecas entre serviços de streaming, lançado no ano passado para facilitar a migração de usuários para a plataforma da Maçã.

O primeiro comercial mostra um iPhone 17 Pro gigante com o app do Apple Music aberto sendo transportado por um caminhão em uma rodovia. Ao observar a tela do aparelho, é possível constatar que há um processo de transferência em andamento, em uma clara alusão a uma mudança de lares.

The easiest move you’ll ever make. Switch to Apple Music and bring your playlists with you. pic.twitter.com/ZOuBqGsUf7

— Apple Music (@AppleMusic) August 4, 2026
A mudança mais fácil que você vai fazer na sua vida. Troque para o Apple Music e traga suas playlists com você.

Com um conceito parecido, o segundo comercial mostra uma mulher relaxando em um sofá apoiado sobre três skates enquanto o móvel desce por uma rua. Assim como no comercial anterior, um iPhone 17 Pro ganha destaque — de novo, com a tela de transferência do Apple Music aberta.

Switching to Apple Music is easy. Bring your playlists withyou and get access to over 100 million songs, ad-free. pic.twitter.com/Bt0KfOrcJk

— Apple Music (@AppleMusic) August 5, 2026
Trocar para o Apple Music é fácil. Traga suas playlists com você e obtenha acesso a mais de 100 milhões de músicas, sem anúncios.

Além de ir por outra direção, o último vídeo dessa nova leva é um tanto… perturbador, lembrando um pouco os comerciais de consoles de videogames (com destaque para os da Sony PlayStation) do início dos anos 2000. Feito para divulgar o recurso Playlist Playground, ele mostra uma pessoa — que está usando EarPods, diga-se — inserindo uma fita cassete em um compartimento na sua testa, o que faz uma música começar a tocar.

From an idea in your head to a playlist you press play on. You write the prompt, Playlist Playground takes it from there. pic.twitter.com/wjya7Y3tDZ

— Apple Music (@AppleMusic) August 4, 2026
De uma ideia na sua cabeça pra uma playlist na qual dá play. Você escreve um prompt e o Playlist Playground assume o controle.

Como é possível notar, todos os três vídeos são bem curtinhos, girando em torno de 15 segundos. Já disponíveis em redes sociais como X e Facebook, é bem provável que eles acabem dando as caras também em plataformas como TikTok e Instagram Reels — inclusive acompanhados de novos comerciais.

O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Wispr Flow lança assistente de reuniões para rivalizar com o Granola

Já tratamos aqui do Wispr Flow, um aplicativo que ganhou popularidade por aprimorar a experiência de ditado nos sistemas da Apple. Agora, quem utiliza o app no macOS poderá acessar o Notetaker, um assistente de reuniões empurrado por inteligência artificial (IA).

O Notetaker fornece contexto adicional a transcrições, resumos e anotações com base em calendários, aplicativos conectados (como o Slack) e dicionários personalizados. Seu funcionamento é semelhante ao do Granola, aplicativo sobre o qual já falamos por aqui — usuários da plataforma, inclusive, podem importar todo o seu histórico para o Notetaker com apenas um clique.

Além de organizar transcrições, a ferramenta é capaz de deixar o usuário ciente de informações relevantes antes de reuniões, obtendo contexto a partir dos apps de terceiros em que o Notetaker foi integrado.

Após o encerramento de uma reunião, o usuário ainda pode retomar o histórico fazendo perguntas, as quais são respondidas com a indicação da minutagem e o link para o momento exato em que a resposta do assistente se baseou. 

O Notetaker é compatível com basicamente todo aplicativo executado no macOS, incluindo apps de reunião como Zoom, Google Meet, Microsoft Teams e Slack. Ele conta ainda com suporte à tecnologia MCP, permitindo levar todos os seus resumos e anotações para outros aplicativos de IA.

A novidade já está disponível no macOS e, segundo a Wispr, deverá chegar “em breve” ao Windows.

via TechCrunch

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Hongos que devoran rocas prosperan en las profundidades de la Tierra

A más de 500 metros bajo la superficie terrestre, un mundo oscuro y ancestral bulle con vida fúngica en proporciones que los científicos jamás habían imaginado. Un equipo de investigación liderado por la Universidad de Michigan ha conseguido cuantificar por primera vez la abundancia de hongos en un sitio del subsuelo profundo, alcanzando profundidades de […]

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Falhas no WebKit podem revelar IP e DNS de usuários de navegadores proxy e da Retransmissão Privada do iCloud+

Três brechas na configuração de proxy do WebKit, que também afetam a Retransmissão Privada (Private Relay) do iCloud+, foram descobertas, permitindo que o endereço IP de usuários da Apple seja exposto a terceiros. O comportamento afeta todos os navegadores para iOS que dependem de conexões proxy para ocultar o IP do iPhone.

A falha foi localizada pelos desenvolvedores Talal Haj Bakry e Tommy Mysk, fundadores do navegador com foco em privacidade Psylo. Eles explicaram como a exposição da informação do usuário ocorre em uma postagem no blog oficial de Mysk:

Navegadores baseados em WebKit no iOS e no macOS podem ser configurados para encaminhar todo o tráfego web por servidores proxy. […] Em teoria, toda conexão de rede iniciada por uma página deveria passar pelo proxy configurado, de modo que os sites enxergassem apenas o endereço IP do proxy. No entanto, descobrimos que três recursos do WebKit ignoram essa configuração e enviam tráfego diretamente do dispositivo.

As três ferramentas mencionadas ao longo do boletim incluem a pré-busca (prefetching) de DNS, que resolve o endereço pelo caminho normal de DNS do dispositivo em vez de pelo proxy, expondo os servidores DNS reais do usuário; o Related Origin Requests (ROR) do WebAuthn, que faz com que o serviço de credenciais do sistema busque, diretamente do dispositivo, um arquivo de validação hospedado no domínio de origem, expondo o endereço real do usuário; e o WebTransport, que ignora o proxy ao estabelecer uma conexão HTTP/3 direta.

No caso do Safari, o recurso Retransmissão Privada do iCloud+ também é afetado pela falha; embora projetado para ter dois servidores intermediários para o tráfego e as consultas de DNS, os recursos listados ocorrem fora desse mecanismo de proteção, expondo o usuário de qualquer maneira.

Isso afeta também navegadores que utilizam a API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. de proxy para privacidade, como o Onion, que foi alertado sobre o problema junto do Tor Project. O relatório pontua, no entanto, que a única exceção quanto à exposição desses dados com algum desses recursos é o nível de segurança “Silver” do Onion Browser, que desativa o WebTransport por meio do Modo de Isolamento (Lockdown Mode).

As conexões por VPN 2Virtual private network, ou rede privada virtual. não são afetadas pela falha de segurança, visto que o tráfego do dispositivo passa pelo túnel do provedor da rede privada virtual.

O relatório conclui informando que o problema foi resolvido na versão mais recente do Psylo, que desabilitou por ora o funcionamento do WebTransport e do WebAuthn, além de bloquear a dica de pré-busca de DNS.

via AppleInsider

Notas de rodapé

  • 1
    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.
  • 2
    Virtual private network, ou rede privada virtual.

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CarPlay chegará aos barcos pontão da MasterCraft Boat Holdings

A fabricante de barcos de lazer MasterCraft Boat Holdings anunciou ontem que está levando a compatibilidade com o CarPlay a alguns de seus barcos pontão (pontoon boats) em parceria com o app Savvy Navvy.

Um pedido antigo de clientes da fabricante, o sistema de infoentretenimento da Apple, bem como o Android Auto, serão implementados por padrão em modelos 2027 (ou mais recentes) das marcas Crest e Balise, que contarão com vários dos mesmos recursos disponíveis em carros.

A parceria com o Savvy Navvy, no entanto, permitirá que usuários confiram também informações como cartas náuticas, rastreamento por GPS 1Global positioning system, ou sistema de posicionamento global., rotas inteligentes, previsões meteorológicas em tempo real e dados de marés, muitas das quais ainda não estão disponíveis no app Mapas (Maps), da Apple.

Quem adquirir um barco elegível das linhas Balise, Crest Conquest ou Caribbean ganhará ainda acesso a todos os recursos do Savvy Navvy Premium, versão mais completa do serviço de navegação, sem custo extra.

Ainda segundo a MasterCraft Boat Holdings, os primeiros modelos compatíveis com o CarPlay serão lançados já no próximo mês. O Savvy Navvy, por sua vez, está disponível para download na App Store.

via MacRumors

Notas de rodapé

  • 1
    Global positioning system, ou sistema de posicionamento global.

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