De acordo com uma reportagem da Bloomberg, a Apple dará o pontapé inicial nos preparativos para o evento especial de lançamento dos próximos iPhones com um sorteio interno entre funcionários de suas Apple Stores, com o objetivo de selecionar quais deles trabalharão presencialmente lá no Apple Park durante o grande dia.
Como trata-se de um número limitado de vagas (que certamente são bem disputadas), a empresa abriu inscrições para funcionários interessados até o dia 8 de agosto, e notificará os selecionados até o dia 17 do mesmo mês, segundo um memorando ao qual o veículo teve acesso.
Para se inscrever, os candidatos também não podem ter participado da WWDC26 e nem do evento especial de lançamento dos iPhones em setembro do ano passado — o que garante uma maior rotatividade nos funcionários selecionados para esses eventos.
Os funcionários que forem agraciados com o sorteio, segundo o memorando, atuarão em tarefas como organização de filas, check-in dos convidados e recepção aos participantes, bem como fornecerão informações e oferecerão suporte às equipes de segurança envolvidas.
O memorando também diz que o evento ocorrerá na primeira quinzena de setembro. Tradicionalmente, ele ocorre na 2ª terça ou quarta-feira do mês. Como segunda (7/9) será feriado nos Estados Unidos, é provável que o grande evento deste ano aconteça na quarta-feira (9/9).
A cada atualização anual do macOS, uma escolha da Apple em particular gera quase tanta curiosidade quanto as mudanças e os novos recursos do seu sistema operacional: o nome que acompanhará o update.
Hoje, faremos uma breve recapitulação das principais escolhas da Maçã sobre os nomes de cada versão do sistema operacional dos seus computadores, passando por décadas de codinomes felinos e, mais recentemente, paisagens californianas.
As (várias) mudanças do passado
Antes disso — no período do Mac OS Classic, que abrange os sistemas dos Macintoshes lançados entre 1984 e 2001 —, os nomes dos sistemas da Apple eram usados quase exclusivamente de forma interna. Publicamente, as versões recebiam denominações bastante protocolares, mas, nos bastidores, praticamente todas carregavam codinomes.
O System 6, por exemplo, teve versões conhecidas internamente como Antares (6.04), Big Deal (6.05), SixPack (6.06) e Terminator (6.08). Já o System 7 passou por uma verdadeira coleção de nomes, incluindo Blue, Beta Cheese, Cube-E, I Tripoli, Jirocho, Mozart, Capone, Danook, Thag e Marconi, entre outros. Também houve casos específicos, como Road Warrior, utilizado nos primeiros PowerBooks, além de Unity, Buster, Son of Buster, Harmony e Ides of Buster, empregados em versões posteriores do sistema.
A partir do Mac OS 8, os nomes foram predominantemente relacionados à teoria musical — é o caso do codinome Tempo no Mac OS 8, Allegro no Mac OS 8.5 e Sonata no Mac OS 8.7 (versão de desenvolvimento do que viria a ser o Mac OS 9). As exceções são o Mac OS 8.1 (intitulado Bride of Buster) e o Mac OS 8.6 (Veronica).
Essa só se tornou uma tradição marqueteira a partir do Mac OS X 10.2, quando Steve Jobs apresentou a nova versão do sistema operacional como Mac OS X Jaguar, levando um codinome ao público pela primeira vez — antes do Jaguar, a Apple utilizou os codinomes Kodiak para a versão beta, Cheetah para a 10.0 e Puma para a 10.1 —, inaugurando a era de nomes de grandes felinos.
Os animais ditaram os sistemas dos Macs por cerca de dez anos (de 2002 até 2012): foi o caso do Mac OS X 10.3 Panther, Mac OS X 10.4 Tiger, Mac OS X 10.5 Leopard, Mac OS X 10.6 Snow Leopard, Mac OS X 10.7 Lion e, por fim, OS X Mountain Lion 10.8 — que abandonou (temporariamente) o prefixo “Mac”.
OS X Mavericks 10.9: a alteração de rota rumo à Califórnia
A partir da décima versão do macOS (então OS X), a Apple adotou publicamente nomes com as regiões da Califórnia, tendência que segue em vigor até os dias de hoje.
A troca, aliás, andou em paralelo a uma mudança paradigmática do sistema: foi somente com o OS X Mavericks 10.9 que a Maçã deixou de cobrar pela atualização dos seus sistemas operacionais, permitindo que os seus usuários, a partir do Snow Leopard (na compilação 10.6.8), atualizassem as suas máquinas sem custos adicionais — uma realidade que permanece até os dias de hoje.
O primeiro destino geográfico escolhido pela Apple remete a uma região litorânea conhecida pelas altas ondas, propícias para a cena local do surfe. O papel de parede do OS X 10.9 dava destaque à curvatura de uma grande onda em tons de azul e turquesa, com clara inspiração na localização que deu nome ao update.
Em matéria de software, o OS X Mavericks ficou marcado pelo aprimoramento na gestão de performance, bateria e memória, aproveitando melhor o hardware dos computadores da Apple. Quanto aos recursos, o sistema trouxe os links compartilhados no Safari, respostas embutidas em notificações, abas e tags no Finder, melhor suporte ao uso de múltiplos monitores, além da introdução de novos aplicativos, como o Mapas e iBooks.
OS X Yosemite 10.10
Pouco mais de quatro horas adiante (ou 314km, para ser mais exato), encontramos o Parque Nacional de Yosemite. A área já era considerada tão importante para a preservação ambiental que Abraham Lincoln autorizou sua proteção e uso público em 1864, anos antes da criação de Yellowstone, reconhecido como o primeiro parque nacional do mundo. Outro grande entusiasta de Yosemite foi Theodore Roosevelt, que ajudou a consolidar a sua importância dentro do sistema de parques americanos.
Um dos maiores símbolos do parque — e também o destaque do wallpaper oficial do sistema — é o Half Dome, um monólito de granito com impressionantes 2.696 metros de altitude. Localizada no coração de Yosemite, a formação foi considerada inescalável por alguns geólogos do século XIX, até que George G. Anderson realizou a façanha em 1875, escalando-a descalço. Muito possivelmente, a foto usada pela Apple foi registrada com uma lente teleobjetiva nas proximidades da Ahwahnee Meadow.
O OS X Yosemite 10.10 foi um marco importante na trajetória do macOS. Muito lembrado pelas mudanças de design na interface — com elementos translúcidos e ícones de formas planas que definiriam a identidade visual do sistema por várias gerações —, ele também deixou como legado a introdução dos recursos de Continuidade (Continuity) entre o OS X e o iOS.
Inicialmente, a novidade englobava apenas o AirDrop, as chamadas telefônicas, o app Mensagens, o Handoff e o Instant Hotspot. Ainda assim, ela inaugurou um nível de interoperabilidade que ajudou a redefinir a forma como o mercado de tecnologia passou a enxergar ecossistemas compostos por diferentes produtos de uma mesma marca.
OS X El Capitan 10.11
A apenas 20 minutos de distância do Ahwahnee Meadow, a próxima parada do Mac é outra atração turística presente dentro do Parque Nacional de Yosemite: o El Capitan é um monólito de granito de quase 900 metros que se ergue acima do vale do parque.
O papel de parede provavelmente foi fotografado a partir do mirante Tunnel View, de onde é possível avistar o El Capitan à esquerda do vale. Ao fundo, surge o Half Dome — um enquadramento que parece refletir o espírito da atualização. Diferentemente de Yosemite, o OS X El Capitan 10.11 deu menos ênfase à introdução de novos recursos e concentrou seus esforços em correções de bugs, otimizações de desempenho e refinamentos da experiência de uso. Entre as principais novidades, estavam um Spotlight aprimorado, a adição do Split View e diversas melhorias nos aplicativos nativos da Apple.
macOS Sierra 10.12
Cerca de 338km depois (aproximadamente quatro horas e meia) de Yosemite, passando pela cordilheira de Sierra Nevada (situada no leste da Califórnia, a oeste do Mount Whitney), temos o Lone Pine Peak, cenário da montanha que aparece no wallpaper do sistema.
Além da mudança de nomenclatura de OS X para macOS (colado e com o “m” minúsculo, como segue até os dias de hoje), a atualização é particularmente lembrada pela inclusão da Siri no Mac, o Desbloqueio Automático (Auto Unlock) com o Apple Watch e a Área de Transferência Universal (Universal Clipboard) entre Macs, iPhones e iPads.
macOS High Sierra 10.13
Uma rápida viagem de 80 minutos (129km) é capaz de nos levar ao próximo destino fotografado pela Apple: North Lake, localizada na pequena cidade de Bishop, entre as montanhas da cordilheira de Sierra Nevada. Ali, muito possivelmente em meio ao outono, o registro eternizado no papel de parede do sistema foi feito.
Quando falamos do sistema, aos moldes do próprio El Capitan e do Snow Leopard, o macOS High Sierra 10.13 focou muito mais no aprimoramento interno do macOS do que em novos recursos, mas vale mencionar a inclusão do novo sistema de arquivos da Maçã (o Apple File System, ou APFS), do suporte aos formatos audiovisuais HEVC e HEIF, bem como a chegada da segunda geração da tecnologia de desempenho gráfico Metal.
macOS Mojave 10.14
Depois das montanhas, que peculiarmente ficam na margem do wallpaper, vieram as dunas. Com uma distância de 253km (ou três horas de carro), o próximo destino é o Parque Nacional do Vale da Morte, o ponto mais quente do continente americano — onde se registrou a maior temperatura da história (56,7°C) em julho de 1913, e onde a foto do papel de parede do macOS Mojave 10.14 foi feita.
Já sobre as novidades do sistema, essa versão do macOS é particularmente conhecida pela introdução do Modo Escuro, a inclusão dos Conjuntos (Stacks) na Mesa (Desktop), além da estreia de apps já conhecidos dos usuários de iOS, como o Apple News, o Bolsa (Stocks), o Gravador de Voz (Voice Memo) e o Casa (Home).
macOS Catalina 10.15
A 428km adiante do Deserto de Mojave (cerca de cinco horas e meia de carro), nós temos a Ilha de Santa Catalina, destino paradisíaco — e remoto — da costa sul da Califórnia que deu nome à versão do macOS lançada em 2019. Pela posição da foto, o que se especula é que o registro oficial da Apple tenha sido feito com o auxílio de um drone ou helicóptero, sobrevoando as águas para capturar Catalina sob diferentes períodos e iluminações para fornecer o tema dinâmico disponível no sistema.
Essa atualização marcou o fim do iTunes, que foi segmentado em um catálogo de aplicativos separados (Apple TV, Música, Apple Podcasts), mas sua adição mais relevante muito possivelmente foi o recurso Sidecar, que possibilita o uso do iPad como um monitor externo do Mac.
macOS Big Sur 11
Com uma distância de 524km da Ilha de Catalina, a próxima parada é na Ponte Bixby Creek (inaugurada em 1932 e particularmente conhecida por suas estradas com curvas), localizada na costa central de Big Sur, que dá nome a essa versão do macOS — o papel de parede retrata também a parte litorânea do local.
Sobre o sistema, a versão marcou a transição dos processadores da Intel para o Apple Silicon com o lançamento do M1, trazendo novos ícones, materiais translúcidos, um novo Dock, Central de Controle e de Notificações.
Esta versão também foi um marco para o sistema operacional, pois, pela primeira vez em muitos anos, a Apple abandonou as sub-versões 10.x e passou para o número 11 — o que se manteve nos anos subsequentes.
macOS Monterey 12
Ainda na costa de Big Sur, o macOS Monterey 12 marcou a quebra de uma tradição: pela primeira vez em anos, a Apple optou por não incluir um registro fotográfico como possível papel de parede ou tela de descanso, mantendo apenas temas dinâmicos para ilustrar o sistema dos Macs naquela ocasião.
O Condado de Monterey, que inspirou o nome do sistema, é particularmente lembrado por ter abrigado a primeira capital da Califórnia, quando a região ainda era de domínio dos governos da Espanha e do México.
Em relação ao sistema, o grande destaque foi a introdução do Controle Universal (Universal Control), permitindo que um único conjunto de periféricos (como teclados e mouses) seja utilizado simultaneamente no Mac e no iPad.
macOS Ventura 13
Por volta de 450km de distância (quatro horas e meia de trajeto) depois, temos o Condado de Ventura, que inspirou essa versão do macOS. Emancipado do Condado de Santa Bárbara em 1873, ele abriga o píer mais antigo do estado da Califórnia. Mais uma vez, a Apple optou por não incluir um papel de parede fotográfico.
Quanto aos seus recursos, o macOS Ventura 13 se destacou pela adição do recurso Organizador Visual (Stage Manager) e melhorias no Spotlight, Safari, entre outros aplicativos nativos do sistema que ganharam reformulações.
macOS Sonoma 14
Do Condado de Ventura até Sonoma, são 748km (pouco mais de sete horas de trajeto) até a região norte de San Francisco, conhecida por abrigar centenas de vinícolas. O registro da Apple foi feito na vinícola Mazzocco Sonoma, no rancho de Warm Springs.
Depois de dois anos, a Apple enfim retornou com os papéis de parede fotográficos no macOS, funcionando também como protetores de tela (screensavers) dinâmicos que lentamente se tornam um wallpaper estático após o login.
A maior novidade do sistema foi a implementação dos widgets interativos na Mesa (Desktop), além de reformulações no modo Jogo, na relação do sistema com acessos remotos e no compartilhamento de conteúdos em videochamadas, com novidades também no Safari, na Siri e nos recursos de acessibilidade.
macOS Sequoia 15
Saindo de Sonoma, nosso próximo destino está localizado a quase sete horas de distância (mais ao sul da Califórnia, a exatos 547km de distância); trata-se do Parque Nacional da Sequoia, que abriga algumas das maiores árvores do planeta em termos de volume.
O registro do papel de parede é remoto o suficiente para não termos uma dimensão exata da sua localização geográfica (até porque a Apple nunca divulgou essa informação), mas é seguro afirmar que as imagens foram capturadas em algum dos bosques de sequoias da Sierra Nevada.
Além da estreia controversa dos recursos da Apple Intelligence devido à discrepância entre o que foi apresentado e as funcionalidades entregues, o macOS Sequoia 15 introduziu o Espelhamento do iPhone (iPhone Mirroring), a organização de janelas em mosaico e o aplicativo Senhas (Passwords).
macOS Tahoe 26
Do Parque Nacional de Sequoia, partimos rumo ao norte, até a fronteira entre a Califórnia e o estado do Nevada (uma distância de 330km, ou três horas e meia de trajeto). O próximo destino é o Lago Tahoe, também presente na cordilheira de Sierra Nevada. Ele é particularmente conhecido por ser o maior lago alpino da América do Norte em termos de altitude.
Conhecido por suas águas cristalinas, o lago é um destino frequente para esqui. O papel de parede do macOS Tahoe 26 exibe um ângulo baixo sobre o lago, com as rochas em primeiro plano, enquanto os pinheiros e as montanhas de Sierra Nevada aparecem ao fundo.
Quanto ao sistema, além da unificação da numeração com todo o ecossistema (iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e visionOS) da Apple, essa versão foi especialmente marcada pelo redesign de interface com a estreia do Liquid Glass. Outras novidades incluem a adição das Atividades Ao Vivo (Live Activities) ao recurso Continuidade, além de revisões do Spotlight, Central de Controle e os recursos da Apple Intelligence.
macOS Golden Gate 27
E, enfim, chegamos à versão mais recente do macOS! Com uma distância de 330km (trajeto com cerca de três horas e meia), nosso próximo destino é o cartão postal da cidade de San Francisco: a Ponte Golden Gate.
Ela foi, até 1964, a maior ponte suspensa do mundo — caso seus cabos de sustentação fossem esticados, teriam tamanho o suficiente para dar três voltas no planeta.
Enquanto sistema, assim como o Snow Leopard ou o High Sierra, o macOS Golden Gate 27 é marcado por sua abordagem de priorização dos refinamentos, tanto relacionados ao visual Liquid Glass quanto aos recursos da Apple Intelligence e da Siri, que agora se torna Siri AI.
E você aí, usa o macOS desde que versão? Alguma, em especial, lhe marcou? Ou você (ainda) não é usuário de Mac, mas gostou de todas essas curiosidades? 😊
A stunning new image captured by the NASA/ESA Hubble Space Telescope shows the lopsided intermediate spiral galaxy NGC 4654, whose unusual shape was sculpted by both a close encounter with another galaxy and a headlong plunge through the hot gas of the Virgo Cluster.
New computer models of Venus’s surface features, including ridges likely caused by volcanic activity, have determined that the second rock from the Sun remains geologically active to this day.
The ETH Zurich research team behind the new Venusian models, which suggest that Venus may still have active volcanoes, said their findings could help planned NASA and ESA missions select the most promising targets. The new models could also help in the search for rocky planets outside of our Solar System, including those that may support life.
Venus Previously Considered Geologically Dormant for Over 100 Million Years
Venus has long fascinated planetary scientists due to its similarities. For example, the planet’s mass and circumference make it roughly 95% the same size as Earth overall. However, although Venus’ elliptical orbit brings it closer to Earth than any other planet in the Solar System, its extreme surface temperatures and toxic atmosphere make it inhospitable to life as we know it.
Ground and space observations have detected rift valleys on Venus’s surface, which the research team notes indicate tectonic activity. Some can measure up to 10,000 kilometers and resemble the longest ridges on Earth. Although the timing of Venus’ rift formations remains uncertain, the team said most scientists have typically considered the planet to be geologically dormant. Some estimates have put their formation more than 100 million years ago.
Curious if data captured by space and ground-based observatories could provide enough information to answer the timing question, a research team from ETH led by Taras Gerya, a Professor of Geodynamics at the Department of Earth and Planetary Sciences, decided to plug that data into computer models. According to their results, the reports of Venus’ demise may have been greatly exaggerated.
Models Reveal Planet Likely Supports Active Volcanoes
Working under Professor Gerya’s supervision, Master’s candidate and lead author of the paper detailing the team’s work, Xi Yang, and colleagues employed computer models to simulate the planet’s rifts in high-resolution and 3D. The team said these models allowed them to “accurately replicate these rift structures” in a level of detail never achieved. The data also allowed them to perform simulations to best determine how they originally formed.
Critically, the team notes that earlier attempts to model Venus’ tectonic history and potential ongoing activity had been mostly two-dimensional. Yang’s team also said those earlier models had relied on “simplified material assumptions” that his team was able to expand upon.
After completion, the models yielded several compelling results. First, they indicated that the broad ridges geologists call ‘rift flanks’ form along the edges of rift valleys at a time when the rifts are still “geologically young.” Specifically, the team’s models suggested that these flanks formed when Venus was still either actively moving or had only recently stopped moving.
A closer look at the simulations also suggested that these geological rifts open over a much shorter time scale than previously assumed, with an estimated rate between 3 and 10 centimeters per year. The models also indicated that rift flanks tend to flatten very quickly once the movement ends.
“The older the rift system, the less steep and narrow its flanks,” they explained.
A comparison to erosion patterns on Earth also supported a more recent time frame for the rift flank formations spotted on the Venusian surface from the Magellan probe during its 1990s mission. The team said that these formations and their models suggest that “Venus remains an active planet with a more dynamic interior than had been previously believed.”
“Venus remains geologically “alive” and even hosts active volcanoes,” they explained.
Planned NASA & ESA Missions Could Confirm Models
When discussing the implications of their work, Professor Gerya said the findings “help us to better assess the tectonic activity on Venus.” The team noted that their models could also guide future missions by pinpointing potentially active regions worthy of closer examination.
The ETH team said their study also has planetary formation implications, particularly for rocky planets like Venus and Earth. Such data could prove valuable in the search for rocky exoplanets, including the type that may host life.
Moving forward, the study authors noted that NASA and the European Space Agency (ESA) are actively preparing “multiple missions” to explore Venus in further detail. ETH geophysics professors Paul Tackley and Gerya, and their team of collaborators, are already participating in ESA’s EnVision mission.
The work includes developing instruments for the orbiter to analyze the surface in greater detail. Scheduled for launch in the early 2030s, the team said that EnVision will explore the planet more thoroughly than previous efforts “from its core to its upper atmosphere.”
Christopher Plain is a Science Fiction and Fantasy novelist and has spent the last six years as Associate News Editor and Head Science Writer at The Debrief. Follow and connect with him on X, learn about his books at plainfiction.com, or email him at christopher@thedebrief.org.
A mesma paisagem marciana pode parecer diferente consoante a câmara, a distância e o ângulo de observação. Uma rara experiência envolvendo duas sondas permitiu a comparação e pode ajudar a garantir que uma delas está pronta para a longa viagem que tem pela frente.
Planetary researchers have found the first evidence that bursts of energetic particles from the Sun could warm the lower atmosphere of Mars during massive dust storms, hinting at an unexpected link between space weather and Martian climate.
A head-on collision with another galaxy billions of years ago may have dramatically reoriented the Milky Way’s disk, according to new supercomputer simulations that reveal how violent mergers can leave spiral galaxies looking surprisingly normal today.
After decades of searching, astronomers have pinpointed the first of an estimated 10,000 stellar-mass black holes thought to lurk in Omega Centauri, the most massive stellar system in the Milky Way found so far, with a stellar mass of 3.6 million solar masses.
Em meio à polêmica envolvendo a abertura de um processo contra a OpenAI, a Apple enviou cartas — mais precisamente advertências legais individuais — para dezenas de funcionários da empresa de inteligência artificial.
Segundo o Financial Times, cerca de 40 ex-funcionários da Apple que hoje trabalham na OpenAI receberam as cartas. Nela, a Maçã solicita reuniões com seus advogados, exigindo a preservação de documentos e comunicações.
A empresa, vale recordar, acusa alguns dos seus ex-funcionários de roubar planos secretos de hardware e entregá-los à OpenAI — que trabalha atualmente com o ex-chefão de design da Apple, Jony Ive, para desenvolver seus próprios dispositivos.
O envio desse tipo de documento é descrito pelo FT como uma prática agressiva. Nos documentos judiciais, a Maçã argumenta que as evidências que possui representam apenas a “ponta do iceberg” em relação à conduta da OpenAI.
Tendo denunciado diretamente a empresa e dois de seus ex-funcionários, a Apple afirma que todo o negócio de hardware da OpenAI estaria comprometido pelo uso de seus segredos comerciais de forma ilegal.
Procuradas pelo jornal, tanto a Apple quanto a OpenAI recusaram-se a comentar a reportagem.
Ao longo da missão, o Sentinel-1A registou milhões de imagens usadas para monitorizar cheias, incêndios, gelo marinho, culturas agrícolas, infraestruturas, tráfego marítimo e operações de resposta a catástrofes.
A reorganização da operação da Ingram Micro em Portugal já está em marcha e Jaime Soler descreve as mudanças como uma evolução que traz benefícios aos clientes no mercado português.
Named Beta Pictoris d, the newly-discovered world is 100 times fainter than Beta Pictoris b -- the first planet discovered around the A5-type star Beta Pictoris -- and is among the lightest exoplanets ever to be imaged from the ground.
Entre os dias 22 e 25 de julho, a ilha de Santa Maria acolhe a conferência Atlantic Space Hub: Designing the Future of Space, com quatro dias de reflexão e debates sobre o papel dos Açores como centro atlântico para a exploração e investigação espacial.
New images of the giant elliptical galaxy NGC 4696 from the NASA/ESA/CSA James Webb Space Telescope reveal gas filaments funneling material into a spinning disk around a supermassive black hole 800 light-years across.
Using near-UV spectroscopic data from the Space Telescope Imaging Spectrograph (STIS) on the NASA/ESA Hubble Space Telescope, astronomers discovered four white dwarfs orbiting nearby red dwarf stars.
WARSAW, Poland — Poland will host the first European Space Agency (ESA) center located in an eastern flank member state, one that will be focused on civil security and resilience. […]
Astronomers using ESA’s Euclid space telescope have discovered 31 ancient quasars from a time when the Universe was just 670 to 800 million years old. One of these objects, dubbed EUCL J172902.75+641018.1, sets the new record for the most distant quasar ever reported.
The European Space Agency’s (ESA) Euclid Space Telescope has just revealed new evidence for the existence of more than two-and-a-half dozen objects that are among the oldest and most remote in the universe.
These 31 massive objects, known as quasars, rank among the oldest objects astronomers have ever seen, including two that are believed to originate from a period in the universe when our cosmos was only 5% of its current age.
The discoveries, revealed in a new study appearing in the journal Astronomy & Astrophysics, provide a remarkable look at the earliest generations of galaxies, as well as a rare look at the dynamics of the ancient black holes that once powered them.
Quasar Questions
As some of the brightest objects anywhere in our universe, quasars are remote objects resembling stars in appearance that emit unprecedented amounts of energy. They are the result of creation processes that involve enormous quantities of gas and dust, which spiral into supermassive black holes.
During the gravity-driven inward acceleration process, immense friction causes temperatures that can reach millions of degrees, which generates large amounts of energy. The resulting celestial features produce enough light to outshine entire galaxies.
Despite their brightness, the 31 newest additions to our growing collection of known quasars were difficult for astronomers to spot, given their extreme distances from Earth. The light that documents their ancient presence in the universe has traveled more than 13 billion years to make its way here, causing it to be extremely faint, and thereby very difficult to distinguish from surrounding stars whose light normally outshines them with ease.
Rotating Quasars from the Early Universe
A dozen of the newly discovered collection of quasars date to within the first 770 million years our universe existed. Add to that the fact that two of the ancient objects are believed to have formed just 670 million years after the Big Bang—at such ages, these quasars are among the oldest astronomers have ever observed.
The weight of the discoveries goes beyond just record-breaking astronomical observations, since the data they provide could help astrophysicists unravel some of the most enduring mysteries of cosmology. For instance, these quasars could help to reveal answers to questions about how supermassive black holes grew so quickly while the universe was still in its infancy.
Additionally, studying these energetic ancient giants could help to provide new insights into the formation of the earliest galaxies and the evolution of the universe while it was still in its relative infancy.
Answering Questions About the Cosmos
The recent research, led by the ESA and with contributions from its partners at NASA, has helped to place the Euclid mission in an ideal place to carry out its mission of mapping billions of galaxies. Doing so may help scientists uncover clues about the questions surrounding mysterious dark energy, which is widely believed to be the force behind the accelerating expansion of the cosmos.
Additionally, the Euclid mission’s findings could be pivotal in helping shape the future work of NASA’s Nancy Grace Roman Space Telescope, which will continue the quest to unravel the nature of dark energy and help astronomers understand the nature of the universe at large scales. Additional details about the recent quasar discoveries by Euclid can be found at the ESA’s website and on NASA’s FAQ page.
The new findings were detailed in a recent study, “Euclid: Discovery of 31 new quasars at 6.6 < z < 7.8” published in Astronomy and Astrophysics.
Micah Hanks is the Editor-in-Chief and Co-Founder of The Debrief. A longtime reporter on science, defense, and technology with a focus on space and astronomy, he can be reached atmicah@thedebrief.org. Follow him on X @MicahHanks, and at micahhanks.com.
The molten iron core deep within our planet could be much more dynamic and complicated than previously known, as revealed in new studies that point to a current of liquid metal under the Pacific Ocean that reversed directions unexpectedly more than a decade ago.
The new findings provide additional insights into a sort of hidden “engine” driving the planet’s protective magnetic field, as detailed in new reporting featured in the Journal of Studies of Earth’s Deep Interior.
According to the research, long-held assumptions about large-scale flows occurring in Earth’s outer core are now being challenged, pushing back on previous notions that they evolve only gradually over time. Now, researchers say a broad region of molten iron beneath the equatorial Pacific abruptly shifted from a weak westward flow to a strong eastward current sometime around 2010.
Earth’s Magnetic Field
Since our planet’s magnetic field is produced by the movement of superheated, electrically conductive liquid iron that is close to 2,200 kilometers (1,370 miles) below the surface, sometimes even the most nuanced changes within these deep currents can fundamentally alter the magnetic field that shields the planet from harmful charged particles emitted by the Sun.
Discovering this unexpected reversal required scientists to combine close to three decades of ground-based magnetic observations with satellite data collected from 1997 until 2025. The European Space Agency’s (ESA) Swarm Mission provided measurements, which, combined with previous observations made possible through German CHAMP and Danish Ørsted satellites, helped researchers behind the new work to construct a precise model of the changing flow patterns occurring at the boundary between Earth’s core and mantle.
“The large-scale flow reversal beneath the Pacific raises new questions about the behavior of Earth’s deep interior,” said lead author Frederik Dahl Madsen of the University of Edinburgh’s School of Geosciences.
“Scientists now want to understand whether the reversal represents a short-lived fluctuation, part of a repeating oscillation, or a new stable equilibrium for core circulation,” Madsen said.
A Weakening Current
Among their findings, the team also said they uncovered evidence that the strong eastward current appears to have weakened since 2020, raising the possibility that the reversal could represent part of a longer natural cycle.
According to Madsen, the shift coincided with changes inferred within Earth’s solid inner core, which suggests previously unrecognized links between the planet’s deepest layers.
“The rise of the strong eastward flow in the Pacific is contemporary with a change in behaviour in the inner core, as inferred from geodesy and seismology, and we hypothesize that these changes in the deep interior are associated with the changes in flow beneath the Pacific,” Madsen said.
While such processes occur thousands of kilometers beneath our planet’s surface and pose no direct dangers, they nonetheless have a vital part in sustaining Earth’s magnetic field.
Although invisible, the magnetic shielding capability it provides protects our atmosphere from solar radiation, while supporting the technologies many of us rely on daily for navigation, space weather monitoring and forecasting, and a range of other things.
ESA scientists say that in the long term, satellite missions like its Swarm mission provide a detailed picture of what’s happening in Earth’s hidden interior. That data is also revealing how the planet’s molten core may be considerably more variable and complex than once thought.
Going forward, Madsen says he and his colleagues will continue to look at how the molten flow deep within the earth is changing over time.
“Continued monitoring will be essential to determine how the flow evolves over the coming years,” Madsen said of the team’s ongoing work.
The team’s recent study, “Principal component analysis of the 2010 reversal of core-surface flow beneath the Pacific Ocean,” was published in the Journal of Studies of Earth’s Deep Interior.
Micah Hanks is the Editor-in-Chief and Co-Founder of The Debrief. A longtime reporter on science, defense, and technology with a focus on space and astronomy, he can be reached atmicah@thedebrief.org. Follow him on X @MicahHanks, and at micahhanks.com.
La Lune s'impose aujourd'hui comme l'enjeu central d'une nouvelle compétition spatiale mondiale. Mais derrière les annonces enthousiastes et les promesses d'une installation durable, quelle est la réalité ? James David Carpenter, responsable du Bureau des sciences lunaires à l'Agence spatiale...