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These App Store hidden gems prove there’s still room for great software in the AI era

Despite predictions that AI agents could make traditional apps obsolete, developers are shipping new software faster than ever. From smarter bookmarking tools and neighborhood marketplaces to digital pen pals and nature journals, here are the latest App Store finds worth adding to your Home Screen.
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Apple fecha o melhor trimestre abril-junho da sua história no último balanço de Tim Cook

Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.

Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!

Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.

A fala acima é de Cook. Ele deixará o cargo em 1º de setembro, quando John Ternus assumirá, e passará a presidir o conselho de administração.

O fenômeno Mac

Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.

A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.

O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.

O asterisco que quase ninguém vai mencionar

A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.

À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.

É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.

Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.

A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.

Linha de negócioMargem do FQ3 2026Margem do FQ3 2025Variação
Produtos40,07%34,52%+5,55pp
Serviços75,62%75,58%+0,04pp
Consolidado50,06%46,49%+3,57pp

A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.

Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.

Serviços: um pequeno sinal de alerta

Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.

A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.

Some-se a isso um risco que não tem data marcada. Boa parte da receita dos serviços vem do acordo pelo qual o Google paga à Apple para ser o buscador padrão do Safari — cerca de 36% da receita de anúncios de busca, algo próximo de US$20 bilhões por ano. Existe um processo em andamento que questiona a legitimidade desta taxa. A sentença de setembro de 2025 permitiu que o acordo continuasse, mas o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recorreu em fevereiro de 2026 e o Google entrou com recurso próprio em maio. Se a decisão cair, o buraco nessa linha é de dois dígitos de bilhão!

Três números que o comunicado não destaca

Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.

  1. O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
  2. Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
  3. O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.

Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.

A projeção para setembro veio bem abaixo

O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.

IndicadorFQ3 2026 (real)FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita16,4%de 9% a 11%
Margem bruta50,1%de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas48,1%de 47% a 48%
Receita implícitaUS$109,4 bilhõesde US$111,7 a US$113,7 bilhões

A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.

A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.

O que Ternus herda

Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.

Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.

O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.

O terceiro é entregar a Siri reformulada, anunciada na WWDC26, movida pelo Gemini do Google, prevista para o ciclo do iOS 27 e adiada por tempo indeterminado na União Europeia — decisão que a Apple atribui às exigências da Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).

A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.

Metodologia

Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.

As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.

A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.

Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.

O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.

Observação

Este texto não constitui recomendação de investimento.

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Apple Care One: So sichern Sie iPhone, iPad und Apple Watch gemeinsam für 20,99 Euro

Ziemlich genau ein Jahr nach dem Start in den USA kommt Apple Care One auch nach Deutschland. Für eine Monatsgebühr von 20,99 Euro kann man damit drei Apple-Geräte versichern; gegen Diebstahl sind nun auch iPad und Apple Watch abgesichert. Das Angebot startet am 4. August.

Bisher zahlte man für jede Apple-Care-Versicherung bei Apple einzeln. Neu gekaufte Geräte konnte man direkt beim Kauf oder bis zu 60 Tage danach in die Garantieverlängerung aufnehmen. Kunden von Apple Care+ (Einzelgeräte) und Apple Care One (drei oder gegen Aufpreis von 5,99 Euro je Gerät auch mehr) erhalten neben der verlängerten Garantie schnellere und vergünstigte Reparaturen bei unabsichtlichen Beschädigungen, vorrangigen Support von Apples Experten und gratis Austausch von Batterien, sofern deren Gesundheitszustand unter 80 Prozent liegt.

Bisher war von Apple Care nur das iPhone gegen Diebstahl geschützt, jetzt gilt der Schutz vor Langfingern auch für iPad und Apple Watch. Macs sind weiterhin nicht gegen Entwenden versicherbar.

In bestehende Apple-Care-Verträge kann die Kundschaft ab dem 4. August vom iPhone oder Mac aus den Einstellungen heraus weitere Geräte in die Option Apple Care One aufnehmen. Dazu müssen sie jedoch in einem guten Zustand sein und dürfen nicht älter sein als vier Jahre.

Kunden von Apple Care One können verkaufte oder innerhalb der Familie weitergegebene Geräte selbst aus dem Bundle entfernen, um wieder neue hinzufügen zu können. Gibt man bei Apple ältere Geräte beim Neukauf in Zahlung, erfolgt der Austausch in der Police automatisch. Apple Care One gilt nur für Geräte, die an den gleichen Apple Account gekoppelt sind. Die Police auf Geräte anderer Familienmitglieder aufzuteilen, geht nicht.

Die Preise für Apple Care+ hängen vom Gerät ab: Für das iPhone 17e zahlt man inklusive Schutz vor Diebstahl und Verlust 9,99 Euro im Monat, für die Spitzenmodelle wie iPhone Air oder iPhone 17 Pro werden 14,99 Euro im Monat fällig. Für die Absicherung des Macbook Air verlangt Apple 84,99 Euro im Jahr oder einmalig 235 Euro für drei Jahre. Wer Apple Care One statt dreier Einzelverträge bucht, spart laut Apple 13,48 Euro im Monat. Erst am 15. Juli hatte Apple die Preise für Apple Care+ erhöht, die Flatrate für drei Geräte kommt gerade recht.

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Trans Suspects Can Still Request Female Strip-Search, High Court Rules

Campaigners have failed to overturn police guidance allowing trans suspects to request a strip-search by an officer of their 'lived-in gender' after the High Court ruled the practice was lawful.

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Brain-region microstructure and gene activity reveal Alzheimer’s neurodegeneration

Alzheimer’s disease may be leaving a more precise anatomical signature in the brain than scientists once realized. A new study published in Translational Psychiatry investigates regional changes in the fine structure of brain tissue immediately beneath the cerebral cortex, known as the juxtacortical region, and links those changes to patterns of gene expression associated with neurodegeneration. The work, led by J. Zhang, L. Sun, X. Yang and colleagues, offers a combined view of Alzheimer’s biology that connects what can be detected through brain imaging with the molecular programs active inside vulnerable neural tissue.

The juxtacortical zone is a narrow but biologically important interface. It lies directly beneath the cortex, the outer layer responsible for functions including memory, language, perception and decision-making. Although much Alzheimer’s research has focused on cortical thinning, large-scale tissue loss and abnormalities in deeper brain structures, the tissue bordering the cortex may reveal earlier or more regionally specific changes. Its organization includes densely packed axons, dendrites, neurons, glial cells and blood vessels, all of which can be affected as the disease progresses. Subtle disruption in this area could therefore provide clues before dramatic anatomical damage becomes visible.

The study’s central idea is that Alzheimer’s disease does not alter every brain region in the same way. Instead, neurodegeneration follows a complex geography shaped by cellular composition, connectivity, metabolism and genetic vulnerability. By examining regional juxtacortical microstructural changes, the researchers seek to move beyond a simple question of whether tissue has shrunk. Microstructure refers to the organization of brain components at scales smaller than conventional anatomical imaging can directly resolve. Variations in water diffusion, tissue organization and local architecture can serve as indirect markers of changes to axons, membranes, extracellular space and other microscopic features.

This regional perspective matters because the same imaging signal can arise from different biological processes. A change in tissue organization may reflect loss of neuronal connections, damage to myelinated fibers, altered glial activity, inflammation or shifts in the balance of cellular compartments. Imaging alone can reveal where abnormalities are concentrated, but it cannot always explain why they occur. The researchers therefore paired their investigation of juxtacortical structure with gene-expression information, creating a bridge between regional anatomy and molecular biology. That combination can help identify which biological pathways may underlie the imaging patterns seen in Alzheimer’s disease.

Gene expression describes the activity of genes within cells and tissues: which genetic instructions are being read, and at what levels. In the Alzheimer’s brain, these molecular signatures can point toward processes such as synaptic dysfunction, immune activation, impaired energy production, protein handling and cellular stress. Mapping gene-expression patterns onto regions showing microstructural alterations may reveal whether vulnerable areas share particular molecular characteristics. It may also help distinguish tissue changes related directly to neurodegeneration from those associated with aging or general brain atrophy. The result is a more layered portrait of disease, linking microscopic organization to the biological machinery that maintains it.

The findings described by the paper’s title suggest that these two forms of evidence—regional microstructure and gene activity—provide complementary insights into Alzheimer’s pathology. Rather than treating the brain as a uniform organ undergoing gradual damage, the research emphasizes a mosaic of vulnerability. Some areas may show distinctive structural disruption alongside gene-expression profiles associated with neuronal injury or altered support-cell function, while other regions may be relatively resilient. Such differences could help explain why symptoms vary between individuals and why memory, language, attention and other abilities can deteriorate along different trajectories.

The work could also influence how scientists think about biomarkers. A biomarker is a measurable biological feature that helps indicate disease presence, progression or response to treatment. Traditional markers of Alzheimer’s include abnormal amyloid and tau proteins, brain volume loss and changes in metabolism. Juxtacortical microstructural measures, especially when interpreted alongside molecular data, could eventually add regional detail to this toolkit. They might help researchers identify tissue at risk, track the spread of degeneration or evaluate whether an experimental therapy is protecting neural architecture even before clinical improvement becomes obvious.

However, the study should not be interpreted as proof that a single imaging signature can diagnose Alzheimer’s disease or predict an individual’s future with certainty. Microstructural measurements are indirect, and gene-expression data often come from specialized datasets that may not capture every cell type or every stage of disease. Differences in age, disease severity, medication, vascular health and individual brain organization can also influence results. The strength of the approach lies not in one isolated measurement, but in the convergence of regional imaging and molecular evidence. Together, these methods can generate testable hypotheses about how and where neurodegeneration unfolds.

The broader message is that Alzheimer’s research is moving toward increasingly integrated maps of the human brain. The study by Zhang, Sun, Yang and colleagues presents the juxtacortical region as a potentially informative frontier, where microscopic tissue organization and gene regulation intersect. If future research confirms these relationships in larger and more diverse groups, the approach could sharpen disease staging and improve the design of targeted therapies. For now, the findings add weight to a crucial principle in neuroscience: understanding Alzheimer’s requires knowing not only which brain regions are damaged, but also how their cellular architecture and molecular identity make them vulnerable.

Subject of Research: Regional juxtacortical microstructural changes and gene expression in Alzheimer’s disease

Article Title: Regional juxtacortical microstructural changes and gene expression provide insights into neurodegeneration in Alzheimer’s disease

Article References: Zhang, J., Sun, L., Yang, X. et al. “Regional juxtacortical microstructural changes and gene expression provide insights into neurodegeneration in Alzheimer’s disease.” Translational Psychiatry (2026). https://doi.org/10.1038/s41398-026-04292-z

Image Credits: AI Generated

DOI: https://doi.org/10.1038/s41398-026-04292-z

Keywords: Alzheimer’s disease, neurodegeneration, juxtacortical microstructure, gene expression, brain imaging, neuroscience, biomarkers, translational psychiatry

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Momiji: A new FireFox browser for OS X Lion – Mojave

Thought your older Intel Macs running on Lion all the way up through Mojave could no longer have a modern, functional web browser? Named after the “red leaves of autumn” in Japanese and based off of FireFox 140 ESR from June 2025, it’s quite an upgrade.     It is a fork/successor to the FireFox-dynasty […]

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Mac Running Slow? How to Make it Fast Again

Have you been asking yourself this question lately, “Why is my Mac running slowly?” If yes, you’re one of a number of users who encounter the problem wherein their computer starts to slow down. It’s a perennial question that we all ask ourselves at some point after using our Macs for a while. It’s ironic […]

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Como desativar os atalhos personalizados do Firefox [iPhone, iPad e Mac]

Se você usa o Mozilla Firefox como o seu navegador padrão em iPhones, iPads ou Macs, já deve ter notado que há algumas áreas do browser que podem trazer certos tipos de anúncios.

Uma dessas áreas é justamente a página inicial do Firefox, que pode sugerir atalhos patrocinados. Felizmente, um truque permite desabilitar facilmente isso. Veja, a seguir, como fazer isso! 🙂

Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no iPhone/iPad

  1. Com o Firefox aberto, toque nos três pontinhos (na parte inferior) e vá até “Configurações”.
  1. Escolha “Tela inicial” e “Atalhos”.
  2. Desmarque a opção “Atalhos patrocinados”.

Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no Mac

  1. Clique em “Firefox”, na barra de menus, e escolha “Configurações…”, use o atalho ⌘ command , ou vá até os três risquinhos (no canto superior direito) para escolher a mesma opção.
  1. Selecione “Página inicial e início”.
  2. Desmarque a opção “Atalhos patrocinados” abaixo de “Apoie o Firefox”.

via iDownloadBlog

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Is this Billboard Hot 100 hit AI slop?

The seemingly AI generated cover art for Fenix Flexin’s Rubberz.
That cover art is almost certainly AI, too. | Image: Fenix Flexin

Fenix Flexin is best known as a member of Shoreline Mafia, a rap duo from Los Angeles. But he's recently found solo success with the track "Rubberz," which has climbed to number 58 on the Billboard Hot 100. Almost immediately, though, questions were raised about the song's origins, with many speculating that it was largely, if not entirely, generated by AI. Fenix has denied those accusations, but done little to dispel them.

Part of the suspicion is certainly due to the fact that the song is a dramatic left turn. Fenix has primarily trafficked in trap-influenced West Coast rap. "Rubberz," on the other hand, is heavily influenced by '80s UK s …

Read the full story at The Verge.

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Como gerar um código QR para uma página no Mozilla Firefox pelo Mac

Além de compartilhar uma página da web usando um link normal, o navegador Mozilla Firefox também permite enviar um endereço da web de outra forma.

Mais precisamente, trata-se da geração de um código QR (QR code) — que pode, posteriormente, ser lido a partir de qualquer câmera ou compartilhado em uma postagem, por exemplo.

Veja como fazer isso no seu Mac! 👨‍💻

  1. Com o Firefox aberto no seu computador, siga um dos seguintes procedimentos:
    • Clique com o botão direito em cima da aba;
    • Vá até “Arquivo”, na barra de menus;
  1. Selecione “Compartilhar” e “Gerar código QR…”.
  1. Clique em “Salvar” para fazer o download do código ou em “Copiar” para que ele seja copiado para a área de transferência.

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Como desativar as recomendações do Mozilla Firefox durante a navegação no Mac

Um dos navegadores mais usados mundo afora é o Mozilla Firefox. Com ele, é possível desfrutar de diversos recursos, como uma proteção avançada contra cookies e um agrupamento por abas, por exemplo.

Para evitar que as recomendações de popup sigam aparecendo na tela e acabem atrapalhando a sua experiência, é possível desabilitá-las facilmente no seu Mac.

Veja como fazer! 🙂

  1. Com o Firefox aberto no seu computador, clique no botão com três risquinhos (no canto superior direito) e escolha “Configurações”. Se preferir, você pode abrir a mesma tela indo até Firefox » Configurações…, na barra de menus, ou utilizando o atalho de teclado ⌘ command ,.
  1. Escolha “Abas e navegação”, na barra lateral esquerda.
  2. Na seção “Recomendações”, desmarque os dois ajustes: “Recomendar extensões enquanto você navega” e “Recomendar recursos enquanto você navega”.

Simples, não?! 😉

via iDownloadBlog

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