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Trump ameaça tarifaço contra a UE por multas à Apple e Big Techs americanas

Em sua rede social (a Truth Social), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que investigará as multas cobradas pela União Europeia contra empresas de tecnologia americanas (como a Apple, a Amazon, o Google e a Meta) acusadas pelo bloco de terem violado a Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).

Na declaração, Trump prometeu reverter as penalidades financeiras aplicadas às empresas estadunidenses sancionando tarifas contra a UE. Ele também aproveitou a oportunidade para alfinetar o ex-presidente do país, Joe Biden:

A União Europeia atacou de novo e, como de costume, mirou diretamente nas GRANDES empresas americanas! Depois de multar a Apple, sem motivo aparente, em US$15 bilhões, a Meta em US$3 bilhões, a Amazon em US$2,5 bilhões, e muitas outras, nós acabamos de ser informados que o Google, um grupo fantástico e realmente avançado, acabou de receber outra multa de US$1 bilhão, sem explicação. Isso leva o total do Google para mais de US$18 bilhões!

Essa prática ilegal e altamente discriminatória começou nesses níveis elevados durante o primeiro ano da administração do dorminhoco Joe Biden, mas não continuará durante a administração Trump.

Os Estados Unidos da América não são um “COFRINHO” da Europa, e nós não vamos permitir que sejam!

Que esta VERDADE sirva para representar que vamos iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 1Lei americana de comércio que investiga práticas tributárias ou sanções injustas de outros países contra os EUA. sobre essa prática de “ROUBAR” empresas americanas e, por consequência, o contribuinte americano.

A União Europeia vai pagar caro por essa conduta ilegal e altamente antiética, sobre a qual venho alertando-os de maneira consistente. As penalidades serão inteiramente revertidas e, como esperamos, TARIFAS substanciais serão aplicadas contra eles assim que possível. Fiquem ligados!

Presidente DONALD J. TRUMP

Não é a primeira vez que o mandatário dos EUA critica a maneira como a UE penaliza as empresas americanas: em 2025, ainda recém-empossado, ele não apenas criticou essas práticas, como alegou que as multas eram, na verdade, pretextos para uma retaliação tributária e “injusta”.

Vale lembrar que o segundo mandato de Trump foi endossado de maneira reputacional e monetária por praticamente todas as empresas citadas na declaração — especialmente o CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple, Tim Cook, que ajudou a financiar a cerimônia de inauguração do seu governo.

via MacRumors

Notas de rodapé

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    Lei americana de comércio que investiga práticas tributárias ou sanções injustas de outros países contra os EUA.
  • 2
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Proteção robusta do macOS dificulta ataque que substitui apps legítimos por malware

Os pesquisadores de segurança Talal Haj Bakry e Tommy Mysk descobriram uma vulnerabilidade no macOS a qual permite que apps confiáveis sejam substituídos por softwares maliciosos, mas o seu funcionamento é mais complexo do que parece à primeira vista.

A brecha é iniciada por arquivos de execução de aplicativos baixados pela internet, que são silenciosamente substituídos por malwares (provavelmente compactados no formato .tar). Há, porém, um grande asterisco para que o ataque seja bem sucedido, suficiente para aliviar a preocupação de muitos: ele exige que já exista um acesso prévio a esse Mac para funcionar corretamente.

A execução decorre da ausência de uma segunda verificação do Gatekeeper (sistema de defesa do macOS quanto aos arquivos de um determinado aplicativo), checando a segurança dos apps apenas durante a primeira execução. As modificações até podem condicionar a abertura de uma caixa de diálogo, mas essas permissões são solicitadas em nome do arquivo executável baixado originalmente pelo usuário, o que diminui descrenças sobre a segurança da ação.

A melhor forma de se prevenir é evitar o download de arquivos e executáveis por parte de fontes desconhecidas, inclusive nos casos em que o que foi baixado é associado a um software da sua confiança. A brecha, vale lembrar, não afeta nada baixado pela Mac App Store.

Os pesquisadores relataram o problema à Apple, que optou por encerrar o caso sem resolver a falha.

via AppleInsider

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Anthropic lança Claude Opus 5, com inteligência do Fable 5 por metade do preço

A Anthropic lançou hoje o aguardado Claude Opus 5, modelo que é descrito pela empresa como proativo, atencioso e com um nível de inteligência que se aproxima do Fable 5, mas que custa a metade do preço do modelo mais poderoso.

O modelo mais do que dobra a performance do Opus 4.8 com um custo menor por tarefa, além de ter uma alta capacidade de verificação e iteração e de ser capaz de criar seus próprios pipelines de visão computacional e ambientes de teste.

O Opus 5 também apresenta melhorias significativas em biologia estrutural, química orgânica e bioinformática. Ele produz melhores outputs como ilustrações interativas de células, visualizações de fluxo de ar em objetos aerodinâmicos.

Claude Opus 5

O modelo apresenta as menores taxas de comportamento enganoso e maior resistência a tentativas de uso indevido. Apesar de ser menos restritivo que o Fable 5, ele também conta com limitações para não explorar falhas cibernéticas descobertas.

Introducing Claude Opus 5.

It's a thoughtful and proactive model that comes close to the frontier intelligence of Fable 5 at half the price. pic.twitter.com/GQWhcq2CQL

— Claude (@claudeai) July 24, 2026
Apresentando o Claude Opus 5.

É um modelo atencioso e proativo que chega perto da fronteira de inteligência do Fable 5 por metade do preço.

Em termos de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações., o Opus 5 permite modificar as ferramentas em uma conversa sem invalidar o cache e gerar um novo processamento, além de estrear um sistema de fallbacks que visa reduzir as interrupções causadas por filtros de segurança.

Com o mesmo preço do modelo Opus 4.8 (US$5 por milhão de tokens de entrada e US$25 por milhão de tokens de saída), o Opus 5 já está disponível em todas as plataformas do Claude e conta com um modo Fast, que permite rodá-lo cerca de 2,5x mais rápido que a velocidade padrão pelo dobro do preço base.

Notas de rodapé

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    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

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Os seus periféricos podem estar a instalar software sem autorização. Saiba como impedir o Windows de o fazer

Vários monitores LG têm instalado aplicações automaticamente através do Windows Update, sem qualquer ação do utilizador. Descubra como travar este comportamento no Windows 11.

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Novas tarifas sobre importações nos EUA poderão afetar produção de iPhones

O governo dos Estados Unidos aplicou uma tarifa de 10% para importações de cerca de 60 países, incluindo alguns dos territórios onde os produtos da Apple são montados.

Resultado de uma investigação conduzida pelo Representante de Comércio dos Estados Unidos (United States Trade Representative, ou USTR) sobre o possível uso de trabalho forçado na produção de bens, as novas medidas tributárias entram em vigor hoje, substituindo a tarifa geral de 10% sobre importações imposta pela administração de Donald Trump, que deixou de valer após decisão da Suprema Corte americana.

O memorando publicado pela Casa Branca prevê algumas exceções à aplicabilidade do imposto, isentando itens que causam impactos econômicos generalizados caso sejam tarifados, além de produtos que não possam ser produzidos em quantidade suficiente ou a preços competitivos nos EUA — o que hipoteticamente poderia ser uma brecha para a Apple, que poderia argumentar não ter capacidade de realocar a sua cadeia de suprimentos para o território americano sem comprometer os preços praticados.

O documento ainda prevê isenção das tarifas para produtos em que a medida não contribui de forma significativa para eliminar as práticas que motivaram sua elaboração.

É difícil afirmar com precisão como isso impactará os produtos da Apple, mas no âmbito das empresas impactadas pela medida, estão as operações da Foxconn, uma das principais parceiras da Maçã na montagem dos seus produtos. A empresa, vale lembrar, foi denunciada em 2025 por apresentar más condições de trabalho aos seus empregados durante a produção do iPhone 17, acarretando investigações das denúncias por parte da própria Apple.

Por tudo isso, é razoável afirmar que as isenções não deverão se aplicar aos produtos da Apple de imediato — e o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da empresa, Tim Cook, poderá ter que entrar em campo novamente para negociar novos termos com o presidente Trump, antes mesmo de deixar o cargo para John Ternus.

via AppleInsider

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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ClickFix: Ataques aumentam 108% e evoluem com falsas ferramentas de IA e roubo de contas Microsoft

Segundo a ESET, a ameaça do ClickFix continua a crescer e a evoluir. Entre as novas vertentes do ataque estão páginas falsas de ajuda baseadas em IA, extensões maliciosas e processos de autenticação manipulados. 

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Apple Watch ajuda a salvar homem diagnosticado com embolia pulmonar

Após um relato da própria Apple envolvendo um salvamento de um acidente graças ao Watch, veio à tona mais um caso em que o relógio ajudou a detectar uma doença antes que algo de mais grave pudesse acontecer.

O relato da vez vem de Mohammad Islam, morador de Ohio (nos Estados Unidos). Ele afirmou à imprensa local que tudo começou num dia qualquer, quando ele sentiu dores, problemas estomacais, falta de ar e dificuldade para caminhar.

Sozinho, ele quase morreu enquanto levava o lixo para fora.

Assim que me virei, simplesmente desmaiei. Perdi a consciência e não lembro de mais nada depois disso.

Islam, que conseguiu se apoiar em uma cadeira e se sentar, logo ouviu barulhos de sirenes. Eram socorristas, que haviam sido chamados automaticamente pelo Apple Watch assim que o relógio detectou a queda resultante do desmaio.

Durante atendimento médico, ele foi diagnosticado com coágulos sanguíneos nos pulmões, condição também conhecida como embolia pulmonar. Ele poderia não ter sobrevivido caso o socorro não tivesse chegado a tempo.

O homem ainda não sabe ao certo o que causou a complicação médica, mas agradece às filhas por terem lhe dado de presente o Apple Watch que ajudou a salvar sua vida.

Apple Watch Ultra 3

Cores: natural ou preto
Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
R$ 7.850,50
R$ 10.499,00

Apple Watch Series 11

Material: alumínio ou titânio
Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
Tamanho: 42mm ou 46mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
R$ 4.599,00
R$ 5.499,00

Apple Watch SE 3

Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.444,43
R$ 3.299,00

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Como ocultar os dados de exercícios enquanto o iPhone estiver bloqueado

Para evitar que as suas informações acabem sendo visualizadas por outras pessoas, a Apple permite escolher o que pode ou não ser mostrado no seu iPhone enquanto ele estiver bloqueado.

Dentre as opções, é possível ocultar os dados de saúde de exercícios físicos iniciados usando o seu iPhone ou Apple Watch. Assim, somente após você ter feito a autenticação via Face ID, Touch ID ou código, eles serão mostrados.

Veja como limitar isso! 🏃‍♂️

  1. No seu iPhone, abra os Ajustes (Settings) e toque em “Face ID e Código” ou “Touch ID e Código”, dependendo do seu aparelho.
  2. Autentique-se digitando a senha usada para desbloquear o iPhone.
  1. Na seção “Permitir Acesso Quando Bloqueado”, desmarque a opção “Dados de Saúde do Exercício”.

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Threads ganha recursos de controle parental e novidades para Live Chats

Como parte de seus esforços para dar a pais um maior controle sobre o que seus filhos visualizam e com quem se comunicam em suas plataformas, a Meta está expandindo alguns dos seus recursos de controle parental para o Threads.

A partir da semana que vem, pais e responsáveis nos Estados Unidos poderão usar a Central da Família da Meta para controlar como as crianças sob sua guarda usam o Threads — tal como já é possível no Instagram e no Facebook.

Supervisão parental da Meta
Supervisão parental da Meta

Divulgação/Meta

Quando a supervisão estiver ativada, pais poderão visualizar o tempo que as crianças e adolescentes gastam na plataforma, definir limites de tempo para o uso, gerenciar quem pode marcá-los em posts e preferências de conteúdo.

A Meta ainda destacou que continuará expandindo suas ferramentas de supervisão para tornar mais fácil a familiares encontrarem controles e apoiar a experiência de seus adolescentes nas suas diferentes plataformas.

Novidades para os Live Chats

Além dos recursos de controle parental, o Threads também está ganhando novidades especificamente para os Live Chats, bem como anunciou recursos que chegarão em breve às suas salas de bate-papo públicas.

Segundo o TechCrunch, a Meta está liberando a criação de Live Chats para todos os Community Champions (usuários ativos e influentes nas comunidades da plataforma) e um recurso que permite traduzir mensagens na conversa.

Anfitriões, por sua vez, agora contam com um maior destaque em suas mensagens, bem como podem convidar até três co-hosts para ajudá-los a conduzir uma conversa, além de agora poderem excluir mensagens para todos os participantes.

Para o futuro, a Meta prometeu novidades como suporte aos Live Chats na versão para desktop do Threads e às mensagens fixadas, que permitirão ao anfitrião deixar avisos ou informações importantes no topo de uma conversa.

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Firefox 153 transforma contêineres em recurso nativo do navegador

O Mozilla Firefox foi atualizado hoje para a versão 153, tanto no macOS quanto no iOS/iPadOS. Entre as várias novidades introduzidas pelo update, estão os Contêineres (Containers), que permitem separar as diferentes partes da sua vida online na mesma janela do navegador.

Assim como a extensão Multi-Account Containers, o novo recurso torna possível logar em diferentes contas sem precisar abrir uma outra instância do Firefox. Ao recorrer aos Contêineres (que ainda estão em preview, diga-se), você também mantém os seus cookies e dados de anúncios direcionados isolados em ambientes distintos.

Segundo a Mozilla, ao tornar um recurso desse tipo em uma ferramenta nativa do navegador, a versão 153 livra usuários de ter que procurar por um add-on, além de facilitar a abertura, a criação e o gerenciamento de contêineres de páginas que você já costuma acessar. Usuários de longa data do Multi-Account Containers, no entanto, não serão deixados de lado, uma vez que a nova solução mantém “a funcionalidade, a flexibilidade e a identidade visual” da extensão.

Nesse preview, já é possível abrir páginas em contêineres específicos, customizá-los com nomes, cores e ícones da sua escolha e gerenciá-los diretamente do menu “Configurações”. Para abrir uma aba contêiner, basta clicar com o botão direito do mouse ou tocar e segurar no botão de nova aba (+) e selecionar a opção correspondente.

Outras novidades

Agora, é possível compartilhar qualquer página com um código QR ao clicar com o botão direito do mouse em uma aba e ir em Compartilhar » Gerar código QR.

Código QR do Firefox para o compartilhamento de uma página composto por pontos pretos com o logo do navegador (um globo envolto por uma raposa avermelhada). Logo abaixo, há botões para salvar ou copiar o código.
Divulgação/Mozilla

Também passou a ser possível juntar múltiplos PDFs em um único documento ao arrastar um arquivo do tipo para a barra lateral de PDF, bem como adicionar imagens como novas páginas de um documento usando o editor de PDF nativo do Firefox.

Ademais, digitar “pick color”, “color picker” ou “eyedropper” na barra de endereço agora faz com que o seletor de cores nativo do Firefox, o Pick a color, seja ativado. Na mesma toada, o Firefox passou a permitir que usuários digitem “labs” ou “experiment” na barra de endereço para acessar a ação rápida “Open Firefox Labs” facilmente.

Usuários de Mac, por sua vez, notarão que o atalho de teclado fn (tecla representada por um globo) F agora é suportado pelo Firefox, permitindo entrar rapidamente no modo de tela cheia do macOS.

O ícone de acesso à localização do usuário agora fica destacado em vermelho sempre que um site obtém acesso às suas coordenadas, além de ficar visível em páginas de resultados de busca (antes ele era ocultado).

Ícone de acesso à localização do Firefox 153, destacado em vermelho no canto esquerdo da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

Por fim, o assistente Smart Window (ainda em beta) agora permite selecionar diferentes modelos de inteligência artificial (IA) diretamente da sua interface, e a Nova aba (New Tab) do recurso ganhou uma barra de endereço mais familiar para acessar sites ou pesquisar na web.

Seletor de modelos de IA (em formato de lista) do assistente Smart Window no Firefox 153, posicionado no canto inferior direito da barra de endereço.
Divulgação/Mozilla

O Firefox 153 já está disponível para download tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. Em ambos os casos, o update também introduz uma série de correções de bugs e melhorias de desempenho, as quais podem ser conferidas aqui e na página do browser na App Store.

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Apple divulga relato de homem salvo com a ajuda do Apple Watch

Já compartilhamos muitos casos de vidas que foram salvas com a ajuda do Apple Watch, mas a maioria deles parte de relatos feitos pelos protagonistas (ou terceiros) nas redes sociais ou para publicações jornalísticas.

Desta vez, a própria Apple publicou em seu canal no YouTube o relato de um homem chamado Phil, que contou em um vídeo de pouco mais de meio minuto como o recurso SOS de Emergência do relógio salvou a sua vida.

Ele relatou estar pedalando em uma trilha com seus filhos pequenos quando calculou mal um salto e sofreu um acidente que o deixou desacordado — o que fez o Apple Watch detectar a queda e ligar imediatamente para a emergência.

“Só agradeço muito por estar usando o meu Apple Watch”, disse Phil, que foi resgatado pelos bombeiros e ficou internado por uma semana após quebrar a clavícula e sete costelas por causa do acidente.

Baita história, não?

Apple Watch Ultra 3

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Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia
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Cores: meia-noite ou estelar
Tamanhos: 40mm ou 44mm
Conectividade: GPS ou GPS + Cellular
Pulseira: esportiva
R$ 2.466,78
R$ 3.299,00

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Apple confirma que corrigiu brecha no recurso Ocultar Meu E-mail do iCloud+

Como informamos no começo deste mês, o 404 Media jogou luz sobre uma grave brecha envolvendo o recurso Ocultar Meu E-mail (Hide My Email), do iCloud+, que poderia expor o endereço que deveria ser mantido em sigilo.

Agora, o mesmo veículo informou que a Apple corrigiu a vulnerabilidade em questão em uma atualização (muito provavelmente remota) lançada em 3 de julho — mais de um ano após ter sido alertada sobre a falha.

Tyler Murphy, cofundador da EasyOptOuts e responsável por relatar a falha à Apple inicialmente, disse ter sido informado de que o caso estava sob investigação. A Apple afirmou a ele que a vulnerabilidade havia sido corrigida em março de 2026, o que não aconteceu. Nos meses seguintes, a Apple disse estar analisando o problema novamente […] por isso, Murphy contatou o 404 Media para tornar o caso público.

Como já informamos, o envio de um email para um usuário que possuía o recurso de privacidade ativado — email esse que acabava sendo rejeitado como spam — fazia com que o endereço real da pessoa aparecesse nos registros do remetente.

O 404 Media confirmou que a vulnerabilidade foi corrigida, mas ainda aponta que os usuários devem ser cautelosos.

A falha que fazia com que o recurso Ocultar Meu E-mail da Apple vazasse endereços ocultos para os remetentes foi corrigida. No entanto, não acreditamos que o risco para os usuários do recurso tenha sido eliminado. Como emails legítimos podiam ser rejeitados (gerando uma devolução ou bounce), revelando seu endereço oculto, e como os registros de transferência de email são frequentemente armazenados, presumimos que qualquer endereço oculto vinculado a um endereço do Ocultar Meu E-mail criado antes de 7 de julho de 2026 pode ter sido exposto e ainda pode constar em registros de terceiros.

A Apple, vale lembrar, já foi alvo até mesmo de uma ação judicial devido à falha, com os autores da ação buscando o reconhecimento de uma ação coletiva. Eles alegam que a Apple violou uma lei da Califórnia sobre publicidade enganosa e outras normas de proteção ao consumidor, pois a empresa sabia que o recurso não funcionava conforme anunciado.

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Google lança modelos Gemini 3.6 Flash, 3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber

O Google apresentou hoje novas variantes para a geração 3.0 dos modelos de inteligência artificial generativa do Gemini. Mais especificamente, foram lançados o Gemini 3.6 Flash, o 3.5 Flash-Lite e o 3.5 Flash Cyber.

A maior novidade é justamente o 3.6 Flash, que agora é o principal modelo “rápido” da empresa. Ele foi projetado com base em feedbacks dos usuários do 3.5 Flash e visa oferecer um equilíbrio ideal entre eficiência e qualidade.

Today we’re expanding the Gemini family with three new models built to be faster, more token efficient, and reliable at scale.

Meet the new Gemini models ↓ pic.twitter.com/hVYNQqxgjd

— Google (@Google) July 21, 2026
Hoje, estamos expandindo a família Gemini com três novos modelos criados para serem mais rápidos, mais eficientes no uso de tokens e confiáveis ​​em escala.

Conheça os novos modelos Gemini. ↓

Na prática, o 3.6 Flash gasta 17% menos tokens de saída para tarefas semelhantes, bem como precisa de menos etapas de raciocínio e menos chamadas de ferramentas para concluir fluxos de trabalho compostos por várias etapas.

Essa eficiência também vem acompanhada de um preço menor. Custando US$1,50 por milhão de tokens de entrada e US$7,50 por milhão de tokens de saída, o 3.6 Flash reduz o custo total por tarefa executada por agentes, tornando-os mais baratos para desenvolver e operar.

Ele também é mais preciso em programação, avança significativamente em ML 1Machine learning, ou aprendizado de máquina., apresenta maior capacidade de interação com computadores e um melhor desempenho em tarefas envolvendo conhecimento.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

Além disso, o novo modelo tem proteções reforçadas contra usos indevidos relacionados a materiais químicos, biológicos, radiológicos e nucleares (CBRN) e ataques cibernéticos.

3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber

Continuando os investimentos na família de modelos 3.5, o Google apresentou hoje o 3.5 Flash-Lite como o “modelo mais rápido da família”, desenvolvido para tarefas de baixa latência e alto volume de processamento.

Altamente superior ao Gemini 3.1 Flash-Lite, seu antecessor direto, ele gera 350 tokens de saída por segundo e custa apenas US$0,30 por milhão de tokens de entrada e US$2,50 por milhão de tokens de saída.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

O 3.5 Flash Cyber, por sua vez, é o 3.5 Flash rodando no sistema de IA do Google voltado à segurança (o CodeMender) e ajustado para encontrar e corrigir falhas de cibersegurança com um baixo custo por token.

Novos modelos do Gemini
Divulgação/Google

Ele será disponibilizado inicialmente apenas para governos e parceiros confiáveis por meio de um programa piloto de acesso limitado para que eles encontrem e corrijam possíveis vulnerabilidades críticas.

Além disso, o Google também afirmou que sua equipe de desenvolvedores já está focada na construção do Gemini 4 — o pré-treinamento mais ambicioso para essa nova geração, inclusive, já começou.

Notas de rodapé

  • 1
    Machine learning, ou aprendizado de máquina.

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Novo malware usa CAPTCHA falso para roubar senhas no macOS

Pesquisadores da Group-IB apontaram a existência de um novo malware para macOS chamado ClickLock Stealer, que usa uma falsa verificação da Cloudflare para enganar os usuários, roubando dados sensíveis.

Mirando usuários na Itália, nos Estados Unidos, na Jordânia e no Reino Unido, os criminosos iniciam o ataque simulando uma verificação de CAPTCHA da Cloudflare e, na sequência, convencem a vítima a copiar e colar um comando no Terminal do Mac.

Após a execução, o malware é instalado enquanto exibe uma falsa tela de progresso. Se o usuário optar por tentar interromper a instalação ou não seguir de alguma forma com o processo, ele fecha todos os aplicativos visíveis, deixando apenas uma janela para inserir a senha do macOS. O ciclo de insistência do software pode passar dos 3 dias (algo em torno de 83 horas, segundo o estudo).

Depois de instalado, o malware começa a coletar senhas de navegadores, extensões de carteiras de criptomoedas, arquivos de carteiras digitais, dados de gerenciadores de senhas e outras informações comprometedoras.

Segundo os especialistas, o ClickLock Stealer começou a ser distribuído em maio passado, passando despercebido por todos os mecanismos de pesquisa até recentemente. Ele foi identificado em 33 países, em sua maioria europeus, sem veiculação a algum grupo de crime cibernético, distribuído muito possivelmente por uma campanha de engenharia social do tipo ClickFix.

O estudo recomenda aos usuários que nunca colem comandos de websites no Terminal, independentemente de como a página se parece ou do que ela alega fazer, e a nunca entregar a sua senha a espaços extraoficiais (como comandos) — caso você perceba que a execução de outros aplicativos está sendo encerrada. Se você desconfiar que a sua máquina foi infectada com o malware, revogue as sessões dos seus navegadores e altere todas as credenciais potencialmente comprometidas.

via Macworld

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Apple e Google são pressionadas a banir apps que geram nudez com IA

A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.

As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.

Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:

Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.

Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.

A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.

Ao longo dos últimos meses, a empresa foi criticada por autoridades como o governo do Reino Unido e o estado americano da Virgínia Ocidental para combater a proliferação de apps com conteúdo adulto em meio a crianças e adolescentes.

Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:

O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.

A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.

via WIRED

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A melhor defesa de Portugal cabe numa sala

a responsabilidade da Cibersegurança não pode continuar fechada no IT. Já não é apenas um tema tecnológico; é uma responsabilidade organizacional que exige envolvimento da gestão e capacidade de traduzir risco para a linguagem da decisão, avisa David Grave.

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