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Suporte da Apple, SmartGym, Tripsy e outros apps têm interfaces adaptadas ao iPhone Duo

Com o início das entregas do iPhone Duo previsto para esta sexta-feira (23/10), alguns desenvolvedores de aplicativos (inclusive a própria Apple) estão correndo contra o tempo para adaptar os softwares ao novo formato.

No caso da Maçã (que, obviamente, já adaptou a maioria dos apps da empresa por meio de atualizações de sistema), a novidade é o aplicativo Suporte (Support), atualizado hoje para a versão 5.17 com “suporte ao iOS 27.1 e iPhone Duo”.

Partindo para os apps de terceiros, o SmartGym chegou recentemente à versão 8.1 com uma interface que se adapta à forma como o usuário posiciona o dispositivo, incluindo visualizações lado a lado, em tela cheia e outras novidades.

SmartGym is ready for the iPhone Duo! A massive update, designed to take full advantage of every pose. Already available on the App Store.https://t.co/piwzqQpFMH pic.twitter.com/4pAGyXGCQV

— Matt Abras (@AbrasMateus) October 21, 2026
O SmartGym está pronto para o iPhone Duo! Um grande update, desenhado para tirar vantagem total de cada posição. Já disponível na App Store.

O Tripsy também já foi atualizado para suportar as novas visualizações do dispositivo. Como você pode conferir na captura de tela abaixo, a novidade já está disponível na versão 3.10.3 do aplicativo, liberada recentemente.

Tripsy
Tripsy
Tripsy
Tripsy

A lista ainda inclui apps como o Flighty (versão 4.11.2) — que permite acompanhar voos de mãos livres quando o aparelho está posicionado em formato de tenda —, o Instapaper (10.1) e o aplicativo oficial da Sonos (90.1).

Certamente, muitos outros ainda virão…

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Apple Music anuncia rebranding e divulga novos logotipos

Depois de ter dado as caras nas versões beta dos sistemas da Maçã, a nova identidade visual do Apple Music já está entre nós!

Anunciada há pouco pela fabricante do iPhone, ela abre mão de cores sólidas para apostar em efeitos visuais inspirados por ondas sonoras — e que lembram bastante a linguagem de design Liquid Glass.

Introducing a new identity for Apple Music, physically shaped by an original composition from @fredagainagain1 and NEST Acoustics. pic.twitter.com/LFXLIfexPL

— Apple Music (@AppleMusic) October 21, 2026
Apresentando uma nova identidade para o Apple Music, fisicamente moldada por uma composição original de @fredagainagain1 e NEST Acoustics.

Por enquanto, a Apple divulgou apenas o novo logotipo do seu serviço de streaming, criado pela NEST Acoustics.

Para chegar ao resultado acima, eles colocaram o logo do Apple Music no fundo de um tanque preenchido com óleo mineral e o cobriram depois com uma placa transparente no formato de um ícone de app. O efeito de ondas sonoras, por sua vez, foi gerado por uma composição (criada pelo DJ e produtor musical Fred Again…), cuja frequência se moveu pelo tanque.

Foram criadas duas versões do logo: uma apenas com a nota dupla e outra com a wordmark. É possível que as vejamos em uso pelo Apple Music no início de vídeos promocionais e em produções como gravações de shows.

Como tem sido o costume, a Apple publicou um vídeo de bastidores que mostra como se deu o processo de criação desses logos:

A nova identidade visual do Apple Music deverá pintar para todos nas versões 27.2 dos sistemas da Maçã, cujo lançamento é esperado para a semana que vem.

O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

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Unboxings do iPhone Duo vazam antes da hora; veja os primeiros reviews

Se você rolou pelos feeds das principais redes sociais na manhã de hoje, percebeu que já começaram a pintar os primeiros reviews do iPhone Duo, cujo lançamento ocorrerá nesta sexta-feira (23/10).

Horas antes de o embargo cair, contudo, uma série de vídeos de unboxing e hands-on começaram a pipocar internet afora, nos dando uma chance de conferir o mais novo smartphone da Apple um pouco mais de perto.

Um dos veículos a divulgar vídeos do iPhone Duo foi o canal do YouTube Kingmi Mobile, que publicou não só um, mas dois vídeos de unboxing — um para o modelo na cor branco-estrela (star white) e outro para a versão na cor céu noturno (night sky):

Em um terceiro vídeo, o canal mostra elementos como o vinco e a câmera interna sob a tela do iPhone Duo com mais detalhes:

O dobrável também aparece em outros vídeos publicados em redes sociais como o X:

someone unboxed the iPhone Duo on TikTok 😭 pic.twitter.com/fxZTZbJS49

— Holly – I like tech (@AnxiousHolly) October 21, 2026

iPhone Duo saying hello 👋 pic.twitter.com/OClfIESbQO

— Maywrld (@maywrld01) October 20, 2026

Okay, someone from Russia has also got their hands on the iPhone Duo, and they’ve already unboxed and set-up the Phone! 😬

We can even see them using a UV torch on box to verify its originality…

Also, some games are still not optimised for the full-screen display yet 😭 pic.twitter.com/mVVWZwhWEQ

— Sunny (@sunnny1583) October 21, 2026

Can’t believe, someone already unboxed iPhone Duo before embargo lifts!! 😭 pic.twitter.com/NMPyEScGiu

— Ahmed (@itz_ahmedx) October 20, 2026

Primeiros reviews

Como dito, o embargo estabelecido pela Apple para a publicação de vídeos a respeito do iPhone Duo caiu às 9h da manhã, e as primeiras impressões acerca do dobrável já estão pipocando na internet.

Entre os criadores de conteúdo que puderam colocar as mãos no dobrável antecipadamente, estão os YouTubers Marques “MKBHD” Brownlee e Matti Haapoja, bem como a jornalista Joanna Stern (ex-Wall Street Journal) e o site The Verge:

Como era de se esperar em se tratando de um smartphone de primeira geração, as opiniões sobre o aparelho até agora têm sido um tanto mistas, embora elas tendam a pender para um lado mais favorável — o que indica que a Apple acertou na execução, ainda que haja espaço para melhorias.

Um dos aspectos mais elogiados do iPhone Duo até agora é, sem dúvida, a sua tela interna com o acabamento nano-texture, que torna a utilização do aparelho em ambientes externos muito mais confortável se comparado a outros dobráveis no mercado, os quais costumam vir com displays mais reflexivos. Essa vantagem, porém, tem como custo um pouco menos de definição na imagem, mas nada que atrapalhe a experiência.

Esse acabamento também ajuda a esconder o vinco, que ainda é perceptível a olho nu, mas raramente atrapalha o usuário ao realizar uma tarefa — inclusive ao digitar, já que o iOS divide o teclado em dois para afastar as teclas do vinco caso o usuário resolva escrever algo com o dobrável entreaberto.

A área maior da tela interna também abre espaço para outro recurso muito elogiado do iPhone Duo: o modo de tela dividida (Split View), que expande consideravelmente as possibilidades em matéria de multitarefa. A impossibilidade de abrir um terceiro app lado a lado, no entanto, tem sido citada como um ponto negativo do software.

O formato de passaporte do aparelho também contribui para essa experiência, além de facilitar o consumo de mídias como vídeos e filmes. Ele, no entanto, pode tornar difícil alcançar certos elementos da interface na tela externa com apenas uma mão, além de favorecer o uso com a mão direita no modo fechado.

Em termos de câmera, as opiniões têm sido bastante mornas — algo que era esperado, considerando o espaço limitado para as lentes. Sem controles profissionais, a câmera principal do iPhone Duo lembra bastante a única lente do iPhone 17e, que, apesar de não ser um smartphone topo-de-linha, já é capaz de capturar imagens muito competentes.

Talvez a área mais controversa do iPhone Duo seja o seu software, mas não por culpa da Apple, que parece ter feito um ótimo trabalho para tornar tudo suave e extremamente intuitivo, sendo a já clássica animação de abertura/fechamento do aparelho um símbolo disso. Apps de terceiros, no entanto, ainda sofrem com os vários formatos de tela do aparelho, o que tem resultado, na maioria dos casos, em bordas pretas e imagens esticadas — problemas que provavelmente serão consertados com o tempo, via atualizações de software.

Outro aspecto do iPhone Duo que virou alvo de muita especulação nos últimos meses foi a sua dobradiça, que parece já ter assumido o seu posto como uma das mais robustas do mercado. Stern, por exemplo, colocou o aparelho para abrir e fechar mais de 32.000 vezes com a ajuda de um robô; mesmo assim, ela não conseguiu notar uma diferença significativa na resistência da dobradiça.


Em pré-venda desde a última sexta-feira (16/10), o iPhone Duo já aparece com prazos de entrega extremamente elásticos em vários países, incluindo o Brasil, como comentamos aqui.

Vendido por US$2.000 nos Estados Unidos, o dobrável sai pela bagatela de R$22.000 no mercado nacional — isso em sua versão de entrada, com 256GB de capacidade.

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

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As diferenças entre o HomePod mini 2 e o modelo original

Anunciado na semana passada, o HomePod mini 2 traz algumas novidades bastante interessantes, como o suporte à Siri AI e um processador atualizado. Ainda assim, como ele se parece bastante com o seu antecessor (principalmente em termos de design), é possível que algumas pessoas ainda estejam confusas quanto às melhorias promovidas pela Apple.

Se você é uma delas, saiba que está no artigo certo! A seguir, vamos passar por todas as diferenças entre o HomePod mini de primeira geração e o HomePod mini 2 — assim, você poderá decidir qual dos dois modelos comprar ou se vale a pena trocar o seu.

Design e dimensões

Aqui você vai encontrar mais semelhanças do que diferenças entre as duas gerações da caixa de som inteligente, que contam com o mesmo visual geral, introduzido em 2020, com novas cores adicionadas em 2021 e posteriormente em 2024.

Divulgação/Apple

Com um corpo esférico envolto por uma malha colorida, ambos os modelos têm 84,33mm de altura e 97,9mm de largura, com diferença apenas no peso, menor no HomePod mini 2: 335g (ante os 345g do modelo de primeira geração).

Como dito, as cores do HomePod mini de primeira geração já foram atualizadas algumas vezes, e o modelo chegou a ser vendido nas opções branca, amarela, laranja, azul e meia-noite. O HomePod mini 2, por sua vez, pode ser adquirido nas cores branca, rosa, verde, azul e meia-noite.

Ambos os modelos seguem vindo com uma superfície circular retroiluminada com botões de “+” e “-” para ajuste rápido de volume.

A Apple disponibilizará o recurso Brilho do Som (Sound Glow), que faz essa superfície pulsar e brilhar em tempo real de acordo com a música que está tocando, para todos os modelos do HomePod mini e para o HomePod de segunda geração.

Divulgação/Apple

Tecnologia de áudio

Nesse quesito temos algumas mudanças bem curiosas de uma geração para a outra, embora pouco tenha mudado do ponto de vista de hardware.

O que ambos os modelos têm:

  • Driver de alcance completo e dois radiadores passivos para graves profundos e frequências altas nítidas;
  • Guia de onda acústica personalizada para um campo sonoro de 360º;
  • Tecido acusticamente transparente;
  • Áudio computacional para ajustes em tempo real;
  • Reconhecimento de Som para alarmes de fumaça e monóxido de carbono;
  • Áudio multiambiente com AirPlay;
  • Compatibilidade com setups de áudio estéreo.

O que apenas o HomePod mini 2 tem:

  • Compatibilidade com som surround quando emparelhado a uma Apple TV 4K;
  • Pode ser usado como caixa de som para Macs;
  • Chip S10.
Divulgação/Apple

Em termos de hardware de áudio, o HomePod mini de primeira geração leva vantagem em apenas um item: o número de microfones. Enquanto o modelo mais antigo vem com quatro microfones embutidos “para Siri em distâncias grandes”, o HomePod mini 2 vem com “apenas” três.

É possível, no entanto, que a Apple esteja compensando a ausência de um microfone no novo modelo com as novas capacidades de software viabilizadas pelo chip S10, bem mais moderno do que o S5 do HomePod mini de primeira geração.

Fontes e controles de áudio

Aqui, nada mudou. Ambos os modelos podem reproduzir áudio das seguintes fontes:

  • Apple Music;
  • Compras do iTunes;
  • Biblioteca de Música do iCloud com uma assinatura do Apple Music ou do iTunes Match;
  • Serviços de música de terceiros;
  • Estações do Apple Music Radio ou episódios sob demanda;
  • Estações de rádio do TuneIn, do iHeartRadio ou do Audacy;
  • Apple Podcasts;
  • Resumos de notícias;
  • AirPlay (iPhone, iPad, iPod touch, Apple TV 4K ou Mac).

Também é possível controlar a reprodução ao:

  • Tocar uma vez na parte superior para reproduzir/pausar;
  • Tocar duas vezes seguidas para pular;
  • Tocar três vezes seguidas para voltar;
  • Tocar e segurar para invocar a Siri;
  • Tocar nos botões de “+” e “-” para aumentar ou diminuir o volume.
HomePod mini
photoschmidt / Shutterstock.com

Siri

O HomePod mini 2 vence com facilidade nesse quesito: é o único compatível com a versão “turbinada” da assistente virtual da Apple, a Siri AI.

De acordo com a Apple, além de ajudar em tarefas mais simples como enviar mensagens, controlar a reprodução e configurar lembretes, a Siri AI também pode conversar mais naturalmente, responder dúvidas sobre o mundo real com base em buscas na web e recomendar músicas de maneira mais precisa. Ela ainda leva mais o contexto em conta e processa a maioria das solicitações no próprio dispositivo.

O HomePod mini de primeira geração segue com a versão antiga da Siri, capaz de lidar com comandos mais básicos.

Conectividade e sensores

Tanto o HomePod mini de primeira geração quanto o HomePod mini 2 são compatíveis com descoberta ponto a ponto, para acesso fácil de convidados, e com redes Thread, além de contarem com um chip de banda ultralarga para recursos que dependem da proximidade de outros aparelhos, como iPhones.

Divulgação/Apple

Já o modelo mais antigo tem Wi-Fi 4 (802.11n) e Bluetooth 5, enquanto a nova versão conta com Wi-Fi 6E (802.11ax) e Bluetooth 6. Ambos os modelos vêm com sensores de temperatura e umidade.

Preço e disponibilidade

Já disponível em pré-venda, o HomePod mini 2 será lançado em 30 de outubro por US$150 (US$20 a mais do que o modelo anterior) nos Estados Unidos e em outros países selecionados.

Assim como seu antecessor, o novo HomePod mini também segue sem uma previsão de lançamento no Brasil ou em Portugal — quem sabe isso mude com o lançamento dos sistemas 27.2 e com a chegada da Siri AI em português.

Divulgação/Apple

Ambos os HomePods mini vêm com um cabo USB-C e um adaptador bivolt de 20W na caixa, além da documentação regulamentar, é claro.


HomePod e HomePod mini (miniatura)
Comprar HomePod e HomePod mini 2 de Apple 🇺🇸 Preço: a partir de US$149
Cores: meia-noite, branco, rosa, azul ou verde

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★ Proteção completa para os iPhones 18 Pro/18 Pro Max, Duo e muito mais: cases premium, película, garantia de tela e Shokan Pencil com desconto!

Comprar um novo iPhone é sempre uma experiência especial — principalmente quando estamos falando dos recém-lançados iPhones 18 Pro, 18 Pro Max e do novíssimo iPhone Duo! Mas, junto com a empolgação de conhecer os novos recursos, surge também uma preocupação inevitável: como proteger um aparelho tão valioso sem esconder seu design ou comprometer a experiência de uso?

Pensando nisso, os nossos parceiros da Shokan Premium apresentam sua nova linha de capas desenvolvida especialmente para os novos modelos profissionais da Apple.

Mais do que um acessório, a capa representa a primeira linha de defesa do iPhone contra quedas, impactos, riscos e pequenos acidentes do dia a dia. Afinal, basta um único descuido para transformar a empolgação com o aparelho novo em uma grande dor de cabeça.

Proteção premium por todos os lados

As novas capas Shokan Premium foram desenvolvidas para proporcionar proteção, conforto e um acabamento à altura dos iPhones 18 Pro, 18 Pro Max e do novíssimo iPhone Duo, garantindo uma experiência realmente premium.

Cases da Shokan

Com encaixe preciso, construção resistente e design cuidadosamente elaborado, elas ajudam a proteger as laterais, a traseira, os botões e o conjunto de câmeras, preservando a aparência premium do iPhone sem deixá-lo pesado ou exageradamente volumoso.

É proteção para a rotina real: dentro da bolsa, sobre a mesa, durante o trabalho, em viagens ou naquele momento inesperado em que o iPhone escapa das mãos.

Capa, película e garantia de tela original

Para uma proteção ainda mais completa, a Shokan oferece uma condição especial que combina a capa premium com a película de proteção avançada da marca.

Além de ajudar a proteger a tela contra riscos, arranhões e impactos, a película Shokan conta com um grande diferencial: a sua garantia exclusiva de tela.

Película e aplicador da Shokan

Depois da compra e da ativação da garantia, caso ocorra um dano acidental coberto pelo programa, a tela do iPhone poderá ser substituída por outra original em um Centro de Serviço Autorizado Apple, conforme os termos e condições da garantia Shokan.

Enquanto a capa protege as laterais, a traseira e o conjunto de câmeras, a película cuida justamente da parte mais sensível e utilizada do aparelho.

É uma combinação pensada para quem deseja aproveitar o novo iPhone com muito mais segurança e tranquilidade desde o primeiro dia.

Você já comprou algum case nos Estados Unidos? E película?

A Shokan Premium é uma marca brasileira com produtos desenvolvidos nos Estados Unidos, então se você conhece as cases premium de verdade (como Incipio, OtterBox, Tech21, Speck, Balkin, Griffin e Prodigee), precisa conhecer a Shokan Premium. É uma marca pensada para quem realmente sabe o que quer em termos de qualidade e proteção — produtos com acabamento completamente diferente do que encontramos aqui no Brasil.

A proposta da marca é trazer produtos de qualidade superior com uma relação ótima de custo-benefício. Se compararmos, por exemplo, o preço de um case premium em uma Apple Store ou na Best Buy (que vai de US$69 a US$199), vale muito mais a pena comprar a proteção completa da Shokan e receber em casa.

Película da Shokan

Ah, e se você estiver nos EUA, a Shokan também entrega em todo o território pelos mesmos preços daqui.

Shokan Pencil: mais precisão para criar, trabalhar e estudar

Além da nova linha de proteção, a Shokan também oferece uma alternativa versátil para quem deseja ampliar as possibilidades de uso dos seus dispositivos Apple.

A Shokan Pencil é uma caneta capacitiva ativa e passiva, com bateria interna recarregável, ponta de alta precisão e excelente desempenho para atividades domésticas e profissionais.

Shokan Pencil

Ela pode ser utilizada para fazer anotações, desenhar, assinar documentos, editar imagens, navegar por aplicativos e executar tarefas que exigem mais controle e precisão do que o toque dos dedos.

Entre seus principais diferenciais estão:

  • Funcionamento ativo e passivo;
  • Bateria interna recarregável;
  • Ponta de alta precisão;
  • Formato confortável e ergonômico;
  • Ampla compatibilidade com dispositivos Apple elegíveis;
  • Uso profissional, criativo, acadêmico e doméstico;
  • Garantia e suporte especializado da Shokan no Brasil.

Com preço normal de R$499, a Shokan Pencil estará disponível por apenas R$399 para os leitores do MacMagazine, oferecendo uma excelente relação entre qualidade, desempenho e custo-benefício!

Cupom exclusivo, frete grátis e entrega expressa!

Para celebrar a chegada da nova geração, os leitores do MM terão acesso a condições especiais para adquirir os produtos Shokan. Ao utilizar o cupom exclusivo SHKMM, o cliente garante:

  • Desconto nos produtos participantes para toda a linha de iPhones;
  • Shokan Pencil de R$499 por R$399;
  • Frete grátis para todo o Brasil;
  • Entrega expressa pelo Mercado Envios;
  • Compra segura diretamente na Loja Oficial Shokan no Mercado Livre;
  • Garantia e suporte especializado da Shokan.

Cupom: SHKMM

Basta acessar a oferta, selecionar os produtos e o modelo correspondente ao seu iPhone e aplicar o cupom antes de concluir a compra.

Se você investiu em um novo iPhone 18 Pro ou 18 Pro Max, não espere a primeira queda para começar a pensar em proteção. Afinal de contas, quanto vale a sua tranquilidade?

E, se deseja mais precisão para trabalhar, estudar ou criar, aproveite também a condição especial da Shokan Pencil.

Proteja seu novo iPhone e amplie suas possibilidades com a qualidade da Shokan Premium

➡️ Capas e películas Premium de Verdade a partir de R$99
➡️ Shokan Pencil por R$399
➡️ Loja Oficial da Shokan no Mercado Livre com entrega grátis e FULL pro Brasil inteiro

Ofertas válidas por tempo limitado e sujeitas à disponibilidade de estoque. A garantia de tela está vinculada à película Shokan elegível, exige ativação e está sujeita aos termos, prazos, limites e demais condições do programa. Benefícios de frete e entrega são aplicados conforme as regras da campanha e do Mercado Envios.

Quer revender produtos Shokan na sua loja?

Se você é lojista do mercado mobile e tem interesse em revender a linha da Shokan, o distribuidor autorizado da marca no Brasil é a AllCell, que fica no DF. Entre em contato (+55 61 98354-0125; Alexandre) e tenha as melhores opções em acessórios premium para a sua loja!

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Capa de policarbonato do iPhone Duo se mantém presa com adesivos

O iPhone Duo ainda não chegou ao mercado, mas seus acessórios oficiais já começaram a ser entregues a consumidores — algo que possibilitou uma revelação bastante importante a respeito da capa de policarbonato da Apple.

Vendida por R$830 no Brasil (ou US$80 nos Estados Unidos), ela se mantém presa ao dobrável da Maçã com a ajuda de adesivos — detalhe que não é mencionado em nenhuma parte da sua página de venda na Apple Store Online.

both sides too pic.twitter.com/t9aWxm8B8A

— Parker Ortolani (@ParkerOrtolani) October 16, 2026

Embora não seja um conceito exatamente novo entre dobráveis, esse detalhe pode interessar quem tem o costume de remover a capa de proteção com frequência ou gosta de alternar entre modelos de acessórios de vez em quando, uma vez que os adesivos provavelmente perderão sua força caso sejam descolados repetidas vezes.

La funda oficial para el iPhone Duo se pone con adhesivo, tomar nota al adquirir estas fundas, porque solo podras ponerlas una vez, despues ya no servirá el pegamento. #iphoneDuo pic.twitter.com/kehNyWmLOI

— Ing. Jeffrey Umanzor 𝕏 (@jeff_umanzor) October 17, 2026

Essa abordagem difere da solução adotada para a capa Folio com suporte, que se prende ao iPhone Duo por meio de ímãs. Ela, no entanto, é consideravelmente mais cara, saindo por R$1.300 no Brasil (ou US$130 nos EUA).

Embora cases com adesivos, como dito, não sejam incomuns no mundo dos dobráveis, essa revelação desagradou alguns compradores do iPhone Duo, tendo até mesmo motivado cancelamentos/devoluções.

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

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HomeView poderá ganhar versão com tela maior e braço articulável em 2027

Na edição mais recente da sua newsletter “Power On”, o jornalista (da Bloomberg) Mark Gurman comentou uma possível nova versão do HomeView, com uma tela maior e um braço robótico articulado.

De acordo com ele, o novo modelo chegaria às lojas em 2027 e contaria com uma tela de 9 polegadas, 2″ a mais do que o produto revelado recentemente pela Apple. O braço articulado permitiria ainda que o visor fosse girado em até 360 graus, e o nome do produto poderia ter sufixos como “Ultra”, “360” ou “Max”.

Power On: Apple’s new HomeView shows the undeniable potential of a higher-end version with a robotic arm. https://t.co/NVMPS3cJOo

— Mark Gurman (@markgurman) October 18, 2026
“Power On”: o novo HomeView da Apple demonstra o potencial inegável de uma versão mais sofisticada com um braço robótico.

Na avaliação do jornalista, essa nova versão não seria um sucessor ou uma nova geração do HomeView, mas uma “opção mais sofisticada” do produto revelado na semana passada, posicionada “em uma categoria superior”.

A variante com um braço robótico poderia permitir, por exemplo, que a tela do aparelho acompanhasse a movimentação do usuário enquanto ele circulasse pela cozinha durante uma chamada pelo FaceTime, ou se voltasse para quem estivesse falando, caso haja uma família reunida (já que, mesmo em sua versão original, o HomeView é projetado para reconhecer até seis pessoas diferentes).

Veremos o que vem por aí…

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Why Metal Ions Make Fluorescent Probes Glow or Go Dark: New Design Rules Emerge

Metal ions are everywhere in biology and the environment, and telling them apart quickly and cheaply has long been a challenge for chemists. A new open-access review published in Discover Chemistry by M. S. Ajay Kumar, Pradeep Bhaskar, and B. Anindita of Presidency University in Bengaluru takes a fresh look at one of the most versatile tools in the detection toolbox: organic fluorescent probes. Rather than simply cataloguing probes and their detection limits, the review argues that the real key to building better sensors lies in understanding why different metal ions produce fundamentally different fluorescence responses, from brilliant turn-on emission to complete quenching.

The stakes are high. Essential ions such as copper, zinc, and iron participate in enzymatic catalysis, cellular signaling, redox regulation, and gene expression, but when their balance is disrupted they can contribute to oxidative stress, metabolic disorders, and neurodegenerative diseases. Toxic heavy metals such as mercury and lead offer no biological benefit at all and are hazardous even at trace levels because of their persistence, bioaccumulation, and long biological half-lives. Conventional analytical techniques like atomic absorption spectroscopy and inductively coupled plasma mass spectrometry deliver excellent accuracy, but they demand expensive instruments, trained personnel, and complex sample preparation, making them poorly suited for real-time or on-site detection. Fluorescent probes, which convert metal-ligand interactions into measurable optical signals, promise something different: fast, simple, and biologically compatible sensing.

The central insight of the review is that probe performance depends not only on the fluorophore but on the compatibility between the target ion and the sensing mechanism. Paramagnetic ions such as Cu2+ and Fe3+ usually promote fluorescence quenching through non-radiative decay, intersystem crossing, and charge-transfer pathways. Diamagnetic Zn2+, by contrast, more readily supports turn-on emission through suppression of photoinduced electron transfer, known as PET, and chelation-induced rigidification of the molecular framework. Soft heavy metals such as Hg2+ and Pb2+ occupy a middle ground: they bind strongly to carefully selected donor atoms, yet their heavy-atom character can trigger spin-orbit coupling that quenches emission, so designers must balance strong binding against signal reliability.

The authors walk through the major photophysical mechanisms one by one. PET-based probes contain an electron-rich donor unit that quenches the excited fluorophore in the free state; when a metal ion coordinates to the donor, the electron-transfer pathway is blocked and fluorescence returns. This OFF-ON switching works beautifully for closed-shell d10 ions like Zn2+ but often fails for paramagnetic targets, where suppressing PET merely opens the door to stronger quenching routes such as ligand-to-metal charge transfer. Intramolecular charge transfer, or ICT, systems integrate the binding site directly into the conjugated framework, producing wavelength shifts that enable ratiometric sensing, a more reliable readout than simple intensity changes because it reduces dependence on probe concentration and excitation conditions. Twisted intramolecular charge transfer adds a conformational dimension: metal coordination can restrict torsional motion, suppressing non-emissive twisted states and boosting emission.

Chelation-enhanced fluorescence and its counterpart, chelation-enhanced quenching, are presented not as separate mechanisms but as opposite outcomes of the same coordination event. When metal binding locks a flexible ligand into a rigid, planar geometry, non-radiative decay is suppressed and brightness increases; when the bound ion instead introduces intersystem crossing or electron transfer, the same binding event extinguishes the signal. Excited-state intramolecular proton transfer, or ESIPT, offers another elegant route: photoexcitation drives a proton from a donor group to a nearby acceptor, generating a keto tautomer with a much larger Stokes shift. Metal ions can either disrupt the hydrogen bond required for this process or stabilize it, giving designers a tunable switch between enol and keto emission bands.

The review also highlights through-bond energy transfer, an emerging mechanism in which excitation energy moves along a covalently linked donor-acceptor backbone rather than through space as in FRET. Because TBET does not require strict spectral overlap or precise donor-acceptor distances, it can generate large pseudo-Stokes shifts and support ratiometric, multi-channel detection. A representative Hg2+-responsive cassette shows weak emission in the OFF state but strong acceptor fluorescence once metal binding enhances electronic communication between the chromophores. The authors caution, however, that TBET systems demand precise molecular architecture and often struggle with aggregation-induced quenching in water.

Computational chemistry receives a notably critical treatment. Density functional theory and time-dependent DFT are now standard in probe studies, but the authors argue their value is frequently squandered on decorative HOMO-LUMO diagrams. Used properly, ground-state DFT can confirm binding sites, coordination geometry, and structural rearrangements such as rigidification or ring opening, while TD-DFT can assign whether an observed transition is locally excited, charge-transfer, or ligand-to-metal in character. The review stresses that a smaller HOMO-LUMO gap alone proves nothing; orbital localization, charge-transfer direction, and experimental fluorescence output must all be correlated. Method choice matters too: hybrid functionals like B3LYP suit organic fluorophores, while effective core potential basis sets such as LANL2DZ are needed for heavy metals, and long-range corrected functionals like CAM-B3LYP or omega-B97XD better describe charge-transfer states.

Metal-by-metal, the review distills design lessons from dozens of representative probes. For Cu2+, quenching dominates because of its paramagnetic d9 configuration, with peptide-based probes reaching detection limits as low as 1.5 nanomolar, while rhodamine ring-opening and ratiometric platforms offer turn-on and quantitative alternatives. Iron sensing is even harder because Fe3+ is a hard, highly charged, paramagnetic d5 ion that promotes ligand-to-metal charge transfer, so most probes are turn-off or colorimetric. Zn2+ is the friendliest target: ratiometric and turn-on probes routinely achieve low-nanomolar detection in seconds, though discriminating Zn2+ from its fellow d10 ion Cd2+ remains the field’s stubborn challenge. For Hg2+ and Pb2+, the standout performers combine aggregation-induced emission, near-infrared output, and ratiometric readout, with some systems reporting detection limits down to the picomolar range in water, food, and living cells.

The application landscape is shifting rapidly from bench-top demonstrations to real-world deployment. Recent probes have been validated in tap water, groundwater, river water, milk, soil, fruit juice, and plant tissues, with recovery values typically between 90 and 102 percent. Smartphone-assisted detection, 3D-printed sensing devices, and paper test strips are turning molecular recognition into field-ready tools. In bioimaging, ratiometric probes have tracked intracellular Cu2+ in HeLa cells, an AIE probe with a 130-nanometer Stokes shift visualized Hg2+ in A549 cells and in the roots of rice plants, and a peptide-based self-assembling system detected Pb2+ in groundwater and living cells below 10 nanomolar. Nitrogen and sulfur co-doped carbon dots have even combined metal sensing with logic-gate behavior in a single platform.

Significant hurdles remain before fluorescent probes fulfill their promise. Absolute selectivity in complex matrices is still elusive, because borderline and soft ions such as Pb2+, Hg2+, and Cd2+ exhibit overlapping coordination behavior. Quantitative accuracy inside cells is compromised by probe distribution, intracellular heterogeneity, and interference from endogenous biomolecules like glutathione. Many probes lack reversibility, subcellular targeting, or the long-term stability needed for continuous monitoring. The review’s closing message is clear and likely to shape the next generation of research: successful probes must be mechanism-guided rather than structure-driven, matching the electronic personality of each metal ion with the right signal-transduction pathway, and validated not under ideal laboratory conditions but in the messy, competitive environments where metal ions actually matter.

Subject of Research: Organic fluorescent probes for detecting metal ions through mechanism-guided photophysical design and bioimaging

Article Title: Organic fluorescent metal ion probes for understanding design rules photophysical mechanisms and bioimaging applications

Article References: Ajay Kumar, M. S., Bhaskar, P., & Anindita, B. (2026). Organic fluorescent metal ion probes for understanding design rules photophysical mechanisms and bioimaging applications. Discover Chemistry, 3(1), Article 472. https://doi.org/10.1007/s44371-026-00857-5

Image Credits: AI Generated

DOI: 10.1007/s44371-026-00857-5

Keywords: fluorescent probes, metal ion sensing, photoinduced electron transfer, intramolecular charge transfer, ESIPT, chelation-enhanced fluorescence, aggregation-induced emission, DFT calculations, zinc detection, mercury detection, lead detection, bioimaging

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iPhone Duo status icon combines Wi-Fi, cellular, and battery information

The iPhone Duo status icon introduces a new approach to information that has occupied the top edge of the iPhone display for nearly two decades. Instead of treating Wi-Fi, cellular signal, battery status, and other indicators as a conventional horizontal row, Apple has created a flexible circular system that sits in the corner of the foldable iPhone’s display.

Apple officially describes the feature as a “circular, flexible system” within the status bar rather than one fixed icon containing every piece of information at all times. The distinction is useful: the area can adapt according to context while consolidating status information into a smaller visual region.

It is part of a much larger rethink of iOS 27 specifically for iPhone Duo. The foldable device changes the proportions available to software, particularly when its 7.6-inch inner display is open, forcing Apple to reconsider interface elements that have traditionally stretched horizontally across an iPhone screen.

The status system is one of the smallest changes visually, but it illustrates how extensively Apple has adapted iOS around the new hardware.

Black icons on a light gray background: an iPhone Duo status icon for cellular signal strength, a Wi-Fi symbol, and a battery icon with low charge—each reflecting the clean design language of the iOS 27 status icon set.
Image Credit: Apple Inc.

iPhone Duo status icon replaces the traditional horizontal approach

Conventional iPhones distribute system information across the upper portion of the display. Cellular strength, network type, Wi-Fi connectivity, and battery status typically occupy space around the camera hardware and Dynamic Island.

iPhone Duo approaches that area differently.

Apple says its circular status system nestles into the corner of the screen and presents relevant information including Wi-Fi, cellular strength, battery status, and more. Rather than requiring a long horizontal strip, those indicators can occupy a compact area that works with the device’s unusual screen geometry.

The change is closely connected to the way iPhone Duo handles controls throughout iOS 27.

Apple has moved several interface elements to the side of the display. App navigation, toolbars, the Home Screen Dock, and some Lock Screen controls can use vertical space instead of occupying the familiar horizontal regions found on other iPhones.

The status system therefore becomes part of a vertical interface column rather than an isolated redesign.

This arrangement lets content use more of the display’s height while keeping frequently referenced system information visible. It also creates a consistent location for status details as users change how they hold or fold the device.

A flexible status system suits a foldable iPhone

A foldable phone presents an interface problem that a traditional slab-shaped iPhone does not have.

iPhone Duo can operate through its 5.4-inch outer display or its substantially larger 7.6-inch inner screen. The device can be opened completely, partially folded, rotated, or positioned like a small book.

A static status bar designed around one screen size and orientation would be less effective across those configurations.

Apple instead built iOS 27 so that interface elements can move as the physical device changes. Content reacts to folding, controls relocate, and layouts adjust around the hinge and available screen area.

Apple’s developer guidance provides additional detail about this philosophy. On iPhone Duo, navigation and toolbar controls share vertical space with system elements such as the status bar and Live Activities. When available room becomes limited, application controls can collapse into an overflow menu.

That makes the circular status area part of an adaptive system rather than a cosmetic flourish.

Developers do not need to manually reproduce the status treatment inside their apps. Apple’s standard interface frameworks handle much of the adaptation, especially when applications use native navigation, toolbar, and tab-bar components.

A smartphone lock screen displays the time 9:41 and the date Wed Apr 1, with a background of mountains under a starry night sky and an iPhone Duo status icon next to the Wi-Fi symbol in the corner, reminiscent of iOS 27.
Image Credit: Apple Inc.

Dynamic Island also moves to the side

The status area is not the only familiar piece of iPhone interface that changes position on iPhone Duo.

Apple has redesigned Dynamic Island so that it can sit vertically along the side of both the outer and inner displays. It can expand from that position to present alerts and Live Activities.

The relationship between Dynamic Island and the new circular status system is particularly interesting because Apple now has two dynamic interface areas operating along the same side of the screen.

One communicates persistent device information such as network and battery status. The other handles temporary activity, alerts, and live information.

Apple’s developer documentation refers to this section as shared vertical space. Application controls may also occupy it, meaning iOS has to continuously decide how much room is available and which elements deserve priority.

That is a major departure from the long-standing assumption that the upper corners of an iPhone screen simply contain a predictable row of small status symbols.

On Duo, those regions have become active parts of the interface layout.

Wi-Fi, cellular, and battery remain immediately recognizable

Consolidating status information creates a design challenge: efficiency cannot come at the expense of readability.

Users have spent years learning the meanings of Apple’s individual status symbols. Cellular bars indicate signal strength, the Wi-Fi symbol communicates wireless connectivity, and the battery icon provides an immediate indication of remaining power.

Apple has not discarded those familiar concepts.

Instead, the circular system changes how and where information is presented. The familiar status categories remain present while the container around them becomes more adaptable.

This is particularly useful on a device with two displays. Users should not need to relearn the meaning of basic connectivity information when moving from the outer screen to the inner display.

The same reasoning applies when iPhone Duo changes orientation. Apple can reorganize the status area without changing the fundamental visual vocabulary behind Wi-Fi, cellular, or battery information.

A hand holds a tablet displaying a video of two people talking in a field of purple flowers, with a transcript of their conversation visible on the right side of the screen and an iPhone Duo status icon appearing discreetly at the corner, reflecting the latest iOS 27 design.
Image Credit: Apple Inc.

iPhone Duo pushes the status bar beyond a fixed strip

The new design suggests a different direction for one of the oldest pieces of smartphone interface.

Status bars traditionally behave like reserved strips of screen space. Applications work around them, and their icons occupy predictable positions regardless of what is happening elsewhere.

iPhone Duo turns that space into something more fluid.

The circular system can coexist with a vertical Dynamic Island, changing application controls, Live Activities, and layouts that respond to the physical position of the foldable display. It becomes another component that iOS can arrange rather than a fixed row placed permanently along an edge.

There is no indication that Apple plans to bring the same circular status treatment unchanged to conventional iPhones. Its current implementation is specifically tied to iPhone Duo and the interface requirements created by the foldable hardware.

Still, the design provides a glimpse at how Apple can rethink even deeply established iPhone conventions when the shape of the device changes. When iPhone Duo reaches customers on October 23, the small circular area in the corner will be one of the most immediately visible examples: cellular strength, Wi-Fi, battery information, and other system details occupying a shared adaptive space instead of stretching across the display.

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DuoHinge leva a animação de dobra do iPhone Duo para os MacBooks

Algo que não passou despercebido durante a apresentação do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da Apple, foi a animação ao abrir e fechar o aparelho — uma cortesia da versão adaptada do iOS especialmente para o modelo.

Como quase nada é impossível no mundo dos desenvolvedores, essa animação já foi transportada para o macOS graças ao DuoHinge, que adiciona uma ilusão de ótica interativa de dobra à tela física do seu MacBook.

Ao acessar diretamente o sensor de ângulo da tampa integrado ao Apple Silicon, o DuoHinge projeta sua área de trabalho em tempo real em um plano 3D virtual vertical, aplicando perspectiva realista via raycasting, dispersão gaussiana de vidro em duas passagens e dispersão cromática nas bordas conforme você fecha a tela.

An iPhone Duo–style hinge animation, but on a MacBook. Sometimes it’s fun to build things just because. pic.twitter.com/grYKra4X91

— João Franco (@JoaoFranco_03) September 10, 2026
Uma animação de dobradiça no estilo do iPhone Duo, mas em um MacBook. Às vezes, é divertido criar coisas simplesmente pelo prazer de fazê-lo.

O processamento da área de trabalho ocorre localmente no dispositivo, utilizando a taxa de atualização da tela integrada (até 120Hz em telas compatíveis) por meio do ScreenCaptureKit e shaders Metal personalizados, tudo encapsulado em uma camada transparente que permite cliques através dela, sem interromper seu fluxo de trabalho.

O aplicativo lê o sensor de ângulo da tampa e suaviza o movimento de acordo com a cadência de renderização. Um ícone vetorial do MacBook, no estilo da Apple, gira e espelha o ângulo real da sua tela nas barras de menu do macOS (no modo claro ou escuro).

O DuoHinge é gratuito, não contém assinaturas, nem rastreia quantas vezes você abre o seu MacBook. Ele exige pelo menos o macOS Sonoma 14 e pode ser baixado diretamente pela página no GitHub — ao iniciar o aplicativo pela primeira vez, abra-o na barra de menus e conceda permissão de Gravação de Tela e Áudio do Sistema quando o macOS solicitar.

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Desinstalador AppZapper é reformulado com novo design, funções atualizadas e mais

O AppZapper, popular desinstalador que oferece uma maneira rápida de excluir aplicativos e seus arquivos associados do macOS, foi reformulado após anos e ganhou um novo design, funcionalidades atualizadas, além de um novo nome: AppZapper 3000.

Lançado originalmente em 2006, o AppZapper 3000 chega justamente no seu 20º aniversário. Entre as novidades, a versão atualizada do aplicativo foi adaptada aos requisitos de segurança do macOS e é mais eficiente na localização de arquivos relacionados aos softwares que serão apagados.

O funcionamento do app é um show à parte: após a instalação, basta arrastar e soltar um aplicativo no AppZapper e clicar no botão “Zap All” para remover o aplicativo e os arquivos relacionados, acompanhado de uma animação de arma a laser e efeitos sonoros. Ele localiza e exclui todos os arquivos de um aplicativo em poucos segundos, e os usuários podem escolher entre quatro temas diferentes.

O software pode ser baixado gratuitamente, sendo possível realizar três “zapeadas” gratuitas. A licença custa US$18 para um único usuário e US$29 para um pacote familiar, que permite o uso do aplicativo em até cinco Macs. Há, ainda, um plano corporativo que permite o uso em até 25 Macs, o qual está disponível por US$99.

via MacRumors

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iPhone Duo brings Apple into the foldable era with iOS 27

iPhone Duo gives Apple its first foldable iPhone and introduces a hardware format that required considerably more than adding a hinge to an existing handset. The device combines a 7.6-inch inner display with a compact 5.4-inch outer screen, while iOS 27 has been adapted around the different positions, orientations, and multitasking possibilities created by the folding design.

Apple unveiled the device on September 9, positioning it above the conventional iPhone lineup with a starting price of $1,999 in the U.S. Preorders open October 16, followed by availability on October 23 in more than 70 countries and regions.

The pricing puts iPhone Duo firmly into premium-device territory, but the more significant distinction is how much of the underlying iPhone experience has been reconsidered around the larger display.

Two hands hold different devices: one, an A20 Pro folded phone showing a spiral staircase; the other, a tablet displaying a person walking in a red, sunlit corridor with an arched glass ceiling. Both screens feature vibrant architectural scenes.
Image Credit: Apple Inc.

iPhone Duo turns one phone into two screen formats

When closed, iPhone Duo uses a 5.4-inch Super Retina XDR outer display intended to work much like a compact conventional smartphone. Apple says it provides more than 90% of the screen area of iPhone 18 Pro despite the smaller physical footprint.

Opening the device reveals a 7.6-inch OLED Super Retina XDR panel. The inner display is 50% larger than the screen on iPhone 18 Pro Max and uses a nano-texture finish intended to reduce reflections and make the crease less visually prominent.

Both displays support ProMotion refresh rates up to 120Hz, Always-On functionality, HDR, and peak outdoor brightness of 3,000 nits. Apple has also retained the same display aspect ratio between the inner and outer screens, allowing interfaces and content to resize proportionally when the phone is opened or closed.

The design results in some unusual dimensions for an iPhone. Duo measures 5.2mm thick when open and 11.3mm when folded, with a weight of 254 grams. Its frame and hinge cover use grade 5 titanium, while Ceramic Shield 2 protects the outer display, while Ceramic Shield covers the back of the device. The device carries an IP68 water- and dust-resistance rating.

Touch ID is built into the side button rather than relying solely on Face ID, giving users a consistent authentication point regardless of how the phone is positioned.

iPhone Duo makes iOS 27 part of the folding design

iPhone Duo would have limited value as a larger iPhone if applications simply stretched across the inner screen. Apple instead adapted iOS 27 to treat the additional space as a new working area.

Split View brings two applications side by side on an iPhone for the first time. Users can also open two windows from the same app, save pairs of applications for repeated use, and switch between tasks without collapsing everything back into a single full-screen view.

Interface elements have moved as well. Navigation controls, Lock Screen elements, and the Dock can appear along the side of the display to preserve vertical space, while Dynamic Island has been reworked for both screens. When the device is open, the Home Screen can display two pages alongside Today View.

Several physical positions have their own uses. The phone can sit partially folded on a surface for video playback, FaceTime calls, workouts, photography, or StandBy. Apple has also confirmed future support for Apple Pencil with USB-C on either display, extending the inner panel toward note-taking, markup, and sketching.

Third-party developers will determine how useful that larger canvas becomes over time. Netflix, Zoom, and Slack are among the companies already adapting their apps for the folding interface.

The image shows the internal view of an electronic device, likely a tablet or foldable device, with visible circuit boards, components, and an A20 Pro chip labeled “PRO.”.
Image Credit: Apple Inc.

A20 Pro and dual batteries address foldable compromises

Foldable phones create difficult thermal and battery constraints because internal space is divided across two halves. Apple’s response is a custom hardware layout centered on A20 Pro, the same chip used in the iPhone 18 Pro family.

The 2-nanometer processor combines a six-core CPU, seven-core GPU, and dual 16-core Neural Engine. Apple says the chip can deliver up to 35% better sustained performance than iPhone 17 Pro when paired with Duo’s vapor-chamber cooling system.

A custom package connects A20 Pro directly to the vapor chamber, an arrangement designed to manage heat during gaming, AI processing, and prolonged multitasking on the larger display.

Battery capacity is similarly divided. iPhone Duo places a high-energy-density battery in each half of the enclosure and manages them as a single power system. Apple rates the phone for up to 31 hours of video playback using the inner display or up to 44 hours on the outer screen. With both displays used equally, the company estimates up to 24 hours of use per charge.

Wired fast charging can reach 50% in about 20 minutes, while MagSafe or Qi2 wireless charging can reach the same level in approximately 30 minutes.

The worldwide eSIM-only design also frees internal volume for battery capacity. Connectivity includes Apple’s N1 wireless chip with Wi-Fi 7, Bluetooth 6, and Thread, alongside the C2 cellular modem.Cameras use the iPhone Duo displays in new ways

Cameras use the iPhone Duo displays in new ways

The camera system consists of a 48MP Fusion Main camera and 48MP Fusion Ultra Wide. The main sensor also provides an optical-quality 2x option, while video recording reaches 4K Dolby Vision at up to 120 frames per second on the primary camera.

The folding design also gives the cameras capabilities that go beyond their conventional specifications. Users can shoot a selfie with the rear cameras while framing themselves on the outer display, while Duo Preview lets a subject see the live composition from the opposite side of the phone.

Smart Take uses on-device models running on A20 Pro to recognize when people appear ready for a group photo and automatically capture the image. Kid Cue can display Peanuts animations on the outer screen to attract a child’s attention toward the camera.

An under-display FaceTime camera sits beneath the inner panel, while the outer screen uses a 12MP Center Stage camera. Duo FaceTime can also place another participant on the outer display when people are gathered around the device.

Siri AI brings personal-context understanding and onscreen awareness to iOS 27, while the broader Apple Intelligence experience includes new photo-editing tools and other capabilities across apps. On the inner display, users can keep a Siri conversation visible alongside another app.

iPhone Duo will ship in Night Sky and Star White with 256GB, 512GB, 1TB, and 2TB storage options. iPhone Duo will ship with iOS 27.1 when it becomes available on October 23, while Apple says USB-C Apple Pencil support will arrive later in the year.

Two foldable smartphones—the iPhone Duo in sleek silver and the A20 Pro in striking dark blue—are displayed side by side, each partially open, showcasing vivid mountain and desert landscapes on their vibrant iOS 27 screens.
Image Credit: Apple Inc.

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Developing for iPhone Duo

Craig Hockenberry:

It looks like Xcode 27.1 is needed to test the iPhone Duo resizability - and that hasn’t been uploaded yet.

Jordan Morgan:

Cupertino and Friends™️ dropped six new videos over developing, designing, and crafting great apps for the nascent device:

  1. Design for iPhone Duo
  2. Prepare your app for iPhone Duo
  3. Raise the bar with iPhone Duo
  4. Strike a pose with adaptive layouts on iPhone Duo
  5. Leverage multiple displays and scenes on iPhone Duo
  6. Build a great camera experience for iPhone Duo

Nathan Manceaux-Panot:

In the Duo dev video, they describe how text buttons can’t be moved to the new vertical sidebar, as opposed to icon buttons.

I wonder if that’s one of the reasons Liquid Glass pushed hard for icon buttons, even though these are harder to understand; they make the vertical layout possible at all.

Nico Reese:

Totally confusing to me how the toolbar is ordered completely different between both modes here.

Dennis Oberhoff:

I think the problem with the iPhone Duo for developers is mostly that it does not create any new opportunities in the form of a new market or a new audience.

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