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These App Store hidden gems prove there’s still room for great software in the AI era

2 August 2026 at 16:23
Despite predictions that AI agents could make traditional apps obsolete, developers are shipping new software faster than ever. From smarter bookmarking tools and neighborhood marketplaces to digital pen pals and nature journals, here are the latest App Store finds worth adding to your Home Screen.

iPhone 18e avrà più RAM per supportare le nuove funzioni AI di Siri | Rumor

2 August 2026 at 16:05

L'idea di un iPhone più economico (definirlo "economico" tout-court sarebbe un'esagerazione: lo è in rapporto agli altri melafonini) ha senso, e ha senso che ci siano dei compromessi. Ma nel momento in cui Apple si prepara a lanciare la nuova Siri, con cui il colosso di Cupertino spera di recuperare il terreno dalla concorrenza sul fronte dell'AI, lanciare un dispositivo incapace di offrire quel tipo di esperienza - almeno nelle sue funzionalità principali - che invece è destinata a caratterizzare l'ecosistema Apple sarebbe una mossa illogica.

Perciò se leggiamo che il noto analista Jeff Pu di GF Securities parla di un aumento di RAM per iPhone 18e, l'ipotesi ci sembra plausibile nonostante il contesto generale, con la crisi delle memorie che sta facendo impennare i costi produttivi spingendo di conseguenza verso l'alto i prezzi finali degli smartphone. E ci sembra plausibile perché Pu parla di un incremento della RAM, sì, ma minimo: 9 GB invece degli 8 GB con cui è equipaggiato iPhone 17e, ma pure iPhone 17 base.

IL RISCHIO DI QUALCHE TAGLIO ALL'AI COMUNQUE RIMANE

E infatti lo stesso ritocco dovrebbe interessare anche iPhone 18: le previsioni Pu coincidono con quelle di un altro analista affidabile, Ming Chi-Kuo, che a fine giugno ha parlato di 9 GB di RAM per il prossimo melafonino standard e anche per iPhone 18e. Entrambi dovrebbero essere lanciato non a settembre, ma all'inizio del 2027. Apple infatti da quest'anno dovrebbe cambiare strategia, spezzando la line up e dedicando la tradizionale finestre autunnale ad iPhone 18 Pro, Pro Max e all'inedito iPhone pieghevole.


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iPad Pro 13'' M5 da 2TB: il prezzo scende di 500 euro su Amazon

2 August 2026 at 15:27

iPad Pro da 13 pollici con chipset M5, nella versione mostruosa con 2TB di memoria e vetro nanotexture, è disponibile su Amazon al prezzo di 2399 euro contro i 2899 precedenti. Uno sconto netto di 500 euro che lo rende molto interessante sia per i professionisti, sia per gli studenti universitari in cerca di uno strumento definitivo per il loro futuro.

Nota: Prezzo rilevato in data 02 agosto alle ore 16.26 direttamente sulla pagina prodotto ufficiale Amazon.it. I prezzi su Amazon sono soggetti a frequenti variazioni da parte del venditore.

Un tablet che, diciamolo, non ha bisogno di grosse presentazioni: è dotato del chipset di ultima generazione Apple M5, capace di fornire prestazioni eccezionali per qualsiasi attività, e con un'efficienza energetica che ti permetterà di sfruttarlo per tutto il giorno senza preoccuparti della batteria. A questo si aggiungono ben 16GB di memoria RAM con 2TB di spazio di archiviazione per questo modello.


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Apple fecha o melhor trimestre abril-junho da sua história no último balanço de Tim Cook

2 August 2026 at 14:30

Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.

Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!

Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.

A fala acima é de Cook. Ele deixará o cargo em 1º de setembro, quando John Ternus assumirá, e passará a presidir o conselho de administração.

O fenômeno Mac

Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.

A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.

O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.

O asterisco que quase ninguém vai mencionar

A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.

À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.

É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.

Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.

A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.

Linha de negócioMargem do FQ3 2026Margem do FQ3 2025Variação
Produtos40,07%34,52%+5,55pp
Serviços75,62%75,58%+0,04pp
Consolidado50,06%46,49%+3,57pp

A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.

Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.

Serviços: um pequeno sinal de alerta

Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.

A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.

Some-se a isso um risco que não tem data marcada. Boa parte da receita dos serviços vem do acordo pelo qual o Google paga à Apple para ser o buscador padrão do Safari — cerca de 36% da receita de anúncios de busca, algo próximo de US$20 bilhões por ano. Existe um processo em andamento que questiona a legitimidade desta taxa. A sentença de setembro de 2025 permitiu que o acordo continuasse, mas o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recorreu em fevereiro de 2026 e o Google entrou com recurso próprio em maio. Se a decisão cair, o buraco nessa linha é de dois dígitos de bilhão!

Três números que o comunicado não destaca

Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.

  1. O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
  2. Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
  3. O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.

Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.

A projeção para setembro veio bem abaixo

O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.

IndicadorFQ3 2026 (real)FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita16,4%de 9% a 11%
Margem bruta50,1%de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas48,1%de 47% a 48%
Receita implícitaUS$109,4 bilhõesde US$111,7 a US$113,7 bilhões

A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.

A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.

O que Ternus herda

Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.

Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.

O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.

O terceiro é entregar a Siri reformulada, anunciada na WWDC26, movida pelo Gemini do Google, prevista para o ciclo do iOS 27 e adiada por tempo indeterminado na União Europeia — decisão que a Apple atribui às exigências da Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).

A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.

Metodologia

Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.

As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.

A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.

Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.

O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.

Observação

Este texto não constitui recomendação de investimento.

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

Il MacBook Neo torna in offerta: lo sconto di oggi annulla i rincari di Apple

2 August 2026 at 09:50

Ogni occasione è buona per acquistare un MacBook Neo a prezzo scontato, soprattutto dopo l'aumento del prezzo di listino applicato da Apple, come conseguenza della crisi delle memorie. Con la promo in corso su eBay e il codice sconto AUG26, da aggiungere al carrello al momento del pagamento, la versione da 256 GB del notebook è disponibile in sconto a 698 euro mentre quella da 512 GB, che include anche il Touch ID, costa 782 euro. Il pagamento può avvenire anche in 3 rate senza interessi, con PayPal o Klarna. Il notebook ha 24 mesi di garanzia. Per accedere alla promo basta premere sul banner della versione desiderata, qui di sotto. 

L'offerta è stata verificata al momento della pubblicazione (2/8 alle 10:50). Il codice sconto è valido fino al prossimo 9 agosto. 

Le specifiche

La scheda tecnica del MacBook Neo ruota intorno alla presenza del chip A18 Pro, in grado di offrire ottime prestazioni nell'uso quotidiano. Ci sono anche 8 GB di memoria unificata e 256/512 GB di SSD. Il notebook ha un display da 13 pollici.


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iPhone 17 Pro Max in offerta: ecco perché agosto 2026 è il mese giusto per comprarlo

1 August 2026 at 16:00

Il mese di agosto 2026 può essere il momento giusto per acquistare un nuovo iPhone 17 Pro Max. Il top di gamma di Apple è in offerta su eBay ed è ora acquistabile in sconto a 1.189 euro, con possibilità di pagamento in 3 rate senza interessi, con PayPal oppure Klarna, e con 24 mesi di garanzia

Le indiscrezioni di queste settimane confermano un possibile aumento di prezzo per gli iPhone, con il nuovo iPhone 18 Pro Max che potrebbe costare alcune centinaia di euro in più rispetto all'attuale prezzo di listino del 17 Pro Max (1.489 euro). 

Di conseguenza, acquistare oggi iPhone 17 Pro Max è una scelta conveniente e significa poter contare su uno smartphone di qualità a un prezzo che sarà nettamente inferiore a quello del futuro top di gamma di Apple. Chi rimanda l'acquisto a settembre, per puntare sul 18 Pro Max, rischia di pagare centinaia di euro in più. 

(aggiornamento del 02 August 2026, ore 21:27)

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Dos grandes felinos às paisagens californianas: os nomes do macOS

1 August 2026 at 14:30

A cada atualização anual do macOS, uma escolha da Apple em particular gera quase tanta curiosidade quanto as mudanças e os novos recursos do seu sistema operacional: o nome que acompanhará o update.

Hoje, faremos uma breve recapitulação das principais escolhas da Maçã sobre os nomes de cada versão do sistema operacional dos seus computadores, passando por décadas de codinomes felinos e, mais recentemente, paisagens californianas.

As (várias) mudanças do passado

Antes disso — no período do Mac OS Classic, que abrange os sistemas dos Macintoshes lançados entre 1984 e 2001 —, os nomes dos sistemas da Apple eram usados quase exclusivamente de forma interna. Publicamente, as versões recebiam denominações bastante protocolares, mas, nos bastidores, praticamente todas carregavam codinomes.

Mac OS X

O System 6, por exemplo, teve versões conhecidas internamente como Antares (6.04), Big Deal (6.05), SixPack (6.06) e Terminator (6.08). Já o System 7 passou por uma verdadeira coleção de nomes, incluindo Blue, Beta Cheese, Cube-E, I Tripoli, Jirocho, Mozart, Capone, Danook, Thag e Marconi, entre outros. Também houve casos específicos, como Road Warrior, utilizado nos primeiros PowerBooks, além de Unity, Buster, Son of Buster, Harmony e Ides of Buster, empregados em versões posteriores do sistema.

A partir do Mac OS 8, os nomes foram predominantemente relacionados à teoria musical — é o caso do codinome Tempo no Mac OS 8, Allegro no Mac OS 8.5 e Sonata no Mac OS 8.7 (versão de desenvolvimento do que viria a ser o Mac OS 9). As exceções são o Mac OS 8.1 (intitulado Bride of Buster) e o Mac OS 8.6 (Veronica).

Essa só se tornou uma tradição marqueteira a partir do Mac OS X 10.2, quando Steve Jobs apresentou a nova versão do sistema operacional como Mac OS X Jaguar, levando um codinome ao público pela primeira vez — antes do Jaguar, a Apple utilizou os codinomes Kodiak para a versão beta, Cheetah para a 10.0 e Puma para a 10.1 —, inaugurando a era de nomes de grandes felinos.

Os animais ditaram os sistemas dos Macs por cerca de dez anos (de 2002 até 2012): foi o caso do Mac OS X 10.3 Panther, Mac OS X 10.4 Tiger, Mac OS X 10.5 Leopard, Mac OS X 10.6 Snow Leopard, Mac OS X 10.7 Lion e, por fim, OS X Mountain Lion 10.8 — que abandonou (temporariamente) o prefixo “Mac”.

OS X Mavericks 10.9: a alteração de rota rumo à Califórnia

A partir da décima versão do macOS (então OS X), a Apple adotou publicamente nomes com as regiões da Califórnia, tendência que segue em vigor até os dias de hoje.

A troca, aliás, andou em paralelo a uma mudança paradigmática do sistema: foi somente com o OS X Mavericks 10.9 que a Maçã deixou de cobrar pela atualização dos seus sistemas operacionais, permitindo que os seus usuários, a partir do Snow Leopard (na compilação 10.6.8), atualizassem as suas máquinas sem custos adicionais — uma realidade que permanece até os dias de hoje.

O primeiro destino geográfico escolhido pela Apple remete a uma região litorânea conhecida pelas altas ondas, propícias para a cena local do surfe. O papel de parede do OS X 10.9 dava destaque à curvatura de uma grande onda em tons de azul e turquesa, com clara inspiração na localização que deu nome ao update.

Wallpaper do OS X Mavericks Developer Preview

Em matéria de software, o OS X Mavericks ficou marcado pelo aprimoramento na gestão de performance, bateria e memória, aproveitando melhor o hardware dos computadores da Apple. Quanto aos recursos, o sistema trouxe os links compartilhados no Safari, respostas embutidas em notificações, abas e tags no Finder, melhor suporte ao uso de múltiplos monitores, além da introdução de novos aplicativos, como o Mapas e iBooks.

OS X Yosemite 10.10

Pouco mais de quatro horas adiante (ou 314km, para ser mais exato), encontramos o Parque Nacional de Yosemite. A área já era considerada tão importante para a preservação ambiental que Abraham Lincoln autorizou sua proteção e uso público em 1864, anos antes da criação de Yellowstone, reconhecido como o primeiro parque nacional do mundo. Outro grande entusiasta de Yosemite foi Theodore Roosevelt, que ajudou a consolidar a sua importância dentro do sistema de parques americanos.

Um dos maiores símbolos do parque — e também o destaque do wallpaper oficial do sistema — é o Half Dome, um monólito de granito com impressionantes 2.696 metros de altitude. Localizada no coração de Yosemite, a formação foi considerada inescalável por alguns geólogos do século XIX, até que George G. Anderson realizou a façanha em 1875, escalando-a descalço. Muito possivelmente, a foto usada pela Apple foi registrada com uma lente teleobjetiva nas proximidades da Ahwahnee Meadow.

BG do OS X Yosemite

O OS X Yosemite 10.10 foi um marco importante na trajetória do macOS. Muito lembrado pelas mudanças de design na interface — com elementos translúcidos e ícones de formas planas que definiriam a identidade visual do sistema por várias gerações —, ele também deixou como legado a introdução dos recursos de Continuidade (Continuity) entre o OS X e o iOS.

Inicialmente, a novidade englobava apenas o AirDrop, as chamadas telefônicas, o app Mensagens, o Handoff e o Instant Hotspot. Ainda assim, ela inaugurou um nível de interoperabilidade que ajudou a redefinir a forma como o mercado de tecnologia passou a enxergar ecossistemas compostos por diferentes produtos de uma mesma marca.

OS X El Capitan 10.11

A apenas 20 minutos de distância do Ahwahnee Meadow, a próxima parada do Mac é outra atração turística presente dentro do Parque Nacional de Yosemite: o El Capitan é um monólito de granito de quase 900 metros que se ergue acima do vale do parque.

Fundo de tela do OS X 10.11 El Capitan

O papel de parede provavelmente foi fotografado a partir do mirante Tunnel View, de onde é possível avistar o El Capitan à esquerda do vale. Ao fundo, surge o Half Dome — um enquadramento que parece refletir o espírito da atualização. Diferentemente de Yosemite, o OS X El Capitan 10.11 deu menos ênfase à introdução de novos recursos e concentrou seus esforços em correções de bugs, otimizações de desempenho e refinamentos da experiência de uso. Entre as principais novidades, estavam um Spotlight aprimorado, a adição do Split View e diversas melhorias nos aplicativos nativos da Apple.

macOS Sierra 10.12

Cerca de 338km depois (aproximadamente quatro horas e meia) de Yosemite, passando pela cordilheira de Sierra Nevada (situada no leste da Califórnia, a oeste do Mount Whitney), temos o Lone Pine Peak, cenário da montanha que aparece no wallpaper do sistema.

Wallpaper do macOS Sierra

Além da mudança de nomenclatura de OS X para macOS (colado e com o “m” minúsculo, como segue até os dias de hoje), a atualização é particularmente lembrada pela inclusão da Siri no Mac, o Desbloqueio Automático (Auto Unlock) com o Apple Watch e a Área de Transferência Universal (Universal Clipboard) entre Macs, iPhones e iPads.

macOS High Sierra 10.13

Uma rápida viagem de 80 minutos (129km) é capaz de nos levar ao próximo destino fotografado pela Apple: North Lake, localizada na pequena cidade de Bishop, entre as montanhas da cordilheira de Sierra Nevada. Ali, muito possivelmente em meio ao outono, o registro eternizado no papel de parede do sistema foi feito.

Wallpaper oficial do macOS High Sierra 10.13

Quando falamos do sistema, aos moldes do próprio El Capitan e do Snow Leopard, o macOS High Sierra 10.13 focou muito mais no aprimoramento interno do macOS do que em novos recursos, mas vale mencionar a inclusão do novo sistema de arquivos da Maçã (o Apple File System, ou APFS), do suporte aos formatos audiovisuais HEVC e HEIF, bem como a chegada da segunda geração da tecnologia de desempenho gráfico Metal.

macOS Mojave 10.14

Depois das montanhas, que peculiarmente ficam na margem do wallpaper, vieram as dunas. Com uma distância de 253km (ou três horas de carro), o próximo destino é o Parque Nacional do Vale da Morte, o ponto mais quente do continente americano — onde se registrou a maior temperatura da história (56,7°C) em julho de 1913, e onde a foto do papel de parede do macOS Mojave 10.14 foi feita.

Wallpaper oficial do macOS Mojave

Já sobre as novidades do sistema, essa versão do macOS é particularmente conhecida pela introdução do Modo Escuro, a inclusão dos Conjuntos (Stacks) na Mesa (Desktop), além da estreia de apps já conhecidos dos usuários de iOS, como o Apple News, o Bolsa (Stocks), o Gravador de Voz (Voice Memo) e o Casa (Home).

macOS Catalina 10.15

A 428km adiante do Deserto de Mojave (cerca de cinco horas e meia de carro), nós temos a Ilha de Santa Catalina, destino paradisíaco — e remoto — da costa sul da Califórnia que deu nome à versão do macOS lançada em 2019. Pela posição da foto, o que se especula é que o registro oficial da Apple tenha sido feito com o auxílio de um drone ou helicóptero, sobrevoando as águas para capturar Catalina sob diferentes períodos e iluminações para fornecer o tema dinâmico disponível no sistema.

Wallpaper do macOS Catalina

Essa atualização marcou o fim do iTunes, que foi segmentado em um catálogo de aplicativos separados (Apple TV, Música, Apple Podcasts), mas sua adição mais relevante muito possivelmente foi o recurso Sidecar, que possibilita o uso do iPad como um monitor externo do Mac.

macOS Big Sur 11

Com uma distância de 524km da Ilha de Catalina, a próxima parada é na Ponte Bixby Creek (inaugurada em 1932 e particularmente conhecida por suas estradas com curvas), localizada na costa central de Big Sur, que dá nome a essa versão do macOS — o papel de parede retrata também a parte litorânea do local.

Wallpaper do macOS Big Sur

Sobre o sistema, a versão marcou a transição dos processadores da Intel para o Apple Silicon com o lançamento do M1, trazendo novos ícones, materiais translúcidos, um novo Dock, Central de Controle e de Notificações.

Esta versão também foi um marco para o sistema operacional, pois, pela primeira vez em muitos anos, a Apple abandonou as sub-versões 10.x e passou para o número 11 — o que se manteve nos anos subsequentes.

macOS Monterey 12

Ainda na costa de Big Sur, o macOS Monterey 12 marcou a quebra de uma tradição: pela primeira vez em anos, a Apple optou por não incluir um registro fotográfico como possível papel de parede ou tela de descanso, mantendo apenas temas dinâmicos para ilustrar o sistema dos Macs naquela ocasião.

Wallpaper do macOS Monterey 12

O Condado de Monterey, que inspirou o nome do sistema, é particularmente lembrado por ter abrigado a primeira capital da Califórnia, quando a região ainda era de domínio dos governos da Espanha e do México.

Em relação ao sistema, o grande destaque foi a introdução do Controle Universal (Universal Control), permitindo que um único conjunto de periféricos (como teclados e mouses) seja utilizado simultaneamente no Mac e no iPad.

macOS Ventura 13

Por volta de 450km de distância (quatro horas e meia de trajeto) depois, temos o Condado de Ventura, que inspirou essa versão do macOS. Emancipado do Condado de Santa Bárbara em 1873, ele abriga o píer mais antigo do estado da Califórnia. Mais uma vez, a Apple optou por não incluir um papel de parede fotográfico.

Wallpaper do macOS Ventura

Quanto aos seus recursos, o macOS Ventura 13 se destacou pela adição do recurso Organizador Visual (Stage Manager) e melhorias no Spotlight, Safari, entre outros aplicativos nativos do sistema que ganharam reformulações.

macOS Sonoma 14

Do Condado de Ventura até Sonoma, são 748km (pouco mais de sete horas de trajeto) até a região norte de San Francisco, conhecida por abrigar centenas de vinícolas. O registro da Apple foi feito na vinícola Mazzocco Sonoma, no rancho de Warm Springs.

Depois de dois anos, a Apple enfim retornou com os papéis de parede fotográficos no macOS, funcionando também como protetores de tela (screensavers) dinâmicos que lentamente se tornam um wallpaper estático após o login.

A maior novidade do sistema foi a implementação dos widgets interativos na Mesa (Desktop), além de reformulações no modo Jogo, na relação do sistema com acessos remotos e no compartilhamento de conteúdos em videochamadas, com novidades também no Safari, na Siri e nos recursos de acessibilidade.

macOS Sequoia 15

Saindo de Sonoma, nosso próximo destino está localizado a quase sete horas de distância (mais ao sul da Califórnia, a exatos 547km de distância); trata-se do Parque Nacional da Sequoia, que abriga algumas das maiores árvores do planeta em termos de volume.

Novo wallpaper do macOS Sequoia 15

O registro do papel de parede é remoto o suficiente para não termos uma dimensão exata da sua localização geográfica (até porque a Apple nunca divulgou essa informação), mas é seguro afirmar que as imagens foram capturadas em algum dos bosques de sequoias da Sierra Nevada.

Além da estreia controversa dos recursos da Apple Intelligence devido à discrepância entre o que foi apresentado e as funcionalidades entregues, o macOS Sequoia 15 introduziu o Espelhamento do iPhone (iPhone Mirroring), a organização de janelas em mosaico e o aplicativo Senhas (Passwords).

macOS Tahoe 26

Do Parque Nacional de Sequoia, partimos rumo ao norte, até a fronteira entre a Califórnia e o estado do Nevada (uma distância de 330km, ou três horas e meia de trajeto). O próximo destino é o Lago Tahoe, também presente na cordilheira de Sierra Nevada. Ele é particularmente conhecido por ser o maior lago alpino da América do Norte em termos de altitude.

Tahoe Day

Conhecido por suas águas cristalinas, o lago é um destino frequente para esqui. O papel de parede do macOS Tahoe 26 exibe um ângulo baixo sobre o lago, com as rochas em primeiro plano, enquanto os pinheiros e as montanhas de Sierra Nevada aparecem ao fundo.

Quanto ao sistema, além da unificação da numeração com todo o ecossistema (iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e visionOS) da Apple, essa versão foi especialmente marcada pelo redesign de interface com a estreia do Liquid Glass. Outras novidades incluem a adição das Atividades Ao Vivo (Live Activities) ao recurso Continuidade, além de revisões do Spotlight, Central de Controle e os recursos da Apple Intelligence.

macOS Golden Gate 27

E, enfim, chegamos à versão mais recente do macOS! Com uma distância de 330km (trajeto com cerca de três horas e meia), nosso próximo destino é o cartão postal da cidade de San Francisco: a Ponte Golden Gate.

Wallpaper oficial do macOS Golden Gate 27 (dia)

Ela foi, até 1964, a maior ponte suspensa do mundo — caso seus cabos de sustentação fossem esticados, teriam tamanho o suficiente para dar três voltas no planeta.

Enquanto sistema, assim como o Snow Leopard ou o High Sierra, o macOS Golden Gate 27 é marcado por sua abordagem de priorização dos refinamentos, tanto relacionados ao visual Liquid Glass quanto aos recursos da Apple Intelligence e da Siri, que agora se torna Siri AI.


E você aí, usa o macOS desde que versão? Alguma, em especial, lhe marcou? Ou você (ainda) não é usuário de Mac, mas gostou de todas essas curiosidades? 😊

via Basic Apple Guy

Confira os painéis do Apple TV na San Diego Comic-Con 2026

31 July 2026 at 23:42

Em seu canal do YouTube, o Apple TV disponibilizou os vídeos de todos os painéis da San Diego Comic-Con International.

Essa, como falamos, foi a primeira vez que o streaming da Maçã marcou presença no evento. Os painéis ocorreram no último sábado, dia 25 de julho.

Vamos conferir cada um deles?

“Mayday”

O painel do filme iniciou com os cineastas John Francis Daley e Jonathan Goldstein comentando as suas inspirações para criar a obra estrelada por Ryan Reynolds e Kenneth Branagh.

A dupla abordou ainda seu método de direção, destacando que incentivaram os atores a atuarem como se o título se tratasse de um drama, mesmo sendo uma comédia.

Na sequência, um clipe exclusivo foi exibido para a plateia (e a plataforma brinca com a impossibilidade de exibir o trecho na íntegra, mostrando apenas um retrato da dupla), com Daley e Goldstein comentando o uso de efeitos práticos para as cenas do longa-metragem.

“Mayday” retrata uma dupla composta de um piloto da Marinha dos Estados Unidos e um ex-agente da KGB, que embarcam em uma improvável jornada de fuga que mistura ação, espionagem e humor. O filme chegará no dia 4 de setembro ao Apple TV.

“Silo”

“Silo”, cuja terceira temporada estreou no início do mês, também não ficou de fora da SDCC: quem subiu ao palco foi tanto o criador, produtor executivo e showrunner Graham Yost quanto o elenco principal da temporada, incluindo Rebecca Ferguson, Common, Tim Robbins, Ashley Zukerman, Jessica Henwick e Alexandria Riley.

Os realizadores comentaram a história da nova temporada, incluindo o seu tema central (a manipulação e o controle de memórias como ferramenta de sobrevivência e poder), além da dinâmica dos personagens.

Yost relembrou que a série já foi renovada para uma nova temporada, prevista para chegar ao catálogo do streaming no ano que vem e, com isso, encerrar toda a sua história.

“Matchbox”

“Matchbox — O Filme” (“Matchbox: The Movie”), longa estrelado por John Cena, também marcou presença na Comic-Con: o ator subiu ao palco junto com Jessica Biel, Sam Richardson, Teyonah Parris e Arturo Castro.

O elenco discutiu sua experiência no set ao dirigir veículos esportivos reais para gravações de cenas de ação, destacando ainda a dinâmica de amizade dos personagens e as locações ao redor do mundo, que incluíram países como Budapeste, Marrocos e Eslováquia.

A narrativa se centra em um grupo de amigos de infância que têm suas vidas viradas ao avesso quando um agente secreto da CIA, Sean (interpretado por Cena), volta à sua cidade natal e envolve os companheiros em uma aventura mirabolante para salvar o mundo.

O filme será lançado no dia 9 de outubro.

“Matéria Escura”

O painel também contou com a apresentação da segunda temporada de “Matéria Escura” (“Dark Matter”). Participaram os atores Joel Edgerton, Jennifer Connelly, Alice Braga, Dayo Okeniyi e o criador, roteirista e produtor Blake Crouch.

O elenco discutiu os desafios de interpretar várias versões dos seus personagens, e Crouch mencionou aquilo que os fãs podem esperar da nova temporada.

Embora uma terceira temporada ainda não tenha sido confirmada, Braga brincou com a possibilidade de futuros episódios se passarem no Brasil.

Vale lembrar que, paralelamente, o Apple TV divulgou o trailer da segunda temporada, que será lançada no dia 28 de agosto.

“O Segredo de Widow’s Bay”

A maior surpresa ficou por conta do painel de “O Segredo de Widow’s Bay” (“Widow’s Bay”), cujos participantes não tinham sido confirmados até então. Subiram ao palco a showrunner Katie Dippold, o diretor e produtor executivo Hiro Murai e os atores Stephen Root, Dale Dickey, Jeff Hiller, K. Callan, Kevin Carroll e Kingston Rumi Southwick, além da aparição surpresa de Matthew Rhys.

Os realizadores discutiram a evolução da produção, a aclamação dela junto à crítica especializada e os desafios relativos à complexidade da narrativa e da mistura dos gêneros de comédia e horror.

Vale lembrar que a série foi renovada para uma segunda temporada, com filmagens previstas para o início do ano que vem.


O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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MacMagazine no Ar #693: 3º trimestre fiscal, “Apple Glass”, mudanças no Watch, Epic Games Store no Brasil e mais!

31 July 2026 at 22:33

E hoje é dia de MacMagazine no Ar! 😃 Esta é a 693ª edição do nosso podcast.

Participantes do dia

A edição é obra do Eduardo Garcia [@edugarcya].

Pauta do episódio

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Capa do podcast - MacMagazine no Ar
MacMagazine no Ar de MacMagazine Episódio: #693
Gravação: 30 de julho de 2026
Duração: 54min34

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iPhone 17 Pro sobrevive a queda de avião no Canadá

31 July 2026 at 21:45

De todos os possíveis testes de resistência em que o iPhone 17 Pro já se saiu bem, esse foi muito possivelmente um dos mais inusitados: o aparelho foi recuperado sem danos aparentes após cair de um pequeno avião a aproximadamente 1,1km de altitude (cerca de 3,6 mil pés).

O feito foi da artista canadense Heather Cline, que reside na província de Saskatchewan e costuma fazer voos em um avião monomotor junto com seu marido para capturar fotos e vídeos que servem de referência para suas pinturas aéreas.

Durante um desses voos, 30 minutos após realizar a decolagem, uma corrente de ar derrubou o seu iPhone do suporte, enquanto a pequena aeronave voava a mais de 100km/h.

À CBC, Cline declarou que havia adquirido o aparelho no mês anterior:

Foi um grande investimento. […] Eu literalmente não acreditei de início, que eu tinha feito aquilo, e então ele só me olhou e disse: “Eu te disse para não deixar o telefone cair.” […] Eu estava simplesmente arrasada. Pensava, “Será que existe seguro para quem deixa o seu celular cair de um avião?”, tipo, o que você escreveria no pedido de indenização? “Eu sou uma idiota?”

Embora o casal considerasse o aparelho perdido, eles perceberam que ele ainda era localizável pelo app Buscar (Find My), e então decidiram procurá-lo, encontrando-o em meio a uma plantação de canola com a tela virada para cima, sem danos aparentes!

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 10.859,00
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.699,00
R$ 11.499,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via MobileSyrup

Após resultados financeiros, ações da Apple despencam mais de 7%

31 July 2026 at 21:21

Apenas três dias após quebrar a barreira dos US$5 trilhões em valor de mercado, a Apple registrou uma queda e tanto no mercado de ações — algo que sucedeu a sua última conferência de resultados financeiros, realizada ontem (30/7).

Avaliada agora em US$4,537 trilhões (US$308,91 por ação, queda de 7,35%), a Maçã já tinha visto o valor dos seus papéis recuar cerca de 3% ainda ontem, logo após o fim da reunião com investidores, nas negociações pós-fechamento da Nasdaq.

Entre as causas dessa queda, estão um crescimento menor que o esperado para a App Store e para o segmento de serviços como um todo, além de desafios enfrentados pela companhia na cadeia de fornecimento — tanto pela forte demanda de produtos como o iPhone e o Mac quanto pela crise no mercado de memórias —, o que não afetou os resultados financeiros do terceiro trimestre fiscal de 2026, mas nos dá um prognóstico do que pode vir pela frente.

Como era de se esperar, a queda grande de hoje fez com que a Apple perdesse o posto de empresa mais valiosa do mundo, ocupado agora pela NVIDIA [$NVDA], que fechou o dia avaliada em US$4,862 trilhões (US$200,75 por ação, +2,93%).

A gigante de Cupertino, no entanto, permanece à frente da Alphabet [$GOOG], que apresentou hoje um crescimento forte de 6,88% e fechou o dia avaliada em US$4,362 trilhões (US$356,65 por ação).

Em quarto lugar, temos a Microsoft [$MSFT], um dia após suas ações registrarem a maior valorização da história em um único dia (ontem os papéis subiram 15,51%, adicionando cerca de US$450 bilhões ao valor de mercado da companhia). Avaliada agora em US$3,451 trilhões (US$464,72 por ação), ela apresentou hoje um crescimento de 3,02%.

Que reviravolta, hein?! 💸

Apple’s Q3 2026 Results

31 July 2026 at 19:31

Apple (transcript, Hacker News):

The Company posted quarterly revenue of $109.4 billion, up 16 percent year over year.

[…]

“Today, Apple is proud to report our strongest June quarter ever, with double-digit revenue growth across iPhone, Mac and Services, and in every geographic segment,” said Tim Cook, Apple’s CEO.

Jason Snell:

iPhone revenue was up 22%, Mac revenue was up 10.4%, Services revenue was up 12%, and Wearables revenue was up 6%. iPad revenue was down 6%.

John Voorhees:

Together, iPhone and Services accounted for 77.7% of Apple’s $109.4B in net sales.

Jordan Golson:

Gross margin for the quarter was 50.1 percent, compared to 46.5 percent in the year-ago quarter.

Jason Snell:

You can’t argue with the strong iPhone and Mac sales figures, and Apple specifically called out the MacBook Pro and the MacBook Neo, which Cook said “has been especially popular” and suggested that the company is still struggling to make them fast enough.

It’s admirable (and sensible) that Cook isn’t pointing fingers at anyone but customers who want Apple products, but the key phrase in his statement is “the supply chain just has less flexibility in it than normal.” This is an acknowledgement that while in the past, Apple might have been able to boost chip production from its partners, today the chip industry is maxed out thanks to the wild building of chips for AI applications.

[…]

As an aside, Cook also alluded to reports that Apple has tried to get the U.S. government to authorize purchase of RAM from some forbidden Chinese chipmakers, which has aroused political ire.

See also: MacRumors.

Previously:

Shazam agora suporta stickers e lança primeiro pacote em parceria com Ariana Grande

31 July 2026 at 19:00

O aplicativo oficial do Shazam, de propriedade da Apple, foi atualizado hoje com uma novidade bem interessante para aplicativos de mensagens e afins: o suporte a figurinhas (stickers).

A novidade estreia na forma de uma parceria da plataforma com a cantora Ariana Grande, especialmente para divulgar seu novo álbum, “petal”.

Inspiradas na estética do álbum, as figurinhas podem ser adicionadas a partir do botão de adição do app Mensagens (Messages), escolhendo a opção “Adesivos” e depois tocando no ícone do Shazam.

Stickers do Shazam

Além disso, elas podem ser usadas tanto no app de mensagens oficial da Apple quanto em qualquer aplicativo com o teclado de emojis disponível.

Para usá-las, obviamente, é preciso atualizar o Shazam para a versão 26.14.1, disponível gratuitamente na App Store.

iPhone 18 Pro Might Cost Up To $300 More Due To Part Shortages

31 July 2026 at 18:20

Buyers hoping to upgrade to the newest iPhone flagship this fall might want to start saving a bit more money right now. A well-known tech analyst predicts that the upcoming iPhone 18 Pro and its larger Pro Max sibling could launch with a much higher price tag than last year. These upcoming models might see […]

The post iPhone 18 Pro Might Cost Up To $300 More Due To Part Shortages appeared first on The Mac Observer.

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