O iPhone Duo foi apresentado ao mundo há apenas um dia, mas sua divulgação segue de vento em popa. Em uma série de vídeos publicados pela Apple em seu perfil no TikTok, a empresa destaca diversos aspectos do seu primeiro smartphone dobrável, além de também fazer algumas brincadeiras.
No vídeo abaixo, por exemplo, o iPhone Air e o iPad mini estão “sentados” em uma mesma mesa, com a legenda indicando que esse seria o “making of” do iPhone Duo — uma vez que, quando aberto, ele é ainda mais fino do que o Air e possui uma tela com quase o tamanho do display do iPad mini (7,6 contra 8,3 polegadas).
Em outro vídeo, a empresa mostra as diferentes formas de uso do iPhone Duo, que pode ficar semiaberto (inclusive funcionando como um suporte), associando essas possibilidades às poses de meditação.
Na mesma pegada do vídeo acima, a publicação abaixo mostra que é possível apoiar o iPhone Duo e rolar de forma mais agradável por um aplicativo — no caso deste vídeo, o app Fotos (Photos).
Já o vídeo abaixo mostra o contraste de um MacBook Pro e do iPhone Duo, que estão dispostos em uma mesma bancada e na mesma “posição” — de modo que, quando semiaberto, a parte inferior da tela do dobrável funciona como teclado, como no próprio MacBook (porém em um tamanho bastante reduzido, é claro).
Outro vídeo destaca as capacidades de multitarefa do iPhone Duo, que roda uma versão adaptada do iOS para aproveitar as possibilidades da tela dobrável. No vídeo, é possível ver o Apple Music rodando ao lado do app Fotos.
Até mesmo o som ao fechar o dispositivo virou alvo de marketing pela Apple — que, no vídeo abaixo, mostra um usuário tirando uma foto com o aparelho e, em seguida, fechando-o rapidamente, causando um eco no ambiente.
A Uber disponibilizou hoje uma nova modalidade chamada Uber Entre Cidades, a qual permite viagens diretas entre cidades turísticas próximas tanto em trajetos de ida quanto de volta.
No momento, a novidade está disponível somente para trajetos entre o Rio de Janeiro (RJ) e as seguintes cidades: Angra dos Reis (RJ), Cabo Frio (RJ) e Petrópolis (RJ).
A plataforma explica que uma das principais características da modalidade é a transparência no preço, de modo que o valor exibido no aplicativo já engloba todas as taxas e os pedágios necessários para o percurso. Ademais, apenas motoristas bem avaliados poderão realizar essas viagens.
Assim como em viagens comuns, os usuários podem utilizar a opção “Reserve” para agendar seus deslocamentos com até 90 dias de antecedência, recebendo as informações sobre o motorista parceiro até uma hora antes do horário da partida. Além disso, a Uber disponibiliza suporte e rastreamento ativos durante toda a viagem.
Já imaginou assistir a uma cena de filme em que um rosto muda completamente e, pouco depois, ver algo parecido viralizar nas redes sociais? O que antes parecia reservado ao cinema hoje está ao alcance de qualquer pessoa.
Com ferramentas de inteligência artificial, trocar rostos deixou de ser uma tarefa complexa de edição. Em poucos passos, uma foto comum pode ganhar um novo contexto, permitindo transformar ideias criativas em imagens e vídeos compartilháveis.
Como o face swap com IA está mudando a edição de fotos e vídeos
Durante muito tempo, fazer uma troca de rosto convincente exigia softwares de edição, conhecimento técnico e bastante trabalho manual. Era necessário recortar imagens, ajustar proporções, combinar cores e corrigir imperfeições para obter um resultado natural.
Com a IA, boa parte dessas etapas pode ser automatizada. Os modelos conseguem identificar rostos, analisar características visuais e adaptar uma face à posição, iluminação e expressão da imagem original.
Essa evolução também mudou a produção de conteúdo. Uma ferramenta de troca de rostos como o VidMage permite experimentar diferentes ideias sem passar horas em um editor tradicional, tornando o face swap mais acessível para criadores e usuários comuns.
O que é possível criar com face swap hoje
O face swap atual vai muito além de simplesmente colocar um rosto em outra fotografia. A combinação entre IA e edição visual permite explorar diferentes estilos, personagens e situações, seja para entretenimento, redes sociais ou expressão criativa.
Algumas possibilidades incluem:
Estilos criativos
Uma selfie pode ganhar uma nova identidade visual ao ser inserida em uma pintura clássica, uma cena de ficção científica, um universo de fantasia ou uma temática sazonal. É uma forma simples de experimentar diferentes estilos sem precisar criar a imagem do zero.
Memes para redes sociais
O face swap também pode transformar modelos conhecidos de memes em conteúdos personalizados. Colocar o próprio rosto em uma situação divertida pode gerar imagens rápidas para compartilhar com amigos e seguidores.
Personagens fictícios
Outra possibilidade é assumir o papel de personagens fictícios, como cavaleiros, exploradores espaciais ou heróis de histórias em quadrinhos. Esse tipo de edição pode ser útil para narrativas visuais, fantasias e avatares.
Correção e edição de fotos
Nem todo uso precisa ser apenas criativo. O face swap pode ajudar a corrigir uma expressão, substituir uma foto em que alguém piscou ou combinar diferentes registros para obter uma imagem mais interessante, sem exigir experiência em edição.
Da criação ao resultado: como escolher um software de face swap
Com tantas ferramentas disponíveis, vale observar mais do que apenas a qualidade do efeito. Uma boa solução deve equilibrar facilidade de uso, controle criativo e segurança, especialmente para quem pretende trabalhar regularmente com fotos e vídeos.
Ao escolher um software, vale considerar:
Facilidade de uso: uma interface simples permite criar resultados sem conhecimentos avançados de edição.
Qualidade do resultado: rostos, expressões e proporções devem ser integrados de maneira natural.
Variedade de recursos: suporte a diferentes formatos e possibilidades de edição amplia os usos da ferramenta.
Privacidade: é importante entender como as imagens enviadas são processadas e armazenadas.
Compatibilidade: ferramentas disponíveis tanto online quanto em desktop oferecem mais flexibilidade para diferentes fluxos de trabalho.
Nesse sentido, o VidMage para troca de rostos no Mac é uma opção voltada para usuários que preferem realizar esse tipo de edição diretamente no computador. Ter uma versão para desktop também pode ser interessante para quem trabalha com um volume maior de imagens e busca mais praticidade no processo.
Privacidade, segurança e controle sobre suas imagens
As imagens devem ser usadas apenas com a autorização das pessoas retratadas. O face swap não deve ser usado para enganar, prejudicar ou constranger terceiros. Também é importante respeitar os direitos de imagem e evitar conteúdos que possam causar confusão sobre a identidade de alguém.
A privacidade é outro ponto importante. Segundo a política do VidMage, fotos, vídeos e informações de características faciais usados no processamento não são armazenados nem compartilhados com terceiros. Os arquivos enviados para os serviços online são excluídos automaticamente dos servidores em até duas horas.
Além disso, o VidMage informa que os dados dos usuários, incluindo fotos e vídeos enviados, não são utilizados para treinar modelos de IA. Nos aplicativos para desktop, os arquivos permanecem armazenados localmente no dispositivo, oferecendo ao usuário maior controle sobre seus próprios dados.
O futuro do face swap na criação de conteúdo
O face swap com IA está tornando a edição visual mais rápida e acessível. O que antes dependia de ferramentas complexas agora pode ser explorado por qualquer pessoa interessada em experimentar novas ideias com fotos e vídeos.
À medida que os modelos de IA evoluem, a tecnologia tende a oferecer resultados mais naturais e maior controle sobre as criações. O desafio será encontrar o equilíbrio entre liberdade criativa, qualidade e uso responsável, para que o face swap continue sendo uma ferramenta de expressão e não apenas um efeito visual.
“Farmar aura” tornou-se uma tendência entre os mais novos, mas uma dança, uma reação ou apenas alguns segundos captados pelo telemóvel de outra pessoa podem fazer com que uma criança se torne viral nas redes sociais. Perante os riscos da exposição online, a Kaspersky deixa recomendações para ajudar pais e filhos.
Hoje, com a revelação dos Apple Watches Series 12 e Ultra 4, a Maçã também anunciou um novo conjunto de recursos chamado Inteligência de Áudio (Audio Intelligence), composto pelas funções Reconhecimento de Som (Sound Recognition), Reconhecimento de Música (Music Recognition), Live Rewind e Siri Recap.
Parte da Apple Intelligence e exclusivas desses novos relógios, essas ferramentas analisam o som ambiente — que, em alguns casos, é captado constantemente — para alertar o usuário sobre sons importantes, ajudá-lo a descobrir o título de músicas, recobrar algo que foi falado nos últimos instantes e revisar anotações sobre as suas principais conversas ao longo do dia, respectivamente.
Por mais bem intencionados que esses recursos possam ser, no entanto, é natural que alguns usuários torçam o nariz para eles — afinal, a ideia de ter um dispositivo monitorando tudo o que você fala (e que falam para você) sem interrupções pode ser um tanto… preocupante, principalmente do ponto de vista da privacidade — um assunto tão abordado pela Apple.
E foi muito provavelmente pensando nessas pessoas que a Apple colocou no ar uma extensa página de suporte que detalha o funcionamento dessas ferramentas, além de explicar quais medidas de segurança foram tomadas para proteger usuários que decidirem ativar essas ferramentas. A empresa também publicou um documento [PDF] que mergulha ainda mais nas minúcias dessas novidades, as quais dependem não só do poder de fogo do novo SiP 1System in a package, ou sistema em um pacote.S11, como também dos seus recursos de segurança embutidos.
Para início de conversa, a Apple deixa claro que todos esses recursos são completamente opcionais; o Reconhecimento de Som, por exemplo, precisa ser configurado nos Ajustes (Settings) do iPhone, de modo que ele só vem ativado por padrão no Apple Watch caso o recurso equivalente do iOS já tenha sido ativado anteriormente pelo usuário no iPhone. Outras ferramentas, como o Reconhecimento de Música, podem ser ativadas diretamente nos Ajustes do Apple Watch (caso já não tenham sido ativadas anteriormente).
Divulgação/Apple
O Live Rewind, por sua vez, entra em cena apenas quando o usuário dá um clique duplo na Digital Crown, mostrando em seguida uma transcrição dos últimos 15 segundos de conversa. Ainda segundo a Apple, o relógio para de gerar essa transcrição assim que o último trecho de conversa é exibido, além de não salvar qualquer texto — a menos que o usuário faça uma pergunta sobre o seu conteúdo para a Siri ou escolha salvá-lo no app da assistente, que é onde estão os ajustes dessa ferramenta.
Divulgação/Apple
Disponível na Central de Controle, o Siri Recap pode ser ativado e desativado manualmente a qualquer momento, mas também permite que o usuário defina uma programação com base na hora e/ou localização. A Siri também pode ser barrada de realizar qualquer registro em momentos/lugares específicos.
Trechos de texto do Live Rewind e anotações do Siri Recap podem ser visualizados, editados e apagados a qualquer momento no app da Siri, bem como exportados para apps como o Notas (Notes) e o Diário (Journal). Além disso, apagá-los faz com que eles sumam de todos os seus dispositivos sincronizados — lembrando que a Apple os protege com criptografia de ponta a ponta antes de enviá-los ao iCloud.
Proteções adicionais
Segundo a Apple, em todos esses casos, nenhuma gravação de áudio é gerada ou armazenada no Apple Watch. Em vez disso, o áudio captado pelos microfones passa pelo Secure Exclave do SiP S11 — compartimento isolado por hardware que processa dados de maneira separada do resto do sistema, impedindo que aplicativos, o watchOS, a Apple ou até mesmo o próprio usuário possam acessá-lo.
Os resumos da Siri Recap são gerados pelos chamados Apple Foundation Models no Private Cloud Compute, que não salva nenhuma das informações. As anotações também são apagadas automaticamente pelo app da Siri depois de sete dias, caso o usuário escolha não salvá-las ou exportá-las.
A Apple também garante que esses recursos não identificam ou atribuem locutores nos áudios captados — protegendo, assim, a identidade de pessoas no entorno do usuário. A única particularidade aqui é a Siri Recap, que pode registrar nomes citados no conteúdo da conversa, mesmo sem identificar quem é o locutor ou interlocutor; ele também reconhece e censura “conteúdo potencialmente prejudicial, como linguagem que promove automutilação ou discurso de ódio, e informações confidenciais, como dados financeiros, identificadores governamentais, dados de autenticação e certos identificadores pessoais”.
Divulgação/Apple
No caso do Live Rewind, um alerta sonoro é reproduzido sempre que o usuário ativa o recurso, não importa se o Apple Watch está com o modo silencioso ligado ou não. Uma animação em tela cheia também é exibida junto com um indicador de uso do microfone; “Isso serve para alertar as pessoas próximas de que o recurso foi ativado”, explica a empresa.
Dependente do Shazam, o Reconhecimento de Música compartilha apenas uma assinatura acústica, e não o áudio bruto, na hora de processar o áudio captado — algo que acontece nos servidores do serviço. A assinatura acústica, ainda segundo a Apple, é gerada em um buffer seguro no Secure Exclave.
Disponibilidade
Todos esses recursos, como dito, requerem um Apple Watch Series 12 ou um Apple Watch Ultra 4 para funcionar.
Indisponíveis para usuários menores de 13 anos, o Live Rewind e a Siri Recap serão liberados como recursos beta ainda neste ano (inicialmente apenas em inglês). O Reconhecimento de Som e o Reconhecimento de Música serão liberados junto com os novos smartwatches.
Anunciados oficialmente hoje, os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max tiveram os detalhes sobre as capacidades das baterias revelados pela Apple nas etiquetas de eficiência energética nas páginas de seus produtos na União Europeia.
O iPhone 18 Pro Max apresentou um aumento na capacidade da bateria muito mais expressivo do que o iPhone 18 Pro, em comparação com a geração anterior. Eis as capacidades dos modelos que ainda possuem bandeja para cartão SIM, segundo a Apple:
Ainda de acordo com a Apple, o iPhone 18 Pro com bandeja para chip físico possui uma autonomia de até 34 horas para reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max pode chegar a até 43 horas. No uso típico, o primeiro atinge até 23 horas, enquanto o segundo pode durar até 29 horas.
Divulgação/Apple
As capacidades de bateria dos iPhones 18 Pro exclusivamente com eSIM ainda não foram confirmadas — mas, também conforme a Apple, essa versão do iPhone 18 Pro possui uma autonomia de até 36 horas para reprodução de vídeo e de até 45 horas no iPhone 18 Pro Max. No uso típico, eles possuem autonomias de até 24 horas e 30 horas, respectivamente.
Nos baseando nos números vazados pelo órgão chinês, muito provavelmente as capacidades dos modelos somente com eSIM serão estas:
Modelo
iPhone 17 Pro
iPhone 18 Pro
Diferença em mAh
Pro (eSIM)
4.252mAh
4.288mAh
+36 (+0,8%)
Pro Max (eSIM)
5.088mAh
5.567mAh
+479 (+9,4%)
Vale notar que a disponibilidade dos modelos somente com eSIM não sofreu alterações, de modo que eles estão disponíveis nas seguintes regiões: Arábia Saudita, Bahrein, Canadá, Catar, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Guam, Ilhas Virgens Americanas, Japão, Kuwait, México e Omã. Em todos os outros países (incluindo Brasil e Portugal, é claro), os aparelhos contam com a bandeja para cartão Nano-SIM físico.
Chamado Imagem de Referência da Apple (Apple Reference Image), o recurso utiliza um novo sensor na câmera principal que assina os dados do sensor em nível de pixel, no momento da captura. Quando uma foto é tirada em um novo modo chamado Referência (Reference), esses dados são enviados para o Private Cloud Compute, que os processa para criar o que a Apple chama de “imagem de referência inalterável” (algo como um “negativo digital”).
Agora, você pode provar a autenticidade de uma foto tirada no iPhone. A assinatura segura dos dados da imagem no nível do pixel acontece no momento da foto, registrando tudo que o sensor da câmera viu.
As imagens de referência aparecem no aplicativo Fotos (Photos) ao lado da foto correspondente, permitindo que os usuários comparem visualmente as duas para verificar se houve alguma edição. A Apple também está disponibilizando APIs 1Application programming interfaces, ou interfaces de programação de aplicações. no iOS 27, iPadOS 27 e macOS Golden Gate 27 para que aplicativos de terceiros possam exibir essas imagens de referência.
Divulgação/Apple
A Apple apresentou o recurso como parte de uma iniciativa mais ampla voltada para a autenticidade de imagens, complementando os metadados de imagem já existentes e o futuro suporte ao padrão SynthID, que ajudará a identificar imagens geradas ou editadas com IA.
Entretanto, o novo recurso não estará disponível — a princípio — na China, devido a exigências regulatórias. Na União Europeia, a captura de imagens com o Apple Reference Image também não estará disponível já no lançamento dos novos iPhones; no entanto, usuários que estão rodando o iOS 27, iPadOS 27 e macOS 27 ainda poderão processar e visualizar imagens de referência.
Notas de rodapé
1
Application programming interfaces, ou interfaces de programação de aplicações.
Após as muitas novidades do evento especial de mais cedo, a Apple anunciou no comunicado de imprensa sobre os iPhones 18 Pro que está estendendo o período de acesso gratuito à conexão via satélite para aparelhos mais antigos.
Segundo a empresa, donos de iPhones das linhas 14, 15 e 16 poderão acessar os recursos por mais um ano — algo disponível para quem já ativou o serviço em um país suportado.
O serviço de comunicação via satélite oferecido pela Apple, vale recordar, é apresentado como um teste gratuito — o que significa que a empresa pretende cobrar por ele futuramente.
Não se sabe, no entanto, o quão distante estaria essa cobrança, visto que a empresa vem adiando o período de teste gratuito para os aparelhos compatíveis desde o seu lançamento, em 2022.
Isso significa que a linha iPhone 14 já teve o prazo de gratuidade (que originalmente havia sido prometido para apenas dois anos) para o serviço por três vezes desde o ano supracitado.
Apesar de a conectividade via satélite ainda não estar disponível por aqui, não deixa de ser uma boa notícia, não é mesmo?
A MBLM divulgou seu estudo anual mais recente sobre as marcas que tem as “conexões mais íntimas” com seus clientes — avaliando o grau de apego dos consumidores a empresas específicas.
Embora geralmente bem colocada nesse ranking, neste ano a Apple não ficou em uma posição muito prestigiada: a empresa está agora na sétima colocação da lista (e em segundo lugar no ranking do setor).
Com isso, pela primeira vez, ela foi ultrapassada pela sua rival Samsung (que ocupa a terceira posição geral e a primeira em tecnologia).
Na avaliação da MBLM, a Apple tem um quociente de relacionamento de 55,5, sendo que seu arquétipo mais forte é o “ritual”.
A Apple tem 15% dos usuários na fase de compartilhamento, 7% na de vínculo e 4% na de fusão. Dos consumidores que escrevem sobre a Apple, 25,5% têm algum tipo de intimidade com a marca.
A MBLM faz essa medição examinando as conexões emocionais dos usuários com uma marca, incluindo as características de seu vínculo em categorias como nostalgia, indulgência e identidade. O estudo deste ano abrangeu 425 marcas em 23 setores.
Uma investigação da Gamers Nexus, feita em conjunto com a Level1Techs e investigadores independentes, revela que as smart TVs OLED da LG captam áudio do ambiente mesmo em standby, e enviam dados para a divisão de publicidade da empresa.
O Reino Unido quer obrigar as gigantes tecnológicas a impedir que crianças tirem ou partilhem imagens de nudez através dos seus telefones. O governo britânico considera que as medidas propostas por Apple e Google ficam aquém da dimensão do problema.
Se você ainda tem o hábito de abrir links do X (antigo Twitter) para ler um post isolado, sabe como a experiência costuma ser irritante: ou o site pede login, ou carrega um monte de coisas que você não quer ver, ou simplesmente trava. Foi pensando nisso que Zhenyi Tan, desenvolvedor do site And a Dinosaur, criou o Litterbox.
O Litterbox é uma extensão para Safari (iOS, iPadOS e macOS) que abre links do x.com em um popup, permitindo ler aquele post específico sem sair da página em que você está — e sem precisar visitar o X de fato. A ideia, nas palavras do próprio desenvolvedor, é simples: abrir, dar uma olhada e fechar em seguida.
Alguns detalhes de funcionamento que valem a pena destacar:
A extensão usa a mesma API que o X utiliza para os embeds oficiais do site, então não depende de gambiarras que podem parar de funcionar a qualquer momento.
Nenhum cookie seu é enviado quando o popup é aberto — ou seja, o Litterbox não usa sua sessão logada no X para exibir o conteúdo.
Links que podem ser abertos dessa forma ganham uma pequena marcação ao lado (um pontinho), já que nem todo link do x.com pode ser incorporado dessa maneira — perfis de usuário, por exemplo, ficam de fora.
O Litterbox é gratuito na App Store, sem assinaturas, compras no app, anúncios ou rastreamento, e exige o iOS 18/macOS 15 ou superior.
Enquanto Images 2 foi um update mais corpulento, o Images 2.5 chega com novidades incrementais (detalhes mais nítidos, geração de imagens até 50% mais rápida, edição mais precisa e ferramentas de criação/compartilhamento avançadas).
ChatGPT Images 2.5—faster, sharper, smarter, with better tools for creating whatever you can dream of.
– Faster image generation to keep your ideas flowing
– Improved fidelity for more natural, recognizable images
Em seu post de anúncio, a OpenAI explicou que o novo modelo produz “luz mais natural” e “texturas mais ricas”, além de seguir instruções de edição mais fielmente ao longo de várias tentativas. Ele também estaria melhor na hora de preservar o assunto principal de uma imagem de referência.
Além dessas melhorias, também foi introduzido o recurso “Sketch”, que permite ao usuário desenhar uma imagem de referência diretamente no ChatGPT, bem como predefinições (templates) de formatos populares de imagens, compartilhamento de prompts e mais.
Some ideas are easier to draw than describe.
Use Sketch to draw right in ChatGPT and show it exactly what you have in mind.
Por fim, a OpenAI anunciou duas versões do Images 2.5 voltada a desenvolvedores: o GPT-Image-2.5 Flare e o GPT-Image-2.5 Sunburst, os quais estarão disponíveis por meio da API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. do ChatGPT (com o Flare como opção padrão). Enquanto o primeiro traz uma oferta de recursos mais comum, o segundo é voltado para “workflows visuais premium” que demandam um maior nível de controle.
Use-o [GPT-Image-2.5 Sunburst] para fluxos de trabalho criativos e de edição, como campanhas publicitárias prontas para produção ou imagens de produtos com acabamento profissional.
O Images 2.5 já foi liberado para usuários de todos os planos do ChatGPT, do ChatGPT Work e do Codex em todas as plataformas suportadas.
Há dois meses, falamos aqui sobre o RetinaDesk, um site muito bacana que ajuda você a escolher o melhor monitor externo para o seu Mac, levando em conta todas as especificidades dos computadores da Apple.
Pois bem, recentemente, a ferramenta ficou ainda mais completa com a adição de uma página que ajuda você a descobrir, de maneira extremamente intuitiva, a quantidade máxima de displays externos suportados pela sua máquina.
O banco de dados da ferramenta cobre todos os Macs com Apple Silicon lançados até hoje, bem como suas respectivas variantes — detalhe que joga o total de computadores listados pelo RetinaDesk para nada menos que 53.
Encontrar essa página é fácil: basta acessar o site do RetinaDesk, clicar na aba “Tools” na parte de cima da tela e, depois, selecionar a opção “Mac External Display Support by Chip” — ou simplesmente acessar esse link. Feito isso, é só selecionar o modelo do seu Mac na seção “Which Mac is it?” e, em seguida, sua respectiva variante — indicada pelo chip e o ano de lançamento (e, às vezes, o número de portas do computador) — em “Step 2”.
Captura de tela/RetinaDesk
Uma vez que você indicar o modelo do seu Mac, o número máximo de monitores externos ao qual ele pode ser conectado deverá aparecer à direita da tela, junto de uma ilustração do seu “setup máximo” — ou seja, com o maior número de monitores possível.
A nova página, no entanto, não para por aí, já que ela também conta com outra seção a qual ajuda você a montar setups com diferentes combinações de monitores, os quais podem ter resoluções e taxas de atualização distintas — sempre levando em conta, é claro, as limitações do seu computador. Ela também é uma boa forma de descobrir se o seu Mac suporta uma resolução ou uma taxa de atualização (ou uma combinação dessas duas coisas) específica.
Captura de tela/RetinaDesk
A seção “What each built-in port can drive”, por sua vez, exibe com quais resoluções/taxas de atualização cada porta do seu computador é compatível, além de revelar a sua versão (se é Thunderbolt 4 ou 5, por exemplo). Logo abaixo, temos a seção “How you can arrange the displays” que, como seu nome indica, mostra todas as combinações possíveis de monitores para a sua máquina.
Por fim, a ferramenta também deixa você comparar um Mac qualquer com outro modelo da sua escolha, checar se sua máquina precisa estar no modo clamshell para suportar um setup específico e aprender sobre soluções alternativas e suas respectivas concessões.
Captura de tela/RetinaDesk
Assim como o resto das ferramentas do RetinaDesk, essa nova página é totalmente gratuita, com o único “porém” sendo o fato de que ela não está disponível em português — problema que, é claro, pode ser facilmente remediado com a ajuda das ferramentas de tradução dos navegadores atuais.
A OpenAI está lançando um novo recurso opcional para o ChatGPT no macOS que pode monitorar suas atividades diárias no computador — abrangendo aplicativos e sites — e transformá-las em memórias e em uma linha do tempo.
Chamado Computer History, o recurso está disponível inicialmente para usuários dos planos Pro, Business e Enterprise. Para usá-lo, é necessário ativá-lo em Configurações » Integrações no aplicativo do ChatGPT para macOS.
ChatGPT can now remember your activity across the apps and websites on your computer.
With Computer History in the desktop app, future interactions feel more personalized and require less explanation. pic.twitter.com/WHZPxPp31R
O ChatGPT agora pode lembrar-se da sua atividade em aplicativos e sites no seu computador.
Com o Computer History no aplicativo para desktop, as interações futuras parecem mais personalizadas e exigem menos explicações.
Segundo a OpenAI, isso permitirá que o ChatGPT localize arquivos, documentos e conversas relevantes para a sua consulta — independentemente de estarem no Google Docs, no Slack ou em uma aba aberta do navegador — sem que você precise reexplicar todo o contexto da sua solicitação.
Isso também será útil para aqueles momentos em que você sabe que leu algo, mas não faz ideia de onde. Naturalmente, a novidade requer que o recurso de Memórias também esteja ativado.
A OpenAI aponta que os usuários terão controle total sobre quais aplicativos e sites o recurso poderá acessar. No macOS, haverá uma nova opção na barra de menus para remover qualquer aplicativo do recurso, além de uma nova configuração no aplicativo do ChatGPT para desktop que permite excluir aplicativos e sites específicos.
Todos esses dados são armazenados localmente; assim, você pode visualizar o que o sistema captura e excluir itens caso não queira que façam parte da linha do tempo. Ademais, o recurso vem desativado por padrão, e você também pode pausá-lo a qualquer momento pela barra de menus.
Como dito, o Computer History está sendo disponibilizado para todos os usuários dos planos Pro, Business e Enterprise — exceto em regiões como o Espaço Econômico Europeu (EEE), o Reino Unido e a Suíça, onde a função será disponibilizada “nas próximas semanas”.
Outras novidades
O ChatGPT também ganhou, recentemente, um punhado de outras novidades que tornam mais fácil incluir documentos e arquivos salvos nas suas conversas, bem como encontrar o que você precisa e retomar de onde parou.
Na web, o texto copiado do Google Docs ou de outra conversa do ChatGPT preserva títulos, negrito, links e listas, tanto durante a escrita quanto após o envio da mensagem.
Adicione arquivos salvos sem precisar carregá-los novamente graças à opção “Adicionar da biblioteca”.
Selecione vários itens da Biblioteca de uma só vez, arrastando o cursor sobre vários arquivos ou pastas para selecioná-los em conjunto.
A busca agora inclui pastas e localiza títulos de conversas. Na web, você também pode pesquisar dentro da Biblioteca para encontrar seus arquivos salvos.
No iOS/Android, o ChatGPT consegue identificar quando uma conversa por voz em segundo plano parece inativa, bem como verificar se você ainda está presente e encerrar a sessão caso não haja resposta.
Se o ditado falhar devido a problemas de conexão ou tempo limite, o ChatGPT tenta novamente de forma automática uma vez, permitindo que você conclua a gravação sem precisar recomeçar.
Ao retornar a uma conversa, as respostas já finalizadas aparecem imediatamente, sem aquela reprodução lenta que dava a impressão de que ainda estavam sendo geradas.
Por fim, usuários com o plugin do Google Drive conectado podem agora visualizar e navegar pelos seus arquivos e pastas diretamente na Biblioteca. Seu conteúdo permanece no Drive e, caso você conceda autorização, o ChatGPT pode alterar o arquivo de origem diretamente. O recurso está sendo disponibilizado para usuários dos planos Plus, Pro, Enterprise, Edu, Healthcare e Business na versão web, tanto no modo Chat quanto no modo Work. O suporte para dispositivos móveis chegará em breve.
A alternativa permite, por exemplo, checar os status de um determinado contato, ou habilitar que ele veja determinadas informações do seu perfil (como o seu ícone ou o campo de recado) caso a visibilidade esteja restrita à sua lista de contatos — coisas que só eram possíveis antes ao salvar seu número de telefone.
WhatsApp launches a username field for new contacts, compatible with Status Sharing!
On Android and iOS, WhatsApp has introduced a new field for the contact creation screen that lets users save a contact's username alongside their name.https://t.co/5hSI6SUrs0pic.twitter.com/InGkJzgI7W
O WhatsApp lançou um campo de nome de usuário para novos contatos, compatível com o Compartilhamento de Status.
No Android e no iOS, o WhatsApp introduziu um novo campo na tela de criação de contato que permite aos usuários salvar o nome de usuário do contato junto do seu nome.
O novo campo está disponível tanto no iOS quanto no Android na tela já conhecida do público para adicionar novos contatos (ela pode ser acessada tocando no botão “+”, na seção “Conversas”, e depois selecionando a opção “Novo contato”).
Embora ainda não haja uma previsão oficial quanto à disponibilidade geral da novidade, o campo já foi notado por algumas pessoas que instalaram a versão mais recente do WhatsApp na App Store e pelos usuários da versão beta (via TestFlight).
Saudações de boas-vindas em grupos chegando ao iOS
Já presente na versão beta para Android, o mensageiro da Meta está testando no iOS um recurso que permite aos administradores de um grupo enviar uma mensagem automatizada de saudação para cada novo membro que integra a conversa coletiva.
O WhatsApp identifica a mensagem com um balão que inclui o texto “saudação automática”, e ela não poderá ser vista pelo restante do grupo (embora o usuário possa interagir com o recado).
WhatsApp is testing greeting messages for group chats on iOS!
Mesmo que um grupo tenha vários administradores, haverá apenas uma mensagem de boas-vindas para todo o grupo. Todos os administradores compartilharão o mesmo texto e qualquer um deles poderá editá-lo.
Ainda em desenvolvimento, a ferramenta não foi sequer disponibilizada para testadores do app, embora tenha sido notada na versão 26.31.10.73 beta.
Uma novo estudo da CashNetUSA revelou que a Apple é a segunda Big Tech estadunidense com mais vagas de emprego de nível inicial abertas no LinkedIn, ficando atrás apenas da Tesla.
Mais precisamente, 57,4% das vagas publicadas pela gigante de Cupertino são de baixa senioridade — um ponto percentual a menos que a montadora do bilionário Elon Musk. Fecham o Top 5 a IBM (32,4%), a Intel (20,9%) e a NVIDIA, que aparece com 5,3% — o mesmo número da Uber, com a qual divide a quinta posição.
Divulgação/CashNetUSA
Isso, no entanto, não quer dizer que entrar para o quadro de funcionários da Apple é fácil — já que, apesar da abundância de vagas de nível inicial (54, para ser mais preciso), ela ainda tem uma relação candidato-vaga de 55:1. Em primeiro lugar no ranking supracitado, a Tesla conta com uma proporção de “apenas” 23,5:1 — a menor entre as Big Techs analisadas no estudo.
Quando consideramos todo o mercado (e não apenas empresas de tecnologia), a Maçã fica na quinta posição entre as empresas mais competitivas dos EUA. Na frente dela, temos a NVIDIA (68,4:1), a IBM (88,4:1), a The Walt Disney Company (164,8:1) e o Morgan Stanley (180,9:1).
Divulgação/CashNetUSA
Para montar seu estudo, a CashNetUSA analisou, como dito, dados de vagas do LinkedIn referentes a “13 grandes empresas de tecnologia dos EUA reconhecidas mundialmente”. A firma de pesquisa também classificou cada empresa com base no número de candidatos que se inscreveram para cada vaga disponível.
Pensada para criadores de conteúdo, designers e outros utilizadores interessados no mundo da edição visual, a Effect.app permite aplicar vários efeitos a fotografias e vídeos, experimentar diferentes estilos e guardar combinações personalizadas, sem precisar de recorrer a software de edição complexo.
Precisa de substituir uma aplicação paga, um programa descontinuado ou simplesmente procura uma opção open-source? O AlternativeTo ajuda-o a encontrar as melhores alternativas com base nas recomendações da comunidade.