Se você é um colecionador de jogos físicos e gostaria de uma ferramenta que o ajudasse a catalogá-los, o app GameZ, desenvolvido pelo brasileiro Raul Lermen, talvez seja a solução que você procurava.
O app reúne tudo num lugar só, organizando a sua coleção inteira de jogos, bem como oferecendo uma avaliação do seu catálogo em reais.
Um diferencial do GameZ é que você pode enviar uma foto ou usar a arte oficial dos seus jogos, as quais aparecem como caixas — com a possibilidade de girá-las para ver a frente e o verso. Além da coleção física, dá para registrar o que você está jogando e acompanhar seu progresso em cada jogo.
Seu catálogo também mostra o registro completo de cada cópia, incluindo seu estado, preço pago, fotos próprias, tags e anotações. É possível buscar pelos jogos pelo nome ou com o código de barras — sendo que o app conta com uma base de dados com mais de 450 mil títulos.
O app oferece ainda um feed social entre amigos colecionadores e tela de descoberta de lançamentos com base no seu gosto por jogos. Ele também conta com diversos recursos de customização da sua coleção.
O GameZ está disponível gratuitamente na App Store, contando com três opções de licenças que desbloqueiam a versão Pro: uma de R$20/mês, outra de R$100/ano e uma compra vitalícia de R$250.
Descubre cómo un relieve egipcio de 3.400 años revela los mecanismos de propaganda visual que usaron los faraones para reforzar su poder. ¡Te sorprenderá!
Las excavaciones realizadas durante el pasado mes de julio en el conjunto monumental de Guadalupe han sacado a la luz los restos cimentarios de la que fuera Hospedería de los Reyes Católicos, un edificio histórico desaparecido que nada tiene que ver con la actual Hospedería del Real Monasterio que hoy funciona en el mismo enclave. […]
Le mercredi 12 août, la Lune masquera presque entièrement le Soleil dans une grande partie de la France. ÉclipseInfo propose une carte interactive pour repérer les observations publiques organisées près de chez vous et préparer cette soirée exceptionnelle.
Il 2 luglio 2026 il rover Perseverance ha immortalato dalla superficie di Marte un'occultazione planetaria inedita: la scomparsa temporanea della Terra dietro la luna Phobos. Le immagini catturate dall'elaborazione della fotocamera Mastcam-Z nel cratere Jezero mostrano il nostro pianeta ridotto a un singolo punto luminoso che si nasconde dietro il profilo della luna marziana. L'allineamento è stato reso possibile da una combinazione di calcoli orbitali e condizioni di luce ideali nel cielo serale del pianeta rosso.
A Syitren lançou no Kickstarter o RM1, um leitor de CD com estrutura em acrílico transparente que expõe o mecanismo do CD a girar e toda a eletrónica interna. Este já ultrapassou, em muito, o objetivo de financiamento inicial.
Desenvolvida em colaboração com David Li, criador de projetos como a Blob Opera e Viola the Bird, Splash Canvas é uma experiência do Google Arts & Culture que combina pintura digital e IA com criaturas marinhas, que interagem com os utilizadores à medida que exploram o seu lado mais criativo.
Las excavaciones realizadas durante 2025 en la cueva de Hohle Fels, enclavada en el área declarada Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO del Jura Suabo, al suroeste de Alemania, han proporcionado dos nuevos hallazgos de extraordinaria relevancia para la comprensión del arte paleolítico. Se trata de dos representaciones de aves talladas en marfil de […]
Tiene 1,96 metros de altura, casi dos mil trescientos años y un detalle que la hace especial entre las esculturas de bronce que se conservan de la Antigüedad griega, junto con el Auriga de Delfos y los bronces de Riace: al igual que ellos el Efebo de Anticitera conserva sus ojos, hechos de pasta vítrea, […]
Las pinturas rupestres de Huashan, declaradas Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO en 2016, se extienden a lo largo de 260 kilómetros en el valle del río Zuojiang, en la región autónoma Zhuang de Guangxi, al sur de China. Más de 80 yacimientos con figuras humanas, animales y objetos de bronce decoran acantilados que […]
La presentación del proyecto tuvo lugar en la Palestra Grande de las Excavaciones, al término del Workshop Internacional Pompeya: excavaciones e investigaciones en curso, celebrado en el Auditorio del Parque. Durante el encuentro, representantes de instituciones y universidades italianas y extranjeras que participan en las actividades de investigación en el yacimiento compartieron los avances de […]
Un equipo de arqueólogos de la Escuela Española de Historia y Arqueología en Roma (EEHAR-CSIC) ha desenterrado en la antigua ciudad de Tusculum una estatua femenina de mármol de extraordinaria calidad que, según los investigadores, podría ser una de las piezas que el propio Marco Tulio Cicerón adquirió hace más de dos mil años. La […]
De acordo com a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), a Chave Móvel Digital “tem vindo a crescer de forma sustentada desde 2018”. 2025 foi o ano com mais adesões à CMD, e 2026 já soma quase 1,5
milhões.
A brasileira Sofia Coelho, que atualmente ocupa o cargo de diretora de arte na Apple, ofereceu um raro vislumbre dos bastidores do processo criativo da empresa em uma publicação no LinkedIn, na qual revelou rascunhos e um protótipo do personagem Lil’ Finder Guy.
Coelho disse que a publicação era um “anúncio de aniversário bem-humorado” e descreveu a liderança do projeto como um “projeto de design dos sonhos”. Também mencionou os colegas que trabalharam ao seu lado na campanha.
"On March 4th at 11:00 a.m., measuring exactly one apple tall, a mascot, charmingly coined by the internet as Lil' Finder Guy, was born!"
In a post by Apple art director Sofia Coelho on LinkedIn (post taken down), Sofia shared early sketches and models of Lil' Finder Guy. pic.twitter.com/4Oo8xazSxx
Uma imagem mostrava uma folha de esboços explorando as expressões, as proporções e a forma geral do personagem. Essas imagens estavam ao lado do que parecia ser um protótipo físico do próprio Lil’ Finder Guy — o qual tinha “exatamente a altura de uma maçã”, segundo Coelho.
Ela também observou que a campanha figurou na lista de finalistas do Cannes Lions, uma das premiações mais prestigiadas da publicidade.
Apple Submitted the MacBook Neo & Lil' Finder Guy campaign to the Cannes Lions festival. pic.twitter.com/npRQ3G0hWw
A mesma paisagem marciana pode parecer diferente consoante a câmara, a distância e o ângulo de observação. Uma rara experiência envolvendo duas sondas permitiu a comparação e pode ajudar a garantir que uma delas está pronta para a longa viagem que tem pela frente.
Analizzando i microfoni e il laser di SuperCam a bordo del rover Perseverance della NASA, una ricerca guidata da Baptiste Chide ha misurato la velocità del suono su Marte. L'atmosfera rarefatta di anidride carbonica altera la fisica acustica: i suoni viaggiano a 240 m/s (contro i 340 m/s terrestri), ma sopra i 240 Hz gli acuti accelerano a 250 m/s, arrivando prima dei bassi. L'attenuazione è immediata — il suono scompare dopo appena 8 metri — e le forti escursioni termiche alterano la velocità del 10% tra il giorno e la notte.
Marcada para estrear em 12 de agosto (uma quarta-feira), a nova parte da produção acompanhará María (Bárbara Mori), agora promovida a tenente, enquanto se vê dividida entre as regras que jurou cumprir e uma busca implacável pela verdade, após a descoberta do corpo de uma estudante ativista.
#WomenInBlue — Apresentando-se para o serviço em 12 de agosto.
Veja o trailer também no YouTube:
Enquanto María, Valentina (Natalia Téllez), Gabina (Amorita Rasgado) e Ángeles (Ximena Sariñana) travam batalhas dentro e fora da delegacia, verdades ocultas vêm à tona e elas são forçadas a confrontar uma questão incômoda: em um sistema assolado pela corrupção, qual é o preço de lutar pelos seus ideais?
Depois da estreia, novos episódios de “Mulheres de Azul” serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até 30 de setembro.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Un retrato oculto durante casi cuatro siglos revela cómo Velázquez retrató el poder militar de Olivares en plena crisis diplomática con Roma. Técnica, diplomacia y ambición se cruzan en un cuadro que reescribe el catálogo del pintor.
Un estudio con más de 15 000 personas revela que cerca del 30 % de la variación en las llamadas “tintineos estéticos” está vinculada a factores familiares y que una parte significativa se explica por variantes genéticas comunes.
Hay quienes sienten un estremecimiento recorrer la espalda cuando suena una melodía determinada o notan cómo se les eriza la piel ante un verso especialmente poderoso. Otros, en cambio, permanecen casi imperturbables frente a las mismas obras. Esa diferencia, que durante siglos se atribuyó al temperamento o a la sensibilidad individual, empieza ahora a encontrar una explicación en la biología.
Una nueva investigación internacional aporta evidencias de que los genes desempeñan un papel relevante en la intensidad con la que experimentamos esas reacciones conocidas como “escalofríos estéticos”. Los resultados, publicados en la revista PLOS Genetics, sugieren que aproximadamente una cuarta parte de la influencia familiar en este rasgo puede atribuirse a variantes genéticas frecuentes en la población.
Un fenómeno descrito desde Darwin
La experiencia no es nueva. El naturalista Charles Darwin dejó constancia de cómo la música podía provocarle una sensación tan intensa que le recorría la columna vertebral. Décadas más tarde, el escritor Vladimir Nabokov se refirió a ese hormigueo corporal como “the telltale tingle”, la señal física que, según él, distinguía la auténtica genialidad literaria.
Hoy, la ciencia denomina a ese fenómeno “escalofríos estéticos” o “tintineos estéticos”. Se trata de respuestas emocionales intensas que suelen ir acompañadas de reacciones fisiológicas observables: piel erizada, un estremecimiento súbito, cambios en la frecuencia cardíaca o incluso lágrimas. Lo singular es que combinan una vivencia subjetiva profunda con manifestaciones corporales medibles.
Investigaciones previas ya habían mostrado que, cuando alguien experimenta estos escalofríos ante música o poesía, se activan circuitos cerebrales implicados en la recompensa, la motivación y el procesamiento de estímulos biológicamente relevantes. Sin embargo, hasta ahora no estaba claro en qué medida la predisposición a sentirlos dependía de la herencia genética.
Más de 15 500 participantes y un enfoque genómico
Para responder a esa pregunta, el equipo recurrió a una base de datos poblacional de gran escala que incluía información genética y cuestionarios detallados sobre reacciones emocionales ante distintas formas de arte. En total, se analizaron datos de más de 15 500 personas, lo que permitió aplicar modelos estadísticos robustos y técnicas de genética cuantitativa.
El estudio, disponible en PLOS Genetics, evaluó hasta qué punto las diferencias en el ADN podían explicar la variación individual en la frecuencia o intensidad de los escalofríos estéticos. Los resultados muestran que cerca del 30 % de la variación observada está asociada a factores familiares. De ese porcentaje, alrededor de una cuarta parte puede atribuirse específicamente a variantes genéticas comunes.
En otras palabras, los genes no determinan por completo si alguien se emocionará hasta la médula al escuchar una sinfonía o leer un poema, pero sí aportan una contribución significativa. El resto de la variación responde a factores ambientales y experiencias individuales que moldean la sensibilidad artística a lo largo de la vida.
Genes compartidos entre música, poesía y arte visual
Uno de los hallazgos más llamativos es que ciertas influencias genéticas parecen ser comunes a distintas formas de arte. Las variantes asociadas a una mayor probabilidad de experimentar escalofríos con la música también se relacionan con reacciones intensas ante la poesía o las artes visuales.
Esa coincidencia apunta a la existencia de mecanismos biológicos generales vinculados a la apertura a la experiencia y a la implicación artística. Rasgos de personalidad como la curiosidad intelectual o la sensibilidad estética podrían compartir una base genética parcial con la propensión a sentir escalofríos estéticos.
Según explicó el investigador principal del estudio, que firma el artículo en PLOS Genetics, “la genética puede ofrecer una vía adicional para entender por qué las personas viven experiencias subjetivas tan diferentes ante los mismos estímulos”. La afirmación subraya que el ADN no actúa de forma aislada, sino en interacción con factores culturales y biográficos.
Este componente compartido ayuda a comprender por qué algunas personas tienden a emocionarse con múltiples disciplinas artísticas, mientras que otras muestran una respuesta más moderada en general. No obstante, los autores advierten que hablar de un “gen del arte” sería una simplificación excesiva.
Mecanismos distintos según la forma artística
Más allá de las influencias comunes, el análisis también detectó efectos genéticos específicos para determinadas modalidades artísticas. Es decir, algunas variantes parecían asociarse con escalofríos provocados por la música, pero no necesariamente con los generados por la literatura o las artes visuales.
Este patrón sugiere que, junto a mecanismos biológicos compartidos, existen procesos más especializados. La música, por ejemplo, involucra sistemas cerebrales relacionados con el ritmo, la anticipación y la armonía, mientras que la poesía puede activar con mayor intensidad redes vinculadas al lenguaje y la semántica. Las artes visuales, por su parte, apelan a circuitos de procesamiento espacial y perceptivo.
La combinación de influencias generales y específicas dibuja un panorama complejo. Una persona podría estar genéticamente predispuesta a experimentar fuertes reacciones emocionales ante piezas musicales, pero no mostrar la misma intensidad frente a un cuadro o un texto literario. Y viceversa.
Los autores sostienen que este hallazgo abre la puerta a investigaciones futuras que examinen con mayor detalle los mecanismos neurobiológicos implicados en cada tipo de experiencia estética. Comprender esas diferencias podría ayudar a desentrañar cómo se construye la sensibilidad artística en el cerebro humano.
Más allá del ADN
Aunque el estudio aporta pruebas sólidas de una contribución genética, los investigadores subrayan que los genes son solo una parte de la historia. El entorno, la educación, la exposición temprana a distintas formas de arte y las vivencias personales desempeñan un papel fundamental en el desarrollo de la respuesta emocional.
Alguien que creció rodeado de música o literatura puede haber reforzado ciertos circuitos neuronales a través de la práctica y la familiaridad. Del mismo modo, contextos culturales distintos pueden moldear qué estímulos se consideran emocionalmente significativos y cómo se expresan las reacciones corporales.
La interacción entre predisposición biológica y experiencia acumulada resulta clave. La genética puede inclinar la balanza hacia una mayor o menor sensibilidad, pero es el entorno el que activa, modula o incluso amortigua esas tendencias.
En conjunto, los hallazgos publicados en PLOS Genetics ofrecen una nueva perspectiva sobre una pregunta tan antigua como el arte mismo: por qué algunas personas sienten que una melodía les atraviesa el cuerpo mientras otras la escuchan con distancia. Parte de la respuesta parece estar escrita en nuestro ADN. El resto se teje a lo largo de la vida, en el cruce entre biología, cultura y experiencia personal.
La scoperta: All'interno del meteorite marziano NWA 8171, i ricercatori guidati dalla geologa planetaria Tanya Kizovski della Brock University hanno individuato per la prima volta in assoluto alcuni granelli di granato (nello specifico, andradite).