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4ª temporada de “Ted Lasso” é a estreia de hoje no Apple TV!

5 August 2026 at 12:30

Chegou hoje ao Apple TV o primeiro episódio da quarta temporada de “Ted Lasso”, série aclamada do serviço estrelada por Jason Sudeikis. Dividida em dez episódios, os nove capítulos remanescentes chegarão ao catálogo do streaming da Maçã todas as quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.

A nova temporada se concentra em um novo momento na trajetória de Ted: ele retorna a Richmond para comandar um time de futebol feminino da segunda divisão inglesa. Com o desenrolar da história, ele e a sua equipe aprenderão a arriscar antes de possuírem todas as respostas, encarando desafios até então inimagináveis.

Confira o trailer:

Eis a versão dublada em português do Brasil:

Além de reunir o elenco das temporadas anteriores (como Hannah Waddingham, Juno Temple, Brett Goldstein, Brendan Hunt e Jeremy Swift), reforços da nova temporada incluem Tanya Reynolds, Jude Mack, Faye Marsay, Rex Hayes, Aisling Sharkey, Abbie Hern e Grant Feely.

Na semana passada, rolou uma première especial da nova temporada em Los Angeles:

Com o roteiro de Sarah Walker, Phoebe Walsh (que também são creditadas como produtoras), Goldstein (que também é produtor), Julia Lindon e Dylan Marron (que exerce também a função de editor de roteiro), a produção executiva fica a cargo de Joe Kelly, Jane Becker, Jamie Lee e Bill Wrubel — além de Goldstein, Hunt e Walsh. O vencedor do Emmy Jack Burditt também assume esse posto na nova temporada.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Vídeo: watchOS 27 vem com Siri AI, novo app Buscar e várias melhorias

3 August 2026 at 22:00

A Apple anunciou o watchOS 27 com uma quantidade razoável de novidades, e neste vídeo lhes trago um resumo das principais mudanças que chegarão ao Apple Watch nesta atualização.

Entre os destaques, está a Siri AI (que requer um iPhone compatível), com um novo app dedicado a conversas mais naturais e contextuais. A interface também recebeu refinamentos visuais com o Liquid Glass, incluindo ícones redesenhados como o do Maps, além de um novo grid dinâmico de sugestões de apps ao pressionar a Digital Crown.

Outras novidades incluem novos botões para fechar ou silenciar notificações, um gesto de tocar e segurar para abrir itens do Conjunto Inteligente, e a chegada de um novo app Buscar (Find My), unificando a localização de pessoas, dispositivos e itens. Há ainda o recurso Call Context, que exibe informações relevantes durante chamadas.

No quesito desempenho, a reprodução de música ficou mais rápida, e a Apple promete melhor eficiência de bateria e conectividade Wi-Fi aprimorada. Para quem treina, o watchOS 27 traz maior precisão de distância em corridas e caminhadas na esteira, contagem de passos mais precisa e um Workout Buddy menos intrusivo, mais independente e agora com suporte a espanhol. O Acompanhamento de Ciclo (Cycle Tracking) também passa a contar com alertas de perimenopausa e menopausa.

Uma ausência notável é a do app Walkie-Talkie, que curiosamente não está presente nesta versão.

Por fim, vale lembrar que nem todos os Apple Watches vão receber o watchOS 27 — explicamos aqui por que tantos modelos ficaram de fora e trouxemos aqui a lista completa de compatíveis.


Apoio: IvyCraft

Este vídeo contou com o apoio do IvyCraft, um workspace de criação com IA que transforma documentos, vídeos e páginas da web em conteúdo pronto — slides, infográficos, vídeos explicativos, podcasts e muito mais, tudo direto do navegador, sem precisar instalar nada. Experimente gratuitamente!

Confira detalhes de voos e aeronaves no céu com o app Overflight

3 August 2026 at 20:50

Se você gosta de acompanhar o mundo da aviação, então vale a pena conferir o app Overflight, o qual oferece uma visualização no estilo radar de todo o céu visível, com o diferencial de exibir com destaque a aeronave que está passando acima de você. É possível deslizar a tela para focar em qualquer outra aeronave e, quando o céu está tranquilo, o app permanece em estado de espera até a próxima ocorrência.

O aplicativo, é claro, também exibe detalhes como informações sobre a companhia aérea, o número do voo e o tipo de aeronave, bem como altitude, velocidade vertical, velocidade em relação ao solo, trajetória, rumo e distância.

Ele ainda pode mostrar, com destaque, o tráfego militar e de interesse especial assim que eles entram no céu. Vale notar, porém, que nem todas as aeronaves transmitem sua posição (alguns voos militares operam sem transmissão).

Na versão Pro, é possível conferir rotas em tempo real (da origem ao destino), ouvir anúncios de tráfego por voz, receber alertas de aproximação de aeronaves e ativar um modo “sempre ligado” para exibição ambiente contínua — ideal para a Apple TV, cuja versão foi recém-lançada.

O Overflight utiliza dados ADS-B gratuitos fornecidos por usuários e não requer a criação de conta ou cadastro. Além disso, sua localização é usada apenas para identificar as aeronaves acima de você.

O app está disponível gratuitamente na App Store para iPhone, iPad e Apple TV. A versão Pro, por sua vez, custa R$25/mês, R$130/ano ou a partir de uma licença vitalícia por R$500.

via 9to5Mac

Apple TV adquire direitos da trilogia “Harlem”, de Colson Whitehead

3 August 2026 at 19:28

De acordo com informações da Variety, o Apple TV adquiriu os direitos para adaptar a trilogia “Harlem” — que inclui os romances populares “Harlem Shuffle” (2021), “Crook Manifesto” (2023) e “Cool Machine” (2026) — em uma nova série.

Os romances serão adaptados por Graham Yost e Aric Avelino, que serão produtores executivos do projeto ao lado de Barry Jenkins, Adele Romanski, Mark Ceryak, Melissa Bernstein e Colson Whitehead, que é o escritor das histórias originais.

Ambientada na cidade de Nova York entre as décadas de 1950 e 1980, a trilogia — que mistura ficção policial com sátira social — acompanha Ray Carney, um vendedor de móveis que é atraído para o submundo criminoso do Harlem (famoso bairro de Manhattan, em Nova York).

O primeiro livro mostra as grandes mudanças econômicas e culturais do bairro na década de 1950; já o segundo mostra a ascensão da cultura de exploração nas décadas de 1960 e 1970; o terceiro, por fim, acompanha a história de Carney na década de 1980.

Ainda não há informações sobre o elenco ou mesmo quando a produção deverá estrear no Apple TV.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Apple fecha o melhor trimestre abril-junho da sua história no último balanço de Tim Cook

2 August 2026 at 14:30

Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.

Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!

Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.

A fala acima é de Cook. Ele deixará o cargo em 1º de setembro, quando John Ternus assumirá, e passará a presidir o conselho de administração.

O fenômeno Mac

Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.

A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.

O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.

O asterisco que quase ninguém vai mencionar

A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.

À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.

É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.

Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.

A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.

Linha de negócioMargem do FQ3 2026Margem do FQ3 2025Variação
Produtos40,07%34,52%+5,55pp
Serviços75,62%75,58%+0,04pp
Consolidado50,06%46,49%+3,57pp

A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.

Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.

Serviços: um pequeno sinal de alerta

Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.

A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.

Some-se a isso um risco que não tem data marcada. Boa parte da receita dos serviços vem do acordo pelo qual o Google paga à Apple para ser o buscador padrão do Safari — cerca de 36% da receita de anúncios de busca, algo próximo de US$20 bilhões por ano. Existe um processo em andamento que questiona a legitimidade desta taxa. A sentença de setembro de 2025 permitiu que o acordo continuasse, mas o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recorreu em fevereiro de 2026 e o Google entrou com recurso próprio em maio. Se a decisão cair, o buraco nessa linha é de dois dígitos de bilhão!

Três números que o comunicado não destaca

Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.

  1. O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
  2. Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
  3. O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.

Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.

A projeção para setembro veio bem abaixo

O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.

IndicadorFQ3 2026 (real)FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita16,4%de 9% a 11%
Margem bruta50,1%de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas48,1%de 47% a 48%
Receita implícitaUS$109,4 bilhõesde US$111,7 a US$113,7 bilhões

A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.

A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.

O que Ternus herda

Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.

Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.

O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.

O terceiro é entregar a Siri reformulada, anunciada na WWDC26, movida pelo Gemini do Google, prevista para o ciclo do iOS 27 e adiada por tempo indeterminado na União Europeia — decisão que a Apple atribui às exigências da Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).

A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.

Metodologia

Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.

As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.

A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.

Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.

O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.

Observação

Este texto não constitui recomendação de investimento.

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

There’s No Place Like Home, Snoopy Arrives on Apple TV

2 August 2026 at 13:31

There’s No Place Like Home, Snoopy is now available globally on Apple TV, beginning a new Peanuts adventure with the accidental sale of one of the comic strip’s most recognizable objects.

The 31-minute animated special follows Snoopy after his doghouse disappears during a yard sale. Charlie Brown attempts to help his devastated friend by organizing a search, but recovering the missing home becomes more difficult once it has left the neighborhood.

The story uses Snoopy’s doghouse as more than a familiar red prop. It is the place where he sleeps, stores his possessions and begins the imaginary adventures that transform him into a World War I flying ace, author and explorer.

Losing it removes the physical center of that private world. Charlie Brown and Snoopy must determine whether home depends on recovering the exact building or remaining close to the people and memories connected to it.

The Apple Original is rated TV-G and includes Dolby Atmos audio in supported languages and configurations. An Apple TV subscription is required, with availability extending across the Apple TV app and the service’s supported devices.

Snoopy hugs his red doghouse with pink hearts around him, as Woodstock flies above. Text: “Apple TV Snoopy Presents There’s No Place Like Home, Snoopy,” celebrating this heartwarming Peanuts special. Blue sky background.
Image Credit: Apple Inc.

There’s No Place Like Home, Snoopy Begins at a Yard Sale

The central problem begins with an ordinary neighborhood event rather than one of Snoopy’s elaborate fantasies.

His doghouse is mistakenly treated as an item that can be sold. By the time Charlie Brown and the others understand what happened, Snoopy has lost the one place he regards as entirely his own.

The premise creates a recognizable childhood fear. A treasured object can appear unimportant to another person while carrying memories and emotional meaning for its owner.

Snoopy cannot explain that attachment through conventional dialogue. His reactions, imagination and physical comedy must communicate why the loss feels larger than a missing piece of outdoor furniture.

Charlie Brown responds by doing something he rarely manages for himself: taking charge with enough confidence to help someone else. His search gives the special momentum while preserving the uneven friendship at the center of many Peanuts stories.

Snoopy frequently ignores Charlie Brown, takes his meals for granted and escapes into fantasies. Charlie Brown continues caring for him even when the beagle’s behavior makes that affection difficult to return.

The missing doghouse reverses their normal relationship. Snoopy needs practical help, while Charlie Brown becomes the person capable of guiding him through the disappointment.

Why Snoopy’s Doghouse Matters

Charles M. Schulz turned Snoopy’s doghouse into one of the most flexible locations in the Peanuts comic strip.

From the outside, it is a simple red structure with a black entrance. Snoopy rarely sleeps inside it, preferring to rest on the pointed roof despite the physical impossibility of remaining balanced there.

The interior follows no ordinary rules. Comic storylines have suggested that it contains a pool table, television, library, guest rooms, paintings and other possessions that could not fit within its exterior dimensions.

Schulz generally avoided showing the complete interior. That decision allowed the doghouse to expand according to Snoopy’s imagination without requiring one definitive layout.

The roof also becomes the Sopwith Camel flown by the World War I flying ace. A few changes in posture and sound can transform a suburban backyard into an aerial battle with the Red Baron.

For Snoopy, the building is simultaneously a bedroom, stage, aircraft, writing desk and portal into imaginary lives. Selling it removes the starting point for nearly every identity he creates.

There’s No Place Like Home, Snoopy can therefore explore loss without introducing a permanent tragedy into the Peanuts world. The doghouse is physically replaceable, but Snoopy’s attachment to the original makes the search emotionally credible.

A smiling cartoon girl stands behind a table with a white cloth at a yard sale, displaying stuffed animals and toys in boxes, reminiscent of scenes from a Peanuts special. A wooden fence and green trees are in the background.
Image Credit: Apple Inc.

Charlie Brown Voices Lead the New Special

Riley Vargas voices Charlie Brown, while Terry McGurrin returns as Snoopy. McGurrin has become closely associated with the modern animated version of the character through Apple’s Peanuts programming.

Rob Tinkler voices Woodstock, the small yellow bird who frequently joins Snoopy’s adventures. Although Woodstock’s speech appears as rapid bird sounds, Snoopy understands him, allowing the pair to communicate without conventional dialogue.

Grace Nicolaou-Wood voices Sally, and Jo-Hannah Atchison performs Lucy. Kitai O’Garro plays Franklin, Josephine Nisbett voices Marcie and Lexi Perri voices Peppermint Patty.

Athan Giazitzidis appears as Linus, while Diego Whalen voices Rerun. Noah Paisley plays Milo.

The larger ensemble gives Charlie Brown access to the neighborhood network needed for a search without shifting the story away from Snoopy. Each character can respond differently to the problem according to an established personality.

Lucy may approach the situation with certainty, Linus with reflection and Sally with her own interpretation of what occurred. Woodstock has the closest connection to Snoopy’s private world and understands what the doghouse represents without requiring an explanation.

There’s No Place Like Home, Snoopy Behind the Scenes

Ridd Sorensen directed There’s No Place Like Home, Snoopy, with Rob Boutilier serving as series director. Rob Hoegee wrote the special.

Executive producers include Josh Scherba, Stephanie Betts, Logan McPherson, Paige Braddock, Chris Bracco and Mark Evestaff.

The production continues Apple’s collaboration with WildBrain, Peanuts Worldwide and Lee Mendelson Film Productions. Those organizations combine modern animation production with the characters and creative legacy established by Schulz.

The special was produced in Canada and is available with extensive dubbing and subtitle support.

Apple lists audio options spanning languages including:

  • Arabic
  • Cantonese
  • Danish
  • Dutch
  • French
  • German
  • Hindi
  • Italian
  • Japanese
  • Korean
  • Mandarin
  • Portuguese
  • Spanish
  • Thai
  • Turkish
  • Vietnamese

Audio descriptions are included across many of those language options. English playback supports Dolby Atmos and Dolby 5.1 on compatible equipment.

The wide localization reflects the international reach Peanuts developed long before streaming. Schulz’s comic strip appeared in more than 2,600 newspapers and reached readers across 75 countries.

Apple can now release one new animated story simultaneously across more than 100 countries and regions without waiting for separate broadcast schedules.

An Original Song Gives the Story Its Emotional Center

There’s No Place Like Home, Snoopy includes the original song “Home, Where Your Heart Found Me” by singer-songwriter Allen Stone.

Music has always occupied an important place in animated Peanuts productions. Vince Guaraldi’s jazz compositions became inseparable from the classic television specials, creating a musical identity that later productions must acknowledge without simply reproducing the same material.

An original song allows the new story to develop its own emotional language around home and attachment. It can express ideas that Snoopy cannot communicate verbally while avoiding the need for Charlie Brown to explain the complete meaning of the adventure.

The title connects home with an emotional discovery rather than an address or possession. That idea supports the special’s central distinction between the missing doghouse and the relationships Snoopy still has around him.

Apple previously expanded the musical side of its Peanuts catalog through Snoopy Presents: A Summer Musical, the first Peanuts musical special in decades. The addition of Allen Stone continues that willingness to use original songs rather than treating music only as background.

There’s No Place Like Home Snoopy - Snoopy looks surprised with one paw up, while Sally and Charlie Brown stand on either side, both appearing shocked. Set against a blue sky with simple clouds, this scene perfectly captures the whimsical charm of a classic Peanuts special as seen in Snoopy Presents on Apple TV.
Image Credit: Apple Inc.

How to Watch There’s No Place Like Home, Snoopy

The special is available through the Apple TV app on iPhone, iPad, Mac, Apple TV 4K and Apple Vision Pro.

It can also be watched on supported smart televisions from manufacturers including Samsung, LG, Sony, Vizio and TCL. Roku, Amazon Fire TV, Google TV, PlayStation and Xbox devices provide additional access.

Web playback is available through tv.apple.com after signing in with an Apple Account carrying an active subscription.

Apple TV currently costs $12.99 per month in the United States and includes a seven-day trial for eligible new subscribers. Customers activating a qualifying new iPhone, iPad, Mac or Apple TV 4K may receive three free months, subject to Apple’s promotional conditions.

There’s No Place Like Home, Snoopy is presented as one complete special rather than an episodic series. Its 31-minute running time makes it closer to the length of traditional Peanuts television programs than a feature film.

Parents can locate it within the Kids & Family area of Apple TV. Its TV-G classification indicates that it is designed for a general audience, although rating systems and descriptions can vary by country.

Apple Builds a Permanent Peanuts Library

Apple has served as the principal streaming home for Peanuts since 2020, combining classic holiday programs with new specials, series and documentaries.

The agreement has sometimes received attention because programs such as A Charlie Brown Christmas, A Charlie Brown Thanksgiving and It’s the Great Pumpkin, Charlie Brown spent decades appearing on broadcast television.

Apple has provided limited free streaming windows for major holiday titles, allowing people without a subscription to continue watching selected specials during their associated seasons.

The wider library includes The Snoopy Show, Snoopy in Space and Camp Snoopy. Original Snoopy Presents specials have focused on characters and subjects that received less attention in the earliest television productions.

One-of-a-Kind Marcie centered on Marcie’s quiet approach to leadership. Welcome Home, Franklin expanded Franklin’s introduction to the neighborhood, while Lucy’s School explored the group’s anxiety about change.

Apple also carries the documentaries Who Are You, Charlie Brown? and Peanuts in Space: Secrets of Apollo 10.

The service added This Is America, Charlie Brown and The Charlie Brown and Snoopy Show during July 2026, bringing more material from the 1980s into the same streaming catalog as the latest production.

Snoopy’s Next Search Heads to the Big City

Apple’s Peanuts partnership extends through 2030, giving WildBrain and Peanuts Worldwide several more years to create original series and specials for the service.

The most ambitious announced project is Snoopy Unleashed, an animated feature film currently in production.

That story will reverse the situation presented in There’s No Place Like Home, Snoopy. Instead of Charlie Brown searching for the doghouse, the Peanuts gang will search for Snoopy after he runs away to the Big City.

The larger setting will move Snoopy beyond the familiar neighborhood and require Charlie Brown, Lucy, Linus and the others to navigate an environment rarely explored in the comic strip.

Apple plans to release Snoopy Unleashed in 2027. Until then, Snoopy’s missing doghouse provides a smaller journey built around the same question the film will approach from another direction: what remains of home when the person or place associated with it disappears?

The post There’s No Place Like Home, Snoopy Arrives on Apple TV appeared first on AppleMagazine.

Dos grandes felinos às paisagens californianas: os nomes do macOS

1 August 2026 at 14:30

A cada atualização anual do macOS, uma escolha da Apple em particular gera quase tanta curiosidade quanto as mudanças e os novos recursos do seu sistema operacional: o nome que acompanhará o update.

Hoje, faremos uma breve recapitulação das principais escolhas da Maçã sobre os nomes de cada versão do sistema operacional dos seus computadores, passando por décadas de codinomes felinos e, mais recentemente, paisagens californianas.

As (várias) mudanças do passado

Antes disso — no período do Mac OS Classic, que abrange os sistemas dos Macintoshes lançados entre 1984 e 2001 —, os nomes dos sistemas da Apple eram usados quase exclusivamente de forma interna. Publicamente, as versões recebiam denominações bastante protocolares, mas, nos bastidores, praticamente todas carregavam codinomes.

Mac OS X

O System 6, por exemplo, teve versões conhecidas internamente como Antares (6.04), Big Deal (6.05), SixPack (6.06) e Terminator (6.08). Já o System 7 passou por uma verdadeira coleção de nomes, incluindo Blue, Beta Cheese, Cube-E, I Tripoli, Jirocho, Mozart, Capone, Danook, Thag e Marconi, entre outros. Também houve casos específicos, como Road Warrior, utilizado nos primeiros PowerBooks, além de Unity, Buster, Son of Buster, Harmony e Ides of Buster, empregados em versões posteriores do sistema.

A partir do Mac OS 8, os nomes foram predominantemente relacionados à teoria musical — é o caso do codinome Tempo no Mac OS 8, Allegro no Mac OS 8.5 e Sonata no Mac OS 8.7 (versão de desenvolvimento do que viria a ser o Mac OS 9). As exceções são o Mac OS 8.1 (intitulado Bride of Buster) e o Mac OS 8.6 (Veronica).

Essa só se tornou uma tradição marqueteira a partir do Mac OS X 10.2, quando Steve Jobs apresentou a nova versão do sistema operacional como Mac OS X Jaguar, levando um codinome ao público pela primeira vez — antes do Jaguar, a Apple utilizou os codinomes Kodiak para a versão beta, Cheetah para a 10.0 e Puma para a 10.1 —, inaugurando a era de nomes de grandes felinos.

Os animais ditaram os sistemas dos Macs por cerca de dez anos (de 2002 até 2012): foi o caso do Mac OS X 10.3 Panther, Mac OS X 10.4 Tiger, Mac OS X 10.5 Leopard, Mac OS X 10.6 Snow Leopard, Mac OS X 10.7 Lion e, por fim, OS X Mountain Lion 10.8 — que abandonou (temporariamente) o prefixo “Mac”.

OS X Mavericks 10.9: a alteração de rota rumo à Califórnia

A partir da décima versão do macOS (então OS X), a Apple adotou publicamente nomes com as regiões da Califórnia, tendência que segue em vigor até os dias de hoje.

A troca, aliás, andou em paralelo a uma mudança paradigmática do sistema: foi somente com o OS X Mavericks 10.9 que a Maçã deixou de cobrar pela atualização dos seus sistemas operacionais, permitindo que os seus usuários, a partir do Snow Leopard (na compilação 10.6.8), atualizassem as suas máquinas sem custos adicionais — uma realidade que permanece até os dias de hoje.

O primeiro destino geográfico escolhido pela Apple remete a uma região litorânea conhecida pelas altas ondas, propícias para a cena local do surfe. O papel de parede do OS X 10.9 dava destaque à curvatura de uma grande onda em tons de azul e turquesa, com clara inspiração na localização que deu nome ao update.

Wallpaper do OS X Mavericks Developer Preview

Em matéria de software, o OS X Mavericks ficou marcado pelo aprimoramento na gestão de performance, bateria e memória, aproveitando melhor o hardware dos computadores da Apple. Quanto aos recursos, o sistema trouxe os links compartilhados no Safari, respostas embutidas em notificações, abas e tags no Finder, melhor suporte ao uso de múltiplos monitores, além da introdução de novos aplicativos, como o Mapas e iBooks.

OS X Yosemite 10.10

Pouco mais de quatro horas adiante (ou 314km, para ser mais exato), encontramos o Parque Nacional de Yosemite. A área já era considerada tão importante para a preservação ambiental que Abraham Lincoln autorizou sua proteção e uso público em 1864, anos antes da criação de Yellowstone, reconhecido como o primeiro parque nacional do mundo. Outro grande entusiasta de Yosemite foi Theodore Roosevelt, que ajudou a consolidar a sua importância dentro do sistema de parques americanos.

Um dos maiores símbolos do parque — e também o destaque do wallpaper oficial do sistema — é o Half Dome, um monólito de granito com impressionantes 2.696 metros de altitude. Localizada no coração de Yosemite, a formação foi considerada inescalável por alguns geólogos do século XIX, até que George G. Anderson realizou a façanha em 1875, escalando-a descalço. Muito possivelmente, a foto usada pela Apple foi registrada com uma lente teleobjetiva nas proximidades da Ahwahnee Meadow.

BG do OS X Yosemite

O OS X Yosemite 10.10 foi um marco importante na trajetória do macOS. Muito lembrado pelas mudanças de design na interface — com elementos translúcidos e ícones de formas planas que definiriam a identidade visual do sistema por várias gerações —, ele também deixou como legado a introdução dos recursos de Continuidade (Continuity) entre o OS X e o iOS.

Inicialmente, a novidade englobava apenas o AirDrop, as chamadas telefônicas, o app Mensagens, o Handoff e o Instant Hotspot. Ainda assim, ela inaugurou um nível de interoperabilidade que ajudou a redefinir a forma como o mercado de tecnologia passou a enxergar ecossistemas compostos por diferentes produtos de uma mesma marca.

OS X El Capitan 10.11

A apenas 20 minutos de distância do Ahwahnee Meadow, a próxima parada do Mac é outra atração turística presente dentro do Parque Nacional de Yosemite: o El Capitan é um monólito de granito de quase 900 metros que se ergue acima do vale do parque.

Fundo de tela do OS X 10.11 El Capitan

O papel de parede provavelmente foi fotografado a partir do mirante Tunnel View, de onde é possível avistar o El Capitan à esquerda do vale. Ao fundo, surge o Half Dome — um enquadramento que parece refletir o espírito da atualização. Diferentemente de Yosemite, o OS X El Capitan 10.11 deu menos ênfase à introdução de novos recursos e concentrou seus esforços em correções de bugs, otimizações de desempenho e refinamentos da experiência de uso. Entre as principais novidades, estavam um Spotlight aprimorado, a adição do Split View e diversas melhorias nos aplicativos nativos da Apple.

macOS Sierra 10.12

Cerca de 338km depois (aproximadamente quatro horas e meia) de Yosemite, passando pela cordilheira de Sierra Nevada (situada no leste da Califórnia, a oeste do Mount Whitney), temos o Lone Pine Peak, cenário da montanha que aparece no wallpaper do sistema.

Wallpaper do macOS Sierra

Além da mudança de nomenclatura de OS X para macOS (colado e com o “m” minúsculo, como segue até os dias de hoje), a atualização é particularmente lembrada pela inclusão da Siri no Mac, o Desbloqueio Automático (Auto Unlock) com o Apple Watch e a Área de Transferência Universal (Universal Clipboard) entre Macs, iPhones e iPads.

macOS High Sierra 10.13

Uma rápida viagem de 80 minutos (129km) é capaz de nos levar ao próximo destino fotografado pela Apple: North Lake, localizada na pequena cidade de Bishop, entre as montanhas da cordilheira de Sierra Nevada. Ali, muito possivelmente em meio ao outono, o registro eternizado no papel de parede do sistema foi feito.

Wallpaper oficial do macOS High Sierra 10.13

Quando falamos do sistema, aos moldes do próprio El Capitan e do Snow Leopard, o macOS High Sierra 10.13 focou muito mais no aprimoramento interno do macOS do que em novos recursos, mas vale mencionar a inclusão do novo sistema de arquivos da Maçã (o Apple File System, ou APFS), do suporte aos formatos audiovisuais HEVC e HEIF, bem como a chegada da segunda geração da tecnologia de desempenho gráfico Metal.

macOS Mojave 10.14

Depois das montanhas, que peculiarmente ficam na margem do wallpaper, vieram as dunas. Com uma distância de 253km (ou três horas de carro), o próximo destino é o Parque Nacional do Vale da Morte, o ponto mais quente do continente americano — onde se registrou a maior temperatura da história (56,7°C) em julho de 1913, e onde a foto do papel de parede do macOS Mojave 10.14 foi feita.

Wallpaper oficial do macOS Mojave

Já sobre as novidades do sistema, essa versão do macOS é particularmente conhecida pela introdução do Modo Escuro, a inclusão dos Conjuntos (Stacks) na Mesa (Desktop), além da estreia de apps já conhecidos dos usuários de iOS, como o Apple News, o Bolsa (Stocks), o Gravador de Voz (Voice Memo) e o Casa (Home).

macOS Catalina 10.15

A 428km adiante do Deserto de Mojave (cerca de cinco horas e meia de carro), nós temos a Ilha de Santa Catalina, destino paradisíaco — e remoto — da costa sul da Califórnia que deu nome à versão do macOS lançada em 2019. Pela posição da foto, o que se especula é que o registro oficial da Apple tenha sido feito com o auxílio de um drone ou helicóptero, sobrevoando as águas para capturar Catalina sob diferentes períodos e iluminações para fornecer o tema dinâmico disponível no sistema.

Wallpaper do macOS Catalina

Essa atualização marcou o fim do iTunes, que foi segmentado em um catálogo de aplicativos separados (Apple TV, Música, Apple Podcasts), mas sua adição mais relevante muito possivelmente foi o recurso Sidecar, que possibilita o uso do iPad como um monitor externo do Mac.

macOS Big Sur 11

Com uma distância de 524km da Ilha de Catalina, a próxima parada é na Ponte Bixby Creek (inaugurada em 1932 e particularmente conhecida por suas estradas com curvas), localizada na costa central de Big Sur, que dá nome a essa versão do macOS — o papel de parede retrata também a parte litorânea do local.

Wallpaper do macOS Big Sur

Sobre o sistema, a versão marcou a transição dos processadores da Intel para o Apple Silicon com o lançamento do M1, trazendo novos ícones, materiais translúcidos, um novo Dock, Central de Controle e de Notificações.

Esta versão também foi um marco para o sistema operacional, pois, pela primeira vez em muitos anos, a Apple abandonou as sub-versões 10.x e passou para o número 11 — o que se manteve nos anos subsequentes.

macOS Monterey 12

Ainda na costa de Big Sur, o macOS Monterey 12 marcou a quebra de uma tradição: pela primeira vez em anos, a Apple optou por não incluir um registro fotográfico como possível papel de parede ou tela de descanso, mantendo apenas temas dinâmicos para ilustrar o sistema dos Macs naquela ocasião.

Wallpaper do macOS Monterey 12

O Condado de Monterey, que inspirou o nome do sistema, é particularmente lembrado por ter abrigado a primeira capital da Califórnia, quando a região ainda era de domínio dos governos da Espanha e do México.

Em relação ao sistema, o grande destaque foi a introdução do Controle Universal (Universal Control), permitindo que um único conjunto de periféricos (como teclados e mouses) seja utilizado simultaneamente no Mac e no iPad.

macOS Ventura 13

Por volta de 450km de distância (quatro horas e meia de trajeto) depois, temos o Condado de Ventura, que inspirou essa versão do macOS. Emancipado do Condado de Santa Bárbara em 1873, ele abriga o píer mais antigo do estado da Califórnia. Mais uma vez, a Apple optou por não incluir um papel de parede fotográfico.

Wallpaper do macOS Ventura

Quanto aos seus recursos, o macOS Ventura 13 se destacou pela adição do recurso Organizador Visual (Stage Manager) e melhorias no Spotlight, Safari, entre outros aplicativos nativos do sistema que ganharam reformulações.

macOS Sonoma 14

Do Condado de Ventura até Sonoma, são 748km (pouco mais de sete horas de trajeto) até a região norte de San Francisco, conhecida por abrigar centenas de vinícolas. O registro da Apple foi feito na vinícola Mazzocco Sonoma, no rancho de Warm Springs.

Depois de dois anos, a Apple enfim retornou com os papéis de parede fotográficos no macOS, funcionando também como protetores de tela (screensavers) dinâmicos que lentamente se tornam um wallpaper estático após o login.

A maior novidade do sistema foi a implementação dos widgets interativos na Mesa (Desktop), além de reformulações no modo Jogo, na relação do sistema com acessos remotos e no compartilhamento de conteúdos em videochamadas, com novidades também no Safari, na Siri e nos recursos de acessibilidade.

macOS Sequoia 15

Saindo de Sonoma, nosso próximo destino está localizado a quase sete horas de distância (mais ao sul da Califórnia, a exatos 547km de distância); trata-se do Parque Nacional da Sequoia, que abriga algumas das maiores árvores do planeta em termos de volume.

Novo wallpaper do macOS Sequoia 15

O registro do papel de parede é remoto o suficiente para não termos uma dimensão exata da sua localização geográfica (até porque a Apple nunca divulgou essa informação), mas é seguro afirmar que as imagens foram capturadas em algum dos bosques de sequoias da Sierra Nevada.

Além da estreia controversa dos recursos da Apple Intelligence devido à discrepância entre o que foi apresentado e as funcionalidades entregues, o macOS Sequoia 15 introduziu o Espelhamento do iPhone (iPhone Mirroring), a organização de janelas em mosaico e o aplicativo Senhas (Passwords).

macOS Tahoe 26

Do Parque Nacional de Sequoia, partimos rumo ao norte, até a fronteira entre a Califórnia e o estado do Nevada (uma distância de 330km, ou três horas e meia de trajeto). O próximo destino é o Lago Tahoe, também presente na cordilheira de Sierra Nevada. Ele é particularmente conhecido por ser o maior lago alpino da América do Norte em termos de altitude.

Tahoe Day

Conhecido por suas águas cristalinas, o lago é um destino frequente para esqui. O papel de parede do macOS Tahoe 26 exibe um ângulo baixo sobre o lago, com as rochas em primeiro plano, enquanto os pinheiros e as montanhas de Sierra Nevada aparecem ao fundo.

Quanto ao sistema, além da unificação da numeração com todo o ecossistema (iOS, iPadOS, watchOS, tvOS e visionOS) da Apple, essa versão foi especialmente marcada pelo redesign de interface com a estreia do Liquid Glass. Outras novidades incluem a adição das Atividades Ao Vivo (Live Activities) ao recurso Continuidade, além de revisões do Spotlight, Central de Controle e os recursos da Apple Intelligence.

macOS Golden Gate 27

E, enfim, chegamos à versão mais recente do macOS! Com uma distância de 330km (trajeto com cerca de três horas e meia), nosso próximo destino é o cartão postal da cidade de San Francisco: a Ponte Golden Gate.

Wallpaper oficial do macOS Golden Gate 27 (dia)

Ela foi, até 1964, a maior ponte suspensa do mundo — caso seus cabos de sustentação fossem esticados, teriam tamanho o suficiente para dar três voltas no planeta.

Enquanto sistema, assim como o Snow Leopard ou o High Sierra, o macOS Golden Gate 27 é marcado por sua abordagem de priorização dos refinamentos, tanto relacionados ao visual Liquid Glass quanto aos recursos da Apple Intelligence e da Siri, que agora se torna Siri AI.


E você aí, usa o macOS desde que versão? Alguma, em especial, lhe marcou? Ou você (ainda) não é usuário de Mac, mas gostou de todas essas curiosidades? 😊

via Basic Apple Guy

Confira os painéis do Apple TV na San Diego Comic-Con 2026

31 July 2026 at 23:42

Em seu canal do YouTube, o Apple TV disponibilizou os vídeos de todos os painéis da San Diego Comic-Con International.

Essa, como falamos, foi a primeira vez que o streaming da Maçã marcou presença no evento. Os painéis ocorreram no último sábado, dia 25 de julho.

Vamos conferir cada um deles?

“Mayday”

O painel do filme iniciou com os cineastas John Francis Daley e Jonathan Goldstein comentando as suas inspirações para criar a obra estrelada por Ryan Reynolds e Kenneth Branagh.

A dupla abordou ainda seu método de direção, destacando que incentivaram os atores a atuarem como se o título se tratasse de um drama, mesmo sendo uma comédia.

Na sequência, um clipe exclusivo foi exibido para a plateia (e a plataforma brinca com a impossibilidade de exibir o trecho na íntegra, mostrando apenas um retrato da dupla), com Daley e Goldstein comentando o uso de efeitos práticos para as cenas do longa-metragem.

“Mayday” retrata uma dupla composta de um piloto da Marinha dos Estados Unidos e um ex-agente da KGB, que embarcam em uma improvável jornada de fuga que mistura ação, espionagem e humor. O filme chegará no dia 4 de setembro ao Apple TV.

“Silo”

“Silo”, cuja terceira temporada estreou no início do mês, também não ficou de fora da SDCC: quem subiu ao palco foi tanto o criador, produtor executivo e showrunner Graham Yost quanto o elenco principal da temporada, incluindo Rebecca Ferguson, Common, Tim Robbins, Ashley Zukerman, Jessica Henwick e Alexandria Riley.

Os realizadores comentaram a história da nova temporada, incluindo o seu tema central (a manipulação e o controle de memórias como ferramenta de sobrevivência e poder), além da dinâmica dos personagens.

Yost relembrou que a série já foi renovada para uma nova temporada, prevista para chegar ao catálogo do streaming no ano que vem e, com isso, encerrar toda a sua história.

“Matchbox”

“Matchbox — O Filme” (“Matchbox: The Movie”), longa estrelado por John Cena, também marcou presença na Comic-Con: o ator subiu ao palco junto com Jessica Biel, Sam Richardson, Teyonah Parris e Arturo Castro.

O elenco discutiu sua experiência no set ao dirigir veículos esportivos reais para gravações de cenas de ação, destacando ainda a dinâmica de amizade dos personagens e as locações ao redor do mundo, que incluíram países como Budapeste, Marrocos e Eslováquia.

A narrativa se centra em um grupo de amigos de infância que têm suas vidas viradas ao avesso quando um agente secreto da CIA, Sean (interpretado por Cena), volta à sua cidade natal e envolve os companheiros em uma aventura mirabolante para salvar o mundo.

O filme será lançado no dia 9 de outubro.

“Matéria Escura”

O painel também contou com a apresentação da segunda temporada de “Matéria Escura” (“Dark Matter”). Participaram os atores Joel Edgerton, Jennifer Connelly, Alice Braga, Dayo Okeniyi e o criador, roteirista e produtor Blake Crouch.

O elenco discutiu os desafios de interpretar várias versões dos seus personagens, e Crouch mencionou aquilo que os fãs podem esperar da nova temporada.

Embora uma terceira temporada ainda não tenha sido confirmada, Braga brincou com a possibilidade de futuros episódios se passarem no Brasil.

Vale lembrar que, paralelamente, o Apple TV divulgou o trailer da segunda temporada, que será lançada no dia 28 de agosto.

“O Segredo de Widow’s Bay”

A maior surpresa ficou por conta do painel de “O Segredo de Widow’s Bay” (“Widow’s Bay”), cujos participantes não tinham sido confirmados até então. Subiram ao palco a showrunner Katie Dippold, o diretor e produtor executivo Hiro Murai e os atores Stephen Root, Dale Dickey, Jeff Hiller, K. Callan, Kevin Carroll e Kingston Rumi Southwick, além da aparição surpresa de Matthew Rhys.

Os realizadores discutiram a evolução da produção, a aclamação dela junto à crítica especializada e os desafios relativos à complexidade da narrativa e da mistura dos gêneros de comédia e horror.

Vale lembrar que a série foi renovada para uma segunda temporada, com filmagens previstas para o início do ano que vem.


O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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How to auto-download TV shows in Apple TV app on iOS 27

31 July 2026 at 17:30

Apple TV app on iPhone showing Severance TV show on the screen

Get your iPhone or iPad to automatically download the next two episodes of the TV show you’re currently watching and delete them later.

Apple TV Viewership Reaches All-Time High In Record June Quarter

31 July 2026 at 08:51

During the latest financial earnings call, Tim Cook shared huge numbers for Apple and its streaming ambitions. The company closed its June quarter with a massive $109.4 billion in revenue, marking a 16 percent increase from last year. Alongside this financial success, the tech giant revealed that viewership for its streaming service hit an absolute […]

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Snoopy Hits The Road In A Heartwarming New Apple TV Special

31 July 2026 at 03:37

Snoopy is packing his bags and heading out on a brand-new adventure today. The highly anticipated animated special, Snoopy Presents: There’s No Place Like Home, Snoopy, is now officially streaming on Apple TV. This latest release continues the long-running, successful partnership between Apple and Peanuts, giving fans a fresh story centered around everyone’s favorite beagle. […]

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Tim Cook and John Ternus discuss CEO transition and Apple TV’s legacy and future

29 July 2026 at 20:00
Apple’s incoming CEO John Ternus (left) and outgoing CEO Tim Cook at Apple Park n Cupertino, California in April 2026.
Apple’s incoming CEO John Ternus (left) and outgoing CEO Tim Cook at Apple Park n Cupertino, California in April 2026.

Apple’s Tim Cook and incoming CEO John Ternus stepped onto the red carpet together at the Ted Lasso Season 4 premiere, matching in navy suits and “Believe” pins while reflecting on a smooth leadership handoff and the bright future of Apple TV.

In a joint interview with Deadline, Cook expressed excitement over Apple TV’s record 89 Emmy nominations, while Ternus shared his enthusiasm for the show’s return and the momentum behind Apple’s content slate.

Nellie Andreeva for Deadline:
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“We’ve been at it for seven years, and it feels like every year is better than the year before,” Cook said. “Now we’ve really hit our stride, and I couldn’t be more excited about where we’re going. We have 89 Emmy nominations, we’re so excited. I hope you’re watching Widow’s Bay, it’s a terrific show, and now tonight to bring Ted Lasso back, it’s marvelous.”

Cook announced his pending departure as CEO in April.

Turns out Ternus is a Ted Lasso fan too.

“I love Ted Lasso, I am so excited to have all the characters back, to have the story back,” he said. “It’s just such an amazing story, such an amazing message of optimism and hope and believe.”

As Ternus prepares to lead Apple, what ideas does he have for the company’s streaming service? Is he planning to make some changes? As a big racing fan, adding more racing, perhaps, to Apple TV’s Formula 1 coverage?

“I am just so excited about the momentum we have,” he said. “There’s so much great content on Apple TV, and now is just the perfect time for us to keep the momentum up, keep bringing in incredible storytellers and creative folks to keep making it better.”

“This year’s been amazing with Pluribus and Widows Bay. Right now, I’m watching Silo and Lucky,” Ternus said.

Added Cook, “I love Severance, I can’t wait for it to come back. I’m watching Widow’s Bay, as I mentioned. I love Pluribus. Silo is fantastic,” Cook said.

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MacDailyNews Note: Apple TV is available on the Apple TV app in over 100 countries and regions, on over 1 billion screens, including iPhone, iPad, Apple TV 4K, Apple Vision Pro, Mac, popular smart TVs from Samsung, LG, Sony, VIZIO, TCL and others, Roku and Amazon Fire TV devices, Chromecast with Google TV, PlayStation and Xbox gaming consoles, and at tv.apple.com, for $12.99 per month with a seven-day free trial for new subscribers. For a limited time, customers who purchase and activate a new iPhone, iPad, Apple TV 4K or Mac can enjoy three months of Apple TV for free.

Watch on Apple TV


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Apple TV announces ‘Silo’ season 4 is coming summer 2027

29 July 2026 at 18:30
Rebecca Ferguson in Apple TV's hit series "Silo."
Rebecca Ferguson in Apple TV’s hit series “Silo.”

Apple TV has officially confirmed that the fourth and final season of its acclaimed dystopian sci-fi series “Silo” will premiere in summer 2027. The announcement came during the streamer’s panel at San Diego Comic-Con over the weekend, giving fans a clear timeline for the conclusion of the story adapted from Hugh Howey’s bestselling trilogy.

The official word arrived via Apple TV’s X account on July 25, 2026, The post includes a promotional video teasing the end of the saga:

The end is near.

The fourth and final season of #Silo premieres summer 2027. pic.twitter.com/j4vhyf27xM

— Apple TV (@AppleTV) July 25, 2026

“Silo” follows the last remnants of humanity living in a massive underground bunker, protected from a toxic outside world they barely understand. Starring and executive produced by Rebecca Ferguson as engineer Juliette Nichols, the series has built a dedicated following with its tense mysteries, intricate world-building, and strong ensemble cast that includes Common, Tim Robbins, Harriet Walter, and others.

Season 3, which premiered on July 3, 2026, is currently airing weekly on Apple TV, with new episodes dropping every Friday through September 4th. That season expands the story with an origin narrative set centuries earlier while advancing the present-day plot.

Importantly, Seasons 3 and 4 were filmed largely back-to-back after Apple renewed the show for both installments in late 2024. Production on the final season wrapped earlier this year. Season 4 is expected to adapt the concluding novel Dust, wrapping up the major unanswered questions about the silos and humanity’s fate.

Showrunner Graham Yost has emphasized the value of knowing the full arc in advance, allowing the creative team to deliver a satisfying conclusion without the uncertainty that often plagues streaming series. With Season 3 still unfolding and Season 4 locked in for next summer, the wait between the final two chapters will be relatively short by modern prestige TV standards.

Fans can continue catching up on or following Season 3 on Apple TV right now. The series has earned strong critical praise across its run for its thoughtful exploration of power, truth, and survival in a closed society. When Season 4 arrives in summer 2027, it will mark the definitive end of the “Silo” series, and the larger story of the silos.

MacDailyNews Take: Here’s to timely annual streaming TV seasons!


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What’s new in tvOS 26.6 and HomePod 26.6

29 July 2026 at 17:00
Apple TV 4K
Apple’s current Apple TV 4K and its Siri Remote

Apple released tvOS 26.6 and HomePod Software 26.6 on July 27, 2026, as part of a broader wave of point updates that also included iOS 26.6, iPadOS 26.6, macOS Tahoe 26.6, watchOS 26.6, and visionOS 26.6.

These are maintenance releases rather than feature-packed upgrades. With the major tvOS 27 and HomePod Software 27 updates already in beta and expected in the fall, Apple focused the 26.6 cycle on under-the-hood refinements: bug fixes, performance and stability improvements, and a substantial set of security patches. No significant new user-facing features were identified during the beta period for either platform.

tvOS 26.6

tvOS 26.6 is available for the Apple TV HD and all Apple TV 4K models. It arrives roughly two months after tvOS 26.5 and continues the pattern of incremental polish for the 26 series, which introduced the Liquid Glass design language and other enhancements in fall 2025.

Apple’s developer release notes highlight only a small number of resolved issues (such as specific HealthKit statistics query problems and StoreKit testing behavior in the simulator). The public-facing emphasis is on general reliability and security. The security content document lists dozens of fixes across frameworks including Accounts, App Store, Kernel, CoreAudio, ImageIO, and others—addressing potential issues like user fingerprinting, data access, denial-of-service conditions, and memory corruption.

Notably, tvOS 27 is expected to drop support for the Apple TV HD and the first-generation Apple TV 4K. Owners of those models will remain on the tvOS 26.x line (including future minor updates after 26.6) for as long as Apple continues to support them.

How to update:

On your Apple TV, open Settings > System > Software Update. Devices with automatic updates enabled should receive it without manual intervention.

HomePod Software 26.6

HomePod Software 26.6 (build 23L773) rolls out to the original HomePod, HomePod mini, and later models. Like the concurrent tvOS release, it carries no new headline features. Apple has not published detailed public release notes beyond the standard language of performance and stability improvements, which has been typical for most 26.x point releases after the initial HomePod Software 26 launch (that version added Crossfade for Apple Music and AirPlay refinements).

The update shares the same late-cycle focus on reliability and security hardening as the rest of the 26.6 family. It is installed automatically on most HomePods unless the feature has been disabled; manual installation is available through the Home app on iPhone, iPad, or Mac (Home Settings > Software Update).

These releases represent the late-stage maintenance phase of the 26-generation operating systems. Engineering attention has largely shifted to the 27 series unveiled at WWDC 2026, which is currently in public beta and slated for a fall launch. That upcoming generation is expected to bring more substantial changes, including further Siri and Apple Intelligence integration (particularly relevant for future HomePod and Apple TV hardware) and other refinements.

MacDailyNews Take: Both tvOS 26.6 and HomePod Software 26.6 deliver a quieter, but useful round of fixes and security updates. Installing them keeps your Apple TV and HomePod devices running smoothly and better protected while the bigger fall upgrades take shape.


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Apple TV hosts the world premiere for the fourth season of ‘Ted Lasso’

28 July 2026 at 19:30
Brendan Hunt, Tanya Reynolds, Jason Sudeikis, Hannah Waddingham, Jeremy Swift and Juno Temple attend the world premiere celebrating season four of the beloved Apple TV series “Ted Lasso” at the Academy Museum of Motion Pictures on July 27, 2026, in Los Angeles, California. The new season of “Ted Lasso” premieres globally on Apple TV on Wednesday, August 5, 2026.
Brendan Hunt, Tanya Reynolds, Jason Sudeikis, Hannah Waddingham, Jeremy Swift and Juno Temple attend the world premiere celebrating season four of the beloved Apple TV series “Ted Lasso” at the Academy Museum of Motion Pictures on July 27, 2026, in Los Angeles, California. The new season of “Ted Lasso” premieres globally on Apple TV on Wednesday, August 5, 2026.

Last night at the Academy Museum of Motion Pictures in Los Angeles, Apple TV celebrated the world premiere of the upcoming fourth season of its Emmy Award-winning, juggernaut comedy “Ted Lasso.” Red carpet attendees included ensemble cast members Jason Sudeikis, Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Brendan Hunt, Tanya Reynolds, Jude Mack, Faye Marsay, Rex Hayes, Aisling Sharkey, Abbie Hern and Grant Feely, alongside showrunner Jack Burditt and executive producers Bill Lawrence, Jeff Ingold, Jane Becker, Jamie Lee and Liza Katzer. “Ted Lasso” returns to the pitch for its highly anticipated fourth season on Wednesday, August 5, 2026, on Apple TV.

In season four, Ted returns to Richmond, taking on his biggest challenge yet: coaching a second-division women’s football team. Throughout the course of the season, Ted and the team learn to leap before they look, taking chances they never thought they would. The new season reunites fan favorites, including Emmy Award winner Hannah Waddingham, Juno Temple, Emmy Award winner Brett Goldstein, Brendan Hunt and Jeremy Swift, alongside new additions Tanya Reynolds, Jude Mack, Faye Marsay, Rex Hayes, Aisling Sharkey, Abbie Hern and Grant Feely.

The cast attends the world premiere celebrating season four of the beloved Apple TV series “Ted Lasso” at the Academy Museum of Motion Pictures on July 27, 2026, in Los Angeles, California. The new season of “Ted Lasso” premieres globally on Apple TV on Wednesday, August 5, 2026.
The cast attends the world premiere celebrating season four of the beloved Apple TV series “Ted Lasso” at the Academy Museum of Motion Pictures on July 27, 2026, in Los Angeles, California. The new season of “Ted Lasso” premieres globally on Apple TV on Wednesday, August 5, 2026.

“Ted Lasso” is executive produced by Jason Sudeikis alongside Hunt, Joe Kelly, Jane Becker, Jamie Lee and Bill Wrubel. Emmy Award winner Jack Burditt serves as executive producer on season four under a new overall deal with Apple TV. Goldstein serves as writer and executive producer alongside Leann Bowen. Sarah Walker and Phoebe Walsh serve as writers and producers for season four, and Sasha Garron serves as co-producer. Julia Lindon writes for season four, and Dylan Marron serves as story editor. Bill Lawrence executive produces via his Doozer Productions, in association with Warner Bros. Television and Universal Television, a division of Universal Studio Group. Doozer’s Jeff Ingold and Liza Katzer also serve as executive producers. The series was developed by Sudeikis, Lawrence, Kelly and Hunt and is based on the preexisting format and characters from NBC Sports.

Following its global debut on Apple TV, “Ted Lasso” broke records and quickly earned praise from fans and critics all over the world. The first season became the most Emmy Award-nominated comedy series, and the series went on to land rare back-to-back Emmy Awards for Outstanding Comedy Series for its first two seasons.

Apple TV offers premium, compelling drama and comedy series, feature films, groundbreaking documentaries, and kids and family entertainment, and is available to watch across all of a user’s favorite screens. After its launch on November 1, 2019, Apple TV became the first all-original streaming service to launch around the world, and has premiered more original hits and received more award recognitions faster than any other streaming service in its debut. To date, Apple Original films, documentaries and series have been honored with 852 wins and 3,804 award nominations and counting, including multi-Emmy Award-winning and history-making comedies “The Studio” and “Ted Lasso,” global cultural phenomenon “Severance,” Apple’s most-viewed drama “Pluribus,” Academy Award Best Picture winner “CODA” and Academy Award winner “F1,” the highest-grossing sports feature of all time.
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MacDailyNews Note: Apple TV is available on the Apple TV app in over 100 countries and regions, on over 1 billion screens, including iPhone, iPad, Apple TV 4K, Apple Vision Pro, Mac, popular smart TVs from Samsung, LG, Sony, VIZIO, TCL and others, Roku and Amazon Fire TV devices, Chromecast with Google TV, PlayStation and Xbox gaming consoles, and at tv.apple.com, for $12.99 per month with a seven-day free trial for new subscribers. For a limited time, customers who purchase and activate a new iPhone, iPad, Apple TV 4K or Mac can enjoy three months of Apple TV for free.

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Apple TV series ‘Ted Lasso’ returns to the pitch in season four trailer

28 July 2026 at 17:00
The fourth season of “Ted Lasso” premieres Wednesday, August 5 on Apple TV.
The fourth season of “Ted Lasso” premieres Wednesday, August 5 on Apple TV.

Apple TV on Tuesday unveiled the trailer for the fourth season of its hit series “Ted Lasso,” starring and executive produced by Emmy Award winner Jason Sudeikis. “Ted Lasso” returns with its 10-episode new season on Wednesday, August 5, 2026 with one episode, followed by new episodes every Wednesday through October 7 on Apple TV.

In season four, Ted returns to Richmond, taking on his biggest challenge yet: coaching a second division women’s football team. Throughout the course of the season, Ted and the team learn to leap before they look, taking chances they never thought they would. The new season reunites fan favorites, including Emmy Award winner Hannah Waddingham, Juno Temple, Emmy Award winner Brett Goldstein, Brendan Hunt and Jeremy Swift, alongside new additions Tanya Reynolds, Jude Mack, Faye Marsay, Rex Hayes, Aisling Sharkey, Abbie Hern and Grant Feely.

“Ted Lasso” is executive produced by Sudeikis alongside Hunt, Joe Kelly, Jane Becker, Jamie Lee and Bill Wrubel. Emmy Award winner Jack Burditt serves as executive producer on season four under a new overall deal with Apple TV. Goldstein serves as writer and executive producer alongside Leann Bowen. Sarah Walker and Phoebe Walsh will serve as writers and producers for season four, and Sasha Garron co-produces. Julia Lindon will write for season four, and Dylan Marron will serve as story editor. Bill Lawrence executive produces via his Doozer Productions, in association with Warner Bros. Television and Universal Television, a division of Universal Studio Group. Doozer’s Jeff Ingold and Liza Katzer also serve as executive producers. The series was developed by Sudeikis, Lawrence, Kelly and Hunt, and is based on the preexisting format and characters from NBC Sports.
Following its global debut on Apple TV, “Ted Lasso” broke records and quickly earned praise from fans and critics all over the world. The first season became the most Emmy Award-nominated comedy series, and the series went on to land rare back-to-back Emmys for Outstanding Comedy Series for its first two seasons on air.

Apple TV offers premium, compelling drama and comedy series, feature films, groundbreaking documentaries, and kids and family entertainment, and is available to watch across all of a user’s favorite screens. After its launch on November 1, 2019, Apple TV became the first all-original streaming service to launch around the world, and has premiered more original hits and received more award recognitions faster than any other streaming service in its debut. To date, Apple Original films, documentaries and series have been honored with 852 wins and 3,804 award nominations and counting including multi-Emmy Award-winning and history-making comedies “The Studio” and “Ted Lasso,” global cultural phenomenon “Severance,” Apple’s most-viewed drama “Pluribus,” Academy Award Best Picture winner “CODA” and Academy Award winner “F1,” the highest-grossing sports feature of all time.

MacDailyNews Take: After season three, we approach this season with trepidation. 🤞🏻

See also: Will ‘Ted Lasso’ Season 4 be a woke disaster like Season 3? – July 22, 2026
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MacDailyNews Note: Apple TV is available on the Apple TV app in over 100 countries and regions, on over 1 billion screens, including iPhone, iPad, Apple TV 4K, Apple Vision Pro, Mac, popular smart TVs from Samsung, LG, Sony, VIZIO, TCL and others, Roku and Amazon Fire TV devices, Chromecast with Google TV, PlayStation and Xbox gaming consoles, and at tv.apple.com, for $12.99 per month with a seven-day free trial for new subscribers. For a limited time, customers who purchase and activate a new iPhone, iPad, Apple TV 4K or Mac can enjoy three months of Apple TV for free.

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Incoming Apple CEO John Ternus vows to build on movie and TV momentum

28 July 2026 at 16:00
Apple's incoming CEO John Ternus
Apple’s incoming CEO John Ternus

Apple’s incoming CEO, hardware chief John Ternus, said he was committed to building on the company’s momentum in the entertainment business when he takes the helm of the company on September 1st.

The technology giant began offering original TV series and films through the Apple TV+ streaming app in 2019. The company found success with Oscar best picture winner “CODA,” box-office blockbuster “F1” and Emmy-winning shows such as “The Studio” and “Ted Lasso.”

Last year, Apple dropped the plus sign and renamed the service Apple TV.

“I think we have such tremendous momentum right now in Apple TV,” Ternus told Reuters on the red carpet at the premiere of the fourth season of “Ted Lasso.”

“There’s so many amazing shows, so many amazing characters and stories, and so we’re just going to keep building on the momentum,” Ternus said

Ternus stood next to outgoing CEO Tim Cook, who said he is sharing his insights about the entertainment business as part of the leadership transition.

“Our role is to be the best. That’s our lane,” Cook said of Apple’s entertainment strategy. “We’re not about the most. There are… other companies that do that. But we’re about the best, and I feel like we really hit our stride in providing that.”

Cook said Apple was open to future partnerships in the entertainment realm if the company feels it can bring a particular expertise. He pointed to the arrangement with the Formula 1 racing league.

For the Brad Pitt movie “F1,” Apple built custom cameras to help make audiences feel like they were inside a race car. F1 races are now shown exclusively on Apple TV in the United States, and the company provides leaderboards, updates and other coverage on Apple News and other apps.

“We’ll do things that we can bring something unique to, where we can innovate in a way that others might not be able to,” Cook said. “I feel like we’re really doing that with F1. We’re so excited about how we’re doing there and the viewership numbers that we’re getting. So more things like that would be possible.”

MacDailyNews Take: Everyone’s on the same page: Last month, senior Apple executive Eddy Cue told Reuters the company’s goal was to offer “better and more” TV shows and movies on Apple TV streaming and in theaters.


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OS 26.6 Delivers Massive Number of Security Fixes

27 July 2026 at 22:19
Apple’s latest updates patch an unprecedented number of security vulnerabilities while optimizing the Spotlight index in preparation for OS 27 and fixing bugs affecting Messages screenshots, Intel-based app notifications, and HealthKit data. None of the vulnerabilities is being exploited in the wild.

macOS Hidden Treasures: Quick Look

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