Mas, além disso, esse mesmo procedimento pode ser realizado dentro de um álbum que tenha sido criado no seu iPhone, iPad ou Mac e que contenha esse tipo de mídia.
Como ocultar capturas de tela em álbuns pelo iPhone/iPad
Abra o app Fotos e toque em “Coleções”.
Selecione o álbum desejado na seção “Álbuns”.
Vá até o botão com três risquinhos (no canto inferior esquerdo) e toque em “Opções de Visualização”.
Desmarque “Capturas de Tela”.
Como ocultar capturas de tela em álbuns pelo Mac
Expanda a seção “Álbuns” (na barra lateral esquerda).
Clique no nome do álbum.
Clique nos três pontinhos (na parte superior) e desmarque “Capturas de Tela”. Ou, se preferir, vá até “Visualizar”, na barra de menus, e desmarque “Capturas de Tela”.
Com o aplicativo Pré-Visualização (Preview), usuários de iPhones, iPads e Macs podem facilmente preencher e assinar formulários, escanear documentos e fazer alterações em PDFs e imagens, por exemplo.
Para encontrar mais facilmente um arquivo, você pode renomeá-lo em alguns passos simples.
Veja, nos parágrafos a seguir, como fazer exatamente isso no seu dispositivo! 😉
Com o app Pré-Visualização aberto, faça um dos seguintes procedimentos:
Toque e segure o dedo ou clique com o botão direito do mouse em cima do arquivo e escolha “Renomear”.
Com o arquivo aberto, selecione a setinha ao lado do nome dele e renomeie-o (no iPhone/iPad, é preciso primeiramente tocar em “Renomear”). Se estiver no Mac, você também pode fazer a mesma coisa indo até Arquivo » Renomear…, na barra de menus.
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Uma nova reportagem do The Information aponta para a existência de um problema estrutural na forma como a Apple gerenciava arquivos de trabalho de seus funcionários — algo que teoricamente permitiu que quem não fazia mais parte do time de colaboradores da empresa continuasse tendo acesso a documentos importantes e confidenciais.
Ex-funcionários da empresa afirmaram ao site que, no tempo em que estiveram em seus cargos, a Maçã incentivava o uso de suas Contas Apple pessoais para armazenar arquivos de trabalho. Para tal, a empresa adicionava 2TB de armazenamento a essas contas e elas passavam a contar com uma pasta denominada “Apple Work”, onde tais arquivos deveriam ser armazenados.
Essa abordagem existe para contornar uma limitação presente nos iPhones: a impossibilidade de usar duas contas primárias da Apple no mesmo dispositivo. Desta forma, vincular a pasta de trabalho à conta pessoal dos funcionários é uma maneira de evitar que eles tenham que usar um segundo iPhone apenas para assuntos corporativos — uma questão de comodidade.
Quando o funcionário deixa a empresa, a Maçã remove o armazenamento adicional concedido e o acesso à pasta “Apple Work” — o que, na prática, impede que a maioria dos arquivos de trabalho continuem sendo sincronizados com os ex-trabalhadores. Isso, em teoria, já que nem todos os arquivos eram compartilhados diretamente para essa pasta confidencial.
Os funcionários relatam que, às vezes, documentos do Pages, do Keynote e outros arquivos poderiam ser compartilhados por colegas diretamente para as suas pastas pessoais do iCloud — o que faz com que eles permaneçam disponíveis (e com sincronização ativada) mesmo após deixarem a empresa — sem que eles façam nenhum esforço ativo para mantê-los.
Nada a ver com caso contra a OpenAI, diz Apple
Esse relato vem à tona em meio ao andamento do processo judicial que a Maçã abriu contra a OpenAI, acusando-a de obter, a partir de ex-funcionários, segredos confidenciais envolvendo seus projetos de hardware — o que pode dar a entender que alguns desses segredos poderiam ter sido obtidos sem uma atuação mais ativa dos acusados.
A Apple disse ao The Information que o processo não diz respeito a documentos compartilhados ou armazenados no iCloud e que não persegue ex-funcionários apenas porque arquivos confidenciais foram mantidos acidentalmente em suas contas pessoais — o que dá crédito à informação publicada pelo site, mesmo que não haja relação com o caso.
Por falar em Apple vs. OpenAI…
Por falar no imbróglio com a dona do ChatGPT, o 9to5Mac noticiou recentemente que a Apple rejeitou a atribuição do julgamento à juíza magistrada Virginia K. De Marchi — o que resultou numa redistribuição do caso para o juiz distrital Edward Davila. O juiz Nathanael Cousins, por sua vez, ficará responsável pela fase de produção de provas antes do julgamento.
Com as mudanças, a audiência inicial do processo, que estava marcada para 13 de outubro, foi cancelada e provavelmente acontecerá em outra data — embora os prazos para as partes conversarem sobre uma possível conciliação e planejamento de provas (até 22 de setembro) e para as chamadas initial disclosures (até 6 de outubro) estejam mantidos.
A Receita Federal anunciou dois novos leilões os quais contam com uma série de dispositivos da Apple que entraram de forma ilegal no país. Distribuídos nas cidades de Porto Alegre (RS) e Salvador (BA), eles somam, ao todo, 16 lotes com pelo menos um produto da empresa.
O órgão, é sempre bom lembrar, não especifica os modelos ou as versões de determinados itens incluídos nos lotes, sendo que alguns deles podem estar usados, vir sem caixa ou até mesmo sem acessórios (isso costuma ser alertado). Ele também não faz entregas.
Dentro dos lotes com produtos da Apple, também pode haver outros itens sendo leiloados, vale notar.
Porto Alegre
Com 190 lotes (embora apenas 11 com dispositivos da Maçã), os itens desse leilão estão concentrados na Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 10ª Região Fiscal. Segundo seu edital, as propostas poderão ser enviadas para análise a partir do dia 25 de agosto, às 12h, e serão recebidas até 28/8, às 18h.
As melhores serão selecionadas para participar do pregão online — o qual está previsto para o dia 31/8, a partir das 14h.
Eis os lotes com dispositivos da Apple inclusos nesse leilão:
Lote
Produto(s) da Apple
Valor mínimo
4
2x AirTag (pacote com 4 unidades) 1x iMac (M4) 20x adaptador de parede USB-C (20W)
R$20.000
10
1x Magic Mouse (USB-C) 1x MacBook Air (M2, 256GB) de 13″ 2x MacBook Air (M1, 256GB) de 13″
R$10.000
18
1x Mac mini (M2)
R$10.000
32
219x adaptador de parede
R$3.000
33
6x adaptador de parede
R$4.000
36
20x adaptador de parede 1x Apple Pencil 6x EarPods
R$10.000
54
74x adaptador de parede 3x adaptador de parede (5W) 10x adaptador de parede (20W) 12x adaptador de parede USB-C 4x iPhone 12 Pro Max
R$3.000
83
2x AirTag (pacote com 4 unidades) 1x Apple Pencil Pro 1x MacBook Neo (8GB/256GB)
R$10.000
85
1x cabo USB-C de 1 metro 1x adaptador de parede (20W)
R$5.200
87
2x Apple Pencil (USB-C) 1x Apple Pencil (2ª geração) 2x Magic Keyboard 1x Mac mini (M4, 256GB) 1x MacBook Air (modelo não especificado, 8GB/256GB) de 13″
R$9.000
94
1x adaptador de parede (20W)
R$4.000
Salvador
Os itens desse leilão estão distribuídos em um total de 52 lotes, embora apenas 5 deles tenham algum dispositivo da Maçã.
De acordo com o seu edital, as propostas poderão ser enviadas para análise a partir do dia 17 de agosto, às 8h, e serão recebidas até 20/8, às 18h. As melhores serão selecionadas para participar do pregão online — o qual está previsto para o dia 21/8, a partir das 11h.
Lote
Produto(s) da Apple
Valor mínimo
28
3x adaptador de parede (20W) 23x cabo Lightning para USB 21x cabo USB-C para Lightning 1x cabo MagSafe para USB-C 1x cabo USB-C de 2m 1x capa de couro com MagSafe para iPhone 12 Pro Max
R$24.000
29
110x cabo Lightning para USB 1x cabo USB-C para Lightning 107x adaptador de parede (5W) 110x adaptador de parede (20W) 31x adaptador de parede (20W) 15x cabo USB-C para Lightning de 1m
R$22.000
31
2x AirTag
R$12.000
34
1x adaptador de parede (20W)
R$36.500
35
1x adaptador de parede (5W) 1x cabo Lightning para USB-C de 1m
R$8.500
Como participar
Todo o processo é feito de forma digital. Os interessados em adquirir os produtos do leilão precisam ter um CPF e um certificado digital válidos, via acesso ao Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) — o qual será utilizado para acessar o site corretamente e poder participar de tudo.
Alguns lotes estão disponíveis para lances tanto de pessoas físicas quanto de pessoas jurídicas.
A novidade pode ser considerada uma expansão da sincronização limitada que já existia entre os dois aplicativos, e que permitia enviar dados já consolidados do aplicativo da Apple para o do Google — mas não o contrário.
Segundo o site, agora é possível compartilhar dados gravados com o Fitbit Air — como registros de exercícios, de sono e de passos — diretamente para o app da Maçã, sem usar qualquer gambiarra ou apelar para o registro manual.
Para isso, basta tocar no ícone de perfil dentro do app do Google, selecionar “Apps parceiros” e depois escolher o Apple Health entre as opções. Aí, é só conceder as permissões para a sincronização ser completada.
De acordo com o site Droid Life, no entanto, a sincronização ainda não funciona para a variabilidade da frequência cardíaca (HRV), uma vez que as duas empresas calculam essa métrica usando fórmulas diferentes.
A Apple virou alvo de uma nova ação coletiva nos Estados Unidos, desta vez por conta do sistema de reconhecimento facial do aplicativo Fotos (Photos) — que estaria indo contra a lei de privacidade do estado de Illinois. As informações são do The Sunday Times.
Os reclamantes argumentam que o app, o qual já vem pré-instalado nos dispositivos da Maçã, escaneia fotos para procurar rostos de pessoas e, então, criar uma “impressão facial” para cada pessoa na galeria sem o devido consentimento.
A Illinois Biometric Information Privacy Act (algo como Lei de Privacidade de Informações Biométricas de Illinois), citada no processo, proíbe empresas de coletar dados biométricos de uma pessoa sem primeiro alertá-la e solicitar o seu consentimento por escrito. Ela já foi aplicada no passado contra empresas como Meta e Google, e prevê uma multa de até US$5.000 por infração caso haja intenção ou imprudência.
A acusação explica ainda que, uma vez que o Fotos analisa as imagens, ele armazena os dados biométricos das pessoas envolvidas no próprio dispositivo, catalogando os seus rostos no aplicativo.
Em contrapartida, a Apple argumentou que o caso deveria ser dispensado pois o entendimento de que os dados coletados contam como “identificadores biométricos” depende de “provas individualizadas das escolhas e rótulos de cada usuário”. A empresa também lembrou da existência de salvaguardas, como as que garantem que os vetores numéricos utilizados pelo Fotos para organizar álbuns não possam ser utilizados para recriar um rosto. A Maçã disse, por fim, que os dados coletados não são ligados ao nome de uma pessoa nem à sua identidade.
Mesmo assim, um juiz de Illinois decidiu, no mês passado, que os consumidores envolvidos no processo atingiram os requisitos para abrir a ação coletiva, e o Tribunal de Apelação do Sétimo Circuito rejeitou o recurso da Apple contra essa decisão na última quarta-feira (29/7).
Apesar de ter perdido um pouco do hype inicial, os Instants seguem sendo uma excelente maneira de compartilhar fotos e vídeos rapidamente com os seus seguidores do Instagram.
Caso queira, é possível consultar facilmente um arquivo de todas as publicações feitas, usando três métodos diferentes — como mostraremos a seguir.
Com o app do Instagram aberto, toque na aba das suas mensagens diretas e no ícone do Instants (no canto inferior direito).
Vá até os quadradinhos (no canto superior direito) para conferir o seu histórico.
Segundo método
A segunda maneira de fazer isso é praticamente a mesma coisa que o método anterior, com a diferença de que isso pode ser feito diretamente pelo aplicativo dedicado do Instants.
Terceiro método
No Instagram, toque na aba do seu perfil (no canto inferior direito), vá até os três risquinhos (no canto superior direito) e entre em “Itens Arquivados”.
Use o menu suspenso da parte superior para selecionar “Arquivo de instants”.
Muita gente não sabe, mas o Instagram possui um navegador embutido dentro do aplicativo para iPhones e iPads.
Além de fazer alguns ajustes (como limpar os dados), você também pode ativar ou desativar a chamada navegação aprimorada.
Com ela, as informações dos sites em que você navega podem ser utilizadas para exibir o histórico de links, recomendações de compras e outros dados. É possível ativar ou desativar esse recurso facilmente, em alguns passos simples.
Se você é um usuário assíduo do Instagram, uma boa ideia talvez seja assinar o plano de assinatura Instagram Plus, que abre um leque de recursos extras as quais melhoram a sua experiência na rede.
Dentre as funções disponibilizadas com ela, está a possibilidade de pré-visualizar o conteúdo das mensagens que tiver recebido na área de conversas privadas do mensageiro, sem que elas sejam marcadas como lidas ou a outra pessoa saiba que você já leu.
Outra possibilidade é, em uma conversa, usar fontes personalizadas exclusivas de quem assina o Instagram Plus.
Fã de jogos de mistério e aventuras "point and click"? Case Solved: The London Files coloca os jogadores no papel de um detetive que tem como missão investigar uma série de crimes, num título que promete pôr à prova as suas capacidades de observação e dedução.
Se você usa o Mozilla Firefox como o seu navegador padrão em iPhones, iPads ou Macs, já deve ter notado que há algumas áreas do browser que podem trazer certos tipos de anúncios.
Uma dessas áreas é justamente a página inicial do Firefox, que pode sugerir atalhos patrocinados. Felizmente, um truque permite desabilitar facilmente isso. Veja, a seguir, como fazer isso! 🙂
Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no iPhone/iPad
Com o Firefox aberto, toque nos três pontinhos (na parte inferior) e vá até “Configurações”.
Escolha “Tela inicial” e “Atalhos”.
Desmarque a opção “Atalhos patrocinados”.
Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no Mac
Clique em “Firefox”, na barra de menus, e escolha “Configurações…”, use o atalho ⌘ command, ou vá até os três risquinhos (no canto superior direito) para escolher a mesma opção.
Selecione “Página inicial e início”.
Desmarque a opção “Atalhos patrocinados” abaixo de “Apoie o Firefox”.
Semanalmente, nosso moderador Marcelo Melo seleciona cinco tópicos que estão em discussão no MM Fórum para serem destacados por aqui.
Os tópicos são escolhidos de acordo com o nosso bom senso, considerando o número de respostas, a atualidade do assunto e/ou a utilidade para o público em geral.
Fechando a semana e o mês de julho com a nossa seleção de promoções na App Store!
O nosso destaque do dia é Pin To Wall: Photo Widget, um app simples e direto ao ponto, pensado para quem quer manter uma única foto sempre à mão no iPhone, iPad ou Apple Vision Pro.
Ele funciona como um quadro digital: você escolhe uma imagem, fixa na Tela de Início como widget e pronto, ela fica ali até você trocar.
A proposta é armazenar apenas uma foto por vez, seja da sua biblioteca ou com uma nova captura, evitando acúmulos desnecessários na biblioteca de fotos e tornando o app leve e fácil de usar.
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Estamos a poucos dias do eclipse solar mais aguardado das últimas décadas em Portugal, e a Sun Surveyor, uma excelente ferramenta para fotógrafos, poderá ser a ferramenta perfeita para prever a posição exata do Sol e a escolher o melhor local para observar o fenómeno em segurança.
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Una señal diminuta, oculta al lado de uno de los astros más deslumbrantes del cielo, puede resolver un enigma de décadas y abrir otra vía para estudiar cómo viven y mueren las estrellas gigantes.