Após um relato da própria Apple envolvendo um salvamento de um acidente graças ao Watch, veio à tona mais um caso em que o relógio ajudou a detectar uma doença antes que algo de mais grave pudesse acontecer.
O relato da vez vem de Mohammad Islam, morador de Ohio (nos Estados Unidos). Ele afirmou à imprensa local que tudo começou num dia qualquer, quando ele sentiu dores, problemas estomacais, falta de ar e dificuldade para caminhar.
Sozinho, ele quase morreu enquanto levava o lixo para fora.
Assim que me virei, simplesmente desmaiei. Perdi a consciência e não lembro de mais nada depois disso.
Islam, que conseguiu se apoiar em uma cadeira e se sentar, logo ouviu barulhos de sirenes. Eram socorristas, que haviam sido chamados automaticamente pelo Apple Watch assim que o relógio detectou a queda resultante do desmaio.
Durante atendimento médico, ele foi diagnosticado com coágulos sanguíneos nos pulmões, condição também conhecida como embolia pulmonar. Ele poderia não ter sobrevivido caso o socorro não tivesse chegado a tempo.
O homem ainda não sabe ao certo o que causou a complicação médica, mas agradece às filhas por terem lhe dado de presente o Apple Watch que ajudou a salvar sua vida.
Apple Watch Ultra 3
Cores: natural ou preto Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Há alguns anos, a Apple oferece a possibilidade de criar Memojis, uma representação visual do seu rosto que pode ser enviada por mensagem, no FaceTime ou até mesmo como um mostrador do Apple Watch.
Caso você tenha criado um e queira adicionar ou remover algum item ou alguma característica facial, você pode editar os Memojis posteriormente nos seus dispositivos da Maçã. Veja como é simples! 😉
The European Commission yesterday adopted new exemptions to its Batteries Regulation that free the Apple Watch and AirPods from having to offer user-removable and replaceable batteries.
[…]
The reasoning largely mirrors why devices like electric toothbrushes were already exempt: Opening a compact, sealed enclosure and failing to reseal it properly could let water in and create a safety risk. Products can also qualify for exemption if their construction makes battery removal inherently dangerous, or if there is no realistic way to build in user access given current manufacturing methods.
[…]
The iPhone was already exempt from the removability rule under the original regulation, thanks to its battery cycle life and water resistance rating.
This is one of those exceedingly rare cases where EU legislation has produced an unambiguously good outcome: from February 2027, Logitech’s European wireless devices will ship with hard-pack, user-replaceable batteries, and Logitech will sell certified replacements.
Os novos dobráveis chegam meses antes de a Apple alegadamente adentrar nesse segmento do mercado com o famigerado “iPhone Ultra” — logo, as apostas da gigante sul-coreana baterão de frente com o futuro dispositivo da Maçã.
Sem mais delongas, vamos conferir os detalhes de cada anúncio abaixo!
Galaxy Z Fold8
Divulgação/Samsung
Agora que os dobráveis da Samsung possuem três variantes, o Z Fold tradicional passou por um reposicionamento, tornando-se talvez a adição mais diferente dentre toda a linha de novos produtos anunciados.
Seu grande destaque é a reformulação no design, adotando um formato que se convencionou chamar de “passaporte”, com uma proporção maior do que aquilo que foi estabelecido nas últimas gerações do dobrável principal da Samsung. Isso resultou em uma tela externa de 5,5 polegadas e aspect ratio de 10:16, além de uma principal de 7,6″ e proporção de 4:3 — especificações bem semelhantes ao que se especula sobre o “iPhone Ultra” —, ambas com taxas de atualização de até 120Hz.
A sul-coreana destacou ainda o peso do modelo, sendo o celular dobrável mais leve já lançado por ela até agora (201 gramas, para ser exato).
Uma das principais diferenças do modelo em relação ao Z Fold8 Ultra está nas câmeras: o modelo padrão conta apenas com duas lentes traseiras (um sensor principal e uma lente ultra-angular, ambos com 50 megapixels), além dos 200mAh de diferença na bateria (4.800mAh no caso do Z Fold8 e 5.000mAh no caso do Z Fold8 Ultra). A linha também marca a estreia das baterias de silício-carbono nos celulares da fabricante.
Quanto ao restante das suas especificações técnicas, destaca-se pela implementação da tecnologia Flex Titanium — baseada em alumínio — para a resistência da tela, a presença do chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, opções a partir de 12GB de memória e 256GB de armazenamento (até 1TB), resistência IP48 contra água e poeira, além de suporte ao carregamento de 45W com fio e 15W sem fio. Assim como os demais aparelhos, ele chega com o Android 17 e a One UI 9.
Nos Estados Unidos, ele chega a partir de US$1.900 (US$200 a menos que o Z Fold8 Ultra e US$100 a menos que o Z Fold7) nas cores preta, branca, lavanda e verde pistache (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Fold8 Ultra
Divulgação/Samsung
Para os entusiastas do tradicional formato dos dobráveis da Samsung, a melhor opção é o modelo Ultra. Ele conta com as mesmas 8″ na tela principal e 6,5″ na tela externa do Z Fold7, com aspect ratios de 3:2 e 21:9, respectivamente.
Outra diferença notável em relação ao modelo menor é a presença da lente teleobjetiva de 10MP, aos moldes da presente no Z Fold7.
Como citado anteriormente, o aparelho conta com uma bateria de 5.000mAh de silício-carbono, além de compartilhar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, as mesmas opções de memória/armazenamento, a resistência IP48 e o suporte aos 45W de carregamento com fio e 15W sem fio do Z Fold8.
Um de seus maiores destaques (nesse caso, negativo) é o preço: US$2.100 — um aumento em comparação ao modelo equivalente da geração passada (vale lembrar, o Z Fold7 chegou por US$2.000 lá fora). Ele está disponível nas cores preta, branca, roxo escuro e verde escuro (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Flip8
Divulgação/Samsung
Modelo mais básico da nova linha, o Z Flip8 se destaca pela redução na espessura (13,1mm dobrado contra os 13,7mm do antecessor) e no peso (188g contra 180g do Z Flip7), possibilitando o que a Samsung chama de “uma experiência cotidiana sem vinco”.
Ele conta com uma tela interna de 6,9″, enquanto a externa tem 4,1″, com proporções de 22:9 e 1:1, respectivamente, e suporte a taxas de atualização de 120Hz em ambas. O aparelho chega com um conjunto duplo de câmeras, sendo a lente principal de 50MP, um sensor ultra-angular de 12MP e câmera frontal de 10MP.
Ele chega com o processador Exynos 2600, resistência IP48, 12GB de memória e opções de armazenamento de 256GB e 512GB. Em termos de bateria e recarga, o componente de silício-carbono possui uma capacidade de 4.300mAh, carregamento de até 25W por fio e 15W sem fio.
O Z Flip8 custa US$1.200 (um aumento de US$100 em relação ao Z Flip7) e está disponível nas cores azul, preta, vermelha coral e menta (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Watch9 e Ultra2
Ambos os modelos ganharam suporte ao recurso “levante para falar”, que aciona de imediato o Gemini do Google sem a necessidade de toque ou botão. Os dois relógios contam com o Wear OS 7 e a One UI 9 Watch, compatíveis com smartphones que possuam Android 13 ou superior.
Divulgação/Samsung
Com especificações e design um tanto semelhantes ao seu antecessor, as grandes novidades do Galaxy Watch9 incluem a ampliação de bateria (o modelo de 40mm ganhou um aumento de quase 20%, com 390mAh, enquanto a versão de 44mm possui 445hmAh), a pulseira com design Air Pocket (até 25% mais leve que a presente no Watch8) e a estreia do processador Snapdragon Wear Elite.
Ele continua com as opções de 2GB de memória e 32GB de armazenamento e está disponível em caixas de 40mm e 44mm, nas cores preto e creme, custando a partir de US$380 (um aumento de US$30 em relação ao Watch8).
Já o Galaxy Watch Ultra2 adota uma reformulação na identidade visual que o aproxima do restante da linha, sendo até 12% mais fino que o seu antecessor, mantendo a bateria de 800mAh. A tela também ganhou melhorias, contando com 5.000 nits de brilho máximo.
Para experiências aquáticas, o Ultra2 atende o padrão EN13319 para mergulho e possui certificação IP69K. Além disso, o app Marz deverá receber suporte à metrificação de velocidades e orientações de descompressão.
Disponível nas cores titânio preto e titânio prata, o modelo está disponível a partir de US$700, um aumento de US$50 em relação à primeira geração.
Inteligência artificial
Durante o evento, a Samsung reforçou sua ciência e presença quanto às IAs agênticas, expandindo a experiência para além das telas dos smartphones e passando a oferecer assistência contínua de IA em tempo real nos dispositivos do seu ecossistema; o foco da Samsung é a entrega da experiência hands-free (ou seja, mãos livres). Ela afirmou ainda que essa integração contará com mecanismos de proteção e segurança, embora não tenha adentrado em detalhes técnicos de como fará isso.
A empresa também mencionou a integração de dados biométricos coletados pelos Galaxy Watch ao fluxo de trabalho médico, focada na prevenção de riscos de saúde com o auxílio da inteligência artificial (IA), permitindo a sugestão de refeições e treinos adaptados com base em interpretações de biossinais.
Preço e disponibilidade
Os novos smartphones chegarão ao Brasil no dia 6 de agosto, mas ainda não tiveram seus preços divulgados; ainda assim, a Samsung já antecipou que a aquisição de algum dos dispositivos durante a pré-venda garantirá até seis meses de Google AI Pro sem custos adicionais.
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Assim como os iPhones e iPads, os Apple Watches também possuem um ajuste que pode minimizar os efeitos de destaque e de luz intermitente nas interações com os elementos presentes na tela.
Batizado de Redução dos efeitos de brilho, o recurso veio para minimizar os efeitos do Liquid Glass, já que muita gente não curtiu os elementos introduzidos com as versões 26 dos sistemas operacionais da Maçã.
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Ainda que não seja perfeita, a Siri pode ajudá-lo em diversas coisas — como ativar alarmes, conferir a previsão do tempo ou abrir um aplicativo.
Em se tratando do Apple Watch, a assistente pessoal da Apple pode ser ainda mais útil, já que está no seu pulso o dia todo.
Caso você utilize a assistente no seu smartwatch, saiba que é possível habilitar o Ajuste Automático do Volume, que regula o volume de fala da Siri com base nos ruídos de fundo do ambiente onde você estiver no momento.
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Ao que tudo indica, a disputa judicial entre a Apple e a Masimo nos Estados Unidos está prestes a ter um desfecho — e ele será bem menos amargo para a Maçã do que a fabricante de tecnologias médicas pretendia inicialmente com o processo.
Segundo uma reportagem do Law360, o juiz federal James V. Selna negou um recurso da Apple que pretendia anular a decisão anterior do júri sobre o caso ou, alternativamente, realizar um novo julgamento.
Para conseguir a anulação, a Apple argumentava que o júri interpretou errado o termo “patient monitor”, presente na patente da Masimo, e que o Apple Watch não deveria ser enquadrado nessa definição protegida pela patente.
O desfecho mais recente representa uma derrota para a Apple, uma vez que, teoricamente, a empresa não pode mais recorrer da decisão — veremos, porém, se a companhia conseguirá encontrar uma brecha para contornar isso.
Já compartilhamos muitos casos de vidas que foram salvas com a ajuda do Apple Watch, mas a maioria deles parte de relatos feitos pelos protagonistas (ou terceiros) nas redes sociais ou para publicações jornalísticas.
Desta vez, a própria Apple publicou em seu canal no YouTube o relato de um homem chamado Phil, que contou em um vídeo de pouco mais de meio minuto como o recurso SOS de Emergência do relógio salvou a sua vida.
Ele relatou estar pedalando em uma trilha com seus filhos pequenos quando calculou mal um salto e sofreu um acidente que o deixou desacordado — o que fez o Apple Watch detectar a queda e ligar imediatamente para a emergência.
“Só agradeço muito por estar usando o meu Apple Watch”, disse Phil, que foi resgatado pelos bombeiros e ficou internado por uma semana após quebrar a clavícula e sete costelas por causa do acidente.
Baita história, não?
Apple Watch Ultra 3
Cores: natural ou preto Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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De acordo com informações da Bloomberg, a Apple lançará na próxima semana o “Apple Upgrade”, um serviço de assinatura que incluirá iPhones, iPads, Macs e até mesmo Apple Watches.
Desenvolvida em parceria com a empresa financeira Klarna Group Plc, a iniciativa será disponibilizada primeiro apenas nos Estados Unidos — tanto em lojas físicas da Maçã quanto na Apple Store Online.
Assim como outros programas do tipo, o “Apple Upgrade” permitirá que os usuários quitem o dispositivo antecipadamente durante o contrato, façam um upgrade para um modelo mais recente antes do fim da assinatura ou fiquem com o aparelho ao final do período de locação. Ainda segundo as informações, é possível que taxas adicionais sejam cobradas em casos específicos.
Mais precisamente, aluguéis de iPhones e Apple Watches terão uma duração de 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser usados por 36 meses. Sujeito a uma análise de crédito antes da contratação do serviço, o usuário sempre poderá devolver o seu aparelho ao final do período de locação.
A Bloomberg disse ainda que o plano da Maçã é divulgar o “Apple Upgrade” como uma forma de realizar pagamentos menores do que os oferecidos por programas de financiamento tradicionais. Além disso, ela estaria se preparando para descontinuar o iPhone Upgrade Program e a modalidade de financiamento tradicional para abrir espaço para a nova oferta.
Ao contrário do iPhone Upgrade Program, no entanto, o “Apple Upgrade” não incluirá o AppleCare; dispositivos de entrada — como o Apple Watch SE 3, o iPad (A16 Bionic), o iPhone 16 e o MacBook Neo — não estarão disponíveis no novo programa; por fim, usuários corporativos e estudantes também ficarão de fora da brincadeira.
Rumorado há alguns anos — e supostamente cancelado internamente pela companhia no final de 2024 — o “Apple Upgrade” chegará pouco tempo depois de a Apple aumentar os preços de vários de seus produtos em decorrência da crise de DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório., provocada pela alta demanda por chips de memória no mercado de inteligência artificial.
Notas de rodapé
1
Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório.
Começando pelas novidades que chegaram hoje, a maioria delas tem relação com a Siri AI. Agora, por exemplo, o sistema exibe uma tela de boas-vindas para o usuário quando ele usa a nova assistente pela primeira vez.
New in iOS 27 beta 4: There is a new splash screen when using Siri AI for the first time pic.twitter.com/R6kFXk1loF
Falando em Siri AI, a nova beta acrescentou novas opções de vozes na personalização da Siri — que requerem dispositivos com pelo menos 12GB de memória, cabe recordar.
New in iOS 27 beta 4: Apple has added more Siri voices with a note that customizations for them are coming soon pic.twitter.com/5ksQXTERAm
Já na seção da Siri do aplicativo Ajustes, há uma nova opção para ajustar o tamanho das prévias das informações da assistente, com a possibilidade de escolher entre nenhuma e até até cinco linhas. No menu de Acessibilidade, há uma nova opção “Sempre Mostrar Solicitação” que exibe na tela uma transcrição do que você diz à Siri.
Além disso, a Apple removeu o recurso que causava um efeito de profundidade ao abrir a central de notificações. Ao deslizar, era possível ver um recorte do elemento principal do papel de parede da Tela de Início, mas isso não está mais disponível.
iOS 27 beta 4 removes the depth effect when opening Notification Center, a change that first showed up in beta 3. pic.twitter.com/1at4mqM3KU
Ainda em termos de correção, os ícones de atalhos na Tela Bloqueada mantém a aparência tanto no modo escuro quanto no modo claro.
Outras novidades incluem:
Na seção de ajustes do app Apple TV, há uma nova opção “Downloads Automáticos”. Ao ativá-la, os dois próximos episódios das séries que você começar a assistir na seção “Continuar Assistindo” serão baixados automaticamente.
Uma nova opção “Ampliar fotos para preencher”, na seção de ajustes do aplicativo Fotos (Photos), amplia levemente as fotos que têm proporção próxima à da tela e vem ativada por padrão.
Na seção Câmera (Camera) do aplicativo Ajustes, há uma opção para escolher um formato ProRes Log se você ativar o Apple ProRes.
Existe uma opção para ativar ou desativar o recurso Assistência ao Wi-Fi para cada rede Wi-Fi conectada, independentemente de a função geral estar ativada ou não.
Ainda durante o ciclo da terceira beta, outro destaque vai para a possibilidade de a Siri AI obter informações de aplicativos de terceiros — algo que, por ora, parece se restringir a informar o nível de bateria de veículos elétricos.
O app Traduzir (Translate), por sua vez, também suportará os idiomas/dialetos português (Portugal), dinamarquês, malaio, norueguês bokmål, sueco, cantonês (chinês tradicional) e espanhol (México e Estados Unidos).
Além disso, uma nova (e bem bonita) animação ao estilo Liquid Glass para o ícone de bateria fraca aparece quando o iPhone está prestes a “morrer”.
Apple really cooked with iOS 27 Beta 3🔥 That new liquid-glass, low-battery animation is absolutely sick. The glow and texture on the graphic are pure eye candy—almost makes you want your phone to die just to look at it. pic.twitter.com/gmFwRMhSbd
Por fim, de acordo com o Cult of Mac, especificamente na terceira beta do watchOS 27, a Apple passou a permitir usar a Siri para configurar um tempo adicional para um timer já em andamento — algo impossível até então nos relógios da Maçã.
Desenvolvedores já podem instalar as quartas versões de teste do iOS 27 (compilação 24A5390f), iPadOS 27 (idem), macOS Golden Gate 27 (26A5388g), watchOS 27 (24R5325h), tvOS 27 (24J5325d) e visionOS 27 (24M5326g).
Além dos sistemas, também está disponível para desenvolvedores a quarta beta do Xcode 27 (compilação 27A5228h).
Os novos sistemas, anunciados na WWDC26, trarão novidades e diversas melhorias para iPhones, iPads, Macs, Apple Watches, Apple TVs e Vision Pros — conforme temos acompanhado e detalhado no apanhado de matérias abaixo.
Como de costume, nós estamos de olho para conferir as novidades incluídas com as novas betas e detalharemos tudo sobre elas por aqui, então continuem acompanhando!
A Apple disponibilizou hoje as Release Candidates (RCs) do iOS 26.6 (compilação 23G71), iPadOS 26.6 (idem), macOS Tahoe 26.6 (25G70), watchOS 26.6 (23U67), tvOS 26.6 (23L772), Software do HomePod 26.6 (idem) e visionOS 26.6 (23O770).
Também foram disponibilizadas hoje as sextas RCs do macOS Sonoma 14.8.8 (compilação 23J619) e do macOS Sequoia 15.7.8 (24G822).
É importante não confundir essas versões com os testes do iOS 27 e demais sistemas operacionais anunciados na WWDC26. Enquanto as versões 26.6 provavelmente sairão para todos já na semana que vem, os sistemas 27 só serão lançados lá para setembro.
De acordo com as notas de atualização, o update do iOS 26.6 inclui correções de erros, atualizações de segurança e otimiza a indexação do Spotlight para preparar o sistema para o iOS 27. Caso alguma outra novidade surja com essa última rodada de testes, avisaremos por aqui, é claro. 😉
Apple Watch Series 11, Apple Watch Ultra 3, and Apple Watch SE 3.
Global shipments of Edge AI-capable smartwatches experienced robust growth in the first quarter of 2026, with Apple maintaining overwhelming dominance in the emerging category of on-device AI wearables. According to Counterpoint Research, the Apple Watch accounted for the vast majority of these AI-enabled shipments, highlighting the company’s lead in integrating advanced intelligence directly into its devices.
Edge AI Reaches 25% Market Penetration with Strong Growth
Counterpoint Research reported that global Edge AI-capable smartwatch shipments grew by 70% year-over-year in Q1 2026, achieving a market penetration of 25%. One in every four smartwatches shipped during the quarter now features Edge AI capabilities, enabling local machine learning inference for improved speed, privacy, and efficiency.
Apple solely accounted for ~90% of Edge AI smartwatch shipments in Q1 2026. This dominance stems from its custom Neural Engine technology, which powers seamless on-device features such as Siri intent recognition, high-frequency sleep apnea monitoring, and advanced gesture detection without cloud dependency.
Health Monitoring Features Accelerate
The adoption of Edge AI aligns with rapid growth in advanced health capabilities. Shipments of smartwatches with blood pressure monitoring doubled, while those with sleep apnea detection tripled between Q1 2025 and Q1 2026. Key penetration shifts include:
• Blood pressure monitoring: rose from 11% to 23% of shipments
• Sleep apnea detection: increased from 5% to 18%
• ECG: grew from 31% to 34%
These developments reflect a broader industry move toward clinically relevant, real-time health insights powered by on-device AI.
Apple’s Overall Market Performance
Apple’s shipments grew 21% year-over-year, securing a 23% share of the total global smartwatch market. Counterpoint Principal Analyst Anshika Jain said in a statement: “Apple captured the highest shipment share and was the strongest performer in the quarter, helped by its refreshed lineup, meaningful health upgrades and the more affordable Apple Watch SE 3.”
Counterpoint’s Research Director Mohit Agrawal commented on the transition in Edge AI, “Edge AI in smartwatches is shifting from primarily a hardware integration to one that also includes software optimization. The real unlock is smaller, more efficient models and OS-level access that lets any app run inference locally. AI needs to turn from a single application into a personal layer that works on personal data. This enables instant health alerts, gesture control, and richer personalized experiences, and that is why Edge AI penetration is set to approach 32% in 2026.”
MacDailyNews Take: Counterpoint expects Edge AI penetration in smartwatches to near 32% by the end of 2026. As the category evolves from basic tracking to intelligent, personalized health and interaction tools, Apple’s integration of hardware, software, and privacy-focused AI continues to give it a substantial edge in the competitive wearable market.
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Nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac — acaba de receber uma atualização significativa para a versão 5.0.2, repleta de melhorias e correções pedidas por muitos de vocês. 😉
Atendendo a muitos pedidos, implementamos de volta o gesto de deslizar a partir do canto da tela para sair de um post e retornar à tela inicial do app.
Também corrigimos um comportamento que incomodava bastante: ao tocar em links externos dentro de um post e depois voltar para o app, agora você retorna exatamente para a mesma posição de leitura em que estava — sem perder o lugar.
Os favoritos também passaram por uma revisão importante e agora são devidamente sincronizados entre iPhone, iPad e Mac.
Melhorias na marcação de posts como lidos/não lidos, incluindo o retorno de uma seção “Posts” nos ajustes do app;
A possibilidade de adicionar tíquetes ao Carteira (Wallet) diretamente pelo app;
Aprimoramentos gerais em acessibilidade.
Agradecimentos
Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi e ao Mozzer pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.
A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉
Fechando a semana com a nossa tradicional seleção de promoções na App Store para esta sexta-feira!
Canon: Chord Composer, desenvolvido por Dylan Shade, destaca-se como uma ferramenta de composição extremamente intuitiva e inspiradora — e, por isso, é o nosso destaque do dia.
O app combina três modos de criação (Instant Inspiration, Intelligent Discovery e Total Control), permitindo desde progressões totalmente aleatórias até construções manuais detalhadas.
A interface, limpa e direta, facilita a experimentação dos acordes de diferentes estilos (jazz, guitarra, piano, ukulele) e a audição de tudo com reprodução realista, seja você um músico profissional ou apenas um entusiasta no assunto.
Desbloqueie sua criatividade musical! Aproveite a oferta!
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam quase R$60 em descontos:
Kylian Mbappe is set to face Real Madrid team-mate Jude Bellingham as France take on England in the FIFA World Cup 2026 third place play-off in Miami — and you can live stream the game around the world for free.
Les Bleus were many people's favourites to win the tournament, but a deeply disappointing 2-0 defeat by Spain in the semi-finals ended their hopes of lifting the World Cup for a third time. While a bronze medal would feel like scant consolation, France will nonetheless be motivated to triumph. Manager Didier Deschamps ends a hugely successful 14-year spell in charge of Les Bleus after this game and he will be keen to finish on a high, while captain Mbappe heads into the last weekend of the tournament level on eight goals with Lionel Messi in the race for the Golden Boot.
England's semi-final defeat was even more crushing than their opponents', as they conceded twice late on to lose 2-1 to bitter rivals Argentina. It means the Three Lions' years of hurt will stretch beyond 60 after they fell short yet again, having reached at least the semi-finals in four of the past five major tournaments. England beat Norway in Miami in the quarter-finals seven days ago, and if they triumph here again it would represent their best showing at a World Cup other than when they lifted the trophy in 1966, having lost their previous two third-place games in 1990 and 2018.
So, read on as we show you exactly how to watch France vs England for free from anywhere in the FIFA World Cup 2026.
How to watch France vs England for free
France vs England is available to watch for free in multiple countries, including the UK, Australia, Brazil, Belgium, Ireland, Netherlands, Switzerland and Turkey.
Abroad? Can't access your free stream? Unblock your free World Cup stream with Norton VPN — more on that below.
Use a VPN to watch France vs England live streams
It’s the World Cup, and if you’re traveling, you might discover your usual France vs England stream is suddenly unavailable due to geo-restrictions.
Don’t worry, that’s exactly where a VPN can help. A virtual private network lets you connect to servers around the world so you can securely access your usual World Cup coverage as if you were back home.
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How to watch France vs England in the US
US viewers can watch France vs England on Fox (English commentary) or Telemundo (Spanish commentary).
Those looking for a streaming service instead can watch France vs England on Fox One (3-day free trial). Telemundo is also available via Peacock ($10.99/month).
Visiting the US from the UK? You can still watch your World Cup stream for free thanks to Norton VPN (try for 60 days).
How to watch France vs England in the UK
UK customers are in luck as they can stream France vs England for free on BBC One. Live coverage is also available via BBC iPlayer.
You require a TV license and a valid UK postcode for an account (e.g. SE1 7PB).
Norton VPN can unlock your stream if you're abroad today.
How to watch France vs England in Australia
(Image credit: free)
France vs England will be shown for free in Australia on SBS On Demand.
The streaming platform has every game of the tournament for free, making it the perfect place for your World Cup viewing.
Traveling for work or on holiday? A VPN like Norton VPN can help unlock your free stream.
How to watch France vs England in Canada
(Image credit: Other)
In Canada, TSN will be broadcasting France vs England.
You can live stream via the TSN+ streaming platform, which costs CA$8 per month or CA$80 per year.
Outside of Canada? Use Norton VPN whilst you're traveling away from home to unlock your stream.
How to watch France vs England in New Zealand
(Image credit: Other)
In New Zealand, France vs England will be broadcast on TVNZ+.
While some World Cup games are free on TVNZ+, this match requires the tournament pass (NZ$44.95).
France vs England: Match Information
What time does France vs England start?
France vs England kicks off at 10pm BST / 5pm ET on Saturday, July 18. That's 7am AEST on Sunday, July 19 in Australia.
What are the squads for France vs England?
France
Goalkeepers: Mike Maignan (AC Milan), Robin Risser (Lens), Brice Samba (Rennes).
Defenders: Lucas Digne (Aston Villa), Malo Gusto (Chelsea), Lucas Hernandez (Paris St-Germain), Theo Hernandez (Al Hilal), Ibrahima Konate (Liverpool), Maxence Lacroix (Crystal Palace), Jules Kounde (Barcelona), William Saliba (Arsenal), Dayot Upamenaco (Bayern Munich).
Midfielders: N'Golo Kante (Fenerbache), Manu Kone (Roma), Adrien Rabiot (AC Milan), Aurelien Tchouameni (Real Madrid), Warren Zaire-Emery (Paris St-Germain).
Goalkeepers: Dean Henderson (Crystal Palace), Jordan Pickford (Everton), James Trafford (Manchester City).
Defenders: Dan Burn (Newcastle United), Trevoh Chalobah (Chelsea), Marc Guehi (Manchester City), Reece James (Chelsea), Ezri Konsa (Aston Villa), Nico O'Reilly (Manchester City), Jarell Quansah (Bayer Leverkusen), Djed Spence (Tottenham Hotspur), John Stones (Manchester City).
Midfielders: Elliot Anderson (Nottingham Forest), Jude Bellingham (Real Madrid), Eberechi Eze (Arsenal), Jordan Henderson (Brentford), Kobbie Mainoo (Manchester United), Declan Rice (Arsenal), Morgan Rogers (Aston Villa).
Forwards: Anthony Gordon (Barcelona), Harry Kane (Bayern Munich), Noni Madueke (Arsenal), Marcus Rashford (Manchester United), Bukayo Saka (Arsenal), Ivan Toney (Al-Ahli), Ollie Watkins (Aston Villa).
France vs England: Road to the third place play-off
Stage
France
England
Group stage
Group I: 1st, 9 points
Group L: 1st, 7 points
Last 32
Beat Sweden (3-0)
Beat DR Congo (2-1)
Last 16
Beat Paraguay (1-0)
Beat Mexico (3-2)
Quarter-finals
Beat Morocco (2-0)
Beat Norway (2-1 AET)
Semi-finals
Lost to Spain (2-0)
Lost to Argentina (2-1)
What is the weather for France vs England?
The temperature in Miami on Saturday is forecast to be around 86F (30C) at kick-off, although it is expected to feel like 88F (31C).
The humidity level is expected to range from 66-69 per cent during the game, which is considered high.
Can I watch France vs England on my mobile?
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Sleep tracking on Apple Watch can make an invisible part of daily health easier to understand. Each morning, the watch may show sleep duration, stages, interruptions, overnight vitals and a score intended to summarize the night.
That information can be useful. It can also create a new habit of judging the entire day before getting out of bed.
One low score may make a person feel tired before noticing how they actually feel. A few minutes less deep sleep can become a source of concern. Going to bed can even start to feel like a test that must be passed rather than a normal biological process.
Apple Watch sleep data works better as a long-term observation tool than as a nightly verdict. The goal is not to collect perfect scores. It is to notice repeatable patterns and make small changes when those patterns match real-life problems.
What Apple Watch Measures During Sleep
Apple Watch estimates sleep using movement and signals collected while it is worn overnight. Depending on the model and available features, the Health and Sleep apps can show total sleep time, awake periods and estimates for core, deep and REM sleep.
The watch may also collect sleeping heart rate, respiratory rate, wrist temperature and other overnight metrics. The Vitals app compares several of these measurements with the user’s established typical range.
A sleep score compresses parts of the night into one number or category. Apple’s score considers factors including sleep duration, consistency and time spent awake. That makes it convenient, but convenience should not be confused with a complete medical interpretation.
The watch cannot know whether a stressful conversation kept someone awake, whether a child interrupted the night or whether the wearer woke feeling unexpectedly refreshed after fewer hours. It estimates physiological and behavioral signals. The person still supplies the context.
Sleep Tracking Apple Watch Data Works Best as a Trend
One night can be distorted by almost anything: travel, alcohol, illness, noise, a late meal, room temperature or a loose watch band. Even the position of the arm can affect sensor collection.
A weekly or monthly view is more useful because it reduces the influence of isolated nights. Patterns begin to emerge around bedtime consistency, total duration and changes in overnight vitals.
To review longer sleep trends on iPhone:
Health > Search > Sleep > select the weekly, monthly or six-month view
Look first at sleep duration and timing. These measurements are generally easier to interpret than small changes in individual sleep stages.
A person who repeatedly sleeps less on work nights may have a scheduling issue. Someone whose sleep becomes more fragmented after late caffeine may have found a useful connection. A consistently irregular bedtime may explain more than whether deep sleep moved by 12 minutes on Tuesday.
The data becomes valuable when it supports an observation that can lead to a realistic adjustment.
Image Credit: Apple Inc.
Do Not Treat Sleep Stages as Exact Measurements
Core, deep and REM sleep are presented as distinct colored sections, which can make them appear more precise than they are. Apple Watch estimates these stages from signals available at the wrist. A clinical sleep study uses additional equipment and is designed for medical evaluation.
That does not make the stage information worthless. It means small nightly differences should not be overinterpreted.
A person does not need to increase deep sleep manually or achieve a perfect proportion of REM sleep. Sleep architecture changes naturally across age, stress levels, exercise, illness and different parts of the night.
Use stage data to notice substantial or persistent changes, not to compete with yesterday’s chart. Spending 15 minutes less in one estimated stage is not automatically a health problem.
Start With How You Feel
Before opening the Sleep app, notice how the morning feels.
Was waking difficult? Is concentration normal? Is there unusual daytime sleepiness? Does the body feel recovered after exercise? Was the night interrupted for an obvious reason?
This brief self-check prevents the score from defining the experience. Someone may feel fine after a lower-rated night, while another person may feel exhausted despite receiving a favorable score.
The most useful interpretation combines both sources: subjective experience and device data. When they repeatedly agree, the pattern deserves attention. When they conflict for one night, there may be no reason to react.
Use Vitals as Context, Not a Diagnosis
The Vitals app can show whether overnight measurements such as heart rate, respiratory rate, wrist temperature and sleep duration fall within a typical range. It becomes more useful after the watch has collected enough nights to establish a personal baseline.
An outlier may reflect alcohol, medication, elevation, intense training or the beginning of an illness. It may also be an ordinary variation or imperfect reading.
Several unusual metrics appearing together may provide more context than one isolated number. Even then, Apple Watch data should not be used to diagnose a condition independently.
Persistent symptoms, breathing concerns, extreme daytime sleepiness or major changes in sleep should be discussed with a qualified healthcare professional. Bring the trend data if it helps describe what has been happening, but do not let the watch replace an evaluation.
Build a Routine Around Behavior, Not Scores
The healthiest use of sleep tracking is to connect the data with actions a person can actually control.
A consistent bedtime may improve the pattern. Charging the watch before the evening makes tracking more reliable. Reducing late caffeine, adjusting the bedroom temperature or moving an intense workout earlier may also produce noticeable changes.
To set a sleep schedule:
Health > Search > Sleep > Full Schedule & Options > Add Schedule
A schedule can provide Wind Down reminders and help keep bedtime more regular. It should remain a helpful structure rather than a rigid obligation. Life will occasionally interrupt it.
Choose one adjustment and observe it for a week or two. Changing five habits after one poor night makes it difficult to identify what helped.
Image Credit: Apple Inc.
When Sleep Tracking Creates More Stress
Some people become preoccupied with improving sleep data, repeatedly checking results or worrying that a low score guarantees a bad day. The anxiety can itself make falling asleep more difficult.
That is a sign to reduce exposure to the numbers.
Sleep tracking can be turned off temporarily, or the data can be reviewed only once per week. Another option is to avoid checking the score in the morning and examine trends at a neutral time later.
To change sleep tracking settings:
Watch app on iPhone > My Watch > Sleep
A break does not erase the knowledge already gained. A person who has learned that regular timing and less late caffeine improve sleep may no longer need a daily chart to confirm it.
The device should support rest, not supervise it.
A Better Way to Read the Morning Report
A practical morning review can remain simple. Check whether the watch recorded the full night. Notice total duration. Consider whether the bedtime was typical. Look for any major change in overnight vitals, then move on.
There is rarely a need to analyze every stage, compare several apps or search for explanations after one ordinary variation.
Sleep tracking on Apple Watch is most useful when it reveals something that was difficult to see without data: a repeated shortfall in duration, an inconsistent schedule or a pattern linked to habits and recovery.
The score can summarize one night, but it cannot grade the person who slept through it. A healthier measure is whether the information helps create calmer nights, better days and fewer reasons to think about the watch after waking.