Para evitar que as suas informações acabem sendo visualizadas por outras pessoas, a Apple permite escolher o que pode ou não ser mostrado no seu iPhone enquanto ele estiver bloqueado.
Dentre as opções, é possível ocultar os dados de saúde de exercícios físicos iniciados usando o seu iPhone ou Apple Watch. Assim, somente após você ter feito a autenticação via Face ID, Touch ID ou código, eles serão mostrados.
A quarta temporada de “Ted Lasso” estreará no Apple TV no dia 5 de agosto e, embora a Maçã ainda não tenha encomendado uma quinta temporada, o astro Jason Sudeikis afirma que o objetivo é reunir novamente a equipe de roteiristas, no final de agosto, para trabalhar em ideias para uma possível continuação.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, ele disse ter em mente um arco de mais três temporadas (já contando com a quarta) e que existem, especificamente, ideias para a quarta temporada que não foram utilizadas.
Se tudo correr conforme o planejado, a equipe de [Ted] Lasso retornará à sala de roteiristas no final de agosto para estruturar uma quinta temporada — que ainda não foi oficialmente encomendada. Eles ainda têm ideias não utilizadas do retiro em Ojai, e o aplicativo de notas de Sudeikis continua sendo uma fonte inesgotável de material. Mais uma vez, Sudeikis tem em mente um arco de três temporadas e espera que o público continue acompanhando. “Eu sei que precisava disso. Eu precisava tanto quanto as outras pessoas”, diz ele.
Falando sobre a quarta temporada, Sudeikis insiste que falava sério quando disse que a série terminaria após três temporadas. Ele afirma que sua intenção era genuína, mesmo tendo recebido uma oferta de mais de US$1 milhão por episódio para continuar.
A história foi contada. Ted voltou para casa [em Kansas City] para ficar com o filho. Eu não ia fazer o Ted virar a vida deles de cabeça para baixo só para justificar uma fortuna. Isso não fazia sentido para mim.
Ainda assim, os espectadores continuavam dizendo a ele que a série os havia salvado, e ele respondia prontamente: “Ela me salvou também.”
É contagiante interpretar um personagem que vê o melhor nas pessoas e não guarda rancor do mundo por todas as suas fraquezas, valentões e sombras. Não é como se eu fosse o Daniel Day-Lewis, mas foi bom viver isso — sentir essa energia percorrendo minha mente e meu corpo o dia todo.
Sudeikis e sua equipe acreditam que a quarta temporada está muito boa. Inclusive, o roteirista Brett Goldstein, que também interpretou o jogador de futebol Roy Kent, disse que “ela resgata um pouco daquela magia da primeira temporada”.
A entrevista completa traz outras informações, incluindo detalhes dos bastidores de todas as temporadas lançadas até agora e os desafios enfrentados na pré-produção.
Ademais, caso não tenha acompanhado, Sudeikis e Brendan Hunt (intérprete do Coach Beard) fizeram uma aparição surpresa durante a performance de Justin Bieber na partida final da Copa do Mundo 2026.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Os próximos meses têm tudo para ser extremamente movimentados quando o assunto são novos Macs, com a Apple preparando uma série de atualizações para os MacBooks Pro e Air, duas novas versões do iMac e até mesmo Macs mini e Studio atualizados, segundo informações da Bloomberg.
De acordo com o veículo, a Apple já encerrou o desenvolvimento de um novo MacBook Pro de 14 polegadas, o qual deverá ser um dos primeiros dispositivos a contar com o chip “M6”. De codinome J804, ele deverá contar com o mesmo design do modelo de entrada atual, que vem equipado com o chip M5.
Outro Mac que já estaria prestes a passar por atualizações é o iMac, que deverá ganhar não só uma, mas duas novas versões, sendo que uma delas ainda receberá uma tela OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.. Com os codinomes J833 e J834, eles também serão equipados, é claro, com chips mais recentes — embora o modelo com o display mais avançado demore mais tempo para chegar ao mercado do que o primeiro.
E por falar em telas OLED, também teremos novos MacBooks Pro de 14″ e 16″ que, além de contar com essa tecnologia, também deverão ter painéis sensíveis ao toque, inaugurando esse método de interação entre os Macs. Com os codinomes K114 e K116, respectivamente, eles deverão ser lançados entre o fim deste ano e o início de 2027. No momento, eles estão sendo testados pela Apple com uma versão preliminar do macOS Golden Gate 27.1, cujo lançamento é aguardado para outubro próximo.
Ao contrário do modelo de entrada, no entanto, esses seguirão “presos” na família de chips M5, contando com o M5 Pro e o M5 Max dos MacBooks Pro atuais. Novas versões com os chips “M7 Pro” e “M7 Max”, porém, já estão planejadas para algum momento entre o fim de 2027 e o início de 2028.
Por falar no MacBook Pro de entrada, uma versão do modelo com um design completamente novo — baseado nos modelos com OLED — já estaria sendo desenvolvida pela Apple. Ele deverá vir ainda com o chip “M7” e conta com o codinome K104.
Já os MacBooks Air deverão ganhar novos modelos no início do ano que vem. Com os codinomes J913 (modelo de 13″) e J915 (15″), eles seguirão com o design atual. Vale lembrar, no entanto, que modelos com telas OLED já estão no forno há alguns anos e com lançamento previsto para o início de 2028.
Caçula da família, o MacBook Neo, também já conta com uma nova versão no horizonte, a qual deverá contar com o chip A19 Pro e mais memória integrada — provavelmente 12GB, ante aos 8GB do modelo atual.
Por fim, temos os dois desktops mais tradicionais da Apple: o Mac mini e o Mac Studio. Segundo Mark Gurman, o modelo em testes do primeiro usa os chips M5 Pro e “M6”, enquanto o segundo é empurrado pelos processadores M5 Max e “M5 Ultra”. Não há, no entanto, uma previsão de quando esses computadores chegarão ao mercado — cortesia da atual crise no mercado de memórias.
Haja computador novo, hein?! 😮💨
Mac Studio
Chip: M4 Max ou M3 Ultra Memória: 36GB, 48GB, 64GB, 96GB, 128GB, 256GB ou 512GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB, 4TB, 8TB ou 16TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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Notas de rodapé
1
Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.
Marcada para estrear em 12 de agosto (uma quarta-feira), a nova parte da produção acompanhará María (Bárbara Mori), agora promovida a tenente, enquanto se vê dividida entre as regras que jurou cumprir e uma busca implacável pela verdade, após a descoberta do corpo de uma estudante ativista.
#WomenInBlue — Apresentando-se para o serviço em 12 de agosto.
Veja o trailer também no YouTube:
Enquanto María, Valentina (Natalia Téllez), Gabina (Amorita Rasgado) e Ángeles (Ximena Sariñana) travam batalhas dentro e fora da delegacia, verdades ocultas vêm à tona e elas são forçadas a confrontar uma questão incômoda: em um sistema assolado pela corrupção, qual é o preço de lutar pelos seus ideais?
Depois da estreia, novos episódios de “Mulheres de Azul” serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até 30 de setembro.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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From Nevada to Manchester, developers are trialling innovative solutions to clean energy’s biggest challenge
In the deserts of the United Arab Emirates a sprawling clean energy project, stretching across an area roughly the size of 12,600 football fields, will play host to a breakthrough allowing solar energy to power the equivalent of half a million homes through the night.
The Gulf state has been steadily combining 5.2GW of solar power capacity with 19GWh of battery storage to create the largest battery scheme in the world.
“O armazenamento do iCloud está quase cheio”. Se você usa iPhone, aposto que leu essa frase nesta semana. Talvez hoje. Ela aparece nos Ajustes, aparece por notificação, aparece quando o backup falha de madrugada… e não desiste nunca. Não é um bug. É, possivelmente, o vendedor mais eficiente que a Apple já contratou.
Nas últimas semanas, escrevi aqui duas matérias medindo produtos da Apple numa moeda que todo mundo entende na pele: horas de trabalho. Vimos quanto custa um Mac depois dos aumentos e quanto custou cada geração de iPhone desde 2007. Mas hardware você paga uma vez e o assunto morre; assinatura, não. Assinatura é um pedágio silencioso: poucos reais por mês, para sempre. E ninguém de fato se dá ao trabalho de fazer essa conta — então eu resolvi fazer.
Os mesmos 5GB desde 2011
Antes dos números, um pouco de contexto. Quando o iCloud nasceu, em outubro de 2011, a Apple deu 5GB gratuitos para cada conta. Era a época do iPhone 4s, de câmera de 8 megapixels e fotos de uns 2,5MB cada. Dava para viver um bom tempo dentro daquele limite.
Quase 15 anos depois, os 5GB continuam exatamente os mesmos. Só que o mundo ao redor deles mudou de tamanho: o iPhone 17 tira fotos de 48MP, grava 4K a 60 quadros — cerca de 400MB por minuto — e sai de fábrica com 256GB. Ou seja, a Apple vende um aparelho com 256GB e dá uma nuvem que corresponde a 2% disso. Um backup básico, sozinho, já não cabe. A caixa ficou pequena de propósito ou só ficou pequena? Guarde essa pergunta.
Quem não aguenta o aviso assina o iCloud+. No Brasil, depois do reajuste de até 33% em 2025, as mensalidades saem por R$5,90 (50GB), R$19,90 (200GB), R$66,90 (2TB) e vão até R$399,90 (12TB).
A conta em horas, plano a plano
A régua é a mesma das matérias anteriores: salário mínimo por hora no Brasil (R$8,50), nos Estados Unidos (piso federal de US$7,25), no Canadá (C$17,60, em Ontário) e em Portugal (5,31€). Cada célula mostra quanto tempo de trabalho um mês de assinatura consome.
Plano
Brasil
EUA
Canadá
Portugal
iCloud+ de 50GB
42min
8min
4min
11min
iCloud+ de 200GB
2h20min
25min
14min
34min
iCloud+ de 2TB
7h52min
1h23min
44min
1h53min
iCloud+ de 12TB
47h
8h16min
4h33min
11h18min
Preços oficiais da Apple em julho de 2026, sempre no plano mensal.
À primeira vista, parece barato — e é justamente assim que uma assinatura funciona. O plano de 50GB custa 42 minutos de trabalho por mês. Quem reclamaria? Mas suba na tabela: o plano de 2TB, o mais comum para quem tem família ou anos de fotos acumuladas, consome quase um dia inteiro de trabalho por mês de um brasileiro de salário mínimo. O mesmo plano custa 44 minutos para um canadense. E o de 12TB beira o surreal: 47 horas mensais — mais de uma semana de expediente, todo mês, só para guardar arquivos.
Vale a comparação com o hardware: nas matérias anteriores, o brasileiro trabalhava de 8 a 12 vezes mais que o americano pelo mesmo iPhone ou iPad. Nos serviços, a distância é menor — cerca de 6 vezes no plano de 2TB —, mas segue aí, firme e forte. Contra o Canadá, a proporção volta às mesmas 10 vezes de sempre. E Portugal repete o papel de meio-termo que já apareceu na conta do hardware: 1h53min pelos mesmos 2TB, 4x menos esforço que o brasileiro — confortável perto de nós, longe do sossego canadense.
O pedágio que nunca acaba
Agora, o detalhe que muda tudo: essa conta não fecha nunca. O iPad de 706 horas dói uma vez; o iCloud cobra todo mês, até o fim dos tempos — ou das suas fotos, o que vier primeiro.
Um ano de iCloud+ de 2TB custa R$802,80 — 94 horas de trabalho, meio mês de expediente por ano. Em 10 anos, são mais de 900 horas: território de iPhone 17, que calculei em 1.006 horas na matéria anterior. Ou seja, guardar as fotos por uma década custa quase o mesmo esforço que comprar o telefone que as tirou.
E tem o degrau seguinte, claro. O Apple One Individual (R$42,90) leva 5 horas mensais de trabalho; o Premium (R$99,90), quase 12 horas — cerca de 140 horas por ano, ¾ de um mês de trabalho anual em assinatura. No fim das contas, o brasileiro de salário mínimo que assina o pacote completo da Apple dedica praticamente um mês do ano só para manter os serviços da Maçã rodando.
Por que a caixa não cresce
Aqui entra o olhar de produto, área em que trabalho há mais de 20 anos. Aquele aviso de armazenamento não é um acidente de percurso: é um funil de conversão dos bons! Ele aparece no momento de maior dor (backup falhou, foto não salvou), oferece a solução a um toque de distância e custa “só” R$5,90. Nenhum vendedor de loja chega perto dessa taxa de conversão.
E o incentivo para manter os 5GB congelados é gigante. Os serviços renderam à Apple US$109,2 bilhões no ano fiscal de 2025, com margem bruta de 75% — o dobro da margem do hardware. Cada pessoa que cede ao aviso vira receita recorrente, previsível e baratíssima de servir. Se os 5GB gratuitos virassem 50GB amanhã, quantos milhões de assinaturas de entrada evaporariam? A Apple sabe a resposta melhor do que ninguém. Tanto que Google (15GB) e Microsoft (5GB, mas com Office no pacote) jogam jogos parecidos — a Apple só joga com a caixa mais apertada do mercado.
Sejamos justos num ponto: nuvem custa dinheiro de verdade (data center, energia, redundância) e o iCloud+ entrega junto recursos como o Retransmissão Privada (Private Relay) e o Ocultar Meu E-mail (Hide My Email). Não é um produto ruim; eu mesmo assino e não pretendo cancelar. O problema não é o plano pago existir, é a versão gratuita ter sido desenhada para não ser suficiente — em 2011, ela era.
No fim, é uma escolha de modelo de negócio — e das mais bem executadas. Só acho saudável que a gente a chame pelo nome. Quando o aviso aparecer de novo aí no seu iPhone — e ele vai aparecer —, lembre que aqueles 42 minutos de trabalho por mês não foram um acaso: foram desenhados, testados e otimizados para esse exato momento. A Apple não vende mais só o telefone. Vende o lugar onde a sua vida digital mora — e cobra o aluguel em dia.
Após três meses em fase de testes, o recurso de nome de usuário do WhatsApp finalmente parece estar funcionando entre os usuários que já haviam reservado seu username, ampliando a disponibilidade da funcionalidade.
Aos que efetuaram a reserva, o WhatsApp começou a exibir um banner no topo da lista de conversas, informando que ele já está ativo e explicando que agora ele pode ser compartilhado com outras pessoas. Caso você queira verificar o nome de usuário de algum dos seus contatos, basta abrir a conversa com ele para conferi-lo.
De acordo com o WABetaInfo, o recurso está sendo liberado de forma gradual para quem já reservou um nome de usuário. Se esse for o seu caso, basta tocar no botão de adicionar (na aba Conversas) para abrir a lista de contatos, e em seguida, digitar o nome de usuário na barra de pesquisa.
Vale lembrar que isso não afetará a visualização dos números de telefone nos contatos com os quais você já iniciou uma conversa anteriormente. Nos moldes de rivais como o Telegram, os nomes de usuário apenas introduzem uma nova opção de acionar um determinado contato, alterando a primeira interação dos usuários, já que o número de telefone deixa de ser a única forma de iniciar uma conversa.
O WhatsApp está liberando o recurso completo de nomes de usuário para “uma fração muito limitada da sua base instalada no iOS e Android”, incluindo tanto versões betas quanto estáveis do aplicativo.
As smoke from hundreds of burning wildfires spread across Canada and the United States, the first three operational satellites in the Google-backed FireSat program successfully launched into orbit. The satellites will begin providing wildfire detection capable of spotting even small fires in the United States, Australia, and Europe before the end of the year.
The launch of the microsatellites aboard a SpaceX Falcon 9 rocket from Vandenberg Space Force Base in California on July 7, 2026 marks a transition to “initial operational capability” for the FireSat constellation managed by the nonprofit Earth Fire Alliance. After a three-month testing period, the three satellites will begin actively providing data to fire agencies while covering every fire-prone region on Earth at least twice per day.
FireSat represents the first satellite constellation purpose-built for detecting wildfires, including spotting smaller fires that other satellites may miss. The satellites were designed by California-based satellite manufacturer Muon Space and have received over $15 million from Google to support initial deployment. Other notable financial supporters include the Bezos Earth Fund that committed $26 million.
Imagens de satélite do programa Copernicus revelam a dimensão das plumas de fumo provocadas pelos incêndios florestais no Canadá, que estão a afetar a qualidade do ar na costa leste dos Estados Unidos e a levantar preocupações antes da final do Mundial de Futebol.
A new genus and species of lambeosaurine hadrosaurid dinosaur has been identified in southern Alberta, Canada, dating back 77 million years to the Campanian age of the Cretaceous period.
La chatarra de acero es uno de los materiales más reciclados del mundo industrial moderno. Sin embargo, detrás de esa aparente simplicidad se esconde un problema científico y tecnológico complejo: no toda la chatarra es igual, ni puede ser tratada de la misma forma sin afectar a la calidad y al rendimiento del material o producto final fabricado con ella.
Lejos de ser un flujo homogéneo, la chatarra es una mezcla altamente variable de aceros de diferentes composiciones, recubrimientos, aleaciones y otros materiales (como el plástico). Entre ellos, algunos elementos presentes en cantidades muy pequeñas, como el cobre, pueden tener un efecto determinante en la calidad del acero reciclado, especialmente en aplicaciones de altas prestaciones.
Esta realidad plantea una cuestión fundamental: ¿es posible transformar una chatarra considerada “de baja calidad” en una materia prima útil para fabricar aceros avanzados?
La complejidad oculta del reciclaje del acero
El reciclaje del acero se basa en una idea aparentemente sencilla: fundir el material y volver a darle forma. Sin embargo, en la práctica, el proceso está condicionado por la química del material de carga (el material que se introduce en el horno).
Elementos residuales que no pueden eliminarse fácilmente durante la fusión tienden a acumularse en el acero reciclado. Algunos de ellos son beneficiosos en pequeñas cantidades, pero otros pueden generar impurezas, fragilidades o limitar el uso del material en productos exigentes. Un ejemplo de ello es el acero plano.
Esto ha llevado históricamente a una jerarquía implícita dentro del reciclaje: las chatarras “limpias” o de alta calidad se destinan a aplicaciones de mayor valor, mientras que las más contaminadas se relegan a usos menos exigentes o incluso se exportan fuera de la UE.
En los últimos años, sin embargo, la investigación en metalurgia y ciencia de materiales, impulsada, en gran parte, por la escasez de recursos naturales (minas) de Europa y la necesidad de mejorar la sostenibilidad de los procesos de fabricación, han trabajado sobre este aspecto con otra perspectiva. En lugar de considerar la variabilidad de la chatarra como un problema inevitable, se está explorando cómo caracterizarla, clasificarla y acondicionarla de forma más inteligente y eficiente. El objetivo es gestionarla mejor para sacarle mayor partido.
Es importante tener en cuenta que la economía circular no consiste únicamente en reciclar más, sino en conservar el mayor valor de cada material durante el máximo tiempo posible. En esta línea, un importante cambio conceptual tiene que ver con el papel y el tratamiento de los elementos residuales. Entre las chatarras, por ejemplo, encontramos el cobre, un material valioso que, sin embargo, se convierte en impureza o elemento problemático en caso de no ser separado. Mediante procesos de separación durante el acondicionamiento de la chatarra es posible obtener concentrados de cobre con alta pureza (>99%), que pueden reintroducirse en la industria metalúrgica como materia prima secundaria.
En este proceso, es importante el rol que juegan las tecnologías avanzadas de análisis, como sensores ópticos, sistemas de rayos X, espectroscopía LIBS y modelos de análisis de datos capaces de predecir la composición de las chatarras y facilitar su clasificación y separación.
Medir el impacto ambiental: más allá del reciclaje
La mejora de los procesos de reciclaje no solo debe evaluarse en términos técnicos o económicos, sino también ambientales. Para ello, una de las herramientas más utilizadas es el Análisis de Ciclo de Vida (LCA), que permite cuantificar el impacto global de un material desde su origen hasta su eliminación final.
En el caso del acero reciclado, los estudios muestran que pequeñas mejoras en la calidad de la chatarra o en su acondicionamiento pueden traducirse en reducciones significativas de emisiones y consumo energético, especialmente cuando se comparan con la producción de acero a partir de materias primas vírgenes.
Este tipo de análisis refuerza una idea clave que ya hemos mencionado: la sostenibilidad no depende únicamente de reciclar más, sino de reciclar mejor.
Una transición en marcha
El reciclaje del acero está entrando en una nueva etapa en la que la ciencia de materiales, la ingeniería de procesos y el análisis de datos convergen para redefinir lo que entendemos por “materia prima secundaria”.
Desde este prisma, la chatarra pasa a convertirse en un recurso complejo, que puede ser diseñado, optimizado y valorizado con un nivel de precisión cada vez mayor.
Este cambio de paradigma no es solo tecnológico, sino también conceptual: implica reconocer que el valor de un material no desaparece al final de su vida útil, sino que puede redistribuirse si somos capaces de entender y gestionar su complejidad.
Agradecimiento
Este enfoque ha sido recientemente investigado y validado en el marco del proyecto europeo CAESAR (CirculArity Enhancements by Low-quality Scrap Analysis and Refinement), donde se han desarrollado estrategias avanzadas para la caracterización, acondicionamiento y valorización de chatarra de acero de baja calidad para la creación de productos avanzados, así como la recuperación de cobre de alta pureza y su reincorporación en la industria siderúrgica como elemento aleante en sustitucion de cobre de obtención primaria.
Sobre la autora: Clara I. Delgado. AZTERLAN Metallurgy Research Centre
Sobre AZTERLAN: Con el firme compromiso de impulsar el desarrollo tecnológico y la competitividad de las empresas, AZTERLAN cuenta con más de 45 años de experiencia ofreciendo soporte tecnológico, conocimiento metalúrgico experto y soluciones avanzadas a la industria de transformación metal-mecánica y a sus sectores cliente.
Basque Research & Technology Alliance (BRTA) es una alianza que se anticipa a los retos socioeconómicos futuros globales y de Euskadi y que responde a los mismos mediante la investigación y el desarrollo tecnológico, proyectándose internacionalmente. Los centros de BRTA colaboran en la generación de conocimiento y su transferencia a la sociedad e industria vascas para que sean más innovadoras y competitivas. BRTA es una alianza de 17 centros tecnológicos y centros de investigación cooperativa y cuenta con el apoyo del Gobierno Vasco, SPRI y las Diputaciones Forales de Araba, Bizkaia y Gipuzkoa.
En el ámbito de la espintrónica superconductora, un campo de investigación emergente que aúna magnetismo y superconductividad, investigadores de la Universidad Autónoma de Madrid han estudiado unos sistemas que transportan información magnética a largas distancias sin disipar energía. Se trata de sistemas híbridos formados por materiales como el vanadio o el hierro y una fina capa de óxido de magnesio. El hallazgo es un paso importante hacia una electrónica donde el calor desperdiciado y las pérdidas energéticas puedan reducirse drásticamente.
Actualmente, existen alternativas a los gases de efecto invernadero para determinados usos industriales, pero es importante evaluar con rigor su impacto climático. El grupo de investigación FOTOAIR de la Universidad de Castilla La Mancha ha estudiado el comportamiento atmosférico de un gas alternativo, el 2 fluorobutano. Los resultados muestran que tiene un tiempo de vida y un potencial de calentamiento global muy inferior a las estimaciones previas y a los límites regulatorios. Estos hallazgos evidencian la importancia de caracterizar rigurosamente los nuevos gases antes de su uso para reducir su impacto ambiental.
Tras la DANA de 2024 en Valencia, el lodo depositado no fue solo un problema de limpieza. También era una matriz ambiental compleja formada por materia orgánica y restos urbanos. Este trabajo muestra que estos sedimentos contenían bacterias capaces de crecer en condiciones favorables, algunas propias de patógenos oportunistas. El hallazgo no debe interpretarse como una alarma sanitaria, sino como una llamada a incorporar la vigilancia microbiológica en la gestión de futuras inundaciones.
Se ha investigado por primera vez la capacidad de esponjas marinas mediterráneas para eliminar compuestos orgánicos volátiles del agua. Los resultados muestran que, especialmente las esponjas con alta abundancia microbiana, eliminan eficazmente halometanos, compuestos de azufre e isopreno a tasas muy superiores a las del bacterioplancton. Estos hallazgos revelan que las esponjas son importantes sumideros naturales de compuestos volátiles orgánicos y destacan su potencial para la biorremediación y la mejora de la calidad ambiental en zonas costeras.
La población europea tiene una predisposición favorable al uso de la inteligencia artificial en el ámbito sanitario, pero con matices. Los resultados de un estudio a partir de los datos del Eurobarómetro 551 muestran que este apoyo se encuentra acompañado de preocupaciones sobre privacidad, despersonalización y opacidad. La investigación subraya que una mayor aceptación del uso de la IA en la salud está asociada a una mayor demanda de regulación, evidenciando la importancia de la confianza y la gobernanza pública en estas cuestiones.
Se ha investigado el desarrollo de un nuevo tipo de material para la captura selectiva de dióxido de carbono (CO2) consistente en films porosos de quitosano, un biopolímero natural que se obtiene a partir de residuos de crustáceos. Este biopolímero, tras un proceso de modificación química, muestra un aumento significativo en su capacidad de adsorción de CO2 y una mayor selectividad frente al nitrógeno. Los resultados demuestran que la modificación química de biopolímeros es una estrategia viable y sostenible para diseñar nuevos adsorbentes de CO2.
Un examen de la maternidad después de los 35 años desde una perspectiva social y de género analiza los estigmas, las normas culturales y las barreras estructurales que la condicionan. Los resultados muestran que la edad sigue funcionando como un criterio de juicio que genera desigualdades simbólicas, emocionales y laborales para las mujeres. La relevancia del estudio radica en visibilizar estas dinámicas y en señalar la necesidad de marcos sociales y políticas más acordes con la diversidad de trayectorias vitales.
Un trabajo de la UCM ofrece una guía para elaborar umbrella reviews, es decir, artículos científicos de revisión que a su vez resumen otros reviews sobre un tema, en el ámbito de las ciencias de la educación. Los investigadores reunieron y compararon revisiones a través del caso concreto del uso y los efectos de los diarios digitales en el aula. Los resultados de la síntesis demuestran que los diarios digitales facilitan el aprendizaje, la reflexión, la comunicación y la participación en diversos contextos, aunque su eficacia requiere planificación y acompañamiento docente. La nueva guía facilita la elaboración de este tipo de revisiones en educación, lo que favorece la toma de decisiones pedagógicas informadas por la evidencia.
Un estudio reciente indica que los peces dorados no solo recuerdan, sino que razonan desde experiencias previas. Mediante pruebas de inferencia transitiva, la investigación muestra que los peces construyen jerarquías mentales y deducen relaciones nuevas. En las personas esta capacidad está asociada al hipocampo, y al lesionar su equivalente en el cerebro de los peces la habilidad desaparece. Los resultados cuestionan que la memoria compleja sea exclusiva de humanos y vertebrados avanzados y sugieren orígenes evolutivos más antiguos.