A Primate Labsanunciou hoje o Geekbench 7, a geração mais recente de sua popular ferramenta de benchmark, que traz conjuntos de dados maiores e mais exigentes para o processamento de GPUs 1Graphics processing units, ou unidade de processamento gráfico., testes multi-core reformulados, entre outras novidades.
A Primate Labs afirma que o benchmark de GPU reformulado concentra-se em aprendizado de máquina e criação de conteúdo para refletir a forma como as GPUs são utilizadas atualmente. Ele inclui agora testes que rastreiam rostos e aplicam efeitos de filtro em tempo real a vídeos, realizam upscaling de imagens com aprendizado de máquina e desfocam fundos em transmissões de videoconferência.
Já os benchmarksmulti-core foram projetados para refletir melhor o comportamento real dos softwares, visto que as novas cargas de trabalho só utilizam múltiplas threads quando as tarefas simuladas exigem.
Divulgação/Primate Labs
A Primate Labs adicionou ainda um teste expandido de edição de fotos, com um conjunto mais abrangente de edições. Ademais, a carga de trabalho de biblioteca de fotos oferece suporte à importação e ao processamento de formatos de imagem como JPEG XL e DNG. Além disso, os novos testes de áudio e vídeo agora incluem suporte a AV1 e Opus, além de simular cargas de trabalho de streaming e consumo de conteúdo.
No mais, ele tem a mesma aparência do Geekbench 6 — e a licença Pro continua custando US$100 (com desconto para US$80 até 6 de agosto). A versão Pro permite realizar benchmarks offline — sem envio de dados para o Geekbench Browser — e abrange todas as plataformas desktop compatíveis (macOS, Windows e Linux).
É possível baixar gratuitamente o Geekbench 7 para macOS e outros sistemas operacionais nessa página. A versão para iOS/iPadOS ainda não foi atualizada na App Store.
Notas de rodapé
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Graphics processing units, ou unidade de processamento gráfico.
A Apple anunciou hoje uma parceria com a Ford para que o Apple Maps seja integrado à Universal Electric Vehicle Platform (UEV) da montadora até 2027, por meio do seu kit de desenvolvimento MapKit for Automotive.
A Maçã ainda afirmou que as informações cartográficas em nível de via serão utilizadas pela equipe Latitude AI da Ford para desenvolver um sistema de condução hands-free.
Com o novo SDK 1Software development kit, ou kit de desenvolvimento de software., a plataforma UEV da Ford permitirá navegação curva a curva a partir de instruções em linguagem natural, informações de trânsito e incidentes em tempo real, busca intuitiva com cartões detalhados de locais e opções de rotas inteligentes.
A Ford deverá utilizar os dados viários dos Mapas da Apple para aprimorar a próxima geração do BlueCruise, seu sistema de condução sem as mãos para rodovias. A experiência da plataforma UEV poderá se assemelhar à dos Mapas no CarPlay, oferecendo um roteamento inteligente para elétricos e pré-condicionamento de bateria — nesse caso, integrados diretamente ao sistema de navegação do veículo.
O CEO 2Chief executive officer, ou diretor executivo. da Ford, Jim Farley, comentou a parceria:
Nossos novos carros de porte médio terão um preço por volta de US$30.000 e redefinirão o que a tecnologia avançada pode ser — simples, útil e realmente acessível para mais consumidores. […] Nós temos o orgulho de incorporar a navegação e a tecnologia de navegação de mapas do Apple Maps diretamente na nossa Universal Electric Vehicle Platform, dando aos consumidores uma experiência definitiva de navegação junto com o nosso app da Ford, uma suíte completa de software e a próxima geração do BlueCruise, tudo habilitado para uma nova arquitetura zonal. O Apple Maps entregou um produto de classe mundial, e estamos honrados em ser um dos primeiros a incorporá-lo diretamente em um veículo, ajudando a definir uma condução mais intuitiva e capaz.
Para os proprietários de carros da Ford, a Apple confirmou a continuidade do suporte ao CarPlay, embora a colaboração permita que até mesmo quem não utiliza um iPhone possua os Mapas da Apple com todos os seus recursos. Com o kit de desenvolvimento MapKit for Automotive, a expectativa da Apple é que mais montadoras incorporem os Mapas aos seus próprios sistemas.
Notas de rodapé
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Software development kit, ou kit de desenvolvimento de software.
Desativada por padrão, ela lembra, de certa forma, a interface de ajuste dos estilos fotográficos do iOS, com o usuário tendo que segurar e arrastar o dedo — ou, no caso do Siri no macOS 27, o cursor do mouse — por uma malha de pontos brancos.
Como explicado por mactracker, conforme o cursor do mouse navega por essa malha, a voz da Siri é modulada para reproduzir certas características. Quanto mais o cursor do mouse se aproxima de um ponto, mais clara a voz da Siri fica.
Esse “voice pad”, como a interface está sendo popularmente chamada, também conta com animações elaboradas e bastante coloridas, além de vir acompanhado de um áudio de referência — com direito a Áudio Espacial (Spatial Audio) — que fica tocando sem parar no fundo.
Ainda segundo as informações, essa malha comporta 13 pontos diferentes, sugerindo que o novo sistema operacional do Mac ganhará novas opções de vozes para a assistente virtual. Como a quarta beta do macOS 27 não conta com todos os modelos de voz necessários, no entanto, apenas 2 opções personalizadas podem ser definidas pelo usuário por enquanto.
A nova versão do sistema também inclui um arquivo com descrições (algumas mais completas do que outras) para todas essas 13 vozes:
Gênero
Idade
Características
Estilo
Feminino
Jovem
Fala mansa
—
Feminino
Jovem
Sussurrante, brilhante, suave
—
Feminino
Adulto na faixa dos 20 anos
—
—
Feminino
Adulto na faixa dos 30 anos
—
Amigável
Feminino
Adulto na faixa dos 30 anos
—
Entusiasmada, relaxada, aconchegante
Feminino
Adulto na faixa dos 40 anos
—
—
Feminino
Velho
—
—
Masculino
Jovem
—
—
Masculino
Adulto na faixa dos 30 anos
Profunda
—
Masculino
Adulto na faixa dos 30 anos
Suave
—
Masculino
Adulto na faixa dos 30 anos
Rica
Amigável
Masculino
Velho
—
—
Masculino
Desconhecido
—
—
Ativar essa interface, porém, não é exatamente fácil, com usuários tendo que desativar o recurso System Integrity Protection (SIP) e sobrepor o código interno usando um depurador. Caso contrário, o sistema continuará exibindo o menu tradicional da voz da Siri no app Ajustes do Sistema (System Settings).
Por fim, embora essa interface tenha sido encontrada apenas no macOS 27, ela utiliza o mesmo framework de configuração da Siri que o iOS 27 e o iPadOS 27, o que sugere que ela também poderá dar as caras em iPhones e iPads. Ademais, também foi confirmado que ela será localizada para 44 outros idiomas.
A Apple estaria testando um assistente de inteligência artificial para o aplicativo Apple Store — aparentemente nos mesmos moldes do recurso que a empresa tem testado desde o ano passado no app Suporte.
Na descrição do assistente, a Apple também destaca que ele coletará e armazenará dados para personalizar a experiência do chat e possivelmente otimizar o assistente — inclusive compartilhando o chat com parceiros.
Como observado pelo MacRumors, isso pode indicar que a Apple usará um modelo de IA de terceiros para alimentar esse assistente.
Eis a descrição da novidade:
Caso o assistente virtual de compras do app Apple Store esteja disponível, a Apple coletará e armazenará as informações da sua conta, identificadores do dispositivo, informações da operadora e do chat, e, se habilitados, dados da localização para personalizar a experiência do chat, fornecer respostas relevantes e, caso opte, otimizar o assistente virtual de compras. Antes de compartilhar o chat com nossos parceiros, a Apple remove os identificadores pessoais do chat. Nossos parceiros usam tais informações somente para ajudar a Apple a fornecer respostas conversacionais. A Apple salvará as transcrições para nossa análise comercial, disponibilizando-as assim que você retornar ao app Apple Store, e, caso opte, para otimizar o assistente virtual de compras. É possível controlar se o uso que você faz do assistente virtual de compras será aproveitado para oferecer uma experiência melhor, basta acessar Conta » Configurações e selecionar “Otimizações de Chat” no app Apple Store.
Detalhes sobre o funcionamento do recurso em si ainda não foram divulgados pela Apple.
Os novos dobráveis chegam meses antes de a Apple alegadamente adentrar nesse segmento do mercado com o famigerado “iPhone Ultra” — logo, as apostas da gigante sul-coreana baterão de frente com o futuro dispositivo da Maçã.
Sem mais delongas, vamos conferir os detalhes de cada anúncio abaixo!
Galaxy Z Fold8
Divulgação/Samsung
Agora que os dobráveis da Samsung possuem três variantes, o Z Fold tradicional passou por um reposicionamento, tornando-se talvez a adição mais diferente dentre toda a linha de novos produtos anunciados.
Seu grande destaque é a reformulação no design, adotando um formato que se convencionou chamar de “passaporte”, com uma proporção maior do que aquilo que foi estabelecido nas últimas gerações do dobrável principal da Samsung. Isso resultou em uma tela externa de 5,5 polegadas e aspect ratio de 10:16, além de uma principal de 7,6″ e proporção de 4:3 — especificações bem semelhantes ao que se especula sobre o “iPhone Ultra” —, ambas com taxas de atualização de até 120Hz.
A sul-coreana destacou ainda o peso do modelo, sendo o celular dobrável mais leve já lançado por ela até agora (201 gramas, para ser exato).
Uma das principais diferenças do modelo em relação ao Z Fold8 Ultra está nas câmeras: o modelo padrão conta apenas com duas lentes traseiras (um sensor principal e uma lente ultra-angular, ambos com 50 megapixels), além dos 200mAh de diferença na bateria (4.800mAh no caso do Z Fold8 e 5.000mAh no caso do Z Fold8 Ultra). A linha também marca a estreia das baterias de silício-carbono nos celulares da fabricante.
Quanto ao restante das suas especificações técnicas, destaca-se pela implementação da tecnologia Flex Titanium — baseada em alumínio — para a resistência da tela, a presença do chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, opções a partir de 12GB de memória e 256GB de armazenamento (até 1TB), resistência IP48 contra água e poeira, além de suporte ao carregamento de 45W com fio e 15W sem fio. Assim como os demais aparelhos, ele chega com o Android 17 e a One UI 9.
Nos Estados Unidos, ele chega a partir de US$1.900 (US$200 a menos que o Z Fold8 Ultra e US$100 a menos que o Z Fold7) nas cores preta, branca, lavanda e verde pistache (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Fold8 Ultra
Divulgação/Samsung
Para os entusiastas do tradicional formato dos dobráveis da Samsung, a melhor opção é o modelo Ultra. Ele conta com as mesmas 8″ na tela principal e 6,5″ na tela externa do Z Fold7, com aspect ratios de 3:2 e 21:9, respectivamente.
Outra diferença notável em relação ao modelo menor é a presença da lente teleobjetiva de 10MP, aos moldes da presente no Z Fold7.
Como citado anteriormente, o aparelho conta com uma bateria de 5.000mAh de silício-carbono, além de compartilhar o Snapdragon 8 Elite Gen 5, as mesmas opções de memória/armazenamento, a resistência IP48 e o suporte aos 45W de carregamento com fio e 15W sem fio do Z Fold8.
Um de seus maiores destaques (nesse caso, negativo) é o preço: US$2.100 — um aumento em comparação ao modelo equivalente da geração passada (vale lembrar, o Z Fold7 chegou por US$2.000 lá fora). Ele está disponível nas cores preta, branca, roxo escuro e verde escuro (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Z Flip8
Divulgação/Samsung
Modelo mais básico da nova linha, o Z Flip8 se destaca pela redução na espessura (13,1mm dobrado contra os 13,7mm do antecessor) e no peso (188g contra 180g do Z Flip7), possibilitando o que a Samsung chama de “uma experiência cotidiana sem vinco”.
Ele conta com uma tela interna de 6,9″, enquanto a externa tem 4,1″, com proporções de 22:9 e 1:1, respectivamente, e suporte a taxas de atualização de 120Hz em ambas. O aparelho chega com um conjunto duplo de câmeras, sendo a lente principal de 50MP, um sensor ultra-angular de 12MP e câmera frontal de 10MP.
Ele chega com o processador Exynos 2600, resistência IP48, 12GB de memória e opções de armazenamento de 256GB e 512GB. Em termos de bateria e recarga, o componente de silício-carbono possui uma capacidade de 4.300mAh, carregamento de até 25W por fio e 15W sem fio.
O Z Flip8 custa US$1.200 (um aumento de US$100 em relação ao Z Flip7) e está disponível nas cores azul, preta, vermelha coral e menta (esta última exclusiva para compra no site oficial da Samsung).
Galaxy Watch9 e Ultra2
Ambos os modelos ganharam suporte ao recurso “levante para falar”, que aciona de imediato o Gemini do Google sem a necessidade de toque ou botão. Os dois relógios contam com o Wear OS 7 e a One UI 9 Watch, compatíveis com smartphones que possuam Android 13 ou superior.
Divulgação/Samsung
Com especificações e design um tanto semelhantes ao seu antecessor, as grandes novidades do Galaxy Watch9 incluem a ampliação de bateria (o modelo de 40mm ganhou um aumento de quase 20%, com 390mAh, enquanto a versão de 44mm possui 445hmAh), a pulseira com design Air Pocket (até 25% mais leve que a presente no Watch8) e a estreia do processador Snapdragon Wear Elite.
Ele continua com as opções de 2GB de memória e 32GB de armazenamento e está disponível em caixas de 40mm e 44mm, nas cores preto e creme, custando a partir de US$380 (um aumento de US$30 em relação ao Watch8).
Já o Galaxy Watch Ultra2 adota uma reformulação na identidade visual que o aproxima do restante da linha, sendo até 12% mais fino que o seu antecessor, mantendo a bateria de 800mAh. A tela também ganhou melhorias, contando com 5.000 nits de brilho máximo.
Para experiências aquáticas, o Ultra2 atende o padrão EN13319 para mergulho e possui certificação IP69K. Além disso, o app Marz deverá receber suporte à metrificação de velocidades e orientações de descompressão.
Disponível nas cores titânio preto e titânio prata, o modelo está disponível a partir de US$700, um aumento de US$50 em relação à primeira geração.
Inteligência artificial
Durante o evento, a Samsung reforçou sua ciência e presença quanto às IAs agênticas, expandindo a experiência para além das telas dos smartphones e passando a oferecer assistência contínua de IA em tempo real nos dispositivos do seu ecossistema; o foco da Samsung é a entrega da experiência hands-free (ou seja, mãos livres). Ela afirmou ainda que essa integração contará com mecanismos de proteção e segurança, embora não tenha adentrado em detalhes técnicos de como fará isso.
A empresa também mencionou a integração de dados biométricos coletados pelos Galaxy Watch ao fluxo de trabalho médico, focada na prevenção de riscos de saúde com o auxílio da inteligência artificial (IA), permitindo a sugestão de refeições e treinos adaptados com base em interpretações de biossinais.
Preço e disponibilidade
Os novos smartphones chegarão ao Brasil no dia 6 de agosto, mas ainda não tiveram seus preços divulgados; ainda assim, a Samsung já antecipou que a aquisição de algum dos dispositivos durante a pré-venda garantirá até seis meses de Google AI Pro sem custos adicionais.
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A Anthropic implementou no Claude Code a possibilidade de testar aplicativos para iPhone em um painel interativo do iOS Simulator.
Aos interessados, será possível construir aplicativos para iPhones diretamente do Claude Code Desktop a partir da versão 1.24012.0 do app. A integração possibilita ainda a utilização de toques, gestos e atalhos da solução nativa da Apple para simular o iPhone.
Claude Code on desktop now works with the iOS simulator.
Build and run your iOS app, and the simulator opens in a panel right next to your conversation. Available today in public beta. pic.twitter.com/su4IguzPVb
O Claude Code no desktop agora funciona com o simulador do iOS.
Construa e execute seu aplicativo para iOS, e o simulador abre em um painel bem ao lado da sua conversa. Disponível hoje em beta público.
O recurso é exclusivo da versão para macOS do Claude Code (levando em conta, claro, a disponibilidade do Simulator da Apple), e é necessário ainda ter o Xcode com a plataforma iOS instalada.
Para executar um determinado app, basta abrir o projeto na aba “Code” do Claude Code Desktop, pedir à inteligência artificial (IA) para testar o aplicativo e… pronto. É possível que no primeiro acesso o app solicite uma permissão para seguir com a instalação. O painel dispensa o uso do Computer Use (com exceção da versão em CLI), controlando diretamente o uso do iOS Simulator.
Ainda em beta pública, a ferramenta exige sessões locais, pois sessões em nuvem não são capazes de acessar simuladores instalados no Mac. A novidade está disponível para usuários dos planos Pro, Max e Team.
Ao que tudo indica, a disputa judicial entre a Apple e a Masimo nos Estados Unidos está prestes a ter um desfecho — e ele será bem menos amargo para a Maçã do que a fabricante de tecnologias médicas pretendia inicialmente com o processo.
Segundo uma reportagem do Law360, o juiz federal James V. Selna negou um recurso da Apple que pretendia anular a decisão anterior do júri sobre o caso ou, alternativamente, realizar um novo julgamento.
Para conseguir a anulação, a Apple argumentava que o júri interpretou errado o termo “patient monitor”, presente na patente da Masimo, e que o Apple Watch não deveria ser enquadrado nessa definição protegida pela patente.
O desfecho mais recente representa uma derrota para a Apple, uma vez que, teoricamente, a empresa não pode mais recorrer da decisão — veremos, porém, se a companhia conseguirá encontrar uma brecha para contornar isso.
O Googleapresentou hoje novas variantes para a geração 3.0 dos modelos de inteligência artificial generativa do Gemini. Mais especificamente, foram lançados o Gemini 3.6 Flash, o 3.5 Flash-Lite e o 3.5 Flash Cyber.
A maior novidade é justamente o 3.6 Flash, que agora é o principal modelo “rápido” da empresa. Ele foi projetado com base em feedbacks dos usuários do 3.5 Flash e visa oferecer um equilíbrio ideal entre eficiência e qualidade.
Today we’re expanding the Gemini family with three new models built to be faster, more token efficient, and reliable at scale.
Hoje, estamos expandindo a família Gemini com três novos modelos criados para serem mais rápidos, mais eficientes no uso de tokens e confiáveis em escala.
Conheça os novos modelos Gemini. ↓
Na prática, o 3.6 Flash gasta 17% menos tokens de saída para tarefas semelhantes, bem como precisa de menos etapas de raciocínio e menos chamadas de ferramentas para concluir fluxos de trabalho compostos por várias etapas.
Essa eficiência também vem acompanhada de um preço menor. Custando US$1,50 por milhão de tokens de entrada e US$7,50 por milhão de tokens de saída, o 3.6 Flash reduz o custo total por tarefa executada por agentes, tornando-os mais baratos para desenvolver e operar.
Ele também é mais preciso em programação, avança significativamente em ML 1Machine learning, ou aprendizado de máquina., apresenta maior capacidade de interação com computadores e um melhor desempenho em tarefas envolvendo conhecimento.
Divulgação/Google
Além disso, o novo modelo tem proteções reforçadas contra usos indevidos relacionados a materiais químicos, biológicos, radiológicos e nucleares (CBRN) e ataques cibernéticos.
3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber
Continuando os investimentos na família de modelos 3.5, o Google apresentou hoje o 3.5 Flash-Lite como o “modelo mais rápido da família”, desenvolvido para tarefas de baixa latência e alto volume de processamento.
Altamente superior ao Gemini 3.1 Flash-Lite, seu antecessor direto, ele gera 350 tokens de saída por segundo e custa apenas US$0,30 por milhão de tokens de entrada e US$2,50 por milhão de tokens de saída.
Divulgação/Google
O 3.5 Flash Cyber, por sua vez, é o 3.5 Flash rodando no sistema de IA do Google voltado à segurança (o CodeMender) e ajustado para encontrar e corrigir falhas de cibersegurança com um baixo custo por token.
Divulgação/Google
Ele será disponibilizado inicialmente apenas para governos e parceiros confiáveis por meio de um programa piloto de acesso limitado para que eles encontrem e corrijam possíveis vulnerabilidades críticas.
Além disso, o Google também afirmou que sua equipe de desenvolvedores já está focada na construção do Gemini 4 — o pré-treinamento mais ambicioso para essa nova geração, inclusive, já começou.
Já estão disponíveis no Brasil dois novos fones de ouvido sem fio da JBL: os Live Beam 4 e os Live Flex 4, expandindo a linha de modelos equipados com o Smart Charging Case — estojo com tela sensível ao toque que permite acessar funções dos fones facilmente.
Com poucos gestos, é possível controlar a reprodução, ajustar o volume, gerenciar os níveis de controle de ruído, alterar as configurações e acompanharas informações essenciais diretamente na tela do estojo.
Divulgação/JBL
Segundo a JBL, os fones Live Beam 4 foram projetados para quem busca um encaixe mais isolado e seguro, combinando conforto e estabilidade. O modelo oferece até 48 horas de reprodução, com até 12 horas nos fones e mais 36 horas no estojo, além de resistência à água e poeira com certificação IP55.
Divulgação/JBL
Já os fones Live Flex 4 têm um formato aberto e leve, desenvolvido para longos períodos de uso. Com autonomia de até 50 horas de reprodução, com até 10 horas nos fones e mais 40 horas no estojo, o modelo também conta com proteção IP54 contra água e poeira, mantendo a versatilidade para diferentes ambientes e atividades.
Divulgação/JBL
Ambos os novos modelos oferecem o JBL Signature Sound, tecnologia de áudio de alta resolução da marca que oferece graves profundos e detalhes precisos para diferentes estilos de conteúdo.
Os dois modelos contam ainda com seis microfones e tecnologia de redução de ruído com inteligência artificial para ajudar a manter conversas mais claras e naturais, mesmo em ambientes movimentados. Já os recursos Smart Ambient permitem manter a percepção do que acontece ao redor quando necessário.
Os fones já estão disponíveis no site da JBL, ambos por R$1.000, nas cores preta, prata, azul, champagne, verde, laranja e lilás.
A Adobeanunciou a adição de novos recursos temporários impulsionados por inteligência artificial (IA) ao Project Indigo, seu app de câmera exclusivo para iOS, com a ferramenta AI Playground.
Os quatro principais recursos de IA do Project Indigo incluem a manipulação de objetos (Object Editing, ou “edição de objeto”, em tradução direta), a estilização de uma foto em uma determinada técnica artística (Styles, ou “estilos”), o feedback por IA das suas fotos (Photo Guidance, ou “orientação fotográfica”) e a edição a partir de comandos de linguagem natural (Custom Edit, ou “edição customizável”).
Divulgação/Adobe
De forma opcional, a Adobe afirmou ainda que o acesso ao AI Playground estará restrito a uma parcela dos usuários do Project Indigo, sem menção aos critérios exatos de disponibilização. O teste ocorrerá durante algumas semanas e a ideia é compreender o uso de IA no app, embora ela reitere seus pilares de privacidade:
Quem aceitar participar precisará concordar em compartilhar apenas as interações com os botões do recurso. A Adobe afirma que não acessará os comandos digitados, nem as imagens, não fará upload delas para seus servidores e não as utilizará para treinar modelos de IA. Como não há login, todos os dados coletados são anônimos. Quem preferir não participar pode recusar e continuar usando o aplicativo normalmente.
Recursos como a estilização de fotos ou a remoção de objetos farão uso do modelo Nano Banana, do Google, ou dos próprios modelos Firefly da Adobe, mas ela reitera que o leque de modelos poderá se expandir no futuro.
Por fim, a Adobe explicou ainda que os modelos atuais de geração de imagens produzem apenas resultados com alcance dinâmico padrão (SDR 1Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão.) e, para preservar a aparência das fotos capturadas com HDR 2High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. pelo Project Indigo, a empresa desenvolveu um modelo próprio de ML 3Machine learning, ou aprendizado de máquina. que converte automaticamente o resultado gerado pela IA para HDR, utilizando a foto original como referência, sem empregá-la para treinar modelos de IA.
Seguindo a onda cada vez mais popular dos agentes de inteligência artificial (IA), mais um aplicativo focado na execução de modelos capazes de realizar tarefas em nome do usuário surgiu recentemente: o Open Minis.
Disponível para iPhones, iPads, Macs e Apple Vision Pros, o aplicativo se integra perfeitamente ao ecossistema da Maçã — o que permite fazer tarefas para muito além das que um chatbot tradicional faria.
Você pode fazer coisas como controlar acessórios do HomeKit, gerenciar calendários, lembretes, mídias e arquivos, bem como acessar dados disponíveis no aplicativo Saúde (Health) ou o hardware do dispositivo.
Para que tudo isso seja possível, o Open Minis possui um ambiente Linux que roda de forma isolada e o permite executar scripts, usar interfaces de linha de comando ou até mesmo um navegador web integrado.
Para usá-lo, você precisa conectar algum modelo de IA suportado (Claude, GPT, Gemini e OpenRouter) ou endpoints compatíveis com a OpenAI. Também é possível criar fallback de modelos para casos de falha.
Capaz de lembrar preferências e contextos de conversas anteriores para aprender os gostos do usuário, o app mantém todas as chaves de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. no dispositivo e não coleta nem envia nenhum dado a terceiros.
Uma espécie de concorrente do LM Studio, que recentemente ganhou suporte a agentes, o app pode ser baixado gratuitamente — seu custo será exclusivamente com créditos para os modelos de IA que for usar.
A nova versão, 26.27.73, além de contar com Liquid Glass, inclui uma nova barra lateral com textos que descrevem os ícones, abandonando a abordagem minimalista encontrada até então na versão de computador do mensageiro da Meta, e uma seção dedicada às Comunidades, que antes ficavam espalhadas pelo histórico de conversas do aplicativo.
Outra novidade é a adição do suporte às conversas trancadas, atualmente restritas aos iPhones e iPads. O acesso ao recurso no macOS, aos moldes da exigência do Face ID nos dispositivos móveis, também solicitará algum meio de autenticação para garantir a camada adicional de proteção, carro-chefe da funcionalidade.
Com essa atualização chegando para os usuários finais de maneira gradual nas próximas semanas, a disponibilização ampla da versão de Mac do WhatsApp (incluindo a versão da Mac App Store) conclui um trabalho de quase um ano unificando a linguagem visual do app no iOS, iPadOS e macOS.
Grande parte dos vídeos que consumimos hoje vai muito além do entretenimento. Tutoriais técnicos, palestras públicas, demonstrações de produtos, treinamentos corporativos, webinars, apresentações de eventos e materiais educativos fazem parte da rotina de estudantes, profissionais e empreendedores.
Em muitos momentos, ter acesso a esse conteúdo mesmo sem conexão com a internet pode fazer toda a diferença. Mas surge uma dúvida comum: vale mais a pena utilizar uma ferramenta que funciona diretamente no navegador ou um aplicativo dedicado?
A resposta depende principalmente da forma como cada pessoa utiliza seus dispositivos e organiza seu fluxo de trabalho.
Quando uma ferramenta baseada no navegador faz mais sentido
As soluções que funcionam diretamente no navegador conquistaram muitos usuários por eliminarem uma etapa importante: a instalação.
Em poucos segundos, é possível abrir a ferramenta, utilizar seus recursos e continuar trabalhando, independentemente do computador ou do dispositivo utilizado.
Essa praticidade costuma ser especialmente útil para quem precisa acessar conteúdos em diferentes dispositivos sem depender da instalação de programas.
Acompanhar palestras e conferências online;
Consultar tutoriais técnicos durante o trabalho;
Revisar treinamentos profissionais;
Utilizar computadores compartilhados;
Alternar frequentemente entre computador, tablet e smartphone.
Nesses casos, um baixador de vídeos do YouTube baseado no navegador permite abrir a ferramenta rapidamente e acessar conteúdos públicos de forma simples, independentemente do sistema operacional utilizado.
Outro benefício importante é a compatibilidade. Como o acesso acontece pelo navegador, a experiência permanece semelhante em diferentes sistemas operacionais, facilitando o uso em qualquer dispositivo.
Quando um aplicativo pode ser a melhor escolha
Embora as ferramentas baseadas no navegador sejam extremamente práticas, existem situações em que um aplicativo dedicado oferece uma experiência diferente.
Usuários que acessam frequentemente os mesmos materiais, organizam conteúdos por categorias ou preferem manter tudo disponível em um único ambiente costumam valorizar recursos adicionais de organização e gerenciamento.
Nesse contexto, soluções como a Muka representam uma alternativa interessante para quem prefere utilizar um aplicativo em vez do navegador. Dependendo da rotina de cada pessoa, esse tipo de abordagem pode tornar o acesso aos conteúdos mais conveniente.
Além disso, aplicativos costumam facilitar a organização de arquivos locais e oferecer acesso rápido aos materiais utilizados com maior frequência.
Não existe uma solução única
Na prática, o navegador e o aplicativo resolvem necessidades diferentes.
Imagine alguns exemplos:
Um estudante universitário utiliza o computador da biblioteca para revisar uma palestra antes de uma prova.
Um empresário salva uma apresentação sobre marketing digital para consultar durante uma viagem.
Um técnico acompanha demonstrações de equipamentos enquanto trabalha em locais onde a conexão nem sempre é estável.
Outro profissional prefere manter seus materiais organizados em um aplicativo para encontrá-los rapidamente sempre que necessário.
Todos possuem objetivos semelhantes, mas desenvolvem hábitos diferentes para acessar seus conteúdos de referência.
O fator mais importante é a praticidade
Ao escolher uma solução, muitas pessoas concentram a atenção apenas nas funcionalidades. Entretanto, a facilidade de acesso costuma ser igualmente importante.
Se o objetivo é consultar rapidamente um material de referência, quanto menos etapas existirem entre o usuário e o conteúdo, melhor será a experiência.
Por isso, ferramentas baseadas no navegador continuam sendo uma excelente opção para quem valoriza simplicidade e acesso imediato, enquanto aplicativos podem oferecer uma experiência mais organizada para quem consulta os mesmos conteúdos com frequência.
Conclusão
O crescimento dos conteúdos digitais mudou a forma como aprendemos, trabalhamos e compartilhamos conhecimento. Palestras, treinamentos, demonstrações técnicas, apresentações profissionais e outros materiais de referência tornaram-se recursos importantes para milhões de pessoas.
Escolher entre uma ferramenta baseada no navegador ou um aplicativo dedicado não significa decidir qual tecnologia é superior, mas identificar qual delas se adapta melhor ao seu dia a dia.
Quando a solução acompanha a maneira como utilizamos nossos dispositivos, acessar conteúdos importantes offline torna-se um processo mais simples, eficiente e conveniente.
Pesquisadores da Group-IBapontaram a existência de um novo malware para macOS chamado ClickLock Stealer, que usa uma falsa verificação da Cloudflare para enganar os usuários, roubando dados sensíveis.
Mirando usuários na Itália, nos Estados Unidos, na Jordânia e no Reino Unido, os criminosos iniciam o ataque simulando uma verificação de CAPTCHA da Cloudflare e, na sequência, convencem a vítima a copiar e colar um comando no Terminal do Mac.
Após a execução, o malware é instalado enquanto exibe uma falsa tela de progresso. Se o usuário optar por tentar interromper a instalação ou não seguir de alguma forma com o processo, ele fecha todos os aplicativos visíveis, deixando apenas uma janela para inserir a senha do macOS. O ciclo de insistência do software pode passar dos 3 dias (algo em torno de 83 horas, segundo o estudo).
Depois de instalado, o malware começa a coletar senhas de navegadores, extensões de carteiras de criptomoedas, arquivos de carteiras digitais, dados de gerenciadores de senhas e outras informações comprometedoras.
Segundo os especialistas, o ClickLock Stealer começou a ser distribuído em maio passado, passando despercebido por todos os mecanismos de pesquisa até recentemente. Ele foi identificado em 33 países, em sua maioria europeus, sem veiculação a algum grupo de crime cibernético, distribuído muito possivelmente por uma campanha de engenharia social do tipo ClickFix.
O estudo recomenda aos usuários que nunca colem comandos de websites no Terminal, independentemente de como a página se parece ou do que ela alega fazer, e a nunca entregar a sua senha a espaços extraoficiais (como comandos) — caso você perceba que a execução de outros aplicativos está sendo encerrada. Se você desconfiar que a sua máquina foi infectada com o malware, revogue as sessões dos seus navegadores e altere todas as credenciais potencialmente comprometidas.
A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.
As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.
Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:
Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.
Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.
A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.
Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:
O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.
A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.
Em meio à polêmica envolvendo a abertura de um processo contra a OpenAI, a Apple enviou cartas — mais precisamente advertências legais individuais — para dezenas de funcionários da empresa de inteligência artificial.
Segundo o Financial Times, cerca de 40 ex-funcionários da Apple que hoje trabalham na OpenAI receberam as cartas. Nela, a Maçã solicita reuniões com seus advogados, exigindo a preservação de documentos e comunicações.
A empresa, vale recordar, acusa alguns dos seus ex-funcionários de roubar planos secretos de hardware e entregá-los à OpenAI — que trabalha atualmente com o ex-chefão de design da Apple, Jony Ive, para desenvolver seus próprios dispositivos.
O envio desse tipo de documento é descrito pelo FT como uma prática agressiva. Nos documentos judiciais, a Maçã argumenta que as evidências que possui representam apenas a “ponta do iceberg” em relação à conduta da OpenAI.
Tendo denunciado diretamente a empresa e dois de seus ex-funcionários, a Apple afirma que todo o negócio de hardware da OpenAI estaria comprometido pelo uso de seus segredos comerciais de forma ilegal.
Procuradas pelo jornal, tanto a Apple quanto a OpenAI recusaram-se a comentar a reportagem.