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Apple confirma que corrigiu brecha no recurso Ocultar Meu E-mail do iCloud+

21 July 2026 at 19:11

Como informamos no começo deste mês, o 404 Media jogou luz sobre uma grave brecha envolvendo o recurso Ocultar Meu E-mail (Hide My Email), do iCloud+, que poderia expor o endereço que deveria ser mantido em sigilo.

Agora, o mesmo veículo informou que a Apple corrigiu a vulnerabilidade em questão em uma atualização (muito provavelmente remota) lançada em 3 de julho — mais de um ano após ter sido alertada sobre a falha.

Tyler Murphy, cofundador da EasyOptOuts e responsável por relatar a falha à Apple inicialmente, disse ter sido informado de que o caso estava sob investigação. A Apple afirmou a ele que a vulnerabilidade havia sido corrigida em março de 2026, o que não aconteceu. Nos meses seguintes, a Apple disse estar analisando o problema novamente […] por isso, Murphy contatou o 404 Media para tornar o caso público.

Como já informamos, o envio de um email para um usuário que possuía o recurso de privacidade ativado — email esse que acabava sendo rejeitado como spam — fazia com que o endereço real da pessoa aparecesse nos registros do remetente.

O 404 Media confirmou que a vulnerabilidade foi corrigida, mas ainda aponta que os usuários devem ser cautelosos.

A falha que fazia com que o recurso Ocultar Meu E-mail da Apple vazasse endereços ocultos para os remetentes foi corrigida. No entanto, não acreditamos que o risco para os usuários do recurso tenha sido eliminado. Como emails legítimos podiam ser rejeitados (gerando uma devolução ou bounce), revelando seu endereço oculto, e como os registros de transferência de email são frequentemente armazenados, presumimos que qualquer endereço oculto vinculado a um endereço do Ocultar Meu E-mail criado antes de 7 de julho de 2026 pode ter sido exposto e ainda pode constar em registros de terceiros.

A Apple, vale lembrar, já foi alvo até mesmo de uma ação judicial devido à falha, com os autores da ação buscando o reconhecimento de uma ação coletiva. Eles alegam que a Apple violou uma lei da Califórnia sobre publicidade enganosa e outras normas de proteção ao consumidor, pois a empresa sabia que o recurso não funcionava conforme anunciado.

Apple poderá lançar programa de assinatura de iPhones, iPads, Macs e Apple Watches em breve

21 July 2026 at 17:12

De acordo com informações da Bloomberg, a Apple lançará na próxima semana o “Apple Upgrade”, um serviço de assinatura que incluirá iPhones, iPads, Macs e até mesmo Apple Watches.

Desenvolvida em parceria com a empresa financeira Klarna Group Plc, a iniciativa será disponibilizada primeiro apenas nos Estados Unidos — tanto em lojas físicas da Maçã quanto na Apple Store Online.

Assim como outros programas do tipo, o “Apple Upgrade” permitirá que os usuários quitem o dispositivo antecipadamente durante o contrato, façam um upgrade para um modelo mais recente antes do fim da assinatura ou fiquem com o aparelho ao final do período de locação. Ainda segundo as informações, é possível que taxas adicionais sejam cobradas em casos específicos.

Mais precisamente, aluguéis de iPhones e Apple Watches terão uma duração de 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser usados por 36 meses. Sujeito a uma análise de crédito antes da contratação do serviço, o usuário sempre poderá devolver o seu aparelho ao final do período de locação.

A Bloomberg disse ainda que o plano da Maçã é divulgar o “Apple Upgrade” como uma forma de realizar pagamentos menores do que os oferecidos por programas de financiamento tradicionais. Além disso, ela estaria se preparando para descontinuar o iPhone Upgrade Program e a modalidade de financiamento tradicional para abrir espaço para a nova oferta.

Ao contrário do iPhone Upgrade Program, no entanto, o “Apple Upgrade” não incluirá o AppleCare; dispositivos de entrada — como o Apple Watch SE 3, o iPad (A16 Bionic), o iPhone 16 e o MacBook Neo — não estarão disponíveis no novo programa; por fim, usuários corporativos e estudantes também ficarão de fora da brincadeira.

Rumorado há alguns anos — e supostamente cancelado internamente pela companhia no final de 2024 — o “Apple Upgrade” chegará pouco tempo depois de a Apple aumentar os preços de vários de seus produtos em decorrência da crise de DRAM 1Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório., provocada pela alta demanda por chips de memória no mercado de inteligência artificial.

Notas de rodapé

  • 1
    Dynamic random access memory, ou memória dinâmica de acesso aleatório.

iPhone 17 Pro Max (512GB) entra em oferta e sai por R$9.752,31 à vista!

21 July 2026 at 16:23

O iPhone 17 Pro Max é o smartphone mais avançado da Apple! Na sua lista de especificações técnicas, podemos destacar a tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas, o conjunto de três câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels nas três lentes) e o processador A19 Pro, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).

Se você está atrás desse modelo, hoje a Amazon está com uma promoção excelente! Trata-se da versão de 512GB, na cor laranja-cósmico. Ele está saindo por R$10.835,91 em até 12x no cartão de crédito.

iPhone 17 Pro Max de 512GB

Parcelado: de R$13.999,00 por R$10.835,91 em até 12x
À vista no cartão de crédito: de R$12.599,10 por R$9.752,31

🛍 Produto vendido e entregue pela Amazon💰https://t.co/IiOTmrBu0l

— MM Ofertas (@MMOfertas) July 21, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$13.999 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 23%.

Já para quem preferir pagar à vista (também no cartão de crédito), o preço fica ainda melhor: ele cai para R$9.752,31 — um desconto também de 23% em relação ao valor da Apple na mesma modalidade de pagamento, de R$12.599,10.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação é sempre em cima das tabelas oficiais.

Aproveite! 📱

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Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!

Você pode usar a nossa extensão para os navegadores Chrome/Opera/Edge, acompanhar as ofertas pelo MM Fórum, pelo Facebook, pelo X, pelo Threads, pelo Bluesky, pelo Mastodon ou por um canal no Telegram. Escolha a melhor opção para você — ou todas, para depois não se arrepender — e economize! 😉

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

Oferta: iPhone 17 (256GB) por R$5.299,21 no Pix!

21 July 2026 at 14:10

O iPhone 17 recebeu várias melhorias em relação ao seu antecessor, o que fez dele o smartphone perfeito para a grande maioria dos usuários que procuram um telefone da Apple.

Entre as suas especificações técnicas, podemos destacar a tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas com ProMotion (até 120Hz), o conjunto de duas câmeras (com um sistema Fusion de 48 megapixels nas duas lentes) e o processador A19, além da presença do Controle da Câmera (Camera Control) e do botão de Ação (Action Button).

Se você está atrás desse modelo, hoje o Mercado Livre está com uma promoção excelente! Trata-se da versão com 256GB, na cor preta. Ela está saindo por R$5.888,01 em até 12x no cartão de crédito.

iPhone 17 de 256GB

Parcelado: de R$7.999,00 por R$5.888,01 em até 12x
À vista no Pix: de R$7.199,10 por R$5.299,21

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— MM Ofertas (@MMOfertas) July 21, 2026

Se levarmos em conta que o preço tabelado desse modelo aqui no Brasil é de R$7.999 nessa mesma modalidade de pagamento, estamos diante de um desconto de 26%.

Para quem preferir pagar à vista no Pix, o valor cai para R$5.299,21 — representando uma diferença também de 26% em comparação com o preço à vista da Apple Brasil, de R$7.199,10.

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Betas do iOS 27 trazem novidades para a Siri AI, nova animação de bateria fraca e mais

20 July 2026 at 23:25

A Apple liberou hoje as quartas versões betas dos sistemas 27 e, como já é tradição, os desbravadores de plantão já descobriram uma série de novidades nas novas compilações.

Veremos, a seguir, tanto novidades que acabaram de pintar quanto algumas que chegaram ainda com a terceira beta (além daquelas que já havíamos falado).

iOS 27 (quarta beta)

Começando pelas novidades que chegaram hoje, a maioria delas tem relação com a Siri AI. Agora, por exemplo, o sistema exibe uma tela de boas-vindas para o usuário quando ele usa a nova assistente pela primeira vez.

New in iOS 27 beta 4: There is a new splash screen when using Siri AI for the first time pic.twitter.com/R6kFXk1loF

— Aaron (@aaronp613) July 20, 2026

Falando em Siri AI, a nova beta acrescentou novas opções de vozes na personalização da Siri — que requerem dispositivos com pelo menos 12GB de memória, cabe recordar.

New in iOS 27 beta 4: Apple has added more Siri voices with a note that customizations for them are coming soon pic.twitter.com/5ksQXTERAm

— Aaron (@aaronp613) July 20, 2026

Já na seção da Siri do aplicativo Ajustes, há uma nova opção para ajustar o tamanho das prévias das informações da assistente, com a possibilidade de escolher entre nenhuma e até até cinco linhas. No menu de Acessibilidade, há uma nova opção “Sempre Mostrar Solicitação” que exibe na tela uma transcrição do que você diz à Siri.

New in iOS 27 beta 4: Siri app preview settings

You can choose how many lines between 0-5 pic.twitter.com/7yRgzdHtMa

— Aaron (@aaronp613) July 20, 2026

Além disso, a Apple removeu o recurso que causava um efeito de profundidade ao abrir a central de notificações. Ao deslizar, era possível ver um recorte do elemento principal do papel de parede da Tela de Início, mas isso não está mais disponível.

iOS 27 beta 4 removes the depth effect when opening Notification Center, a change that first showed up in beta 3. pic.twitter.com/1at4mqM3KU

— Beta Profiles (@BetaProfiles) July 20, 2026

Ainda em termos de correção, os ícones de atalhos na Tela Bloqueada mantém a aparência tanto no modo escuro quanto no modo claro.

Outras novidades incluem:

  • Na seção de ajustes do app Apple TV, há uma nova opção “Downloads Automáticos”. Ao ativá-la, os dois próximos episódios das séries que você começar a assistir na seção “Continuar Assistindo” serão baixados automaticamente.
  • Uma nova opção “Ampliar fotos para preencher”, na seção de ajustes do aplicativo Fotos (Photos), amplia levemente as fotos que têm proporção próxima à da tela e vem ativada por padrão.
  • Na seção Câmera (Camera) do aplicativo Ajustes, há uma opção para escolher um formato ProRes Log se você ativar o Apple ProRes.
  • Existe uma opção para ativar ou desativar o recurso Assistência ao Wi-Fi para cada rede Wi-Fi conectada, independentemente de a função geral estar ativada ou não.
  • A Central de Controle agora suporta o novo controle deslizante para o Modo Adaptável (Adaptive Mode) dos AirPods Pro.

iOS 27 (terceira beta)

Ainda durante o ciclo da terceira beta, outro destaque vai para a possibilidade de a Siri AI obter informações de aplicativos de terceiros — algo que, por ora, parece se restringir a informar o nível de bateria de veículos elétricos.

Siri AI can use third-party apps in iOS 27 beta 3! pic.twitter.com/YaxCmqewu2

— Max Weinbach (@mweinbach) July 6, 2026

O app Traduzir (Translate), por sua vez, também suportará os idiomas/dialetos português (Portugal), dinamarquês, malaio, norueguês bokmål, sueco, cantonês (chinês tradicional) e espanhol (México e Estados Unidos).

Além disso, uma nova (e bem bonita) animação ao estilo Liquid Glass para o ícone de bateria fraca aparece quando o iPhone está prestes a “morrer”.

Apple really cooked with iOS 27 Beta 3🔥
That new liquid-glass, low-battery animation is absolutely sick. The glow and texture on the graphic are pure eye candy—almost makes you want your phone to die just to look at it. pic.twitter.com/gmFwRMhSbd

— Yash (@Phonenurd) July 6, 2026

Por fim, de acordo com o Cult of Mac, especificamente na terceira beta do watchOS 27, a Apple passou a permitir usar a Siri para configurar um tempo adicional para um timer já em andamento — algo impossível até então nos relógios da Maçã.


Alguém por aí já testando essas novidades?

via 9to5Mac, MacRumors

Código do iOS 27 faz referência a iPhone com mais de uma bateria

20 July 2026 at 21:06

De acordo com a Macworld, a recém-liberada quarta versão beta do iOS 27 traz em seu código referências a um possível iPhone com múltiplas baterias — muito provavelmente o “iPhone Ultra”, cotado para ser o primeiro dobrável da Apple.

Essas menções tratam-se de mensagens relacionadas à saúde do componente e chamam a atenção justamente por estarem no plural, já que os smartphones da Maçã contam com apenas uma célula de bateria em suas entranhas.

Foram identificadas, ao todo, três mensagens, as quais muito provavelmente serão exibidas em momentos distintos da vida útil dessas baterias. A primeira (em tradução livre), por exemplo, deverá ser exibida quando as células ainda são relativamente novas:

As baterias deste iPhone estão apresentando o desempenho esperado.

Já a segunda provavelmente entrará em cena assim que o desgaste da bateria começar a afetar a performance do “iPhone Ultra”:

A saúde das baterias deste iPhone se degradou significativamente. Um Centro de Serviço Autorizado Apple pode substituir as baterias para restaurar o desempenho e a capacidade totais.

A terceira, por fim, alertará usuários sobre componentes fabricados por terceiros:

A saúde das baterias deste iPhone sofreu uma degradação significativa, e não foi possível verificar se uma delas é uma bateria original da Apple. Um Centro de Serviço Autorizado Apple pode substituir as baterias para restaurar o desempenho e a capacidade totais.

O iOS, é claro, já exibe mensagens parecidas no seção “Saúde da Bateria e Carregamento” do menu “Bateria”, presente no app Ajustes (Settings), de modo que a novidade aqui é mesmo a linguagem adaptada para um dispositivo com mais de uma bateria. Como o “iPhone Ultra” provavelmente será dividido em duas partes, é bem possível estejamos falando de um par de células.

No último dia 10/7, vale lembrar, o leaker conhecido como Digital Chat Station disse em uma rede social que o primeiro dobrável da Apple contará com uma bateria de 1.921mAh e outra de 2.962mAh, levando o total para 4.883mAh. Embora esteja alinhado com o vazamento de hoje, essa aposta vai ao encontro de outro rumor do início do ano, o qual diz que a bateria do “iPhone Ultra” contará com uma capacidade de pelo menos 5.500mAh.

Quartas betas do iOS 27, iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27, tvOS 27 e visionOS 27 estão disponíveis

20 July 2026 at 18:31

Desenvolvedores já podem instalar as quartas versões de teste do iOS 27 (compilação 24A5390f), iPadOS 27 (idem), macOS Golden Gate 27 (26A5388g), watchOS 27 (24R5325h), tvOS 27 (24J5325d) e visionOS 27 (24M5326g).

Além dos sistemas, também está disponível para desenvolvedores a quarta beta do Xcode 27 (compilação 27A5228h).

Os novos sistemas, anunciados na WWDC26, trarão novidades e diversas melhorias para iPhones, iPads, Macs, Apple Watches, Apple TVs e Vision Pros — conforme temos acompanhado e detalhado no apanhado de matérias abaixo.

Posts relacionados

Cabe recordar que a Apple disponibiliza o acesso às versões beta para desenvolvedores gratuitamente, então não necessariamente usuários em geral precisam optar pelas betas públicas para instalar os novos sistemas — basta estar registrado como um desenvolvedor (com uma conta gratuita).

Como de costume, nós estamos de olho para conferir as novidades incluídas com as novas betas e detalharemos tudo sobre elas por aqui, então continuem acompanhando!

Apple evitou citar Jony Ive em processo contra a OpenAI

20 July 2026 at 13:36

Desde que a Apple levou a OpenAI aos tribunais por uma suposta violação de segredos industriais e propriedade intelectual, a ausência do nome de Jony Ive no processo tem sido motivo de especulações, considerando que o ex-executivo da Maçã e braço direito de Steve Jobs é uma peça relevante para o desenvolvimento de hardwares da dona do ChatGPT.

No ano passado, a startup de Ive, a io Products, foi adquirida pela OpenAI por US$6,5 bilhões. Desde então, o estúdio de design independente LoveFrom (também comandado pelo ex-Apple) passou a ser o espaço da gigante de inteligência artificial (IA) para a supervisão do design da sua linha de hardware. Nesse processo, mais de 400 funcionários trocaram a Maçã pela empresa de Sam Altman — entre eles, Tang Tan e Chang Liu, acusados de instruírem a revelação de protótipos da Maçã para quem estivesse em entrevista com a empresa de IA.

Para Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, existem duas explicações lógicas para Ive ter ficado de fora das acusações: a ausência de provas que comprovem seu vínculo com o esquema e a sua relação de proximidade com a viúva de Jobs, Laurene Powell Jobs.

Jony Ive, Sam Altman e Laurene Powell Jobs

Próxima de Tim Cook e de outros executivos da empresa — além de manter uma relação de longa data com Ive —, ela continua circulando com naturalidade entre ambos os lados, tendo inclusive participado da última WWDC como convidada.

Laurene também é uma das principais investidoras dos projetos de Ive e esteve ao lado dele e de Altman quando os dois revelaram que o primeiro dispositivo de IA da OpenAI já estava em desenvolvimento. Para Gurman, esse conjunto de relações pode ter contribuído para evitar que o nome do ex-chefe de design da Apple fosse envolvido diretamente na disputa judicial, especialmente na ausência de evidências que o ligassem ao suposto vazamento de informações.

Atualização 5.0.2 do app do MacMagazine traz de volta gesto para sair de posts e sincroniza favoritos entre dispositivos

19 July 2026 at 14:30

Nosso aplicativo — disponível para iPhone, iPad, Apple Watch e Mac — acaba de receber uma atualização significativa para a versão 5.0.2, repleta de melhorias e correções pedidas por muitos de vocês. 😉

Atendendo a muitos pedidos, implementamos de volta o gesto de deslizar a partir do canto da tela para sair de um post e retornar à tela inicial do app.

Também corrigimos um comportamento que incomodava bastante: ao tocar em links externos dentro de um post e depois voltar para o app, agora você retorna exatamente para a mesma posição de leitura em que estava — sem perder o lugar.

Os favoritos também passaram por uma revisão importante e agora são devidamente sincronizados entre iPhone, iPad e Mac.

Além disso, esta versão traz:

  • Retoques gerais na interface Liquid Glass;
  • Melhorias na marcação de posts como lidos/não lidos, incluindo o retorno de uma seção “Posts” nos ajustes do app;
  • A possibilidade de adicionar tíquetes ao Carteira (Wallet) diretamente pelo app;
  • Aprimoramentos gerais em acessibilidade.

Agradecimentos

Fica aqui um agradecimento especial ao Cassio Rossi e ao Mozzer pelas colaborações feitas em nosso projeto no GitHub para esta versão.

A atualização já está disponível na App Store — e, como sempre, vale a pena atualizar o quanto antes para aproveitar todas as novidades. Em breve, é claro, voltamos com mais! 😉

Vídeo: veja a Siri AI em ação no macOS Golden Gate 27!

18 July 2026 at 16:00

Depois de já termos publicado vários vídeos sobre as novidades do iOS 27, chegou a vez de começarmos a cobertura em vídeo do macOS Golden Gate 27 em nosso canal. E não tem jeito melhor de abrir essa série do que falando sobre a mudança mais aguardada do sistema: a Siri AI.

Neste primeiro vídeo, mostramos como funciona o novo app da Siri, os ajustes de voz disponíveis, as melhorias na busca do Spotlight, os recursos da Inteligência Visual a partir de screenshots e as ferramentas de escrita e revisão de texto integradas ao sistema.

Esse é só o primeiro de vários vídeos que estamos preparando sobre o macOS 27. Fique de olho no canal do MacMagazine para não perder os próximos! 😄


Apoio: UPDF

Este vídeo tem o apoio do UPDF, aplicativo equipado com inteligência artificial (IA) que já analisamos em detalhes aqui no site. Conheça mais esse belo editor de PDFs, obtenha-o com um desconto exclusivo e tenha acesso total ao UPDF Pro no Mac, no Windows, no iPad, no iOS e no Android pagando cerca de um quinto da suíte da Adobe!

O aviso de “armazenamento quase cheio” é o melhor vendedor da Apple — e a conta chega todo mês

18 July 2026 at 14:30

“O armazenamento do iCloud está quase cheio”. Se você usa iPhone, aposto que leu essa frase nesta semana. Talvez hoje. Ela aparece nos Ajustes, aparece por notificação, aparece quando o backup falha de madrugada… e não desiste nunca. Não é um bug. É, possivelmente, o vendedor mais eficiente que a Apple já contratou.

Nas últimas semanas, escrevi aqui duas matérias medindo produtos da Apple numa moeda que todo mundo entende na pele: horas de trabalho. Vimos quanto custa um Mac depois dos aumentos e quanto custou cada geração de iPhone desde 2007. Mas hardware você paga uma vez e o assunto morre; assinatura, não. Assinatura é um pedágio silencioso: poucos reais por mês, para sempre. E ninguém de fato se dá ao trabalho de fazer essa conta — então eu resolvi fazer.

Os mesmos 5GB desde 2011

Antes dos números, um pouco de contexto. Quando o iCloud nasceu, em outubro de 2011, a Apple deu 5GB gratuitos para cada conta. Era a época do iPhone 4s, de câmera de 8 megapixels e fotos de uns 2,5MB cada. Dava para viver um bom tempo dentro daquele limite.

Quase 15 anos depois, os 5GB continuam exatamente os mesmos. Só que o mundo ao redor deles mudou de tamanho: o iPhone 17 tira fotos de 48MP, grava 4K a 60 quadros — cerca de 400MB por minuto — e sai de fábrica com 256GB. Ou seja, a Apple vende um aparelho com 256GB e dá uma nuvem que corresponde a 2% disso. Um backup básico, sozinho, já não cabe. A caixa ficou pequena de propósito ou só ficou pequena? Guarde essa pergunta.

Quem não aguenta o aviso assina o iCloud+. No Brasil, depois do reajuste de até 33% em 2025, as mensalidades saem por R$5,90 (50GB), R$19,90 (200GB), R$66,90 (2TB) e vão até R$399,90 (12TB).

A conta em horas, plano a plano

A régua é a mesma das matérias anteriores: salário mínimo por hora no Brasil (R$8,50), nos Estados Unidos (piso federal de US$7,25), no Canadá (C$17,60, em Ontário) e em Portugal (5,31€). Cada célula mostra quanto tempo de trabalho um mês de assinatura consome.

PlanoBrasilEUACanadáPortugal
iCloud+ de 50GB42min8min4min11min
iCloud+ de 200GB2h20min25min14min34min
iCloud+ de 2TB7h52min1h23min44min1h53min
iCloud+ de 12TB47h8h16min4h33min11h18min
Preços oficiais da Apple em julho de 2026, sempre no plano mensal.

À primeira vista, parece barato — e é justamente assim que uma assinatura funciona. O plano de 50GB custa 42 minutos de trabalho por mês. Quem reclamaria? Mas suba na tabela: o plano de 2TB, o mais comum para quem tem família ou anos de fotos acumuladas, consome quase um dia inteiro de trabalho por mês de um brasileiro de salário mínimo. O mesmo plano custa 44 minutos para um canadense. E o de 12TB beira o surreal: 47 horas mensais — mais de uma semana de expediente, todo mês, só para guardar arquivos.

Vale a comparação com o hardware: nas matérias anteriores, o brasileiro trabalhava de 8 a 12 vezes mais que o americano pelo mesmo iPhone ou iPad. Nos serviços, a distância é menor — cerca de 6 vezes no plano de 2TB —, mas segue aí, firme e forte. Contra o Canadá, a proporção volta às mesmas 10 vezes de sempre. E Portugal repete o papel de meio-termo que já apareceu na conta do hardware: 1h53min pelos mesmos 2TB, 4x menos esforço que o brasileiro — confortável perto de nós, longe do sossego canadense.

O pedágio que nunca acaba

Agora, o detalhe que muda tudo: essa conta não fecha nunca. O iPad de 706 horas dói uma vez; o iCloud cobra todo mês, até o fim dos tempos — ou das suas fotos, o que vier primeiro.

Um ano de iCloud+ de 2TB custa R$802,80 — 94 horas de trabalho, meio mês de expediente por ano. Em 10 anos, são mais de 900 horas: território de iPhone 17, que calculei em 1.006 horas na matéria anterior. Ou seja, guardar as fotos por uma década custa quase o mesmo esforço que comprar o telefone que as tirou.

E tem o degrau seguinte, claro. O Apple One Individual (R$42,90) leva 5 horas mensais de trabalho; o Premium (R$99,90), quase 12 horas — cerca de 140 horas por ano, ¾ de um mês de trabalho anual em assinatura. No fim das contas, o brasileiro de salário mínimo que assina o pacote completo da Apple dedica praticamente um mês do ano só para manter os serviços da Maçã rodando.

Por que a caixa não cresce

Aqui entra o olhar de produto, área em que trabalho há mais de 20 anos. Aquele aviso de armazenamento não é um acidente de percurso: é um funil de conversão dos bons! Ele aparece no momento de maior dor (backup falhou, foto não salvou), oferece a solução a um toque de distância e custa “só” R$5,90. Nenhum vendedor de loja chega perto dessa taxa de conversão.

E o incentivo para manter os 5GB congelados é gigante. Os serviços renderam à Apple US$109,2 bilhões no ano fiscal de 2025, com margem bruta de 75% — o dobro da margem do hardware. Cada pessoa que cede ao aviso vira receita recorrente, previsível e baratíssima de servir. Se os 5GB gratuitos virassem 50GB amanhã, quantos milhões de assinaturas de entrada evaporariam? A Apple sabe a resposta melhor do que ninguém. Tanto que Google (15GB) e Microsoft (5GB, mas com Office no pacote) jogam jogos parecidos — a Apple só joga com a caixa mais apertada do mercado.

Sejamos justos num ponto: nuvem custa dinheiro de verdade (data center, energia, redundância) e o iCloud+ entrega junto recursos como o Retransmissão Privada (Private Relay) e o Ocultar Meu E-mail (Hide My Email). Não é um produto ruim; eu mesmo assino e não pretendo cancelar. O problema não é o plano pago existir, é a versão gratuita ter sido desenhada para não ser suficiente — em 2011, ela era.

No fim, é uma escolha de modelo de negócio — e das mais bem executadas. Só acho saudável que a gente a chame pelo nome. Quando o aviso aparecer de novo aí no seu iPhone — e ele vai aparecer —, lembre que aqueles 42 minutos de trabalho por mês não foram um acaso: foram desenhados, testados e otimizados para esse exato momento. A Apple não vende mais só o telefone. Vende o lugar onde a sua vida digital mora — e cobra o aluguel em dia.

MacMagazine no Ar #691: Apple vs. OpenAI, “M7 Ultra”, novos iPads, “iPhone 20” e muito mais!

17 July 2026 at 22:30

E hoje é dia de MacMagazine no Ar! 😃 Esta é a 691ª edição do nosso podcast.

Participantes do dia

A edição é obra do Eduardo Garcia [@edugarcya].

Pauta do episódio

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Capa do podcast - MacMagazine no Ar
MacMagazine no Ar de MacMagazine Episódio: #691
Gravação: 16 de julho de 2026
Duração: 1h03min38

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Apple agora vale US$4,9 trilhões; empresa ultrapassou a NVIDIA brevemente em valor de mercado

17 July 2026 at 22:01

Após atingir três valores recordes só nesta semana, as ações da Apple [$AAPL] mantiveram a ascensão nesta sexta-feira e, graças a uma alta de 0,14%, elas valem agora US$333,74 — US$0,48 a mais do que o valor registrado ontem e um novo recorde histórico.

Já o pico do pregão foi de US$334,98, o que também representa um recorde em relação ao penúltimo valor máximo registrado (US$334,68).

Com relação ao ranking das empresas de capital aberto mais valiosas do mundo, a Apple segue na segunda posição, agora com um market cap de US$4,902 trilhões. Porém, algo interessante aconteceu hoje: ela ultrapassou brevemente a NVIDIA [$NVDA] durante o pregão, assumindo a posição de empresa mais valiosa do mundo por algum tempo; no fechamento da Nasdaq, porém, ela acabou voltando ao segundo lugar.

Isso foi facilitado após mais um dia de queda nas ações da fabricante de GPUs (o segundo seguido), desta vez de -2,21%, o que fez com que os papéis da empresa fechassem valendo US$202,81. Já o market cap está agora em US$4,912 trilhões — ou seja, apenas US$10 bilhões a mais do que o da Apple.

A Alphabet [$GOOG], empresa-mãe do Google, segue na terceira posição desse ranking, agora um market cap de US$4,224 trilhões. Assim como a NVIDIA, as ações da gigante de Mountain View também recuaram hoje, fechando o dia valendo US$346,12 (-2,17%).

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