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Apple Music chegará a carros da Volvo, com teste grátis de 3 meses

20 July 2026 at 17:18

A Volvo anunciou que o Apple Music passará a integrar mais de 2 milhões de seus carros por meio de uma atualização remota (over-the-air, ou OTA), oferecendo até três meses grátis do serviço para os veículos compatíveis.

Para resgatar o teste gratuito, é necessário entrar com sua Conta Apple no app Volvo Cars. Tanto para antigos quanto novos assinantes, a oferta de resgate é válida até 6 de julho de 2027.

Alwin Bakkenes, diretor global de engenharia de software da Volvo, comentou a novidade:

Muitos dos nossos clientes já utilizam o Apple Music em seus smartphones ou em casa. Ao levarmos o Apple Music diretamente para nossos carros, transformamos nossos veículos em um lugar extraordinário para vivenciar a música. […] Você sentirá como se estivesse em meio a uma sala de concertos ou a uma arena durante a sua apresentação ao vivo favorita, ou imerso nas músicas mais recentes em Áudio Espacial, exatamente como os artistas pretenderam — uma experiência sonora verdadeiramente emocionante.

Embora o streaming seja compatível com os modelos XC90, S90, V90, XC60, S60, V60, XC40, EX40 e EC40 fabricados a partir de 2020, o Áudio Espacial do Apple Music será exclusivo do EX90, do ES90 e do EX60 (este último chegará ao mercado brasileiro em outubro).

O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

via Exame

WhatsApp amplia disponibilidade da interface Liquid Glass no Mac

20 July 2026 at 15:55

Em teste desde o mês passado, a interface da versão de WhatsApp para Mac pensada para o macOS Tahoe 26, com suporte ao Liquid Glass, parece enfim ter tido sua disponibilidade ampliada.

A nova versão, 26.27.73, além de contar com Liquid Glass, inclui uma nova barra lateral com textos que descrevem os ícones, abandonando a abordagem minimalista encontrada até então na versão de computador do mensageiro da Meta, e uma seção dedicada às Comunidades, que antes ficavam espalhadas pelo histórico de conversas do aplicativo.

Liquid Glass no WhatsApp de macOS
Captura de tela/WABetaInfo

Outra novidade é a adição do suporte às conversas trancadas, atualmente restritas aos iPhones e iPads. O acesso ao recurso no macOS, aos moldes da exigência do Face ID nos dispositivos móveis, também solicitará algum meio de autenticação para garantir a camada adicional de proteção, carro-chefe da funcionalidade.

Com essa atualização chegando para os usuários finais de maneira gradual nas próximas semanas, a disponibilização ampla da versão de Mac do WhatsApp (incluindo a versão da Mac App Store) conclui um trabalho de quase um ano unificando a linguagem visual do app no iOS, iPadOS e macOS.

via WABetaInfo

Apple teria descartado dois modelos do Mac Pro, incluindo um com chip Intel

20 July 2026 at 15:14

Na edição mais recente da sua newsletter “Power On”, o jornalista da Bloomberg Mark Gurman comentou sobre os planos da Apple envolvendo o Mac Pro antes de anunciar a sua descontinuação no início do ano — incluindo dois modelos descartados e variantes ainda mais poderosas dos chips Apple Silicon do que as da linha Ultra — e a implementação da inteligência artificial (IA) no atendimento do Genius Bar.

Segundo o Gurman, a Apple desenvolveu pelo menos dois modelos do Mac Pro que nunca viram a luz do dia: um com processador da Intel — mesmo depois do lançamento da linha M1, curiosamente —, de codinome J170, para atender casos específicos; e outro equipado com o M3 Ultra, chamado internamente de J190 e previsto para ser lançado junto da última leva do Mac Studio, que chegou ao mercado no começo do ano passado. 

Um caminho possível para a linha seria um suposto chip superior aos do sufixo Ultra; citado pelo jornalista como a variante “Extreme”, ele teria como objetivo oferecer o dobro de núcleos de CPU 1Central processing unit, ou unidade central de processamento. e GPU 2Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico. em relação aos do Ultra, e o desenvolvimento do projeto chegou até o M3 antes de ser encerrado devido à preocupação com custos e demanda.

Genius Bar com IA?

Na mesma edição, o jornalista comentou que a Apple passou a testar a implementação de um sistema que utiliza IA para registrar conversas entre clientes e funcionários do Genius Bar.

Divulgação/Apple

Intitulado Live Notes, o recurso opcional testado em algumas Apple Stores permitiria que os funcionários do Genius Bar registrassem transcrições dos seus atendimentos com uma ferramenta capaz ainda de resumir as interações com os clientes. Ambas as partes deverão consentir com a gravação e o resultado final é passível de ajustes, sendo adicionado ao iPad do funcionário como parte do registro do atendimento ou reparo.

Ainda assim, o teste gerou preocupações entre os empregados, os quais temem que esses registros poderão ser usados para metrificar avaliações de desempenho e o trabalho dos colegas. A Apple teria descartado essa possibilidade, afirmando que as gravações não serão armazenadas e que nem mesmo os gerentes possuirão acesso às transcrições.

Notas de rodapé

  • 1
    Central processing unit, ou unidade central de processamento.
  • 2
    Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.

Apple evitou citar Jony Ive em processo contra a OpenAI

20 July 2026 at 13:36

Desde que a Apple levou a OpenAI aos tribunais por uma suposta violação de segredos industriais e propriedade intelectual, a ausência do nome de Jony Ive no processo tem sido motivo de especulações, considerando que o ex-executivo da Maçã e braço direito de Steve Jobs é uma peça relevante para o desenvolvimento de hardwares da dona do ChatGPT.

No ano passado, a startup de Ive, a io Products, foi adquirida pela OpenAI por US$6,5 bilhões. Desde então, o estúdio de design independente LoveFrom (também comandado pelo ex-Apple) passou a ser o espaço da gigante de inteligência artificial (IA) para a supervisão do design da sua linha de hardware. Nesse processo, mais de 400 funcionários trocaram a Maçã pela empresa de Sam Altman — entre eles, Tang Tan e Chang Liu, acusados de instruírem a revelação de protótipos da Maçã para quem estivesse em entrevista com a empresa de IA.

Para Mark Gurman, jornalista da Bloomberg, existem duas explicações lógicas para Ive ter ficado de fora das acusações: a ausência de provas que comprovem seu vínculo com o esquema e a sua relação de proximidade com a viúva de Jobs, Laurene Powell Jobs.

Jony Ive, Sam Altman e Laurene Powell Jobs

Próxima de Tim Cook e de outros executivos da empresa — além de manter uma relação de longa data com Ive —, ela continua circulando com naturalidade entre ambos os lados, tendo inclusive participado da última WWDC como convidada.

Laurene também é uma das principais investidoras dos projetos de Ive e esteve ao lado dele e de Altman quando os dois revelaram que o primeiro dispositivo de IA da OpenAI já estava em desenvolvimento. Para Gurman, esse conjunto de relações pode ter contribuído para evitar que o nome do ex-chefe de design da Apple fosse envolvido diretamente na disputa judicial, especialmente na ausência de evidências que o ligassem ao suposto vazamento de informações.

Novo malware usa CAPTCHA falso para roubar senhas no macOS

17 July 2026 at 20:21

Pesquisadores da Group-IB apontaram a existência de um novo malware para macOS chamado ClickLock Stealer, que usa uma falsa verificação da Cloudflare para enganar os usuários, roubando dados sensíveis.

Mirando usuários na Itália, nos Estados Unidos, na Jordânia e no Reino Unido, os criminosos iniciam o ataque simulando uma verificação de CAPTCHA da Cloudflare e, na sequência, convencem a vítima a copiar e colar um comando no Terminal do Mac.

Após a execução, o malware é instalado enquanto exibe uma falsa tela de progresso. Se o usuário optar por tentar interromper a instalação ou não seguir de alguma forma com o processo, ele fecha todos os aplicativos visíveis, deixando apenas uma janela para inserir a senha do macOS. O ciclo de insistência do software pode passar dos 3 dias (algo em torno de 83 horas, segundo o estudo).

Depois de instalado, o malware começa a coletar senhas de navegadores, extensões de carteiras de criptomoedas, arquivos de carteiras digitais, dados de gerenciadores de senhas e outras informações comprometedoras.

Segundo os especialistas, o ClickLock Stealer começou a ser distribuído em maio passado, passando despercebido por todos os mecanismos de pesquisa até recentemente. Ele foi identificado em 33 países, em sua maioria europeus, sem veiculação a algum grupo de crime cibernético, distribuído muito possivelmente por uma campanha de engenharia social do tipo ClickFix.

O estudo recomenda aos usuários que nunca colem comandos de websites no Terminal, independentemente de como a página se parece ou do que ela alega fazer, e a nunca entregar a sua senha a espaços extraoficiais (como comandos) — caso você perceba que a execução de outros aplicativos está sendo encerrada. Se você desconfiar que a sua máquina foi infectada com o malware, revogue as sessões dos seus navegadores e altere todas as credenciais potencialmente comprometidas.

via Macworld

Apple e Google são pressionadas a banir apps que geram nudez com IA

17 July 2026 at 19:30

A Apple e o Google foram intimados por um procurador de San Francisco a remover aplicativos que gerem imagens de nudez não consensuais.

As notificações extrajudiciais foram enviadas pelo procurador David Chiu, que exigiu a remoção de 13 aplicativos de troca de rostos (face swap) os quais permitem que usuários criem imagens de nudez sem o consentimento das pessoas envolvidas, com o auxílio da inteligência artificial (IA). Ele solicitou ainda o rompimento das relações comerciais com os desenvolvedores desses apps.

Chiu comentou o conflito com esse segmento de apps e a problemática da relação desses aplicativos com grandes empresas de tecnologia:

Gerar imagens íntimas não consensuais é ilegal, prejudicial e completamente inaceitável. […] Essas empresas têm a responsabilidade de garantir que os aplicativos em suas plataformas não facilitem abuso sexual. […] O fato de algumas das maiores e mais consolidadas empresas de tecnologia do mundo estarem facilitando isso precisa acabar.

Pesquisadores das universidades de Cornell e Georgetown descobriram que, de 155 apps de criação de deepfakes, 70% deles permitiam gerar conteúdos com nudez sem quaisquer restrições — demonstrando que mesmo os apps que não são promovidos como tal não impedem práticas criminosas. Uma investigação da Tech Transparency Project (TTP) revelou números parecidos.

A Apple possui um histórico delicado com o tema: embora esses estudos apontem leniência com a existência desse tipo de ferramenta na App Store, a Maçã possui um rastro de combate a esse tipo de prática — ainda que sob pressão governamental —, a exemplo da ameaça de remoção do X em meio à polêmica com a geração de imagens de nudez com o auxílio do Grok.

Ao longo dos últimos meses, a empresa foi criticada por autoridades como o governo do Reino Unido e o estado americano da Virgínia Ocidental para combater a proliferação de apps com conteúdo adulto em meio a crianças e adolescentes.

Representando o Google, Dan Jackson afirmou que centenas desses aplicativos foram excluídos da loja do Android:

O Google Play não permite aplicativos que contenham conteúdo sexual, e tomamos continuamente medidas proativas para detectar e remover apps com conteúdo prejudicial. […] Quando recebemos denúncias, investigamos e agimos rapidamente, o que, nesses casos, incluiu suspender centenas de aplicativos que violavam nossas políticas e restringir termos de busca relacionados, como “nudify”, em nossa loja.

A Apple, por sua vez, optou por não comentar o caso.

via WIRED

WhatsApp agora permite iniciar conversas só com o nome de usuário

17 July 2026 at 17:39

Após três meses em fase de testes, o recurso de nome de usuário do WhatsApp finalmente parece estar funcionando entre os usuários que já haviam reservado seu username, ampliando a disponibilidade da funcionalidade.

Aos que efetuaram a reserva, o WhatsApp começou a exibir um banner no topo da lista de conversas, informando que ele já está ativo e explicando que agora ele pode ser compartilhado com outras pessoas. Caso você queira verificar o nome de usuário de algum dos seus contatos, basta abrir a conversa com ele para conferi-lo.

Exibição de notificação sobre nome de usuário no WhatsApp
Imagem: WABetaInfo

De acordo com o WABetaInfo, o recurso está sendo liberado de forma gradual para quem já reservou um nome de usuário. Se esse for o seu caso, basta tocar no botão de adicionar (na aba Conversas) para abrir a lista de contatos, e em seguida, digitar o nome de usuário na barra de pesquisa.

Vale lembrar que isso não afetará a visualização dos números de telefone nos contatos com os quais você já iniciou uma conversa anteriormente. Nos moldes de rivais como o Telegram, os nomes de usuário apenas introduzem uma nova opção de acionar um determinado contato, alterando a primeira interação dos usuários, já que o número de telefone deixa de ser a única forma de iniciar uma conversa.

O WhatsApp está liberando o recurso completo de nomes de usuário para “uma fração muito limitada da sua base instalada no iOS e Android”, incluindo tanto versões betas quanto estáveis do aplicativo.

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